Seu Gustavo é o único vizinho que mora naquela rua sem saída com a esposa dele, é um senhor de uns 65 a 70 anos. Conheci ele desde pequena e não tinha visto ele até aquele momento. Cheguei na piscina e me deitei na espreguiçadeira, peguei meu óleo de bronzeamento e comecei a passar no corpo. Nisso, ouço o portão da piscina abrir e entra seu Gustavo, ele vinha de shorts e sem camisa, o corpo dele era meio gordo, com braços um pouco fortes, mãos grandes e um rosto meio feio, moreno, mas mais alto que eu, uns 1,70 mais ou menos.
G: Boa tarde, mocinha, que tarde gostosa
Eu: Pois é, seu Gus, aqui pegando um sol pra bronzear
G: O que é isso que você tá passando?
Eu: Óleo pra me bronzear
G: Se quiser, eu passo pra você, pra cobrir bem todos os cantinhos do corpo
Eu: Não precisa, seu Gus, eu consigo, muito obrigada
G: Claro que precisa, além do mais, eu fui massagista e sei dar uns massagens bem boas, então deita e me dá o frasco do óleo
Eu: Tá bom, aqui ó
G: Deita de bruços
Deitei de bruços e me acomodei.
G: Tira a parte de cima da sua roupinha
Eu: Não dá, eu teria que abaixar porque é uma peça inteira
G: Então tira as alças e abaixa até a cintura
Eu: Precisa mesmo? É que meus peitos vão ficar de fora
G: Mas você vai ficar de bruços, não vão aparecer
Eu: Tá bom, mas vira de costas enquanto eu abaixo o maiô
Pra isso, eu tava usando um maiô inteiro, mas ele vai até a metade das costas e na parte de baixo é uma fio-dental que se junta.
Ela se virou e eu abaixei a sunga até a metade do corpo, me deitei de bruços esmagando meus peitos tentando que eles não escapassem. G: Já tá pronta? Eu: Já. Ele começou com a massagem, derramou um jato de óleo nas minhas costas e começou a esfregar minhas costas e massagear meus ombros e minha lombar.
A verdade é que eu tava me sentindo uma gostosa, ele sabia dar uns massagens muito boas, aos poucos foi subindo até chegar no meu pescoço, depois desceu pelos braços e de vez em quando esfregava meus braços, Rosana, na lateral da minha buceta, depois desceu e começou a amassar minha lombar, ali não ficou muito tempo, mas pulou pra minha bunda, abriu o vidro de óleo e despejou um baita jorro de óleo nas minhas nádegas. G: Abre as pernas pra passar óleo aí. Abri um pouco as pernas, quase nada, mas ele pegou minhas pernas e abriu bem mais, deixando à mostra minha xereca, bom, com o biquíni. Começou a amassar minha bunda, apertando e massageando meu rabo, de vez em quando dava um apertão e dava pra sentir que queria ir mais fundo, aos poucos foi descendo pras coxas, mesmo eu sabendo que o velhinho tava me cantando e me olhando com malícia, ele sabia dar uma massagem boa e eu não tava nem um pouco incomodada em me sentir assediada. Continua...
G: Boa tarde, mocinha, que tarde gostosa
Eu: Pois é, seu Gus, aqui pegando um sol pra bronzear
G: O que é isso que você tá passando?
Eu: Óleo pra me bronzear
G: Se quiser, eu passo pra você, pra cobrir bem todos os cantinhos do corpo
Eu: Não precisa, seu Gus, eu consigo, muito obrigada
G: Claro que precisa, além do mais, eu fui massagista e sei dar uns massagens bem boas, então deita e me dá o frasco do óleo
Eu: Tá bom, aqui ó
G: Deita de bruços
Deitei de bruços e me acomodei.
G: Tira a parte de cima da sua roupinha
Eu: Não dá, eu teria que abaixar porque é uma peça inteira
G: Então tira as alças e abaixa até a cintura
Eu: Precisa mesmo? É que meus peitos vão ficar de fora
G: Mas você vai ficar de bruços, não vão aparecer
Eu: Tá bom, mas vira de costas enquanto eu abaixo o maiô
Pra isso, eu tava usando um maiô inteiro, mas ele vai até a metade das costas e na parte de baixo é uma fio-dental que se junta.
Ela se virou e eu abaixei a sunga até a metade do corpo, me deitei de bruços esmagando meus peitos tentando que eles não escapassem. G: Já tá pronta? Eu: Já. Ele começou com a massagem, derramou um jato de óleo nas minhas costas e começou a esfregar minhas costas e massagear meus ombros e minha lombar.
A verdade é que eu tava me sentindo uma gostosa, ele sabia dar uns massagens muito boas, aos poucos foi subindo até chegar no meu pescoço, depois desceu pelos braços e de vez em quando esfregava meus braços, Rosana, na lateral da minha buceta, depois desceu e começou a amassar minha lombar, ali não ficou muito tempo, mas pulou pra minha bunda, abriu o vidro de óleo e despejou um baita jorro de óleo nas minhas nádegas. G: Abre as pernas pra passar óleo aí. Abri um pouco as pernas, quase nada, mas ele pegou minhas pernas e abriu bem mais, deixando à mostra minha xereca, bom, com o biquíni. Começou a amassar minha bunda, apertando e massageando meu rabo, de vez em quando dava um apertão e dava pra sentir que queria ir mais fundo, aos poucos foi descendo pras coxas, mesmo eu sabendo que o velhinho tava me cantando e me olhando com malícia, ele sabia dar uma massagem boa e eu não tava nem um pouco incomodada em me sentir assediada. Continua...
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