Continuamos com essa história incrível. Se vocês não leram as partes anteriores, recomendo que vão no meu perfil pra isso. Espero que gostem.—Oi Franco, tudo bem, tá tudo certo? — minha mãe entrou no meu quarto.
Não soube o que responder. No caso hipotético de contar pra ela sobre a Linda, como ela reagiria a essa notícia? Não tava preparado pra dividir essa informação com a minha mãe.
— Nada, mãe, só tô cansado — respondi.
— Bom, espero que descanse, porque amanhã temos planos especiais — ela disse, enquanto passava a mão na minha perna e mordia de leve o lábio inferior.
— Claro, mãe — respondi, e me deitei na cama pra dormir, o que não foi difícil, com o cansaço e toda aquela explosão de emoções.
Outro dia começou, e o que mais me desconcertou foi que minha mãe não estava do meu lado. Levantei e fui até o banheiro procurar por ela, mas não achei em lugar nenhum. Pra minha sorte, minha tia tava passando pela porta do quarto, então não hesitei em perguntar:
— Ei, tia, cê sabe onde tá minha mãe? — perguntei.
— Claro, saiu de manhã pra comprar umas coisas pra mais tarde — respondeu, enquanto piscava um olho pra mim.
— Pra mais tarde? — perguntei.
— Sim, ué, temos planos. Ah, e pode ser que mais alguém se junte a gente — disse, sorrindo, enquanto virava a cabeça na direção do quarto da minha prima.
Sorri, porque não podia estar mais satisfeito com a relação com as mulheres da minha família.
— Agora vem, vamos tomar café — minha tia disse. Descemos as escadas rumo à cozinha, onde minha prima já tava cozinhando. Comemos numa boa, ninguém parecia estar pensando na explosão de luxúria que ia rolar naquela noite.
Terminamos de comer, levantamos a mesa e ajudei elas a limpar a cozinha. Enquanto ela lavava a louça, passei a mão de leve na bunda dela.
— Ei, o que cê tá fazendo? — ela sussurrou.
— Ué, pensei que cê queria provar um pouco — falei, querendo provocar minha tia a se adiantar e provar um pouco de pica antes do tempo.
— Hahaha, não, Franco, vai ter que esperar até a tarde — ela disse.
— Tem certeza? — falei, e num movimento brusco, apertei uma das mãos dela. dos peitos dela
-Mmmh- um gemidinho escapou da boca dela
-Tá bem, mãe?- perguntou minha prima, eu na hora me afastei pra não sermos pegos
-Tô sim, tá tudo bem- respondeu minha tia tentando se recompor
Apesar das minhas carícias, dos meus toques sutis pelo corpo dela, ela simplesmente se recusava, isso ao invés de me entristecer me excitava, porque eu sabia que algo grande ia rolar, então sentei na sala pra ver TV, esperando matar tempo
Meus planos de só esperar não deram certo, porque uma mensagem acompanhada de uma foto da Linda fodeu minha tranquilidade
"A gente precisa de você
Como assim, 'Precisamos de você'? Ela e quem?... ah, claro, pai... isso vai ser ainda mais estranho", pensei.
"Passo aí em 10 minutos" — outra mensagem da Linda. Me aprontei pra sair. Minha tia, ao ver isso, me perguntou angustiada:
— Vai sair?
— Sim, não demoro, não se preocupem — respondi.
— Mais te vale — ela disse.
Ouvi o carro lá fora e saí. Qual não foi minha surpresa: ao abrir a porta do carro, não encontrei a Linda. Era meu pai quem estava dirigindo.
— Oi, filho. Anda, entra logo. A Linda tá nos esperando — a voz dele, o jeito de agir, me deixou desconfiado.
— Por que a Linda não veio me buscar dessa vez? — perguntei.
— Ela tá ocupada. Tão ocupada que fui eu quem mandou a mensagem — ele respondeu. — Às vezes pego o celular dela pra, sabe, ver com quem ela fala e tal, coisas de casal. Mas dessa vez usei pra uma coisa boa — não soube o que responder. Fiquei chocado com a obsessão do meu pai pela Linda, então não disse uma palavra.
Quando entrei na casa, a Linda estava de pé na frente do espelho de corpo inteiro, de costas pra porta. Descalça, vestindo um body preto com meias até o joelho, que não cobriam a bunda dela, deixando tudo à mostra.
Nossos olhares se cruzaram, os dois sabíamos o que ia rolar, os dois estávamos com medo quando, de repente, uma música começou com o som de um tambor militar, uma música instrumental ecoou pela casa toda. Meu pai ficou do meu lado, nós dois estávamos de pé na frente da Linda, que parecia uma ovelha prestes a ser abatida. Meu pai tirou do bolso da calça um controle rosa, apontou e apertou um botão. Não soube o que tinha ativado até eu virar o olhar pra Linda, que já estava no chão de joelhos, gemendo. A cara dela mostrava prazer, mas um prazer tão extremo que parecia tortura.
— Ela passou o dia inteiro com o vibrador dentro — meu pai me disse, orgulhoso. Linda apertou as pernas e os gemidos aumentaram.
— É melhor ter uma rola na boca dela pra abafar o som da gozada — ele falou. Na hora, peguei a ideia, me aproximei da Linda, que tentava abafar os gemidos. Ela se ajoelhou na minha frente. Do lado esquerdo dela, no sofá ao lado, meu pai tinha se sentado, pronto pra assistir ao show.
Por causa da sensibilidade, ela não hesitou em liberar os peitos do contato, os peitos vermelhos, com marcas de mordidas e até hematomas. Linda era o conceito de um brinquedo sexual, completamente submissa, ela abriu minhas pernas e baixou minha calça junto com a cueca. Minha rola estava mole. Como é que eu ia ficar excitado vendo a Linda tão judiada?
— O que foi, filho? — meu pai perguntou ao ver meu estado.
— É que tô cansado — respondi.
— Poxa, que merda. Bom, só relaxa, deixa a Linda fazer o trabalho dela — ele disse. Tirou o controle do bolso de novo e dessa vez apertou quatro vezes.
Parecia que ele estava eletrocutando a Linda, porque na hora ela começou a arquear o corpo, os gemidos viraram gritos e, freneticamente, ela começou a chupar meu pau.
— F…faz e…ele p…pa…rar — Linda falou com dificuldade.
Virei a cabeça pro meu pai e falei com força — Para com isso, parece que você tá machucando ela.
— Ainda tô vendo moleza, filho — ele disse, balançando a cabeça — Além disso, ela aguentou muito mais. Sabia que ela adora ter um dildo no cu? A gente podia testar mais tarde — ele acrescentou.
Fechei os olhos e fiz força pra ter uma ereção. Depois de alguns segundos, consegui.
— Assim que eu gosto, cooperando — ele apertou o controle de novo, e Linda suspirou aliviada. Ela sabia o que meu pai gostava, então tava disposta a me dar o melhor boquete pra acabar com aquele suplício.
Linda começou lambendo a parte de baixo das minhas bolas. Isso tensionou meu escroto e aumentou meus testículos. Ela adorava o som da própria respiração ofegante enquanto enfiava minhas bolas na boca e começava a chupá-las.
Depois de alguns minutos de estímulo no escroto, ela soltou meus testículos e começou a lamber meu pau, começando da base até a cabeça. Linda fez isso repetidas vezes, lambendo um lado e depois o outro. Meu pai, já com o pau pra fora, se masturbando enquanto nos observava, apertou o controle de novo — sinal de que ela deveria enfiar todo o meu membro na boca.
Linda sabia o que tinha que fazer. Lentamente, ela colocou meu pau na boca e na garganta, com o nariz encostado na minha pelve raspada e meu pau pulsando fundo na garganta dela. Ela olhou pra cima. Reconheceu aquele brilho de satisfação no meu rosto. Esqueci do meu pai. Era só eu e ela.
A música era maravilhosamente assustadora, melodias relaxantes tocadas com harpas e flautas. A estimulação do vibrador diminuiu e acalmou. Era impossível coordenar a música com o sexo oral, então ela deixou o vibrador fazer o trabalho dele enquanto se concentrava no meu pau.
Linda aplicou uma pressão suave com a língua contra meu pau enquanto movia a boca pra cima e pra baixo no eixo. Depois de um minuto inteiro de garganta profunda, ela mudou a técnica. Usando a ponta da língua, lambeu suavemente a parte de cima do meu pau em círculos lentos, enquanto a mão direita apertava a base do meu pau. Eu tava prestes a gozar.
Ela sempre gostou do gosto do meu leite. que engoliu tudo, depois limpou meu pau com a língua e sentou no calcanhar dela. Eu assenti satisfeito enquanto ela subia minha cueca e abotoava minha calça de novo.
— É só isso? — perguntou meu pai, irritado.
— É, já tô indo embora — respondi.
— Tão cedo? Da outra vez você ficou até mais tarde — ele disse.
— Hoje não, hoje tenho coisas pra fazer — falei.
— O que é mais importante do que satisfazer a Linda e a mim? — ele perguntou, mas não respondi. — Bom, sempre tem outros dias. Sobe no carro, te levo — completou ao ver que fiquei calado.
Enquanto saía de casa, olhei pra trás. Linda ainda de joelhos, machucada, exausta. Se meu pai já era cruel com ela, será que era pior deixá-la com ele? Pensei, mas não fiz nada.
A tensão no carro era palpável. Meu pai resmungava, claramente puto. Chegamos em casa e, antes de eu descer, ele falou: — Ei, filho, amanhã no mesmo horário.
— Claro — respondi. Desci, bati a porta e, depois que ele foi embora, entrei em casa, onde minha tia me esperava na porta com um sorrisão.
Ela estava de roupão, o que não deixava ver muita pele, mas dava pra ver os saltos agulha brancos e as meias brancas. Deduzi que aquilo era parte da surpresa que tinham preparado pra mim. Ela pegou na minha mão e me levou até o quarto. Os saltos faziam barulho pela casa inteira a cada passo, e o balanço da cintura dela só me deixava mais excitado.
Chegamos no quarto e, antes de entrar, ela me deu um abraço bem apertado no pescoço e um selinho. Tava linda.
Entrei no quarto e lá estava minha mãe. Usava lingerie branca com detalhes florais, uma coroa de flores e também saltos brancos.
Ao virar meu olhar para onde minha Tia estava, ela já estava tirando seu roupão, deixando à mostra sua lingerie branca, suas meias e um tipo de corset que fazia seus peitos se destacarem ainda mais.
As duas se deram as mãos e, em uníssono, falaram bem alto: "Vem, Carla". Teve uns segundos de silêncio até que eu ouvi a porta abrir e vi a Carla, um anjo feito mulher, igualzinha à minha mãe e à minha tia, usando lingerie branca.
— Temos que seguir em frente com isso? — perguntou minha prima, envergonhada, enquanto minha Tia e minha Mãe balançavam a cabeça concordando.
Minha Tia me pegou pela mão, assim como minha Mãe, e fiquei no meio das duas: à esquerda, minha Mãe; à direita, minha Tia.
— Estamos aqui reunidos para unir este casal, bom… estas pessoas que se amam — começou a dizer Carla.
— Carla também está incluída, mas tem vergonha de dizer — sussurrou minha Tia.
— Como esta não é uma cerimônia oficial, vamos direto ao que importa, Franco. — Ela me olhou. — Você aceita estas três mulheres como suas esposas, ser fiel a elas, amá-las, cuidá-las e respeitá-las, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, todos os dias da sua vida?
— Aceito — respondi.
— Agora, mulheres, aham, me incluindo, vocês aceitam Franco como seu marido, ser fiéis a ele, amá-lo, cuidá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, todos os dias das suas vidas? — perguntou Carla.
Primeiro respondeu minha Tia: “Aceito”. Depois minha Mãe: “Aceito”. E Carla, respondendo à própria pergunta: “Aceito”.
— Se alguém se opõe a esta união, que fale agora ou cale-se para sempre — disse Carla, e como ninguém respondeu, continuou — Já que ninguém se opõe, podemos prosseguir. O que o incesto uniu hoje, que o homem não separe. Franco, pode beijar as noivas — disse ela, e não demorou nem dois segundos para minha mãe me puxar pela camisa e me beijar apaixonadamente.
— Ei, deixa um pouco pra gente — reclamou minha Tia.
Minha mãe se afastou de mim. — Te amo — disse ela, enquanto eu ainda sentia o perfume natural da pele dela. Me virei, e minha Tia começou a me beijar. Quando me afastei dela, olhei para Carla, que estava profundamente envergonhada. Me aproximei, peguei ela pela cintura e a beijei.
— Bom, bom, vamos deixar isso pra depois. Vamos comer e brindar — disse minha Mãe. Descemos para a cozinha. Minhas três esposas agora pareciam muito felizes, como se tivessem esquecido que éramos família. Graças a que continuavam de lingerie, elas ficaram se provocando, as carícias sutis e os beijos não faltaram. Serviram a comida e encheram as taças de vinho. Foi uma noite inesquecível, nunca tinha estado tão feliz, e aquilo não ia parar por ali.
— Saúde! Por nós, pela família e pelo sexo! — Levantou a taça minha tia, e nós seguimos. Brindamos e bebemos, bebemos tanto que o sono já estava batendo em algumas. Carla, que quase não tinha bebido, pegou na minha mão e me levou até o sofá da sala.
— Ei, pra onde você tá levando ele? — disse minha mãe, e acabou nos seguindo junto com minha tia.
Carla sentou no sofá, e eu fiquei de pé na frente dela. Deixei minha roupa cair ali mesmo. Tirei a camisa, o shorts, as meias e os sapatos, depois baixei a cueca e puxei minha pica dura pra fora, balançando de um lado pro outro.
— Agora, tia e mãe, quero que vocês subam no sofá grande. Sentem e curtam o show.
As duas obedeceram, ouviram minha voz e, aparentemente sem nenhum nervosismo, sentaram e olharam curiosas pro que ia rolar.
Não falei absolutamente nada. Só aproximei a pica da boca da minha prima, que já estava aberta e pronta pra ser comida. Coloquei bem nos lábios e comecei a meter devagar. Fui comendo ela devagar pra garganta ir relaxando. Quando percebi que ela já tinha se acostumado, meti um pouco mais. Esperei um pouco assim, vendo a reação dela. Ela não fez nenhuma careta de nojo, então voltei a bombar. Quando vi que ela continuava tranquila, tirei ela inteira. Esperei um pouco e meti de novo até onde tinha ido antes. Empurrei pra entrar um pouco mais, mas não calculei direito e, de uma só vez, fui até o fundo. Achei que tinha sido brusco demais, fiquei parado com a pica toda enterrada na garganta dela. Carla me deu uns tapas na perna. Tirei rapidamente enquanto dizia:
— Desculpa, não queria fazer tão forte, não calculei bem a força.
— Relaxa, não me incomodou nada. mas tira ela de vez em quando pra ela poder respirar— tossiu enquanto falava.
Ela se ajoelhou de novo e eu comecei a meter meu pau, e sem esforço ele entrou até o fundo. Tirei e meti de novo, várias vezes. Comecei a foder aquela boquinha, tirava até a metade e enfiava de novo.
A Carla colocou as mãos na minha bunda e começou a marcar o ritmo da foda. Olhei pra minha Tia e pra minha Mãe, elas estavam começando a esquentar de verdade e finalmente minha Tia empurrou minha Mãe de costas, abriu as pernas dela e puxou os quadris dela pra perto pra mergulhar na buceta dela e começar a chupar, lambendo pra cima e pra baixo e deslizando até o cu dela, com uma língua rápida e depois voltando a trabalhar a parte de cima da vagina, abrindo os lábios com os dedos e tentando achar o clitóris. Quando ele apareceu, ela tava prestes a gozar e soltou um gemido alto, minha Tia cobriu o clitóris dela com os lábios pra chupar de leve. Mamãe puxa os mamilos dela suavemente e começa a gemer baixinho. Tá nessa orgia era incrível e eu sentia que ia gozar, falei pra Carla, ela em vez de deixar eu tirar, apertou as mãos na minha bunda pra fazer meu pau entrar ainda mais fundo na garganta dela.
Vendo aquela cena, não aguentei mais e comecei a gozar que nem um animal. Senti todo o meu leite indo direto pro estômago dela. Minha prima engolia que nem uma campeã.
Quando senti que não saía mais porra, tirei. Ela sentou no sofá, pegou meu pau e começou a chupar até deixar ele completamente limpo.
— Aaaaaaaah — minha mãe começou a gemir porque tava gozando, a casa se encheu de gemidos por uns segundos, mas depois da tempestade veio a calma, ou pelo menos era o que eu achava, porque a mão da minha Mãe começou a deslizar na parte de cima da minha tia, massageando os peitos dela, minha Tia ofegava, a buceta dela começava a molhar a calcinha de tanto fluido, ainda tava tão quente.
Minha ereção voltou, a Carla viu e me disse:
— Vai com elas, eu já tive. suficiente — ela se levantou e foi embora. Vendo aquilo, minha Mãe colocou minha Tia de quatro, me convidando pra comer ela. Fiquei atrás dela, apoiei meu pau na buceta dela e meus quadris se moveram pra meter enquanto eu via elas se beijando. A mão da minha mãe empurrou o espartilho branco pra baixo, deixando o peito da minha Tia à mostra. Os dedos beliscaram um mamilo. Eu gemi quando enfiei meu pau na buceta da minha Tia, meus dedos encontrando os mamilos duros dela.
Minha Tia gemeu, os quadris dela se mexendo e rebolando, acompanhando o ritmo lento do meu pau bombando pra dentro e pra fora da buceta dela enquanto minha mente se afogava num mar de prazer, minha Tia era tão apertada.
Meus olhos estavam fixos na minha mãe que beijava minha Tia, as duas se beijando mais forte enquanto se tocavam. Dava pra ouvir o barulho da buceta molhada dela espirrando fluidos quando minha Tia agarrou a bunda da minha mãe por cima da calcinha de renda.
Enfiei meu pau uma e outra vez na buceta apertada da minha Tia, saboreando o calor que saía dela. Minha virilha batia na bunda dela a cada estocada. Amava o som, amava como ela gemia quando eu tocava o fundo, amava o cheiro do suor, misturado com fluidos e saliva.
— Mais forte — ela gemeu — Me fode mais forte, tô taão excitada.
A buceta dela apertou tão forte no meu pau. Eu rosnei, saboreando o atrito quente. O calor aumentou nas minhas bolas, deixando elas cada vez mais perto de ferver e explodir dentro da buceta quente, apertada e molhada da minha Tia.
Meus olhos estavam fixos nos olhos da minha mãe e nas mãos da minha Tia trabalhando nos peitos da minha Mãe enquanto eu metia nela. Não estávamos fazendo amor como da primeira vez na minha cama. A gente tava transando. Nossas luxúrias estavam fervendo em cima da gente.
Minha Tia tremeu. A buceta dela deu um espasmo no meu pau. Ela soltou um gemido baixo e natural. Ela tava gozando. Segurei ela enquanto ela se contorcia e se debatia, a respiração dela batendo no rosto da minha Mãe, que não hesitou em beijá-la. apaixonadamente
—Goza dentro de mim, Franco —gemeu ela. —Joga essa porra toda no buraco da sua Tia—
Enfiei meu pau o mais fundo que pude na buceta dela, que já tava se contraindo. Senti a carne quente e sedosa massageando meu pau. Ela ferveu ao meu redor, me fazendo tremer e gemer. O quarto girou. Não conseguia acreditar que isso tava acontecendo. Minha mãe e a tia, duas milfões gostosas se beijando, duas irmãs sendo minhas.
—Porra! —rosnei quando meu leite jorrou do meu pau.
Minha tia gemeu, apertando a bunda contra minha virilha enquanto meu gozo inundava a buceta dela. Aquela buceta fértil e proibida. Podia estar engravidando minha sobrinha-irmã agora mesmo. Plantando um bebê na barriga dela. Eu era o homem da casa agora. Elas eram minhas, minhas esposas, minhas amantes.
Recuei e empurrei nela pela última vez, o prazer tomando conta do meu cérebro a cada jato de porra saindo do meu pau. Minha mão esquerda apertou o peito dela enquanto eu gemia entre os dentes, o tesão no máximo.
Me apoiei na minha tia, recuperando o fôlego, tonto de tanto prazer. Da emoção de foder minha tia e minha mãe. Minha tia tremeu nos meus braços. Respirei fundo, beijei o pescoço dela, sentindo as costas e a bunda dela pressionadas contra meu peito e virilha. As mãos dela se moveram, acariciando meus antebraços que seguravam o corpo dela.
—Franco —suspirou. —Ah, Franco, isso foi incrível. Amo isso. Te amo—
—Também te amo, amo vocês —gemi.
Ela se virou nos meus braços, meu pau mole saindo da buceta molhada dela. Os peitos redondos dela pressionaram meu peito enquanto ela passava os braços no meu pescoço.
A buceta dela escorria porra. A ideia da minha tia carregar meu filho fez meu pau pulsar mais forte e uma terceira ereção apareceu.
—Eu também quero, filho —disse minha mãe e se ajoelhou de quatro.
Eu tava prestes a penetrar ela quando a campainha tocou.
—Aaaaah, quem pode ser, já é muito tarde —disse minha mãe, irritada. —Vistam-se, vou ver quem é— pegou um roupão e saiu. Demorou pra caramba pra voltar e quando voltou, não voltou sozinha. Voltou com a Linda, os olhos cheios de lágrimas, a maquiagem toda borrada, usando um top e uma saia que mal cobriam a bunda e os peitos dela.
Ela me olhou e disse: “Seu pai é um lixo de ser humano.”Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições e/ou recomendações.
Nota: Este capítulo é o começo do fim, espero que vocês apoiem a reta final dessa série maravilhosa.
Não soube o que responder. No caso hipotético de contar pra ela sobre a Linda, como ela reagiria a essa notícia? Não tava preparado pra dividir essa informação com a minha mãe.
— Nada, mãe, só tô cansado — respondi.
— Bom, espero que descanse, porque amanhã temos planos especiais — ela disse, enquanto passava a mão na minha perna e mordia de leve o lábio inferior.
— Claro, mãe — respondi, e me deitei na cama pra dormir, o que não foi difícil, com o cansaço e toda aquela explosão de emoções.
Outro dia começou, e o que mais me desconcertou foi que minha mãe não estava do meu lado. Levantei e fui até o banheiro procurar por ela, mas não achei em lugar nenhum. Pra minha sorte, minha tia tava passando pela porta do quarto, então não hesitei em perguntar:
— Ei, tia, cê sabe onde tá minha mãe? — perguntei.
— Claro, saiu de manhã pra comprar umas coisas pra mais tarde — respondeu, enquanto piscava um olho pra mim.
— Pra mais tarde? — perguntei.
— Sim, ué, temos planos. Ah, e pode ser que mais alguém se junte a gente — disse, sorrindo, enquanto virava a cabeça na direção do quarto da minha prima.
Sorri, porque não podia estar mais satisfeito com a relação com as mulheres da minha família.
— Agora vem, vamos tomar café — minha tia disse. Descemos as escadas rumo à cozinha, onde minha prima já tava cozinhando. Comemos numa boa, ninguém parecia estar pensando na explosão de luxúria que ia rolar naquela noite.
Terminamos de comer, levantamos a mesa e ajudei elas a limpar a cozinha. Enquanto ela lavava a louça, passei a mão de leve na bunda dela.
— Ei, o que cê tá fazendo? — ela sussurrou.
— Ué, pensei que cê queria provar um pouco — falei, querendo provocar minha tia a se adiantar e provar um pouco de pica antes do tempo.
— Hahaha, não, Franco, vai ter que esperar até a tarde — ela disse.
— Tem certeza? — falei, e num movimento brusco, apertei uma das mãos dela. dos peitos dela
-Mmmh- um gemidinho escapou da boca dela
-Tá bem, mãe?- perguntou minha prima, eu na hora me afastei pra não sermos pegos
-Tô sim, tá tudo bem- respondeu minha tia tentando se recompor
Apesar das minhas carícias, dos meus toques sutis pelo corpo dela, ela simplesmente se recusava, isso ao invés de me entristecer me excitava, porque eu sabia que algo grande ia rolar, então sentei na sala pra ver TV, esperando matar tempo
Meus planos de só esperar não deram certo, porque uma mensagem acompanhada de uma foto da Linda fodeu minha tranquilidade
"A gente precisa de você
Como assim, 'Precisamos de você'? Ela e quem?... ah, claro, pai... isso vai ser ainda mais estranho", pensei. "Passo aí em 10 minutos" — outra mensagem da Linda. Me aprontei pra sair. Minha tia, ao ver isso, me perguntou angustiada:
— Vai sair?
— Sim, não demoro, não se preocupem — respondi.
— Mais te vale — ela disse.
Ouvi o carro lá fora e saí. Qual não foi minha surpresa: ao abrir a porta do carro, não encontrei a Linda. Era meu pai quem estava dirigindo.
— Oi, filho. Anda, entra logo. A Linda tá nos esperando — a voz dele, o jeito de agir, me deixou desconfiado.
— Por que a Linda não veio me buscar dessa vez? — perguntei.
— Ela tá ocupada. Tão ocupada que fui eu quem mandou a mensagem — ele respondeu. — Às vezes pego o celular dela pra, sabe, ver com quem ela fala e tal, coisas de casal. Mas dessa vez usei pra uma coisa boa — não soube o que responder. Fiquei chocado com a obsessão do meu pai pela Linda, então não disse uma palavra.
Quando entrei na casa, a Linda estava de pé na frente do espelho de corpo inteiro, de costas pra porta. Descalça, vestindo um body preto com meias até o joelho, que não cobriam a bunda dela, deixando tudo à mostra.
Nossos olhares se cruzaram, os dois sabíamos o que ia rolar, os dois estávamos com medo quando, de repente, uma música começou com o som de um tambor militar, uma música instrumental ecoou pela casa toda. Meu pai ficou do meu lado, nós dois estávamos de pé na frente da Linda, que parecia uma ovelha prestes a ser abatida. Meu pai tirou do bolso da calça um controle rosa, apontou e apertou um botão. Não soube o que tinha ativado até eu virar o olhar pra Linda, que já estava no chão de joelhos, gemendo. A cara dela mostrava prazer, mas um prazer tão extremo que parecia tortura.— Ela passou o dia inteiro com o vibrador dentro — meu pai me disse, orgulhoso. Linda apertou as pernas e os gemidos aumentaram.
— É melhor ter uma rola na boca dela pra abafar o som da gozada — ele falou. Na hora, peguei a ideia, me aproximei da Linda, que tentava abafar os gemidos. Ela se ajoelhou na minha frente. Do lado esquerdo dela, no sofá ao lado, meu pai tinha se sentado, pronto pra assistir ao show.
Por causa da sensibilidade, ela não hesitou em liberar os peitos do contato, os peitos vermelhos, com marcas de mordidas e até hematomas. Linda era o conceito de um brinquedo sexual, completamente submissa, ela abriu minhas pernas e baixou minha calça junto com a cueca. Minha rola estava mole. Como é que eu ia ficar excitado vendo a Linda tão judiada?
— O que foi, filho? — meu pai perguntou ao ver meu estado.
— É que tô cansado — respondi.
— Poxa, que merda. Bom, só relaxa, deixa a Linda fazer o trabalho dela — ele disse. Tirou o controle do bolso de novo e dessa vez apertou quatro vezes.
Parecia que ele estava eletrocutando a Linda, porque na hora ela começou a arquear o corpo, os gemidos viraram gritos e, freneticamente, ela começou a chupar meu pau.
— F…faz e…ele p…pa…rar — Linda falou com dificuldade.
Virei a cabeça pro meu pai e falei com força — Para com isso, parece que você tá machucando ela.
— Ainda tô vendo moleza, filho — ele disse, balançando a cabeça — Além disso, ela aguentou muito mais. Sabia que ela adora ter um dildo no cu? A gente podia testar mais tarde — ele acrescentou.
Fechei os olhos e fiz força pra ter uma ereção. Depois de alguns segundos, consegui.
— Assim que eu gosto, cooperando — ele apertou o controle de novo, e Linda suspirou aliviada. Ela sabia o que meu pai gostava, então tava disposta a me dar o melhor boquete pra acabar com aquele suplício.
Linda começou lambendo a parte de baixo das minhas bolas. Isso tensionou meu escroto e aumentou meus testículos. Ela adorava o som da própria respiração ofegante enquanto enfiava minhas bolas na boca e começava a chupá-las.
Depois de alguns minutos de estímulo no escroto, ela soltou meus testículos e começou a lamber meu pau, começando da base até a cabeça. Linda fez isso repetidas vezes, lambendo um lado e depois o outro. Meu pai, já com o pau pra fora, se masturbando enquanto nos observava, apertou o controle de novo — sinal de que ela deveria enfiar todo o meu membro na boca.
Linda sabia o que tinha que fazer. Lentamente, ela colocou meu pau na boca e na garganta, com o nariz encostado na minha pelve raspada e meu pau pulsando fundo na garganta dela. Ela olhou pra cima. Reconheceu aquele brilho de satisfação no meu rosto. Esqueci do meu pai. Era só eu e ela.
A música era maravilhosamente assustadora, melodias relaxantes tocadas com harpas e flautas. A estimulação do vibrador diminuiu e acalmou. Era impossível coordenar a música com o sexo oral, então ela deixou o vibrador fazer o trabalho dele enquanto se concentrava no meu pau.
Linda aplicou uma pressão suave com a língua contra meu pau enquanto movia a boca pra cima e pra baixo no eixo. Depois de um minuto inteiro de garganta profunda, ela mudou a técnica. Usando a ponta da língua, lambeu suavemente a parte de cima do meu pau em círculos lentos, enquanto a mão direita apertava a base do meu pau. Eu tava prestes a gozar.
Ela sempre gostou do gosto do meu leite. que engoliu tudo, depois limpou meu pau com a língua e sentou no calcanhar dela. Eu assenti satisfeito enquanto ela subia minha cueca e abotoava minha calça de novo.
— É só isso? — perguntou meu pai, irritado.
— É, já tô indo embora — respondi.
— Tão cedo? Da outra vez você ficou até mais tarde — ele disse.
— Hoje não, hoje tenho coisas pra fazer — falei.
— O que é mais importante do que satisfazer a Linda e a mim? — ele perguntou, mas não respondi. — Bom, sempre tem outros dias. Sobe no carro, te levo — completou ao ver que fiquei calado.
Enquanto saía de casa, olhei pra trás. Linda ainda de joelhos, machucada, exausta. Se meu pai já era cruel com ela, será que era pior deixá-la com ele? Pensei, mas não fiz nada.
A tensão no carro era palpável. Meu pai resmungava, claramente puto. Chegamos em casa e, antes de eu descer, ele falou: — Ei, filho, amanhã no mesmo horário.
— Claro — respondi. Desci, bati a porta e, depois que ele foi embora, entrei em casa, onde minha tia me esperava na porta com um sorrisão.
Ela estava de roupão, o que não deixava ver muita pele, mas dava pra ver os saltos agulha brancos e as meias brancas. Deduzi que aquilo era parte da surpresa que tinham preparado pra mim. Ela pegou na minha mão e me levou até o quarto. Os saltos faziam barulho pela casa inteira a cada passo, e o balanço da cintura dela só me deixava mais excitado.
Chegamos no quarto e, antes de entrar, ela me deu um abraço bem apertado no pescoço e um selinho. Tava linda.
Entrei no quarto e lá estava minha mãe. Usava lingerie branca com detalhes florais, uma coroa de flores e também saltos brancos.
Ao virar meu olhar para onde minha Tia estava, ela já estava tirando seu roupão, deixando à mostra sua lingerie branca, suas meias e um tipo de corset que fazia seus peitos se destacarem ainda mais.
As duas se deram as mãos e, em uníssono, falaram bem alto: "Vem, Carla". Teve uns segundos de silêncio até que eu ouvi a porta abrir e vi a Carla, um anjo feito mulher, igualzinha à minha mãe e à minha tia, usando lingerie branca.
— Temos que seguir em frente com isso? — perguntou minha prima, envergonhada, enquanto minha Tia e minha Mãe balançavam a cabeça concordando. Minha Tia me pegou pela mão, assim como minha Mãe, e fiquei no meio das duas: à esquerda, minha Mãe; à direita, minha Tia.
— Estamos aqui reunidos para unir este casal, bom… estas pessoas que se amam — começou a dizer Carla.
— Carla também está incluída, mas tem vergonha de dizer — sussurrou minha Tia.
— Como esta não é uma cerimônia oficial, vamos direto ao que importa, Franco. — Ela me olhou. — Você aceita estas três mulheres como suas esposas, ser fiel a elas, amá-las, cuidá-las e respeitá-las, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, todos os dias da sua vida?
— Aceito — respondi.
— Agora, mulheres, aham, me incluindo, vocês aceitam Franco como seu marido, ser fiéis a ele, amá-lo, cuidá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, todos os dias das suas vidas? — perguntou Carla.
Primeiro respondeu minha Tia: “Aceito”. Depois minha Mãe: “Aceito”. E Carla, respondendo à própria pergunta: “Aceito”.
— Se alguém se opõe a esta união, que fale agora ou cale-se para sempre — disse Carla, e como ninguém respondeu, continuou — Já que ninguém se opõe, podemos prosseguir. O que o incesto uniu hoje, que o homem não separe. Franco, pode beijar as noivas — disse ela, e não demorou nem dois segundos para minha mãe me puxar pela camisa e me beijar apaixonadamente.
— Ei, deixa um pouco pra gente — reclamou minha Tia.
Minha mãe se afastou de mim. — Te amo — disse ela, enquanto eu ainda sentia o perfume natural da pele dela. Me virei, e minha Tia começou a me beijar. Quando me afastei dela, olhei para Carla, que estava profundamente envergonhada. Me aproximei, peguei ela pela cintura e a beijei.
— Bom, bom, vamos deixar isso pra depois. Vamos comer e brindar — disse minha Mãe. Descemos para a cozinha. Minhas três esposas agora pareciam muito felizes, como se tivessem esquecido que éramos família. Graças a que continuavam de lingerie, elas ficaram se provocando, as carícias sutis e os beijos não faltaram. Serviram a comida e encheram as taças de vinho. Foi uma noite inesquecível, nunca tinha estado tão feliz, e aquilo não ia parar por ali.
— Saúde! Por nós, pela família e pelo sexo! — Levantou a taça minha tia, e nós seguimos. Brindamos e bebemos, bebemos tanto que o sono já estava batendo em algumas. Carla, que quase não tinha bebido, pegou na minha mão e me levou até o sofá da sala.
— Ei, pra onde você tá levando ele? — disse minha mãe, e acabou nos seguindo junto com minha tia.
Carla sentou no sofá, e eu fiquei de pé na frente dela. Deixei minha roupa cair ali mesmo. Tirei a camisa, o shorts, as meias e os sapatos, depois baixei a cueca e puxei minha pica dura pra fora, balançando de um lado pro outro.
— Agora, tia e mãe, quero que vocês subam no sofá grande. Sentem e curtam o show.
As duas obedeceram, ouviram minha voz e, aparentemente sem nenhum nervosismo, sentaram e olharam curiosas pro que ia rolar.
Não falei absolutamente nada. Só aproximei a pica da boca da minha prima, que já estava aberta e pronta pra ser comida. Coloquei bem nos lábios e comecei a meter devagar. Fui comendo ela devagar pra garganta ir relaxando. Quando percebi que ela já tinha se acostumado, meti um pouco mais. Esperei um pouco assim, vendo a reação dela. Ela não fez nenhuma careta de nojo, então voltei a bombar. Quando vi que ela continuava tranquila, tirei ela inteira. Esperei um pouco e meti de novo até onde tinha ido antes. Empurrei pra entrar um pouco mais, mas não calculei direito e, de uma só vez, fui até o fundo. Achei que tinha sido brusco demais, fiquei parado com a pica toda enterrada na garganta dela. Carla me deu uns tapas na perna. Tirei rapidamente enquanto dizia:
— Desculpa, não queria fazer tão forte, não calculei bem a força.
— Relaxa, não me incomodou nada. mas tira ela de vez em quando pra ela poder respirar— tossiu enquanto falava.
Ela se ajoelhou de novo e eu comecei a meter meu pau, e sem esforço ele entrou até o fundo. Tirei e meti de novo, várias vezes. Comecei a foder aquela boquinha, tirava até a metade e enfiava de novo.
A Carla colocou as mãos na minha bunda e começou a marcar o ritmo da foda. Olhei pra minha Tia e pra minha Mãe, elas estavam começando a esquentar de verdade e finalmente minha Tia empurrou minha Mãe de costas, abriu as pernas dela e puxou os quadris dela pra perto pra mergulhar na buceta dela e começar a chupar, lambendo pra cima e pra baixo e deslizando até o cu dela, com uma língua rápida e depois voltando a trabalhar a parte de cima da vagina, abrindo os lábios com os dedos e tentando achar o clitóris. Quando ele apareceu, ela tava prestes a gozar e soltou um gemido alto, minha Tia cobriu o clitóris dela com os lábios pra chupar de leve. Mamãe puxa os mamilos dela suavemente e começa a gemer baixinho. Tá nessa orgia era incrível e eu sentia que ia gozar, falei pra Carla, ela em vez de deixar eu tirar, apertou as mãos na minha bunda pra fazer meu pau entrar ainda mais fundo na garganta dela.
Vendo aquela cena, não aguentei mais e comecei a gozar que nem um animal. Senti todo o meu leite indo direto pro estômago dela. Minha prima engolia que nem uma campeã.
Quando senti que não saía mais porra, tirei. Ela sentou no sofá, pegou meu pau e começou a chupar até deixar ele completamente limpo.
— Aaaaaaaah — minha mãe começou a gemir porque tava gozando, a casa se encheu de gemidos por uns segundos, mas depois da tempestade veio a calma, ou pelo menos era o que eu achava, porque a mão da minha Mãe começou a deslizar na parte de cima da minha tia, massageando os peitos dela, minha Tia ofegava, a buceta dela começava a molhar a calcinha de tanto fluido, ainda tava tão quente.
Minha ereção voltou, a Carla viu e me disse:
— Vai com elas, eu já tive. suficiente — ela se levantou e foi embora. Vendo aquilo, minha Mãe colocou minha Tia de quatro, me convidando pra comer ela. Fiquei atrás dela, apoiei meu pau na buceta dela e meus quadris se moveram pra meter enquanto eu via elas se beijando. A mão da minha mãe empurrou o espartilho branco pra baixo, deixando o peito da minha Tia à mostra. Os dedos beliscaram um mamilo. Eu gemi quando enfiei meu pau na buceta da minha Tia, meus dedos encontrando os mamilos duros dela.
Minha Tia gemeu, os quadris dela se mexendo e rebolando, acompanhando o ritmo lento do meu pau bombando pra dentro e pra fora da buceta dela enquanto minha mente se afogava num mar de prazer, minha Tia era tão apertada.
Meus olhos estavam fixos na minha mãe que beijava minha Tia, as duas se beijando mais forte enquanto se tocavam. Dava pra ouvir o barulho da buceta molhada dela espirrando fluidos quando minha Tia agarrou a bunda da minha mãe por cima da calcinha de renda.
Enfiei meu pau uma e outra vez na buceta apertada da minha Tia, saboreando o calor que saía dela. Minha virilha batia na bunda dela a cada estocada. Amava o som, amava como ela gemia quando eu tocava o fundo, amava o cheiro do suor, misturado com fluidos e saliva.
— Mais forte — ela gemeu — Me fode mais forte, tô taão excitada.
A buceta dela apertou tão forte no meu pau. Eu rosnei, saboreando o atrito quente. O calor aumentou nas minhas bolas, deixando elas cada vez mais perto de ferver e explodir dentro da buceta quente, apertada e molhada da minha Tia.
Meus olhos estavam fixos nos olhos da minha mãe e nas mãos da minha Tia trabalhando nos peitos da minha Mãe enquanto eu metia nela. Não estávamos fazendo amor como da primeira vez na minha cama. A gente tava transando. Nossas luxúrias estavam fervendo em cima da gente.
Minha Tia tremeu. A buceta dela deu um espasmo no meu pau. Ela soltou um gemido baixo e natural. Ela tava gozando. Segurei ela enquanto ela se contorcia e se debatia, a respiração dela batendo no rosto da minha Mãe, que não hesitou em beijá-la. apaixonadamente
—Goza dentro de mim, Franco —gemeu ela. —Joga essa porra toda no buraco da sua Tia—
Enfiei meu pau o mais fundo que pude na buceta dela, que já tava se contraindo. Senti a carne quente e sedosa massageando meu pau. Ela ferveu ao meu redor, me fazendo tremer e gemer. O quarto girou. Não conseguia acreditar que isso tava acontecendo. Minha mãe e a tia, duas milfões gostosas se beijando, duas irmãs sendo minhas.
—Porra! —rosnei quando meu leite jorrou do meu pau.
Minha tia gemeu, apertando a bunda contra minha virilha enquanto meu gozo inundava a buceta dela. Aquela buceta fértil e proibida. Podia estar engravidando minha sobrinha-irmã agora mesmo. Plantando um bebê na barriga dela. Eu era o homem da casa agora. Elas eram minhas, minhas esposas, minhas amantes.
Recuei e empurrei nela pela última vez, o prazer tomando conta do meu cérebro a cada jato de porra saindo do meu pau. Minha mão esquerda apertou o peito dela enquanto eu gemia entre os dentes, o tesão no máximo.
Me apoiei na minha tia, recuperando o fôlego, tonto de tanto prazer. Da emoção de foder minha tia e minha mãe. Minha tia tremeu nos meus braços. Respirei fundo, beijei o pescoço dela, sentindo as costas e a bunda dela pressionadas contra meu peito e virilha. As mãos dela se moveram, acariciando meus antebraços que seguravam o corpo dela.
—Franco —suspirou. —Ah, Franco, isso foi incrível. Amo isso. Te amo—
—Também te amo, amo vocês —gemi.
Ela se virou nos meus braços, meu pau mole saindo da buceta molhada dela. Os peitos redondos dela pressionaram meu peito enquanto ela passava os braços no meu pescoço.
A buceta dela escorria porra. A ideia da minha tia carregar meu filho fez meu pau pulsar mais forte e uma terceira ereção apareceu.
—Eu também quero, filho —disse minha mãe e se ajoelhou de quatro.
Eu tava prestes a penetrar ela quando a campainha tocou.
—Aaaaah, quem pode ser, já é muito tarde —disse minha mãe, irritada. —Vistam-se, vou ver quem é— pegou um roupão e saiu. Demorou pra caramba pra voltar e quando voltou, não voltou sozinha. Voltou com a Linda, os olhos cheios de lágrimas, a maquiagem toda borrada, usando um top e uma saia que mal cobriam a bunda e os peitos dela.
Ela me olhou e disse: “Seu pai é um lixo de ser humano.”Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições e/ou recomendações.
Nota: Este capítulo é o começo do fim, espero que vocês apoiem a reta final dessa série maravilhosa.
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