Era um dia como qualquer outro, eu tava entediado em casa sem nada pra fazer, vendo TV, mais um dia daqueles que eu gosto de chamar de dia morto, até que ouço o telefone tocar. Levantei pra atender, era meu melhor amigo me chamando pra sair pra tomar uns drinks à noite e depois ver se a gente ia dançar em algum lugar, só pra se divertir, coisa típica de amigos. Cheguei na casa dele umas 19h, mais ou menos... Depois de umas 2 horas lá, quando a gente ia sair, começou a chover pra caralho, então tivemos que ficar. Como os pais do meu amigo trabalham pra burro, nunca tão em casa de noite, decidimos cozinhar alguma coisa. Depois de um tempo, a irmã dele chegou toda ensopada. Meu amigo Andres (é assim que ele se chama) me pediu pra pegar uma toalha pra irmã dele, Micaela. Ela é uma mina bem gostosa, com um olhar muito doce, um corpo bem esbelto, muito bem malhado e trabalhado, com uns 1,68m de altura e uma bunda linda, tenho que admitir. Conheço os dois há 5 anos, pra mim a irmã dele era tipo mais uma amiga. Dei a toalha pra ela, cumprimentei e perguntei como ela tava, aquela conversa educada básica que a gente tem. Ela respondeu que tava mal porque tinha terminado com o namorado, já que ele tinha traído ela. A única coisa que me veio na hora foi dar um abraço nela, não liguei que ela tava ensopada pela chuva, senti que ela tava destruída. O abraço que eu dei, ela retribuiu. Falei pra ela que tudo ia se resolver com o tempo, pra não se preocupar... Fui ajudar o Andres com a janta. Eu sou bom na cozinha, é algo que sempre curti. Fiz uma lasanha com 4 tipos diferentes de queijo e um molho, servi a comida nos pratos e jantamos numa boa, nós três: Micaela, Andres e eu. Eu e o Andres ficamos jogando PlayStation até umas 2 da manhã. Como na casa dele me tratam como parte da família, no quarto do Andres tem duas camas, uma dele e outra minha. A gente deitou pra Dormir. Não consegui pregar o olho porque fiquei com aquela sensação do abraço que a Micaela me deu, além disso, não gostava de vê-la triste, porque, como eu disse, ela era como uma amiga pra mim. 3:30, levanto pra pegar água na cozinha e alguma coisa pra beliscar, já que tava com um pouco de fome. Pra ir até a cozinha, tenho que passar perto do quarto da Micaela, a porta tava só encostada e eu ouvia ela chorando. Não me veio outra ideia melhor do que... é, entrar no quarto dela. Bato na porta e pergunto se posso entrar, ela responde que sim. Começamos a conversar, consolei ela um pouco até ela perceber que não valia a pena ficar chorando por alguém que a traiu. Depois disso, ela me olha fixamente e diz: "Lea" (ela me chama assim, de carinho), "você é a melhor pessoa que conheço, queria ter alguém do meu lado um dia", e me dá um beijo na bochecha com muita doçura (ao mesmo tempo, foi um pouco na comissura da boca, de leve). Respondi que ela ia encontrar o cara certo. É aqui que começa o interessante daquela noite: quando decido ir pegar o que tinha que pegar, ela segura minha mão e diz: "Não vai". Agarrou minha mão com força e me puxou pra ela, fazendo eu cair sem querer em cima dela na cama... A gente se olhou fixamente até que ela me beijou na boca. Eu, super surpreso, perguntei por que ela fez aquilo, e ela disse: "Lea, me faz esquecer aquele infeliz". Então continuou me beijando, e eu não entendia por quê, mas tava curtindo também. Meus instintos mais básicos afloraram. Fechamos a porta, ela me beijava intensamente, passava a mão no meu torso, curtindo muito. Tirei a camiseta que ela usava pra dormir e, pra minha sorte, ela não tava usando sutiã. Os peitos dela eram os mais delicados que eu já tinha visto... eram um pouco maiores que o normal e os mamilos tão duros que era uma tentação saboreá-los. Fui descendo pelo pescoço dela devagar até poder saborear aqueles peitos doces. Isso excitou ela pra caralho, ela enfiou a mão... Dentro da minha roupa íntima e tocava no meu pau, como se quisesse ver ele de uma vez por todas. Ela me tira de cima dela e diz: "Vamos ver o que você guarda aí". Ela tira o short que eu estava usando, e eu não estava totalmente ereto. Ela me deitou na cama dela e, lentamente, começou a me beijar, passando da minha boca para o meu pescoço, meu torso e descendo até o meu pau. Ela tirou minha cueca e começou a brincar, sem ainda tocar meu pau com a boca, até que o agarrou firmemente com a mão e começou a me masturbar, enquanto deslizava os lábios devagar, colocando ele na boca dela. Ela me fez sexo oral por uns 10 minutos, e tenho que dizer que foi o melhor boquete da minha vida. Ela não parava de chupar nem um momento; sentir a língua dela deslizando pelo tronco do meu pau era a melhor coisa. Eu me levantei e a deitei na cama. Era a minha vez. Devagar, puxei o short dela (super curto) e comecei a beijar as pernas dela perto da buceta. Dava para ver que a calcinha dela estava toda molhada. Comecei a acariciar a buceta dela com a língua por cima da calcinha. Parecia que ela estava adorando, porque se contorcia bastante, e aqueles gemidos pedindo para eu tirar a calcinha dela entregavam que ela estava gozando. Tirei a calcinha dela e, para minha surpresa, era uma buceta tão linda, sem nenhum pelo pubiano naquela buceta delicada e gostosa, com uma aparência bem branca, mas quando abri um pouco, aquele rosa bem forte fazia você desejar ela muito mais. Comecei a lamber o clitóris rosado e pequeno dela, que, misturado com ela estar bem molhada, foi um verdadeiro manjar. Deslizava minha língua pela buceta dela, e o prazer que ela sentia, acho que foi indescritível. Ela gemia pedindo mais. Quando comecei a beijar a boca dela de novo, minha vontade de penetrar ela era enorme, mas não tinha camisinha. Então, pensei que tudo tinha acabado ali. Ela me olha e diz para eu penetrar ela, que não me preocupasse porque ela tomava pílula anticoncepcional. Ela me agarra pelos braços e me puxa para cima dela. cama (a gente tava de pé e pelado depois que eu terminei de fazer sexo oral nela, levantei ela da cama só pra beijar com paixão) e me senti dominado, o que pra mim não era nada comum. Ela sentou em cima de mim, pegou meu pau com a mão e enfiou na buceta dela. Custou um pouco pra entrar porque era muito apertada, meu pau, por assim dizer, se sentia sufocado de tão apertada que era. Ela começou a subir e descer devagar, tava tão excitante. Daí começou a subir e descer mais rápido, o prazer dela não se comparava com nada, pedindo mais e mais, falando como gostava e sem parar de gemer nem um minuto. Levantei ela sem separar de mim e coloquei ela debaixo, seguindo o mesmo processo: devagar, comecei a meter forte. Aqueles gemidos me excitavam pra caralho, e enfiar meu pau na buceta dela enquanto tocava o clitóris dela com meu polegar ao mesmo tempo que penetrava fez ela gozar. A cama dela molhou um pouco. A gente levantou, e ela virou de costas falando "me dá". Antes disso, ela me fez sexo oral e deixou bastante cuspe no meu pau, aí quando ela virou, comecei a enfiar devagar meu pau no cu dela. Ela curtia pra caralho sexo anal, não parava de gemer. Quando eu tava quase gozando, não aguentei e meu pau jorrou muito leite dentro do cu dela. Isso pareceu excitá-la tanto que ela gozou de novo... Depois da "aventura", a gente tomou banho, sim, tomamos banho juntos. O que rolou dentro do banheiro é uma história que se conta sozinha. Ela foi dormir feliz, eu também. No outro dia, a gente se cumprimentou como qualquer outro dia, e perguntei se ela ia falar algo sobre o que rolou. Ela disse que não, porque eu ajudei ela a sair da depressão, além de ser uma pessoa muito boa pra estragar o relacionamento dela, que não merecia, e me agradeceu por "ajudar". Então, é isso, a gente é só amigo de novo, com uma história muito excitante entre nós agora.
1 comentários - A Irmã Gostosa do Meu Melhor Amigo