Conheço os amigos do meu ex há anos, mas um deles, de uns 35/36 anos, é o segundo mais velho do grupo. Ele já teve um relacionamento com uma magrinha. Mas minhas meninas chamam a atenção de qualquer homem quando eu saio do jeito que gosto, com esse decote permissivo. Várias vezes aqui em casa, quando ele era convidado do meu ex nas noites de pizza e cerveja, enquanto a gente "conversava", ele ficava olhando pra elas. Ou, como naquela vez excitante na casa dele, ele me apalpou de surpresa (ai, por favor... Uff) os peitos, e sussurrava no meu ouvido como meu decote era lindo e como minhas tetonas estavam gostosas. Foi uma noite excitante e não rolou nada (foi meu presentinho pro aniversário dele).
Eu me separei faz pouco tempo, e ele, que tá sozinho há vários meses, resolvi mandar mensagem pra ele com a intenção de dar continuidade naquele rolê que ficou pendente. Na nossa conversa, a gente lembrou daquela noite maravilhosa em que ele agarrou meus peitos na casa dele, e eu confessei que queria uns beijinhos ali e que precisava vê-lo. A gente combinou de se encontrar esses dias depois do trabalho dele.
Na quinta-feira saí do trabalho normal, cheguei em casa e tomei banho, coloquei um sutiã lindo que deixa elas bem redondinhas e uma blusinha/regata que deixou mais de um maluco.
Fui de busão até o trampo dela e, como sempre, na minha caminhada os peitos balançavam. Eu tava ansiosa, com vontade de fazer alguma coisa. Cheguei e, em 10 minutos, ele vinha na minha direção, me viu e acelerou o passo até mim. Me cumprimentou, e o rostinho dele não parava de sorrir enquanto a gente conversava:
O ônibus chegou, subimos e ele pagou minha passagem. Fomos lá pra trás porque na frente tinha gente em pé e alguns caras me olhavam quando eu passava. Ficamos um do lado do outro, olhando pra rua, e ele de olho no meu decote como se estivesse olhando pra frente. Depois de uns minutos, ele sussurrou no meu ouvido: "Que par de peitos que você tem, Debbi". O busão andava e parava em alguns pontos enquanto eu ficava do lado dele, sem ele disfarçar o olhar nos meus peitos. Esperei um pouco, olhei pra ele e, quando o ônibus parou no semáforo, puxei minha blusinha e ajustei o tecido por baixo do sutiã. A carinha de apaixonado dele mudou pra uma expressão concentrada e endemoniada, falando na minha cara: "Uff... Não pode, sua filha da puta", com uma vozinha suave. Isso me fez dar um sorrisinho de canto (ao nosso redor: todo mundo distraído ou vidrado no celular, ou de costas pra gente). Os olhos dele não piscavam quando eu olhava pra ele. Ele ficou vidrado, me segurou pela cintura quando o fundo do ônibus começou a encher de homens.
Tenho que admitir que nunca andei tão "peituda" em público como naquela quinta-feira, faria de novo: senti uma adrenalina indescritível e um calorão entre meus peitos (aiiii!), minhas mãos suavam, despertou meu lado "Muito puta" que só meu ex conhecia, mas dessa vez em público e com o Amigo dele num Ônibus, que foi lotando aos poucos.
Peguei ele no meio das pernas por cima do moletom dele com a minha mão direita, com a boca no ouvido, apoiada no ombro esquerdo dele, falei: — "E aí, Bebê... Cê gostou?" Ouvi a campainha, olhei pra porta, tinham duas minas paradas e os lugares delas esperando a gente atrás. Sentamos lá: eu na janela, do lado direito; ele sentado do meu lado esquerdo; os degraus da porta na minha frente; e o olhar dele, sem disfarçar, no meu decote. Me fiz de desligada por uns segundos enquanto a ansiedade subia. As minas desceram, e outro cara onde a gente tava parado ficou me olhando, também sem disfarçar o olhar em me ver. De repente, a cabeça dele tava na minha frente, os beijos dele rolavam entre as minhas tetas. "Aii, safado!" falei. Ninguém tava olhando, e aquele cara nem tava ligando pra gente. Daí a pouco peguei elas e esfreguei na carinha dele. A linguinha dele percorreu meu decote, deixando um pouco de baba, e depois ele se endireitou no lugar e a gente se olhou. Enquanto o pessoal descia, o fundo foi ficando vazio. O amigo do meu ex me deu uma linguada gostosa nos peitos quando eu tava concentrada olhando a janela, e uma cuspida que senti escorrer entre as minhas tetas, que pareciam recém-comidas. Mas a mão aberta dele entrou lá, ele me olhava e falava: "Que par lindo que você tem, filha da puta." Ninguém via a gente, ele tava de costas pra pouca gente que quase chegava no final do trajeto da linha.

Ayy papai, podemos descer aqui? Quero te dar uma coisa linda!", toquei a campainha, descemos no sinal e começamos a andar. O trânsito vinha de frente com alguns buzinados ou olhares de quem passava na minha frente. O amigo caminhava quase do meu lado. Depois de duas quadras para dentro, numa esquina entre muros e atrás de vários galpões, encostei ele numa cerca de arame. "Olha pra não passar ninguém", falei e me ajoelhei na terra enquanto olhava pra ele. Abaixei a calça dele, o pau dele saiu meio mole, enfiei na minha boca. Nessas 3 ou 4 chupadas, a gente se olhava, senti ele durinho e avancei devagar sem olhar pra ele. Me agarrei nas redes da cerca, continuei chupando e saboreando o pau duro dele. Alguns olhares a gente trocava, ele não falava nada. A rua tava deserta e dava pra ouvir o trânsito a várias quadras. Apoiei a bunda no chão, minhas engolidas profundas vinham com o "ahh" dele. Senti a mão dele no meu cabelo e me segurando pela nuca. Fiquei firme, me deixei levar pelos movimentos bruscos e imparáveis que ele me dava de engolir o pau dele pela minha boca, tocando o fundo até minha garganta. A baba que deixava em todo o tronco dele era jorros que saíam junto com aqueles barulhinhos de engolir. Olhei pra ele furiosa. "Que carinha de puta que você tem", ele dizia enquanto sentia a baba escorrendo pelo meu queixo. Até no meu decote sentia entrando ali. "Ayy que puta chupa-pau você é. Olha esses peitões manchadinhos. Que puta boa você é", ouvia ele dizer enquanto minhas engolidas no silêncio do lugar. Olhava pra todos os lados e ele mais comia minha boca. Empurrei ele sem tirar o pau da boca contra as grades e, agarrada ali, continuei com devoção imparável, entre chupadas suaves e profundas em todo o pau dele até engolidas de garganta profunda que o fizeram gemer:
Me separei do pau dele, olhei pra ele "uau!" toda babada e ereta tava a cabecinha dele, "cê gosta, putinha?" ele falava entre outros xingamentos. E toda a minha baba acumulada na boquinha eu deixei cair de propósito em mim enquanto olhava pra cima, o pau dele apontado enfiava entre minhas tetas apertadas "uhhh não seja malvado, papai" falei, sentia os empurrõezinhos, via ele bem fincado e desabotoei uns botãozinhos até tirar minhas tetas por completo, peguei elas por baixo e meti o pau dele entre minhas meninas, peguei suave e sozinha "foi assim que me imaginou? Assim que me queria ter, papai?" mal via a cabecinha dele no meio de tanta teta minha, ele deixou eu foder um bom tempão, passando de suave pra um pouco mais intensas minhas fodidas no peito, a gente se olhava, era uma delícia "ai que gostoso. Que pedaço bom que cê tem, papai. Cê gosta assim? Assim?" o olhar dele viajava, olhava pra todo lado, tapava a boca e entre gemidos que eu mal ouvia ele dizer "ai, filha da puta. Que par de tetas". Em cada punheta que eu dava nele, secava e eu cuspia, ajeitei bem até que não aguentei e meti de novo na boca, me segurei na grade, dei cada chupada funda que ele mesmo me levava agarrado no meu cabelo, deixava um tempão todo engolido, depois me deixava foder um pouco do meu jeito, foi muito bom "ai, Dani" sem querer falei, ele me xingou por mencionar o amigo dele (meu Ex). Me obrigou a continuar olhando pra ele e com as mãos dele me empurrava, eu segurava ele só com a boca toda, que vinha e voltava sem parar, me fazendo babar de novo, sentir escorrendo pelo queixo até minhas tetas. "Assim que a putinha te deixou? Agora cê é meu com essas tetas, mamãe" tirou da minha boca e escorregou nas minhas tetas, colocou de novo na boca "vamos ver como cê chupa, putinha?", chupei ele enquanto ele enfiava minhas tetas dentro do decote como podia, abotoei os botões e continuei saboreando enquanto olhava pra ele, sentia como minhas tetas tão babadas se mexiam. Ele não me deu descanso até eu ficar bem reta e segura. Dos meus peitos, senti na minha garganta e na minha língua os jatos de porra dele, mmm. Não tirei ele da boca, ele segurou minha nuca e eu me deixei levar por um tempinho com aquelas engolidas brutais dele, que faziam minha baba e porra escorrerem pelos lados. Olhar pra ele não foi motivo pra parar, porque ele ficava olhando pros meus peitos. O pau dele foi amolecendo até saírem mais jatos, mmm. Esses, sim, na minha boca, engoli sem avisar. Ele me obrigou a abrir a boca e mostrar a língua. "Uff, putinha. Esses também engole?" Ele apertou meus peitos com força e eu vi umas gotinhas da porra dele, passei nos meus dedinhos e levei à boca. "Que boquete que você me deu, peituda.
Longe de casa, naquela tarde linda que ainda não anoitecia, me separei dele. Fui me ajeitando os peitos e deixando eles um pouco mais empinados à mostra no meu decote. Já na avenida, com calor e sequinha, com um grude no meio, todos os homens — até em grupos — passavam do meu lado e viravam pra olhar. Não sei se era pra ver eles quicando ou aquele montão de baba e porra que eu tinha até chegar em casa.
Agora sim, muito obrigada pelos comentários e mensagens, foram deliciosos como gozadas aiii, por favor, que putinha que eu sou kkk. Espero que continuem me seguindo e lendo mais sobre mim, adoro contar tudo pra vocês e dessa vez amei demais fazer isso. Não foi minha primeira vez em público.
Eu me separei faz pouco tempo, e ele, que tá sozinho há vários meses, resolvi mandar mensagem pra ele com a intenção de dar continuidade naquele rolê que ficou pendente. Na nossa conversa, a gente lembrou daquela noite maravilhosa em que ele agarrou meus peitos na casa dele, e eu confessei que queria uns beijinhos ali e que precisava vê-lo. A gente combinou de se encontrar esses dias depois do trabalho dele.
Na quinta-feira saí do trabalho normal, cheguei em casa e tomei banho, coloquei um sutiã lindo que deixa elas bem redondinhas e uma blusinha/regata que deixou mais de um maluco.
Fui de busão até o trampo dela e, como sempre, na minha caminhada os peitos balançavam. Eu tava ansiosa, com vontade de fazer alguma coisa. Cheguei e, em 10 minutos, ele vinha na minha direção, me viu e acelerou o passo até mim. Me cumprimentou, e o rostinho dele não parava de sorrir enquanto a gente conversava:
O ônibus chegou, subimos e ele pagou minha passagem. Fomos lá pra trás porque na frente tinha gente em pé e alguns caras me olhavam quando eu passava. Ficamos um do lado do outro, olhando pra rua, e ele de olho no meu decote como se estivesse olhando pra frente. Depois de uns minutos, ele sussurrou no meu ouvido: "Que par de peitos que você tem, Debbi". O busão andava e parava em alguns pontos enquanto eu ficava do lado dele, sem ele disfarçar o olhar nos meus peitos. Esperei um pouco, olhei pra ele e, quando o ônibus parou no semáforo, puxei minha blusinha e ajustei o tecido por baixo do sutiã. A carinha de apaixonado dele mudou pra uma expressão concentrada e endemoniada, falando na minha cara: "Uff... Não pode, sua filha da puta", com uma vozinha suave. Isso me fez dar um sorrisinho de canto (ao nosso redor: todo mundo distraído ou vidrado no celular, ou de costas pra gente). Os olhos dele não piscavam quando eu olhava pra ele. Ele ficou vidrado, me segurou pela cintura quando o fundo do ônibus começou a encher de homens.
Tenho que admitir que nunca andei tão "peituda" em público como naquela quinta-feira, faria de novo: senti uma adrenalina indescritível e um calorão entre meus peitos (aiiii!), minhas mãos suavam, despertou meu lado "Muito puta" que só meu ex conhecia, mas dessa vez em público e com o Amigo dele num Ônibus, que foi lotando aos poucos.
Peguei ele no meio das pernas por cima do moletom dele com a minha mão direita, com a boca no ouvido, apoiada no ombro esquerdo dele, falei: — "E aí, Bebê... Cê gostou?" Ouvi a campainha, olhei pra porta, tinham duas minas paradas e os lugares delas esperando a gente atrás. Sentamos lá: eu na janela, do lado direito; ele sentado do meu lado esquerdo; os degraus da porta na minha frente; e o olhar dele, sem disfarçar, no meu decote. Me fiz de desligada por uns segundos enquanto a ansiedade subia. As minas desceram, e outro cara onde a gente tava parado ficou me olhando, também sem disfarçar o olhar em me ver. De repente, a cabeça dele tava na minha frente, os beijos dele rolavam entre as minhas tetas. "Aii, safado!" falei. Ninguém tava olhando, e aquele cara nem tava ligando pra gente. Daí a pouco peguei elas e esfreguei na carinha dele. A linguinha dele percorreu meu decote, deixando um pouco de baba, e depois ele se endireitou no lugar e a gente se olhou. Enquanto o pessoal descia, o fundo foi ficando vazio. O amigo do meu ex me deu uma linguada gostosa nos peitos quando eu tava concentrada olhando a janela, e uma cuspida que senti escorrer entre as minhas tetas, que pareciam recém-comidas. Mas a mão aberta dele entrou lá, ele me olhava e falava: "Que par lindo que você tem, filha da puta." Ninguém via a gente, ele tava de costas pra pouca gente que quase chegava no final do trajeto da linha.

Ayy papai, podemos descer aqui? Quero te dar uma coisa linda!", toquei a campainha, descemos no sinal e começamos a andar. O trânsito vinha de frente com alguns buzinados ou olhares de quem passava na minha frente. O amigo caminhava quase do meu lado. Depois de duas quadras para dentro, numa esquina entre muros e atrás de vários galpões, encostei ele numa cerca de arame. "Olha pra não passar ninguém", falei e me ajoelhei na terra enquanto olhava pra ele. Abaixei a calça dele, o pau dele saiu meio mole, enfiei na minha boca. Nessas 3 ou 4 chupadas, a gente se olhava, senti ele durinho e avancei devagar sem olhar pra ele. Me agarrei nas redes da cerca, continuei chupando e saboreando o pau duro dele. Alguns olhares a gente trocava, ele não falava nada. A rua tava deserta e dava pra ouvir o trânsito a várias quadras. Apoiei a bunda no chão, minhas engolidas profundas vinham com o "ahh" dele. Senti a mão dele no meu cabelo e me segurando pela nuca. Fiquei firme, me deixei levar pelos movimentos bruscos e imparáveis que ele me dava de engolir o pau dele pela minha boca, tocando o fundo até minha garganta. A baba que deixava em todo o tronco dele era jorros que saíam junto com aqueles barulhinhos de engolir. Olhei pra ele furiosa. "Que carinha de puta que você tem", ele dizia enquanto sentia a baba escorrendo pelo meu queixo. Até no meu decote sentia entrando ali. "Ayy que puta chupa-pau você é. Olha esses peitões manchadinhos. Que puta boa você é", ouvia ele dizer enquanto minhas engolidas no silêncio do lugar. Olhava pra todos os lados e ele mais comia minha boca. Empurrei ele sem tirar o pau da boca contra as grades e, agarrada ali, continuei com devoção imparável, entre chupadas suaves e profundas em todo o pau dele até engolidas de garganta profunda que o fizeram gemer:
Me separei do pau dele, olhei pra ele "uau!" toda babada e ereta tava a cabecinha dele, "cê gosta, putinha?" ele falava entre outros xingamentos. E toda a minha baba acumulada na boquinha eu deixei cair de propósito em mim enquanto olhava pra cima, o pau dele apontado enfiava entre minhas tetas apertadas "uhhh não seja malvado, papai" falei, sentia os empurrõezinhos, via ele bem fincado e desabotoei uns botãozinhos até tirar minhas tetas por completo, peguei elas por baixo e meti o pau dele entre minhas meninas, peguei suave e sozinha "foi assim que me imaginou? Assim que me queria ter, papai?" mal via a cabecinha dele no meio de tanta teta minha, ele deixou eu foder um bom tempão, passando de suave pra um pouco mais intensas minhas fodidas no peito, a gente se olhava, era uma delícia "ai que gostoso. Que pedaço bom que cê tem, papai. Cê gosta assim? Assim?" o olhar dele viajava, olhava pra todo lado, tapava a boca e entre gemidos que eu mal ouvia ele dizer "ai, filha da puta. Que par de tetas". Em cada punheta que eu dava nele, secava e eu cuspia, ajeitei bem até que não aguentei e meti de novo na boca, me segurei na grade, dei cada chupada funda que ele mesmo me levava agarrado no meu cabelo, deixava um tempão todo engolido, depois me deixava foder um pouco do meu jeito, foi muito bom "ai, Dani" sem querer falei, ele me xingou por mencionar o amigo dele (meu Ex). Me obrigou a continuar olhando pra ele e com as mãos dele me empurrava, eu segurava ele só com a boca toda, que vinha e voltava sem parar, me fazendo babar de novo, sentir escorrendo pelo queixo até minhas tetas. "Assim que a putinha te deixou? Agora cê é meu com essas tetas, mamãe" tirou da minha boca e escorregou nas minhas tetas, colocou de novo na boca "vamos ver como cê chupa, putinha?", chupei ele enquanto ele enfiava minhas tetas dentro do decote como podia, abotoei os botões e continuei saboreando enquanto olhava pra ele, sentia como minhas tetas tão babadas se mexiam. Ele não me deu descanso até eu ficar bem reta e segura. Dos meus peitos, senti na minha garganta e na minha língua os jatos de porra dele, mmm. Não tirei ele da boca, ele segurou minha nuca e eu me deixei levar por um tempinho com aquelas engolidas brutais dele, que faziam minha baba e porra escorrerem pelos lados. Olhar pra ele não foi motivo pra parar, porque ele ficava olhando pros meus peitos. O pau dele foi amolecendo até saírem mais jatos, mmm. Esses, sim, na minha boca, engoli sem avisar. Ele me obrigou a abrir a boca e mostrar a língua. "Uff, putinha. Esses também engole?" Ele apertou meus peitos com força e eu vi umas gotinhas da porra dele, passei nos meus dedinhos e levei à boca. "Que boquete que você me deu, peituda.
Longe de casa, naquela tarde linda que ainda não anoitecia, me separei dele. Fui me ajeitando os peitos e deixando eles um pouco mais empinados à mostra no meu decote. Já na avenida, com calor e sequinha, com um grude no meio, todos os homens — até em grupos — passavam do meu lado e viravam pra olhar. Não sei se era pra ver eles quicando ou aquele montão de baba e porra que eu tinha até chegar em casa.
Agora sim, muito obrigada pelos comentários e mensagens, foram deliciosos como gozadas aiii, por favor, que putinha que eu sou kkk. Espero que continuem me seguindo e lendo mais sobre mim, adoro contar tudo pra vocês e dessa vez amei demais fazer isso. Não foi minha primeira vez em público.
5 comentários - Salidita con el amigo de mi Ex