Continuação... Então eu sentei de frente pro meu pai, pude sentir o pauzão enorme dele roçando na minha buceta, a única coisa que impedia nossas peles de se tocarem era minha calcinha fio dental fininha e o pano da cueca dele, eu tava sentada naquela piroca deliciosa, comecei a me mexer pra esfregar minha buceta no pau dele e esquentar mais, enquanto a gente se beijava de língua apaixonadamente, brincávamos com nossas línguas e mordíamos nossos lábios. Depois meu pai começou a beijar meu pescoço e a falar no meu ouvido: — Que cheiro gostoso você tem princesa, tem muito bom gosto. — A respiração dele na minha pele me arrepiou. — Me excita muito papai. Você faz meus pezinhos ficarem durinhos. — Você é uma gostosa filha. A verdade é que você é mais bonita que sua mãe. — Isso me fez sentir muito lisonjeada, embora eu respeite muito minha mãe. Saber disso me causou muita excitação porque agora eu tava sendo curtida pelo meu pai biológico. A excitação que eu tava sentindo era tão forte que meus peitinhos rosados duros roçavam na renda do meu sutiã, então pedi pro meu pai desabotoar meu soutien. Ele fez uma cara bem safada e passou as mãos por trás das minhas costas e desabotoou o sutiã, enquanto eu abaixava as alças, na hora meu sutiã caiu deixando meus peitos completamente expostos pro meu pai. Eu senti um sentimento feminino forte, uma espécie de vergonha pela minha nudez. Meus biquinhos rosados estavam fortemente excitados, alongadinhos como montanhas, minha pele se arrepiou e minha buceta lubrificava muito. Me deu vontade de chorar, me senti muito amada e curtida pelo papai, então peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos pra ele apalpar, enquanto eu continuava sentada em cima dele. — Você gosta dos meus peitos papai? — Perguntei com minha voz doce de menininha. — Gosto muito linda, eles são bem gostosos. Você é uma mulher muito bonita. — Ele falava com luxúria enquanto acariciava e beliscava deliciosamente meus biquinhos rosados. Em seguida meu pai começou a lamber meus peitos, ele fazia de um jeito muito gostoso, me provocando um prazer delicioso, enquanto acariciava minhas nádegas e pernas, e aí eu soltei vários gemidos. —Aaahhhh! Que gostoso, papai! Mmm! Adoro! Aahh! Mmjjj! Ai que gostoso! Aaahhhh! —Ele chupava meus mamilos e dava uns chupões bem de leve, com cuidado pra não deixar marcas, porque a gente não queria provas. Passou a língua por meus peitos inteiros, de fora a fora até a ponta dos meus biquinhos rosados, era um expert, me deixou toda boba. O clima erótico que dava pra sentir naquela sala, e a safadeza que saía dos nossos corpos, pedia pra gente ir mais rápido, aí senti ele me pegar pelas nádegas e me carregar pra me deitar no sofá, agarrou minha calcinha fio dental com as mãos, minha barriga se contraía de tesão sabendo que meu pai ia me deixar pelada de vez, na hora ele puxou minha calcinha e tirou, deixando minha buceta depilada toda à mostra, meu pai virou pra me olhar com cara de safado. —Princesa, que buceta linda você tem. Tá toda molhada, pequena, e vejo que você tem um plug no cu. Isso quer dizer que você já transou com outro? Já não é mais virgem? —Ele perguntou com muita malícia. —Não, papai, não sou mais virgem. Você tá bravo? —Perguntei com medo. —Não, princesa, nada disso, só tô surpreso. Não imaginava que você já tinha transado com alguém, mas tá bem, amor, isso quer dizer que você já é mulher e vai aproveitar mais. —Sim, já transei com outro homem, essa é minha segunda vez. —Vejo que você é uma garota bem safada e provocante, mas um plug anal, isso eu não esperava, e se você deixar, eu queria fazer por ali, era algo que sempre quis fazer com sua mãe e ela não deixava, por essas diferenças as coisas não iam bem na cama, mas com você vejo que a gente pode se divertir muito, querida. —Sim, papai, quero te agradar com isso, é algo que eu gosto de fazer, mesmo que na primeira vez tenha doído muito. —Você me encanta, filha, de verdade, você me atrai. Muito, você é uma garota muito linda e carinhosa, vai ver que a gente vai curtir bastante. Toda nua, com a cara safada do meu pai entre minhas pernas, eu me acariciava os peitos e estimulava meus biquinhos rosados, enquanto meu pai lambia minha virilha bem devagar e se aproximando cada vez mais dos meus lábios maiores, o que me dava umas contrações na barriga, uma excitação tremenda que meu pai me causava, ele continuou até chegar nos meus lábios maiores, lambia eles bem suavemente e finalmente chegou nos meus lábios menores rosadinhos, lambendo eles deliciosamente e chupando eles, ele sugava eles muito gostoso, era um expert, molhou os dedos com saliva e esfregou meu clitóris enquanto enfiava a língua na minha buceta. —Aaahhhhh! Aaayyyyy! Siimmm! Aaahhaaa! Ayy que gostoso! Sim pai, assim, que bem você faz! —Me arrancou gemidos fortes. Eduardo (meu pai) sabia muito bem como me fazer gozar. —Que buceta deliciosa você tem princesa, você é uma delícia. —Eu estava extremamente excitada com o cunnilingus gostoso que meu pai me dava. —Pai, quero sentir seu pau na minha boca, deixa eu chupar ele. —Falei implorando. Eu me ajoelhei na frente dele, então meu pai se levantou e tirou a camiseta mostrando o corpo musculoso e definido, me deixava besta de olhar, sem demora peguei a cueca dele com as mãos e puxei ela toda pra baixo, dizer que fiz cara de menina é pouco, tenho certeza que parecia uma puta no cio, com minha cara de safada de novinha, não acreditava no que via, era o pau enorme do Eduardo, o pau com que ele tinha engravidado minha mãe, estava prestes a chupar o pau com que fui gerada. Isso me deu muito sentimento e carinho por aquele pau grosso e lindo, era evidente que meu pai tinha uma vida sexual muito ativa, já que tinha os pelos pubianos muito bem raspados como se fosse de três dias, parecia o pau de um ator pornô, tinha a cabeça completamente descoberta e uns saquinhos grandes muito bem depilados pendurados na base do pau dele. Me deu água na boca ao ver um pau daquele tamanho, parecia meu dildo com formato de pinto venudo que eu guardava na gaveta do meu quarto em Zapopan. Com meu papi de pau pra fora, lembrando de tudo que eu tinha praticado com meu dildo e visto em filmes pornô, peguei ele com minhas mãos e comecei a masturbar devagar, me sentindo muito excitada por ter um baita pau na mão. Depois fui lambendo da base até a ponta, parando pra estimular o freio dele com minha língua. Chupei os ovo dele e coloquei na minha boca enquanto levantava o pau dele com a mão, fiquei com os ovo dele dentro da boca estimulando com a língua, enquanto chupava e arrancava uns gemidos do meu pai. Aí chegou a hora de meter aquele pau na minha boca, fui fazendo bem devagar, mal cabia entre meus lábios carnudos com batom vermelho, lembrava daquela primeira vez com o pedreiro que me desvirginou, então tentei não usar os dentes, porque queria que meu papi aproveitasse muito. Então fui enfiando aquele pau todo na minha boca, deslizando pela língua até a garganta, tirei um pouco porque não conseguia respirar, então tomei fôlego e pedi pro meu pai me segurar pelo cabelo e empurrar minha boca contra o pau dele, quando ele fez isso, o pau entrou até minha garganta, engoli ele inteiro, meus lábios ficaram colados na base daquele pau enorme, ele me deixou assim por uns segundos e depois tirou, derramei lágrimas de engasgo e felicidade. Sorri pra ele e continuei chupando do jeito mais gostoso que pude, enfiando e tirando o pau dele da minha boca uma e outra vez, sem parar. Dava pra sentir o pau dele pulsando dentro da minha boca, tava bem duro por causa do viagra. — Espera princesa, você tem uma boca deliciosa, meu amor. — Tá gostando do meu jeito? — Perguntei com os olhos brilhando e toda meiga. — Já quase me faz gozar. Não imaginava que você fosse tão boa com essa idade, você é incrível, filha. — Fiquei muito emocionada ao saber que tava fazendo ele sentir tanto prazer. agradar meu papai. —Vamos esperar um pouco, filha, não quero gozar ainda. —Eu tirei o pau dele da minha boca, como se estivessem tirando um pirulito doce de mim. Então parei de chupá-lo, continuamos nos beijando e trocando carícias mútuas, era algo muito gostoso, pois fazíamos com muito carinho, dávamos beijinhos e lambíamos nossos pescoços. Aí meu pai me disse que o melhor era subir para o quarto para eu ficar mais confortável, então fomos para as escadas e enquanto subíamos, como eu ia na frente, ele me parou para lamber minhas pernas, minha bunda e minhas costas por alguns segundos, o que achei muito excitante, pois ele não conseguiu esperar até chegar no quarto, o que mostrava a puta vontade que ele tinha de me foder. Continuamos andando até chegar no quarto dele, eu subi na cama andando como uma gatinha e me deitei de barriga para cima, abrindo minhas pernas para receber meu progenitor. Ele transbordava de luxúria, se acomodou entre minhas pernas e chegou perto do meu ouvido para sussurrar: —Te amo muito, princesa, nunca imaginei que um dia a gente ia estar fazendo isso. Tô morrendo de vontade de te amar, você tá linda pra caralho, é uma modelo, filha. —Sério que você gosta tanto de mim? —Perguntei bem docemente. —Sim, gostosa, você tem uma pele muito macia e deliciosa, é um prazer te ter na minha cama. Ao ouvir esses elogios, minha vontade de ser penetrada pelo meu pai ficou ainda mais forte, minha buceta estava um rio e pedia aos gritos para ser fodida. —Te amo muito, papai, quero ser sua mulherzinha, por favor, me ama, quero me sentir sua, papai, me ama, me faz sentir querida. Então ele encaixou a ponta do pau enorme e cheio de veias na entrada da minha buceta e se posicionou de missionário, nós dois nos olhando nos olhos, pude sentir o pau dele abrindo caminho entre minhas paredes vaginais, bem devagar para não me machucar, o pau do Eduardo (meu pai) é o maior que já senti dentro de mim, senti uma leve ardência porque era muito grosso, mal A cabeça da glande dele já tinha entrado. —Tá bom assim, princesa? Cê tá gostando? —ele perguntou no meu ouvido. —Tô sim, papai, tô gostando, é uma delícia. —Ele continuou me penetrando bem devagar, enquanto me beijava e lambia meu pescoço. —Aaaahhh! Aaahhh! Mmm! Aaahhaaa! —eu soltei gemidos fortes. Ele empurrava mais fundo, eu sentia minha buceta se abrindo por dentro, aquela pica toda atravessando meu corpo, me fazendo sentir tão dele, era uma sensação de pertencer ao meu pai, foi tão gostoso sentir a ponta da pica dele batendo lá no fundo, sem me machucar, porque ele tava me amando de verdade. Aí ele começou a tirar a pica devagar, pra meter de novo um pouco mais rápido, agora a pica dele deslizava dentro de mim de um jeito delicioso, era puro prazer o que eu tava sentindo. Ele tirou de novo e começou um vai e vem constante, a fricção que a pica dele fazia nas minhas paredes da buceta era uma delícia, a pica com que fui gerada. —Aaahhh! Mmm! Aaahhh! Aaahhhaa! Aaahhh! —Tava me dando o maior prazer da minha vida. Eu não parava de gemer. A gente trocava olhares apaixonados e beijos de tesão, brincava com as línguas, ele me beijava na bochecha e falava no meu ouvido que me amava e como me desejava, me senti tão protegida e amada nos braços dele. Quando minha buceta já tava bem dilatada e eu senti que aguentava uma penetrada mais forte. —Ai que gostoso, papai! Aaahhaaa! Adoro como cê me fode, papai! Mmmm! Ai que gostoso! Não para! Aaahhh! Continua assim, papai! Me come, Eduardo, me faz tua! Mete forte, papai! Te amo! —eu implorava pra ele me dar mais pica. Meu pai ficou muito excitado ao me ouvir falar aquilo, o olhar dele dizia tanta coisa, ele tava fazendo amor com a filha dele, me desejava com toda força. Eu sentia meu cu bem dilatado porque ainda tava com o plug, isso me excitava muito. Meu pai começou a me penetrar mais forte, sem parar, minha buceta tava muito molhada e dava pra ouvir o impacto dos nossos corpos úmidos se chocando pele com pele. Ele tava me metendo muito forte, meu corpo se esfregava contra o colchão, me senti tão comida e amada pelo meu pai que deu vontade de chorar, um sentimento muito forte me invadia, mas eu tava me controlando. — Papai, me come mais forte! Preciso de você mais dentro! Quero sentir você mais fundo em mim! Preciso de você, me ama! Não para! Sinto que vou gozar! Me faz amor mais forte! Meu pai, louco pra me agradar, começou uma penetração frenética, me metendo brutalmente. Tirava o pau quase todo pra enfiar de novo de uma vez, com força, numa velocidade alucinante. Era uma máquina de foder, igual uma britadeira quebrando concreto, senti o corpo dele batendo com tudo na minha buceta. A ponta do pau dele tocava lá dentro, me dando uma dor gostosa e gerando um calor da fricção daquele pauzão deslizando pelas minhas paredes vaginais, de repente senti um calor forte lá dentro, minha barriga se contraía sem querer, minhas pernas ficaram dormentes e tremendo, a pele se arrepiou e meus pezinhos rosados ficaram durinhos e alongados como montanhas, e eu comecei a gemer bem alto. — Aaaaahhhhh! Aaaaahhhh! Aahhaaa! Ai que gostoso! Ai, papai, vou gozar! — Meu pai acelerou mais um pouco e também começou a ofegar junto comigo. — Aahh! Que gostosa você é, mamacita! Você é uma delícia, filha! Que corpo gostoso você tem! Meu pau inteiro cabe em você! — Ele falava enquanto acelerava a metida e me dava empurrões fortes, batendo lá dentro com a ponta do pau grosso dele. Eu senti um jato de fluidos vaginais saindo da minha buceta. Tava tendo um orgasmo forte acompanhado de um squirt gostoso que molhou nossos corpos, ao mesmo tempo que senti meu pai jorrando gozo quente dentro da minha barriga, foi um orgasmo simultâneo, algo delicioso demais, me senti tão plena e derretida com meu pai por cima de mim, gemendo de prazer e sussurrando no meu ouvido: — Aaah! Aaah! Que gostoso é gozar dentro de você, meu amor, aaah! Eu te amo, filha! Que delícia é transar com você, minha princesa, você aperta gostoso, linda! Você é uma deusa na cama, meu amor! Que gostoso você gozou, mamacita, me molhou todinha! — Eu estava em êxtase com o orgasmo delicioso que o pau do meu pai me causou. Ficamos abraçados na cama, enquanto meu papai me dava beijinhos na bochecha e acariciava meu corpo, isso me fazia sentir muito amada e segura, porque não me senti usada, mas sim amada pelo meu pai. Depois de uns 15 minutos, ele desceu pra abrir outra garrafa de vinho e subiu com ela e as taças que a gente tinha deixado na sala. Serviu vinho pra nós dois e bebemos juntos, ainda abraçados. Eu estava com a cabeça no ombro dele, acariciando o peito dele com minhas unhas postiças. — Então, princesa, me conta: como foi que você perdeu a virgindade? Quando foi que você começou a usar aquele plug no cu? — Ele perguntou de um jeito tarado. — Bom, foi uma coisa que aconteceu uns 7 meses atrás, quando eu voltava da casa de uma amiga à noite. Mmm! Como é que eu vou te contar? É que nunca contei isso pra ninguém, mmm! Melhor a gente mudar de assunto, papai. — Olha, princesa, além de ser seu pai, agora a gente tem algo muito especial, linda. Confia em mim e me conta o que aconteceu. — Ele insistiu, e a emoção tomou conta de mim, me fazendo começar a chorar. — É que tenho vergonha de te contar o que fiz, melhor não. — O que foi, linda? Me conta, confia em mim. O que você fez? — É que eu tinha muita curiosidade de saber como era transar, e naquela noite na casa da minha amiga, a gente comemorou o aniversário dela e bebeu tequila. Aí eu me senti muito solta e voltei andando pra casa. Depois começou a chover, eu me molhei toda e, por causa do álcool, me senti muito excitada. Aí, quando passei perto de uma obra, um pedreiro que estava do lado de fora... Recarregado, ele me disse umas coisas que me excitaram pra caralho e aí eu me aproximei pra conversar com ele, pra seduzir ele e ver se ele queria transar comigo. Então ele falou pra gente entrar na construção e… — E o que aconteceu, filha? Me conta? — Ele insistiu com um tom mais sério — E? Me fala, princesa. O que aconteceu? — Bem, a gente transou! Ele me desvirginou! — Falei com meu choro engasgado. Meu pai ficou muito puto, tava furioso com aquele pedreiro, me perguntava onde eu podia encontrar ele, se ainda tava trabalhando naquela construção, e se não, podia ir investigar com os donos do imóvel e achar ele pra bater. Eu me perguntava se ele tava furioso porque não foi ele quem me desvirginou, parecia que tava com ciúmes. — Não, pai, não vai fazer isso. Já terminaram a construção e agora mora uma família naquela casa. Não quero que saibam que eu entrei lá pra fazerem aquilo comigo. Que vergonha! Além disso, foi algo que eu quis que acontecesse e eu já tinha 18 anos, tinha acabado de fazer. — Então você gostou? — Ele me perguntou muito safado e inevitavelmente parecia com ciúmes. — Bom, verdade sim, doeu muito, especialmente quando ele fez por trás, mas sim, senti muito gostoso e adorei perder minha virgindade. Só que me dá muita vergonha te contar. Na verdade, minha mãe não sabe nada disso, não vai contar pra ela, por favor. — Também fez por trás?! Não, preciosa, como assim. O que você acabou de me contar não vou contar pra ninguém. Vai ficar entre nós. — Ele me deu um beijo na bochecha que me fez sentir muito reconfortada e amada. — Ei, gostosa, e eu? Vai deixar eu fazer anal em você também? — Me perguntou o safado e sem-vergonha do meu pai, dava pra ver que tava excitado em saber como eu perdi minha virgindade. — Sim, pai, mas eu vou te falar como, porque a sua é maior que a daquele pedreiro e você pode me machucar, então eu vou te guiando. — Olhei pra ele muito tesuda e nervosa, sabendo que logo meu pai ia enfiar aquela pica enorme no meu cu. — Aquele pedreiro me comeu e maltratou muito, pai, mas você é o Primeiro homem que me faz amor, você me trata com muito carinho e isso me faz sentir amada. Obrigada por ser o primeiro homem que me fez sentir uma mulher de verdade. — Meu papai me beijou e abraçou com muito carinho. Depois de contar ao meu pai tudo o que sofri na minha primeira vez, o que já compartilhei com meus leitores no meu relato "Fui desvirgada brutalmente por um pedreiro". Comentei também que, apesar de ter sido uma experiência forte e dolorosa, isso despertou em mim o desejo de explorar mais a fundo minha sexualidade, entender mais sobre relações sexuais e formas de penetração. Também disse que gostava de comprar brinquedos na sex shop para me satisfazer sozinha, e por isso estava usando o plug anal, já que me ajudava a dilatar e era muito excitante sair na rua com o plug colocado. Enquanto eu contava ao meu pai sobre minha mente aberta em relação ao sexo, pude ver como o pau dele começava a ficar duro de novo, então coloquei minha cabeça no ombro dele e pus minha perna direita sobre ele, esfregando o pau dele. Era uma sensação muito gostosa estar deitada sobre meu pai, completamente nus, sentindo o cheiro de sexo que nos envolvia. Quando o pau dele já estava completamente duro, me virei e me acomodei sobre ele de um jeito que ficamos na maravilhosa posição do 69. Eduardo (meu papai) começou a me dar um delicioso cunnilingus, estava devorando minha buceta com lambidas, me lambia e dava pequenas mordidinhas, esfregava com os dedos e chupava meus lábios vaginais rosados e o clitóris. A experiência do meu pai me fazia sentir uma menininha inexperiente que fazia de tudo para agradar o progenitor. Tentei dar o melhor boquete da minha vida e me deixei guiar pelo que ele fazia comigo. Cada vez que ele me lambia, eu fazia o mesmo; cada vez que ele me chupava ou dava mordidinhas, eu fazia o mesmo na glande dele, e ele me entendia. Havia uma química tremenda entre nós. Quando um queria algo, o outro sabia. Logo começamos a nos sensibilizar. Eu lambia os testículos raspados do meu pai e os chupava, arrancando gemidos dele que pra mim eram como prêmios, e meu maior troféu seria fazer ele gozar com minha boca. Continuei mamando a glande dele e, ao passar minha língua pelo frênulo, sentia como a pica do meu pai pulsava dentro da minha boca. Cada vez que ela endurecia, era um sinal de que eu tava fazendo certo. Acelerei, metendo e tirando a pica dele que deslizava entre meus lábios vermelhos, enquanto minha língua acariciava a glande. Ouvi ele gemer de prazer e a pica dele alargou dentro da minha boca; ipso facto, senti um jorro forte de porra que encheu minha boca. Me senti tão feliz, ouvindo os gemidos do meu pai, tinha vencido a batalha, fiz ele gozar antes de mim e me senti muito cachorra por isso. A plenitude e excitação de ter o sêmen dele na boca me transbordavam de luxúria, tava saboreando a porra com que fui gerada, me sentia grata por aquele homem ter me dado a alegria de existir e me fazer dele. Ele ofegava enquanto eu continuava mamando a glande dele, chupava e engolia a pica dele até o fundo da minha garganta, agora sem a ajuda dele, tinha aprendido a mamar pica, já me sentia uma expert. Adorava derramar lágrimas salgadas de engasgo, gostava que o rímel escorresse pelo meu rosto. Eu continuava na posição de 69 em cima dele, então me virei pra mostrar minha língua de putinha, lambi meus lábios. — Tava uma delícia, papai, muito doce. — Ele ficou deitado, tremendamente excitado, a pica dele se mexia a cada batida, consequência da gozada tão forte. — Vem, princesa, isso você vai gostar. Senta na minha cara. — Então eu obedeci e encaixei minha buceta na boca dele. Senti a língua do meu pai entrar na minha buceta, me lambendo por dentro de um jeito delicioso, enquanto ele com as mãos me guiava pra trás e pra frente e depois em círculos. Entendi que devia me mexer pra esfregar minha buceta na cara dele. boca, um cunnilingus do caralho que meu pai me deu, me fazendo soltar gemidos fortes. — Aaaahhhh! Que gostoso, papai! Mmm! Isso, tô sentindo muito gostoso, assim, bebe! Aaahhaaa! De repente, senti que tava tendo um orgasmo forte de novo, meus biquinhos rosados endureceram e alongaram, a pele arrepiou num instante, ipso facto, um jato de fluidos vaginais embriagou a boca do meu pai, ele tava lambendo minha buceta com frenesi, bebendo meus licores vaginais e arrancando gemidos enquanto eu chorava de prazer que meu pai tava me causando, era uma sensação tão forte que quis sair daquela posição. — Deita de costas, gostosa. — Eu obedeci chorando de prazer. Ele babou três dedos e enfiou na minha buceta, me fazendo gemer forte. — Aaaahhhh! Aaaahhh! Mmmm! Aaaahhhh! Ele começou a me dedar forte e sem parar com a mão esquerda, enquanto com a direita esfregava os dedos bem rápido nos lábios da buceta e no clitóris. Eu comecei a espirrar jatos dos meus licores vaginais, explodindo num orgasmo delicioso acompanhado de um squirt do caralho. — Aaahhhhh! Aaayyyyy! Siim! Aaahhaaa! Ai, que gostoso! Meu pai se aproximava da minha buceta que tava um rio quente e doce, bebia dela pra matar a sede da luxúria dele. Ele insistia, me atormentando de prazer, eu desabei de novo em choro, os olhos reviravam pra cima e meu corpo ficava dormente, sofria contrações fortes na barriga, que me faziam me contorcer entre os lençóis até ele parar e se jogar nos meus peitos pra lamber e se deliciar com o cheiro de baunilha da minha pele. Eu não parava de chorar, consequência daquele sentimento feminino lindo de estar sendo amada pelo meu pai biológico. Envolvida no cheiro de sexo que saía dos nossos corpos e levada pelo clima erótico daquela relação incestuosa, que alimentava minha luxúria, me ajeitei de quatro na cama molhada, que agora era cúmplice do nosso amor filial proibido. Pedi pro meu pai tirar o plug anal que eu ainda tava usando. Ele segurou o plug e puxou pelo enfeite de coração, eu senti um ardor muito gostoso e como meu cu se abria pra deixar sair completamente o plug grosso que tava dentro de mim, derramando um pouco de lubrificante com gosto e cheiro de morango. —Minha princesa linda, você tá com o cu bem dilatado. Cê gosta muito de sexo anal? —Amo, pai, em casa eu me penetro com um dildo bem grande, com formato de pau venoso, quero que você me meta no meu cu. Cê topa, pai? —Ele olhou fixo pra minha bunda, de um jeito bem tarado. —Claro que topo, linda, sua mãe nunca deixou eu fazer por ali. Na verdade, poucas mulheres me deixaram comer elas no cu. A real é que você é a mulher mais safada que já peguei e adoraria te foder por trás. —Sim, pai, e com você eu fico mais puta ainda, é tão gostoso sentir você me comendo. Quero que você me curta por ali, pai. Acho que a safadeza eu puxei de você. —Com certeza, princesa! Meu pai tarado adorava me esquentar com as delícias das preliminares orais, então, eu na posição de putinha, ele lambeu minhas pernas. —Cê tem umas pernas lindas, filha, uma pele tão macia e cheirosa que dá vontade de morder você. —Pode morder, pai, me morde, me curte. Ele deu umas mordidinhas suaves, senti ele me lambendo alternando com mordidas leves subindo pelas minhas pernas até chegar nas minhas nádegas, que levaram umas mordidas deliciosas do meu pai, me senti devorada por ele, quando de repente senti a língua dele lambendo em volta do meu cu. —Aahhh! Mmjjj! Que gostoso, pai! Aahh! Aayy! —O prazer foi tão grande que eu soltei gemidos. Ele enfiou a língua no meu cu dilatado, foi uma sensação maravilhosa, me senti tão amada por ele, literalmente tava me dando um beijo de língua no cu, é uma das coisas mais gostosas que já experimentei, eu tava tão limpa e segura da minha região anal que sem nenhum receio esfreguei minha bunda na cara dele, ele enfiava o rosto entre minhas nádegas e a língua dele entrava deliciosamente dentro do meu cu. —Aaaahhhh! Ai, papai, que gostoso! Aaahhh! Isso, meu amor! Mmjjj! Lambe minha bunda, papai! Aaahhh! Adoro! Ele continuou por alguns segundos e depois me deu umas palmadas leves que arderam um pouquinho, mas provocavam um prazer de ser dominada pelo meu progenitor, sabia que aquilo alimentava a morbidez dele. Em honra à luxúria que nos embriagava, pedi ao meu pai que me trouxesse a taça de vinho para terminar de beber, e logo meu papai pediu que eu me ajeitasse de quatro, quase na beirada da cama. Para dar uma visão mais excitante, me coloquei empinando completamente, esticando os braços na cama e deixando meus peitos colados nos lençóis, minhas costas ficaram arqueadas para baixo e minha bunda bem levantada. Eu estava me entregando gostosamente ao meu pai, como se fosse uma daquelas atrizes pornô que vi nas revistas que ele guardava na gaveta. Meu cu lubrificado e quente estava desejoso de ser penetrado pelo pauzão do meu pai. Ele saiu da cama e, ficando de pé, se aproximou de mim, parando bem atrás da minha bunda ardente. Senti ele colocar a ponta do pau enorme e suculento na entrada do meu cu, eu estava tremendo de medo, porque da vez que aquele pedreiro me desvirgou, ele me machucou muito. Meu pai, consciente disso, de forma protetora e paterna, disse: —Calma, filha, eu não vou te machucar. Eu te amo muito e o que mais quero é que a gente curta isso juntos. Então vou te penetrar com cuidado, amor. Se em algum momento quiser que eu pare, é só falar, princesa. Ouvir ele dizer isso me fez sentir tão amada e protegida, me emocionei e meus olhos se encheram de lágrimas. Eu estava com um homem de verdade, que queria me fazer gozar, e o mais lindo de tudo é que era meu pai. Eu estava muito excitada e sensualmente empinada na beirada da cama. O lubrificante que tinha passado no cu exalava um cheiro delicioso de morango, minha pele deliciosamente macia. Com cheiro de baunilha do creme e da loção que meu pai me deu. Eu podia me ver no espelho grande do quarto do meu pai, estava linda, era uma princesa com a bunda empinada em formato de coração, meus peitos colados na cama e meus brincos me deixando divina, meu cabelo longo descansando sobre os lençóis. Eu estava pronta pra ser penetrada analmente, o espelho me permitia ver a pica do meu pai estourando de grossa, ajudada pelo viagra que eu, safada, tinha feito ele tomar, dissolvido no suco de laranja. Uma pica suculenta que se mexia com as batidas da sua forte vitalidade, com as veias marcadas pela luxúria que a alargava. Meu pai se aproximou da minha bunda, colocou a cabeça quente da pica dele na entrada do meu cu, eu senti borboletas no estômago, meu progenitor me segurou pelos quadris e foi me puxando contra ele bem devagar, enquanto empurrava a pica dele abrindo meu cu bem suavemente, eu senti meu cu se esticando pra deixar a cabeça do meu pai entrar, foi um ardor delicioso que senti, acompanhado de uma pontada ao redor do meu esfíncter anal. — Tá doendo, papai, para um pouquinho! Aaai! Aaahhh! É que é muito grossa e sinto meu cu muito esticado! Aaahhh! Meu pai continuou empurrando a pica dele, mas mais devagar, abrindo caminho dentro de mim. Era uma sensação quente e gostosa, que aquela pica enorme me causava, me rasgando tão suave e deliciosamente que, em vez de doer, me fazia desejar que fosse mais fundo. Meu progenitor estava me dando um carinho profundo com a pica venosa dele, continuou me penetrando bem devagar enquanto eu sentia a pica enorme dele deslizando dentro de mim. Até que senti que chegou no fundo, foi como se a ponta da pica dele me desse um beijinho muito terno ao bater lá dentro, pedi pra ele deixar ela dentro por alguns segundos, depois ele a puxou suavemente de novo até tirar completamente, pra depois repetir o processo comigo mais dilatada. Meu pai penetrou meu cu de novo e quando senti a cabeça dele Dentro de mim, não consegui me segurar e eu mesma joguei minha bunda contra ele, enfiando o pau dele até o fundo. Senti quando ele bateu lá dentro, me impactando e arrancando um gemido forte de puro prazer. —Aaaaaaaaahhhhhhhhh! —Isso me deixou completamente sem fôlego, me ruborizando e arrancando lágrimas de dor prazerosa. Me senti tão envergonhada naquele momento, meu pai devia pensar que eu era uma verdadeira cadela no cio, que não conseguiu resistir ao pau do pai e enfiou ele sozinha. Não podia culpá-lo por pensar isso, porque era verdade, eu tinha o pau do meu pai completamente dentro do meu cu, não deixei nada pra fora, sentia o púbis e as bolas dele colados na minha bunda. —Como você se sente, princesa? Doeu? —Ele me perguntou, admirado com o que eu fiz. —Um pouco, papai, senti muito gostoso, é que você tem ele muito grande, maior que o pedreiro que me desvirginou. —Você enfiou meu pau inteiro, princesa! Seu cu abriu muito! Tá muito quente por dentro! —Eu gosto muito de você e não consegui me segurar. Te quero, papai. —Declarei com minha voz de putinha. —Você também me atrai muito, princesa, tem uma bunda bem gostosa. —Quis sentir você me metendo forte, porque já tô mais dilatada e assim não dói tanto. —Insinuando que ele podia começar a me comer à vontade. —Então quer que eu meta forte? —Perguntou o tarado. —Sim, papai, me come com força. —Falei, toda excitada. Então ele me segurou pelas cadeiras de novo e começou a me penetrar com mais confiança, mais rápido e mais fundo. —Aaahhh! Aahhaa! Que gostoso, papai! Ai, sim, assim! Mais forte, papai! —Ele batia com força na minha bunda, enfiando o pau até o fundo. —Aaaahhhh! Aaahhh! Aaaahhhh! Que gostoso, papai! Ai, que gostoso, papai! Sou sua! Me come muito! —Eu não parava de gemer, sentia muito gostoso, aquele pau entrando e saindo do meu cu. Não acreditava que tava falando essas coisas pro meu pai, mas minha moral e pudor eram como um castelo de princesa feito com areia do mar, que tinha sido destruído por um furacão desde que fui desvirgada. Agora só tinha um desejo insaciável em mim de me sentir penetrada e submissa. —Me come bem gostoso, papai, me dá mais forte, me castiga! Quero sentir dor! Enfia teu pau bem duro! Faz comigo como se eu fosse uma puta! Como se eu não fosse tua filha! —Gritei, possuída por uma luxúria forte, enquanto olhava pra ele no espelho. Meu pai tava com o pau bem duro e inchado por causa do viagra. Nós dois estávamos bêbados de vinho tinto. Os braços fortes e marcados do meu pai tinham as veias saltadas, igualzinho o pau dele. Eu sentia o impacto forte do corpo de touro dele me empurrando, quando de repente ele tirou o pau completamente. Pensei que ele tinha se arrependido de comer a filha pelo cu, não podia culpá-lo; era compreensível. Meu pai tava extremamente excitado, eu era uma gostosa safada de quatro na cama, morrendo de vontade de ser penetrada brutalmente pelo meu progenitor. O que eu pensei sobre o arrependimento dele por ter me penetrado no cu, tava muito longe do que ele ia fazer comigo de verdade. Ele só tinha dado uma pausa de alguns segundos, deu um gole na garrafa de vinho, se aproximou de novo do meu cu, colocou a ponta do pau na entrada do meu ânus, enfiando só a cabeça pra me alinhar, e me segurou pelos quadris com as duas mãos calejadas. —Tá pronta, minha princesa linda? —Ele perguntou, me avisando. —Pra quê, papai? —Respondi com minha voz doce e safada de filhinha incestuosa. —Quero te comer bem gostoso até gozar, princesa, se não aguentar, me fala. —Sim, papai, faz isso, me come bem gostoso, sem parar até terminar. —Falei toda animada e safada, sabendo que meu papai ia usar meu corpo pra se satisfazer. Imediatamente, meu pai puxou meus quadris com violência enquanto me empurrava brutalmente com o pau, senti ele abrindo caminho dentro de mim de repente, um calor forte percorreu meu cu, a ponta do pau dele bateu bem lá no fundo. machucando muito e me dando um prazer indescritível ao mesmo tempo, meu corpo tremeu inteiro com a enfiada fortíssima, como se fosse um prédio sendo demolido pelo martelo hidráulico de uma escavadeira. Me sentir tão fortemente machucada pelo meu pai biológico causou em mim um sentimento feminino que atravessou meu ser, me senti destruída e agredida, mas ao mesmo tempo amada, desejada e gozada pelo meu pai. Inevitavelmente, eu desabei em lágrimas, com a pica do papai até o fundo do meu cu. Lágrimas negras e salgadas escorriam a minha rímel pelas minhas bochechas macias de novinha, ouvi o som forte do impacto, o púbis e as bolas dele batendo contra mim, me causando uma dor deliciosa nas nádegas, minha buceta também recebia o estímulo do impacto dos nossos corpos molhados. — Isso, assim, papai! Que gostoso eu senti! Me come assim, bem duro! — Eu dizia tremendo. Meu pai tirou a pica inteira do meu cu de novo, que agora ficava completamente aberto de tanta dilatação. Eu podia sentir que perdi a força no esfíncter anal, estava dilatada e dormente naquela região. Meu pai enfiou a pica com força de novo, meu corpo balançava a cada estocada, endurecendo e alongando meus pezinhos rosados. Ele fez isso repetidamente, de forma frenética e incessante, agora tirava quase por completo, mas deixava a cabeça dentro para poder enfiar mais rápido. — Aaaaaaahhhhh! Aaaaaahhhh! Aaaaaahhhh! Tá doendo! Aaaahhhhh! Continua assim, papai! Mais forte, papai! Aaauuu! Aaayyyyy! Ahhhaaaaa! Mmmmm! Aaaahhh! — Que cu gostoso você tem, linda! Você gosta que eu meta a pica bem duro?! Quer mais forte?! — A rímel dos meus cílios escorria, lágrimas negras e salgadas rolavam pelas minhas bochechas. — Eu te adoro, papai, te amo! Gosto muito de você! Me come! Me faz sua! Mete a pica em mim! Faz doer muito! — Eu o incentivava a me destruir, sentia o cu rasgado. Então meu progenitor, cujo olhar lascivo eu podia ver pelo espelho daquele quarto, que servia de cúmplice pra nossa relação incestuosa. Continuou me penetrando no cu, mas agora com toda força, sem nenhuma reserva, só querendo me satisfazer, me causando uma sensação de vulnerabilidade, me comia de forma impiedosa como se eu fosse o objeto de prazer dele. Consegui sentir umas 4 a 5 penetrações por segundo. Foi uma coisa linda me sentir tão fodida pelo meu pai, uma sensação de vulnerabilidade indescritível. Ele puxava minhas cadeiras com tanta violência pra enfiar a pica venosa dele, que eu só sentia meu corpo indo e vindo. Me senti tão usada, só me restava aproveitar como aquela pica deliciosa entrava e saía brutalmente do meu cu. Meus peitos balançavam e meus bicos endureciam e ficavam sensíveis cada vez que sentia a ponta da pica dele batendo na minha barriga. Ser subjugada pelo meu papi era como receber o amor que ele me devia depois de tantos anos de abandono, tava cobrando todos os beijos, abraços e carinhos que ele não me deu quando eu era criança, só que agora tava recebendo como a mulher dele, sua foxy, sua slut e acima de tudo sua princesa. A penetração ficava mais forte e bestial a cada segundo que passava, as gotas de suor do meu pai caíam na minha bunda me lubrificando, Eduardo gemia de prazer e cansaço, eu gemia chorando e gritando. —Aaahhh! Assim, papai! Me come forte! Aaahhhh! Tá doendo muito! Aaauuuu! Tá machucando muito! Aaahhhaaaa! Assim, eu gosto, papi! Aayyy! Tá ardendo! —Eu sabia que já tava sangrando porque ardia muito, igual quando perdi a virgindade, o que só me excitou e me fez pedir mais pica pro meu papi. —Me come mais, papi! Te amo, papi, que gostoso você me come! Aaaahhhh! Sim, me faz sua foxy! Destrói meu cu, Eduardo! Aayyyy, tá doendo muito! Tá ardendo! Aaahhhh! Mais rápido, love! Mais forte, papi! Eu sentia um prazer insaciável, era delicioso sentir a pica dele entrando e saindo bestialmente do meu cu ardendo, de repente ouvi meu pai gemer bem forte. —Aahh! Aahh! Aahh! —Gemia Eduardo, enquanto um jato forte de porra quente Eu me sentia inundada por dentro. Me senti plena, cheia de alegria, estava gozando ao saber que meu pai se satisfez comigo, que usou meu corpo pra se saciar e que me deixou com o cu arrebentado. Aquela dor que eu sentia se somava ao prazer que meu pai tinha me dado. Eu tinha perdoado ele por tanto tempo de abandono, sentir dentro do meu cu o sêmen com que fui gerada foi algo que me deixou estupidamente apaixonada pelo meu pai pelo resto da vida. Ele deixou o pau dele enfiado dentro de mim por alguns segundos, esfregando e pulsando até o fundo, eu sentia a cabeça dele me acariciando profundamente, enquanto eu gemia de gozo e alívio. —Aaahhh! Que gostoso, papai! Obrigada, amor! Sinto seu sêmen quentinho dentro! Me sinto muito comida! Obrigada, pai! Obrigada, bebê! Me senti conectada, ele era eu e eu era ele, viramos um só, realizando meu encontro sexual mais glorioso. Tendo se descarregado completamente dentro de mim, gozando até a última gota de sêmen que tinha. Meu pai tirou o pau do meu cu, que ficou totalmente aberto. Fiquei vermelha ao sentir escorrer pelo meu cu sêmen e sangue misturados com o gosto e cheiro de morango do meu lubrificante, que derramou nos lençóis da cama, me senti muito envergonhada, queria que meu cu fechasse, mas como passei meses treinando com meu dildo em casa e usando o plug anal direto, meu cu já tava acostumado a ficar dilatado, então demorou alguns segundos pra fechar. Pareceu uma eternidade, me senti uma puta que não encontrava saciedade. Aí virei e vi o pau do meu pai, que ainda tava duro, manchado de sêmen com sangue, me senti tão tarada e vagabunda que não resisti a provar o pau dele de novo, me aproximei andando de gatinha e chupei o pau dele até deixar limpinho, meu pai me olhava muito excitado, o rosto dele era de um homem maduro muito safado, olhando pra princesa dele virada numa puta depravada. Desci da cama e fiquei de pé com meus Saltos altos ainda calçados e eu o abracei. Ele me envolveu com seus braços fortes e quentes, comecei a chorar porque sou muito sensível e estava tão cheia de felicidade, me sentia tão satisfeita e plena em seus braços, mas ao mesmo tempo muito envergonhada por tudo que tinha feito. Depois de ter dado vazão à minha luxúria, entregando ao meu pai cada parte do meu corpo, nos deitamos abraçados na cama, trocando carícias mútuas. Passados alguns minutos, quando já tinha saciado minha luxúria e minha química hormonal começava a se restabelecer, me senti muito estranha, agora me invadia um forte remorso, pois sabia que acabávamos de cometer incesto de uma forma suja e depravada. — Papai, me sinto mal pelo que acabei de fazer. Me sinto angustiada. Se minha mãe soubesse, se sentiria muito mal. — Disse eu chorando, engasgada como uma pirralha. — Calma, minha princesa linda, não se sinta assim. — Ele me consolou com sua voz viril e cativante, me dando um beijo na testa. — É que me sinto confusa, é algo muito estranho. Me sinto culpada, traí minha mãe. — Tá tudo bem, linda, não tem problema. Te amo muito, princesa. Além disso, sua mãe e eu somos divorciados e não nos queremos como casal. Então não se sinta mal por ela. É verdade que o que acabamos de fazer, pra muita gente, é algo errado, mas você e eu curtimos muito e agora temos uma relação muito especial, e ninguém precisa ficar sabendo. — Mas agora você não vai mais me querer como sua filha. — Eu me sentia muito confusa. — Como assim, não fala isso, claro que te quero como minha filha. Embora, na real, agora eu sinta algo mais por você, preciosa, porque acabamos de transar. E isso foi porque a gente se curtiu e sente algo que vai além de uma relação de pai e filha. Você gostou de transar comigo? Curtiu? — Sim, papai! Gostei muito! Foi incrível! — Tá vendo? Então não se sinta mal, pelo contrário, é pra aproveitar. Não tem nada pra se arrepender — Ele disse sorrindo, o sem-vergonha. — Te amo. Muita, minha princesinha linda. —Então, como a gente pode chamar essa relação especial, porque é incesto, né? —Perguntei, mortificada. —Sim, filha, é, mas que tal se a gente der outro nome? Você gostaria de ser minha namorada? —Falou, sorrindo, o safado—. Afinal, a gente mora em cidades diferentes e aqui ninguém sabe que tenho uma filha. Assim, toda vez que a gente se ver, vamos ser namorados, como disse a moça da loja de lingerie, lembra? Hehe! Então, o que me diz, aceita ser minha namorada? —Sim, papai, aceito! —Falei com minha voz doce e tesuda de novinha, e depois dei um beijo de língua bem apaixonado. —Te amo muito, princesa. —Também te amo muito, papai. —Abracei ele e fiquei deitada com a cabeça no peito dele. Já eram três e meia da madrugada de sábado de glória, noite de sexo da pesada que a gente teve, apagamos as luzes e dormimos abraçados. No dia seguinte, acordei antes dele, tomei banho sem fazer barulho e me vesti linda, mas agora com um vestido branco, justo, floral de rosas e de ombros de fora. Tinha um decote bem pronunciado que mostrava meus peitos deliciosos e tão curtinho que ficava a três dedos abaixo da bunda, fazendo minhas pernas lindas de novinha brilharem. Peguei as chaves do meu pai e fui ao supermercado do bairro comprar o necessário para fazer uns panquecas, passei na farmácia para comprar uma pílula anticoncepcional de emergência, voltei pra casa e, depois de tomar a pílula, fiz café na cafeteira elétrica, e também, com muito carinho, preparei as panquecas. Adocei com leite condensado, fatias de morango e banana. Servi café em umas xícaras e levei o café da manhã na cama pro meu namorado dorminhoco dar bom dia, feito uma namorada atenciosa e carinhosa, feliz por todas as endorfinas que o doce sêmen dele tinha me dado por dentro. Depois do café, meu namorado levantou e tomou um banho. Ele disse que tinha dado instruções pros funcionários dele pra que iam cuidar do depósito de abacate, na central de abastecimento. Então a gente ia ter o fim de semana livre pra nós. Mais tarde, pedi pra gente ir visitar o zoológico, já que eu adoro ver os animais. A gente caminhava abraçado feito namorados, trocando olhares com quem passava e via a gente — uma gostosa com corpo de deusa, vestida provocante, se beijando com o namorado mais velho. —¡Será que é o pai dela?! — Dava pra ouvir eles murmurando… Deixa teu like se curtiu, me ajuda pra caralho!!!
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