Primeiramente, queria me apresentar e contar direitinho essa história que rolou uns anos atrás. Meu nome é Valentina, hoje tenho 24 anos, tenho 1,60m, um corpão bonito, sou uma mina de academia e, acima de tudo, adoro que olhem pra minha bunda. Uns anos atrás, quando eu tinha uns 19/20 anos, minha mãe conheceu um cara (ela é viúva desde que eu era pequena) e, depois de tanto insistir pra ela se animar, que sendo uma mulher jovem e gostosa como ela, ia pensar que nunca mais sentiria amor por ninguém. Eles começaram a se conhecer, ela voltou a se sentir mulher, se arrumava mais do que o normal, tava felizona. Mas isso era tudo lá fora, eu ainda não conhecia ele. Passaram uns meses e minha mãe me fala que o Alfredo (nome fictício) tinha convidado ela pra passar uns dias na praia e que achava uma boa oportunidade pra eu conhecê-lo e tal, então aceitei porque ela pediu com tanta empolgação. CHEGOU O DIA DE CONHECER O PARCEIRO DA MAMÃE Bom, faltando uns dias pra viagem, minha mãe convida ele pra jantar e me manda me vestir bem, que eu vivo desleixada, eu obedeci... me maquiei, coloquei uma regatinha bem leve, decote bem cavado, uma saia jeans branca curtinha e justa no corpo, e a minha calcinha fio dental da sorte porque tava pensando em sair pra dançar depois do jantar. Quando o Alfre chegou, tocou a campainha, minha mãe grita do quarto dela pra eu abrir a porta, então fui abrir. Alfre: me olha, gagueja pra falar oi, eu, querendo quebrar o gelo, falo: "então é você que faz minha mãe se arrumar toda gostosa todo dia?" Eu percebia que ele não tirava os olhos das minhas tetas, que sem sutiã, meus bicos apareciam. Ele não era feio, entendi porque minha mãe sumia toda noite com ele. Um homem, literalmente... um cara de 50 anos, atlético, barba, braços bem peludos, pensei comigo: "bem que minha mãe hein, haha". As horas da noite foram passando e, entre uma taça e outra de vinho, eles já se devoravam com o olhar. entendi que já era hora de me retirar (ou não) porque sentia que aquele clima quente também era comigo. Naquela noite não passou de umas trocas de olhares, comentários e de planejar aquela viagem (que eu cada vez mais queria fazer). Naquela mesma noite, já de madrugada, cheguei de dançar, mamãe dormia e tinha o celular dela carregando na cozinha, quando de repente me passou pela cabeça que talvez ele pudesse ter mandado fotos dele pra ela, e me dava um tesão danado pensar como seria o pau dele, sendo ele um homem grande mas bonito fisicamente. Deitada na minha cama, me masturbando sem parar, decidi ir olhar aquele celular. E sim, pra minha surpresa, minha mãe era praticamente a putinha dele (e eu entendo ela, coitada, tantos anos sem dar). Eu não podia acreditar no pedaço de pau que mamãe tava comendo. Mandei umas duas ou três fotos dele pra mim e fui direto pra minha cama me tocar toda olhando pra ele. Nunca tinha tido um orgasmo tão intenso desejando um homem, sinceramente. Quando terminei, percebi que eu também precisava que o Alfredo me comesse daquele jeito. CHEGOU A VIAGEM. O Alfre passou pra nos buscar em casa umas 12 da noite pra chegar de manhã no mar. Com mamãe, desde as 10 da noite já éramos duas putas esperando o macho delas (claro que eu não deixava ela perceber, ela é minha mãe). Ela me perguntou se eu queria mesmo ir, que se eu não quisesse, podia ficar e ela me deixava dinheiro, e eu nem louca queria perder essa viagem. Ficava na minha cabeça o pensamento do olhar do Alfre quando me visse de biquíni. Bom, chegou a hora de ir. Ele passou por nós, disse que estávamos lindas as duas e que com certeza a viagem ia nos unir mais, nós três. Quando chegamos no apartamento que alugaram, por cinco dias, eles se acomodaram num quarto lá em cima e eu dormia embaixo, num sofá. Quando terminamos de nos arrumar, chegou a hora de ir pra praia. Eu obcecada pra que ele olhasse mais pra mim do que pra minha mãe (eu já me sentia menos mulher que ela). Coloquei meu lindo biquíni, Alfredo estava sentado na mesa e senti ele tirando uma foto de Costas, mais louca e molhada eu estava. Soltei uns elogios pra minha mãe, mas eu sentia que eram pra mim também. Cada vez mais, a tensão dos olhares entre nós era muito forte, e eu ficava com pena da minha mãe, mas eu já era uma puta no cio. Passamos uma tarde linda, éramos as duas mulheres dele e ele sabia disso. Quando voltávamos pro apê na primeira noite, minha mãe passou no supermercado e, como tinha muita gente, ficou comprando enquanto eu e o Alfre fomos no caixa eletrônico. Eu sabia que era minha chance de ficar a sós com ele. Falei: "Que linda que tá a noite", olhando nos olhos dele. Ele me olhou e disse: "Eu não tenho mais de cinquenta anos à toa". E ali eu entendi que ele já sabia do meu desejo por ele. Tentei beijá-lo, mas ele desviou o rosto. Eu não sabia onde me enfiar. Ele saiu do carro, entrou no caixa eletrônico, e foi um silêncio total na volta pra buscar minha mãe. Até que, antes de minha mãe entrar no carro, ele me olhou e disse: "Agora você vai fazer o que eu mandar". Chegamos em casa e ele não me dirigia nem olhar nem palavra. Quando eu ia tomar banho, o Alfred me olhou e falou baixinho, sem minha mãe perceber: "Deixa sua biquíni no banheiro". E eu, sem poder recusar, obedeci. Pra minha surpresa, quando fui ver antes de dormir, lá estava minha calcinha fio dental toda cheia de porra dele. Não pensei em outra coisa senão cheirar, passar a língua. Tava muito tesuda. Quando saí do banheiro, nos olhamos. Eu com minha cara de puta, olhei pra ele e sorri. Consegui ouvir que naquela noite ele comeu minha mãe. Era impossível pra ela não gemer com um pau gordo daquele. Senti muito ciúme, mas já tinha tomado a porra dele. Pra mim, já era uma vitória. Na manhã seguinte, acordei e eles não estavam em casa. Tinham saído pra fazer exercício, então tive uma manhã tranquila. O dia também foi calmo, só trocamos uns olhares, não passou disso. Até aquela noite: A MELHOR NOITE DA VIAGEM. Bom, acontece que naquela noite o Alfre falou que ia fazer um churrasco, minha mãe as saladas, e eu tinha que preparar a bebida (Fernet, haha). Ele fazendo o fogo, eu sentadinha numa espreguiçadeira, a minha mãe lá dentro... eu não conseguia parar de olhar pra ele, os pelos na barriga dele, a barba, tava besta, toda molhada, tudo. Nisso a minha mãe sai no quintal e fala que tava faltando umas coisas e que ia de carro até o supermercado, passava na sobremesa e voltava. Foi a melhor coisa que ela podia ter feito pra gente, sinceramente. A: "Ela demora muito?" — ele me perguntou enquanto vinha caminhando na minha direção. V: "Não sei, mas dá tempo de a gente aliviar um pouco a vontade", respondi. Ele puxou o pau dele na frente da minha cara, deixando eu sentir o cheiro, aquele cheiro de macho, o mesmo cheiro que tinha deixado no meu biquíni na noite anterior. Não pensei duas vezes em enfiar tudo aquilo na minha boca, em passar ele na boca, no rosto e nos peitos (foi o melhor boquete que já fiz). A: "Ontem à noite eu comi a sua mãe pensando em você e fiz ela gritar pra você ouvir, sua putinha." V: "Não tô nem aí, quero que você me coma agora, eu também sou sua mulher", falei. Num movimento só ele me encostou na parede, levantou meu vestido e começou a chupar meu cu. A barba e a saliva dele na minha bunda e na minha buceta tavam me fazendo ter um orgasmo lindo. Já gritei pra ele meter, que eu precisava sentir aquele pau na minha buceta. Ele não pensou muito, me inclinou e meteu. Sinceramente, não passou nem um minuto e minhas pernas já tavam tremendo. Quando ele falou: "Onde a minha putinha gosta de levar a porra?" — eu gritei que era na boca. Ele me fez ajoelhar e soltou na minha boca e no meu rosto uma porra gostosa, com cheiro forte. Me fez limpar bem o pau dele com a boca, me beijou na testa e foi pro banheiro. Quando ele voltou... Parte 2?
21 comentários - Férias complicadas
Espero por la segunda parte
Que hermosa cola q tenés vale