Vizinha Gostosa 01

Numa outra história real. Anos atrás, em outro estado, morei perto de uma fábrica francesa, num cortiço. Lá conheci uma vizinha dos quartos de cima, chamada Laura. Ela tinha um corpo bonito, magra, quadril proporcionado, cabelo curtinho. Sempre a via vestida com o uniforme tipo terno, saia um pouco acima do joelho, sem ser chamativa, mas tinha uma bundinha redonda gostosa. Conheci ela pelo meu irmão, que trabalhava com ela, e a gente batia papo de vez em quando. Uma vez, não lembro por que, ela dormiu na minha cama comigo, mas sem fazer nada além de ficar colada em mim, e só. Com o tempo, casei e fui morar na casa dos fundos, até que um dia, visitando meu irmão naquele cortiço, trombei com ela. Entre conversas, ela comentou: — Laura: Pô, você vai casar? Pra quê? Isso aí é só pra dar uma trepadinha e pronto, nada de relacionamento sério. (Sobre o assunto de casar) Falei pra ela que por que não tinha me proposto antes, teria aproveitado aquele dia que ela dormiu comigo. — Laura: Tipo, sim, mas eu tava falando que relacionamento é só pra isso, pra transar e acabou. Respondi do mesmo jeito, que ela devia ter me dito antes pra eu saber como é a parada, mas se quisesse, ainda podia me ensinar. — Laura: Haha, bom, isso sim, ainda dá. Vê aí que dia você vem me visitar pra gente conversar sobre o assunto (olhando pro meu pacote). Ela se despediu. Dias depois, trombei com ela na fábrica francesa, onde fui fazer um pagamento. Fui até ela pra pagar, e brincando, falei que tava vindo pra minha primeira aula. Ela ficou vermelha, vermelha, e disse que não seria ruim, mas iam nos ver. Enquanto eu terminava de pagar, ela falou: — Laura: Entra no provador com uma calça e me espera, te aviso se não tiver ninguém. Pensei comigo: "Caralho, já era." Mas num provador? E se nos virem ou ouvirem alguma coisa? Entrei já com algo, tava vazio. Me enfiei na porta do fundo e pendurei a calça na porta entreaberta. De nervoso, nem vi se era de mulher ou de homem, o que me deixou mais tenso quando ouvi vozes de mulheres entrando. Quando eu ia fechar a porta, puxei e era a Laura, entrando rápido. Ela disse que o lugar ia ser pequeno. Beijei ela sem deixar terminar, beijava gostoso, de linguinha. Ela começou a baixar minha calça com pressa, como se já quisesse me ter. — Laura — falei. — Faz tempo que quero fazer isso, então não faz barulho. Começou a me chupar, colocou suave na boca, mas foi entrando mais rápido a cada vez, segurando pelo tronco e lambendo a cabeça como se fosse um pirulito, de cima pra baixo, depois enfiando tudo inteiro. Em poucos minutos, quase gozei na boca dela, mas parei e falei que precisava meter logo. — Laura — ela disse. — Achei que nunca ia pedir. Levantei ela, virei de costas, subi a saia e desci a calcinha dela, que era muito bonita. De tanta vontade, quase rasguei a calcinha. A buceta dela era peludinha e não era inchada. Já tava molhada esperando eu meter meu pau. Apontei e dei uns roçados com a cabeça do pau, dava pra ver que ela queria gemer, mas segurava. Aí meti de uma vez, uff, só ouvi um "mmmmmm" longo e gostoso, e ela me deu um tapa, falando pra ir devagar. Mesmo o lugar sendo pequeno, só consegui colocar ela de frente pro espelho. Foi tão gostoso ver ela assim, com aquela cinturinha levantada esperando meu pau duro. Quando a gente tava mais no tesão, entraram umas senhoras que estavam lá fora e começaram a conversar. A gente continuou transando mais devagar, mas eu já queria terminar. Ela se levantou e falou: — Laura — disse. — Temos que parar. Tá muito gostoso, mas vão me pegar e me mandar embora. Se der, a gente continua no meu quarto ou você me diz onde. Ela me deu uma última chupada rápida enquanto subia as meias e baixava a saia. Pediu pra eu esperar ela sair e, uns cinco minutos depois, sair também. E foi assim. Quando saí com a calça, tinha um segurança parado perto. Ele falou que eu tinha que avisar quando entrasse no vestiário feminino, porque não era permitido. Falei que sim e fui embora. Por pouco não fomos pegos. Eu casado e ela trabalhando lá, uff, puta merda. Depois disso, a gente marcou de transar nos dias seguintes. seguintes.Vecina  01Imagem meramente ilustrativa.

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