Fala de novo... Uns dias atrás contei como transei com meu sogro. Agora vou contar como consegui convencer uma amiga a dar pra ele e pro amigo dele. Aconteceu semana passada, como sempre fui na casa do meu namorado e lá estava seu Júlio, meu sogro. Pedi pro meu namorado me emprestar o computador um instante porque precisava ver meu Facebook pra falar com a Paula, minha amiga. Subi pro quarto dele e liguei o PC. Quando tava conversando com a Paula, do nada meu sogro apareceu atrás de mim. — O que cê tá fazendo, Lucy...? Ele falou. — Nada, seu Júlio, tô falando com uma amiga, é que esqueci meu celular em casa e pedi o PC emprestado pro Diego (filho dele)...!! Respondi. Nessa hora ele viu a foto da Paula e falou... — Uuui... Sua amiguinha é uma gostosa...!!! Ela é tão puta quanto você...? Ele perguntou. — Kkkkkkk... Mais ou menos, seu Júlio..!! Respondi. Aí o velho me propôs um negócio, falou que me dava 100 conto se eu convencesse a Paula a transar com ele. Perguntei quanto ela ia ganhar, e o velho disse que tava disposto a dar 300 conto pra ela. Pensei uns segundos e falei que ia conversar com a Paula pra ver o que ela achava da proposta. No dia seguinte esperei pra falar com ela. Quando vi ela, comecei a conversar e no meio do papo soltei a proposta, e ela respondeu: — Cê tá louca, Lucia, o que deu em você...?? Como é que você acha que eu vou dar pra um velho tarado igual seu sogro…!! Além disso, tenho namorado e amo ele, e meus pais me matariam se descobrissem...! Ela respondeu. No começo foi difícil convencer ela, mas quando falei que o velho ia dar 300 conto, ela começou a pensar. — Aaai, Paula, vai, não seja chata, além do mais você já não é mais virgem e já me falou que adora transar. E seu namorado e ninguém vai saber... Vai ser um segredo entre eu e você. Falei. Ela disse que não sabia o que fazer... — Não sei, amiga... Não sei... Se é verdade que eu Gosta de foder, mas só com meu namorado, nunca dei chifre nele... Ela me disse. No final, consegui convencê-la e entreguei o dinheiro. Me encontrei com ela e ela disse que antes de ir pra casa do seu Júlio, ia comprar umas coisas com os 300 conto que eu tinha dado. Resumindo, a Paula comprou uma calça jeans e umas blusas, tava felizona por ter se dado esses luxos. Quando terminamos as compras, liguei pro meu sogrão e falei que já tava indo pra casa dele com minha amiga. Enquanto isso, a Paula ligou pros pais e disse que ia na minha casa fazer um trabalho comigo, e depois ligou pro namorado e deu a mesma desculpa. No caminho pra casa do velho, minha amiga tava visivelmente nervosa e eu tentava acalmá-la.
Quando chegamos na casa do velho, antes de bater na porta, falei pra Paula subir mais a saia pra mostrar mais as pernas e a bunda, e também mandei ela desabotoar mais a blusa pra mostrar mais os peitos. Tenho que admitir que a Paula tem um corpo bem gostoso. Tem umas pernas boas, uma bunda grande, e uns peitões bonitos, o cabelo dela é castanho, e uma carinha de anjo, mas é bem baixinha, só tem 1,55m, mas é muito assediada pelos caras. Batemos na porta e o velho abriu. Com um sorriso tarado, nos cumprimentou e olhou a gente de cima a baixo com tesão.
— Entrem, meninas, tão esperando vocês... Ele disse.
— Olha, seu Júlio, ela é minha amiga Paula...!! Falei.
— Prazer em te conhecer, Paulista, quantos anos você tem, mocinha...? Você tem cara de ser uma bebezinha...!! Disse o velho.
A Paula respondeu que tinha acabado de fazer 18 anos. O velho mandou a gente sentar na sala e ofereceu um copo de suco. Nessa hora, a Paula já tava mais tranquila por causa da simpatia do meu sogrão, até sorria com as palhaçadas que o velho fazia. Passaram uns minutos de conversa e então o velho falou:
— Bom, meninas, acho que já falamos demais... Vamos ao que interessa, Paula... Foder...!! Disse o velho com uma risada no rosto.
Então ele pediu o Pedi pra minha amiga ficar de pé e deixar ele ver um pouco do corpo dela. A Paula já tava mais à vontade e, sem problema nenhum, se levantou e começou a mostrar um pouco os peitos pro velho. Depois, sentada no sofá, abriu as pernas e deixou meu sogro ver a calcinha fio-dental rosa dela. Então a Paula falou pra mim:
— Isso tá começando a me excitar, Lucy. Dá pra ver que esse velho nunca comeu uma novinha como você ou eu...! — Ela disse, zoando o velho.
Eu olhava pra minha amiga e por dentro tava morrendo de rir dela, porque tava doida pra ver a cara que ela ia fazer quando visse a pica enorme do meu sogro.
Aí eu sentei em outro sofá e me preparei pra ver o show, observando meu sogro se aproximar da Paula e começar a chupar a buceta dela. Ele passava a língua igual um louco, e minha amiga só fazia gemer que nem uma puta. Assim passaram uns minutos, até que meu sogro cansou de lamber a xota da Paula. Então tirou a calcinha fio-dental dela, depois a blusa, deixando os peitos dela totalmente nus. A Paula ficou só de saia, com as pernas abertas, enquanto o Dom Júlio se preparava pra se despir. Enquanto o velho tirava a camisa, mostrou a barriga peluda, e a Paula olhava pra mim, fazendo careta de nojo e zoando ele. Quando meu sogro baixou a calça, a cara de deboche da Paula mudou completamente. Agora era uma cara de susto e terror, porque ela tinha percebido o tamanho da pica do meu sogro. A Paula mal olhava pra mim e engolia seco, porque a pica do meu sogro tava dura pra caralho, prestes a explodir. Até eu me assustei quando vi o pau dele, verdade seja dita, parecia maior do que no dia em que eu experimentei.
— Kkkkk... O que foi, Paulinha...? Nunca viu um pau igual ao meu...? O pau do seu namorado é menor...? — Ele disse.
E minha amiga respondeu gaguejando:
— Não é nada, Dom Júlio...! Por favor, me deixa um minuto a sós com a Lúcia...! — Ela falou.
O velho topou e foi pro quarto dele, dizendo:
— Tá bom, meninas, vou lá no meu quarto pegar umas coisas. Camisinha... Não quero te engravidar, Paula. Aí a Paula, assustada, me disse:
— Amiga, esse velho é um monstro... Se ele me penetrar, me mata. Vou vazar daqui. Nem louca vou deixar esse coroa me foder.
— Cê tá louca, amiga? Fizemos um trato e você tem que cumprir. Além disso, esqueceu que já gastou a grana comprando roupa? — falei.
E ela respondeu:
— Mas esse pau é grande demais... Parece um cavalo... Nunca pensei que esse velho tivesse uma piroca dessas. Além do mais, você sabe que eu só provei o pau do meu namorado... Esse velho vai me matar!
Aí eu acalmei ela e falei pra dar o melhor de si pra ser rápido e sair dessa logo. Paula aceitou e respirou fundo, resignada. Falei pra ela se acalmar que eu iria no quarto do velho falar com ele, e ela disse:
— É, amiga, vai lá e fala primeiro com esse velho, pede pra ele me tratar com delicadeza! Por favor, amiga, fala... Faz por amor a mim!
Hahahaha, por dentro eu tava morrendo de rir da burrice da Paula. Entrei no quarto do velho e encontrei ele com a camisinha na mão, e falei:
— Hahahaha... Querido sogrinho, minha amiga ficou assustada quando viu sua pirocona. Posso pedir um favor, seu Júlio?
— Fala, Lúcia, que favor é esse?
— Quero que você foda ela com toda força, quero que penetre sem piedade, quero que trepe igual trepa comigo. Mais ainda, quero que arrebente até o cu dela... Quero ver ela implorar e chorar de tanta pica que vai levar!!!
O velho me respondeu:
— Hahahaha, que amiga ruim você é, Lúcia... Pode deixar... Essa putinha nunca vai esquecer esse dia... Tenho uma surpresa preparada pra ela... Hahahaha!
— Ei, Lúcia... Devia me emprestar sua buceta uns segundos pra eu treinar minha rola... Hahahahaha... Se deixar eu meter uns segundos, prometo que vou fazer sua amiga chorar!!
Aí eu subi na cama e fiquei de quatro. O velho levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental e me penetrou até o fundo. Assim ele me macetou por uns minutos e disse:
— Aaahhh, sim... Puta... Sua buceta é uma delícia, mas já chega... Hoje a protagonista é a puta da sua amiga... Outro dia eu te fodo do jeito que você gosta...!
Depois de me penetrar por alguns minutos, fomos pra sala onde a Paula estava sentada, pensativa, com cara de susto.
Enquanto o velho colocava a camisinha, eu falei pra Paula se acalmar...
— Calma, amiga, vai dar tudo certo... Eu conversei com o velho e pedi pra ele te tratar com delicadeza...!
— Valeu, amiga... Você é a melhor...!! — ela disse.
Aí a gente virou pra olhar pro meu sogro, e qual não foi a surpresa: a camisinha mal cobria a metade da pica dele. Paula ficou chocada, impressionada.
O velho perguntou pra minha amiga como ela queria ser penetrada pra começar, e eu sugeri que ele deitasse no chão e ela fosse sentando devagar.
— É, amiga, boa ideia...! — ela falou.
— Seu Júlio, é melhor o senhor deitar e eu vou montar...! — disse minha amiga pro velho.
Meu sogro deitou de costas no tapete, com a pica estralando de tão dura. Sem mentira, dessa vez media mais de 25 cm, sei lá por quê. Paula montou em cima do velho, mordeu a barra da saia e foi sentando devagar na pica do seu Júlio. Dava pra ver as caretas de dor e aflição que ela fazia. Centímetro por centímetro, a pica do meu sogro foi entrando.
— Aaaiii, aaaiii... Uffff, aghhh... Que dor, amiga... Não aguento maaais!!! — ela gritava.
Eu falava pra ela respirar fundo e meter tudo, enquanto o velho ria. Mas a Paula não conseguiu... Começou a subir e descer até a metade da pica do velho, e ficaram nessa por uns minutos. Depois o velho mandou trocar de posição, ela ficar de quatro, e a puta obedeceu. Paula ficou de quatro, e meu sogro levantou a saia dela e cuspiu na buceta. Quando apontou a ponta da pica na vagina da minha amiga, a sonsa ainda disse:
— Aaai, seu Júlio, por favor, mete devagar... Eu imploro, mete devagar...!
— Cala a boca, puta. ... Puta como você, eu gosto de tratar é na porrada!! Disse o velho. E sem mais delongas, enfiou até o fundo. Paula soltou um grito desgarrador, mas o velho não ligou, começou umas estocadas violentas a ponto de ouvir as batidas das nádegas dela. Paula me olhava com aquela cara de dor que dizia tudo, e ela gritava... — Aaaahhhh, tô doendo pra caralho... Pelo amor de Deus, vai devagar... Lucia, fala alguma coisa, faz alguma coisa, amiga!!! Aaayyy, tô doendo!! Desculpem a demora, o trampo e outras paradas não me deixam tempo pra postar todo dia. Pontos, por favor.... 😊
Quando chegamos na casa do velho, antes de bater na porta, falei pra Paula subir mais a saia pra mostrar mais as pernas e a bunda, e também mandei ela desabotoar mais a blusa pra mostrar mais os peitos. Tenho que admitir que a Paula tem um corpo bem gostoso. Tem umas pernas boas, uma bunda grande, e uns peitões bonitos, o cabelo dela é castanho, e uma carinha de anjo, mas é bem baixinha, só tem 1,55m, mas é muito assediada pelos caras. Batemos na porta e o velho abriu. Com um sorriso tarado, nos cumprimentou e olhou a gente de cima a baixo com tesão.
— Entrem, meninas, tão esperando vocês... Ele disse.
— Olha, seu Júlio, ela é minha amiga Paula...!! Falei.
— Prazer em te conhecer, Paulista, quantos anos você tem, mocinha...? Você tem cara de ser uma bebezinha...!! Disse o velho.
A Paula respondeu que tinha acabado de fazer 18 anos. O velho mandou a gente sentar na sala e ofereceu um copo de suco. Nessa hora, a Paula já tava mais tranquila por causa da simpatia do meu sogrão, até sorria com as palhaçadas que o velho fazia. Passaram uns minutos de conversa e então o velho falou:
— Bom, meninas, acho que já falamos demais... Vamos ao que interessa, Paula... Foder...!! Disse o velho com uma risada no rosto.
Então ele pediu o Pedi pra minha amiga ficar de pé e deixar ele ver um pouco do corpo dela. A Paula já tava mais à vontade e, sem problema nenhum, se levantou e começou a mostrar um pouco os peitos pro velho. Depois, sentada no sofá, abriu as pernas e deixou meu sogro ver a calcinha fio-dental rosa dela. Então a Paula falou pra mim:
— Isso tá começando a me excitar, Lucy. Dá pra ver que esse velho nunca comeu uma novinha como você ou eu...! — Ela disse, zoando o velho.
Eu olhava pra minha amiga e por dentro tava morrendo de rir dela, porque tava doida pra ver a cara que ela ia fazer quando visse a pica enorme do meu sogro.
Aí eu sentei em outro sofá e me preparei pra ver o show, observando meu sogro se aproximar da Paula e começar a chupar a buceta dela. Ele passava a língua igual um louco, e minha amiga só fazia gemer que nem uma puta. Assim passaram uns minutos, até que meu sogro cansou de lamber a xota da Paula. Então tirou a calcinha fio-dental dela, depois a blusa, deixando os peitos dela totalmente nus. A Paula ficou só de saia, com as pernas abertas, enquanto o Dom Júlio se preparava pra se despir. Enquanto o velho tirava a camisa, mostrou a barriga peluda, e a Paula olhava pra mim, fazendo careta de nojo e zoando ele. Quando meu sogro baixou a calça, a cara de deboche da Paula mudou completamente. Agora era uma cara de susto e terror, porque ela tinha percebido o tamanho da pica do meu sogro. A Paula mal olhava pra mim e engolia seco, porque a pica do meu sogro tava dura pra caralho, prestes a explodir. Até eu me assustei quando vi o pau dele, verdade seja dita, parecia maior do que no dia em que eu experimentei.
— Kkkkk... O que foi, Paulinha...? Nunca viu um pau igual ao meu...? O pau do seu namorado é menor...? — Ele disse.
E minha amiga respondeu gaguejando:
— Não é nada, Dom Júlio...! Por favor, me deixa um minuto a sós com a Lúcia...! — Ela falou.
O velho topou e foi pro quarto dele, dizendo:
— Tá bom, meninas, vou lá no meu quarto pegar umas coisas. Camisinha... Não quero te engravidar, Paula. Aí a Paula, assustada, me disse:
— Amiga, esse velho é um monstro... Se ele me penetrar, me mata. Vou vazar daqui. Nem louca vou deixar esse coroa me foder.
— Cê tá louca, amiga? Fizemos um trato e você tem que cumprir. Além disso, esqueceu que já gastou a grana comprando roupa? — falei.
E ela respondeu:
— Mas esse pau é grande demais... Parece um cavalo... Nunca pensei que esse velho tivesse uma piroca dessas. Além do mais, você sabe que eu só provei o pau do meu namorado... Esse velho vai me matar!
Aí eu acalmei ela e falei pra dar o melhor de si pra ser rápido e sair dessa logo. Paula aceitou e respirou fundo, resignada. Falei pra ela se acalmar que eu iria no quarto do velho falar com ele, e ela disse:
— É, amiga, vai lá e fala primeiro com esse velho, pede pra ele me tratar com delicadeza! Por favor, amiga, fala... Faz por amor a mim!
Hahahaha, por dentro eu tava morrendo de rir da burrice da Paula. Entrei no quarto do velho e encontrei ele com a camisinha na mão, e falei:
— Hahahaha... Querido sogrinho, minha amiga ficou assustada quando viu sua pirocona. Posso pedir um favor, seu Júlio?
— Fala, Lúcia, que favor é esse?
— Quero que você foda ela com toda força, quero que penetre sem piedade, quero que trepe igual trepa comigo. Mais ainda, quero que arrebente até o cu dela... Quero ver ela implorar e chorar de tanta pica que vai levar!!!
O velho me respondeu:
— Hahahaha, que amiga ruim você é, Lúcia... Pode deixar... Essa putinha nunca vai esquecer esse dia... Tenho uma surpresa preparada pra ela... Hahahaha!
— Ei, Lúcia... Devia me emprestar sua buceta uns segundos pra eu treinar minha rola... Hahahahaha... Se deixar eu meter uns segundos, prometo que vou fazer sua amiga chorar!!
Aí eu subi na cama e fiquei de quatro. O velho levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental e me penetrou até o fundo. Assim ele me macetou por uns minutos e disse:
— Aaahhh, sim... Puta... Sua buceta é uma delícia, mas já chega... Hoje a protagonista é a puta da sua amiga... Outro dia eu te fodo do jeito que você gosta...!
Depois de me penetrar por alguns minutos, fomos pra sala onde a Paula estava sentada, pensativa, com cara de susto.
Enquanto o velho colocava a camisinha, eu falei pra Paula se acalmar...
— Calma, amiga, vai dar tudo certo... Eu conversei com o velho e pedi pra ele te tratar com delicadeza...!
— Valeu, amiga... Você é a melhor...!! — ela disse.
Aí a gente virou pra olhar pro meu sogro, e qual não foi a surpresa: a camisinha mal cobria a metade da pica dele. Paula ficou chocada, impressionada.
O velho perguntou pra minha amiga como ela queria ser penetrada pra começar, e eu sugeri que ele deitasse no chão e ela fosse sentando devagar.
— É, amiga, boa ideia...! — ela falou.
— Seu Júlio, é melhor o senhor deitar e eu vou montar...! — disse minha amiga pro velho.
Meu sogro deitou de costas no tapete, com a pica estralando de tão dura. Sem mentira, dessa vez media mais de 25 cm, sei lá por quê. Paula montou em cima do velho, mordeu a barra da saia e foi sentando devagar na pica do seu Júlio. Dava pra ver as caretas de dor e aflição que ela fazia. Centímetro por centímetro, a pica do meu sogro foi entrando.
— Aaaiii, aaaiii... Uffff, aghhh... Que dor, amiga... Não aguento maaais!!! — ela gritava.
Eu falava pra ela respirar fundo e meter tudo, enquanto o velho ria. Mas a Paula não conseguiu... Começou a subir e descer até a metade da pica do velho, e ficaram nessa por uns minutos. Depois o velho mandou trocar de posição, ela ficar de quatro, e a puta obedeceu. Paula ficou de quatro, e meu sogro levantou a saia dela e cuspiu na buceta. Quando apontou a ponta da pica na vagina da minha amiga, a sonsa ainda disse:
— Aaai, seu Júlio, por favor, mete devagar... Eu imploro, mete devagar...!
— Cala a boca, puta. ... Puta como você, eu gosto de tratar é na porrada!! Disse o velho. E sem mais delongas, enfiou até o fundo. Paula soltou um grito desgarrador, mas o velho não ligou, começou umas estocadas violentas a ponto de ouvir as batidas das nádegas dela. Paula me olhava com aquela cara de dor que dizia tudo, e ela gritava... — Aaaahhhh, tô doendo pra caralho... Pelo amor de Deus, vai devagar... Lucia, fala alguma coisa, faz alguma coisa, amiga!!! Aaayyy, tô doendo!! Desculpem a demora, o trampo e outras paradas não me deixam tempo pra postar todo dia. Pontos, por favor.... 😊
2 comentários - Por grana com meu sogrão (Extra 1)