E aí, meu nome é Yahir, e essa é minha história. Desculpa pelos erros de português. Quando voltei pra Cuernavaca depois de um relacionamento fracassado de 4 anos, com casamento e tudo em outro estado. Eu tinha uns 27 anos na época, e não tinha muitos amigos, era quieto e meio sério. Um dia, no trabalho, depois de conversar sobre dores no corpo, uma amiga me recomendou uma conhecida que dava massagem terapêutica em Tepoztlán. Então topei ir numa sessão. Quando cheguei no local, ela mandou eu esperar na frente de uma loja, porque a massagem seria num quarto emprestado. Quando vi a mulher, a senhora se chama Maru, é mais velha, perto dos 35. 1,60m de altura, a roupa não deixava ver muito porque era tipo um jaleco de médico. Mas dava pra ver que ela tinha um quadril um pouco largo, nada exagerado. Quando cheguei, começamos a conversar, sobre se era minha primeira vez, de onde eu era, essas coisas. Ela pediu pra eu me despir e disse que podia ficar de cueca se quisesse. No meio da conversa, perguntei se tinha gente que ficava pelada, e o que ela achava disso. Maru: "Bom, geralmente usam roupa, mas às vezes tem mulheres que tiram tudo, ou pelo menos sem sutiã. E homens, como a maioria são senhores sem corpo bonito, nem presto atenção nisso (rindo meio sem graça). Mas você não tá mal, é novo e tem corpo." Quando me despi, fiquei só de cueca e me cobri com a toalha, e a massagem começou. Nada de anormal: pés, costas, ombros, peito, mas quando chegou na perna, como é normal, comecei a ficar de pau duro, e não dava pra evitar. Sentir as mãos dela subindo devagar do joelho e parando a centímetros do meu pau, qualquer um fica duro. Ela tinha colocado uma toalha no meu rosto, mas dava pra ver por um buraco que deixava meu nariz. A senhora já tinha visto meu volume, e de vez em quando ficava olhando e até subia mais a mão enquanto massageava. Mas não passou disso. A massagem terminou, e eu sentei na cama. Maru: "Pronto, fica uns minutos pra levantar e se trocar, ok. Se mandou e deixou a cortina meio aberta, ficando de perfil como se estivesse arrumando as coisas dela, mas dava pra sentir o olhar dela mesmo assim. Aí eu levantei e tirei a rola pra fora pra ajeitar, e de quebra pensei: se quer olhar escondido, então que olhe um pouquinho. Então comecei a bater uma. Só dava pra ver que ela tentava disfarçar, mas não achava as coisas ou só ficava mexendo de um lado pro outro, sem falar nada. No fim, não rolou nada porque me vesti. -Maru- Se a dor não passar, você vai precisar de outra terapia, só me avisar pra te agendar primeiro. (Falando meio nervosa.) -Yahir- Sim, com prazer, mesmo que não precise, melhor prevenir. E se precisar tirar toda a roupa, fazer o quê. Depois de alguns minutos, a gente foi embora. NO SEGUNDO DIA a gente marcou a consulta pra esse dia. Ela tinha me falado que aluga o salão por hora, mas tava caro, então dessa vez pediu um quarto pra uma conhecida. Então eu tinha que levar ela e fui na minha moto, uma média cilindrada esportiva. Ela se empolgou, falando que tava há tempos querendo andar numa moto assim. E quando subiu, colou os peitos em mim, não eram grandes, mas dava pra sentir bem. A mão dela queria se segurar em mim, mas não sabia onde, e de vez em quando pegava na minha perna e outras vezes enfiava a mão mais pra cima e sem querer segurava no meu pau. Eu achava que ela nem percebia. Já no quarto. -Maru- Pode tirar a roupa, o banheiro é ali, não tem porta, mas de qualquer jeito vou te ver pelado mesmo, (com um sorriso safado). Entrei rápido e tirei toda a roupa dessa vez. Tive que ajeitar a rola porque já tava dura das mãozadas sem querer. Quando saí, ela já tinha uma colchonete no chão me esperando, e ela pronta. Dessa vez vi que ela tava com uma calça branca mais justa e um top. Dava pra ver o quadril largo e uma bunda boa. Os peitos dela não eram pequenos, mas ela tinha e dava pra ver o mamilo excitado, e quando vi aquilo, meu pau reagiu na hora, então me deitei logo. Tirei a toalha. colocando ele estendido, percebeu que ele não tinha nada por baixo. -maru- vejo que você veio mais confortável. Gosto que você parece tímido, mas vejo que nem tanto. Começou a massagear e a conversar. E em alguns alongamentos, de propósito se posicionava onde podia ver, e isso me excitava cada vez mais. Deixando a toalha como uma barraca de circo, e era tão visível, mas ela não dizia nada, só que de vez em quando o olhar desviava muito. A toalha já estava frouxa na cintura, eu estava sentado na beirada da cama, ela estava de joelhos atrás de mim, e me esticava os braços e o peito, mas eu sabia que ela via como a toalha caía, deixando ela ver de propósito meu pau, que aos poucos foi saindo para cumprimentá-la. Chegou uma mensagem pra ela, ela foi até o celular e ficou de perfil pra mim, e aproveitei pra me deitar e colocar a toalha pequena nos olhos, vendo pelo buraco da toalha como ela se virava pra ver a toalha caída da cintura, olhando diretamente pro meu pau, duro e prestes a explodir. Sei que ela tentou tirar uma foto, mas me mexi e ela abaixou o celular. -maru- vamos continuar, ok? Porque meu marido já tá me procurando, e não posso dizer pra ele que tô dando massagem num jovem nu de corpo bonito. Eu me deitei de barriga pra cima e me cobri, essa história de marido, não sabia como levar, será que era um aviso de que se eu assediasse ela, o marido viria rasgar minha cara? Então não insisti mais, deixei ela continuar massageando, mas ela focou no abdômen e a cada passada, se aproximava muito mais do meu pau, eu podia sentir a mão quente dela, a respiração ofegante, e dessa vez não tinha toalha no rosto, então podia ver como ela olhava pro meu pau naquela barraca de circo. Como ela estava de joelhos do meu lado direito, perpendicular a mim, minha mão começou a tocar os pés dela, e aos poucos fui subindo até agarrar as nádegas macias dela, e vi como ela se virava mais me dando as costas, e minha mão foi descendo, sentindo o calor até chegar na buceta dela, dando uma pequena massagem por cima da calça. Ela não ficou atrás e entre tantos roços que dava ao passar a mão pelo meu umbigo, a Mano, trombei com meu pau duro, e ela ficou ali, começou a acariciar e depois a me masturbar com muita safadeza. Uma massagista com aquelas mãos macias e dedicadas à massagem, uuui, tava me masturbando melhor do que eu conseguia fazer sozinho. De repente, ela falou: — Maru, desculpa, isso não devia estar rolando, não aguento mais. Levantou e baixou a calça, me deixando ver sem vergonha a buceta bonita dela, que tinha um corte de pelo bem curtinho, tipo cabelo raspado, pensei. Não tava de calcinha, por isso não dava pra ver marca nenhuma naquela calça branca. A buceta dela tava molhada, dava pra ver claramente, tava pedindo aos berros pra eu meter meu pau nela o mais rápido possível. Ela se posicionou em cima de mim e ajeitou meu pau pra se empalar sozinha. Devagarzinho foi enfiando, soltando gemidos enquanto entrava, ainda deu pra brincar nos lábios da buceta antes de meter, tipo apresentando. Quando finalmente enfiou tudo, deu um gemido gostoso, que tentou disfarçar, mas foi a coisa mais gostosa e excitante que eu já vi. Começamos a transar deliciosamente, a buceta dela tava quentinha, no ponto. Exalava um cheiro gostoso, e ela começou a tomar o controle, se movendo em cima de mim feito uma cowgirl, rebolando a pelve pra cima e pra baixo e depois pra frente e pra trás. Parecia que meu pau era dela. Era tão bom. Ficamos assim por vários minutos, até que pedi pra ela levantar, virei ela, e sem problema nenhum ela se virou, ficou de quatro, me dando uma vista muito boa, uma cintura fina e uns quadris largos, com uma pele lisa e sem imperfeições. Tão gostosa que tava naquela pose que não hesitei em investir e meter o pau todo de uma vez só. Ela gritou de prazer ao sentir ele dentro. Meti e tirei até não aguentar mais, ela apertava meu pau com vontade enquanto gritava que nem uma louca. Nunca tinha pegado uma mulher tão barulhenta assim, mas me excitava. Ela começou a tremer e gritar cada vez mais, eu já não aguentei mais e gozei nas costas dela e um pouco no cu dela, porque já quase não tirei a tempo. entre minha gozada, bati minha pica nas nádegas dela, como se fosse uma baqueta e uma bateria. acabei deitando ao lado dela, e ela não conseguia falar, estava mordendo o lençol, ainda no orgasmo. no final, ela tomou banho primeiro e depois eu. enquanto me vestia, ela pegou na minha pica e disse: -maru- que gostosa foi a sessão de hoje, fazia anos que não me sentia assim. obrigada. espero que você me chame de novo pra continuar sua terapia. arrumamos tudo rápido e vazamos de lá.

5 comentários - A massagista gostosa