Relato escrito por Manpaz No dia do meu aniversário de 18 anos, tive uma comemoração dupla: ao meio-dia com meus pais e irmãos, e à noite com meu namorado e os pais dele. Quando terminamos essa última, o pai do meu namorado se ofereceu para me levar em casa, já que moro a uns 10 quilômetros de distância. Já no carro e longe da casa, meu sogro, que tem 42 anos, me surpreendeu dizendo: "O lerdo do meu filho não te comeu hoje?". Eu não sabia o que responder, e então ele me olhou, começou a rir e disse: "Vamos parar naquele terreno escuro e você sopra uma boa vela grossa". Eu ainda não sabia o que dizer quando ele parou o carro no lugar que tinha dito e me perguntou se eu queria ou não. Eu, pra ser sincera, estava meio hipnotizada, mas perguntei se o filho dele ficaria sabendo, e ele disse que logicamente não. "Vamos, então", respondi, e depois avisei que seria o primeiro boquete da minha vida. "Meu filho é realmente um lerdo", ele disse rindo enquanto abaixava a calça e a cueca, deixando à mostra um pau enorme ainda mole, rodeado por uma moita grossa de pelo. "Vai, foxy, chupa ele", ele me disse, e como se fosse o sinal combinado, eu abaixei a cabeça e meti o pau na boca, e ele começou a endurecer e a crescer até um tamanho considerável. Eu chupava exatamente como tinha visto em alguns filmes pornô, e não devia estar indo tão mal, porque meu sogro gemia de prazer e, em poucos minutos, anunciou que ia gozar. Eu ia tirar o pau da boca e me afastar, mas ele disse: "O que você tá fazendo, Promíscua? Isso se engole". Ao mesmo tempo, segurou minha cabeça para que eu não pudesse me afastar. Eu fiz um sinal de que não precisava, e ele me soltou no momento em que um jorro grande de porra quente e grossa entrava na minha boca, e eu fui engolindo tudo. Meu sogro disse que queria me foder, mas que se a gente se demorasse mais, alguém poderia desconfiar. "Então amanhã você falta na aula e vem pra oficina, que como sabe, está fechada por uns dias, e lá eu te como. Sei que você não vai falhar comigo". Eu não sabia o que me empurrava a aceitar o que ele dizia, mas uma força misteriosa fez com que no dia seguinte eu estivesse às 9 na oficina. Ele riu ao me ver e disse "aí está minha foxy novinha em busca de boas ejaculadas". Vi que ele tinha preparado uma espécie de cama com cobertores num canto da oficina e fui até lá e me despi. Ele fez o mesmo e, me olhando, disse "vou comer essa bucetinha loira" porque o pouco pelo do meu púbis é dessa cor. Enfiou a cabeça entre minhas pernas e sua língua começou a arrancar ondas de prazer de mim e a me fazer gritar de gosto até que me senti desfalecer e gozei. Então ele colocou uma camisinha na enorme pica ereta e se surpreendeu quando eu disse que era virgem. "Meu filho não é sem graça, é viado" ele disse. "Pode doer um pouco", avisou, enquanto, literalmente, me empalava com a pica e começava movimentos rítmicos de quadril. "Mexe a buceta, gata", ele pediu, e eu comecei a seguir seus movimentos. É verdade que no começo doeu um pouco, mas depois comecei a sentir um prazer intenso que aumentava com as mordidas que ele dava nos meus bicos. Eu não sabia que dava pra gritar tanto de gosto antes de gozar, o que fiz ao mesmo tempo que meu sogro. Ele tirou a camisinha e me mostrou a grande quantidade de porra que tinha nela. "Olha o que você perde por ser virgem e não tomar anticoncepcional", ele disse, e continuou "mas meu leite dentro de você vai hoje". Ele mandou eu chupar ele pra ele endurecer de novo e enquanto isso pegou um pote de vaselina que tinha preparado e começou a passar no meu cu. "O senhor vai meter aí? Vai doer", eu disse. Mas ele não ligou e mandou eu ficar de quatro. Eu obedeci e ele começou a entrar devagar sem camisinha até que a pica enorme ficou toda dentro. De novo senti o êxtase da penetração dele e tive a sensação maravilhosa de sentir o gozo dele entrando em mim quando ele gozou. Ele disse que a gente tinha que aproveitar que estávamos na oficina e nos divertir. Assim, ele me levou até uma espécie de guincho que disse ser para tirar os motores dos carros. Lá, ele ergueu meus braços acima da cabeça, amarrou meus pulsos juntos e colocou o gancho do guincho na corda, ligando o equipamento e me erguendo uns 20 centímetros do chão, onde meus pés não alcançavam. Depois, amarrou pesos em cada um deles que puxavam para baixo. "Quer que eu te surre e misture dor e prazer?" Eu estava tão cheia de prazer que disse que sim. Ele me avisou que por alguns dias eu teria marcas, mas que, como era inverno, ninguém precisaria vê-las por baixo da roupa. Então, pegou uma coisa que disse ser uma correia de motor e cortou um dos lados ovais das pontas. "Escolhe", ele disse, mostrando a parte lisa e outra com pequenas saliências como dentes. Nem preciso dizer que percebi que a com dentes doeria mais e, por isso mesmo, escolhi ela. Então, ele começou a me surrar. Foram oito ou dez chicotadas que, curiosamente, me fizeram gozar com a dor, algo que eu não entendia. Meu gozo deixou ele louco, e ele manipulou o guincho de modo que minha buceta ficasse na altura do pauzão dele, enfiado de novo na camisinha que eu preferia que não usasse. Foi uma fodida selvagem que deixou nós dois exaustos. Ele me soltou do guincho, tomamos banho nos vestiários da oficina e fui pra casa. E meu namorado continua sem me comer, mas o pai dele vai me comer de novo essa semana. Tô morrendo de vontade que chegue a hora.
2 comentários - Perdendo a virgindade com o sogrão