Todos os personagens são maiores de idade.
-------------
Melina tinha ficado um pouco irritada com o dia anterior, onde, embora tivesse engolido leite e o próprio irmão a feito gozar, tinha uma espinha encravada por causa de como Florencia tinha dominado a situação, não só dando pequenas ordens pro Fede, mas também fazendo ela comer a porra da própria mão dela ou como tinha forçado a chamar o namorado enquanto comiam a buceta dela. Ela ia pensando nisso enquanto fazia as compras pra casa, já que era a encarregada de fazê-las enquanto os pais estivessem de férias. Ficou a manhã toda tentando bolar um plano pra se vingar, até que, já saindo do supermercado, teve uma ideia.
Chegou em casa e foi direto pro quarto do Fede, que naquela hora da manhã já devia ter voltado da academia, já que nenhum dos dois tinha aula naquele dia.
A mina entrou e, de fato, encontrou o irmão jogando alguma coisa no computador. Sentou do lado e explicou a situação e o que queria fazer, sabendo de antemão que o Fede ia topar na hora pra fazer o favor.
Chegando meio-dia, os dois já tinham preparado o almoço, colocado uma toalha comprida na mesa, que quase chegava no chão, e estavam sentados, esperando a Florencia pra começar a comer. Finalmente a irmã mais nova voltou da faculdade, cumprimentou eles e, depois de deixar as coisas num sofá, sentou pra comer com eles.
Depois de papear um pouco sobre besteiras enquanto comiam, foi a Flor quem perguntou:
— E aí, galera... hoje à tarde sai uns babacas? Passei a manhã toda vendo paus na facul e não sabe a vontade que tô de mamar jajaj.
— Você não vai mais poder chupar a pica do Fede, Floppy... — interrompeu a Melina, olhando diretamente pra ela — ...a não ser que aceite jogar um joguinho com a gente.
— Hã? — disse Florencia, confusa — Não entendi.
— Que se você quiser chupar a pica do nosso irmãozinho de novo ou tomar o leite dele, vai ter ter que aceitar um joguinho.
— E que joguinho seria esse??
— Hoje você vai brincar de ser bem submissa, feito uma putinha. — respondeu Melina sem se abalar — Por hoje, você vai ter que obedecer todas as minhas ordens e fazer o que a gente mandar.
— E????? Cê tá doida, garota? — respondeu ela quase indignada — E você, idiota, não tem nada a dizer?? Sério que aceitou isso?? — dizia agora bem irritada Florencia pro irmão, que só olhou pra ela com indiferença, quase ignorando.
— Bom, Floppy, se você não aceitar o jogo, não vai mais ter a pica do Fede, a escolha é sua — falou Melina de novo enquanto levava outra garfada na boca.
— NÃO, NEM FODENDO — respondeu Florencia tentando ser desafiadora.
— Ok...
Flor tava bem puta com a situação toda, como assim iam falar isso pra ela? E Federico ainda dando trela pra Melina?
Os três continuavam comendo, até que num momento Melina, que conhecia bem a irmã mais nova e até tinha planejado que ela reagisse assim, olhou pro cara e fez um sinal.
— Guri, é tua vez.
O cara engoliu o que tava mastigando, levantou do lugar e foi até onde Melina tava sentada. Aí ela desabotoou a calça jeans azul que ele tava usando, puxou a cueca pra baixo e tirou a pica gostosa dele pra fora. Empurrou a pele pra trás pra deixar a cabecinha aparecendo, lambeu a glande umas duas vezes, e meteu na boca, enquanto a irmã observava do outro lado comendo.
— mmmgh que pica gostosa que cê tem, irmãozinho — dizia Melina chupando pau — que grande que é...
Melina dava umas chupadas e tirava da boca, e enquanto segurava firme com uma mão, com a outra pegava um pouco de comida do prato, engolia e voltava a chupar aquela pica dura e brilhosa de tanto boquete.
Do lado dela, Florencia morria de inveja de ver a irmã mais velha não só tirando essa chance dela, mas ainda esfregando na cara dela. Pra piorar, percebia que tava se molhando só de ver aquilo. pau sendo chupada na frente dele.
- mmmnmgh vai me dar toda a leitinha, neném?? Tudo pago por mim? - dizia agora Meli saboreando aquela pau, e Fede só respondeu "sim" com a cabeça-.
Flor não aguentou mais, tava completamente verde de inveja.
- CHEGA PORRA!! - quase gritou enquanto levantava da cadeira, e os dois irmãos viraram pra ela-... Tá bom, vocês venceram... Vou ser a putinha submissa de vocês e obedecer tudo que mandarem... mas só hoje, hein!!
- Perfeito, Floppy... - Meli parou de chupar- Você, Fede, já pode voltar a comer.
Fede guardou a pau dentro da calça e obedeceu, o que foi meio complicado já que tava tomando um boquete e tava durasso.
- Que... que que eu tenho que fazer? - perguntou Flor em voz baixa-.
- Primeiro, você vai comer pelada.
- Hã?
- Já me ouviu, vai comer pelada. Tira a roupinha.
A garota ficou olhando pra ela sem saber o que dizer. Finalmente se levantou e começou a tirar tudo. Os dois irmãos observavam ela se despindo, primeiro tirou a blusa branca com detalhes azuis que tinha levado pra faculdade e depois desabotoou o sutiã, deixando o belo par de peitos no ar. Parou ali e ficou olhando pra irmã.
- TUDO, eu falei - Melina respondeu a pergunta que Flor fez com o olhar-.
Florencia entendeu que era sério, e também tirou a calça jeans azul clara que tava usando e por último a calcinha preta que tinha escolhido naquele dia. Foi Melina quem falou de novo:
- Fede, sou eu... ou sua irmãzinha tá se molhando?
Fede só fez um gesto.
- hmm Floppy, tô achando que você tá gostando disso, hein. Mostra pra gente, pra mim e pro seu irmão, se você tá molhadinha ou não.
Florencia quase se surpreendeu ela mesma ao ver que realmente tava com a buceta já escorrendo. Parece que ela também tava curtindo um pouco essa de obedecer.
A mais nova dos três então se levantou e abriu um pouco a buceta pra mostrar. mostrá-la pra irmã dela.
— Epa... Tô vendo que você tá gostando pra valer disso, hein...
— N... não... — tentou dizer Florencia.
— Bom, já que te excita tanto ficar pelada na nossa frente, agora você vai sentar e vai se masturbar enquanto a gente almoça, e só depois vai poder comer.
A garota, que estava nua, com o rosto vermelho e a buceta molhada, sentou de volta na cadeira e começou a enfiar os dedos, exatamente como mandaram, enquanto os irmãos almoçavam.
Ficou um tempinho assim, enfiando uns dois dedos, começando a curtir essa coisa de submissão. Mas quando Melina viu que Florencia já tava gostando demais daquela masturbação, interrompeu e falou:
— Chega, para aí.
Florencia olhou pra ela com cara de quem queria continuar até gozar.
— Não, para aí que eu falei. Agora o que você vai fazer é se enfiar debaixo da mesa, assim peladinha do jeito que tá, e chupar a pica do Fede, mas NÃO pode se tocar na buceta de novo até eu mandar.
O garoto finalmente se sentiu aliviado porque a Melina tinha garantido de manhã que ele ia ter que se segurar quando ela deixasse o boquete pela metade, pra dar certo o plano.
Florencia olhou pros dois, respirou por uns segundos, e foi pra debaixo da mesa. Desabotoou a calça dele e tirou a pica da cueca do irmão, que ainda tava dura e pegajosa. Fede suspirou quando sentiu as primeiras chupadas da Flor, mas tentou continuar comendo naturalmente, enquanto a outra irmã falava dos preços do mercado.
— E aí, moleque? Como é que a Floppy tá te chupando? — disse Meli quando viu que o irmão começava a perder o foco.
— Uf... bem...
Florencia só mamava, sem falar nada nem tirar a pica da boca, tava adorando ser submissa e receber ordem pra fazer um boquete.
— Fede, me avisa quando sentir que vai gozar — falou Meli.
— ... ok... já não falta... muito... Ahh...
O garoto tava quase lá. bocado enquanto a irmãzinha agora lambia a cabeça da piroca dele. Depois de chupar quase inteira, Fede sentiu que não ia aguentar, e avisou a Melina.
— Para de chupar agora, Floppy — ordenou a mais velha —, volta aqui.
Os outros dois olharam pra ela surpresos, especialmente o Fede, que já queria gozar.
Melina levantou do banco e mandou o Fede fazer o mesmo. Guiou ele até a outra ponta da mesa, puxou a toalha, e também chamou a Florencia pra chegar perto.
— Encosta a cara aí, contra a mesa — mandou agora pra Flor — e bota a língua pra fora.
A menina obedeceu, virando de lado e encaixando o lado esquerdo do rosto pra ficar apoiado na superfície da mesa.
— Agora sim, tá pronta pra tomar a pirocona. Vem, Fede, se coloca aqui.
O irmão obedeceu e se aproximou, quase deixando a piroca em cima da cara da Florencia, que mantinha apoiada de lado na mesa. Quando já tava ali, com a piroca prestes a explodir em cima da Flor, a Melina segurou ela e começou a bater uma pra ele gozar.
Precisou só de duas ou três sacudidas fortes da mão dela pra aquela piroca escorregadia ficar dura e começar a soltar a porra, que metade ia pra cara, bochecha, boca e língua da Florencia, e o resto caía na frente, mas em cima da mesa. Quando não saía mais leite, a Meli manteve a piroca naquela posição.
— Agora sê uma menina boazinha e limpa a mesa, e deixa também limpinha a piroca do Fede.
Florencia obedeceu e começou a juntar toda a porra que tinha caído na frente dela na mesa com a língua, recolhendo aos pouquinhos, lambendo. Assim, enquanto ia juntando o esperma espalhado na superfície, começou também a dar umas chupadas na cabeça da piroca do irmão, que a Melina ainda segurava no lugar. A menina ia tentando lamber aquele leite derramado na mesa enquanto chupava a cabeçuda.
— Tem porra na cara também, come ela. — ordenou a Melina quando viu que já tinha juntado quase tudo. Peituda.
A mais nova obedeceu de novo e usou dois dedos pra ir colocando a porra que tinha na cara dentro da boca.
– Muito bem, Floppy, assim que eu gosto.
– Já... já acabou? – perguntou Florencia, suspirando e excitada.
– Não, não seja mal-educada e agradece o cara.
Foi aí que a Flor entendeu que a Melina tinha ficado puta por ela ter tomado o controle da situação ontem. Mas não teve escolha, obedeceu, e deu um beijão na cabeça do pau do irmão, que soltou um suspiro.
– Já... já posso... gozar... – quis dizer depois de cumprir a ordem da Melina.
– Não, irmãzinha, ainda não pode gozar não. Essa sequência toda me deixou com muito tesão, então agora você vai chupar minha buceta. E também não pode lavar a cara, me excita ver você toda leitada e brilhando.
A Meli sentou de novo no lugar dela, levantou um pouco a saia verde-escura que tava usando e mandou a Florencia voltar pra debaixo da mesa, fazer o que tinha mandado, enquanto o Fede ia no banheiro lavar a rola e se recuperar do orgasmo.
– Puxa a minha calcinha, Floppy, eu não vou tirar a roupa igual você.
De novo a Florencia obedeceu e começou a chupar a buceta da irmã mais velha. O Fede, que voltava do banheiro, sentou de novo na mesa e terminaram de almoçar.
– Quer que eu levante nossos pratos, Meli? Tô vendo que você tá ocupada aí... – perguntou o garoto, quase rindo.
– Mmm sim, gato, põe eles na pia... Ah...
– Beleza, depois vou pro computador, se precisar de algo é só chamar.
– Fala, fala, irmãozinho... mm uff... onde você aprendeu a chupar buceta assim, Floppy? – perguntou a Meli agora.
A Flor não respondeu e continuou no que tava fazendo, debaixo da mesa, escondida pela toalha, enquanto a própria buceta dela pedia por gozo aos berros.
– Ahh assim, gata, siiim...
O que mais tava deixando a Melina com tesão era ela enfiar um par de dedos enquanto lambia o botãozinho. Ela já estava perto...
—Mmmm sim assim irmãzinha... Ahhh sim não para... — ia dizendo enquanto esticava um braço pra colocar a mão atrás da cabeça dela.
Finalmente Flor aumentou um pouco a velocidade dos dedos e fez Melina explodir num orgasmo, enquanto tensionava o corpo e empurrava a cara dela contra a pussy. Deixou ela ali por uns momentos, enquanto se recomponha da gozada, e foi soltando a leve pressão que ainda fazia.
—Ah... Ufa... como você é boa chupando, Flor, eu pensei que você só gostava de chupar cock... mas... aqui você não fica atrás hein...
Flor não respondeu nada, tinha a cara toda lambuzada e suja com as gozadas dos irmãos e ainda precisava urgentemente terminar a masturbação que tinha começado há um tempo e ter ela mesma um orgasmo.
—Bom Floppy, você pode... sair daí debaixo se quiser e terminar de comer.
—Não... Não tô mais com fome — disse Florencia enquanto saía.
—Então assim como está, vai e leva seu prato pra pia e lava tudo.
—Tá... ok...
A irmã dela se dispôs a obedecer, e assim como estava, nua, com a cara lambuzada e a pussy escorrendo fluido, foi lavar os pratos, enquanto a irmã mais velha a observava se recompondo do orgasmo.
Quando estava enxaguando o segundo, Melina se levantou e ficou atrás dela, agarrando os dois peitos com as palmas das mãos e apertando firmemente os bicos.
—Mmm irmãzinha, como você foi uma menina boa e submissa até agora e obedeceu todas as minhas ordens, acho que você merece a recompensa que tanto quer.
Enquanto dizia isso, Melina soltou os peitos da irmã, se abaixou até a altura da bunda e começou a comer toda a pussy dela por trás, enquanto abria aquelas nádegas redondas com as mãos.
Florencia se tensionou diante daquele prazer que já precisava com urgência.
—Que pussy molhada gostosa que você tem, Floppy — dizia Meli tirando a cara — mas eu não te disse pra parar com isso. Não te vou gozar até você terminar de lavar a louça.
A Florencia tava penando pra lavar a louça enquanto a irmã dela comia a buceta dela. Pra piorar, a danada tinha aumentado a aposta e agora tinha enfiado um dedinho no cu dela enquanto chupava tudo, o que tava matando ela e fazendo ela gemer baixinho. Mesmo assim, Flor se esforçou pra terminar de lavar tudo pra Melina deixar ela gozar de uma vez.
— Lis... ah... pronto... — falou quando colocou o último pra secar.
Ouvindo isso, Melina começou a aumentar a intensidade com que chupava a buceta dela, levou o dedo de uma mão pro clitóris enquanto enfiava e tirava o dedo da outra mão no cu, e a Florencia não teve escolha a não ser explodir no orgasmo que precisava fazia uma hora, enquanto gemia e o corpo dava uns pequenos espasmos.
Quando terminou de gozar, Melina se levantou e voltou a ficar atrás da irmã, que ainda tremia.
— Muito bem, Floppy, até agora você tá indo bem. Mas ainda tem a tarde toda pela frente, hein... embora me pareça que obedecer te excita muito, né? — Melina passou dois dedos na buceta ainda sensível do orgasmo e colocou na boca de Florencia, que chupou — Agora vou tomar banho, você termina de arrumar tudo aqui e depois pode ir tomar banho também, se quiser.
Melina se afastou e se despediu da irmãzinha com um tapa naquela bundinha redonda, rumo ao quarto dela pra pegar roupa pro banho. A vingança dela tava indo perfeitamente.
-------------
Melina tinha ficado um pouco irritada com o dia anterior, onde, embora tivesse engolido leite e o próprio irmão a feito gozar, tinha uma espinha encravada por causa de como Florencia tinha dominado a situação, não só dando pequenas ordens pro Fede, mas também fazendo ela comer a porra da própria mão dela ou como tinha forçado a chamar o namorado enquanto comiam a buceta dela. Ela ia pensando nisso enquanto fazia as compras pra casa, já que era a encarregada de fazê-las enquanto os pais estivessem de férias. Ficou a manhã toda tentando bolar um plano pra se vingar, até que, já saindo do supermercado, teve uma ideia.
Chegou em casa e foi direto pro quarto do Fede, que naquela hora da manhã já devia ter voltado da academia, já que nenhum dos dois tinha aula naquele dia.
A mina entrou e, de fato, encontrou o irmão jogando alguma coisa no computador. Sentou do lado e explicou a situação e o que queria fazer, sabendo de antemão que o Fede ia topar na hora pra fazer o favor.
Chegando meio-dia, os dois já tinham preparado o almoço, colocado uma toalha comprida na mesa, que quase chegava no chão, e estavam sentados, esperando a Florencia pra começar a comer. Finalmente a irmã mais nova voltou da faculdade, cumprimentou eles e, depois de deixar as coisas num sofá, sentou pra comer com eles.
Depois de papear um pouco sobre besteiras enquanto comiam, foi a Flor quem perguntou:
— E aí, galera... hoje à tarde sai uns babacas? Passei a manhã toda vendo paus na facul e não sabe a vontade que tô de mamar jajaj.
— Você não vai mais poder chupar a pica do Fede, Floppy... — interrompeu a Melina, olhando diretamente pra ela — ...a não ser que aceite jogar um joguinho com a gente.
— Hã? — disse Florencia, confusa — Não entendi.
— Que se você quiser chupar a pica do nosso irmãozinho de novo ou tomar o leite dele, vai ter ter que aceitar um joguinho.
— E que joguinho seria esse??
— Hoje você vai brincar de ser bem submissa, feito uma putinha. — respondeu Melina sem se abalar — Por hoje, você vai ter que obedecer todas as minhas ordens e fazer o que a gente mandar.
— E????? Cê tá doida, garota? — respondeu ela quase indignada — E você, idiota, não tem nada a dizer?? Sério que aceitou isso?? — dizia agora bem irritada Florencia pro irmão, que só olhou pra ela com indiferença, quase ignorando.
— Bom, Floppy, se você não aceitar o jogo, não vai mais ter a pica do Fede, a escolha é sua — falou Melina de novo enquanto levava outra garfada na boca.
— NÃO, NEM FODENDO — respondeu Florencia tentando ser desafiadora.
— Ok...
Flor tava bem puta com a situação toda, como assim iam falar isso pra ela? E Federico ainda dando trela pra Melina?
Os três continuavam comendo, até que num momento Melina, que conhecia bem a irmã mais nova e até tinha planejado que ela reagisse assim, olhou pro cara e fez um sinal.
— Guri, é tua vez.
O cara engoliu o que tava mastigando, levantou do lugar e foi até onde Melina tava sentada. Aí ela desabotoou a calça jeans azul que ele tava usando, puxou a cueca pra baixo e tirou a pica gostosa dele pra fora. Empurrou a pele pra trás pra deixar a cabecinha aparecendo, lambeu a glande umas duas vezes, e meteu na boca, enquanto a irmã observava do outro lado comendo.
— mmmgh que pica gostosa que cê tem, irmãozinho — dizia Melina chupando pau — que grande que é...
Melina dava umas chupadas e tirava da boca, e enquanto segurava firme com uma mão, com a outra pegava um pouco de comida do prato, engolia e voltava a chupar aquela pica dura e brilhosa de tanto boquete.
Do lado dela, Florencia morria de inveja de ver a irmã mais velha não só tirando essa chance dela, mas ainda esfregando na cara dela. Pra piorar, percebia que tava se molhando só de ver aquilo. pau sendo chupada na frente dele.
- mmmnmgh vai me dar toda a leitinha, neném?? Tudo pago por mim? - dizia agora Meli saboreando aquela pau, e Fede só respondeu "sim" com a cabeça-.
Flor não aguentou mais, tava completamente verde de inveja.
- CHEGA PORRA!! - quase gritou enquanto levantava da cadeira, e os dois irmãos viraram pra ela-... Tá bom, vocês venceram... Vou ser a putinha submissa de vocês e obedecer tudo que mandarem... mas só hoje, hein!!
- Perfeito, Floppy... - Meli parou de chupar- Você, Fede, já pode voltar a comer.
Fede guardou a pau dentro da calça e obedeceu, o que foi meio complicado já que tava tomando um boquete e tava durasso.
- Que... que que eu tenho que fazer? - perguntou Flor em voz baixa-.
- Primeiro, você vai comer pelada.
- Hã?
- Já me ouviu, vai comer pelada. Tira a roupinha.
A garota ficou olhando pra ela sem saber o que dizer. Finalmente se levantou e começou a tirar tudo. Os dois irmãos observavam ela se despindo, primeiro tirou a blusa branca com detalhes azuis que tinha levado pra faculdade e depois desabotoou o sutiã, deixando o belo par de peitos no ar. Parou ali e ficou olhando pra irmã.
- TUDO, eu falei - Melina respondeu a pergunta que Flor fez com o olhar-.
Florencia entendeu que era sério, e também tirou a calça jeans azul clara que tava usando e por último a calcinha preta que tinha escolhido naquele dia. Foi Melina quem falou de novo:
- Fede, sou eu... ou sua irmãzinha tá se molhando?
Fede só fez um gesto.
- hmm Floppy, tô achando que você tá gostando disso, hein. Mostra pra gente, pra mim e pro seu irmão, se você tá molhadinha ou não.
Florencia quase se surpreendeu ela mesma ao ver que realmente tava com a buceta já escorrendo. Parece que ela também tava curtindo um pouco essa de obedecer.
A mais nova dos três então se levantou e abriu um pouco a buceta pra mostrar. mostrá-la pra irmã dela.
— Epa... Tô vendo que você tá gostando pra valer disso, hein...
— N... não... — tentou dizer Florencia.
— Bom, já que te excita tanto ficar pelada na nossa frente, agora você vai sentar e vai se masturbar enquanto a gente almoça, e só depois vai poder comer.
A garota, que estava nua, com o rosto vermelho e a buceta molhada, sentou de volta na cadeira e começou a enfiar os dedos, exatamente como mandaram, enquanto os irmãos almoçavam.
Ficou um tempinho assim, enfiando uns dois dedos, começando a curtir essa coisa de submissão. Mas quando Melina viu que Florencia já tava gostando demais daquela masturbação, interrompeu e falou:
— Chega, para aí.
Florencia olhou pra ela com cara de quem queria continuar até gozar.
— Não, para aí que eu falei. Agora o que você vai fazer é se enfiar debaixo da mesa, assim peladinha do jeito que tá, e chupar a pica do Fede, mas NÃO pode se tocar na buceta de novo até eu mandar.
O garoto finalmente se sentiu aliviado porque a Melina tinha garantido de manhã que ele ia ter que se segurar quando ela deixasse o boquete pela metade, pra dar certo o plano.
Florencia olhou pros dois, respirou por uns segundos, e foi pra debaixo da mesa. Desabotoou a calça dele e tirou a pica da cueca do irmão, que ainda tava dura e pegajosa. Fede suspirou quando sentiu as primeiras chupadas da Flor, mas tentou continuar comendo naturalmente, enquanto a outra irmã falava dos preços do mercado.
— E aí, moleque? Como é que a Floppy tá te chupando? — disse Meli quando viu que o irmão começava a perder o foco.
— Uf... bem...
Florencia só mamava, sem falar nada nem tirar a pica da boca, tava adorando ser submissa e receber ordem pra fazer um boquete.
— Fede, me avisa quando sentir que vai gozar — falou Meli.
— ... ok... já não falta... muito... Ahh...
O garoto tava quase lá. bocado enquanto a irmãzinha agora lambia a cabeça da piroca dele. Depois de chupar quase inteira, Fede sentiu que não ia aguentar, e avisou a Melina.
— Para de chupar agora, Floppy — ordenou a mais velha —, volta aqui.
Os outros dois olharam pra ela surpresos, especialmente o Fede, que já queria gozar.
Melina levantou do banco e mandou o Fede fazer o mesmo. Guiou ele até a outra ponta da mesa, puxou a toalha, e também chamou a Florencia pra chegar perto.
— Encosta a cara aí, contra a mesa — mandou agora pra Flor — e bota a língua pra fora.
A menina obedeceu, virando de lado e encaixando o lado esquerdo do rosto pra ficar apoiado na superfície da mesa.
— Agora sim, tá pronta pra tomar a pirocona. Vem, Fede, se coloca aqui.
O irmão obedeceu e se aproximou, quase deixando a piroca em cima da cara da Florencia, que mantinha apoiada de lado na mesa. Quando já tava ali, com a piroca prestes a explodir em cima da Flor, a Melina segurou ela e começou a bater uma pra ele gozar.
Precisou só de duas ou três sacudidas fortes da mão dela pra aquela piroca escorregadia ficar dura e começar a soltar a porra, que metade ia pra cara, bochecha, boca e língua da Florencia, e o resto caía na frente, mas em cima da mesa. Quando não saía mais leite, a Meli manteve a piroca naquela posição.
— Agora sê uma menina boazinha e limpa a mesa, e deixa também limpinha a piroca do Fede.
Florencia obedeceu e começou a juntar toda a porra que tinha caído na frente dela na mesa com a língua, recolhendo aos pouquinhos, lambendo. Assim, enquanto ia juntando o esperma espalhado na superfície, começou também a dar umas chupadas na cabeça da piroca do irmão, que a Melina ainda segurava no lugar. A menina ia tentando lamber aquele leite derramado na mesa enquanto chupava a cabeçuda.
— Tem porra na cara também, come ela. — ordenou a Melina quando viu que já tinha juntado quase tudo. Peituda.
A mais nova obedeceu de novo e usou dois dedos pra ir colocando a porra que tinha na cara dentro da boca.
– Muito bem, Floppy, assim que eu gosto.
– Já... já acabou? – perguntou Florencia, suspirando e excitada.
– Não, não seja mal-educada e agradece o cara.
Foi aí que a Flor entendeu que a Melina tinha ficado puta por ela ter tomado o controle da situação ontem. Mas não teve escolha, obedeceu, e deu um beijão na cabeça do pau do irmão, que soltou um suspiro.
– Já... já posso... gozar... – quis dizer depois de cumprir a ordem da Melina.
– Não, irmãzinha, ainda não pode gozar não. Essa sequência toda me deixou com muito tesão, então agora você vai chupar minha buceta. E também não pode lavar a cara, me excita ver você toda leitada e brilhando.
A Meli sentou de novo no lugar dela, levantou um pouco a saia verde-escura que tava usando e mandou a Florencia voltar pra debaixo da mesa, fazer o que tinha mandado, enquanto o Fede ia no banheiro lavar a rola e se recuperar do orgasmo.
– Puxa a minha calcinha, Floppy, eu não vou tirar a roupa igual você.
De novo a Florencia obedeceu e começou a chupar a buceta da irmã mais velha. O Fede, que voltava do banheiro, sentou de novo na mesa e terminaram de almoçar.
– Quer que eu levante nossos pratos, Meli? Tô vendo que você tá ocupada aí... – perguntou o garoto, quase rindo.
– Mmm sim, gato, põe eles na pia... Ah...
– Beleza, depois vou pro computador, se precisar de algo é só chamar.
– Fala, fala, irmãozinho... mm uff... onde você aprendeu a chupar buceta assim, Floppy? – perguntou a Meli agora.
A Flor não respondeu e continuou no que tava fazendo, debaixo da mesa, escondida pela toalha, enquanto a própria buceta dela pedia por gozo aos berros.
– Ahh assim, gata, siiim...
O que mais tava deixando a Melina com tesão era ela enfiar um par de dedos enquanto lambia o botãozinho. Ela já estava perto...
—Mmmm sim assim irmãzinha... Ahhh sim não para... — ia dizendo enquanto esticava um braço pra colocar a mão atrás da cabeça dela.
Finalmente Flor aumentou um pouco a velocidade dos dedos e fez Melina explodir num orgasmo, enquanto tensionava o corpo e empurrava a cara dela contra a pussy. Deixou ela ali por uns momentos, enquanto se recomponha da gozada, e foi soltando a leve pressão que ainda fazia.
—Ah... Ufa... como você é boa chupando, Flor, eu pensei que você só gostava de chupar cock... mas... aqui você não fica atrás hein...
Flor não respondeu nada, tinha a cara toda lambuzada e suja com as gozadas dos irmãos e ainda precisava urgentemente terminar a masturbação que tinha começado há um tempo e ter ela mesma um orgasmo.
—Bom Floppy, você pode... sair daí debaixo se quiser e terminar de comer.
—Não... Não tô mais com fome — disse Florencia enquanto saía.
—Então assim como está, vai e leva seu prato pra pia e lava tudo.
—Tá... ok...
A irmã dela se dispôs a obedecer, e assim como estava, nua, com a cara lambuzada e a pussy escorrendo fluido, foi lavar os pratos, enquanto a irmã mais velha a observava se recompondo do orgasmo.
Quando estava enxaguando o segundo, Melina se levantou e ficou atrás dela, agarrando os dois peitos com as palmas das mãos e apertando firmemente os bicos.
—Mmm irmãzinha, como você foi uma menina boa e submissa até agora e obedeceu todas as minhas ordens, acho que você merece a recompensa que tanto quer.
Enquanto dizia isso, Melina soltou os peitos da irmã, se abaixou até a altura da bunda e começou a comer toda a pussy dela por trás, enquanto abria aquelas nádegas redondas com as mãos.
Florencia se tensionou diante daquele prazer que já precisava com urgência.
—Que pussy molhada gostosa que você tem, Floppy — dizia Meli tirando a cara — mas eu não te disse pra parar com isso. Não te vou gozar até você terminar de lavar a louça.
A Florencia tava penando pra lavar a louça enquanto a irmã dela comia a buceta dela. Pra piorar, a danada tinha aumentado a aposta e agora tinha enfiado um dedinho no cu dela enquanto chupava tudo, o que tava matando ela e fazendo ela gemer baixinho. Mesmo assim, Flor se esforçou pra terminar de lavar tudo pra Melina deixar ela gozar de uma vez.
— Lis... ah... pronto... — falou quando colocou o último pra secar.
Ouvindo isso, Melina começou a aumentar a intensidade com que chupava a buceta dela, levou o dedo de uma mão pro clitóris enquanto enfiava e tirava o dedo da outra mão no cu, e a Florencia não teve escolha a não ser explodir no orgasmo que precisava fazia uma hora, enquanto gemia e o corpo dava uns pequenos espasmos.
Quando terminou de gozar, Melina se levantou e voltou a ficar atrás da irmã, que ainda tremia.
— Muito bem, Floppy, até agora você tá indo bem. Mas ainda tem a tarde toda pela frente, hein... embora me pareça que obedecer te excita muito, né? — Melina passou dois dedos na buceta ainda sensível do orgasmo e colocou na boca de Florencia, que chupou — Agora vou tomar banho, você termina de arrumar tudo aqui e depois pode ir tomar banho também, se quiser.
Melina se afastou e se despediu da irmãzinha com um tapa naquela bundinha redonda, rumo ao quarto dela pra pegar roupa pro banho. A vingança dela tava indo perfeitamente.
0 comentários - Dale, irmãozinho VII