Volví y mi tío siempre me ha deseado – primera parte

Meu tio sempre demonstrou um interesse estranho por mim, todo mundo sempre achou que eu era o sobrinho favorito dele, mas esse interesse nem sempre foi da mesma forma. Na verdade, desde que comecei a falar abertamente sobre minha sexualidade em casa e apresentei meus dois namorados pra minha família, tudo ficou mais evidente no jeito que ele me tratava, embora pra mim ainda parecesse aquele tratamento preferencial de sempre.

Depois de um tempo no meu relacionamento com eles dois, surgiu a chance deles começarem a trabalhar fora, em viagens regulares de maior ou menor duração, então com o tempo eu comecei a ficar cada vez mais sozinho. Mas a gente tava bem apesar disso e de que entre eles nunca tinham conseguido resolver as diferenças em relação a mim, pelo menos nunca de forma definitiva.

Meu tio em particular e toda minha família em geral sabiam dessa situação e quando isso acontecia, de eu ficar sozinho, geralmente me convidavam pra ficar na casa deles ou eles vinham pro apartamento onde a gente morava os três. Eles me deixavam no comando de tudo e eu fazia o que podia. Então, quando rolava algo assim, meu tio sempre tava presente de algum jeito. Se a gente via filmes na casa dos meus pais, ele aparecia; se fazia uma comida em família, ele tava lá. E numa noite que a gente se reuniu todo mundo e começou a beber vinho, ele sentou do meu lado no sofá e ficou conversando comigo enquanto a gente via o filme juntos. Ele se aproximava de mim e, sutilmente, roçava na minha perna, na minha barriga. Num momento, até chegou perto do meu pescoço, mas eu fiz que não tava vendo. Claramente já tava achando o tom das atitudes dele bem suspeito, então levantei pra ir no banheiro e ele me seguiu, sem disfarçar quase nada, pra ser sincero.

Quando a gente ficou sozinho na antessala do banheiro, ele me bloqueou a passagem com o próprio corpo e disse que eu gostava dele e que ele queria me ter. Foi estranho pra mim e num primeiro momento eu resisti a tudo, mas quando ele finalmente me beijou, não consegui resistir. A boca dela era perfeita e eu esqueci completamente que era meu tio, tanto que depois de um tempo naquela situação senti vontade de acariciar o volume dele por cima da calça, quando minha mãe se aproximou de onde a gente estava e, sem perceber nada, perguntou o que estava acontecendo e por que não voltávamos a ver o filme. Respondi rápido que estava com um pouco de dor de cabeça e que provavelmente ia dormir ou, pelo menos, me deitar, então subi correndo pro meu quarto que ficava no segundo andar, enquanto meu tio e minha mãe voltavam pra sala pra continuar vendo o filme.Volví y mi tío siempre me ha deseado – primera parteDepois de alguns minutos, provavelmente uns vinte, a porta do meu quarto bateu do lado de fora e eu abri, pensei que era minha mãe trazendo um remédio pra dor de cabeça, mas na verdade era meu tio que tinha se oferecido. Peguei o comprimido que ele trouxe e um segundo depois ele já tava me beijando de novo, me virou de costas e beijou meu pescoço com paixão enquanto a mão dele deslizava primeiro dentro da minha calça e depois na minha calcinha, sim... calcinha. Minhas pernas fraquejaram um pouco, sinceramente ainda sentia um certo nojo, mas a situação em si me fascinava, soube que ia rolar quando ele sussurrou no meu ouvido pra não fazer barulho enquanto abaixava minha calça e levantava minha camiseta, me apoiando na escrivaninha do meu quarto. Ele esfregou o pau na linha da minha bunda, mas não me penetrou, em vez disso me pegou pelo pescoço, me sentou na minha cama na frente da rola dele e pediu pra eu segurar com as mãos, só pra começar a lamber de cima pra baixo, acariciando com minha língua as bolas dele no final do caminho e depois subindo de novo. A pele dele era linda, o cheiro, a cor, a autoridade dele comigo era perfeita, literalmente me dominava um pouco mais a cada segundo.

Lá embaixo, as gargalhadas por causa do filme que estavam vendo era o sinal de que a gente tinha tempo de sobra.

Ele me levou contra a parede do armário e ali, com o pau dele completamente lubrificado pela minha boca, foi a primeira vez que ele entrou em mim, tapou minha boca com as mãos porque senão um gemido teria escapado, que de qualquer jeito teria sido perfeito pra situação, minhas pernas se abriram mais por puro instinto e a saliva que meu tio cuspia na minha bunda lubrificava ainda mais o pau dele pra entrar em mim. Ele tocava meu clitóris pra continuar me estimulando enquanto metia com violência, mas com a delicadeza suficiente pra ninguém descobrir, já que não era nada conveniente pra ele que isso acontecesse. A gente transou no chão do meu quarto e também na cama, quando ele me colocou de quatro. Senti que ele entrou completo em mim e gozou pela primeira vez, quando ele me comeu de quatro, mas totalmente deitado na cama. Senti que, por um momento, ele se animou a me meter com força suficiente pra minha bunda fazer barulho, mas com cuidado pra não ser ouvido ou me fazer gemer demais. Ele falava que eu parecia uma puta, e foi nessa hora que ele gozou pela segunda vez, também dentro de mim, na bunda.

Sinceramente, às vezes ele não se segurava, e eu tinha que fazer o que podia pra trazer ele à razão. Em alguns momentos, eu também não aguentava ele dentro de mim com toda aquela potência, mas era uma delícia a situação no geral. Me senti a prostituta dele e amei isso.

Quando ele terminou pela terceira vez, pediu pra fazer na minha boca, e eu não tinha vontade de negar nada. Queria acabar logo porque todo mundo já ia perceber nossa ausência, e eu tava preocupada, então aceitei. Ele fez, e a gente ficou um tempinho deitados na cama, eu em cima do peito dele, conversando um pouco pelados. Foi estranho, mas gostoso… Não dava pra tomar banho, então tentamos disfarçar o suor dele, e ele saiu do meu quarto. Eu fiquei deitada, aparentemente ninguém percebeu nada, porque senti a noite terminar em paz enquanto meu corpo, na cama e meio dormindo, pedia mais do néctar que meu tio tinha compartilhado comigo naquela noite tão especial.Sexo anal

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