Hoje trago um conto curto antes da parte final que causou o desfecho. Assim que passar dos 500, posto o próximo!
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Nas semanas seguintes àquele jogo com nossos parceiros, tentamos de todo jeito um encontro, mas tava complicado. Se não era por causa do trabalho, era por doença ou algo assim. Tava dando zebra. Teve um boquete no carro um dia e uma troca de gentilezas, mas nada além. Um dia, a Eli me trouxe uma surpresa:
Eli: olha o que comprei pra gente – tirou uma caixinha
Eu: que isso? – abri e era um vibrador e um controle
Eli: eu fico com essa parte e você com essa – dividiu e eu fiquei com o controle – só se preocupa de ter pilha
Eu: haha, vamo testar?
Ela colocou e eu testei um pouco. A gente tinha que buscar os meninos e ela não tirou na porta da escola. Foi muito divertido ter a mão no bolso subindo e descendo a velocidade. Eu via como ela tava desconfortável e se remexendo.
Nos dias seguintes, a gente brincou muito com nosso brinquedo. Estacionamos um atrás do outro, nos ligamos e começamos a brincar.
Eli: uff, como eu gosto de saber que você controla
Eu: tô com o pau durasso e me tocando
Os movimentos tinham que ser meio disfarçados porque chegavam carros. Mas gozamos. A brincadeira e a perversão da Eli não pararam por aí. Ela me contou que comprou um com o Leo e que tavam brincando do mesmo jeito. Ele topou na hora, mas ela tinha algo em mente:
Eli: falei pro gordo que vou colocar essa noite quando for na sua casa. E se eu ficar com tesão, chupo ele no banheiro de vocês
Eu: haha, que filha da puta! E eu?
Eli: vou colocar os dois
Eu: ufff
Eli: vou imaginar que vocês dois tão me tocando
Eu: mmm, tem uma fantasia aí
Eli: qual seria?
Eu: que a gente te coma os dois
Eli: sim, óbvio. Mas nunca vai rolar
À noite, chegaram em casa e eu coloquei o controle no bolso. Assim que chegaram, testei e notei uma reação nela. Enquanto a gente cozinhava e tomava algo, era muito engraçado ver como o Leo tinha a mão no bolso e olhava pra mulher dele, tentando disfarçar. de disfarçar comigo e eu, ao mesmo tempo, também tava fazendo ela vibrar. Eli tava super quente e desconfortável. No jantar, as mãos dos dois amantes desciam pra dar prazer pra ela. Ela mordia os lábios e olhava concentrada pra baixo. Mari: "Eli, cê tá bem?" Eli: "Tô, tô." Leo: "É que ela não tá bem do estômago hoje" — ele cobriu ela, enquanto a mão dele continuava debaixo da mesa. Mari: "Quer alguma coisa? Quer ir no banheiro?" Eli: "Sim, sim. Já vou." Levantou rápido e correu pro banheiro. Nós dois continuávamos nos movendo. Até que se ouviu um "amor, pode vir?" do banheiro. Leo disse que ia ajudar ela. Se trancaram no banheiro e Eli se ajoelhou rapidinho. Mandou ele ficar quieto. Tirou a pica dele e enfiou na boca. Eu tava com a Mari, mas não tirava minha mão do controle, queria que ela sentisse que eu tava no comando enquanto chupava ele. Falei pra Mari que ia ver se tavam bem e me encostei perto da porta. Por mais silêncio que tentassem fazer, era óbvio que ela tava chupando ele. Olhei pelo buraco da porta e vi a cabeça dela se movendo sem freio, aí eu aumentei a velocidade com a minha mão. Minha mulher chegou perto pra ver. Mari: "Amiga, cê tá bem?" Leo: "Tá sim. Acho que vai vomitar" — Leo falou com um tom meio ofegante. Eu: "Manda ela ajoelhar que ajuda" — acho que Eli sorriu. Leo: "Tá de joelhos sim" — os dois riram. Eu aumentava o ritmo. Eli tava voando e chupando com gosto. Mari: "Mas não pode vomitar? Quer que eu ajude, amiga?" Leo: "Não, tá tudo bem.. tô ajudando ela." Eu: "Que tal enfiar os dedos? Ajuda quando toca o fundo" — eu ria. Eli enfiou a pica pra dentro.. deu uma ânsia que ajudou no teatro. Eu não parava a velocidade e ela chupou a pica com tudo até soltar toda a carga dentro da boca. Ouviram uns barulhos estranhos e Mari perguntou se tava tudo bem. Leo: "Sim, sim.. aí, vomitou. Já vamos sair" — ele arrumou a calça e abriu a porta. Eli pediu a bolsa da Mari e depois de um tempinho saiu. Tava com uma cara de... atuação, mas dava pra ver que ela tinha se divertido pra caralho. Mari tava preocupada e eu me sentia culpada por ser a única no lugar que não sabia o que tinha acabado de rolar. Eli: me arruma um negócio pra tirar esse gosto? — falou pra Mari com a maior cara de atuação Mari: já vou pegar Eli: cê não tem ideia do orgasmo que eu tive — falou bem baixinho pra mim O resto do jantar Eli se sentiu bem e esqueceu de atuar. Na verdade, tava com uma cara de satisfação do caralho por ter controlado tudo...
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Nas semanas seguintes àquele jogo com nossos parceiros, tentamos de todo jeito um encontro, mas tava complicado. Se não era por causa do trabalho, era por doença ou algo assim. Tava dando zebra. Teve um boquete no carro um dia e uma troca de gentilezas, mas nada além. Um dia, a Eli me trouxe uma surpresa:
Eli: olha o que comprei pra gente – tirou uma caixinha
Eu: que isso? – abri e era um vibrador e um controle
Eli: eu fico com essa parte e você com essa – dividiu e eu fiquei com o controle – só se preocupa de ter pilha
Eu: haha, vamo testar?
Ela colocou e eu testei um pouco. A gente tinha que buscar os meninos e ela não tirou na porta da escola. Foi muito divertido ter a mão no bolso subindo e descendo a velocidade. Eu via como ela tava desconfortável e se remexendo.
Nos dias seguintes, a gente brincou muito com nosso brinquedo. Estacionamos um atrás do outro, nos ligamos e começamos a brincar.
Eli: uff, como eu gosto de saber que você controla
Eu: tô com o pau durasso e me tocando
Os movimentos tinham que ser meio disfarçados porque chegavam carros. Mas gozamos. A brincadeira e a perversão da Eli não pararam por aí. Ela me contou que comprou um com o Leo e que tavam brincando do mesmo jeito. Ele topou na hora, mas ela tinha algo em mente:
Eli: falei pro gordo que vou colocar essa noite quando for na sua casa. E se eu ficar com tesão, chupo ele no banheiro de vocês
Eu: haha, que filha da puta! E eu?
Eli: vou colocar os dois
Eu: ufff
Eli: vou imaginar que vocês dois tão me tocando
Eu: mmm, tem uma fantasia aí
Eli: qual seria?
Eu: que a gente te coma os dois
Eli: sim, óbvio. Mas nunca vai rolar
À noite, chegaram em casa e eu coloquei o controle no bolso. Assim que chegaram, testei e notei uma reação nela. Enquanto a gente cozinhava e tomava algo, era muito engraçado ver como o Leo tinha a mão no bolso e olhava pra mulher dele, tentando disfarçar. de disfarçar comigo e eu, ao mesmo tempo, também tava fazendo ela vibrar. Eli tava super quente e desconfortável. No jantar, as mãos dos dois amantes desciam pra dar prazer pra ela. Ela mordia os lábios e olhava concentrada pra baixo. Mari: "Eli, cê tá bem?" Eli: "Tô, tô." Leo: "É que ela não tá bem do estômago hoje" — ele cobriu ela, enquanto a mão dele continuava debaixo da mesa. Mari: "Quer alguma coisa? Quer ir no banheiro?" Eli: "Sim, sim. Já vou." Levantou rápido e correu pro banheiro. Nós dois continuávamos nos movendo. Até que se ouviu um "amor, pode vir?" do banheiro. Leo disse que ia ajudar ela. Se trancaram no banheiro e Eli se ajoelhou rapidinho. Mandou ele ficar quieto. Tirou a pica dele e enfiou na boca. Eu tava com a Mari, mas não tirava minha mão do controle, queria que ela sentisse que eu tava no comando enquanto chupava ele. Falei pra Mari que ia ver se tavam bem e me encostei perto da porta. Por mais silêncio que tentassem fazer, era óbvio que ela tava chupando ele. Olhei pelo buraco da porta e vi a cabeça dela se movendo sem freio, aí eu aumentei a velocidade com a minha mão. Minha mulher chegou perto pra ver. Mari: "Amiga, cê tá bem?" Leo: "Tá sim. Acho que vai vomitar" — Leo falou com um tom meio ofegante. Eu: "Manda ela ajoelhar que ajuda" — acho que Eli sorriu. Leo: "Tá de joelhos sim" — os dois riram. Eu aumentava o ritmo. Eli tava voando e chupando com gosto. Mari: "Mas não pode vomitar? Quer que eu ajude, amiga?" Leo: "Não, tá tudo bem.. tô ajudando ela." Eu: "Que tal enfiar os dedos? Ajuda quando toca o fundo" — eu ria. Eli enfiou a pica pra dentro.. deu uma ânsia que ajudou no teatro. Eu não parava a velocidade e ela chupou a pica com tudo até soltar toda a carga dentro da boca. Ouviram uns barulhos estranhos e Mari perguntou se tava tudo bem. Leo: "Sim, sim.. aí, vomitou. Já vamos sair" — ele arrumou a calça e abriu a porta. Eli pediu a bolsa da Mari e depois de um tempinho saiu. Tava com uma cara de... atuação, mas dava pra ver que ela tinha se divertido pra caralho. Mari tava preocupada e eu me sentia culpada por ser a única no lugar que não sabia o que tinha acabado de rolar. Eli: me arruma um negócio pra tirar esse gosto? — falou pra Mari com a maior cara de atuação Mari: já vou pegar Eli: cê não tem ideia do orgasmo que eu tive — falou bem baixinho pra mim O resto do jantar Eli se sentiu bem e esqueceu de atuar. Na verdade, tava com uma cara de satisfação do caralho por ter controlado tudo...
7 comentários - O motivo do meu divórcio - parte 7