O motivo do meu divórcio - parte 7

Hoje trago um conto curto antes da parte final que causou o desfecho. Assim que passar dos 500, posto o próximo!
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Nas semanas seguintes àquele jogo com nossos parceiros, tentamos de todo jeito um encontro, mas sempre complicava. Se não era por trabalho, era por doença ou algo assim. Tava dando azar. Teve um boquete no carro um dia e uma retribuição, mas nada além.

Um dia, Eli me trouxe uma surpresa:
Eli: "olha o que comprei pra gente" – tirou uma caixinha
Eu: "que isso?" – abri e era um vibrador e um controle
Eli: "eu fico com essa parte e você com essa" – dividiu e eu fiquei com o controle – "só se preocupa em ter pilha"
Eu: "haha, vamo testar?"

Ela colocou e eu testei um pouco. Tivemos que ir buscar os meninos e ela não tirou na porta da escola. Foi muito divertido ter a mão no bolso subindo e descendo a velocidade. Dava pra ver como ela ficava incomodada e se mexia.

Nos dias seguintes, brincamos muito com nosso brinquedo. Estacionávamos um atrás do outro, nos ligávamos e começávamos a jogar.
Eli: "uff, como eu gosto de saber que você controla"
Eu: "tô com o pau durasso e me tocando"

Os movimentos tinham que ser meio disfarçados porque chegavam carros. Mas gozamos. A brincadeira e a perversão da Eli não pararam por aí. Ela me contou que comprou um com o Leo e que estavam jogando a mesma coisa. Ele topou na hora, mas ela tinha algo em mente:
Eli: "falei pro gordo que vou colocar essa noite quando for na sua casa. E se me esquentar, chupo ele no banheiro dele"
Eu: "haha, que filha da puta! E eu?"
Eli: "vou colocar os dois"
Eu: "ufff"
Eli: "vou imaginar que vocês dois tão me tocando"
Eu: "mmm, tem uma fantasia aí"
Eli: "qual seria?"
Eu: "que a gente te coma os dois"
Eli: "sim, óbvio. Mas nunca vai acontecer"

À noite, chegaram em casa e eu coloquei o controle no bolso. Assim que chegaram, testei e notei uma reação nela. Enquanto cozinhávamos e tomávamos algo, era muito engraçado ver como o Leo tinha a mão no bolso e olhava pra mulher dele, tentando... de fingir comigo e eu, ao mesmo tempo, também tava fazendo ela vibrar. Eli tava super quente e desconfortável. No jantar, as mãos dos dois amantes desciam pra dar prazer pra ela. Ela mordia os lábios e olhava concentrada pra baixo. Mari: "Eli, cê tá bem?" Eli: "Tô, tô." Leo: "É que ela não tá bem do estômago hoje" — ele cobriu ela enquanto a mão dele continuava debaixo da mesa. Mari: "Quer alguma coisa? Quer ir no banheiro?" Eli: "Quero, quero. Já vou." Levantou rápido e correu pro banheiro. Nós dois continuávamos nos mexendo. Até que ouviu um "amor, pode vir?" do banheiro. Leo disse que ia ajudar ela. Se trancaram no banheiro e Eli se ajoelhou rapidinho. Mandou ele ficar quieto. Tirou a pica dele e enfiou na boca dela. Eu tava com a Mari, mas não tirava minha mão do controle, queria que ela sentisse que eu tava no comando enquanto chupava ele. Falei pra Mari que ia ver se tavam bem e fiquei perto da porta. Por mais silêncio que tentassem fazer, era óbvio que ela tava chupando ele. Olhei pelo buraco da porta e vi a cabeça dela se movendo sem freio, aí eu aumentei a velocidade com a minha mão. Minha mulher se aproximou pra ver. Mari: "Amiga, cê tá bem?" Leo: "Tá sim. Acho que vai vomitar" — Leo falou com a voz meio ofegante. Eu: "Manda ela ajoelhar que ajuda" — acho que Eli sorriu. Leo: "Tá de joelhos sim" — os dois riram. Eu aumentava o ritmo. Eli tava voando e chupando com gosto. Mari: "Mas não pode vomitar? Quer que eu ajude, amiga?" Leo: "Não, tão bem.. tô ajudando ela." Eu: "Talvez enfiar os dedos? Ajuda quando toca no fundo" — eu ria. Eli enfiou a pica pra dentro.. deu uma ânsia que ajudou no teatro. Eu não parava a velocidade e ela chupou a pica com intensidade até soltar toda a carga dentro da boca. Ouviram uns barulhos estranhos e Mari perguntou se tava tudo bem. Leo: "Tá, tá.. vomitou agora. Já vamos sair" — ele arrumou a calça e abriu a porta. Eli pediu a bolsa da Mari e daí a pouco saiu. Tava com uma cara de... atuação, mas dava pra ver que ela tinha se divertido pra caralho. Mari tava preocupada e eu me sentia culpado por ser a única ali que não sabia o que tinha acabado de rolar. Eli: me dá um negócio pra tirar esse gosto? - falou pra Mari com a maior cara de atuação Mari: é, já vou pegar Eli: tu não faz ideia do orgasmo que eu tive - falou bem baixinho pra mim No resto do jantar, Eli se sentiu bem e esqueceu de atuar. Na real, ela tava com uma cara de satisfação do caralho por ter controlado tudo...

7 comentários - O motivo do meu divórcio - parte 7

La historia está muy buena, pintaría para una relación entre los 4, evidentemente todos se tienen ganas y hay mucha complicidad a esta altura, pero el título del relato va en otra dirección a ver cómo lo resuelve el autor. Gracias por seguir contando, 10 puntos más!!
Tremendooooooo!!!! Espero con ansias como sigue!
Me los leí a todos juntos!! Subí cómo sigue por favor! Excelente relato!
Excelente relato, que no termine nunca esta serie
Exitante, Los dos con control y eli chupando la pija y el otro en la conchita a pure disfruté. Que calentita estaba eli. Van puntos