Laura parte 2

Bom, continuando com o relato da Laura. Depois de ter colocado o plug no cu dela e ter limpado tudo, pedi pra ela caminhar um pouquinho pra ver como ficava andando com o plug no rabo, e sinceramente, ela tava linda. Pedi pra ela se inclinar na maca e tirei umas fotos. Pedi pra ela vir até mim e subi a calça dela de novo. Começamos a nos beijar e voltei a apalpar a bunda dela por cima da calça, sentia o plug e fiquei muito excitado. Fazia um pouco de pressão na calça e sentia ela gemer. Os beijos ficaram mais profundos, com muita língua e troca de saliva, bem abusado. De repente, ela para e me diz: — Espera, papi, tenho que ir. E se continuarmos assim, vamos acabar ferrando tudo. Eu prometo que entro em contato com você em breve e vou seguir suas ordens. — Tá bom, coração, vai tranquila e tenta me avisar quando chegar pra eu saber que você chegou bem. Meia hora depois, recebo uma mensagem dela dizendo que estava a duas quadras de casa. No outro dia, trabalhando como sempre. Tem dias bons e dias ruins, e aquele dia foi bem agitado. Umas 19h, recebo uma mensagem dela: — Oi, papi, acabei de tirar seu brinquedinho do cu pra tomar banho e caiu um pouco da sua porra. Você não sabe como eu fiquei excitada ao sentir. Fiquei o dia inteiro com o brinquedo enfiado e cada vez que me mexia, lembrava de você. Tô com tanta vontade de te ver de novo. — Mmmm, sweetie, que delícia o que você tá me dizendo. Não esperava que você ficasse com ele enfiado tanto tempo. — Por sorte, não deu vontade de cagar. Mas toda vez que ia mijar, segurava ele com medo de escorregar e cair no vaso. Bom, vou indo, a gente se fala. — Tá, mando um beijo. Passaram uns dois dias sem notícias dela, mas eu entendia a situação e não escrevia. Além disso, não posso ficar obcecado por uma gostosa, por mais boa que ela seja, então segui minha vida normal. Recebo uma mensagem umas 21h: — Meu cu e eu sentimos sua falta, não responde. Passaram mais três dias sem trabalho. Então eu... Me distraía fazendo umas mudanças no meu gabinete pra não pensar na falta de trampo e em como administrar a grana que entra. Quem é autônomo vai me entender. E do nada, me caem dois pedidos de massagem pro dia seguinte, com 1h de diferença entre um e outro. Tô me preparando pro primeiro atendimento e chega uma mensagem: "Preciso levar minha filha na casa de uma amiga perto da sua ao meio-dia. Mas teria só 20 min. Dá pra me ver rapidinho?" Tava ferrado, porque era logo depois de terminar a primeira massagem, se o primeiro cliente viesse na hora certa. E ia ficar apertado com o próximo horário. Mas tava com vontade de ver ela, então falei: "Vem, mami. Vai ser na correria porque você vem entre um horário e outro, e vou ficar bem apertado." "Não se preocupa, papi, porque com certeza tenho 20 min, depois tenho que buscar minha filha de novo pra levar em outro lugar. Mas tô morrendo de vontade de te ver, então assim que eu passar pela porta, sou sua e você faz o que quiser comigo." "Ok, mami. Espero que você traga o brinquedinho. Quando eu abrir a porta, quero que já esteja na sua mão. Te espero. A paciente tá chegando." A pessoa, por sorte, chegou na hora certa, e eu não conseguia parar de pensar no que ia fazer com ela quando chegasse. Por sorte, consigo fazer meu trampo enquanto minha cabeça tá em outro lugar. Bom, a pessoa foi embora e eu comecei a limpar pra deixar tudo pronto pro próximo horário, pra ganhar tempo. E uns 20 min depois, vejo o carro estacionar e ela descendo com aquele vestido longo, leve, tipo de piscina — não lembro o tecido, mas vi e pensei: "que deusa". Óculos escuros, o vestido não era colado, mas realçava a silhueta, dava pra ver que tava de calcinha e sutiã, óculos escuros e tênis branco. Vejo ela descendo só com o celular e as chaves do carro e pensei: "porra, não trouxe o plug". De repente, ela volta pro carro, abre a porta de trás e se inclina um pouco, mostrando aquela bunda maravilhosa marcada, e vejo ela abrir uma... mochila e tira o plug de dentro, trazendo ele na mesma mão que o celular. Lá de fora não dá pra ver nada pra dentro do gabinete, então ela nem desconfiava que eu tava atrás da janela. Ela chega perto da porta e, antes de bater, eu abro a porta. Ela me olha e diz:
_ Oi, papai, cê tava me esperando? Não me diga que cê tava me olhando.
_ Oi, mamãe, sim, te vi desde que cê desceu do carro.
Ela entra, eu fecho a porta e não pensei duas vezes: agarrei ela pelo pescoço com uma mão e comecei a beijar a boca dela com desespero, e ela respondia com o mesmo desespero que eu. Comecei a apertar a bunda dela com força por cima do vestido, e a única coisa que se ouvia eram nossos gemidos e a troca de saliva que tava violenta. Levei ela até a ponta da maca e inclinei ela sobre ela, levantei o vestido dela e vi uma linda calcinha fio dental branca, que não me importou muito porque puxei ela pra baixo de uma vez até os tornozelos e enterrei minha cara na bunda dela, lambendo com desespero o cu dela e a buceta dela por trás. A buceta dela tava toda molhada. Com um sabor tão gostoso.
_ Ai, papai, que gostoso como cê chupa meu cu, não para, por favor, ai sim, ai sim.
Enquanto eu chupava o cu e a buceta dela, tirei a calcinha por completo e, enquanto começava a meter a língua no cu dela, comecei a enfiar 2 dedos na buceta dela enquanto na outra mão eu segurava a calcinha.
_ Sim, papai, sou sua, chupa minha bunda por favor, que eu amo, mais, mais, sim, mete a língua no meu cu.
Enquanto ela levantava mais a bunda pra deixar ela mais exposta pra mim, de repente me deu uma vontade filha da puta e tirei os dedos da buceta dela e, enquanto minha língua entrava e saía do cu dela, comecei a enfiar a calcinha na buceta dela. Eu sem dizer uma palavra.
_ Ai, papai, pelo amor de Deus, o que cê tá fazendo comigo? Tô gozando igual uma puta, não para, enfia a calcinha bem fundo na minha buceta.
Enfiei a calcinha toda pra dentro, convenhamos que as calcinhas fio dental são bem pequenininhas, então não foi difícil. Muito. Quando eu já tava dentro, parei, baixei minha calça e enfiei no cu dela até o fundo, eu também tava bem molhado e tinha esquentado bastante a bunda dela, então não custou nada meter _ sim, pelo amor de Deus, arrebenta minha buceta do cu, papi, meu cu é teu, sou tua puta, enche meu cu, me dá mais. Enquanto eu comia ela com força por trás, baixei o vestido dela por cima e também tirei o sutiã e comecei a agarrar os peitos dela com muita força. _ sim, papi, me dá, me arrebenta, me arrebenta, sou tua puta, adoro o que você faz comigo. Pode fazer o que quiser comigo, sou tua puta, sou tua puta _ sim, mami, você é minha puta? É minha puta e eu posso fazer o que quiser? _ sim, papi, sou tua puta obediente. Do lado da maca tem um espelho grande, peguei, tirei ela de lá e levei ela pelo pescoço até o lado da maca e inclinei ela de novo de frente pro espelho e enfiei com força no cu dela de novo, olhando as caras e os gemidos dela no espelho, agarrando os peitos dela com força e metendo cada vez mais forte porque já tava perto de gozar. _ papi, papi, enche meu cu, quero teu gozo no meu cu, por favor me dá o gozo, engravida meu cu. Quando ela falou isso, não sei por que, mas me excitou muito mais. E quando olhei pro lado, no meio do vai e vem, vi que ela tava segurando o plug com força na mão. _ Você tá com o brinquedo na mão, puta, vou encher teu cu de gozo e você vai embora com o cu tampado com meu gozo dentro. _ sim, papi, o que você quiser, me enche, me enche. Enche o cu da tua puta _ me dá o tampão, puta, que não quero que saia nem uma gota de gozo, e quando eu tampar teu cu, você vai limpar bem minha pica _ sim, papi, eu faço o que você mandar, me dá gozo, me dá gozo, me enche, por favor, engravida meu cuuuuu. E eu comecei a soltar gozo como se não houvesse amanhã _ sim, papi, que gostoso, sinto ele todo dentro, solta tudo dentro, que jatos gostosos, quanto gozo, papi, que gostoso, sinto meu cu cheio. Tremendo inteiro, minhas pernas bambas de pensar. como enfiar o plug sem a porra escapar. Peguei ela e, com a pica ainda enfiada no cu, coloquei o plug na boca dela e posicionei na entrada do cu dela. Num movimento rápido só, tirei a pica e enfiei o plug no cu dela de uma vez. E também subi ela na maca, deitada de barriga pra baixo. Limpei as nádegas dela e em volta do buraco do cu, e subi na outra ponta da maca pra ela me chupar e deixar limpinho. Ela deixou impecável _ você é um filho da puta, papi, o que me faz fazer - eu te amo, laura, você não me põe limite e isso me deixa louco _ é que eu me divirto demais com você - além de você me chamar de sua puta me excita pra caralho _ é que eu sou sua puta, você me deixa louca e eu quero ser sua puta enquanto der, bom, já posso descer que tenho que ir. - Espera, vou ver se o tampão tá seguro. Acariciei um pouco as nádegas dela e me certifiquei de que o cu tinha fechado um pouco pra não soltar o plug. Mexi um pouco e vi que já tava seguro - sim, mami, já pode descer. Ela desce, ajeita o vestido, se arruma um pouco na frente do espelho e me pede um sweet pra hálito. Me dá um beijo suave e profundo e me diz tchau. E eu falo espera _ que foi, papi? - você tá levando algo meu, mami _ que papi, sim, tudo é meu, celular e chaves do carro, e o tampão vou levar enfiado de novo. Me aproximo na altura da boca dela e levanto o vestido, levando minha mão até a pussy e enfio 2 dedos _ ai meu deus, papi, espera espera. Ela apoia a cabeça no meu ombro e começa a tremer toda enquanto eu começo a puxar bem devagar, mas num ritmo constante, o fio de dentro da pussy dela _ pelo amor de deus, não não não, papi, pelo amor de deus. Tremendo inteira, eu tinha ela bem colada em mim e sentia ela tremer e como ela tira uma das mãos dos meus ombros pra começar a levantar o vestido. _ por favor, papi, com a outra mão aperta o tampão pra não soltar e tira o fio, por favor. Levo minha mão até a bunda dela apertando o tampão enquanto Ela coloca uma das mãos no meu pescoço, a outra mão põe nas minhas costas cravando um pouco as unhas e me diz _ aperta bem minha bunda, não me solta. Enquanto aperto ela contra mim, ela levanta uma das pernas com a boca colada no meu peito, tremendo inteira, termina de sair o fio e gruda o corpo mais em mim, cravando as unhas nas minhas costas, quase fazendo doer meu pescoço e minhas costas, e sinto o grito abafado no meu peito e o tremor do corpo inteiro dela. Começo a sentir minha calça molhada e a mão com que segurava o plug estava ficando toda molhada.

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