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![A MILF Mais Gostosa[07]Parte 2 - Buceta Gostosa[/07] A MILF Mais Gostosa[07]Parte 2 - Buceta Gostosa[/07]](https://img-18.poringa.net/poringa/img/8/6/D/6/C/6/Nokomi/00E.jpg)
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Julián não tinha certeza de quanto tempo deveria ficar ali, mas gostava tanto de sentir o calor da boca da mãe envolvendo sua pica, que não queria recuar. No entanto, foi ela quem o fez, depois de alguns segundos.
—E aí? — perguntou ele.
—Acho que tá melhorando.
Diana sentou na cama, deixando as pernas um pouco abertas, os dedos ainda acariciando a buceta dela, mas agora com menos intensidade. Julián também sentou de novo do lado dela e, igual a ela, continuou se estimulando.
—Sabe uma coisa? —Perguntou a loira—. Uma vez fiquei com um cara que tinha uma piroca grande igual a sua.
—O quê? Sério? Eu pensei que o único cara que você tinha ficado era o papai.
—E como é que você sabe que não tô falando dele?
—Por que você não teria se referido a ele como "um homem".
—Nisso você tem razão. Bom, a questão é que seu pai não foi o único homem na minha vida, embora tenha sido o mais importante… bom, sem contar você, sabe do que eu tô falando.
—Sim… e quando foi que você esteve com esse outro homem?
—Foi há muitos anos, você era moleque. Nunca te contei, mas seu pai e eu ficamos separados por quase um ano.
—Quê, sério?
—É… porque ele me traiu com outra.
—Pai? O pai te traiu? —Perguntou incrédulo—. Sempre achei que ele era o homem mais bonzinho do mundo.
—E era mesmo… mas até os caras legais fazem merda. Quando descobri, não conseguia acreditar, fiquei muito mal… nunca tinha me sentido tão traída.
—Se te faz mal falar disso, não me conta.
Não, já não me faz mal, foi há muitos anos. Além disso, já tá na hora de você saber, você já é grandinho. Bom... se é que você quer saber.
—Sim, por favor. Me conta.
—Bom. A questão é que quando descobri a traição, botei ele pra fora de casa. Ele teve que ir morar num apartamento. Você, como sempre foi tão apegado ao seu pai, perguntava por ele o tempo todo, e eu te dizia que ele tinha viajado e que ia voltar logo.
—Disso eu lembro... e sei que ela voltou.
—Sim, tive que engolir meu orgulho e falei pro seu pai voltar. Bom, na verdade não foi bem assim, o que acontece é que eu me sentia muito culpada... porque naquele tempo eu também aprontei minhas cagadas.
—Mas eles estavam separados, não sei se conta...
—Emm, a gente ainda era marido e mulher, só tava separado. Além disso, a gente tinha feito uma espécie de acordo: durante o tempo de separação, a gente ia ficar sozinho. A gente ia usar esse tempo só como uma oportunidade pra pensar no nosso casamento, não pra sair transando com a primeira pessoa que aparecesse na frente. Ele me prometeu que continuaria sendo fiel pra mim, e eu prometi o mesmo pra ele. A gente teve umas discussões meio feias, mas esse foi o acordo.
—Que loucura... nunca imaginei que eles tinham brigado daquele jeito. Nem uma vez sequer vi eles discutindo.
—Porque a gente nunca discutia na sua frente... mas também não é que a gente discutisse muito. Seu pai era um cara muito bom, e sabia que tinha feito uma cagada enorme; por isso, quando a gente chegou num acordo, ele foi um amor comigo. Durante esse tempo de separação, ele foi muito gentil, me deu meu espaço e sempre me tratou com respeito. Quem não fez o mesmo fui eu.
—Você tratava ele mal?
—Olha... de forma direta, eu tratava ele muito bem, falava de um jeito legal... bom, na maioria das vezes. Admito que teve vezes que falei bem mal com ele; mas ele aguentou tudo. Preferia que eu falasse tudo aquilo, e que não guardasse nada pra mim. Mas fora isso, em certos momentos foi quase como voltar à nossa fase de namoro, e até me divertia conversando com ele. O que ele nunca soube é que, na real, eu tava tratando ele muito pior. Não tava respeitando a minha parte do acordo.
—Ah, já entendi... Foi aí que você conheceu esse cara?
—Exato. Esse cara não precisou fazer muito pra me conquistar, eu tava puta… de coração partido… e, bom, não vou mentir, também tava com muito tesão. Era como se eu quisesse devolver pro seu pai todo o mal que ele me fez. Pelo menos foi o que pensei no começo, mas com o tempo percebi que não era por isso… era porque eu tava afim de ter uma aventura sexual. Sabe a quantidade de caras que me fizeram propostas indecentes? Me mantive firme e disse não, em todas as vezes; até naquelas em que a tentação foi enorme.
—Sempre imaginei que você tinha que dar fora em muito homem na sua vida.
—Sim, homens e mulheres... teve várias que deram em cima de mim de um jeito bem direto.
—Quê? Sério? Não consigo te imaginar transando com uma mulher.
—Tem muita coisa em mim que você nunca imaginou.
—Isso quer dizer que você fez?
—Quer dizer que deixo ao seu critério. Agora tô falando de outra coisa.
—Desculpa, é que você solta uma bomba atrás da outra... e me mata de curiosidade —Julian se masturbava devagar enquanto falava com a mãe.
—Então você teve várias propostas... Qual foi a mais difícil de recusar?
—Hmm... bom, essa foi uma vez que saí pra dançar com minhas amigas, seu pai e eu já estávamos casados há alguns anos, e você já tinha nascido; mas era pequenininho. Não sou de sair muito, na verdade essa foi uma das últimas vezes que entrei numa balada; porque toda vez que vou a uma, me sinto culpada... além disso, é onde mais recebo cantada.
—Imagino, muitos devem ficar loucos ao te ver com roupas gostosas, e rebolando.
—Sim, e eu sei do impacto que causo nas pessoas, não pense que não. Uma vez um cara, jovem e musculoso, começou a dançar perto de mim; depois de um tempo, me pediu pra dançar diretamente com ele. Não vi como algo ruim, então aceitei... eu estava usando um vestido vermelho, super justo e bem curto. Não demorou muito pra o cara começar a me acariciar, especialmente nas costas. Quando ele tentou fazer o mesmo na minha bunda, eu afastei a mão dele, mas não fiquei brava. Ele tinha um sorriso encantador, era um cara bonito e não parecia perigoso, só estava com tesão... e bom, eu também. Continuei dançando com ele, e afastava a mão dele sempre que precisava, embora às vezes deixasse ele acariciar um pouco minha bunda, ou minhas pernas. Claro, o cara percebeu que eu estava cedendo, por isso se animou pra mais. Ele me puxou por trás, e enquanto fazia isso, apalpou um pouco meus peitos. Além disso, eu podia sentir que ele tinha um volume grande. Eu deveria ter me afastado, mas em vez disso comecei a dançar de forma sensual. Quase sem perceber, o cara começou a me levar pro canto mais escuro da balada. Lá, as aproximações e os apalpões ficaram muito mais evidentes. Eu continuava afastando a mão dele, mas em várias ocasiões ele chegou a acariciar minha buceta por cima da calcinha fio dental. Naquela altura da noite, eu já me sentia muito culpada, não sabia como ia explicar tudo aquilo pro meu marido; mas também não conseguia parar... estava com muito tesão. O cara me puxou por trás, já estávamos num canto onde ninguém ia nos ver, eu nem via as pessoas que estavam perto. Nisso, sinto que ele tira a pica... ela estava dura pra caralho. Sei porque agarrei ela com uma mão. Era grande, bem maior que a do meu marido. Aí foi quando eu deveria ter ido embora, mas fiquei mais um tempo. O cara aproveitou, puxou minha calcinha fio dental e começou a acariciar minha buceta... me senti uma puta, ninguém tinha me tocado ali desde que eu tinha casado com seu pai...
—Foi aí que você foi embora? —Perguntou Julián.
—Hmm... não... eu deixei ele me tocar. O cara até enfiou os dedos em mim... eu tava muito excitada, e minha cabeça tava meio confusa, tinha bebido um pouco; mas não o suficiente pra justificar meu comportamento.
—E aí, o que aconteceu depois?
—Depois aconteceu uma coisa que me arrependo muito. O cara colocou a pica na minha buceta e começou a meter. E eu... em vez de me afastar, me ajeitei e recuei pra ele entrar... você não sabe a dor que eu senti, nunca tinham me penetrado com algo tão grande. Mas ao mesmo tempo foi a sensação mais gostosa que eu já tinha experimentado até aquele momento. Nunca contei isso pro seu pai. O cara me agarrou com força nos peitos, e continuou empurrando, até enfiar tudo. Eu tava na ponta dos pés, com as pernas abertas, e a raba levantada; pronta pra ser comida. Foi aí que o arrependimento ficou ainda maior, porque eu realmente tava disposta a deixar um desconhecido me comer, dentro de uma balada. Saí praticamente correndo de lá, envergonhada e me ajeitando a roupa como dava. Nunca mais vi o cara, e por sorte ele não me seguiu.
—Ufa... —Julian se masturbava com vontade—. Não imaginava que você teria coragem pra tanto. Isso não conta como uma traição?
—Não sei... talvez sim. Mas eu me esforcei pra caralho, até me convencer de que não era. Embora agora, analisando um pouco, talvez conte como traição.
—Imagino que algo parecido já deve ter acontecido com você outras vezes.
—Sim, mas nunca de forma tão traiçoeira. Às vezes eram só insinuações, ou uma esbarrada "sem querer". Mas…
—Mas? —Como Diana não disse nada, Julián insistiu—. Fala, mãe, pode me contar o que for, vou te amar do mesmo jeito. Não tô nem aí se você não foi perfeita durante o casamento. Isso é problema seu e do pai. Ele também fez as cagadas dele.
—Tá bom… com esse “mas” eu quis dizer que teve outras vezes que quase chegaram a ser infidelidade; ou até foram mesmo, por mais que eu tentasse me convencer do contrário.
—Quero saber dessas vezes.
Diana viu a pica do filho, e ele continuava batendo uma. Entendeu perfeitamente por que ele estava tão interessado nas histórias dela. Eram quentes, até ela estava ficando cada vez mais molhada ao contar essas anedotas. Estava passando um bom momento com o filho… um momento meio obscuro e estranho; mas depois das sessões de fotos, ela estava se acostumando com isso.
—Vamos ver, deixa eu pensar —disse ela, enquanto se acariciava a buceta. Olhou mais uma vez pra pica do Julián—. Espera, antes quero testar uma coisa. Com licença…
Ela baixou a cabeça e, sem parar, engoliu boa parte da pica do filho. Ele ficou imóvel, curtindo o momento. O calor da boca da mãe era tão gostoso que ele quase gozou. Mas, fazendo um puta esforço, se segurou. Uma coisa era a mãe deixar ele gozar no corpo dela pra tirar umas fotos... mas sabia que ela ia ficar puta se ele gozasse dentro da boca dela.
—É uma sensação muito estranha — disse Diana, quando soltou a piroca —. Me lembra uma coisa que aconteceu uma vez que seu pai e eu fomos passar um fim de semana prolongado num hotel bacana; foram umas mini férias. Não podíamos pagar algo muito caro, mas precisávamos relaxar. Você era pequeno, e te deixamos largado por aí — disse, com tom de brincadeira; Julián sorriu —. Isso não importa, o que importa é que estávamos sozinhos, e o hotel era lindo. Tinha uma piscina divina, e como era baixa temporada, não tinha muita gente. Isso me agradava, porque podia andar de biquíni sem que todo mundo ficasse me encarando. Naquela época, era algo que me deixava muito desconfortável. Mas ter pouca gente não significava que não tivesse ninguém.
—Tinha um cara…
—Sim… e aquele cara era atraente. Ele estava sozinho, parecia ser daqueles empresários meio egocêntricos, que passam o dia todo na academia e se mantêm bem. Mas, na real, acho que ele não tinha nem cinquenta anos. Ele não tirava os olhos de mim toda vez que eu passava perto. Não disfarçava nem um pouco, uma vez até seu pai chamou a atenção dele pelo jeito que me olhava. Fiquei com medo de que fossem brigar, mas o cara pediu desculpas educadamente. Comigo, ele não teve tanta cerimônia. Uma tarde, seu pai e eu estávamos na piscina, e o cara estava lá. Entrei no hotel para pegar umas toalhas, e ele me seguiu. Começou a dizer que eu era muito gostosa, e que não entendia como tinha casado com um cara sem graça. Disse que podia me dar muito prazer, só se eu estivesse disposta a receber. Ou seja, na lata me convidou pra trepar. Obviamente, falei que não. Mas ele foi muito insistente. Aproveitou, durante todo o fim de semana, cada momento em que eu me afastava um pouco do seu pai. Ele ficava falando um monte de putaria, e me elogiava sem discrição nenhuma. No último dia das nossas mini férias, o cara se aproximou quando entrei para pegar água pro termo. Sabia que o tempo dele estava acabando, e se ele tinha um pingo de sutileza, perdeu naquele momento. Antes que algum funcionário do hotel pudesse nos ver, ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele; disse: “Isso é o que tenho pra você, puta gostosa”. Olhei pra ele surpresa, na hora eu devia ter xingado ele de tudo, e até podia ter feito uma denúncia por assédio sexual. Mas fiquei tão impressionada com o tamanho do pau dele… e o jeito arrogante como falou, que fiquei com tesão. Não tenho orgulho disso, mas fiquei toda molhada. Olhei pra todos os lados, vi que não tinha ninguém. Fiz sinal pra ele avançar, e acabamos num dos banheiros do hotel. O cara não enro lou, assim que entramos, tirou o short, deixando o pau dele balançando, todo extensão. Ela estava toda depilada, e era maior que a do seu pai… mais ou menos do tamanho da sua. —Diana acariciou a pica do filho—. Eu estava muito molhada, e não por causa da água da piscina. Queria te dizer que hesitei, ou que quase fui embora; mas seria mentira. Entrei totalmente decidida, e fiz. Ajoelhei, e sem muito preâmbulo, enfiei toda aquela pica na boca. Adorei sentir como ela ficava dura dentro da minha boca… adorei a rigidez… o tamanho… adorei que o cara me tratasse de puta, e pedisse pra eu continuar chupando. Devo ter parecido uma prostituta, ou uma atriz pornô. Lá estava eu, num banheiro, com um desconhecido, balançando a cabeça como uma chupadora profissional. Tava comendo a pica dele com uma paixão que nem pro seu pai eu mostrei. Pra piorar, eu olhava pra ele e sorria, feito uma puta boazinha. Na hora, não entendi por que tava agindo assim, mas não importava, porque meu único objetivo era comer toda aquela pica. Pra completar, era tão grande que ao enfiar na boca me fazia salivar muito, comecei a me babar toda. Mas não parei de dar chupões, nem de engolir ela inteira. Tava descontrolada. Não sei quanto tempo fiquei chupando a pica dele, mas sei que foi um bom tempo. Obviamente o cara gozou na minha cara toda, e dentro da boca. Engoli o máximo de porra que pude, mas como era muita, acabou escorrendo pelos meus peitos. Continuei chupando ela por mais um tempo, até deixar bem limpinha, e depois me levantei. Enquanto lavava o rosto, o cara saiu do banheiro. Talvez ele já tivesse se satisfeito com a gozada, ou achou que eu não teria coragem de ir além… mas sinceramente não sei como teria reagido se ele tivesse tentado me foder. Bom, na verdade sei… teria deixado ele me foder. Tava muito tesuda. Mas fazer o quê, talvez ele não conseguisse broxar duas vezes… por sorte ele foi embora; senão eu teria me comportado muito mal. Ainda pior do que já me comportei. Esperei um pouco, pra ele voltar pra piscina, e nesse meio tempo peguei o termo, bati ele contra a parede, e quebrei. Voltei, com o termo quebrado, e sentei do lado do meu marido. Falei que demorei porque o termo tinha quebrado, e tentei ver se vendia um em algum lugar perto do hotel. Ele acreditou em mim, e pegou na minha mão, sem desconfiar que eu tinha acabado de dar um boquete num cara. Nem eu mesma acreditava. Sempre critiquei as mulheres que traíam os maridos, e ficava puta toda vez que me chamavam de puta. Mas ali estava eu, sentada, como se nada tivesse acontecido, depois de dar um boquete foda num desconhecido. Me senti um lixo, mas ao mesmo tempo tava excitada. Uns minutos depois tive que subir pro meu quarto, bater uma bronha.
Nesse momento, Julián começou a gozar, jorrando forte, com o esperma caindo na mão de Diana, que não soltou a rola em nenhum instante. Ela ajudou ele, movendo a mão um pouco, até que ele, entre espasmos de prazer, deixou sair até o último jato de porra.
—Ah, bem… como você ficou! —Ela olhou pra mão, que estava coberta pelo líquido branco.
—Uai… foi mal.
—Ai, bobinho… como é que você vai pedir desculpa? Ia ser estranho se você não gozasse, depois das coisas que te contei. Posso ser sua mãe, mas não sou ingênua. Sei que você deve ter se imaginado numa situação igual; mas com outra mulher.
—É… sim, claro… com outra mulher. É que foram momentos muito… excitantes. Agora você vai me contar sobre o cara que conheceu? Aquele outro cara…
—Isso eu te conto amanhã.
—O quê? Por quê?
—Porque acho que você já teve estímulo suficiente por um dia… olha só como deixou minha mão, —ela esticou os dedos, fios de porra se formando entre eles—. Amanhã te conto tudo.
—Ufa, tá bom.
Ele queria saber mais sobre as aventuras da mãe dele; mas Diana já tinha tomado uma decisão. Ele teria que aguentar a curiosidade, pelo menos por mais um dia. Pelo menos já tinha acabado, e não precisaria ir para o quarto dele continuar o trabalho sozinho. Mas sabia que, com o tesão que tava, não passaria muito tempo até o pau dele acordar de novo. Agradecia por ter todas as fotos da mãe dele disponíveis, pra servirem de inspiração.
—Bom, agora eu agradeceria se você me deixasse sozinha um pouquinho — pediu a loira.
Julián não tava a fim de ir embora, mas não queria começar uma briga; ele vazou sem falar nada, batendo a porta ao sair.
Diana abriu as pernas e levou à buceta a mão cheia de sêmen. Começou a se masturbar usando aquele líquido branco e grosso como lubrificante. Ficou tentada a lamber os dedos, mas disse a si mesma que isso já seria demais. Por mais que o gosto do sêmen pudesse excitá-la muito, era o sêmen do próprio filho. Enquanto se tocava, lembrava das histórias que tinha contado pro Julián, e não conseguia parar de imaginar a pica do filho no lugar da daqueles homens. Disse a si mesma que isso era porque a lembrança do pau daqueles caras já estava meio apagada, e que a pica do Julián ela tinha visto segundos antes… até tinha tido dentro da boca dela. Por isso, quando imaginava o boquete que tinha feito no cara do hotel, só conseguia pensar que estava chupando o próprio filho. Isso a encheu de culpa e tesão, em partes iguais. Tava tão excitada que não conseguia parar pra pensar direito, deixou a mente guiá-la pra onde quisesse. Se viu, de joelhos, engolindo a pica do filho, exatamente como tinha feito minutos antes; mas agora imaginava que chupava ele com a mesma paixão que o cara do hotel. Até se viu implorando por sêmen… queria provar.
Diana lambeu os próprios dedos, sem nem perceber, foi um ato reflexo. O gosto do sêmen a embriagou; em vez de afastar a mão, ela lambeu cada cantinho dela, como se fosse uma gata se limpando. Na cabeça dela, repetia a frase: "Ai, sim, ai, sim... que pau gostoso... me dá toda essa porra!" A outra mão esfregava o clitóris com intensidade.
—Julião! —Ela gritou, com toda a força dos pulmões.
Em apenas alguns segundos a porta do quarto se abriu, Julián tava com a pica dura, porque tinha ficado se masturbando… e mais dura ainda ficou ao ver a mãe dele rebolando de um jeito tão safado.
—Aconteceu alguma coisa, mãe?
—Traz a câmera… rápido —disse ele, sem parar de bater uma violentamente—. Vai, rápido.
Juliano foi embora e voltou na mesma hora, quase que num piscar de olhos, com a câmera na mão.
—Vem… —ela disse, ao vê-lo—. Vai, vem…
O garoto subiu na cama e começou a tirar fotos da mãe, ela tinha o rosto numa expressão erótica de prazer. De prazer genuíno.
—Mete essa pica na minha boca…. toda!
Julián olhou para ela com os olhos bem abertos, mas foi esperto o suficiente para não perguntar nada. Agarrou sua pica dura e enfiou na boca da mãe. Quando a pica entrou, Diana a recebeu como se fosse a de um dos amantes, apertando bem os lábios em volta. Não se mexeu, ficou parada, mas tinha certeza de que a expressão de prazer no rosto dela seria genuína. Quem quer que visse aquelas fotos pensaria que ela estava, de verdade, chupando aquela pica.
Chegou ao orgasmo e se forçou a soltar a pica, porque senão teria começado a chupá-la loucamente. Se contorceu na cama enquanto enfiava os dedos e deixou Julián tirar quantas fotos achasse necessário. O garoto não perdeu muito tempo com isso, largou a câmera de lado e, ali, ajoelhado na frente da mãe, começou a bater uma. Fez isso com tanta intensidade que em poucos segundos já estava sentindo aquela grande onda de prazer subindo das bolas, estava prestes a gozar de novo. Agarrou uma das pernas da mãe e a afastou da outra o máximo que pôde. Aproximou a pica da buceta, tanto que a glande roçou nela mais de uma vez. Ficou surpreso ao ver Diana abrir os lábios da buceta, quase como se estivesse pedindo para ele enfiar a pica. Não fez isso, mas começou a encher ela de porra. Enquanto gozava, aproximou tanto a pica do buraco da buceta que a glande penetrou um pouco, soltando um jato potente de sêmen lá dentro. Recuou, com medo de que a mãe ficasse brava, e deixou sair o resto da porra.
Com as mãos trêmulas, Julián pegou a câmera… se a mãe dele perguntasse por que ele tinha feito uma coisa dessas, ele usaria a desculpa de sempre: “Era pras fotos, mãe”. Ele capturou algumas imagens e, para sua surpresa, Diana não disse nada. Ela ficou com as pernas abertas, entregue pelo cansaço. O esperma escorria pelos lábios da buceta dela, dando toda a impressão de que alguém tinha acabado de comer ela.
Na mente da Diana, os argumentos se chocavam. Por um lado, ela tava assustada com a própria reação e com o quanto Julián tinha chegado perto da buceta dela. Mas, por outro, tinha acabado de viver uma das experiências sexuais mais intensas dos últimos anos. Ela mantinha os olhos fechados, mas adorava se imaginar de pernas abertas, toda suada, com porra escorrendo da buceta dela. Tentou deixar os pensamentos ruins de lado pra não estragar o negócio das fotos.
—Vou querer essas fotos —ele disse—. Vou bater umas mil punhetas olhando pra elas… devem ser bem pornográficas.
— São sim — garantiu Julián, com um sorrisão —. Cê tá toda piranha, mamãe.
Isso fez Diana sorrir. Ela gostava de se sentir como uma puta, pelo menos por um tempo. Sabia que na próxima vez que conversasse sobre sexo com o filho, poderia dar todos os detalhes do que realmente aconteceu com seu “grande amante”, como ela gostava de chamá-lo.
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Julián não tinha certeza de quanto tempo deveria ficar ali, mas gostava tanto de sentir o calor da boca da mãe envolvendo sua pica, que não queria recuar. No entanto, foi ela quem o fez, depois de alguns segundos.
—E aí? — perguntou ele.
—Acho que tá melhorando.
Diana sentou na cama, deixando as pernas um pouco abertas, os dedos ainda acariciando a buceta dela, mas agora com menos intensidade. Julián também sentou de novo do lado dela e, igual a ela, continuou se estimulando.
—Sabe uma coisa? —Perguntou a loira—. Uma vez fiquei com um cara que tinha uma piroca grande igual a sua.
—O quê? Sério? Eu pensei que o único cara que você tinha ficado era o papai.
—E como é que você sabe que não tô falando dele?
—Por que você não teria se referido a ele como "um homem".
—Nisso você tem razão. Bom, a questão é que seu pai não foi o único homem na minha vida, embora tenha sido o mais importante… bom, sem contar você, sabe do que eu tô falando.
—Sim… e quando foi que você esteve com esse outro homem?
—Foi há muitos anos, você era moleque. Nunca te contei, mas seu pai e eu ficamos separados por quase um ano.
—Quê, sério?
—É… porque ele me traiu com outra.
—Pai? O pai te traiu? —Perguntou incrédulo—. Sempre achei que ele era o homem mais bonzinho do mundo.
—E era mesmo… mas até os caras legais fazem merda. Quando descobri, não conseguia acreditar, fiquei muito mal… nunca tinha me sentido tão traída.
—Se te faz mal falar disso, não me conta.
Não, já não me faz mal, foi há muitos anos. Além disso, já tá na hora de você saber, você já é grandinho. Bom... se é que você quer saber.
—Sim, por favor. Me conta.
—Bom. A questão é que quando descobri a traição, botei ele pra fora de casa. Ele teve que ir morar num apartamento. Você, como sempre foi tão apegado ao seu pai, perguntava por ele o tempo todo, e eu te dizia que ele tinha viajado e que ia voltar logo.
—Disso eu lembro... e sei que ela voltou.
—Sim, tive que engolir meu orgulho e falei pro seu pai voltar. Bom, na verdade não foi bem assim, o que acontece é que eu me sentia muito culpada... porque naquele tempo eu também aprontei minhas cagadas.
—Mas eles estavam separados, não sei se conta...
—Emm, a gente ainda era marido e mulher, só tava separado. Além disso, a gente tinha feito uma espécie de acordo: durante o tempo de separação, a gente ia ficar sozinho. A gente ia usar esse tempo só como uma oportunidade pra pensar no nosso casamento, não pra sair transando com a primeira pessoa que aparecesse na frente. Ele me prometeu que continuaria sendo fiel pra mim, e eu prometi o mesmo pra ele. A gente teve umas discussões meio feias, mas esse foi o acordo.
—Que loucura... nunca imaginei que eles tinham brigado daquele jeito. Nem uma vez sequer vi eles discutindo.
—Porque a gente nunca discutia na sua frente... mas também não é que a gente discutisse muito. Seu pai era um cara muito bom, e sabia que tinha feito uma cagada enorme; por isso, quando a gente chegou num acordo, ele foi um amor comigo. Durante esse tempo de separação, ele foi muito gentil, me deu meu espaço e sempre me tratou com respeito. Quem não fez o mesmo fui eu.
—Você tratava ele mal?
—Olha... de forma direta, eu tratava ele muito bem, falava de um jeito legal... bom, na maioria das vezes. Admito que teve vezes que falei bem mal com ele; mas ele aguentou tudo. Preferia que eu falasse tudo aquilo, e que não guardasse nada pra mim. Mas fora isso, em certos momentos foi quase como voltar à nossa fase de namoro, e até me divertia conversando com ele. O que ele nunca soube é que, na real, eu tava tratando ele muito pior. Não tava respeitando a minha parte do acordo.
—Ah, já entendi... Foi aí que você conheceu esse cara?
—Exato. Esse cara não precisou fazer muito pra me conquistar, eu tava puta… de coração partido… e, bom, não vou mentir, também tava com muito tesão. Era como se eu quisesse devolver pro seu pai todo o mal que ele me fez. Pelo menos foi o que pensei no começo, mas com o tempo percebi que não era por isso… era porque eu tava afim de ter uma aventura sexual. Sabe a quantidade de caras que me fizeram propostas indecentes? Me mantive firme e disse não, em todas as vezes; até naquelas em que a tentação foi enorme.
—Sempre imaginei que você tinha que dar fora em muito homem na sua vida.
—Sim, homens e mulheres... teve várias que deram em cima de mim de um jeito bem direto.
—Quê? Sério? Não consigo te imaginar transando com uma mulher.
—Tem muita coisa em mim que você nunca imaginou.
—Isso quer dizer que você fez?
—Quer dizer que deixo ao seu critério. Agora tô falando de outra coisa.
—Desculpa, é que você solta uma bomba atrás da outra... e me mata de curiosidade —Julian se masturbava devagar enquanto falava com a mãe.
—Então você teve várias propostas... Qual foi a mais difícil de recusar?
—Hmm... bom, essa foi uma vez que saí pra dançar com minhas amigas, seu pai e eu já estávamos casados há alguns anos, e você já tinha nascido; mas era pequenininho. Não sou de sair muito, na verdade essa foi uma das últimas vezes que entrei numa balada; porque toda vez que vou a uma, me sinto culpada... além disso, é onde mais recebo cantada.
—Imagino, muitos devem ficar loucos ao te ver com roupas gostosas, e rebolando.
—Sim, e eu sei do impacto que causo nas pessoas, não pense que não. Uma vez um cara, jovem e musculoso, começou a dançar perto de mim; depois de um tempo, me pediu pra dançar diretamente com ele. Não vi como algo ruim, então aceitei... eu estava usando um vestido vermelho, super justo e bem curto. Não demorou muito pra o cara começar a me acariciar, especialmente nas costas. Quando ele tentou fazer o mesmo na minha bunda, eu afastei a mão dele, mas não fiquei brava. Ele tinha um sorriso encantador, era um cara bonito e não parecia perigoso, só estava com tesão... e bom, eu também. Continuei dançando com ele, e afastava a mão dele sempre que precisava, embora às vezes deixasse ele acariciar um pouco minha bunda, ou minhas pernas. Claro, o cara percebeu que eu estava cedendo, por isso se animou pra mais. Ele me puxou por trás, e enquanto fazia isso, apalpou um pouco meus peitos. Além disso, eu podia sentir que ele tinha um volume grande. Eu deveria ter me afastado, mas em vez disso comecei a dançar de forma sensual. Quase sem perceber, o cara começou a me levar pro canto mais escuro da balada. Lá, as aproximações e os apalpões ficaram muito mais evidentes. Eu continuava afastando a mão dele, mas em várias ocasiões ele chegou a acariciar minha buceta por cima da calcinha fio dental. Naquela altura da noite, eu já me sentia muito culpada, não sabia como ia explicar tudo aquilo pro meu marido; mas também não conseguia parar... estava com muito tesão. O cara me puxou por trás, já estávamos num canto onde ninguém ia nos ver, eu nem via as pessoas que estavam perto. Nisso, sinto que ele tira a pica... ela estava dura pra caralho. Sei porque agarrei ela com uma mão. Era grande, bem maior que a do meu marido. Aí foi quando eu deveria ter ido embora, mas fiquei mais um tempo. O cara aproveitou, puxou minha calcinha fio dental e começou a acariciar minha buceta... me senti uma puta, ninguém tinha me tocado ali desde que eu tinha casado com seu pai...
—Foi aí que você foi embora? —Perguntou Julián.
—Hmm... não... eu deixei ele me tocar. O cara até enfiou os dedos em mim... eu tava muito excitada, e minha cabeça tava meio confusa, tinha bebido um pouco; mas não o suficiente pra justificar meu comportamento.
—E aí, o que aconteceu depois?
—Depois aconteceu uma coisa que me arrependo muito. O cara colocou a pica na minha buceta e começou a meter. E eu... em vez de me afastar, me ajeitei e recuei pra ele entrar... você não sabe a dor que eu senti, nunca tinham me penetrado com algo tão grande. Mas ao mesmo tempo foi a sensação mais gostosa que eu já tinha experimentado até aquele momento. Nunca contei isso pro seu pai. O cara me agarrou com força nos peitos, e continuou empurrando, até enfiar tudo. Eu tava na ponta dos pés, com as pernas abertas, e a raba levantada; pronta pra ser comida. Foi aí que o arrependimento ficou ainda maior, porque eu realmente tava disposta a deixar um desconhecido me comer, dentro de uma balada. Saí praticamente correndo de lá, envergonhada e me ajeitando a roupa como dava. Nunca mais vi o cara, e por sorte ele não me seguiu.
—Ufa... —Julian se masturbava com vontade—. Não imaginava que você teria coragem pra tanto. Isso não conta como uma traição?
—Não sei... talvez sim. Mas eu me esforcei pra caralho, até me convencer de que não era. Embora agora, analisando um pouco, talvez conte como traição.
—Imagino que algo parecido já deve ter acontecido com você outras vezes.
—Sim, mas nunca de forma tão traiçoeira. Às vezes eram só insinuações, ou uma esbarrada "sem querer". Mas…
—Mas? —Como Diana não disse nada, Julián insistiu—. Fala, mãe, pode me contar o que for, vou te amar do mesmo jeito. Não tô nem aí se você não foi perfeita durante o casamento. Isso é problema seu e do pai. Ele também fez as cagadas dele.
—Tá bom… com esse “mas” eu quis dizer que teve outras vezes que quase chegaram a ser infidelidade; ou até foram mesmo, por mais que eu tentasse me convencer do contrário.
—Quero saber dessas vezes.
Diana viu a pica do filho, e ele continuava batendo uma. Entendeu perfeitamente por que ele estava tão interessado nas histórias dela. Eram quentes, até ela estava ficando cada vez mais molhada ao contar essas anedotas. Estava passando um bom momento com o filho… um momento meio obscuro e estranho; mas depois das sessões de fotos, ela estava se acostumando com isso.
—Vamos ver, deixa eu pensar —disse ela, enquanto se acariciava a buceta. Olhou mais uma vez pra pica do Julián—. Espera, antes quero testar uma coisa. Com licença…
Ela baixou a cabeça e, sem parar, engoliu boa parte da pica do filho. Ele ficou imóvel, curtindo o momento. O calor da boca da mãe era tão gostoso que ele quase gozou. Mas, fazendo um puta esforço, se segurou. Uma coisa era a mãe deixar ele gozar no corpo dela pra tirar umas fotos... mas sabia que ela ia ficar puta se ele gozasse dentro da boca dela.
—É uma sensação muito estranha — disse Diana, quando soltou a piroca —. Me lembra uma coisa que aconteceu uma vez que seu pai e eu fomos passar um fim de semana prolongado num hotel bacana; foram umas mini férias. Não podíamos pagar algo muito caro, mas precisávamos relaxar. Você era pequeno, e te deixamos largado por aí — disse, com tom de brincadeira; Julián sorriu —. Isso não importa, o que importa é que estávamos sozinhos, e o hotel era lindo. Tinha uma piscina divina, e como era baixa temporada, não tinha muita gente. Isso me agradava, porque podia andar de biquíni sem que todo mundo ficasse me encarando. Naquela época, era algo que me deixava muito desconfortável. Mas ter pouca gente não significava que não tivesse ninguém.
—Tinha um cara…
—Sim… e aquele cara era atraente. Ele estava sozinho, parecia ser daqueles empresários meio egocêntricos, que passam o dia todo na academia e se mantêm bem. Mas, na real, acho que ele não tinha nem cinquenta anos. Ele não tirava os olhos de mim toda vez que eu passava perto. Não disfarçava nem um pouco, uma vez até seu pai chamou a atenção dele pelo jeito que me olhava. Fiquei com medo de que fossem brigar, mas o cara pediu desculpas educadamente. Comigo, ele não teve tanta cerimônia. Uma tarde, seu pai e eu estávamos na piscina, e o cara estava lá. Entrei no hotel para pegar umas toalhas, e ele me seguiu. Começou a dizer que eu era muito gostosa, e que não entendia como tinha casado com um cara sem graça. Disse que podia me dar muito prazer, só se eu estivesse disposta a receber. Ou seja, na lata me convidou pra trepar. Obviamente, falei que não. Mas ele foi muito insistente. Aproveitou, durante todo o fim de semana, cada momento em que eu me afastava um pouco do seu pai. Ele ficava falando um monte de putaria, e me elogiava sem discrição nenhuma. No último dia das nossas mini férias, o cara se aproximou quando entrei para pegar água pro termo. Sabia que o tempo dele estava acabando, e se ele tinha um pingo de sutileza, perdeu naquele momento. Antes que algum funcionário do hotel pudesse nos ver, ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele; disse: “Isso é o que tenho pra você, puta gostosa”. Olhei pra ele surpresa, na hora eu devia ter xingado ele de tudo, e até podia ter feito uma denúncia por assédio sexual. Mas fiquei tão impressionada com o tamanho do pau dele… e o jeito arrogante como falou, que fiquei com tesão. Não tenho orgulho disso, mas fiquei toda molhada. Olhei pra todos os lados, vi que não tinha ninguém. Fiz sinal pra ele avançar, e acabamos num dos banheiros do hotel. O cara não enro lou, assim que entramos, tirou o short, deixando o pau dele balançando, todo extensão. Ela estava toda depilada, e era maior que a do seu pai… mais ou menos do tamanho da sua. —Diana acariciou a pica do filho—. Eu estava muito molhada, e não por causa da água da piscina. Queria te dizer que hesitei, ou que quase fui embora; mas seria mentira. Entrei totalmente decidida, e fiz. Ajoelhei, e sem muito preâmbulo, enfiei toda aquela pica na boca. Adorei sentir como ela ficava dura dentro da minha boca… adorei a rigidez… o tamanho… adorei que o cara me tratasse de puta, e pedisse pra eu continuar chupando. Devo ter parecido uma prostituta, ou uma atriz pornô. Lá estava eu, num banheiro, com um desconhecido, balançando a cabeça como uma chupadora profissional. Tava comendo a pica dele com uma paixão que nem pro seu pai eu mostrei. Pra piorar, eu olhava pra ele e sorria, feito uma puta boazinha. Na hora, não entendi por que tava agindo assim, mas não importava, porque meu único objetivo era comer toda aquela pica. Pra completar, era tão grande que ao enfiar na boca me fazia salivar muito, comecei a me babar toda. Mas não parei de dar chupões, nem de engolir ela inteira. Tava descontrolada. Não sei quanto tempo fiquei chupando a pica dele, mas sei que foi um bom tempo. Obviamente o cara gozou na minha cara toda, e dentro da boca. Engoli o máximo de porra que pude, mas como era muita, acabou escorrendo pelos meus peitos. Continuei chupando ela por mais um tempo, até deixar bem limpinha, e depois me levantei. Enquanto lavava o rosto, o cara saiu do banheiro. Talvez ele já tivesse se satisfeito com a gozada, ou achou que eu não teria coragem de ir além… mas sinceramente não sei como teria reagido se ele tivesse tentado me foder. Bom, na verdade sei… teria deixado ele me foder. Tava muito tesuda. Mas fazer o quê, talvez ele não conseguisse broxar duas vezes… por sorte ele foi embora; senão eu teria me comportado muito mal. Ainda pior do que já me comportei. Esperei um pouco, pra ele voltar pra piscina, e nesse meio tempo peguei o termo, bati ele contra a parede, e quebrei. Voltei, com o termo quebrado, e sentei do lado do meu marido. Falei que demorei porque o termo tinha quebrado, e tentei ver se vendia um em algum lugar perto do hotel. Ele acreditou em mim, e pegou na minha mão, sem desconfiar que eu tinha acabado de dar um boquete num cara. Nem eu mesma acreditava. Sempre critiquei as mulheres que traíam os maridos, e ficava puta toda vez que me chamavam de puta. Mas ali estava eu, sentada, como se nada tivesse acontecido, depois de dar um boquete foda num desconhecido. Me senti um lixo, mas ao mesmo tempo tava excitada. Uns minutos depois tive que subir pro meu quarto, bater uma bronha.
Nesse momento, Julián começou a gozar, jorrando forte, com o esperma caindo na mão de Diana, que não soltou a rola em nenhum instante. Ela ajudou ele, movendo a mão um pouco, até que ele, entre espasmos de prazer, deixou sair até o último jato de porra.
—Ah, bem… como você ficou! —Ela olhou pra mão, que estava coberta pelo líquido branco.
—Uai… foi mal.
—Ai, bobinho… como é que você vai pedir desculpa? Ia ser estranho se você não gozasse, depois das coisas que te contei. Posso ser sua mãe, mas não sou ingênua. Sei que você deve ter se imaginado numa situação igual; mas com outra mulher.
—É… sim, claro… com outra mulher. É que foram momentos muito… excitantes. Agora você vai me contar sobre o cara que conheceu? Aquele outro cara…
—Isso eu te conto amanhã.
—O quê? Por quê?
—Porque acho que você já teve estímulo suficiente por um dia… olha só como deixou minha mão, —ela esticou os dedos, fios de porra se formando entre eles—. Amanhã te conto tudo.
—Ufa, tá bom.
Ele queria saber mais sobre as aventuras da mãe dele; mas Diana já tinha tomado uma decisão. Ele teria que aguentar a curiosidade, pelo menos por mais um dia. Pelo menos já tinha acabado, e não precisaria ir para o quarto dele continuar o trabalho sozinho. Mas sabia que, com o tesão que tava, não passaria muito tempo até o pau dele acordar de novo. Agradecia por ter todas as fotos da mãe dele disponíveis, pra servirem de inspiração.
—Bom, agora eu agradeceria se você me deixasse sozinha um pouquinho — pediu a loira.
Julián não tava a fim de ir embora, mas não queria começar uma briga; ele vazou sem falar nada, batendo a porta ao sair.
Diana abriu as pernas e levou à buceta a mão cheia de sêmen. Começou a se masturbar usando aquele líquido branco e grosso como lubrificante. Ficou tentada a lamber os dedos, mas disse a si mesma que isso já seria demais. Por mais que o gosto do sêmen pudesse excitá-la muito, era o sêmen do próprio filho. Enquanto se tocava, lembrava das histórias que tinha contado pro Julián, e não conseguia parar de imaginar a pica do filho no lugar da daqueles homens. Disse a si mesma que isso era porque a lembrança do pau daqueles caras já estava meio apagada, e que a pica do Julián ela tinha visto segundos antes… até tinha tido dentro da boca dela. Por isso, quando imaginava o boquete que tinha feito no cara do hotel, só conseguia pensar que estava chupando o próprio filho. Isso a encheu de culpa e tesão, em partes iguais. Tava tão excitada que não conseguia parar pra pensar direito, deixou a mente guiá-la pra onde quisesse. Se viu, de joelhos, engolindo a pica do filho, exatamente como tinha feito minutos antes; mas agora imaginava que chupava ele com a mesma paixão que o cara do hotel. Até se viu implorando por sêmen… queria provar.
Diana lambeu os próprios dedos, sem nem perceber, foi um ato reflexo. O gosto do sêmen a embriagou; em vez de afastar a mão, ela lambeu cada cantinho dela, como se fosse uma gata se limpando. Na cabeça dela, repetia a frase: "Ai, sim, ai, sim... que pau gostoso... me dá toda essa porra!" A outra mão esfregava o clitóris com intensidade.
—Julião! —Ela gritou, com toda a força dos pulmões.
Em apenas alguns segundos a porta do quarto se abriu, Julián tava com a pica dura, porque tinha ficado se masturbando… e mais dura ainda ficou ao ver a mãe dele rebolando de um jeito tão safado.
—Aconteceu alguma coisa, mãe?
—Traz a câmera… rápido —disse ele, sem parar de bater uma violentamente—. Vai, rápido.
Juliano foi embora e voltou na mesma hora, quase que num piscar de olhos, com a câmera na mão.
—Vem… —ela disse, ao vê-lo—. Vai, vem…
O garoto subiu na cama e começou a tirar fotos da mãe, ela tinha o rosto numa expressão erótica de prazer. De prazer genuíno.
—Mete essa pica na minha boca…. toda!
Julián olhou para ela com os olhos bem abertos, mas foi esperto o suficiente para não perguntar nada. Agarrou sua pica dura e enfiou na boca da mãe. Quando a pica entrou, Diana a recebeu como se fosse a de um dos amantes, apertando bem os lábios em volta. Não se mexeu, ficou parada, mas tinha certeza de que a expressão de prazer no rosto dela seria genuína. Quem quer que visse aquelas fotos pensaria que ela estava, de verdade, chupando aquela pica.
Chegou ao orgasmo e se forçou a soltar a pica, porque senão teria começado a chupá-la loucamente. Se contorceu na cama enquanto enfiava os dedos e deixou Julián tirar quantas fotos achasse necessário. O garoto não perdeu muito tempo com isso, largou a câmera de lado e, ali, ajoelhado na frente da mãe, começou a bater uma. Fez isso com tanta intensidade que em poucos segundos já estava sentindo aquela grande onda de prazer subindo das bolas, estava prestes a gozar de novo. Agarrou uma das pernas da mãe e a afastou da outra o máximo que pôde. Aproximou a pica da buceta, tanto que a glande roçou nela mais de uma vez. Ficou surpreso ao ver Diana abrir os lábios da buceta, quase como se estivesse pedindo para ele enfiar a pica. Não fez isso, mas começou a encher ela de porra. Enquanto gozava, aproximou tanto a pica do buraco da buceta que a glande penetrou um pouco, soltando um jato potente de sêmen lá dentro. Recuou, com medo de que a mãe ficasse brava, e deixou sair o resto da porra.
Com as mãos trêmulas, Julián pegou a câmera… se a mãe dele perguntasse por que ele tinha feito uma coisa dessas, ele usaria a desculpa de sempre: “Era pras fotos, mãe”. Ele capturou algumas imagens e, para sua surpresa, Diana não disse nada. Ela ficou com as pernas abertas, entregue pelo cansaço. O esperma escorria pelos lábios da buceta dela, dando toda a impressão de que alguém tinha acabado de comer ela.
Na mente da Diana, os argumentos se chocavam. Por um lado, ela tava assustada com a própria reação e com o quanto Julián tinha chegado perto da buceta dela. Mas, por outro, tinha acabado de viver uma das experiências sexuais mais intensas dos últimos anos. Ela mantinha os olhos fechados, mas adorava se imaginar de pernas abertas, toda suada, com porra escorrendo da buceta dela. Tentou deixar os pensamentos ruins de lado pra não estragar o negócio das fotos.
—Vou querer essas fotos —ele disse—. Vou bater umas mil punhetas olhando pra elas… devem ser bem pornográficas.
— São sim — garantiu Julián, com um sorrisão —. Cê tá toda piranha, mamãe.
Isso fez Diana sorrir. Ela gostava de se sentir como uma puta, pelo menos por um tempo. Sabia que na próxima vez que conversasse sobre sexo com o filho, poderia dar todos os detalhes do que realmente aconteceu com seu “grande amante”, como ela gostava de chamá-lo.
2 comentários - A MILF Mais Gostosa[07]Parte 2 - Buceta Gostosa[/07]