Depois daquela masturbação culinária da Eli, fiquei doido. Foi a coisa mais excitante que tive no ano, quase, e comecei a procurar a Eli pra continuar nossa aventura. Depois de uma mensagem que mandei pra ver se a gente podia se encontrar, a Eli me ligou: "Me escuta. Quero que a gente combine uma coisa. Nada de mensagens. Só ligações e conversas pessoalmente." Eu: "Beleza, beleza! Podemos apagar as mensagens também." Eli: "Não. Alguém vai esquecer e vai tudo pro caralho. A gente se vê na porta da escola?" Eu: "Fechou." Naquele dia, passei perfume antes de sair do escritório rumo à escola. Quando cheguei, vi ela na calçada do outro lado e me aproximei. Eli: "Vim pra cá pra gente poder conversar sem ninguém ouvir." Eu: "Haha, ok. Tudo planejado, hein, Eli?" Eli: "Óbvio, gato. Então, me conta o que você queria me dizer por mensagem." Eu: "Ué, o que vai ser. Que a gente tem que continuar o que rolou outro dia." Eli: "Continuar o quê? Não ficou com culpa depois de ver a Mari e o Leo?" Eu: "Haha, ah, não." Eli: "Que filho da puta! Haha, bom... eu também não, pra ser sincera." Eu: "Bom... então a gente continua?" Eli: "Agora?!" Eu: "Tô a fim, se você quiser ir pro carro." Eli: "Você é louco. Só temos 5 minutos antes das crianças saírem." Toda essa conversa foi olhando pra porta pra ver se nossos filhos saíam, e a gente acenava pros outros pais. Não parecia suspeito, e a gente não se olhava na cara. Eu: "Então, o que a gente faz agora?" Eli: "Só conversar." Eu: "Sobre o quê?" Eli: "Qualquer coisa." Eu: "Posso falar de como eu ia tirar essa legging sua e te apalpar toda?" Ela me olhou pela primeira vez. Eli: "Pode... pode falar disso." Eu: "Que cor de fio dental você tá usando?" Eli: "Hmm, como você sabe que é fio dental?" Eu: "Marca tudo com essa legging." Eli: "Haha... branco. Por quê?" Eu: "Por nada... só tô imaginando esse fio dental sendo puxado pro lado pra eu meter até o fundo." Eli: "Haha, que difícil isso..." As crianças chegaram e a gente teve que se separar. A semana toda a gente se esquentou do mesmo jeito. Eram 5 ou 10 minutos se provocando na porta da escola. Cada vez a gente saía mais cedo, até que a gente propusemos encontrar no carro, mas num parque. Ela desceu do carro dela e entrou no meu correndo, como se tivesse medo de ser vista. Eu: "haha, o que foi?" Eli: "olha, se alguém me ver" Eu: "ninguém vai te reconhecer nessa área" Eli: "bom, mas não sei..." Eu: "então vem, se esconde" Baixei ela pra cabeça dela ficar apoiada nas minhas pernas. Ela ficou de barriga pra cima me olhando. Eli: "o que a gente tá fazendo? Por que me colocou assim?" Não deixei a dúvida crescer e levei minha mão pra tocar ela. Passei a barreira da calcinha fio dental e meus dedos entraram na buceta dela. Eu: "devolvendo favores. É isso que a gente tá fazendo. Hoje é minha vez de te tocar" Não tínhamos muito tempo, então me concentrei em fazer ela gozar com as mãos. Toquei ela devagar primeiro, enquanto ela lambia os lábios. Quando ela começou a arquear de prazer, pediu pra eu tirar meu pau pra fora. Ela tentou chupar, mas eu sabia que não dava tempo. Em 5 minutos os filhos saíam. Tirei meu pau e coloquei na cara dela enquanto fazia ela gozar. Eli: "aaahwww" Eu: "da próxima vez, você vai chupar ele todinho" — falei quase ordenando. Eli: "mmm SIM..." Dei um beijinho nela e ela desceu correndo pra ir pro carro dela. Chegamos no portão da escola e falei que ela tava com cara de relaxada pra provocar. Virou um hábito a gente se ligar no caminho de buscar as crianças. A gente ia dirigindo cada um no seu carro, mas as conversas não tinham filtro. Eli: "não vejo a hora de fazer o que combinamos" Eu: "o que combinamos?" Eli: "que da próxima eu ia chupar ele todinho" Eu: "ah, sim! Lembro. E como você chupa?" Eli: "haha, que pergunta é essa!" Eu: "bom... tô interessado!" Eli: "seu amigo não te contou nada?" — a gente já não ligava de falar dos nossos parceiros. Eu: "haha, não, na verdade ele reclama da falta" Eli: "haha, olha só!" Eu: "você devia chupar ele mais vezes!" Eli: "agora você tá tentando ajudar ele? Que doideira isso!" Eu: "tô com vontade de chupar você e você me pede pra chupar meu marido" Eu: "haha, é verdade. Então... como você chupa?" Eli: "sei lá! Que sei eu! Normal! Você tem expectativas altas?
Eu: óbvio
Eli: olha só a Mari! Ela chupa bem?
Eu: haha, ela nem chupa. Antes só fazia, e muito bem. Me deixava pensando nela todo dia, e toda vez que eu ia transar, pensava na Mari também. Até quando tava comendo minha mulher, já imaginava que era a Eli e metia bem forte, mesmo ela reclamando. Uma noite acordei ela super tarado e, sem deixar ela falar nada, tirei a calcinha dela e meti sem parar. Nós dois gozamos como há muito tempo não acontecia.
Nas nossas conversas no carro, a gente contava como a tesão que a gente tava tava fazendo a gente transar com nossos parceiros. O Leo ganhou vários boquetes por minha causa. Ela dizia que tava praticando pra mim. A gente não sabia como dar um jeito de se encontrar até que eu falei que não ia trabalhar se ela dedicasse a manhã pra mim. Pra minha surpresa, a ideia pareceu boa pra ela, e ela disse que ia me buscar num lugar. Entrei no carro dela e fomos pra casa dela. Duas quadras antes de chegar, eu me escondi. Quando já tava dentro da garagem, ela desceu desesperada.
Eli: finalmente te tenho aqui! – a gente se beijou, acho que pela primeira vez.
Eu: puxei ela pra perto e passei a mão na bunda toda. Ela tava com uma camiseta branca e uma legging preta bem justa. Ela disse que a gente ia ficar ali na garagem e que não podia fazer muito barulho por causa dos vizinhos.
Eu: deixa eu te ver. – ela se afastou de mim e deu uma voltinha.
Eli: tô bem?
Eu: deixa eu ver… Abaixa um pouco a legging – ela fez bem rápido – pode se virar.
Ela se virou e eu vi uma tanga branca com um lacinho atrás. Era um espetáculo.
Eli: o que você acha? – ela passou a mão na bunda.
Eu: uffa. Adorei. Tira a camiseta também.
Vi ela com aquele corpo todo impressionante na minha frente. Tava no céu. Me apoiei no carro e tirei o pau pra fora.
Eu: agora sim chegou o momento que você me prometeu.
Ela se ajoelhou e pegou meu pau pra levar na boca. Começou tímida, segurando com as duas mãos e dando uns beijinhos na ponta. Depois enfiou uns 2 ou 3 centímetros e me olhou. Eli: cê gostou?
Eu: uff, amei
Ela fechou os olhos e focou na chupada. Eu me masturbava com a mão enquanto ela acompanhava com a boca pra meter mais fundo. De vez em quando, usava a língua dentro da boca. Não era uma expert, mas eu tava curtindo um boquete depois de anos e era incrível. Depois de alguns minutos chupando e lambendo, ela começou a sentir dor nos joelhos e se preparou pro próximo passo. Levantou e se apoiou na parede da garagem pra me convidar a meter. Coloquei a camisinha.
Eu: mm, vou começar devagar. Mas que vontade de te comer que eu tô
Eli: já mete, vai
Eli tinha os antebraços apoiados na parede e virava a cabeça pra falar comigo ou me olhar. Comecei a meter meu pau devagar. Que delícia sentir ele entrando naquela bunda linda, com certeza uma rabeta melhor que a da Mari. Começamos a gemer e curtir aquela foda. Ela começou a provocar, igual quando a gente falava no telefone.
Eli: que pau que você tem, e como ele entra. Sinto ele me abrindo
Eu: você tava muito molhada
Levei ela pro carro pra ficar mais confortável, e ela subiu uma perna no banco. Parei pra olhar porque era um espetáculo ver aquela rabeta assim. Pedi pra ela abrir a bunda com as mãos, e ela topou. Não aguentei mais e meti de novo. Eli começou a acompanhar minhas estocadas com os dedos, se tocando no clitóris.
Eu: cê adora, né?
Eli: ai, SIM... Awwww, sim
O gemido dela foi perdendo volume e ela gozou. Parei dois segundos e depois me joguei no chão pra ela subir em cima de mim. Tirou o sutiã e ficou de peitos de fora. Não eram peitões, mas dava pra pegar com uma mão. Ela sentou no meu pau e começou a pular. Sentia que entrava bem fundo, e ela tava adorando. Acelerou de um jeito que não aguentei e gozei tudo na camisinha. Ela deitou em cima de mim, e por cinco minutos a gente ficou ali. Jogados no chão da garagem dela, os dois pelados, curtindo finalmente ter chegado nisso, esquecer tudo que é certo pros outros e se comer com toda a vontade. Ela se vestiu. Ele pediu pra eu ficar no carro. Trouxe uma garrafa d'água e me tirou da casa dele escondido.
Eu: óbvio
Eli: olha só a Mari! Ela chupa bem?
Eu: haha, ela nem chupa. Antes só fazia, e muito bem. Me deixava pensando nela todo dia, e toda vez que eu ia transar, pensava na Mari também. Até quando tava comendo minha mulher, já imaginava que era a Eli e metia bem forte, mesmo ela reclamando. Uma noite acordei ela super tarado e, sem deixar ela falar nada, tirei a calcinha dela e meti sem parar. Nós dois gozamos como há muito tempo não acontecia.
Nas nossas conversas no carro, a gente contava como a tesão que a gente tava tava fazendo a gente transar com nossos parceiros. O Leo ganhou vários boquetes por minha causa. Ela dizia que tava praticando pra mim. A gente não sabia como dar um jeito de se encontrar até que eu falei que não ia trabalhar se ela dedicasse a manhã pra mim. Pra minha surpresa, a ideia pareceu boa pra ela, e ela disse que ia me buscar num lugar. Entrei no carro dela e fomos pra casa dela. Duas quadras antes de chegar, eu me escondi. Quando já tava dentro da garagem, ela desceu desesperada.
Eli: finalmente te tenho aqui! – a gente se beijou, acho que pela primeira vez.
Eu: puxei ela pra perto e passei a mão na bunda toda. Ela tava com uma camiseta branca e uma legging preta bem justa. Ela disse que a gente ia ficar ali na garagem e que não podia fazer muito barulho por causa dos vizinhos.
Eu: deixa eu te ver. – ela se afastou de mim e deu uma voltinha.
Eli: tô bem?
Eu: deixa eu ver… Abaixa um pouco a legging – ela fez bem rápido – pode se virar.
Ela se virou e eu vi uma tanga branca com um lacinho atrás. Era um espetáculo.
Eli: o que você acha? – ela passou a mão na bunda.
Eu: uffa. Adorei. Tira a camiseta também.
Vi ela com aquele corpo todo impressionante na minha frente. Tava no céu. Me apoiei no carro e tirei o pau pra fora.
Eu: agora sim chegou o momento que você me prometeu.
Ela se ajoelhou e pegou meu pau pra levar na boca. Começou tímida, segurando com as duas mãos e dando uns beijinhos na ponta. Depois enfiou uns 2 ou 3 centímetros e me olhou. Eli: cê gostou?
Eu: uff, amei
Ela fechou os olhos e focou na chupada. Eu me masturbava com a mão enquanto ela acompanhava com a boca pra meter mais fundo. De vez em quando, usava a língua dentro da boca. Não era uma expert, mas eu tava curtindo um boquete depois de anos e era incrível. Depois de alguns minutos chupando e lambendo, ela começou a sentir dor nos joelhos e se preparou pro próximo passo. Levantou e se apoiou na parede da garagem pra me convidar a meter. Coloquei a camisinha.
Eu: mm, vou começar devagar. Mas que vontade de te comer que eu tô
Eli: já mete, vai
Eli tinha os antebraços apoiados na parede e virava a cabeça pra falar comigo ou me olhar. Comecei a meter meu pau devagar. Que delícia sentir ele entrando naquela bunda linda, com certeza uma rabeta melhor que a da Mari. Começamos a gemer e curtir aquela foda. Ela começou a provocar, igual quando a gente falava no telefone.
Eli: que pau que você tem, e como ele entra. Sinto ele me abrindo
Eu: você tava muito molhada
Levei ela pro carro pra ficar mais confortável, e ela subiu uma perna no banco. Parei pra olhar porque era um espetáculo ver aquela rabeta assim. Pedi pra ela abrir a bunda com as mãos, e ela topou. Não aguentei mais e meti de novo. Eli começou a acompanhar minhas estocadas com os dedos, se tocando no clitóris.
Eu: cê adora, né?
Eli: ai, SIM... Awwww, sim
O gemido dela foi perdendo volume e ela gozou. Parei dois segundos e depois me joguei no chão pra ela subir em cima de mim. Tirou o sutiã e ficou de peitos de fora. Não eram peitões, mas dava pra pegar com uma mão. Ela sentou no meu pau e começou a pular. Sentia que entrava bem fundo, e ela tava adorando. Acelerou de um jeito que não aguentei e gozei tudo na camisinha. Ela deitou em cima de mim, e por cinco minutos a gente ficou ali. Jogados no chão da garagem dela, os dois pelados, curtindo finalmente ter chegado nisso, esquecer tudo que é certo pros outros e se comer com toda a vontade. Ela se vestiu. Ele pediu pra eu ficar no carro. Trouxe uma garrafa d'água e me tirou da casa dele escondido.
8 comentários - La razón de mi divorcio - parte 2
Lamentablemente si de entrada hablaste de divorcio, la cosa no terminó bien, al menos para la pareja con Mari....aunque si soy mal pensado, o bien pensado, según como se mire, Mari podría terminar junto a Leo, si es que hasta ahora no hicieron de las suyas por su lado....pero bueno, como dije, soy un malpensado jaja. Gracias por seguir la historia, van 10 puntos!!