O amigo gay da minha enteada

Minha enteada no tempo do ensino médio se reunia em casa com os amigos. Tinha umas amigas muito gostosas, mas nunca tive intenções com elas porque eram todas menores. Não vou mentir pra vocês também, mas entre os 15 e os 17 elas tiveram um desenvolvimento tão grande que tive umas fantasias, sim. Obviamente. Foi aí que começou meu interesse pela minha enteada, mas depois vou contar de uma amiga em especial, da Gise, a gordinha do grupo, mas em outro relato. Hoje vou contar minha história com o André, que desde moleque já dava sinais de ser gay. Numa reunião em casa depois da aula, eu observei ele. A calça de moletom da escola ficava muito linda nele, os caras usavam ela bem justinha marcando umas bundas lindas. Mas nele era mais. Ele era meio gordinho, um metro e setenta, branquinho, lábios carnudos e a rabeta grandona. Uma vez bati uma pensando nele. Mas sempre zoando com eles, eu era só mais um amigo. Quando terminou o ensino médio, perdi o contato. Mas recentemente ele apareceu aqui em casa de visita. Hoje tem 19 anos, tá mais gordinho e mais lindo. Conversa vai, conversa vem, consegui puxar o número de telefone dele com a desculpa de avisar se soubesse de algum trampo, já que ele queria sair do restaurante onde trabalhava. Passei o meu. Uma manhã ele me escreveu pra perguntar como montar o currículo dele. Nem lerdo nem preguiçoso, falei que tava ocupado mas que com prazer ajudava. Combinei de ir na casa dele naquela mesma tarde. Fui na casa dele em Floresta. Apartamento studio bonitinho. Faz um ano que mora sozinho, me oferece uns mates e a gente conversa sobre tudo. Ele me confessou a homossexualidade dele e eu falei que já sabia, mas que comigo tava tudo mais que bem. Os pais dele não aceitam a condição dele e toda essa treta. Pedi pra ele não me ver como um pai, que eu seria amigo dele e que o que a gente conversasse não contasse pra minha filha, porque sou muito reservado. Ele disse que não tinha problema nenhum. A gente contou umas coisas, peripécias sexuais inclusive. Falei que me considero bissexual. Notei um brilho nos olhos dele e mandei ele guardar segredo. Jurou. Trouxe um caderno pra começar a fazer um rascunho do currículo dele e sentou do meu lado na mesa. Carinhosamente, passei a mão no pescoço dele, abraçando com carinho como se a gente fosse estudar. Senti um formigamento na pica. Ele ficou duro. Pedi pra ele relaxar, dando um leve massagem na nuca. A gente se olhou... Senti a boca dele na minha, suave, lábio com lábio, língua com língua, muita saliva, saliva gostosa. Quando me toquei, a gente tava se comendo de boca igual desesperado. A gente chupou a boca um do outro, beijo de língua incluso, tipo uns dez minutos enquanto se acariciava o peito e os bicos por cima da roupa. Uma língua larga e linda. "Sempre me deu tesão", ele falou. "Você também, mas era menor", respondi. "Sempre percebi que você olhava pra minha bunda", retrucou. A gente foi pra cama. Tirei toda a roupa e ele também. O pedaço de pica que ele tinha me deixou pasmo. Eu sentado na cama e ele de pé. Fiz uma punheta nele e comecei a chupar a pica dele. Linda, vermelha, larga. Pura cabeça. Com as duas mãos, acariciava por trás aquela bundona gorda quase sem pelo. Enfiei uns dedos. Tudo lindo. Ele me empurra pra trás e eu fico deitado. Ele se ajoelhou na beira da cama e chupou minha pica toda com paixão. Como o gordinho chupava! Putíssimo boqueteiro! Ele colocou uma camisinha em mim e montou. Me comeu com aquela bunda linda por um bom tempo, de pernas abertas, cavalgava melhor que uma puta. Eu batia punheta pra ele e ele se arqueava pra trás. Numa dessas, sinto a pica dele endurecer mais e ele soltou uma porrada de leite que acertou em cheio minha cara e meu peito. Muito leiteiro. O que escorreu na minha boca, lambi, era um gozo muito gostoso, e o do peito espalhei tudo. Eu ainda tava com tesão. Ele ficou de quatro e eu meti sem parar naquela bunda linda e gorda. Ele gritava igual um desesperado. Tinha começado a bater punheta de novo. Tirei a camisinha, abri o cu dele com os dedos, tava bem dilatado, o putinho, e cuspi todo o gozo dentro. Banhei ele de porra. A gente ficou abraçado por um bom tempo. cara, nos beijando e acariciando as picas até ficarem duras de novo. Ele pediu pra eu deitar de barriga pra baixo, eu aceitei. Mas pedi pra ele só chupar meu cu e meter uns dedos, porque a pica dele era muito grossa e cabeçuda, e ia me desvirginar mal, já que só entrego o rabo se a pica for pequena. "Sem drama", ele disse. Fico na posição e começa a chupada de cu e dedada. O cara era um mestre. Num momento, desejei que ele me comesse, juro. Ele sobe em cima de mim e se apoia. Senti aquela pica indo e vindo na fenda do meu cu sem penetração, ele tava se masturbando com minha bunda e minhas nádegas, eu me masturbava esfregando minha pica no colchão até sentir todo o leite quente dele banhando a fenda toda, e ele se apertava contra mim gozando. Gozei na mesma hora também, sujando todo o lençol. Nos beijamos de novo. Fomos tomar banho. Combinamos de transar sempre que der. O gordinho é uma puta gostosa, e não descarto que da próxima ele me arrombe bem o cu.

2 comentários - O amigo gay da minha enteada

bicba
Tremenda historia, espero sea verdad