Queria compartilhar uma parada que aconteceu com um amigo meu, uns 20 anos atrás em Santa Teresita. Férias em família, tipo padrão, elevador x2 pros 15 andares e, durante o dia, uma mina que ficava no elevador pra "cuidar" e "manusear" ele. Não sei pra que caralho servia, mas era o que rolava. Tinha duas piranhas, uma de manhã e outra à tarde, elas tinham a chave e eram sobrinhas do administrador (meu amigo descobriu depois).
O que meu amigo viveu foi que, quando uma das piranhas tava lá, vamos chamar ela de Maria Paz, sardenta, simpática, miudinha, meu amigo ficava mais olheiro do que de costume e o resultado é que a mina tava de regata sem sutiã. Meu amigo não sabia se era uma atitude provocadora, se era algo normal sem ela perceber ou o que queria, mas a real é que ele sempre arrumava uma desculpa pra voltar pra praia buscar algo que esqueceram e se posicionar atrás dela pra espiar de ladinho como os peitos dela apareciam e uns mamilos rosados.
Foram 3 semanas de muito tesão, de buscar papo com a sardenta e dela ser super simpática, a ponto de ele descobrir onde ela morava, o que fazia no inverno, quais baladas ia no verão, o que fazia no inverno e quantos anos tinha.
As semanas passaram, as punhetas do meu amigo também, e eles voltaram pra Buenos Aires, mas meu amigo tinha uma missão: voltar sem a família e organizar uma saída de pesca com os amigos. Ele conseguiu alugar um apê no mesmo prédio e tinha alguma informação da sardenta, onde morava, a escola e tal. Naquele primeiro dia de pleno inverno, os amigos foram pescar na praia e ele deu uma voltinha sem resultado, mas ao meio-dia, quando voltava de uma rotisseria, achou que viu ela. Seguiu de longe até que ela se separou do grupo com quem tava, se aproximou com o carro, buzinou, abaixou o vidro e cumprimentou. A gata reconheceu ele, sorriu e cumprimentou com vontade, perguntou o que ele tava fazendo por ali, ele contou e convidou ela pra dar uma carona porque tava frio. Quando ela entrou no carro, ele disse que ela continuava tão gostosa como sempre. A garota sorriu e meu amigo foi direto na boca dela e comeu ela de beijo. Ficaram se pegando um tempão, meu amigo chamou ela pra ir pra outro lugar e ela pediu um tempo. Tinha que ir em casa trocar de roupa. Tava voltando da escola, ela mandou ele esperar na esquina da casa dela e 20 minutos depois a mina voltou de moletom e quando subiu de novo, se pegaram pra caralho e meu amigo voltando pro apê. Quando entraram no prédio e subiram no elevador, mas pela garagem, ele lembrou como ela tava gostosa no verão e passou a mão nos peitos dela e ela fechou os olhos e meu amigo sentiu que ela ainda tava sem sutiã.
Entraram no apê, foram direto pro quarto onde o short e a camiseta saíram quase ao mesmo tempo e meu amigo começou a beijar uns peitos pequenos e durinhos, botõezinhos rosados bem durinhos e sentia ela gemendo, quando foi descendo pela barriguinha dela o gemido ficava mais forte e quando abaixou a calça do moletom e puxou a calcinha, se deparou com uma buceta rosada, muito bem depiladinha com pelinhos ruivos bem curtinhos e um clitóris bem pra fora. Depois de enfiar a cara ali até fazer ela gozar, colocou as perninhas dela no ombro e meteu até o talo enquanto a sardenta pedia pra ele não parar.
Transaram a tarde inteira até os amigos dele chegarem da pescaria, ele levou ela de volta pra casa e no dia seguinte a cena se repetiu, mas também comeram ela os amigos do meu amigo.
Quando meu amigo voltou com a família no verão seguinte, não encontrou ela trabalhando e o comentário é que ela tinha engravidado de algum namoradinho e hoje, 20 anos depois, meu amigo ainda não tem ideia se aquela gravidez era dele ou de algum dos amigos dele.
O que meu amigo viveu foi que, quando uma das piranhas tava lá, vamos chamar ela de Maria Paz, sardenta, simpática, miudinha, meu amigo ficava mais olheiro do que de costume e o resultado é que a mina tava de regata sem sutiã. Meu amigo não sabia se era uma atitude provocadora, se era algo normal sem ela perceber ou o que queria, mas a real é que ele sempre arrumava uma desculpa pra voltar pra praia buscar algo que esqueceram e se posicionar atrás dela pra espiar de ladinho como os peitos dela apareciam e uns mamilos rosados.
Foram 3 semanas de muito tesão, de buscar papo com a sardenta e dela ser super simpática, a ponto de ele descobrir onde ela morava, o que fazia no inverno, quais baladas ia no verão, o que fazia no inverno e quantos anos tinha.
As semanas passaram, as punhetas do meu amigo também, e eles voltaram pra Buenos Aires, mas meu amigo tinha uma missão: voltar sem a família e organizar uma saída de pesca com os amigos. Ele conseguiu alugar um apê no mesmo prédio e tinha alguma informação da sardenta, onde morava, a escola e tal. Naquele primeiro dia de pleno inverno, os amigos foram pescar na praia e ele deu uma voltinha sem resultado, mas ao meio-dia, quando voltava de uma rotisseria, achou que viu ela. Seguiu de longe até que ela se separou do grupo com quem tava, se aproximou com o carro, buzinou, abaixou o vidro e cumprimentou. A gata reconheceu ele, sorriu e cumprimentou com vontade, perguntou o que ele tava fazendo por ali, ele contou e convidou ela pra dar uma carona porque tava frio. Quando ela entrou no carro, ele disse que ela continuava tão gostosa como sempre. A garota sorriu e meu amigo foi direto na boca dela e comeu ela de beijo. Ficaram se pegando um tempão, meu amigo chamou ela pra ir pra outro lugar e ela pediu um tempo. Tinha que ir em casa trocar de roupa. Tava voltando da escola, ela mandou ele esperar na esquina da casa dela e 20 minutos depois a mina voltou de moletom e quando subiu de novo, se pegaram pra caralho e meu amigo voltando pro apê. Quando entraram no prédio e subiram no elevador, mas pela garagem, ele lembrou como ela tava gostosa no verão e passou a mão nos peitos dela e ela fechou os olhos e meu amigo sentiu que ela ainda tava sem sutiã.
Entraram no apê, foram direto pro quarto onde o short e a camiseta saíram quase ao mesmo tempo e meu amigo começou a beijar uns peitos pequenos e durinhos, botõezinhos rosados bem durinhos e sentia ela gemendo, quando foi descendo pela barriguinha dela o gemido ficava mais forte e quando abaixou a calça do moletom e puxou a calcinha, se deparou com uma buceta rosada, muito bem depiladinha com pelinhos ruivos bem curtinhos e um clitóris bem pra fora. Depois de enfiar a cara ali até fazer ela gozar, colocou as perninhas dela no ombro e meteu até o talo enquanto a sardenta pedia pra ele não parar.
Transaram a tarde inteira até os amigos dele chegarem da pescaria, ele levou ela de volta pra casa e no dia seguinte a cena se repetiu, mas também comeram ela os amigos do meu amigo.
Quando meu amigo voltou com a família no verão seguinte, não encontrou ela trabalhando e o comentário é que ela tinha engravidado de algum namoradinho e hoje, 20 anos depois, meu amigo ainda não tem ideia se aquela gravidez era dele ou de algum dos amigos dele.
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