Natalia tinha uns 19 anos, era de pele branca e magra, cabelo longo e preto, lábios grossos, olhar doce e um sorriso divertido. As pernas dela eram bem longas e as mãos grandes, o rosto fino, os quadris largos. Lembro que quando ela chegou na nossa casa, tava com um vestido azul céu. A gente ficou batendo papo na sala de jantar com os pais dela por um tempão até anoitecer, e eles se despediram. A Natalia tinha que ficar uns dias por causa da escola antes de mudar de cidade com os pais.
Na manhã seguinte, acordei e minha mulher fez café da manhã pra nós três. A Natalia tava de pijama: uns shorts curtinhos que grudavam bem na bunda branca e redonda dela, e um top branco que não conseguia cobrir direito os pezões enormes dela, que marcavam e apareciam no top quase transparente. Os peitos brancos dela ficavam de fora por cima do top, e como eram grandes, chamavam muita atenção. Naquele dia, ela me pediu pra ir numa festa com as amigas, disse que os pais já tinham deixado e que ela ia ficar até no máximo umas 2 da manhã. Pensei em negar, mas minha esposa interrompeu, deixou e falou que tudo bem, mas que era pra ela não se meter em encrenca.
Todo mundo saiu de casa depois do café e fomos fazer nossas atividades do dia. Umas horas depois, cheguei tarde em casa. Minha esposa tava acordada e disse que minha sobrinha já tinha ido pra festa. Fiquei vendo um jogo de futebol na sala e abri umas cervejas. Sem perceber, já passava das 2 da manhã e ela ainda não tinha voltado. Achei normal e fui dormir. Não sei por que, acordei de madrugada e fui ver se a Natalia já tinha chegado, mas ela ainda não tava no quarto. Preocupado, pensei que talvez tivesse acontecido alguma coisa, então liguei pros pais dela pra avisar. Meu cunhado atendeu, mesmo sendo tarde, e disse que ela era uma mentirosa, que ele não tinha dado permissão nenhuma. Permissão, ele disse que tentaria ligar pra ela, mas que eu não me preocupasse e que por favor avisasse ele quando ela chegasse.
Eram mais ou menos 6 da manhã quando minha sobrinha chegou em casa. Minha esposa já estava quase saindo pro trabalho quando minha sobrinha entrou pela porta. Ela tava quase caindo de bêbada. Na hora, liguei pro meu cunhado pra avisar que a filha dele já tava em casa, mas também falei que ela vinha bem tomada. "Fico feliz que ela esteja bem", respondeu o pai dela, "mas por favor, não deixa ela sair mais." Ele me pediu pra castigar ela, mas que desse um castigo pesado pra essa garota. Ele tava muito puto quando falou isso. "Então você quer que eu castigue ela?", perguntei de novo. "Sim, castiga ela com força", confirmou o pai da minha sobrinha.
Minha esposa me ajudou a levar ela pro quarto e tirou os saltos dela, mas deixou o vestido. Ela ficou largada na cama como um saco de batatas. Eu não trabalhava naquele dia, então falei pra minha esposa que eu ia vigiar ela, e ela saiu rumo ao trabalho. "Tenho que castigar ela", pensei por um momento. Então tomei um gole da cerveja pra criar coragem e fui pro quarto dela bem decidido.
A Natália tava deitada de bruços. Sem hesitar, peguei ela pelos cabelos e tirei ela do quarto quase arrastando. Lembro que ela não reagia, então levei ela quase dormindo até o chuveiro. Depois coloquei ela debaixo d'água e abri o registro. Ela acordou na hora, meio assustada. "O que você tá fazendo?", reclamou. "Vou te dar um banho", respondi. O vestido molhado grudou nos peitos grandes e gordos dela, mesma coisa na bunda. Os mamões enormes da Natália ficaram durinhos por causa da água fria. Virei ela de costas, levantei o vestido dela. A putinha tava de fio dental que combinava com o vestido. A bunda branca e redonda dela tava debaixo do chuveiro se molhando, e ela mal conseguia ficar em pé.
"Você é uma putinha malcriada", falei pra Natália enquanto batia na bunda dela com a palma da mão. Ela gemeu, e eu comecei a... Nalguear ela de novo, você é uma puta que não obedece, e por isso vou te castigar, puta. Lembra que debaixo do chuveiro as palmadas que eu dava nela ecoavam mais forte, as bundas dela ressoavam pela casa inteira, e enquanto ela gemia e soluçava, eu batia nela. Agora sim, putinha, você vai obedecer. Levanta bem essa bunda, puta, ou vai ser pior, eu dizia, e ela me obedecia, ficava na ponta dos pés enquanto eu nalgueava ela.
Com certeza você já vem toda fodida, perguntei, enquanto nalgueava ela, e a Natália balançava a cabeça dizendo que não e soluçava, tentando não cair e aguentando o castigo que eu dava. Depois virei ela, peguei no rosto dela, apertei as bochechas e dei um beijo, seguido de uma mordida suave nos lábios dela. Agora você vai chupar toda a minha pica, garota doce, isso também vai ser parte do seu castigo.
Na hora, abaixei o short e tirei a pica, e ela foi se abaixando aos poucos e começou a abrir a boca lentamente. Eu me aproximei e coloquei a pica bem na frente da boca dela, e ela não hesitou em começar a chupar, até tentava enfiar tudo na boca, começando a engasgar. Quer que eu engula toda a sua pica, tio? ela dizia, me olhando para cima, com a maquiagem borrada e até umas lágrimas escorrendo pelas bochechas. Sim, Natália, chupa ela toda, e lembra que isso é por você ser desobediente e mentirosa, eu dizia enquanto olhava os olhinhos dela cheios de lágrimas, e ela me olhava com ternura.
Sem eu falar nada, ela começou a chupar minhas bolas sozinha, enquanto pedia desculpas. Me perdoa, tio, me perdoa, por favor, é que eu não queria ir, mas me obrigaram. Te obrigaram a quê, Natália? perguntei. A ir pra festa, respondeu. E a mais o que te obrigaram, puta? insisti. Com certeza a sentar nas picas deles, né, sua puta. Já confessa que você é uma putinha mentirosa, eu dizia. Aliás, eles não te obrigaram, né? Você se ofereceu, ofereceu essa bundona que você tem, porque é assim que você é, uma puta oferecida. Ela Podia falar, mas tinha a boca cheia de pau. Depois levantei ela e carreguei nos meus braços enquanto dizia: "Vou te mostrar o quão puta você é". Levei ela pro meu quarto, tirei o vestido molhado e com a própria calcinha dela amordacei ela, colocando de quatro a vadiazinha.
A Natália obedeceu na hora, e assim, de quatro na cama, com aquelas bundonas imensas e molhadas completamente à minha disposição, segurei ela pelo cabelo e fui enfiando devagar. Primeiro só a ponta pra buceta dela ir molhando, e conforme eu ia entrando, ela apertava cada vez mais a calcinha que tinha na boca com os dentes. Eu continuei cravando devagar, enfiando todo o meu pau. Quando entrou tudo, a puta soltou um gemido forte, e depois começou a bater a bunda sozinha contra mim. "Assim, puta, assim, se acaba sozinha, se acaba sozinha", eu dizia, enquanto ela me dava a bunda. Quase gozei quando ouvi ela gritar: "Ai, tio, você vai me rasgar toda! Ai, que gostoso, que gostoso que é o pau do meu tio!" Meu pau preto e comprido contrastava com a bundinha branca e redonda dela. Não parei de puxar os cabelos da vadiazinha enquanto montava nela como uma égua. A Natália começou a gozar toda.
A grande puta escorria todos os sucos dela na minha cama. Depois de enterrar várias vezes meu pau na bunda dela, comecei a sentir que meu leite quase jorrava, então virei ela de frente pra mim pra ela engolir tudo. Era o prêmio dela por ter me feito gozar com aquela bundona enorme. E a suja não resistiu, chupou meu pau inteiro como uma bezerra, e ainda fiz ela lamber as gotas de porra que tinham caído na cama junto com os sucos dela. Ela limpou tudo com a língua. Finalmente tinha domado a puta da minha sobrinha.Fim
Na manhã seguinte, acordei e minha mulher fez café da manhã pra nós três. A Natalia tava de pijama: uns shorts curtinhos que grudavam bem na bunda branca e redonda dela, e um top branco que não conseguia cobrir direito os pezões enormes dela, que marcavam e apareciam no top quase transparente. Os peitos brancos dela ficavam de fora por cima do top, e como eram grandes, chamavam muita atenção. Naquele dia, ela me pediu pra ir numa festa com as amigas, disse que os pais já tinham deixado e que ela ia ficar até no máximo umas 2 da manhã. Pensei em negar, mas minha esposa interrompeu, deixou e falou que tudo bem, mas que era pra ela não se meter em encrenca.
Todo mundo saiu de casa depois do café e fomos fazer nossas atividades do dia. Umas horas depois, cheguei tarde em casa. Minha esposa tava acordada e disse que minha sobrinha já tinha ido pra festa. Fiquei vendo um jogo de futebol na sala e abri umas cervejas. Sem perceber, já passava das 2 da manhã e ela ainda não tinha voltado. Achei normal e fui dormir. Não sei por que, acordei de madrugada e fui ver se a Natalia já tinha chegado, mas ela ainda não tava no quarto. Preocupado, pensei que talvez tivesse acontecido alguma coisa, então liguei pros pais dela pra avisar. Meu cunhado atendeu, mesmo sendo tarde, e disse que ela era uma mentirosa, que ele não tinha dado permissão nenhuma. Permissão, ele disse que tentaria ligar pra ela, mas que eu não me preocupasse e que por favor avisasse ele quando ela chegasse.
Eram mais ou menos 6 da manhã quando minha sobrinha chegou em casa. Minha esposa já estava quase saindo pro trabalho quando minha sobrinha entrou pela porta. Ela tava quase caindo de bêbada. Na hora, liguei pro meu cunhado pra avisar que a filha dele já tava em casa, mas também falei que ela vinha bem tomada. "Fico feliz que ela esteja bem", respondeu o pai dela, "mas por favor, não deixa ela sair mais." Ele me pediu pra castigar ela, mas que desse um castigo pesado pra essa garota. Ele tava muito puto quando falou isso. "Então você quer que eu castigue ela?", perguntei de novo. "Sim, castiga ela com força", confirmou o pai da minha sobrinha.
Minha esposa me ajudou a levar ela pro quarto e tirou os saltos dela, mas deixou o vestido. Ela ficou largada na cama como um saco de batatas. Eu não trabalhava naquele dia, então falei pra minha esposa que eu ia vigiar ela, e ela saiu rumo ao trabalho. "Tenho que castigar ela", pensei por um momento. Então tomei um gole da cerveja pra criar coragem e fui pro quarto dela bem decidido.
A Natália tava deitada de bruços. Sem hesitar, peguei ela pelos cabelos e tirei ela do quarto quase arrastando. Lembro que ela não reagia, então levei ela quase dormindo até o chuveiro. Depois coloquei ela debaixo d'água e abri o registro. Ela acordou na hora, meio assustada. "O que você tá fazendo?", reclamou. "Vou te dar um banho", respondi. O vestido molhado grudou nos peitos grandes e gordos dela, mesma coisa na bunda. Os mamões enormes da Natália ficaram durinhos por causa da água fria. Virei ela de costas, levantei o vestido dela. A putinha tava de fio dental que combinava com o vestido. A bunda branca e redonda dela tava debaixo do chuveiro se molhando, e ela mal conseguia ficar em pé.
"Você é uma putinha malcriada", falei pra Natália enquanto batia na bunda dela com a palma da mão. Ela gemeu, e eu comecei a... Nalguear ela de novo, você é uma puta que não obedece, e por isso vou te castigar, puta. Lembra que debaixo do chuveiro as palmadas que eu dava nela ecoavam mais forte, as bundas dela ressoavam pela casa inteira, e enquanto ela gemia e soluçava, eu batia nela. Agora sim, putinha, você vai obedecer. Levanta bem essa bunda, puta, ou vai ser pior, eu dizia, e ela me obedecia, ficava na ponta dos pés enquanto eu nalgueava ela.
Com certeza você já vem toda fodida, perguntei, enquanto nalgueava ela, e a Natália balançava a cabeça dizendo que não e soluçava, tentando não cair e aguentando o castigo que eu dava. Depois virei ela, peguei no rosto dela, apertei as bochechas e dei um beijo, seguido de uma mordida suave nos lábios dela. Agora você vai chupar toda a minha pica, garota doce, isso também vai ser parte do seu castigo.
Na hora, abaixei o short e tirei a pica, e ela foi se abaixando aos poucos e começou a abrir a boca lentamente. Eu me aproximei e coloquei a pica bem na frente da boca dela, e ela não hesitou em começar a chupar, até tentava enfiar tudo na boca, começando a engasgar. Quer que eu engula toda a sua pica, tio? ela dizia, me olhando para cima, com a maquiagem borrada e até umas lágrimas escorrendo pelas bochechas. Sim, Natália, chupa ela toda, e lembra que isso é por você ser desobediente e mentirosa, eu dizia enquanto olhava os olhinhos dela cheios de lágrimas, e ela me olhava com ternura.
Sem eu falar nada, ela começou a chupar minhas bolas sozinha, enquanto pedia desculpas. Me perdoa, tio, me perdoa, por favor, é que eu não queria ir, mas me obrigaram. Te obrigaram a quê, Natália? perguntei. A ir pra festa, respondeu. E a mais o que te obrigaram, puta? insisti. Com certeza a sentar nas picas deles, né, sua puta. Já confessa que você é uma putinha mentirosa, eu dizia. Aliás, eles não te obrigaram, né? Você se ofereceu, ofereceu essa bundona que você tem, porque é assim que você é, uma puta oferecida. Ela Podia falar, mas tinha a boca cheia de pau. Depois levantei ela e carreguei nos meus braços enquanto dizia: "Vou te mostrar o quão puta você é". Levei ela pro meu quarto, tirei o vestido molhado e com a própria calcinha dela amordacei ela, colocando de quatro a vadiazinha.
A Natália obedeceu na hora, e assim, de quatro na cama, com aquelas bundonas imensas e molhadas completamente à minha disposição, segurei ela pelo cabelo e fui enfiando devagar. Primeiro só a ponta pra buceta dela ir molhando, e conforme eu ia entrando, ela apertava cada vez mais a calcinha que tinha na boca com os dentes. Eu continuei cravando devagar, enfiando todo o meu pau. Quando entrou tudo, a puta soltou um gemido forte, e depois começou a bater a bunda sozinha contra mim. "Assim, puta, assim, se acaba sozinha, se acaba sozinha", eu dizia, enquanto ela me dava a bunda. Quase gozei quando ouvi ela gritar: "Ai, tio, você vai me rasgar toda! Ai, que gostoso, que gostoso que é o pau do meu tio!" Meu pau preto e comprido contrastava com a bundinha branca e redonda dela. Não parei de puxar os cabelos da vadiazinha enquanto montava nela como uma égua. A Natália começou a gozar toda.
A grande puta escorria todos os sucos dela na minha cama. Depois de enterrar várias vezes meu pau na bunda dela, comecei a sentir que meu leite quase jorrava, então virei ela de frente pra mim pra ela engolir tudo. Era o prêmio dela por ter me feito gozar com aquela bundona enorme. E a suja não resistiu, chupou meu pau inteiro como uma bezerra, e ainda fiz ela lamber as gotas de porra que tinham caído na cama junto com os sucos dela. Ela limpou tudo com a língua. Finalmente tinha domado a puta da minha sobrinha.Fim
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