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Capítulo 3.
Pacto Entre Irmãs.
O domingo começou às duas da tarde, quando voltei à vida. Na minha cabeça tinha um congestionamento de neurônios, que discutiam entre si aos berros. Uns queriam me tirar da cama, outros imploravam por mais um tempinho… os piores eram aqueles que pareciam reclamar só porque estavam sofrendo as consequências de ter bebido tanto.
Me levantei sozinha porque tava com vontade de mijar. Fui até o banheiro feito uma zumbi gostosa, de peitos de fora e com a buceta no ar. Depois de urinar, entrei debaixo do chuveiro frio. Tava calor e a água fresca reativou um pouco meus sentidos… e fez meus bicos ficarem durinhos.
Fiquei tipo umas mil horas debaixo da chuva do chuveiro, lidando com a ressaca. Pensava em ficar morando ali pelo resto da semana, mas meu queridíssimo e troglodita irmão começou a bater na porta no melhor estilo Pedro Pedra.
—Vai logo, gata! Que eu também quero tomar banho!
Com certeza tenho que continuar enchendo o saco do meu pai pra ele construir um segundo banheiro em casa… um pros homens, outro pras mulheres. No fim das contas, ele é mestre de obras, e meu irmão é pedreiro. Quanto que pode custar pra eles fazerem um banheirinho pequeno e mais ou menos decente?
Erik não ia parar de bater na porta, e cada pancada ecoava como um bumbo na minha cabeça. Peguei uma toalha e enxuguei um pouco o corpo, ia me cobrir com ela quando lembrei que, durante a noite toda, Erik teve tempo de sobra pra ver cada centímetro da minha buceta. Me pareceu uma idiotice me dar ao trabalho de esconder minha nudez.
Saí do banheiro com minha fantasia de Eva, e o Erik quase arregalou os olhos quando viu meus peitos. Ri na cara dele, no melhor estilo Malévola.
—Qual é? Parece que nunca viu um bom par de peitos —falei, com sarcasmo.
Ele ficou mudo, o olhar dele subiu e desceu várias vezes, como se estivesse escaneando e gravando cada cantinho do meu corpo.
—Erik, se eu descobrir que você entra no banheiro pra bater uma pensando nisso — apontei pro meu corpo todo —, eu te mato.
—Mas o que você tá dizendo, retardada? —Pulou como uma mola—. Olha se vou bater uma pensando em você. Quem você pensa que é?
—Então, por que você tá me olhando assim? —Coloquei as mãos na cintura e segurei a toalha com uma mão só, não tinha nada cobrindo meu corpo, ele podia ver perfeitamente meus peitões e minha buceta depilada.
—Porque não imaginei que você fosse sair pelada do banheiro. Toda vez que vejo seus peitos, você fica puta comigo, como se eu quisesse te espionar pra ver eles. E agora você sai no pelo, sem esconder nada, como se não ligasse.
Ele é meio bruto, mas tinha que admitir (não em voz alta) que dessa vez ele tava certo.
—Sinceramente, depois do jogo de pôquer ontem à noite, não achei tão importante ficar me escondendo. No fim das contas, todo mundo da família já viu minha buceta.
Ele esboçou meio sorriso, safado. Na sequência, tirou a cueca de uma vez só, me mostrando a porra da pica dele, que pendia igual tromba de elefante. Me pareceu que tava no meio do caminho pra uma ereção. Não sou tão acostumada a olhar paus quanto costumo fingir. Também não imaginava que meu irmão fosse tão sem vergonha quanto eu. Me pegou de surpresa, e agora era eu quem tava em desvantagem.
—E você, por que fica olhando tanto? —Perguntou.
Era verdade, eu estava olhando diretamente pra piroca dele. Fiquei pasada com aquelas veias que a atravessavam, e com o jeito que a cabeça aparecia. Já tinha visto ela na noite anterior, mas ver fora do contexto da brincadeira me deixava completamente sem chão. Mas eu não ia mostrar fraqueza. Retomei a compostura e, com toda naturalidade, falei:
Nada, tava pensando que talvez alguma das minhas amigas ia querer te conhecer.
—Sério? Qual delas? A Ximena? Me diz que é a Ximena… ou a irmã, qualquer uma das duas. São mó gostosas.
—Não tava pensando em ninguém em especial… mas talvez a Ximena, ou a irmã dela, a Vanesa, queiram te conhecer. Pelo menos sei que não vou passar tanta vergonha se te apresentar pra elas.
—Por favor, me apresenta elas… pra uma… essas patricinhas não me dão nem a hora. Quando eu cumprimento, elas me olham como se eu fosse um cachorro sarnento.
—É porque você cumprimenta elas toda vez que volta do trabalho, e com toda essa sujeira que você tem no corpo, tá a um passo de pegar sarna. Elas te viram poucas vezes fora desse contexto — enquanto falava, não conseguia tirar os olhos daquela pica, que definitivamente tava ficando dura. Sabia que ele tava olhando pra minhas tetas, e use a palavra: buceta; mas não falei nada sobre isso —. Talvez, se elas te vissem limpo e bem vestido, pela primeira vez na sua vida, eu conseguisse convencê-las a te dar uma chance. Tenho um argumento a favor que elas vão adorar.
—Sim, por favor. Eu visto a roupa que você mandar, me fantasio de palhaço, se quiser. Mas me apresenta alguma das suas amigas.
—Você se fantasia de palhaço toda vez que sai pra dançar, com essas camisas horríveis que usa. Antes de se apresentar pra alguma, vou te levar pra comprar roupa… ou melhor ainda, pode pedir algo emprestado pro papai. Ele sim sabe se vestir.
—Papai usa roupa de velho.
—Claro que não… nunca viu ele de camisa preta e calça de gabardina? É um dândi. Assim que você devia se vestir, acredita em mim. — De repente, minha buceta começou a ficar muito molhada. Até diria que me deu um certo tesão estar tendo essa conversa com meu irmão, nós dois pelados. Não porque eu sentisse algo especial por ele; mas porque a situação já era estranha por si só.
—Tá bom, vou te dar ouvidos. Quando você vai me apresentar pra Ximena, ou pra Vanesa?
—Mmm… sei lá. O que eu ganho em troca?
—Em… você quer dinheiro?
Não, isso seria fácil demais. Você nunca ligou pra gastar dinheiro. Quero algo que te custe de verdade.
—Algo como o quê? Me fala.
—Sei lá… pensa aí. Quando tiver uma ideia boa, me conta. Se a proposta me agradar, te apresento uma das duas… ou as duas.
—Gostoso!
Num surto de felicidade, ele me abraçou. Meu irmão nunca faz isso, então fiquei paralisada. Os braços fortes dele me envolveram, como se eu fosse uma boneca de pano, e a grossa pica dele se apertou contra minha buceta. Tenho certeza de que ele sentiu a umidade da minha xota, porque na hora o pau dele ficou duro que nem um cacete. A pica estava apontando pro chão, mas lutava contra a pressão do meu corpo pra se levantar como um mastro. Senti isso bem clarinho em cada canto sensível da minha buceta, especialmente nos lábios, que estavam se abrindo com o roçar daquele tronco venoso. O tesão que a partida de pôquer me deixou me traiu. Quando Erik fez menção de me soltar, eu o abracei de volta, colando mais meus peitos no peito dele.
—As putas das minhas amigas vão amar teu pau, assim que virem ele.
Jamais, mas jamais dos jamais, me passaria pela cabeça fazer um elogio pro meu irmão… sobre a pica dele. Mas eu tinha feito, e ele tinha ouvido claramente, já que minha boca tava colada na orelha dele. A pressão que a pica dele, já dura, fazia contra minha buceta era brutal. Meus lábios se abriram, como se quisessem envolver aquele pau, e os fluidos trataram de molhar ele bem.
—Você realmente acha isso? — Ele perguntou, meio tímido. Parece que a situação também tava afetando ele, já não era tão bruto como antes. Até parecia um cachorrinho assustado.
—Sim, tenho certeza. Essas putas adoram paus grandes. Falam isso o tempo todo.
—Você fica puta toda vez que chamo suas amigas de putas.
—Porque eu posso chamar elas de putas, mas você não. São minhas amigas.
Senti a cock do meu irmão vibrar contra minha buceta, e aí me afastei. Já tinha tido o suficiente daquilo, não queria que ele criasse uma ideia errada.
—Bom, vai tomar um banho —falei pra ela—. Vou trocar de roupa. Depois a gente conversa. Pensa no que você vai fazer por mim, pra eu me dar ao trabalho de convencer minhas amigas a te darem uma chance.
—Vou pensar muito nisso. —Tratando-se dele, isso seria uma tarefa titânica.
Entrei no banheiro e fui pro quarto. A Mayra ainda tava dormindo, e eu continuava pelada… e com tesão. Isso me deu uma ideia do caralho. Deitei na cama, coloquei a toalha no travesseiro, porque meu cabelo tava todo molhado; e odeio que o travesseiro fique úmido.
Abri as pernas e comecei a acariciar todo o meu corpo, começando pelos meus peitos, que estavam bem sensíveis. Ao roçar a ponta dos meus mamilos, senti um choque elétrico no corpo, que me fez gemer. Não demorei muito para descer os dedos, até que eles encontraram minha buceta, e comecei a me esfregar no clitóris sem nenhum disfarce.
—Ah, beleza… que jeito de começar o dia! —Disse minha irmã, que com certeza acordou com meus gemidos.
A claridade do dia entrava pelas frestas da persiana, então ela podia ver meu corpo inteiro, com total nitidez. Ela sentou na cama e olhou enquanto eu enfiava dois dedos na minha buceta. Ela afastou o lençol, me mostrando que também continuava tão nua quanto na noite passada.
—Desculpa, Mayra… mas te juro que não aguentava mais.
—Não se preocupa, não me incomoda que você se masturbe. Às vezes eu também faço a mesma coisa…
—Sim, eu sei… mais de uma noite te ouvi fazendo isso.
—E eu a você.
—Você não tem vergonha? —Perguntei, sem parar de enfiar os dedos.
—Um pouquinho, mas pelo visto pra você não dá tanta vergonha, digamos assim.
—Dá sim, mas a tara que eu tô é mais forte.
—Isso tem a ver com a partida de pôquer de ontem à noite?
—Sim, em parte sim… também gosto de me tocar um pouco quando acordo.
—Pra mim também, é um jeito gostoso de começar o dia, uma punheta matinal.
—Já passa das duas da tarde —falei, o estalo molhado dos meus dedos entrando na buceta ecoando por todo o quarto.
—Mas a intenção é a mesma.
—Então, não te incomoda se eu fizer na sua frente?
—Não, sonsa. Nada disso. Pelo contrário, o que me irrita é ter que disfarçar, como se a gente tivesse fazendo algo errado. Já tava querendo falar desse assunto contigo há um tempão. Às vezes te ouço batendo uma… e cê sabe que já te vi fazendo isso mais de uma vez… tipo quando enfiou aquele desodorante no cu…
—Isso sim me dá muita vergonha —falei, lembrando que na noite anterior toda a minha família tinha visto o vibrador entrando no meu cu.
—É a sua bunda, você é livre pra enfiar o que quiser. O que quero dizer é que já tô cansada de ter que disfarçar quando me masturbo… e com certeza você sente o mesmo. A gente divide o quarto e, pelo visto, as duas são bem punheteiras… acho que dá pra chegar num acordo.
Parei meus dedos e olhei pra ela.
—Que acordo?
—Enquanto a gente estiver sozinha no quarto, a gente pode bater uma punheta quando der na telha. Eu não vou me ofender de ver você enfiar os dedos na sua pussy ou o desodorante no cu. Faz o que quiser… contanto que eu também possa fazer o que eu quiser.
—Parece um bom acordo… me dá um pouco de vergonha, mas acho que é o melhor, dada a situação.
—Sim, porque vamos continuar dividindo quarto… e a vergonha, bom… imagino que vai passar depois de algumas semanas. Já até tô me acostumando a ver sua buceta… que, por sinal, é muito gostosa.
—Obrigado, Mayra —falei, retomando meus movimentos de punheta—. Sua buceta também é muito gostosa. Não sabia que você depilava tudo, ficou linda demais.
—Valeu!
Fiquei surpresa com o quanto a Mayra lidou bem com a situação toda. Sempre achei que ela era mais tímida em relação a conversas sexuais; mas fazer o quê, sou a única irmã dela e a gente já divide o quarto há vários meses. Temos intimidade suficiente pra falar as coisas na cara. A partida de pôquer com minha família ajudou pra caralho a levar nossa confiança pra outro nível, e isso ficou bem claro quando a Mayra deitou na cama dela e começou a se esfregar na buceta do mesmo jeito que eu tava fazendo com a minha.
Não posso dizer que foi uma siririca super gostosa, acho que ainda estávamos meio tímidas, já que era a primeira vez que fazíamos isso juntas, com a luz acesa. Mas para ser a siririca que selou nosso acordo como colegas de quarto, foi muito boa. Mais que boa. Até consegui ouvir os gemidos dela aumentando quando ela gozou, e vi como ela arqueou as costas e começou a se esfregar mais rápido. Sem dúvida, ela curtiu mais do que eu.
—————————
Umas semanas antes da noite de pôquer, a Mayra e eu estávamos procurando alguma atividade de lazer que pudéssemos fazer juntas. Além de ser minha irmã mais nova, ela é uma das minhas melhores amigas. Como tivemos que dividir o quarto depois da chegada do meu tio Alberto em casa, pensamos que fazer algo divertido juntas poderia nos ajudar a nos entender melhor. Por isso, decidimos começar a ir a uma academia.
Claro, isso foi antes de a gente chegar no acordo de bater uma juntas no mesmo quarto. Sem dúvida, esse foi o maior salto de confiança que nossa relação de irmãs podia dar. Mas nem por isso a gente vai descartar a ideia da academia, ainda mais depois de ter pago o mês inteiro.
A academia em questão fica a só duas quadras da nossa casa.
Que bom que é tão perto" — disse Mayra, quando saímos de casa —. "Não curto andar na rua com essa roupa.
Ela, assim como eu, estava usando um top esportivo e uma legging preta bem justa. Pra mim, o que complicava um pouco a vida era o top, porque meus peitões enormes ameaçavam escapar a qualquer momento. A legging ficava colada em mim e sei que minha bunda atrai muitos olhares, mas não chega nem perto da bunda perfeita e redonda da Mayra. Se alguém nos visse por trás enquanto caminhávamos com essas calças, com certeza os olhos iam grudar na raba da Mayra. No caso dela, o tecido parecia mesmo pintado no corpo. A legging mal disfarçava os contornos da bunda e da buceta dela.
—Você tá gostosa —falei pra ela—. E não se preocupa, tenho certeza que na academia vai ter outras minas vestidas assim. É super normal.
—Sim, mas me deixa desconfortável todo mundo ficar olhando pra minha bunda. Você lida melhor com isso do que eu. Sempre tive a impressão de que não te incomoda as pessoas te olharem… com desejo.
—Não me incomoda, é verdade. Às vezes até fico um pouco sem graça; mas tô muito feliz com o corpo que tenho.
—Por isso você posta tanta foto das suas tetas no Instagram.
—Não posto fotos das minhas tetas.
—Claro que sim. Quase todas as fotos são tiradas de cima, e você usa decotes, pra aparecerem seus peitos. Sabe a quantidade de punheta que os caras que te seguem no Instagram devem bater? Principalmente esses que vão com você pra faculdade.
—Cê acha mesmo que as fotos tão boas pra bater uma punheta?
—E... você é bem peitudona. Mostrar esses decotes pode esquentar mais de um... ou de uma — garantiu Mayra, enquanto olhava em volta, alerta pra qualquer curioso que quisesse olhar a bunda dela; mas na rua não tinha ninguém.
—Não posto essas fotos pra provocar punheta de ninguém. Tô feliz com meus peitos, adoro eles. Não me incomoda mostrar um pouquinho… mas também não é como se eu mostrasse eles inteiros.
—Alguma vez te falaram algo na faculdade? Sobre aquelas fotos.
—Bom, sim… algumas vezes. Um cara meio punheteiro disse que me seguia no Instagram e que era apaixonado pelas minhas tetas. Me perguntou por que não uso esses decotes quando vou pra faculdade.
—E por que você não usa eles?
—E por que não dá, Mayra. Os professores perderiam o respeito por mim em menos de uma semana, e as meninas iam ficar pensando que eu mostro as tetas pra elas me aprovarem.
—Então te dá um pouco de vergonha ser olhada…
—Um pouco, sim… depende do contexto. Eu morreria de vergonha se meus colegas de faculdade e professores pensassem que sou uma puta. Mas fazer o quê, mais de um já deve pensar isso.
—Principalmente os que te seguem no Instagram —enfatizou Mayra—, ou no Twitter, porque lá você também posta as mesmas fotos. Um dia você compartilha algo sobre uma palestra educativa que vai rolar na universidade, e no outro já mete um close das suas tetas.
—Não tinha pensado por esse lado. Acho que por um tempo vou parar de postar esse tipo de foto.
—Isso vai doer muito em todos os punheteiros que te seguem.
—Mas vai melhorar minha imagem… pelo menos um pouco.
Chegamos na academia. O lugar era pequeno, mas bonito. Tudo estava bem limpo e arrumado. Perto da porta de entrada tinha um balcão e atrás dele estava sentado um cara de uns trinta anos. Ele tava vestindo uma camiseta preta, sem mangas, e os braços dele pareciam ter saído de um filme de ação. Cada músculo era tão definido que parecia esculpido à mão, um por um. O cabelo dele era curto, especialmente dos lados da cabeça, e a parte de cima parecia uma escova preta. Talvez o rosto dele não fosse perfeito, não era feio, mas também não era atraente; no entanto, o corpo dele fazia toda a mágica. Os olhos do cara pularam da revista que ele tava lendo pro meu decote, pararam ali por uns segundos, depois ele me olhou nos olhos e sorriu. Pra Mayra ele deu uma olhada rápida e voltou a focar no meu decote.
—Olá, bem-vindas —nos cumprimentou com simpatia—. Meu nome é Darío, sou o dono da academia. E vocês são…?
Fiquei em silêncio por um segundo, pra ver se minha irmã criava coragem de falar com ele, mas ela ficou dura que nem uma boneca.
—E aí. Eu sou a Nadia, e essa aqui é minha irmãzinha, Mayra. Queremos nos inscrever na academia, se ainda tiver vaga.
—Tem sim, a academia é nova e ainda não vem muita gente, então vocês são mais que bem-vindas.
—Isso me agrada —disse Mayra.
—As boas-vindas? —perguntou Darío.
—Não, que venha pouca gente.
O cara olhou pra ela confuso.
—Não leva a mal —falei—. A Mayra não curte muito socializar, e se sente meio desconfortável usando roupa de academia. Ela acha que vão julgar ela ou algo assim.
—Ah, já entendi. Bom, aqui você pode ficar à vontade com essa roupa, todas as mulheres usam legging pra malhar, e alguns homens também. São bem confortáveis.
Me deu a impressão de que essas palavras acalmaram um pouco a Mayra. Nós nos aproximamos do balcão, Darío olhou pro meu decote e, com um sorrisinho safado, me disse:
—Nome e sobrenome?
—Nadia Evanson.
—Sua família tem origem escandinava?
— Sei lá, acho que sim — falei, dando de ombros. Não sabia muito sobre meus antepassados e parecia que o professor de educação física estava tentando me impressionar mostrando um mínimo de conhecimento cultural. — Ela tem o mesmo sobrenome — apontei pra minha irmã com o polegar —, e Mayra se escreve com “Y grego”. Não põe com “I” não, senão ela vai ficar puta da vida.
—Ela tem mau humor?
—Muito mau humor, se a deixarem com raiva. Apesar de agora estar bem quietinha, a baixinha é uma fera quando se irrita.
Mayra sorriu com sua simpatia juvenil.
—Vou levar isso em conta.
Depois pediu nosso endereço e um número de telefone, e disse que em alguns dias a gente teria a carteirinha da academia. O bom desse lugar é que deixavam a gente vir a qualquer horário, sem precisar avisar antes.
—Bom, já estão inscritas. Que tipo de exercício vocês têm em mente? Quer dizer, qual é o objetivo que vocês tão querendo alcançar?
—Eu adoraria tonificar os glúteos —falei, sem hesitar. Tô muito feliz com minha bunda, mas não me importaria nada de ter ela um pouquinho mais firme e mais bem definida. —Acho que a Mayra não precisa da mesma coisa, ela já tem uma raba perfeita. Ai!
A anã me deu uma cotovelada nas costelas. Admito que mereci, mas não resisti em lembrar como ela é gostosa, mesmo que isso a envergonhasse na frente do professor de educação física. Além disso, deixei claro o mau humor dela. Sempre achei muito curioso que uma mina tão bonita e doce pudesse ferver de raiva em certas situações.
—Tem vários exercícios pra tonificar bunda e pernas, mas o mais importante antes de começar a malhar é dedicar uns minutos pro alongamento. Fiquem de pé na minha frente e façam igual eu.
Essa foi a parte mais fácil, o Darío mostrou como alongar nossos músculos flexionando e esticando as pernas, tocando a ponta dos pés com os dedos e outros exercícios simples. Ele deu algumas correções pra gente fazer direito e não perdeu chance de olhar dentro do meu decote enorme toda vez que eu me abaixava. Eu me divertia com ele sendo tão ruim em disfarçar, ou talvez ele nem estivesse tentando.
—Posso começar com isso? —Perguntou Mayra, apontando pra uma cadeira que tinha barras laterais pra levantar peso com os braços e outra barra embaixo, pra exercitar as pernas.
—Sim, claro; mas começa com pouco peso. Aos poucos a gente vai aumentando.
Me deu a impressão de que a Mayra preferia aquela máquina pra poder ficar sentada, assim ninguém via a raba dela. Embora por enquanto estivéssemos só nós duas e o professor, e eu não notei nenhuma tentativa do Darío de espiar a traseira da minha irmã; ele parecia mais concentrado na minha anatomía voluptuosa.
Quando a Mayra sentou naquele aparelho e começou a se exercitar, o Darío chegou perto de mim e falou:
—Vou te ensinar a fazer agachamento, é um exercício simples que você pode fazer tranquilamente na sua casa, desde que aprenda a fazer direito.
—Perfeito.
—Vamos começar pelo mais básico —disse ele, se colocando atrás de mim—, o agachamento clássico —as mãos grandes dele se agarraram na minha cinturinha—. Desce comigo. —Ele começou a agachar devagar e eu tive que fazer o mesmo, já que ele me segurava firme. Obviamente não dava pra ver, mas tenho certeza de que, ao ficar agachada igual um sapo, minha bunda deve ter inchado dentro da legging. —Muito bem, perfeito. Agora vamos subir de novo. —Subimos juntos, devagar, até que nossas pernas ficaram bem esticadas. Me deu a impressão de que ele chegou um pouco mais perto de mim. —Vamos descer de novo, flexiona bem os joelhos e abre as pernas… isso, mantém as costas retas e a cabeça erguida. Muito bem, vamos tentar de novo, que tal?
—Sim, perfeito. Adoro esse exercício.
Me senti um pouco safada, culpo isso ao tesão que me deu depois da partida de pôquer com minha família. Dei um passo pra trás, pra ver até onde Darío pretendia ir. Mayra continuava repetindo o exercício de pernas e tronco, olhando fixamente pra gente. Consegui sentir o volume de Darío contra minha bunda. Ele também tava com uma calça de tecido bem fino e elástico. As mãos dele acariciaram minha barriga por baixo da camiseta e a temperatura do meu corpo subiu na hora.
Nos agachamos juntos, mais uma vez; mas dessa vez a protuberância dele se esfregou na minha bunda o tempo todo. Fiquei com as pernas abertas e separadas, o tecido da legging marcava minha buceta. Darío segurou meus joelhos e começou a abri-los ainda mais do que já estavam, eu senti meus músculos se esticando. O professor acariciou a parte interna das minhas coxas e depois pediu para a gente se levantar de novo. Ele não perdeu a oportunidade de continuar se esfregando em mim, e não é que eu possa dizer que fiquei ofendida de alguma forma, porque seria uma mentira descarada.
Assim passou quase o resto da aula inteira. A Mayra não saiu da máquina de exercício, só pediu pra colocarem um pouco mais de peso.
O Darío me explicou como fazer diferentes tipos de agachamento, usando um pé na frente e outro atrás, ou levantando uma perna antes e depois de cada agachamento. O tempo todo ele me dava instruções pra eu fazer do jeito certo, e ele aproveitou cada chance que teve de esfregar o volume dele na minha bunda e de colocar uma das mãos nas minhas nádegas e coxas.
A aula toda durou mais ou menos uma hora. Saí da academia toda suada, com os bicos duros e a buceta molhada.
Durante o caminho de volta, a Mayra não falou nem uma palavra.
——————————
Chegamos em casa e a única coisa que importava era tomar um banho bem gostoso depois de umas horas intensas de exercício. Bom, talvez não fossem tão intensas assim e, na real, a Mayra e eu não temos um preparo físico tão bom quanto a gente pensava. O suor cobria nossos corpos e a roupa estava toda grudenta.
—Vou tomar banho primeiro — disse Mayra, adiantando-se para abrir a porta do banheiro.
Ela ficou paralisada, olhando pra dentro. Eu ouvi o barulho da água caindo, devia ter alguém ali. Empurrei a Mayra de leve pra ela entrar no banheiro e dei uma espiada. Eu também fiquei sem reação.
De pé, dentro da banheira, estava meu pai, completamente pelado. As mãos dele massageavam devagar a própria cabeça, enchendo ela de xampu.
—Desculpa, pai… a gente não sabia que você tava aqui —falei—. Eu e a Mayra queremos tomar banho, mas podemos esperar.
—Esperar por quê? —Perguntou Mayra. Não soube o que responder—. Papai já me viu pelada… e não aguento mais esse suor. Quero tomar banho agora.
Enquanto falava, foi tirando toda a roupa. Ficou completamente pelada antes que meu cérebro conseguisse reagir. O corpo dela estava uma delícia, brilhando de suor.
—Pai, te importa se eu tomar banho com você? —Perguntou, com um sorriso simpático.
—Hmm… não, claro que não.
No domingo, tinha tido um rolo com o Erik e nós dois estávamos pelados. Isso eu consegui lidar, por algum motivo meu irmão não me inibia tanto. Mas esse aqui era meu pai. Tinha algo dentro de mim dizendo: "Nadia, não é uma boa ideia você tomar banho junto com o Pepe". Só que pra Mayra parecia não importar. Ela com certeza via tudo por um véu de inocência. Pra ela, não teria nenhuma conotação sexual em ficar nua na frente do pai e entrar numa banheira com ele.
Meu pai deu um passo pra trás do chuveiro e a Mayra se posicionou bem debaixo da chuva de água morna. Ela esfregou os peitinhos, a barriga e a buceta dela.
—Pai, me passa a esponja e o sabão?
Pepe obedeceu com seu sorriso característico. Ele parecia bem tranquilo, talvez também não visse nada de estranho em tomar banho junto com a filha mais nova. Já eu, não me mexi nem um milímetro. Poderia ter tirado a roupa e ido junto, afinal a Mayra tinha razão: meu pai já tinha nos visto peladas, e a gente também já tinha visto ele. Mas eu não conseguia. A voz da minha consciência não parava de repetir que não era uma boa ideia.
—E aí, como foi na academia? —Meu pai perguntou, numa boa, enquanto ensaboava as costas da Mayra.
—Tá bom, o lugar é bem bonito e não tem muita gente, isso me deixa um pouco mais à vontade. —Ela também falava com calma, e não tinha nenhum pudor na hora de esfregar a buceta com a esponja. Meus olhos ficaram presos quando se cruzaram com o pau do meu pai, que pendia imponente, igual tromba de elefante, bem perto da bunda da Mayra—. Me incomoda um pouco os estranhos ficarem olhando pra minha raba —ao dizer isso, ela deu uma paradinha na bunda, como se quisesse dar mais ênfase às palavras, e eu pude ver o pau mole bem no meio daquelas duas nádegas firmes.
—Se alguém fizer um comentário sem noção pra você —disse meu pai—, então me avisa… que eu resolvo o assunto na hora.
Valeu, papai" — ela disse, com um sorriso meigo.
Eles continuaram tomando banho numa boa e eu, feito uma idiota, fiquei parada perto da porta, sem conseguir me mexer. Reparei que várias vezes o pau mole do meu pai roçava na bunda da Mayra, mas ela não pareceu se importar nem um pouco, já que não se afastou uma vez sequer. Ela deixou o Pepe colocar shampoo na cabeça dela e lavar o cabelo dela. Meu pai demorou o tempo que quis pra fazer uma massagem capilar caprichada, que a Mayra aceitou numa boa, de olhos fechados, enquanto passava a esponja ensaboada pelo corpo todo. Me pareceu que ela dava uma atenção especial pra esfregar os peitinhos pequenos dela. Os bicos estavam durinhos, pareciam campainhas rosadas.
Quando a Mayra começou a enxaguar o cabelo, meu pai saiu da banheira, pegou uma toalha e começou a se secar. Passou por mim e me deu um dos seus sorrisos carismáticos. Saiu com a toalha amarrada na cintura e fechou a porta atrás dele.
—O que aconteceu? —Perguntou Mayra—. Por que você ainda tá vestida? Será que agora você tem vergonha de eu ver seus peitos? Ou não quer que o papai veja eles?
—É… não, o que acontece é que não tinha lugar pra mim, a banheira não é tão grande assim.
Era uma mentira muito ruim, tinha espaço suficiente pra nós três, desde que a gente ficasse de pé.
—Ahã… bom… —disse Mayra, pouco convencida—. Cê vem tomar banho? Agora o pai não tá. Não acredito que você deixa o professor de educação física te encostar e de repente fica com vergonha do pai te ver pelada… ainda mais depois do jogo de sábado.
—Não tenho vergonha… e o professor não chegou… muito perto.
—Sim, claro. Vi como o pau dele ficou duro, por pouco te comia ali mesmo, em pé, e sem tirar a sua legging.
—Será que você não tá com ciúme porque ele reparou em mim?
—Ciumenta, sua madrinha!
Ela me jogou a esponja cheia de sabão. Tava com a testa franzida, e o nariz também. Não tava brincando, ela tinha ficado puta comigo de verdade. Me senti uma idiota por ter falado aquilo. Darío não teria problema nenhum em chegar na bunda gostosa da Mayra, mas ela não teria levado tão na esportiva igual eu. Se tivesse acontecido algo assim, provavelmente ela teria voltado traumatizada da academia.
—Desculpa —falei, me abaixando pra pegar a esponja. Deixei ela na pia do lavatório e comecei a me despir—. Cê tem razão, o cara me encoxou pra caralho. Pra mim foi tipo uma brincadeirinha, mas acho que não devia ter deixado ele ir tão longe.
—Na próxima vez que você for, ela vai se aproveitar.
—Sim, eu sei… vai ser difícil tirar da cabeça dele a ideia de que sou uma puta fácil.
—Bom, isso te acontece por agir feito uma puta fácil com um cara que você nem conhece.
—Sim, é verdade.
Meus peitos ficaram soltos, tirei a tanga junto com a calcinha e, quando fiquei totalmente pelada, entrei na banheira. Abracei a Mayra por trás, encostando meus melões grandes nas costas molhadas dela e acariciei a barriga e parte da buceta lisinha dela.
—Desculpa por ter te feito ficar com raiva.
—Tudo bem, já passou — disse ela, com um sorriso gostoso.
Estendi a mão pra pegar a esponja que tinha deixado na pia e naquele exato momento a porta se abriu. Pensei que era meu pai, que tinha voltado pra se barbear ou algo assim, mas a cara que apareceu foi a do Erik.
—Ei! Não te ensinaram a bater antes de entrar? — Mayra gritou pra ele.
—Sim, tarado! —Exclamei, entrando na bronca—. Sai daqui, que a gente tá tomando banho.
Joguei a esponja ensaboada nele e acertou em cheio na cara dele. Fiquei paralisada porque conhecia muito bem o temperamento vingativo do meu irmão. Já tava vendo ele vindo, com toda a fúria de um orangotango selvagem, me beliscar o braço ou puxar meu cabelo.
Mas nada disso aconteceu. Ele ficou nos encarando, pasmo. Levou vários segundos pra processar que aquelas duas mulheres peladas que estavam xingando ele da banheira eram as irmãs dele.
—Ai, desculpa, desculpa! —disse, quando se tocou—. Foi sem querer… é que eu…
—Quanto mais explicações você der, mais tempo vai ficar olhando pra nossas tetas —disse Mayra, de cara fechada.
—É… já vou, já vou. Foi sem querer. Tchau.
Ela bateu a porta do banheiro com força e nós duas começamos a rir na mesma hora.
—Que malvada que você é —falei pra minha irmã—. Pro papai você deixa ele olhar suas tetas, sua bunda, sua buceta… mas o Erik você xinga.
—Quem jogou a esponja nele foi você. Além disso, ele é um punheteiro… pai, não.
—Isso é muito verdade, agora o baita punheteiro com certeza vai se tocar… bem, o que os punheteiros fazem. Domingo ele ficou de pau duro quando me viu pelada.
—Sério mesmo?
—Sim, de verdade. Deu pra perceber bem clarinho, ele também tava pelado — sabia que tava sendo muito injusta com meu irmão, porque minha buceta ficou molhada quando abracei ele. No fim das contas, essas reações são involuntárias.
—Bom, se for tão punheteiro quanto eu acho que é, demos a ele uma imagem pra lembrar. Mas ele viu mais durante o jogo de pôquer… ainda deve estar se tocando pensando na sua bunda.
—Isso é culpa sua —eu disse, abraçando ela de novo e esfregando meus peitos nas costas dela. Ela soltou uma risadinha—. Você foi a desgraçada que enfiou um desodorante na minha bunda, na frente de todo mundo.
—Não se faça de santinha, Nadia… você começou a se tocar direitinho quando eu enfiei o desodorante.
—Ah, é? Vai me dizer que você não teria batido uma nessa situação?
—Na frente de todo mundo? Não sei, acho que não... além disso, não sou tão tarada que nem você.
—Vamos ver.
Desci minha mão por aquela bucetinha macia até chegar no botãozinho do prazer da Mayra. Comecei a esfregar devagar, fazendo círculos. Também acariciei os lábios da buceta dela, deixando um dedo percorrer todo o meio. Não enfiei porque não queria invadir a virgindade dela, mas caprichei bastante na superfície.
Depois de alguns segundos de carícias, Marya começou a esfregar a bunda dela no meu púbis e eu, agindo por instinto, acompanhei o movimento. Voltei a me concentrar no clitóris dela, dessa vez fui um pouco mais intensa. Era muito estranho tocar uma buceta que não fosse a minha, com toda a intenção de dar prazer pra ela. Continuei fazendo isso por mais um tempinho, mas tirei a mão quando ouvi o primeiro gemido da Mayra. Aquilo me fez cair na real. Eu tava indo longe demais, afinal ela é minha irmã… e eu nem sinto atração por mulheres.
Me afastei dela e fiquei debaixo do chuveiro, comecei a passar shampoo no cabelo, de costas pra ela.
—Desgraçada —ela disse com teatralidade—. É assim que me larga?
—Qual é, será que agora você tá afim de bater uma punheta?
—Sim, óbvio, por sua culpa!
—Bom, agora você sabe como eu me senti quando… Ai!
Aquela desgraçada se aproximou de mim quando eu estava de olhos fechados e o cabelo cheio de xampu. Ela me empurrou pra frente, me forçando a me inclinar, pra eu apoiar as mãos na parede e não cair. Em seguida, senti os dedos atrevidos dela tocando minha bunda, como se estivesse tateando a entrada.
—Não, Mayra… nem pense nisso…
—Agora você vai ver!
—Ai!
O primeiro dedo entrou sem grandes problemas, embora tenha ardido um pouco. O problema começou quando ela quis enfiar um segundo dedo. Minha bunda parecia não estar preparada pra aquela penetração; mas a Mayra foi insistente, trabalhou o buraco com uma maestria inusitada, até que conseguiu enfiar. Quando eu já tinha os dois dedos dentro do cu, minha buceta já estava produzindo fluxos e meus peitos estavam completamente duros. A Mayra começou a masturbar meu buraco do mesmo jeito que tinha feito durante a partida de pôquer e eu, lembrando do tesão danado que aquilo me deixou, comecei a me esfregar a buceta.
Não pedi pra minha irmã parar. Minha mente viajava entre a lembrança do jogo de pôquer e o prazer anal que eu tava sentindo naquele exato momento. Os dedos da Mayra entravam e saíam cada vez mais rápido, e minha mão castigava com força meu clitóris.
—Como te deixa com tesão levar no cu! Era isso que você pensava quando deixava o professor te passar a mão?
Não respondi, ela tinha razão em tudo. A mão livre dela agarrou uma das minhas tetas e começou a amassar. Também deixei isso rolar, porque com a masturbação localizada em tantas áreas sensíveis, eu estava prestes a gozar.
Mas, como se ela tivesse notado os sinais, ela parou. Tirou os dedos do meu cu e saiu da banheira.
—Agora qual das duas tá com mais vontade de bater uma siririca? — Ela me perguntou, enquanto pegava uma toalha.
Fiquei ofegante, debaixo do chuveiro, olhando aquele rabão lindo balançando todo cheio de marra. A Mayra saiu do banheiro e fechou a porta, me deixando com um tesão do caralho.
Tive que passar mais vinte minutos me esfregando a buceta dentro da banheira até conseguir gozar. Parece que meu corpo ficou com vontade de sentir algo duro dentro do cu.
Mas é, pelo menos posso dizer que saí do banho com uma alegria imensa e completamente exausta, por causa do exercício físico e da puta punheta que eu tinha batido.
Antes de entrar no meu quarto, me perguntei se aquela partida de strip poker ia rolar de novo e se a Mayra teria coragem de enfiar o desodorante no meu cu na frente de toda a minha família. A ideia me deixava tão excitado que eu tava disposto a aguentar a humilhação.
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Capítulo 3.
Pacto Entre Irmãs.
O domingo começou às duas da tarde, quando voltei à vida. Na minha cabeça tinha um congestionamento de neurônios, que discutiam entre si aos berros. Uns queriam me tirar da cama, outros imploravam por mais um tempinho… os piores eram aqueles que pareciam reclamar só porque estavam sofrendo as consequências de ter bebido tanto.
Me levantei sozinha porque tava com vontade de mijar. Fui até o banheiro feito uma zumbi gostosa, de peitos de fora e com a buceta no ar. Depois de urinar, entrei debaixo do chuveiro frio. Tava calor e a água fresca reativou um pouco meus sentidos… e fez meus bicos ficarem durinhos.
Fiquei tipo umas mil horas debaixo da chuva do chuveiro, lidando com a ressaca. Pensava em ficar morando ali pelo resto da semana, mas meu queridíssimo e troglodita irmão começou a bater na porta no melhor estilo Pedro Pedra.
—Vai logo, gata! Que eu também quero tomar banho!
Com certeza tenho que continuar enchendo o saco do meu pai pra ele construir um segundo banheiro em casa… um pros homens, outro pras mulheres. No fim das contas, ele é mestre de obras, e meu irmão é pedreiro. Quanto que pode custar pra eles fazerem um banheirinho pequeno e mais ou menos decente?
Erik não ia parar de bater na porta, e cada pancada ecoava como um bumbo na minha cabeça. Peguei uma toalha e enxuguei um pouco o corpo, ia me cobrir com ela quando lembrei que, durante a noite toda, Erik teve tempo de sobra pra ver cada centímetro da minha buceta. Me pareceu uma idiotice me dar ao trabalho de esconder minha nudez.
Saí do banheiro com minha fantasia de Eva, e o Erik quase arregalou os olhos quando viu meus peitos. Ri na cara dele, no melhor estilo Malévola.
—Qual é? Parece que nunca viu um bom par de peitos —falei, com sarcasmo.
Ele ficou mudo, o olhar dele subiu e desceu várias vezes, como se estivesse escaneando e gravando cada cantinho do meu corpo.
—Erik, se eu descobrir que você entra no banheiro pra bater uma pensando nisso — apontei pro meu corpo todo —, eu te mato.
—Mas o que você tá dizendo, retardada? —Pulou como uma mola—. Olha se vou bater uma pensando em você. Quem você pensa que é?
—Então, por que você tá me olhando assim? —Coloquei as mãos na cintura e segurei a toalha com uma mão só, não tinha nada cobrindo meu corpo, ele podia ver perfeitamente meus peitões e minha buceta depilada.
—Porque não imaginei que você fosse sair pelada do banheiro. Toda vez que vejo seus peitos, você fica puta comigo, como se eu quisesse te espionar pra ver eles. E agora você sai no pelo, sem esconder nada, como se não ligasse.
Ele é meio bruto, mas tinha que admitir (não em voz alta) que dessa vez ele tava certo.
—Sinceramente, depois do jogo de pôquer ontem à noite, não achei tão importante ficar me escondendo. No fim das contas, todo mundo da família já viu minha buceta.
Ele esboçou meio sorriso, safado. Na sequência, tirou a cueca de uma vez só, me mostrando a porra da pica dele, que pendia igual tromba de elefante. Me pareceu que tava no meio do caminho pra uma ereção. Não sou tão acostumada a olhar paus quanto costumo fingir. Também não imaginava que meu irmão fosse tão sem vergonha quanto eu. Me pegou de surpresa, e agora era eu quem tava em desvantagem.
—E você, por que fica olhando tanto? —Perguntou.
Era verdade, eu estava olhando diretamente pra piroca dele. Fiquei pasada com aquelas veias que a atravessavam, e com o jeito que a cabeça aparecia. Já tinha visto ela na noite anterior, mas ver fora do contexto da brincadeira me deixava completamente sem chão. Mas eu não ia mostrar fraqueza. Retomei a compostura e, com toda naturalidade, falei:
Nada, tava pensando que talvez alguma das minhas amigas ia querer te conhecer.
—Sério? Qual delas? A Ximena? Me diz que é a Ximena… ou a irmã, qualquer uma das duas. São mó gostosas.
—Não tava pensando em ninguém em especial… mas talvez a Ximena, ou a irmã dela, a Vanesa, queiram te conhecer. Pelo menos sei que não vou passar tanta vergonha se te apresentar pra elas.
—Por favor, me apresenta elas… pra uma… essas patricinhas não me dão nem a hora. Quando eu cumprimento, elas me olham como se eu fosse um cachorro sarnento.
—É porque você cumprimenta elas toda vez que volta do trabalho, e com toda essa sujeira que você tem no corpo, tá a um passo de pegar sarna. Elas te viram poucas vezes fora desse contexto — enquanto falava, não conseguia tirar os olhos daquela pica, que definitivamente tava ficando dura. Sabia que ele tava olhando pra minhas tetas, e use a palavra: buceta; mas não falei nada sobre isso —. Talvez, se elas te vissem limpo e bem vestido, pela primeira vez na sua vida, eu conseguisse convencê-las a te dar uma chance. Tenho um argumento a favor que elas vão adorar.
—Sim, por favor. Eu visto a roupa que você mandar, me fantasio de palhaço, se quiser. Mas me apresenta alguma das suas amigas.
—Você se fantasia de palhaço toda vez que sai pra dançar, com essas camisas horríveis que usa. Antes de se apresentar pra alguma, vou te levar pra comprar roupa… ou melhor ainda, pode pedir algo emprestado pro papai. Ele sim sabe se vestir.
—Papai usa roupa de velho.
—Claro que não… nunca viu ele de camisa preta e calça de gabardina? É um dândi. Assim que você devia se vestir, acredita em mim. — De repente, minha buceta começou a ficar muito molhada. Até diria que me deu um certo tesão estar tendo essa conversa com meu irmão, nós dois pelados. Não porque eu sentisse algo especial por ele; mas porque a situação já era estranha por si só.
—Tá bom, vou te dar ouvidos. Quando você vai me apresentar pra Ximena, ou pra Vanesa?
—Mmm… sei lá. O que eu ganho em troca?
—Em… você quer dinheiro?
Não, isso seria fácil demais. Você nunca ligou pra gastar dinheiro. Quero algo que te custe de verdade.
—Algo como o quê? Me fala.
—Sei lá… pensa aí. Quando tiver uma ideia boa, me conta. Se a proposta me agradar, te apresento uma das duas… ou as duas.
—Gostoso!
Num surto de felicidade, ele me abraçou. Meu irmão nunca faz isso, então fiquei paralisada. Os braços fortes dele me envolveram, como se eu fosse uma boneca de pano, e a grossa pica dele se apertou contra minha buceta. Tenho certeza de que ele sentiu a umidade da minha xota, porque na hora o pau dele ficou duro que nem um cacete. A pica estava apontando pro chão, mas lutava contra a pressão do meu corpo pra se levantar como um mastro. Senti isso bem clarinho em cada canto sensível da minha buceta, especialmente nos lábios, que estavam se abrindo com o roçar daquele tronco venoso. O tesão que a partida de pôquer me deixou me traiu. Quando Erik fez menção de me soltar, eu o abracei de volta, colando mais meus peitos no peito dele.
—As putas das minhas amigas vão amar teu pau, assim que virem ele.
Jamais, mas jamais dos jamais, me passaria pela cabeça fazer um elogio pro meu irmão… sobre a pica dele. Mas eu tinha feito, e ele tinha ouvido claramente, já que minha boca tava colada na orelha dele. A pressão que a pica dele, já dura, fazia contra minha buceta era brutal. Meus lábios se abriram, como se quisessem envolver aquele pau, e os fluidos trataram de molhar ele bem.
—Você realmente acha isso? — Ele perguntou, meio tímido. Parece que a situação também tava afetando ele, já não era tão bruto como antes. Até parecia um cachorrinho assustado.
—Sim, tenho certeza. Essas putas adoram paus grandes. Falam isso o tempo todo.
—Você fica puta toda vez que chamo suas amigas de putas.
—Porque eu posso chamar elas de putas, mas você não. São minhas amigas.
Senti a cock do meu irmão vibrar contra minha buceta, e aí me afastei. Já tinha tido o suficiente daquilo, não queria que ele criasse uma ideia errada.
—Bom, vai tomar um banho —falei pra ela—. Vou trocar de roupa. Depois a gente conversa. Pensa no que você vai fazer por mim, pra eu me dar ao trabalho de convencer minhas amigas a te darem uma chance.
—Vou pensar muito nisso. —Tratando-se dele, isso seria uma tarefa titânica.
Entrei no banheiro e fui pro quarto. A Mayra ainda tava dormindo, e eu continuava pelada… e com tesão. Isso me deu uma ideia do caralho. Deitei na cama, coloquei a toalha no travesseiro, porque meu cabelo tava todo molhado; e odeio que o travesseiro fique úmido.
Abri as pernas e comecei a acariciar todo o meu corpo, começando pelos meus peitos, que estavam bem sensíveis. Ao roçar a ponta dos meus mamilos, senti um choque elétrico no corpo, que me fez gemer. Não demorei muito para descer os dedos, até que eles encontraram minha buceta, e comecei a me esfregar no clitóris sem nenhum disfarce.
—Ah, beleza… que jeito de começar o dia! —Disse minha irmã, que com certeza acordou com meus gemidos.
A claridade do dia entrava pelas frestas da persiana, então ela podia ver meu corpo inteiro, com total nitidez. Ela sentou na cama e olhou enquanto eu enfiava dois dedos na minha buceta. Ela afastou o lençol, me mostrando que também continuava tão nua quanto na noite passada.
—Desculpa, Mayra… mas te juro que não aguentava mais.
—Não se preocupa, não me incomoda que você se masturbe. Às vezes eu também faço a mesma coisa…
—Sim, eu sei… mais de uma noite te ouvi fazendo isso.
—E eu a você.
—Você não tem vergonha? —Perguntei, sem parar de enfiar os dedos.
—Um pouquinho, mas pelo visto pra você não dá tanta vergonha, digamos assim.
—Dá sim, mas a tara que eu tô é mais forte.
—Isso tem a ver com a partida de pôquer de ontem à noite?
—Sim, em parte sim… também gosto de me tocar um pouco quando acordo.
—Pra mim também, é um jeito gostoso de começar o dia, uma punheta matinal.
—Já passa das duas da tarde —falei, o estalo molhado dos meus dedos entrando na buceta ecoando por todo o quarto.
—Mas a intenção é a mesma.
—Então, não te incomoda se eu fizer na sua frente?
—Não, sonsa. Nada disso. Pelo contrário, o que me irrita é ter que disfarçar, como se a gente tivesse fazendo algo errado. Já tava querendo falar desse assunto contigo há um tempão. Às vezes te ouço batendo uma… e cê sabe que já te vi fazendo isso mais de uma vez… tipo quando enfiou aquele desodorante no cu…
—Isso sim me dá muita vergonha —falei, lembrando que na noite anterior toda a minha família tinha visto o vibrador entrando no meu cu.
—É a sua bunda, você é livre pra enfiar o que quiser. O que quero dizer é que já tô cansada de ter que disfarçar quando me masturbo… e com certeza você sente o mesmo. A gente divide o quarto e, pelo visto, as duas são bem punheteiras… acho que dá pra chegar num acordo.
Parei meus dedos e olhei pra ela.
—Que acordo?
—Enquanto a gente estiver sozinha no quarto, a gente pode bater uma punheta quando der na telha. Eu não vou me ofender de ver você enfiar os dedos na sua pussy ou o desodorante no cu. Faz o que quiser… contanto que eu também possa fazer o que eu quiser.
—Parece um bom acordo… me dá um pouco de vergonha, mas acho que é o melhor, dada a situação.
—Sim, porque vamos continuar dividindo quarto… e a vergonha, bom… imagino que vai passar depois de algumas semanas. Já até tô me acostumando a ver sua buceta… que, por sinal, é muito gostosa.
—Obrigado, Mayra —falei, retomando meus movimentos de punheta—. Sua buceta também é muito gostosa. Não sabia que você depilava tudo, ficou linda demais.
—Valeu!
Fiquei surpresa com o quanto a Mayra lidou bem com a situação toda. Sempre achei que ela era mais tímida em relação a conversas sexuais; mas fazer o quê, sou a única irmã dela e a gente já divide o quarto há vários meses. Temos intimidade suficiente pra falar as coisas na cara. A partida de pôquer com minha família ajudou pra caralho a levar nossa confiança pra outro nível, e isso ficou bem claro quando a Mayra deitou na cama dela e começou a se esfregar na buceta do mesmo jeito que eu tava fazendo com a minha.
Não posso dizer que foi uma siririca super gostosa, acho que ainda estávamos meio tímidas, já que era a primeira vez que fazíamos isso juntas, com a luz acesa. Mas para ser a siririca que selou nosso acordo como colegas de quarto, foi muito boa. Mais que boa. Até consegui ouvir os gemidos dela aumentando quando ela gozou, e vi como ela arqueou as costas e começou a se esfregar mais rápido. Sem dúvida, ela curtiu mais do que eu.
—————————
Umas semanas antes da noite de pôquer, a Mayra e eu estávamos procurando alguma atividade de lazer que pudéssemos fazer juntas. Além de ser minha irmã mais nova, ela é uma das minhas melhores amigas. Como tivemos que dividir o quarto depois da chegada do meu tio Alberto em casa, pensamos que fazer algo divertido juntas poderia nos ajudar a nos entender melhor. Por isso, decidimos começar a ir a uma academia.
Claro, isso foi antes de a gente chegar no acordo de bater uma juntas no mesmo quarto. Sem dúvida, esse foi o maior salto de confiança que nossa relação de irmãs podia dar. Mas nem por isso a gente vai descartar a ideia da academia, ainda mais depois de ter pago o mês inteiro.
A academia em questão fica a só duas quadras da nossa casa.
Que bom que é tão perto" — disse Mayra, quando saímos de casa —. "Não curto andar na rua com essa roupa.
Ela, assim como eu, estava usando um top esportivo e uma legging preta bem justa. Pra mim, o que complicava um pouco a vida era o top, porque meus peitões enormes ameaçavam escapar a qualquer momento. A legging ficava colada em mim e sei que minha bunda atrai muitos olhares, mas não chega nem perto da bunda perfeita e redonda da Mayra. Se alguém nos visse por trás enquanto caminhávamos com essas calças, com certeza os olhos iam grudar na raba da Mayra. No caso dela, o tecido parecia mesmo pintado no corpo. A legging mal disfarçava os contornos da bunda e da buceta dela.
—Você tá gostosa —falei pra ela—. E não se preocupa, tenho certeza que na academia vai ter outras minas vestidas assim. É super normal.
—Sim, mas me deixa desconfortável todo mundo ficar olhando pra minha bunda. Você lida melhor com isso do que eu. Sempre tive a impressão de que não te incomoda as pessoas te olharem… com desejo.
—Não me incomoda, é verdade. Às vezes até fico um pouco sem graça; mas tô muito feliz com o corpo que tenho.
—Por isso você posta tanta foto das suas tetas no Instagram.
—Não posto fotos das minhas tetas.
—Claro que sim. Quase todas as fotos são tiradas de cima, e você usa decotes, pra aparecerem seus peitos. Sabe a quantidade de punheta que os caras que te seguem no Instagram devem bater? Principalmente esses que vão com você pra faculdade.
—Cê acha mesmo que as fotos tão boas pra bater uma punheta?
—E... você é bem peitudona. Mostrar esses decotes pode esquentar mais de um... ou de uma — garantiu Mayra, enquanto olhava em volta, alerta pra qualquer curioso que quisesse olhar a bunda dela; mas na rua não tinha ninguém.
—Não posto essas fotos pra provocar punheta de ninguém. Tô feliz com meus peitos, adoro eles. Não me incomoda mostrar um pouquinho… mas também não é como se eu mostrasse eles inteiros.
—Alguma vez te falaram algo na faculdade? Sobre aquelas fotos.
—Bom, sim… algumas vezes. Um cara meio punheteiro disse que me seguia no Instagram e que era apaixonado pelas minhas tetas. Me perguntou por que não uso esses decotes quando vou pra faculdade.
—E por que você não usa eles?
—E por que não dá, Mayra. Os professores perderiam o respeito por mim em menos de uma semana, e as meninas iam ficar pensando que eu mostro as tetas pra elas me aprovarem.
—Então te dá um pouco de vergonha ser olhada…
—Um pouco, sim… depende do contexto. Eu morreria de vergonha se meus colegas de faculdade e professores pensassem que sou uma puta. Mas fazer o quê, mais de um já deve pensar isso.
—Principalmente os que te seguem no Instagram —enfatizou Mayra—, ou no Twitter, porque lá você também posta as mesmas fotos. Um dia você compartilha algo sobre uma palestra educativa que vai rolar na universidade, e no outro já mete um close das suas tetas.
—Não tinha pensado por esse lado. Acho que por um tempo vou parar de postar esse tipo de foto.
—Isso vai doer muito em todos os punheteiros que te seguem.
—Mas vai melhorar minha imagem… pelo menos um pouco.
Chegamos na academia. O lugar era pequeno, mas bonito. Tudo estava bem limpo e arrumado. Perto da porta de entrada tinha um balcão e atrás dele estava sentado um cara de uns trinta anos. Ele tava vestindo uma camiseta preta, sem mangas, e os braços dele pareciam ter saído de um filme de ação. Cada músculo era tão definido que parecia esculpido à mão, um por um. O cabelo dele era curto, especialmente dos lados da cabeça, e a parte de cima parecia uma escova preta. Talvez o rosto dele não fosse perfeito, não era feio, mas também não era atraente; no entanto, o corpo dele fazia toda a mágica. Os olhos do cara pularam da revista que ele tava lendo pro meu decote, pararam ali por uns segundos, depois ele me olhou nos olhos e sorriu. Pra Mayra ele deu uma olhada rápida e voltou a focar no meu decote.
—Olá, bem-vindas —nos cumprimentou com simpatia—. Meu nome é Darío, sou o dono da academia. E vocês são…?
Fiquei em silêncio por um segundo, pra ver se minha irmã criava coragem de falar com ele, mas ela ficou dura que nem uma boneca.
—E aí. Eu sou a Nadia, e essa aqui é minha irmãzinha, Mayra. Queremos nos inscrever na academia, se ainda tiver vaga.
—Tem sim, a academia é nova e ainda não vem muita gente, então vocês são mais que bem-vindas.
—Isso me agrada —disse Mayra.
—As boas-vindas? —perguntou Darío.
—Não, que venha pouca gente.
O cara olhou pra ela confuso.
—Não leva a mal —falei—. A Mayra não curte muito socializar, e se sente meio desconfortável usando roupa de academia. Ela acha que vão julgar ela ou algo assim.
—Ah, já entendi. Bom, aqui você pode ficar à vontade com essa roupa, todas as mulheres usam legging pra malhar, e alguns homens também. São bem confortáveis.
Me deu a impressão de que essas palavras acalmaram um pouco a Mayra. Nós nos aproximamos do balcão, Darío olhou pro meu decote e, com um sorrisinho safado, me disse:
—Nome e sobrenome?
—Nadia Evanson.
—Sua família tem origem escandinava?
— Sei lá, acho que sim — falei, dando de ombros. Não sabia muito sobre meus antepassados e parecia que o professor de educação física estava tentando me impressionar mostrando um mínimo de conhecimento cultural. — Ela tem o mesmo sobrenome — apontei pra minha irmã com o polegar —, e Mayra se escreve com “Y grego”. Não põe com “I” não, senão ela vai ficar puta da vida.
—Ela tem mau humor?
—Muito mau humor, se a deixarem com raiva. Apesar de agora estar bem quietinha, a baixinha é uma fera quando se irrita.
Mayra sorriu com sua simpatia juvenil.
—Vou levar isso em conta.
Depois pediu nosso endereço e um número de telefone, e disse que em alguns dias a gente teria a carteirinha da academia. O bom desse lugar é que deixavam a gente vir a qualquer horário, sem precisar avisar antes.
—Bom, já estão inscritas. Que tipo de exercício vocês têm em mente? Quer dizer, qual é o objetivo que vocês tão querendo alcançar?
—Eu adoraria tonificar os glúteos —falei, sem hesitar. Tô muito feliz com minha bunda, mas não me importaria nada de ter ela um pouquinho mais firme e mais bem definida. —Acho que a Mayra não precisa da mesma coisa, ela já tem uma raba perfeita. Ai!
A anã me deu uma cotovelada nas costelas. Admito que mereci, mas não resisti em lembrar como ela é gostosa, mesmo que isso a envergonhasse na frente do professor de educação física. Além disso, deixei claro o mau humor dela. Sempre achei muito curioso que uma mina tão bonita e doce pudesse ferver de raiva em certas situações.
—Tem vários exercícios pra tonificar bunda e pernas, mas o mais importante antes de começar a malhar é dedicar uns minutos pro alongamento. Fiquem de pé na minha frente e façam igual eu.
Essa foi a parte mais fácil, o Darío mostrou como alongar nossos músculos flexionando e esticando as pernas, tocando a ponta dos pés com os dedos e outros exercícios simples. Ele deu algumas correções pra gente fazer direito e não perdeu chance de olhar dentro do meu decote enorme toda vez que eu me abaixava. Eu me divertia com ele sendo tão ruim em disfarçar, ou talvez ele nem estivesse tentando.
—Posso começar com isso? —Perguntou Mayra, apontando pra uma cadeira que tinha barras laterais pra levantar peso com os braços e outra barra embaixo, pra exercitar as pernas.
—Sim, claro; mas começa com pouco peso. Aos poucos a gente vai aumentando.
Me deu a impressão de que a Mayra preferia aquela máquina pra poder ficar sentada, assim ninguém via a raba dela. Embora por enquanto estivéssemos só nós duas e o professor, e eu não notei nenhuma tentativa do Darío de espiar a traseira da minha irmã; ele parecia mais concentrado na minha anatomía voluptuosa.
Quando a Mayra sentou naquele aparelho e começou a se exercitar, o Darío chegou perto de mim e falou:
—Vou te ensinar a fazer agachamento, é um exercício simples que você pode fazer tranquilamente na sua casa, desde que aprenda a fazer direito.
—Perfeito.
—Vamos começar pelo mais básico —disse ele, se colocando atrás de mim—, o agachamento clássico —as mãos grandes dele se agarraram na minha cinturinha—. Desce comigo. —Ele começou a agachar devagar e eu tive que fazer o mesmo, já que ele me segurava firme. Obviamente não dava pra ver, mas tenho certeza de que, ao ficar agachada igual um sapo, minha bunda deve ter inchado dentro da legging. —Muito bem, perfeito. Agora vamos subir de novo. —Subimos juntos, devagar, até que nossas pernas ficaram bem esticadas. Me deu a impressão de que ele chegou um pouco mais perto de mim. —Vamos descer de novo, flexiona bem os joelhos e abre as pernas… isso, mantém as costas retas e a cabeça erguida. Muito bem, vamos tentar de novo, que tal?
—Sim, perfeito. Adoro esse exercício.
Me senti um pouco safada, culpo isso ao tesão que me deu depois da partida de pôquer com minha família. Dei um passo pra trás, pra ver até onde Darío pretendia ir. Mayra continuava repetindo o exercício de pernas e tronco, olhando fixamente pra gente. Consegui sentir o volume de Darío contra minha bunda. Ele também tava com uma calça de tecido bem fino e elástico. As mãos dele acariciaram minha barriga por baixo da camiseta e a temperatura do meu corpo subiu na hora.
Nos agachamos juntos, mais uma vez; mas dessa vez a protuberância dele se esfregou na minha bunda o tempo todo. Fiquei com as pernas abertas e separadas, o tecido da legging marcava minha buceta. Darío segurou meus joelhos e começou a abri-los ainda mais do que já estavam, eu senti meus músculos se esticando. O professor acariciou a parte interna das minhas coxas e depois pediu para a gente se levantar de novo. Ele não perdeu a oportunidade de continuar se esfregando em mim, e não é que eu possa dizer que fiquei ofendida de alguma forma, porque seria uma mentira descarada.
Assim passou quase o resto da aula inteira. A Mayra não saiu da máquina de exercício, só pediu pra colocarem um pouco mais de peso.
O Darío me explicou como fazer diferentes tipos de agachamento, usando um pé na frente e outro atrás, ou levantando uma perna antes e depois de cada agachamento. O tempo todo ele me dava instruções pra eu fazer do jeito certo, e ele aproveitou cada chance que teve de esfregar o volume dele na minha bunda e de colocar uma das mãos nas minhas nádegas e coxas.
A aula toda durou mais ou menos uma hora. Saí da academia toda suada, com os bicos duros e a buceta molhada.
Durante o caminho de volta, a Mayra não falou nem uma palavra.
——————————
Chegamos em casa e a única coisa que importava era tomar um banho bem gostoso depois de umas horas intensas de exercício. Bom, talvez não fossem tão intensas assim e, na real, a Mayra e eu não temos um preparo físico tão bom quanto a gente pensava. O suor cobria nossos corpos e a roupa estava toda grudenta.
—Vou tomar banho primeiro — disse Mayra, adiantando-se para abrir a porta do banheiro.
Ela ficou paralisada, olhando pra dentro. Eu ouvi o barulho da água caindo, devia ter alguém ali. Empurrei a Mayra de leve pra ela entrar no banheiro e dei uma espiada. Eu também fiquei sem reação.
De pé, dentro da banheira, estava meu pai, completamente pelado. As mãos dele massageavam devagar a própria cabeça, enchendo ela de xampu.
—Desculpa, pai… a gente não sabia que você tava aqui —falei—. Eu e a Mayra queremos tomar banho, mas podemos esperar.
—Esperar por quê? —Perguntou Mayra. Não soube o que responder—. Papai já me viu pelada… e não aguento mais esse suor. Quero tomar banho agora.
Enquanto falava, foi tirando toda a roupa. Ficou completamente pelada antes que meu cérebro conseguisse reagir. O corpo dela estava uma delícia, brilhando de suor.
—Pai, te importa se eu tomar banho com você? —Perguntou, com um sorriso simpático.
—Hmm… não, claro que não.
No domingo, tinha tido um rolo com o Erik e nós dois estávamos pelados. Isso eu consegui lidar, por algum motivo meu irmão não me inibia tanto. Mas esse aqui era meu pai. Tinha algo dentro de mim dizendo: "Nadia, não é uma boa ideia você tomar banho junto com o Pepe". Só que pra Mayra parecia não importar. Ela com certeza via tudo por um véu de inocência. Pra ela, não teria nenhuma conotação sexual em ficar nua na frente do pai e entrar numa banheira com ele.
Meu pai deu um passo pra trás do chuveiro e a Mayra se posicionou bem debaixo da chuva de água morna. Ela esfregou os peitinhos, a barriga e a buceta dela.
—Pai, me passa a esponja e o sabão?
Pepe obedeceu com seu sorriso característico. Ele parecia bem tranquilo, talvez também não visse nada de estranho em tomar banho junto com a filha mais nova. Já eu, não me mexi nem um milímetro. Poderia ter tirado a roupa e ido junto, afinal a Mayra tinha razão: meu pai já tinha nos visto peladas, e a gente também já tinha visto ele. Mas eu não conseguia. A voz da minha consciência não parava de repetir que não era uma boa ideia.
—E aí, como foi na academia? —Meu pai perguntou, numa boa, enquanto ensaboava as costas da Mayra.
—Tá bom, o lugar é bem bonito e não tem muita gente, isso me deixa um pouco mais à vontade. —Ela também falava com calma, e não tinha nenhum pudor na hora de esfregar a buceta com a esponja. Meus olhos ficaram presos quando se cruzaram com o pau do meu pai, que pendia imponente, igual tromba de elefante, bem perto da bunda da Mayra—. Me incomoda um pouco os estranhos ficarem olhando pra minha raba —ao dizer isso, ela deu uma paradinha na bunda, como se quisesse dar mais ênfase às palavras, e eu pude ver o pau mole bem no meio daquelas duas nádegas firmes.
—Se alguém fizer um comentário sem noção pra você —disse meu pai—, então me avisa… que eu resolvo o assunto na hora.
Valeu, papai" — ela disse, com um sorriso meigo.
Eles continuaram tomando banho numa boa e eu, feito uma idiota, fiquei parada perto da porta, sem conseguir me mexer. Reparei que várias vezes o pau mole do meu pai roçava na bunda da Mayra, mas ela não pareceu se importar nem um pouco, já que não se afastou uma vez sequer. Ela deixou o Pepe colocar shampoo na cabeça dela e lavar o cabelo dela. Meu pai demorou o tempo que quis pra fazer uma massagem capilar caprichada, que a Mayra aceitou numa boa, de olhos fechados, enquanto passava a esponja ensaboada pelo corpo todo. Me pareceu que ela dava uma atenção especial pra esfregar os peitinhos pequenos dela. Os bicos estavam durinhos, pareciam campainhas rosadas.
Quando a Mayra começou a enxaguar o cabelo, meu pai saiu da banheira, pegou uma toalha e começou a se secar. Passou por mim e me deu um dos seus sorrisos carismáticos. Saiu com a toalha amarrada na cintura e fechou a porta atrás dele.
—O que aconteceu? —Perguntou Mayra—. Por que você ainda tá vestida? Será que agora você tem vergonha de eu ver seus peitos? Ou não quer que o papai veja eles?
—É… não, o que acontece é que não tinha lugar pra mim, a banheira não é tão grande assim.
Era uma mentira muito ruim, tinha espaço suficiente pra nós três, desde que a gente ficasse de pé.
—Ahã… bom… —disse Mayra, pouco convencida—. Cê vem tomar banho? Agora o pai não tá. Não acredito que você deixa o professor de educação física te encostar e de repente fica com vergonha do pai te ver pelada… ainda mais depois do jogo de sábado.
—Não tenho vergonha… e o professor não chegou… muito perto.
—Sim, claro. Vi como o pau dele ficou duro, por pouco te comia ali mesmo, em pé, e sem tirar a sua legging.
—Será que você não tá com ciúme porque ele reparou em mim?
—Ciumenta, sua madrinha!
Ela me jogou a esponja cheia de sabão. Tava com a testa franzida, e o nariz também. Não tava brincando, ela tinha ficado puta comigo de verdade. Me senti uma idiota por ter falado aquilo. Darío não teria problema nenhum em chegar na bunda gostosa da Mayra, mas ela não teria levado tão na esportiva igual eu. Se tivesse acontecido algo assim, provavelmente ela teria voltado traumatizada da academia.
—Desculpa —falei, me abaixando pra pegar a esponja. Deixei ela na pia do lavatório e comecei a me despir—. Cê tem razão, o cara me encoxou pra caralho. Pra mim foi tipo uma brincadeirinha, mas acho que não devia ter deixado ele ir tão longe.
—Na próxima vez que você for, ela vai se aproveitar.
—Sim, eu sei… vai ser difícil tirar da cabeça dele a ideia de que sou uma puta fácil.
—Bom, isso te acontece por agir feito uma puta fácil com um cara que você nem conhece.
—Sim, é verdade.
Meus peitos ficaram soltos, tirei a tanga junto com a calcinha e, quando fiquei totalmente pelada, entrei na banheira. Abracei a Mayra por trás, encostando meus melões grandes nas costas molhadas dela e acariciei a barriga e parte da buceta lisinha dela.
—Desculpa por ter te feito ficar com raiva.
—Tudo bem, já passou — disse ela, com um sorriso gostoso.
Estendi a mão pra pegar a esponja que tinha deixado na pia e naquele exato momento a porta se abriu. Pensei que era meu pai, que tinha voltado pra se barbear ou algo assim, mas a cara que apareceu foi a do Erik.
—Ei! Não te ensinaram a bater antes de entrar? — Mayra gritou pra ele.
—Sim, tarado! —Exclamei, entrando na bronca—. Sai daqui, que a gente tá tomando banho.
Joguei a esponja ensaboada nele e acertou em cheio na cara dele. Fiquei paralisada porque conhecia muito bem o temperamento vingativo do meu irmão. Já tava vendo ele vindo, com toda a fúria de um orangotango selvagem, me beliscar o braço ou puxar meu cabelo.
Mas nada disso aconteceu. Ele ficou nos encarando, pasmo. Levou vários segundos pra processar que aquelas duas mulheres peladas que estavam xingando ele da banheira eram as irmãs dele.
—Ai, desculpa, desculpa! —disse, quando se tocou—. Foi sem querer… é que eu…
—Quanto mais explicações você der, mais tempo vai ficar olhando pra nossas tetas —disse Mayra, de cara fechada.
—É… já vou, já vou. Foi sem querer. Tchau.
Ela bateu a porta do banheiro com força e nós duas começamos a rir na mesma hora.
—Que malvada que você é —falei pra minha irmã—. Pro papai você deixa ele olhar suas tetas, sua bunda, sua buceta… mas o Erik você xinga.
—Quem jogou a esponja nele foi você. Além disso, ele é um punheteiro… pai, não.
—Isso é muito verdade, agora o baita punheteiro com certeza vai se tocar… bem, o que os punheteiros fazem. Domingo ele ficou de pau duro quando me viu pelada.
—Sério mesmo?
—Sim, de verdade. Deu pra perceber bem clarinho, ele também tava pelado — sabia que tava sendo muito injusta com meu irmão, porque minha buceta ficou molhada quando abracei ele. No fim das contas, essas reações são involuntárias.
—Bom, se for tão punheteiro quanto eu acho que é, demos a ele uma imagem pra lembrar. Mas ele viu mais durante o jogo de pôquer… ainda deve estar se tocando pensando na sua bunda.
—Isso é culpa sua —eu disse, abraçando ela de novo e esfregando meus peitos nas costas dela. Ela soltou uma risadinha—. Você foi a desgraçada que enfiou um desodorante na minha bunda, na frente de todo mundo.
—Não se faça de santinha, Nadia… você começou a se tocar direitinho quando eu enfiei o desodorante.
—Ah, é? Vai me dizer que você não teria batido uma nessa situação?
—Na frente de todo mundo? Não sei, acho que não... além disso, não sou tão tarada que nem você.
—Vamos ver.
Desci minha mão por aquela bucetinha macia até chegar no botãozinho do prazer da Mayra. Comecei a esfregar devagar, fazendo círculos. Também acariciei os lábios da buceta dela, deixando um dedo percorrer todo o meio. Não enfiei porque não queria invadir a virgindade dela, mas caprichei bastante na superfície.
Depois de alguns segundos de carícias, Marya começou a esfregar a bunda dela no meu púbis e eu, agindo por instinto, acompanhei o movimento. Voltei a me concentrar no clitóris dela, dessa vez fui um pouco mais intensa. Era muito estranho tocar uma buceta que não fosse a minha, com toda a intenção de dar prazer pra ela. Continuei fazendo isso por mais um tempinho, mas tirei a mão quando ouvi o primeiro gemido da Mayra. Aquilo me fez cair na real. Eu tava indo longe demais, afinal ela é minha irmã… e eu nem sinto atração por mulheres.
Me afastei dela e fiquei debaixo do chuveiro, comecei a passar shampoo no cabelo, de costas pra ela.
—Desgraçada —ela disse com teatralidade—. É assim que me larga?
—Qual é, será que agora você tá afim de bater uma punheta?
—Sim, óbvio, por sua culpa!
—Bom, agora você sabe como eu me senti quando… Ai!
Aquela desgraçada se aproximou de mim quando eu estava de olhos fechados e o cabelo cheio de xampu. Ela me empurrou pra frente, me forçando a me inclinar, pra eu apoiar as mãos na parede e não cair. Em seguida, senti os dedos atrevidos dela tocando minha bunda, como se estivesse tateando a entrada.
—Não, Mayra… nem pense nisso…
—Agora você vai ver!
—Ai!
O primeiro dedo entrou sem grandes problemas, embora tenha ardido um pouco. O problema começou quando ela quis enfiar um segundo dedo. Minha bunda parecia não estar preparada pra aquela penetração; mas a Mayra foi insistente, trabalhou o buraco com uma maestria inusitada, até que conseguiu enfiar. Quando eu já tinha os dois dedos dentro do cu, minha buceta já estava produzindo fluxos e meus peitos estavam completamente duros. A Mayra começou a masturbar meu buraco do mesmo jeito que tinha feito durante a partida de pôquer e eu, lembrando do tesão danado que aquilo me deixou, comecei a me esfregar a buceta.
Não pedi pra minha irmã parar. Minha mente viajava entre a lembrança do jogo de pôquer e o prazer anal que eu tava sentindo naquele exato momento. Os dedos da Mayra entravam e saíam cada vez mais rápido, e minha mão castigava com força meu clitóris.
—Como te deixa com tesão levar no cu! Era isso que você pensava quando deixava o professor te passar a mão?
Não respondi, ela tinha razão em tudo. A mão livre dela agarrou uma das minhas tetas e começou a amassar. Também deixei isso rolar, porque com a masturbação localizada em tantas áreas sensíveis, eu estava prestes a gozar.
Mas, como se ela tivesse notado os sinais, ela parou. Tirou os dedos do meu cu e saiu da banheira.
—Agora qual das duas tá com mais vontade de bater uma siririca? — Ela me perguntou, enquanto pegava uma toalha.
Fiquei ofegante, debaixo do chuveiro, olhando aquele rabão lindo balançando todo cheio de marra. A Mayra saiu do banheiro e fechou a porta, me deixando com um tesão do caralho.
Tive que passar mais vinte minutos me esfregando a buceta dentro da banheira até conseguir gozar. Parece que meu corpo ficou com vontade de sentir algo duro dentro do cu.
Mas é, pelo menos posso dizer que saí do banho com uma alegria imensa e completamente exausta, por causa do exercício físico e da puta punheta que eu tinha batido.
Antes de entrar no meu quarto, me perguntei se aquela partida de strip poker ia rolar de novo e se a Mayra teria coragem de enfiar o desodorante no meu cu na frente de toda a minha família. A ideia me deixava tão excitado que eu tava disposto a aguentar a humilhação.
2 comentários - Pôquer de Strip em Família[03]A gostosa do carro quebrado[