Massagista (conto gay) parte um

Trabalho num escritório como assistente, basicamente quem tem que levar papelada de uma filial pra outra ou pro correio, uma espécie de entregador, e nas minhas horas vagas pra ganhar uma grana extra faço massagens, muitos no escritório sabiam e eu tinha vários clientes entre homens e mulheres, felizmente. Um dia, no fim do turno, já não tinha quase ninguém, eu precisava levar umas caixas pro arquivo do terceiro subsolo, onde ninguém queria descer, então acumulavam as caixas e eu acabava descendo elas. Como eram várias caixas e eu tava com preguiça, já que também não gostava de descer, peguei três e comecei a descer as escadas. Depois da última escada longa, tem um corredor e a escada que faltava, que era de cinco degraus. Com tanto azar que trombei com um cara na frente, que tropeçou e, pelo visto, caiu pelas escadas. Eu não enxergava por causa das caixas e, quando as tiro, vejo ele se levantando. Por sorte, conseguiu se erguer, embora mancasse. Ficou meio puto e soltou uns xingamentos pro ar. Era o José, da segurança, que tava fazendo a ronda. Deixei as caixas numa prateleira e fui ajudar ele. Como não tinha cadeira no arquivo, ajudei ele a sentar numa mesa que tava com outras caixas. Tirei elas pro chão pra ele ter espaço e se acomodar. Perguntei o que tava doendo e, pelo visto, doía a virilha, e ele segurava a parte interna da perna, quase do lado da rola. O José é um cara meio baixote, uns 1,60, talvez, bem encorpado, com pernas e braços grandes e mãos gigantes, que são sempre motivo de piada, porque eu zo ele dizendo que desvirgina mulher com os dedos. Pele morena, tipo não muito feliz casado e com dois filhos, pelo que me conta. Geralmente, por causa do uniforme, veste camisa branca com gravata e calça preta de tecido anti-rasgo e coturnos. Segundo ele, não usa roupa íntima, algo que me contou várias vezes, acho que pra ver se eu respondo algo ou pra ver minha reação. Embora sempre Deram uma paquerada em um ou outro cara, e uma ou outra apalpada já tinha dado, mas nunca tinha ido além. Com ele nos conhecemos bem, já que todo dia a gente se vê e bate papo sobre um assunto ou outro. Ele sabe que faço massagens por conta própria, e eu sei que ele tava dando em cima da moça da limpeza e por isso tava lá embaixo naquele dia, porque segundo ele me contou, tava procurando ela. Tento mexer a perna dele e ele pede pra parar, que tava doendo ao mexer. Movo a mão dele como se fosse massagear a área, mas por causa da calça de tecido largo e da barriga, ficava impossível. Então termino de tirar as caixas da escrivaninha e peço pra ele deitar um pouco. E falo, pensando que ele ia recusar na hora: "Deita pra trás que vou baixar sua calça pra massagear a área que tá doendo." Na hora ele se deita pra trás, deixando as pernas penduradas do joelho pra baixo, e ele mesmo desabotoa o cinto e me lembra, entre reclamações, que tava sem cueca. Começo a baixar a calça dele, e o único jeito era com uma mão de cada lado até levar até os joelhos. Geralmente os homens se ajudam, ou pelo menos eu esperava, mas ele nem se mexeu, deixando a pica e as bolas bem peludas no ar. Fico do lado esquerdo dele e falo: "Beleza, vou massagear um pouco. Onde exatamente tá doendo?" Ele faz menção de apontar ele mesmo e agarra meu pulso esquerdo com a mão direita dele e leva bem, mas bem junto das bolas dele, claro, fazendo minha mão roçar nos ovos e na pica dele. A área tava com o suor do dia. Eu tentando manter meu profissionalismo, porque em alguma ocasião já massageei essa área em um ou outro paciente, mas ali tava estranho. A pica dele dava pra ver que, mesmo meio mole, não era muito comprida, mas grossa, como tudo nele. Começo a massagear de leve, embora bem desconfortável porque ele deixou a mão dele morta em cima da minha. Falo: "Mexe um pouco as bolas e a pica que..." "É um pouco mais pra cima", ele diz, me interrompendo enquanto com a Mão esquerda levanta as bolas dele. Movo a ponta dos dedos alguns milímetros e ele, com a mão que me segura, ajusta minha mão de um jeito que fico segurando as bolas por baixo e por trás, com os dedos um de cada lado, quase na altura da pica. "Tá aí, é?" pergunto e massageio de leve. Soltando as bolas que eu segurava com a esquerda, elas ficam sobre minha mão. Ele fica com a pica na mão e começa a bater uma super devagar, mas bem na cara, e diz: "Sim, sim, bem aí". E com a mão direita ajuda a minha esquerda a massagear a região. Tento tirar a mão inutilmente e falo: "— Fala sério, você tá se masturbando, solta minha mão". Aumentando o ritmo da punheta e da massagem nas bolas na minha mão, fazendo pressão com a dele, ele responde. A pica tinha uns 16cm, mas fácil uns 5 ou 6 de largura, era bem grossa e cheia de veias. "Não fica puto, é só um tesãozinho a mais, nada demais!" com um tom meio excitado e continua: "Ia comer a da limpeza, mas ela ficou puta e me deixou cheio de porra! E eu com isso?" respondo. Forcejo um pouco sem sucesso, embora a situação tivesse me excitando um pouco também. "Qual é, é só uma punhetinha, ninguém vai saber", ele responde. No forcejo, a pica escapa, ele me segura pelo ombro e praticamente deita meu tronco sobre ele, de um jeito que fico com a cabeça na barriga dele, a centímetros da pica, e passa o braço sobre meu pescoço fazendo pressão e segura a cabeça da pica, já que pelo ângulo não conseguia pegar ela inteira. Eu não conseguia resistir, porque tinha uma mão presa nas bolas dele e ele era mais forte pra eu me soltar com uma mão só. Por algum motivo, tudo isso me excitava. "Já se acalma um pouco", ele fala, todo exaltado pelo forcejo e excitado ao mesmo tempo, e continua: "Vou soltar sua mão das bolas, mas continua só mais um pouco. Não, nem fodendo." respondo seco. "Então dá um beijinho", continua. "Não, já era!" falo. "Então massageia as bolas só um pouquinho e não encho mais o saco." Como não respondo, e quem cala consente. Ela solta minha mão e eu continuo massageando as bolas, mas como eu tava fazendo suave, ela aperta de novo pra eu massagear bem forte. E como a mão direita fica num ângulo melhor, ela pega na própria piroca e se masturba com muita força e velocidade, a ponto de parecer super exagerado. A mão esquerda ela deixa na minha nuca pra eu não levantar a cabeça. A piroca ficava no máximo a 2 centímetros do meu rosto. Ela começa a empurrar minha nuca quase roçando na piroca, enquanto eu tentava reclamar e desviar da piroca ao mesmo tempo. "Não... Para... Não exagera..." Enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro. Solto as bolas dela e ela para a punheta e fala: "Vai, já tamo aqui, entra na onda!" Enquanto roçava a boca na piroca e continuava falando: "Vai, um beijinho, com carinho." "Tá bom", eu falo, "dou um beijo e você para de encher o saco, e pronto!" "Vai, mas um beijo bem dado!", ela diz. Beijo a ponta da piroca e ela fala: "Nada, bem dado, massageando as bolas como antes, e aí dá o beijinho." Hesito um pouco, mas aceito. Começo a massagear as bolas dela, ela ajusta minha mão de novo e faz eu colocar mais pressão. Estica a piroca e coloca nos meus lábios. Beijo de novo e ela reclama de novo: "Vai com vontade!!! Isso não é beijo! É assim que você beija uma gostosa?! Dá um beijo com vontade, língua, boca aberta!" "Você quer que eu chupe sua piroca?!?! Cê tá louco?!?!" Falo indignado. "Um beijo, um beijo bem dado e pronto!" Beijo a ponta da piroca de novo e ela fala: "Vai, senão a gente fica aqui até amanhã", e dá uma risadinha. Enquanto começa a fazer pressão nos meus lábios com a piroca, deixo a cabeça entrar na minha boca e fico parado uns segundos, aí ela repreende: "Vai, usa a língua um pouco, um beijo de verdade! E a gente termina!" Massageio a cabeça da piroca com a língua e tento me puxar pra trás pra ir embora. Mas ela me segura e fala: "Só mais um pouquinho pra dentro e pronto", enquanto fazia pressão na minha nuca até me dar ânsia, com metade da piroca dentro. Uma piroca que não era pequena. cabeçuda, mas a grossura era do tronco. Ele alivia a pressão e tira de mim, mas continua comentando todo excitado: "Mais uma, mais uma!" E sem eu poder responder, enfia de novo até me dar outra ânsia. Tira de novo e, entre engasgos e tosses, começa a se masturbar a toda velocidade com a mão direita. Depois de uns minutos, enfia de novo na minha boca e dá pra sentir como fica duro igual pedra e começa a gozar, enchendo minha boca de porra, que eu cuspo um pouco pelo canto, mas sem conseguir tirar a pica da boca. "Não, não, não cospe!" ele diz entre ofegos e excitação, e continua: "Continua assim e engole tudo, porque não tenho nada pra me limpar aqui. E cuidado com os dentes, senão você raspa toda!" Eu balancei a cabeça negando como dava, e ele só dizia: "Sim, sim, vai, que ainda faltam quatro horas pra eu terminar o turno e não vou ficar com a pica suja o dia inteiro." Sem muita escolha, continuei com a pica na boca, já que não tinha opção porque ele não me deixava escapar, e entre ânsia e ânsia, engoli a porra que parecia uma quantidade enorme. A pica mal amoleceu um pouco, mas continuava bem dura. Continua...

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