Submetendo minhas irmãs
Capítulo IV. De viagens inesperadas e meias-cadências.

Quinta-feira 12:00 PM
—(…) já é tarde, acorda!
Porra, com o dia intenso que foi ontem, apaguei de vez e agora minha mãe tá gritando comigo.
—Já vou, já vou, só tomo um banho e pronto.
—Anda, que seu pai tá nos esperando!
—Ele já chegou? Não tava fora da cidade?
—Você tá bem? Claro que ainda não acabou! Mas vamos visitar ele!
—Quando? Agora? Pera! A Lina e a Sila também vão?
—Não, não. Você não viu que a Lina tem trabalho pra fazer? Só vamos eu, a Sila e você.
Porra, eu queria provar os lábios da Lina hoje! Agora vou ter que me comportar como um irmão normal com a Sila enquanto ela vai querer me matar por causa de ontem à noite.
Isso me acontece por me achar demais na minha situação.
…Quinta-feira, 14hQue viagem chata pra caralho. Normalmente eu aproveitaria pra ouvir música ou ler algum livro no caminho pra cidade onde meu pai tá morando, mas hoje não é um dia normal. Não sabia nada sobre a viagem, então meu celular tá sem bateria, e na correria não peguei nenhum livro. Só resta um silêncio desconfortável, minha mãe dirigindo, a Sila me ignorando enquanto ouve música e olha a paisagem pela janela de um lado.
Puxar assunto com a mãe? Nah, isso seria muito estranho. Além do mais, ela é super nervosa e se irrita se a gente começa a falar enquanto ela dirige.
Será que devia tentar conversar com a Sila? Não… Ela ainda não assimilou bem o papel dela de putinha, deve estar se sentindo ofendida ou algo assim.
Que tipo de relação a gente tem na cabeça dela? Será que ela acha que é só um joguinho de papéis entre dois amantes que são puro mel com roupa, mas no quarto se vestem de mestre e escrava? Que besteira. Culpo o Wattpad por enfiar esse tipo de ideia na cabeça das jovens. A Sila é realmente…
O que a Sila é realmente pra mim?
Enquanto penso nisso, viro pra olhar pra ela, ela começa a cair no sono, os olhos semicerrados cada vez mais perdidos. Ela abriu os olhos enquanto eu tava olhando!
A Sila me encara de frente, me dá um sorriso super fofo e tenta descansar a vista de novo.
Puta que pariu, Sila, como você pode ser tão gostosa?
Mas ser gostosa não tira o fato de você ser uma cachorra, e você sabe disso.
Mamãe foca na estrada, as árvores ficam pra trás numa velocidade constante.
O que a Sila é realmente pra mim? Será que eu realmente vejo ela como uma puta? Vou ter que castigar ela por me fazer duvidar disso. Claro que ela é uma puta! É a minha puta!
Viro de novo pro retrovisor e noto que mamãe continua concentrada na estrada. Volto o olhar pra minha irmã… A Sila agora tá dormindo, o sorriso que ela mostrou antes foi substituído pela falta de vontade do sono. A blusa dela tem uma combinação de rosa com preto. A calça dela, preta. Além disso, é bem justo, então as pernas dela ficam super gostosas mesmo sentada. Essa é a minha putinha, sentadinha ali, disponível pra mim. Será que eu deveria aproveitar que ela tá ali? Foda-se, não quero que a mamãe me veja fazendo algo estranho, só vou usar essas pernas como travesseiro por enquanto.
Eu me deito, colocando a cabeça nas pernas da minha irmã, e encolho os joelhos pra caber no banco de trás do carro. É isso, nós dois vamos atrás porque a mamãe prefere assim do que alguém na frente distraindo ela.
Daqui, tenho uma vista diferente da minha irmã, posso ver os peitos dela, a barriga. Adoro. Ela não é uma modelo, igual a Lina, mas tem seu charme. Mesmo com o tamanho dela, desperta minha libido tão fácil quanto qualquer símbolo sexual que você possa imaginar. Por enquanto, vou me contentar em sentir o calor dela por um tempo e tentar dormir.
…Quinta-feira 17hDepois de algumas horas de viagem, muitas trocas de posição e zero palavras com minha irmã, finalmente paramos na frente de um posto pra descansar, abastecer e comer alguma coisa. Porra de posto, tá cheio de caminhão, vamos ter que esperar um tempão pra conseguir encher o tanque (que tá cada dia mais caro pra caralho, puta merda). Minha mãe preparou uns sanduíches antes de sair de casa e é isso que ela tá distribuindo pra gente comer. Enquanto esperamos na fila enorme pra abastecer, minha mãe finalmente quebra o silêncio.
—Como vocês sentiram a viagem? Já tão cansados?
—Ah, sim. Meu celular já tá quase sem bateria e ainda falta muito pra chegar. Não dá pra gente passar na loja do posto e comprar um carregador de carro?
—O que aconteceu com o que você tinha?
—Esqueci por sair na correria...
—Então você não vai comprar outro, não precisa.
—Tá brincando? Mas eu não trouxe porque você nos fez sair na correria! E, além disso, vou comprar com meu próprio dinheiro!
—A Sila tem razão, mãe. É o dinheiro dela, você não pode proibir ela de usar... Até porque eu também preciso carregar meu celular.
—Vocês dois são impossíveis. Vão então, eu fico aqui cuidando das coisas.
—Vão? —Perguntei confuso.
—Sim, vão —Respondeu minha mãe— Você não vai deixar sua irmã ir sozinha na loja desse posto cheio desses caminhoneiros que, sei lá, até drogados podem estar. Vai e cuida dela, eu continuo esperando pra abastecer.
Finalmente, aceito. Pelo menos posso tirar algum proveito dessa história de ficar a sós com a Sila.
Nós dois vamos pra loja, que fica num canto do posto, o que dificulta a visão da minha mãe, então acho que vou conseguir me divertir um pouco finalmente.
—Sila —Falo no ouvido da minha irmãzinha.
—O que foi, posso ajudar em alguma coisa? —Responde a Sila com um tom doce. Porra, como mudou o jeito dela de me tratar desde que virou minha putinha.
Em seguida, Pego ela pela bochecha e olho nos olhos dela. Porra, esqueci que esses olhos eram tão perigosos. Por que os olhos de uma putinha têm que ser tão lindos?! Droga.
Caralho, não consigo evitar. Me aproximo dela até sentir a umidade dos lábios dela com os meus. Que bom que ela veio sem maquiagem nem batom, senão ia ser difícil esconder a evidência de um beijo com a minha irmã.
Sila beija tão bem, meu Deus, é ela que começa a brincar com a minha língua dessa vez. Queria ficar assim pra sempre. Minha mão livre já pousa na cintura dela. E mais pra trás, e mais pra baixo. Agora consigo sentir o tesão da minha irmãzinha através da calça que cai tão bem nela.
Meu amigão começou a acordar, seria muito constrangedor entrar assim na loja… Mas que porra eu tô falando? Se eu tenho a minha putinha! Mas não… Levaria tempo demais, mamãe ia se preocupar e é capaz de largar o carro vazio pra vir nos procurar. Separo meu rosto do dela, noto como a expressão facial dela mudou, passou de linda e super fofa pra um tipo de seriedade que já comecei a identificar como sinal de que ela tá bem excitada e quer mais do que beijos. Dou um tapa na bunda dela e me aproximo do ouvido dela.
— Agora não posso te usar, putinha. Já sei que você quer ser usada, mas vai ter que esperar mais um pouco, lembra que mamãe tá nos esperando.
— Vai fundo, me usa do jeito que quiser. Sou sua putinha, pra isso que eu tô aqui. Depois a gente inventa que tava com fila grande ou que não decidia qual carregador comprar, mas vai fundo que sua putinha já quer ir além com você.
Porra, nunca tinha ouvido a Sila assim. O que aconteceu com a raiva dela de ontem à noite? Não entendo porra nenhuma, mas não posso perder essa oportunidade.
Pego a Sila pelo braço e levo ela pra parte de trás do posto de gasolina, convenientemente não tem ninguém por ali, mas as pessoas que vêm pela estrada podem nos ver… Bom, é hora de testar o quanto minha putinha tá disposta a me servir.
Coloco minha irmã de frente pra parede dos fundos A loja e me coloco atrás dela, abrindo um pouco as pernas dela. Começo a acariciar a bunda dela por cima da calça, sem esquecer de dar atenção também à virilha dela. Passo minhas mãos em volta da cintura dela enquanto beijo o pescoço dela, desabotoo a calça dela e começo a meter a mão lá dentro. A respiração da Sila vai acelerando aos poucos. Começo a abaixar devagar a calça que agora tá atrapalhando meus movimentos na virilha da minha putinha. Ela não parece preocupada em ser vista, dou uma olhada ao redor, continua sem ninguém por perto, os carros passando na estrada fazendo um barulho. Será que tão nos vendo? Eu espero que sim. Continuo abaixando essa calça. Agora a bunda da Sila tá visível pra mim de calcinha. Me decepciona um pouco saber que ela não veio de fio dental.
—O que foi, putinha? Por que não tá vestida de puta?
—… Não achei que teria chance de você me usar… Mas já que a gente tá aqui, pode fazer, por favor.
—Não, não, não. Não vou te usar assim, você não merece. Aliás, você merece um castigo.
—Outro castigo? Sou tão ruim assim como puta?
—Parece que preciso te treinar melhor.
—E o que eu tenho que fazer então?
—Você vai tirar essa calcinha, e dar de presente pra um dos caminhoneiros que tão na loja.
—Assim, do nada? E se tentarem me estuprar?
—Você é minha puta, ninguém mais vai te usar.
Eu vi os olhos da minha putinha sorrirem quando eu falei isso.
—Pelo menos não sem meu consentimento.
Os olhos que há pouco sorriam agora escurecem. Ha, ha, ha. A putinha achou que eu sentia algo especial por ela além de desejo.
—Agora anda, tira essa calcinha que já perdemos muito tempo.
Sila faz o que eu mandei. Tira a calça, depois a calcinha e veste a calça de novo, agora sem nada por baixo. Só espero que ela não tenha nenhuma infecção ou algo assim. Eu quero provar a buceta dela logo, seria ruim ter que me abster disso por causa de alguma doença.
Depois disso, nos beijamos de novo por alguns minutos.
Caminhamos de volta pra loja e, no caminho, encontramos um daqueles caminhoneiros fumando um cigarro. Achei que a Sila ia dar a calcinha dela pra ele, mas parece que não criou coragem. Vai ter que se animar antes de voltarmos se não quiser um castigo pior.
Entramos na loja, olhamos os carregadores e escolhemos um adequado pra carga rápida dos nossos celulares. A Sila paga e a gente sai. Ao sair, o senhor que tava fumando já não tá mais sozinho, agora tá acompanhado de outros dois caras igualmente altos e fortes. A Sila se aproxima deles, a cara dela tá vermelha que nem um tomate, estende a mão direita como se fosse cumprimentar e, enquanto um deles estende a mão pra receber o aperto, ela, rapidinha, usa a mão esquerda pra colocar na mão do caminhoneiro a calcinha que acabou de tirar. Na mesma hora, ela sai correndo, e eu vou atrás. Espero que os caminhoneiros não nos sigam, senão não vamos saber que desculpa dar pra mãe. Olho pra trás e os caras tão lá, ainda confusos com o que acabou de rolar.
Finalmente chegamos na mãe.
—E agora? Por que demoraram tanto? Já abasteci, mas tô morrendo de vontade de ir ao banheiro. Alguém de vocês quer ir? Pra eu deixar o carro trancado.
—Não, mãe, eu tô de boa. —Fala a Sila, voltando com a voz meiga de alguns minutos atrás.
—Eu também não.
Sempre fui de falar pouco quando falo alto, sinto que se eu dissesse tudo que penso, ia acabar cancelado.
—Ah, então esperem aqui os dois.
Depois de falar isso, a mãe vai embora.
—Sabe de uma, Sila? Acho que você ganhou um prêmio pelo que fez agora pouco.
—Um prêmio? Que prêmio eu ganhei? —Perguntou a Sila ainda com a voz meiga enquanto ligava o carregador do carro e se preparava pra carregar o celular.
Na hora, me coloquei na frente dela, já dentro do carro, e abaixei de novo a calça dela onde ela tava sentada. Do jeito que dá, começo a acariciar ela. Já Minha irmãzinha tava toda molhada, era óbvio depois do que rolou na loja. Enquanto enfio os dedos nela, do jeito mais discreto possível, ela começa a beijar meu pescoço. Se alguém der uma espiada e nos ver, agora vai ser difícil não perceberem o que a gente tá fazendo.
— Acho que você não vai conseguir terminar antes da mamãe voltar, então a gente adia isso pra quando der.
Falo isso enquanto me afasto dela e levo meus dedos até a boca dela. Ela, bem submissa, começa a saborear os próprios sucos. Sinto a língua dela passando ao redor dos meus dedos, se enroscando neles. Sinto ela chupando e, por fim, tiro os dedos. Ela tenta acompanhar com um movimento da cabeça, mas eu dou um beijinho rápido nela, só isso, sinto o gosto doce da saliva da minha irmã misturado com o gosto peculiar dos sucos dela. Como será que é provar esses sucos direto da fonte? Porra, que curiosidade.
De qualquer forma, depois disso, volto a me acomodar direito no banco, e a Sila faz o mesmo, sem jeito de esconder o vermelho do rosto dela. Será que eu tô igual? Também fiquei bem excitado com isso. Porra.
Mamãe voltou, parece que vamos ter que aguentar mais umas horas de viagem. Pelo menos vou poder carregar meu celular assim que a Sila carregar o dela. Preciso falar com a Lina, garantir que ela entre logo no esquema que a gente tem com a Sila. Aí depois vai ser mais fácil com ela também.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
---
Ela se ajoelhou na frente dele, os olhos brilhando com desejo. "Você quer que eu te mostre o quanto eu te quero?", sussurrou, passando a língua pelos lábios. Ele apenas acenou, já sentindo o calor subir. Ela deslizou as mãos pelas coxas dele, abrindo o zíper devagar, provocando. "Você é tão gostosa", ele murmurou, puxando-a para um beijo profundo. As mãos dela encontraram o pau dele, duro e pulsando, e ela gemeu baixinho. "Deixa eu cuidar de você", disse, antes de descer a cabeça e envolvê-lo com a boca. Ele gemeu, os dedos enroscados nos cabelos dela, enquanto ela trabalhava com maestria, chupando e lambendo como se fosse a última vez. "Assim, sua putinha", ele sussurrou, e ela acelerou o ritmo, sentindo o gosto doce do tesão. Quando ele gozou, ela engoliu tudo, olhando para ele com um sorriso safado. "Agora é minha vez", disse, puxando-o para deitar sobre ela.
---Fim.
Se você curte minhas histórias, por favor, considere me apoiar me pagando um café a partir de 1 dólar no ko-fi.
https://ko-fi.com/madseaVocê também pode me apoiar entrando no meu blog a partir deaqui.
Já está disponível o capítulo V no meu blog!
Você pode acessar a partir deaquiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
(O capítulo V será publicado aqui entre domingo e segunda)Se quiser ficar por dentro das minhas postagens, pode me seguir no Twitter também, onde apareço comoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Também aviso que, como são as festas da independência no México, vou estar fora de onde moro e talvez me atrase um pouco pra escrever. Na semana que vem, talvez não saia nenhum capítulo, mas a partir da seguinte a gente volta com o ritmo de dois capítulos por semana.Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Muito obrigado por ler!
Capítulo IV. De viagens inesperadas e meias-cadências.

Quinta-feira 12:00 PM
—(…) já é tarde, acorda!
Porra, com o dia intenso que foi ontem, apaguei de vez e agora minha mãe tá gritando comigo.
—Já vou, já vou, só tomo um banho e pronto.
—Anda, que seu pai tá nos esperando!
—Ele já chegou? Não tava fora da cidade?
—Você tá bem? Claro que ainda não acabou! Mas vamos visitar ele!
—Quando? Agora? Pera! A Lina e a Sila também vão?
—Não, não. Você não viu que a Lina tem trabalho pra fazer? Só vamos eu, a Sila e você.
Porra, eu queria provar os lábios da Lina hoje! Agora vou ter que me comportar como um irmão normal com a Sila enquanto ela vai querer me matar por causa de ontem à noite.
Isso me acontece por me achar demais na minha situação.
…Quinta-feira, 14hQue viagem chata pra caralho. Normalmente eu aproveitaria pra ouvir música ou ler algum livro no caminho pra cidade onde meu pai tá morando, mas hoje não é um dia normal. Não sabia nada sobre a viagem, então meu celular tá sem bateria, e na correria não peguei nenhum livro. Só resta um silêncio desconfortável, minha mãe dirigindo, a Sila me ignorando enquanto ouve música e olha a paisagem pela janela de um lado.
Puxar assunto com a mãe? Nah, isso seria muito estranho. Além do mais, ela é super nervosa e se irrita se a gente começa a falar enquanto ela dirige.
Será que devia tentar conversar com a Sila? Não… Ela ainda não assimilou bem o papel dela de putinha, deve estar se sentindo ofendida ou algo assim.
Que tipo de relação a gente tem na cabeça dela? Será que ela acha que é só um joguinho de papéis entre dois amantes que são puro mel com roupa, mas no quarto se vestem de mestre e escrava? Que besteira. Culpo o Wattpad por enfiar esse tipo de ideia na cabeça das jovens. A Sila é realmente…
O que a Sila é realmente pra mim?
Enquanto penso nisso, viro pra olhar pra ela, ela começa a cair no sono, os olhos semicerrados cada vez mais perdidos. Ela abriu os olhos enquanto eu tava olhando!
A Sila me encara de frente, me dá um sorriso super fofo e tenta descansar a vista de novo.
Puta que pariu, Sila, como você pode ser tão gostosa?
Mas ser gostosa não tira o fato de você ser uma cachorra, e você sabe disso.
Mamãe foca na estrada, as árvores ficam pra trás numa velocidade constante.
O que a Sila é realmente pra mim? Será que eu realmente vejo ela como uma puta? Vou ter que castigar ela por me fazer duvidar disso. Claro que ela é uma puta! É a minha puta!
Viro de novo pro retrovisor e noto que mamãe continua concentrada na estrada. Volto o olhar pra minha irmã… A Sila agora tá dormindo, o sorriso que ela mostrou antes foi substituído pela falta de vontade do sono. A blusa dela tem uma combinação de rosa com preto. A calça dela, preta. Além disso, é bem justo, então as pernas dela ficam super gostosas mesmo sentada. Essa é a minha putinha, sentadinha ali, disponível pra mim. Será que eu deveria aproveitar que ela tá ali? Foda-se, não quero que a mamãe me veja fazendo algo estranho, só vou usar essas pernas como travesseiro por enquanto.
Eu me deito, colocando a cabeça nas pernas da minha irmã, e encolho os joelhos pra caber no banco de trás do carro. É isso, nós dois vamos atrás porque a mamãe prefere assim do que alguém na frente distraindo ela.
Daqui, tenho uma vista diferente da minha irmã, posso ver os peitos dela, a barriga. Adoro. Ela não é uma modelo, igual a Lina, mas tem seu charme. Mesmo com o tamanho dela, desperta minha libido tão fácil quanto qualquer símbolo sexual que você possa imaginar. Por enquanto, vou me contentar em sentir o calor dela por um tempo e tentar dormir.
…Quinta-feira 17hDepois de algumas horas de viagem, muitas trocas de posição e zero palavras com minha irmã, finalmente paramos na frente de um posto pra descansar, abastecer e comer alguma coisa. Porra de posto, tá cheio de caminhão, vamos ter que esperar um tempão pra conseguir encher o tanque (que tá cada dia mais caro pra caralho, puta merda). Minha mãe preparou uns sanduíches antes de sair de casa e é isso que ela tá distribuindo pra gente comer. Enquanto esperamos na fila enorme pra abastecer, minha mãe finalmente quebra o silêncio.
—Como vocês sentiram a viagem? Já tão cansados?
—Ah, sim. Meu celular já tá quase sem bateria e ainda falta muito pra chegar. Não dá pra gente passar na loja do posto e comprar um carregador de carro?
—O que aconteceu com o que você tinha?
—Esqueci por sair na correria...
—Então você não vai comprar outro, não precisa.
—Tá brincando? Mas eu não trouxe porque você nos fez sair na correria! E, além disso, vou comprar com meu próprio dinheiro!
—A Sila tem razão, mãe. É o dinheiro dela, você não pode proibir ela de usar... Até porque eu também preciso carregar meu celular.
—Vocês dois são impossíveis. Vão então, eu fico aqui cuidando das coisas.
—Vão? —Perguntei confuso.
—Sim, vão —Respondeu minha mãe— Você não vai deixar sua irmã ir sozinha na loja desse posto cheio desses caminhoneiros que, sei lá, até drogados podem estar. Vai e cuida dela, eu continuo esperando pra abastecer.
Finalmente, aceito. Pelo menos posso tirar algum proveito dessa história de ficar a sós com a Sila.
Nós dois vamos pra loja, que fica num canto do posto, o que dificulta a visão da minha mãe, então acho que vou conseguir me divertir um pouco finalmente.
—Sila —Falo no ouvido da minha irmãzinha.
—O que foi, posso ajudar em alguma coisa? —Responde a Sila com um tom doce. Porra, como mudou o jeito dela de me tratar desde que virou minha putinha.
Em seguida, Pego ela pela bochecha e olho nos olhos dela. Porra, esqueci que esses olhos eram tão perigosos. Por que os olhos de uma putinha têm que ser tão lindos?! Droga.
Caralho, não consigo evitar. Me aproximo dela até sentir a umidade dos lábios dela com os meus. Que bom que ela veio sem maquiagem nem batom, senão ia ser difícil esconder a evidência de um beijo com a minha irmã.
Sila beija tão bem, meu Deus, é ela que começa a brincar com a minha língua dessa vez. Queria ficar assim pra sempre. Minha mão livre já pousa na cintura dela. E mais pra trás, e mais pra baixo. Agora consigo sentir o tesão da minha irmãzinha através da calça que cai tão bem nela.
Meu amigão começou a acordar, seria muito constrangedor entrar assim na loja… Mas que porra eu tô falando? Se eu tenho a minha putinha! Mas não… Levaria tempo demais, mamãe ia se preocupar e é capaz de largar o carro vazio pra vir nos procurar. Separo meu rosto do dela, noto como a expressão facial dela mudou, passou de linda e super fofa pra um tipo de seriedade que já comecei a identificar como sinal de que ela tá bem excitada e quer mais do que beijos. Dou um tapa na bunda dela e me aproximo do ouvido dela.
— Agora não posso te usar, putinha. Já sei que você quer ser usada, mas vai ter que esperar mais um pouco, lembra que mamãe tá nos esperando.
— Vai fundo, me usa do jeito que quiser. Sou sua putinha, pra isso que eu tô aqui. Depois a gente inventa que tava com fila grande ou que não decidia qual carregador comprar, mas vai fundo que sua putinha já quer ir além com você.
Porra, nunca tinha ouvido a Sila assim. O que aconteceu com a raiva dela de ontem à noite? Não entendo porra nenhuma, mas não posso perder essa oportunidade.
Pego a Sila pelo braço e levo ela pra parte de trás do posto de gasolina, convenientemente não tem ninguém por ali, mas as pessoas que vêm pela estrada podem nos ver… Bom, é hora de testar o quanto minha putinha tá disposta a me servir.
Coloco minha irmã de frente pra parede dos fundos A loja e me coloco atrás dela, abrindo um pouco as pernas dela. Começo a acariciar a bunda dela por cima da calça, sem esquecer de dar atenção também à virilha dela. Passo minhas mãos em volta da cintura dela enquanto beijo o pescoço dela, desabotoo a calça dela e começo a meter a mão lá dentro. A respiração da Sila vai acelerando aos poucos. Começo a abaixar devagar a calça que agora tá atrapalhando meus movimentos na virilha da minha putinha. Ela não parece preocupada em ser vista, dou uma olhada ao redor, continua sem ninguém por perto, os carros passando na estrada fazendo um barulho. Será que tão nos vendo? Eu espero que sim. Continuo abaixando essa calça. Agora a bunda da Sila tá visível pra mim de calcinha. Me decepciona um pouco saber que ela não veio de fio dental.
—O que foi, putinha? Por que não tá vestida de puta?
—… Não achei que teria chance de você me usar… Mas já que a gente tá aqui, pode fazer, por favor.
—Não, não, não. Não vou te usar assim, você não merece. Aliás, você merece um castigo.
—Outro castigo? Sou tão ruim assim como puta?
—Parece que preciso te treinar melhor.
—E o que eu tenho que fazer então?
—Você vai tirar essa calcinha, e dar de presente pra um dos caminhoneiros que tão na loja.
—Assim, do nada? E se tentarem me estuprar?
—Você é minha puta, ninguém mais vai te usar.
Eu vi os olhos da minha putinha sorrirem quando eu falei isso.
—Pelo menos não sem meu consentimento.
Os olhos que há pouco sorriam agora escurecem. Ha, ha, ha. A putinha achou que eu sentia algo especial por ela além de desejo.
—Agora anda, tira essa calcinha que já perdemos muito tempo.
Sila faz o que eu mandei. Tira a calça, depois a calcinha e veste a calça de novo, agora sem nada por baixo. Só espero que ela não tenha nenhuma infecção ou algo assim. Eu quero provar a buceta dela logo, seria ruim ter que me abster disso por causa de alguma doença.
Depois disso, nos beijamos de novo por alguns minutos.Caminhamos de volta pra loja e, no caminho, encontramos um daqueles caminhoneiros fumando um cigarro. Achei que a Sila ia dar a calcinha dela pra ele, mas parece que não criou coragem. Vai ter que se animar antes de voltarmos se não quiser um castigo pior.
Entramos na loja, olhamos os carregadores e escolhemos um adequado pra carga rápida dos nossos celulares. A Sila paga e a gente sai. Ao sair, o senhor que tava fumando já não tá mais sozinho, agora tá acompanhado de outros dois caras igualmente altos e fortes. A Sila se aproxima deles, a cara dela tá vermelha que nem um tomate, estende a mão direita como se fosse cumprimentar e, enquanto um deles estende a mão pra receber o aperto, ela, rapidinha, usa a mão esquerda pra colocar na mão do caminhoneiro a calcinha que acabou de tirar. Na mesma hora, ela sai correndo, e eu vou atrás. Espero que os caminhoneiros não nos sigam, senão não vamos saber que desculpa dar pra mãe. Olho pra trás e os caras tão lá, ainda confusos com o que acabou de rolar.
Finalmente chegamos na mãe.
—E agora? Por que demoraram tanto? Já abasteci, mas tô morrendo de vontade de ir ao banheiro. Alguém de vocês quer ir? Pra eu deixar o carro trancado.
—Não, mãe, eu tô de boa. —Fala a Sila, voltando com a voz meiga de alguns minutos atrás.
—Eu também não.
Sempre fui de falar pouco quando falo alto, sinto que se eu dissesse tudo que penso, ia acabar cancelado.
—Ah, então esperem aqui os dois.
Depois de falar isso, a mãe vai embora.
—Sabe de uma, Sila? Acho que você ganhou um prêmio pelo que fez agora pouco.
—Um prêmio? Que prêmio eu ganhei? —Perguntou a Sila ainda com a voz meiga enquanto ligava o carregador do carro e se preparava pra carregar o celular.
Na hora, me coloquei na frente dela, já dentro do carro, e abaixei de novo a calça dela onde ela tava sentada. Do jeito que dá, começo a acariciar ela. Já Minha irmãzinha tava toda molhada, era óbvio depois do que rolou na loja. Enquanto enfio os dedos nela, do jeito mais discreto possível, ela começa a beijar meu pescoço. Se alguém der uma espiada e nos ver, agora vai ser difícil não perceberem o que a gente tá fazendo.
— Acho que você não vai conseguir terminar antes da mamãe voltar, então a gente adia isso pra quando der.
Falo isso enquanto me afasto dela e levo meus dedos até a boca dela. Ela, bem submissa, começa a saborear os próprios sucos. Sinto a língua dela passando ao redor dos meus dedos, se enroscando neles. Sinto ela chupando e, por fim, tiro os dedos. Ela tenta acompanhar com um movimento da cabeça, mas eu dou um beijinho rápido nela, só isso, sinto o gosto doce da saliva da minha irmã misturado com o gosto peculiar dos sucos dela. Como será que é provar esses sucos direto da fonte? Porra, que curiosidade.
De qualquer forma, depois disso, volto a me acomodar direito no banco, e a Sila faz o mesmo, sem jeito de esconder o vermelho do rosto dela. Será que eu tô igual? Também fiquei bem excitado com isso. Porra.
Mamãe voltou, parece que vamos ter que aguentar mais umas horas de viagem. Pelo menos vou poder carregar meu celular assim que a Sila carregar o dela. Preciso falar com a Lina, garantir que ela entre logo no esquema que a gente tem com a Sila. Aí depois vai ser mais fácil com ela também.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
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Ela se ajoelhou na frente dele, os olhos brilhando com desejo. "Você quer que eu te mostre o quanto eu te quero?", sussurrou, passando a língua pelos lábios. Ele apenas acenou, já sentindo o calor subir. Ela deslizou as mãos pelas coxas dele, abrindo o zíper devagar, provocando. "Você é tão gostosa", ele murmurou, puxando-a para um beijo profundo. As mãos dela encontraram o pau dele, duro e pulsando, e ela gemeu baixinho. "Deixa eu cuidar de você", disse, antes de descer a cabeça e envolvê-lo com a boca. Ele gemeu, os dedos enroscados nos cabelos dela, enquanto ela trabalhava com maestria, chupando e lambendo como se fosse a última vez. "Assim, sua putinha", ele sussurrou, e ela acelerou o ritmo, sentindo o gosto doce do tesão. Quando ele gozou, ela engoliu tudo, olhando para ele com um sorriso safado. "Agora é minha vez", disse, puxando-o para deitar sobre ela.
---Fim.
Se você curte minhas histórias, por favor, considere me apoiar me pagando um café a partir de 1 dólar no ko-fi.
https://ko-fi.com/madseaVocê também pode me apoiar entrando no meu blog a partir deaqui.
Já está disponível o capítulo V no meu blog!
Você pode acessar a partir deaquiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
(O capítulo V será publicado aqui entre domingo e segunda)Se quiser ficar por dentro das minhas postagens, pode me seguir no Twitter também, onde apareço comoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Também aviso que, como são as festas da independência no México, vou estar fora de onde moro e talvez me atrase um pouco pra escrever. Na semana que vem, talvez não saia nenhum capítulo, mas a partir da seguinte a gente volta com o ritmo de dois capítulos por semana.Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Muito obrigado por ler!
6 comentários - Submetendo minhas irmãs (IV)
Debería de tratar a sus hermanas como sus princesas y en la intimidad como sus putas pero sin pasarse.