Quando a luz voltou, a TV ligou, que era a única coisa que tava ligada, mas o barulho do motor da geladeira me assustou e eu soltei a pica... Já era... Fomos pro caralho... Cada palavra que eu tentava falar era calada com ele apertando minha cabeça pela nuca enquanto não parava de beijar minha boca. Com a mão direita, larga o celular de lado, pega o controle remoto e desliga a TV. Tateia no escuro até achar minha mão e leva até a pica dele pra eu continuar masturbando. Sentia a barba dele arranhando minha cara toda enquanto me beijava por todo lado e puxava minha cabeça, mandando com um tom excitado:
— Beija minha orelha... Beija meu pescoço, chupa meu peito que eu adoro... Chupa minha axila...
Enquanto me puxava mais e mais contra ele, sentindo o corpo peludo meio suado. Eu não tinha muita escolha a não ser obedecer, mesmo que gostasse um pouco, não queria ser tão, tão submissa.
— Vem, fica de pé um pouco. — Ele ordena com um tom ainda mais excitado, e quase sem se levantar, me arrasta até ficar de pé do lado dele, perto do encosto lateral do sofá, e puxa meus braços até segurar minha cabeça e enfiar a pica dentro da minha boca. Mesmo tentando resistir inutilmente, já tava chupando ele, o gosto de ovo que tinha me dava ânsia, mas eu tinha que aguentar, porque com as mãos tentava criar um pouco de resistência pra não me afogar. Fiquei numa posição de L, chupando a pica dele sem parar. Com a mão livre, ele abaixa minha calça, pega na minha pica por um momento e logo começa a passar a mão na minha bunda e comenta:
— Então o asterisco é virgem? — Enquanto cuspia na ponta do dedo e começava a brincar, enfiando de pouquinho e tirando do meu cu.
Eu não sabia como tirar a pica da boca e ao mesmo tempo tirar a mão dele do meu cu, com um dedo que começava a entrar e sair. Minha calça e minha cueca já estavam no chão. Depois de alguns minutos, ele para e diz:
— Não para, assim não gosto muito, você tem uma bunda linda, mas com... Muito pelo. Ele me leva quase arrastado pro banheiro e manda eu me apoiar no vaso e ficar de bunda pra cima o máximo que der. Ele enche minha bunda de creme de barbear, pega um prestobarba novo e passa por toda a minha bunda. Para... Eu falava pra ele. Como é que vou explicar isso pra minha mulher... Diz que foi por causa do calor, ele responde sem dar importância e continua a depilação. Quando termina, ele fala: fica assim bem quietinho, revê o armário do banheiro e enfia alguma coisa na minha bunda, e eu começo a sentir um líquido entrando. Eu quero brigar com ele, mas ele me segura com mais força e fala: - Calma que é um enema, pra te deixar limpinho. Quando termina, ele fala: aguenta o máximo que puder. Eu faço isso, mas logo não aguentava mais. Sento no vaso e solto tudo, ele manda eu ir pro bidê depois e me deixa um tempão com o jato no máximo enquanto não parava de me beijar e eu batendo uma pra ele. Fica aí um pouco pra ficar bem limpinho.. Ele fala e sai do banheiro. Eu obedeço, daí a pouco ele volta, fecha o bidê e fala: se apoia de costas no vaso, e levanta uma perna, a outra ele colocou uma meia branca em cada pé. E ainda tava me vestindo uma peça, quando termina de subir era uma calcinha fio dental rosa, ele me endireita e me abraça por trás colocando uma saia curta e enquanto mordisca e beija minha orelha, ele fala: - Tudo isso era da minha mina, mas hoje você é minha mina, é toda minha, e vai ver que vai adorar. Não, nem fudendo.... Não termino a frase e ele vira minha cabeça e começa a me beijar de boca aberta enquanto puxa meu pau e começa a bater uma pra mim enquanto fala entre beijos: - Solta toda essa porra que eu quero você bem dócil e submissa. Por algum motivo meu pau tava explodindo de tesão, então eu bato uma de costas até gozar e ele continuou batendo uma até eu ficar duro de novo e me fez gozar de novo, quando gozei ele continuou me beijando de boca aberta por mais um tempo e pegou meu pau de novo e falou: - Vamo pra terceira pra você ficar bem sequinho, sequinho. Já tava doendo o cabeça da pica quando terminei de me masturbar. Pronto, gostosa, já não tem mais porra, né?? Pergunta entre excitado e já sério. Não, não. Consigo dizer. Não, papai, me fala. Ela responde. Repito que hoje você é minha, termina me dizendo com um tom que parecia sensual. Não, papai, respondo. Ela volta a beijar minha boca pela excitação que deu eu chamar ela de papai. E me faz chupar o pescoço dela, o mamilo e as axilas de novo. Isso, minha gatinha, limpa seu papai. Ia comentando enquanto arrastava minha cabeça pra eu ir beijando e chupando tudo até que eu estava ajoelhado e enquanto masturbava ele me pedia pra chupar bem todas as bolas, quando ficou satisfeito me ordenou que começasse a chupar a pica dele mas lambendo do tronco até a cabeça e na cabeça que brincasse com a glande. Intercalado me fazia garganta profunda metendo ela inteira na boca e segurando minha nuca até eu ter ânsia. Vamos pro sofá de novo, gostosa e eu levanto e ele me leva agarrando minha bunda e beijando minha boca ao mesmo tempo. Se joga no meio do sofá e me arrasta até me deixar de joelhos chupando a pica dele. Daí a pouco sinto uma luz no rosto, era o celular dele e ele diz: - Me fala que você adora, pega na minha pica com uma mão, passa a língua e enquanto isso me fala que você adora e que é minha. Hesito um pouco, enquanto ele insistia pra eu falar acariciando minha cabeça, no fim eu falo e ele diz: - Mais sensual, gostosa. Pego bem na pica dele, lambo a cabeça e falo: - Adoro, papai, ser sua... Engulo seco e continuo sou sua. A resposta dele foi sem palavras, pegar minha nuca e meter a pica até o fundo da garganta até eu ter ânsia. Dou uma golfada de ar e de novo até o fundo. Assim umas três ou quatro vezes. Ele me abaixa de novo pra chupar as bolas dele. Me levanta e diz: - Apoia as mãos no sofá, ele ordena. Obedeço e ele apoia o celular no sofá e dá play num vídeo, que era a chupada de agora que ele tinha filmado enquanto o vídeo rodava em loop, repetindo uma e outra vez. vez, eu começava a enfiar os dedos na sua bunda, um de cada vez. Que delícia ouvir você dizer que é minha mulher uma e outra vez, minha putinha, meu brinquedo a partir de hoje e para sempre, pra realizar todas as minhas fantasias e as suas, que são as que eu mandar. Continua...
— Beija minha orelha... Beija meu pescoço, chupa meu peito que eu adoro... Chupa minha axila...
Enquanto me puxava mais e mais contra ele, sentindo o corpo peludo meio suado. Eu não tinha muita escolha a não ser obedecer, mesmo que gostasse um pouco, não queria ser tão, tão submissa.
— Vem, fica de pé um pouco. — Ele ordena com um tom ainda mais excitado, e quase sem se levantar, me arrasta até ficar de pé do lado dele, perto do encosto lateral do sofá, e puxa meus braços até segurar minha cabeça e enfiar a pica dentro da minha boca. Mesmo tentando resistir inutilmente, já tava chupando ele, o gosto de ovo que tinha me dava ânsia, mas eu tinha que aguentar, porque com as mãos tentava criar um pouco de resistência pra não me afogar. Fiquei numa posição de L, chupando a pica dele sem parar. Com a mão livre, ele abaixa minha calça, pega na minha pica por um momento e logo começa a passar a mão na minha bunda e comenta:
— Então o asterisco é virgem? — Enquanto cuspia na ponta do dedo e começava a brincar, enfiando de pouquinho e tirando do meu cu.
Eu não sabia como tirar a pica da boca e ao mesmo tempo tirar a mão dele do meu cu, com um dedo que começava a entrar e sair. Minha calça e minha cueca já estavam no chão. Depois de alguns minutos, ele para e diz:
— Não para, assim não gosto muito, você tem uma bunda linda, mas com... Muito pelo. Ele me leva quase arrastado pro banheiro e manda eu me apoiar no vaso e ficar de bunda pra cima o máximo que der. Ele enche minha bunda de creme de barbear, pega um prestobarba novo e passa por toda a minha bunda. Para... Eu falava pra ele. Como é que vou explicar isso pra minha mulher... Diz que foi por causa do calor, ele responde sem dar importância e continua a depilação. Quando termina, ele fala: fica assim bem quietinho, revê o armário do banheiro e enfia alguma coisa na minha bunda, e eu começo a sentir um líquido entrando. Eu quero brigar com ele, mas ele me segura com mais força e fala: - Calma que é um enema, pra te deixar limpinho. Quando termina, ele fala: aguenta o máximo que puder. Eu faço isso, mas logo não aguentava mais. Sento no vaso e solto tudo, ele manda eu ir pro bidê depois e me deixa um tempão com o jato no máximo enquanto não parava de me beijar e eu batendo uma pra ele. Fica aí um pouco pra ficar bem limpinho.. Ele fala e sai do banheiro. Eu obedeço, daí a pouco ele volta, fecha o bidê e fala: se apoia de costas no vaso, e levanta uma perna, a outra ele colocou uma meia branca em cada pé. E ainda tava me vestindo uma peça, quando termina de subir era uma calcinha fio dental rosa, ele me endireita e me abraça por trás colocando uma saia curta e enquanto mordisca e beija minha orelha, ele fala: - Tudo isso era da minha mina, mas hoje você é minha mina, é toda minha, e vai ver que vai adorar. Não, nem fudendo.... Não termino a frase e ele vira minha cabeça e começa a me beijar de boca aberta enquanto puxa meu pau e começa a bater uma pra mim enquanto fala entre beijos: - Solta toda essa porra que eu quero você bem dócil e submissa. Por algum motivo meu pau tava explodindo de tesão, então eu bato uma de costas até gozar e ele continuou batendo uma até eu ficar duro de novo e me fez gozar de novo, quando gozei ele continuou me beijando de boca aberta por mais um tempo e pegou meu pau de novo e falou: - Vamo pra terceira pra você ficar bem sequinho, sequinho. Já tava doendo o cabeça da pica quando terminei de me masturbar. Pronto, gostosa, já não tem mais porra, né?? Pergunta entre excitado e já sério. Não, não. Consigo dizer. Não, papai, me fala. Ela responde. Repito que hoje você é minha, termina me dizendo com um tom que parecia sensual. Não, papai, respondo. Ela volta a beijar minha boca pela excitação que deu eu chamar ela de papai. E me faz chupar o pescoço dela, o mamilo e as axilas de novo. Isso, minha gatinha, limpa seu papai. Ia comentando enquanto arrastava minha cabeça pra eu ir beijando e chupando tudo até que eu estava ajoelhado e enquanto masturbava ele me pedia pra chupar bem todas as bolas, quando ficou satisfeito me ordenou que começasse a chupar a pica dele mas lambendo do tronco até a cabeça e na cabeça que brincasse com a glande. Intercalado me fazia garganta profunda metendo ela inteira na boca e segurando minha nuca até eu ter ânsia. Vamos pro sofá de novo, gostosa e eu levanto e ele me leva agarrando minha bunda e beijando minha boca ao mesmo tempo. Se joga no meio do sofá e me arrasta até me deixar de joelhos chupando a pica dele. Daí a pouco sinto uma luz no rosto, era o celular dele e ele diz: - Me fala que você adora, pega na minha pica com uma mão, passa a língua e enquanto isso me fala que você adora e que é minha. Hesito um pouco, enquanto ele insistia pra eu falar acariciando minha cabeça, no fim eu falo e ele diz: - Mais sensual, gostosa. Pego bem na pica dele, lambo a cabeça e falo: - Adoro, papai, ser sua... Engulo seco e continuo sou sua. A resposta dele foi sem palavras, pegar minha nuca e meter a pica até o fundo da garganta até eu ter ânsia. Dou uma golfada de ar e de novo até o fundo. Assim umas três ou quatro vezes. Ele me abaixa de novo pra chupar as bolas dele. Me levanta e diz: - Apoia as mãos no sofá, ele ordena. Obedeço e ele apoia o celular no sofá e dá play num vídeo, que era a chupada de agora que ele tinha filmado enquanto o vídeo rodava em loop, repetindo uma e outra vez. vez, eu começava a enfiar os dedos na sua bunda, um de cada vez. Que delícia ouvir você dizer que é minha mulher uma e outra vez, minha putinha, meu brinquedo a partir de hoje e para sempre, pra realizar todas as minhas fantasias e as suas, que são as que eu mandar. Continua...
2 comentários - Segunda parte: O brinquedo do chefe (conto gay)