Quando eu era mais novo, tinha uns amigos com quem passava a maior parte do tempo junto, Juan e Pablo. Éramos muito competitivos e sempre nos desafiávamos, apostando de tudo pra ganhar.
Uma noite, vendo um reality de culinária onde os participantes tinham que descobrir de olhos vendados o que davam pra eles provarem, mas não podiam usar as mãos e tampavam o nariz, só podiam identificar pelo gosto na boca e na língua.
Começamos a discutir por que algumas coisas pareciam simples demais e mesmo assim eles erravam, e pensamos em repetir com o que a gente tinha. Assim combinamos de no sábado ficar na casa do Juan e cada um levar tudo que fosse comestível pra fazer o teste nos outros.
Chegou o sábado, eu tinha conseguido juntar várias verduras e temperos, pedaços de carne e até alguns biscoitos e bebidas. Juan e Pablo juntaram o deles também.
Chegou o sábado, pedimos umas pizzas e entre cerveja vai e cerveja vem, começamos o desafio. Cada um espalhou no chão o que tinha trazido, porque na mesa não cabia, e sentamos em volta.
Tudo tava rolando bem, erramos pra caramba, realmente era difícil adivinhar sem o olfato. Eu era o que mais tinha acertado, 3 seguidas. Então eles tentaram complicar.
Juan era um cara meio gordinho, 95kg, 1,65 de altura, bem liso da cintura pra cima e muito peludo da cintura pra baixo.
Pablo era um cara mais robusto e um pouco mais alto, moreno, tinha uma barriga de cerveja, media cerca de 1,73 e pesava 89kg. Ele era realmente muito peludo da barba pra baixo, só faltava cabelo na cabeça.
Pra próxima prova, Juan me disse que eu só podia usar a língua. Eu ria, porque me sentia confiante, mas entre risadas do Pablo e baixinho ele dizia:
— Não, não, não, não exagera, achei que fosse algo apimentado.
Lambi uma vez, era algo firme e macio, mas não conseguia identificar.
Eu não sabia naquele instante, mas tava lambendo a cabeça da pica que já começava a endurecer. para. Um pau não muito grande, 15 cm e bem grosso, diria 5,5 cm. Então, toda vez que eu pedia pra lamber de novo, parecia diferente, e os dois caíam na risada. Depois da sexta ou sétima tentativa, Juan me fala, quase morrendo de rir:
— Para, vamos fazer assim: estica bem a língua pra fora que eu passo por cima dela inteira, aí você adivinha na certa. Termina rindo, e Pablo entra na risada em dueto.
Eu, já meio desconfiado, aceito. Estico a língua, e ele passa a cabeça do pau inteira por cima dela. Eu ainda não tinha sacado, embora por um instante tenha começado a desconfiar. E quando eu ia tirar a venda, Pablo me segura pela mão e diz:
— Vamos trocar de produto. E coloca um morango, que eu adivinho na hora. Tentei tirar a venda de novo, mas Pablo me segurou um pouco, enquanto eles continuavam rindo.
Seguimos brincando mais um tempo, entre risadas, cerveja e pizza. Misturávamos alguns produtos, tipo metade alface, metade acelga, pra dificultar a adivinhação, já que as opções estavam acabando. Mas sem grandes problemas.
Era minha última vez, porque falei que tava com sono. Aí Juan diz:
— Ok, se é a última, vamos ver se dessa vez você adivinha meu produto misterioso. E os dois começam a rir com um ar de cumplicidade.
Lambi umas duas vezes e ainda não adivinhava, embora agora estivesse úmido e com um gosto meio amargo e azedo. Pedi um gole de cerveja pra tirar o gosto da boca, enquanto os dois riam, porque o que eu tava lambendo era a cabeça do pau, toda molhada de líquido pré-seminal. Eu já tava mais que desconfiado, mas não queria acreditar.
— Vamos fazer uma coisa — diz Juan. — Estica bem a língua e abre a boca grande. Mas por nada nesse mundo volta a meter a língua.
Eu hesitei um pouco, mas obedeci. Ele apoiou a mão no meu ombro e começou a passar a cabeça do pau pela minha língua com força, sem tentar disfarçar mais. Enquanto isso, entre gemidos, me manda dizer "Aaaaaaaaaa". Quase sem pensar, eu obedeço e sinto ele me pegar. a nuca, tirando a venda dos meus olhos e a pica inteira entra na minha boca até a garganta.
Ele fica uns segundos parado pra ver minha reação, me olhando com tesão e mordendo levemente o lábio inferior, e minha reação foi nula, quase hipnotizado pelo que ele começa a se mover devagar, indo e voltando até segurar minha nuca com as duas mãos enquanto metia na minha boca com força. Eu sentia ele indo e vindo, sem nunca sair completamente da minha boca, sem pensar, eu já estava de joelhos. Depois de quase 15 minutos, onde ele diminuía e aumentava o ritmo e repetia sem parar: "assim, putinha, continua assim, que eu adoro". Quando me dei conta, minha boca estava cheia de porra...
Ele tira a pica da minha boca e comenta:
"Sabia que você tava se fazendo de besta, se queria chupar minha pica sem rodeios, era só ter pedido", enquanto esfrega a pica no meu rosto todo lambuzado de porra. E enfia de novo na minha boca...
Continua...
Uma noite, vendo um reality de culinária onde os participantes tinham que descobrir de olhos vendados o que davam pra eles provarem, mas não podiam usar as mãos e tampavam o nariz, só podiam identificar pelo gosto na boca e na língua.
Começamos a discutir por que algumas coisas pareciam simples demais e mesmo assim eles erravam, e pensamos em repetir com o que a gente tinha. Assim combinamos de no sábado ficar na casa do Juan e cada um levar tudo que fosse comestível pra fazer o teste nos outros.
Chegou o sábado, eu tinha conseguido juntar várias verduras e temperos, pedaços de carne e até alguns biscoitos e bebidas. Juan e Pablo juntaram o deles também.
Chegou o sábado, pedimos umas pizzas e entre cerveja vai e cerveja vem, começamos o desafio. Cada um espalhou no chão o que tinha trazido, porque na mesa não cabia, e sentamos em volta.
Tudo tava rolando bem, erramos pra caramba, realmente era difícil adivinhar sem o olfato. Eu era o que mais tinha acertado, 3 seguidas. Então eles tentaram complicar.
Juan era um cara meio gordinho, 95kg, 1,65 de altura, bem liso da cintura pra cima e muito peludo da cintura pra baixo.
Pablo era um cara mais robusto e um pouco mais alto, moreno, tinha uma barriga de cerveja, media cerca de 1,73 e pesava 89kg. Ele era realmente muito peludo da barba pra baixo, só faltava cabelo na cabeça.
Pra próxima prova, Juan me disse que eu só podia usar a língua. Eu ria, porque me sentia confiante, mas entre risadas do Pablo e baixinho ele dizia:
— Não, não, não, não exagera, achei que fosse algo apimentado.
Lambi uma vez, era algo firme e macio, mas não conseguia identificar.
Eu não sabia naquele instante, mas tava lambendo a cabeça da pica que já começava a endurecer. para. Um pau não muito grande, 15 cm e bem grosso, diria 5,5 cm. Então, toda vez que eu pedia pra lamber de novo, parecia diferente, e os dois caíam na risada. Depois da sexta ou sétima tentativa, Juan me fala, quase morrendo de rir:
— Para, vamos fazer assim: estica bem a língua pra fora que eu passo por cima dela inteira, aí você adivinha na certa. Termina rindo, e Pablo entra na risada em dueto.
Eu, já meio desconfiado, aceito. Estico a língua, e ele passa a cabeça do pau inteira por cima dela. Eu ainda não tinha sacado, embora por um instante tenha começado a desconfiar. E quando eu ia tirar a venda, Pablo me segura pela mão e diz:
— Vamos trocar de produto. E coloca um morango, que eu adivinho na hora. Tentei tirar a venda de novo, mas Pablo me segurou um pouco, enquanto eles continuavam rindo.
Seguimos brincando mais um tempo, entre risadas, cerveja e pizza. Misturávamos alguns produtos, tipo metade alface, metade acelga, pra dificultar a adivinhação, já que as opções estavam acabando. Mas sem grandes problemas.
Era minha última vez, porque falei que tava com sono. Aí Juan diz:
— Ok, se é a última, vamos ver se dessa vez você adivinha meu produto misterioso. E os dois começam a rir com um ar de cumplicidade.
Lambi umas duas vezes e ainda não adivinhava, embora agora estivesse úmido e com um gosto meio amargo e azedo. Pedi um gole de cerveja pra tirar o gosto da boca, enquanto os dois riam, porque o que eu tava lambendo era a cabeça do pau, toda molhada de líquido pré-seminal. Eu já tava mais que desconfiado, mas não queria acreditar.
— Vamos fazer uma coisa — diz Juan. — Estica bem a língua e abre a boca grande. Mas por nada nesse mundo volta a meter a língua.
Eu hesitei um pouco, mas obedeci. Ele apoiou a mão no meu ombro e começou a passar a cabeça do pau pela minha língua com força, sem tentar disfarçar mais. Enquanto isso, entre gemidos, me manda dizer "Aaaaaaaaaa". Quase sem pensar, eu obedeço e sinto ele me pegar. a nuca, tirando a venda dos meus olhos e a pica inteira entra na minha boca até a garganta.
Ele fica uns segundos parado pra ver minha reação, me olhando com tesão e mordendo levemente o lábio inferior, e minha reação foi nula, quase hipnotizado pelo que ele começa a se mover devagar, indo e voltando até segurar minha nuca com as duas mãos enquanto metia na minha boca com força. Eu sentia ele indo e vindo, sem nunca sair completamente da minha boca, sem pensar, eu já estava de joelhos. Depois de quase 15 minutos, onde ele diminuía e aumentava o ritmo e repetia sem parar: "assim, putinha, continua assim, que eu adoro". Quando me dei conta, minha boca estava cheia de porra...
Ele tira a pica da minha boca e comenta:
"Sabia que você tava se fazendo de besta, se queria chupar minha pica sem rodeios, era só ter pedido", enquanto esfrega a pica no meu rosto todo lambuzado de porra. E enfia de novo na minha boca...
Continua...
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