su mejor amiga. No sé el porqué pero si el cómo. XI

Naquela noite, a Pauli tava radiante. Não me deixou ver nada de como ela se vestia. A única coisa que sei é que esperei ela lá embaixo no carro. Vi ela chegar e tava com uma minissaia soltinha e uma regata. Até que tava normal, mas acho que a atitude dela era outra já fazia um tempo.

No caminho, a ansiedade me corroía, não sabia como tudo ia rolar. Minhas mãos suavam, mesmo eu tentando disfarçar.

Chegamos na casa da Cláudia, a mãe da Macarena, cumprimentamos ela com abraços fortes e felicitações de aniversário. Fomos pra sala, obviamente a Paula na frente. Comprimentamos os primos da Maca, entre eles o Jorge, aquele típico "brincalhão" que olhou a Pauli de cima a baixo e fez uma piada pra mim. Quando respondi e levantei a cabeça com um sorriso, vi a Maca.

Um frio percorreu minhas costas. Ela me olhou por uns instantes, eu desviei o olhar.

— Amiga! — A Pauli foi direto abraçar ela, sempre expressiva.
— Oi, linda! — Respondeu a Maca, fechando os olhos.

Eu me aproximei por trás.
— Oi, tudo bem? — Falei nervoso.
— Bem, e você? — Ela me deu um beijo na bochecha e falou bem seca, como sempre.

A Pauli pegou ela pelo braço e as duas foram pra cozinha ajudar. Fiquei olhando pra elas. A Maca tava de matar, eu teria levado ela pro quarto sem pensar duas vezes.

— Toma. — Disse o Jorge, me dando uma cerveja. — Pra aguentar o calor dessa noite.

Agradeci e sentei do lado dele. Falamos de trabalho, coisas bestas. Ele me contou que tinha se separado e essas coisas de gente que não se vê há tempos. Me perguntou sobre o casamento e a tal despedida de solteiro. Não tocamos muito no assunto e ficou a promessa de que eu ia convidar ele, como todo mundo faz com quem a gente não sabe como se livrar mas quer ser educado.

— Falando em despedida de solteira, tenho que preparar a sua. — Comentou a Maca, trazendo mais bebida.
— Se o primo não me convidar, vou pra de vocês. — Respondeu o Jorge, brincando.
— Tá superconvidado, Jorginho! — Respondeu a Pauli, rindo.
— Não! O gordo é um... Perigo. — Respondeu a Maca. Eu fiquei de lado, ouvindo a conversa. Uns minutos depois, a Cláudia apareceu pra falar com a gente. Sinceramente, o tempo passou voando. Quando todo mundo começou a ir embora já era meia-noite e meia. Só ficamos eu, a Maca, o Jorge e a Pauli. A Cláudia tinha ido embora com um "amigo". — Que mulher foda, foi pra farra. — Tinha que ir, Jorginho. — A Maca gritou pra ele. Fiz sinal pra Pauli me trazer mais uma latinha, mas ela tava cansada e bem bêbada, então me dignei a ir até a cozinha. — Vou nada, são tudo coroa pra mim! — Entrei na cozinha e ela tava lavando a louça. A Pauli tava falando alguma coisa pro Jorge e eles estavam rindo. — Já passou dos quarenta, para de se achar o garotão. — Ajudo? — Sussurrei pra ela. Ela deu um pulo no lugar, me xingando. — O que cê tá fazendo? — Falou baixinho. — Vim pegar uma cerveja. — Não, por que você veio, isso que eu tô perguntando. — E o que você queria que eu fizesse? — Abri a latinha e espiei pra ver o que a Pauli tava fazendo. Ela tava bebendo e o Jorge se fazendo de engraçadão. — Você devia ter inventado alguma coisa, sei lá. — Relaxa, a noite já passou. — Passei o maior mau humor. — Então você passou lindo. — Apertei uma bunda dela e ri. — Alguém pode ver. — Ela arregalou os olhos com raiva. Voltei pra perto e o Jorge tava na mesma, a Pauli mais bêbada ainda. Ela me olhou, levantei o dedo pra dizer que tava tudo bem, ela deu um gole e piscou um olho. — Tá tudo certo. — Voltei pra Maca. — Se você diz... — Me aproximei e apoiei ela o mais rápido que dava. — Você me deve uma. — Falei, voltando pro meu lugar. — Melhor você ir andando, que hoje não é dia de pedir. — Saí da cozinha, muito puto. O Jorge tava mais perto, olhando pra Pauli, rindo. — O que a gente faz? — Olhei pro Jorge, que ficou nervoso. — Nada, primo. Só tava contando da tia Cláudia e do negócio do namorado dela. — Ele se afastou, nervoso, bem bêbado. — Jorge, acho melhor você dormir aqui. — A Maca apareceu por trás. O Jorge não falou nada e entrou no quarto. A Pauli tava igual ou pior. — Misturou muito álcool. — disse Maca, de braços cruzados. — Vamos, love...
— A gente se despediu e subiu no carro. Pauli cantarolava um pouco, enquanto bebia um pouco de água que a gente tinha no carro. — O que o Jorge tava te dizendo, no final?
— Nada, sei lá, uma besteira que eu tava muito gostosa, você sabe como é o Jorge.
— Ele tava super nervoso, te olhava muito, por isso.
— Sei lá, será que é por isso?
Ela pegou minha mão e colocou na buceta dela, tava sem calcinha. Engoli seco, estacionei e olhei pra ela de novo. Ela tava muito bêbada.
— Você tava mostrando a buceta pro primo da sua amiga?
Ela não respondia, bebia água sorrindo. — Te perguntei uma coisa. — Falei, um pouco mais firme e com um toque de raiva. Ela ria.
— Paula, me fala a verdade, o que tá rolando?
Ela se aproximou e me deu um beijo profundo. — É errado eu ter mostrado a buceta? — Sussurrou.
— Tá uma merda, Paula.
— E isso? — Ela pegou na minha pica que tava duríssima.
— Por causa do beijo agora. — Tirei a mão dela com raiva.
Eu olhava pra frente, sem entender muito.
— Vai... — Ela sussurrou e começou a tocar na minha pica. — Você tá bêbada...
— Tô, e daí? — Ela me masturbava.
Eu continuei na mesma posição, sem olhar pra ela. Tava puto, será que tava puto? Sei lá. Pelo menos me sentia estranho. Ela continuava me masturbando devagar.
— É que você tava na cozinha e eu ultimamente tô muito tarada. — Ela falava com voz de puta.
— O que você fez? — Olhei pra ela, acho que sem raiva. Ela soltou minha pica.
— Ele tava falando comigo e eu me relaxei no banco. — Ela se jogou pra trás e abriu as pernas. — Eu levantei um pouco a saia, assim. Viu? Tá vendo, love?
Eu concordei, engolindo seco e mordendo a mão.
— Bom, e como ele não calava a boca, eu coloquei uma mãozinha aqui. — Ela abriu os lábios da buceta. — E já tava tão tarada que mordi o lábio, e você sabe que quando eu mordo o lábio é porque tô muito tarada. Então...
Ela parou o que tava dizendo e se jogou pra chupar minha pica.
— Então?
Eu já tava gemendo com a chupada de pica. Ela fazia fundo e sem parar. —Então, e aí? — Eu passava a língua por toda a cabeça da piroca. — Então, viu que chamam o Jorge de gordo... — — O que isso tem a ver? — Perguntei, ela enfiava tudo de novo na boca. Se afastou um instante, se colocou como antes, com o corpo na porta e as pernas abertas. — E então, como ele não se calava... — Automaticamente, pegou minha mão e levou até a buceta dela. Me fazia tocar o clitóris rápido, ela tremia. — O quê? — Consegui sussurrar, sufocado. — Assim... Rapidinho... — me olhou sorrindo. Tirou minha mão, voltou de novo pra minha piroca. Chupou fundo e rápido. — E eu já tava molhadinha... — Disse isso e eu gozei que nem um cavalo. Ela chupou e engoliu tudo. Me limpou inteiro. Ficamos sem falar por uns segundos. — Preciso de ar... — Ajeitei a calça e saí do carro. Segurava a cabeça, não entendia nada. Olhei pela janela e ela limpava a boca. Respirei fundo sem saber se realmente perdoava ela por me sentir culpado pela Maca. — Você tá bem? — Ela me olhou por trás do vidro. Subi, respirei fundo e liguei o carro. Chegamos na garagem sem nos falar. Eu tava descendo do carro e ela me segurou pelo braço. — Para... — — O que foi? — Respondi ofuscada. — Olha... — Me virei e ela tava com as pernas abertas. Tava de fio dental. Fiquei olhando. — Eu tinha levado calcinha, bobinho. Tirei na casa da Maca, pra te provocar. — Me deu um selinho e desceu. — Quando você tirou? — Nunca vai saber, bebê. — Riu bêbada. — Você mostrou a buceta? — Ela negou com a cabeça e entrou nas escadas. — Mas não nego que, por ali, alguém me viu. — Sorriu e me deu um beijo. — Porque isso te excitou, né? — Subimos. Deitamos e ela dormiu. Eu, não.

1 comentários - su mejor amiga. No sé el porqué pero si el cómo. XI

hermano 5 meses y necesitamos el otro cap porfavor sigue que la historia esta buenisima