Escondidos na festa, matamos a vontade.

O: Gatubela e a caverna do macaco. Não sei se era ano 2010 ou perto disso. Só lembro que era a quinta-feira antes da festa na casa do macaco. Era tipo umas 11:24 e lá fora brilhava um sol lindo. Sentado no fundo da sala, encostado na janela, fingia que tava ouvindo o professor punheteiro que dava biologia (ele chamava as alunas na mesa dele pra olhar a bunda delas, e outras putarias), enquanto de vez em quando olhava pra fora.Escondidos na festa, matamos a vontade.Da sala do primeiro andar onde eu tava, dava pra ver o pátio interno do colégio, a rua, algum boteco que vendia os melhores salgados, e a vida do bairro passando. Eu ligado, vendo se passava a morena do outro ano que eu tava a fim. O sorrisinho safado e aquele peitão que ela tinha te deixavam viajando na maionese, ainda lembro.morenaPra piorar, naquele dia a turma dela tinha aula de educação física, então ela ia usar aquela calça de moletom que tentava segurar aquela raba impossível de ignorar, até pros mais discretos.analDe tanto ficar invocando aquela morena gostosa na minha mente, brotou uma ereção involuntária no meio da aula. O que é totalmente desconfortável e vergonhoso, então é melhor eu deixar esse assunto de lado.sexoSábado de manhã, acordo com uma ligação do Mono: pra ajudar ele a preparar o quintal e tudo que precisava pra noite. Desligo e vejo a hora... 10:16, que ansiedade que o filho da puta tinha pra me acordar naquela hora. Faltava umas 12 horas pra putaria. Mas a prévia já era gostosa desde cedo com os caras. Que fase linda, a adolescência. Conheço o Mono desde sempre, se não fosse porque ele nos deu o golpe de grana, beck e passou a perna nuns cuties do grupo, hoje não seria um arrombado. A mãe do Mono (uma loira alta, muito gostosa, que sempre exibia o decote, deixando a gente espiar duas belas tetas) tinha viajado pra outro estado.festaClaro, nós com nossos 16-17 anos mais ou menos, aproveitamos pra meter uma putaria. Do estilo que compartilhavam nos eventos do Facebook naquela época. Álcool, música, baseado, gente de outros bairros/escolas, e eu sabendo que a Agustina ia, já que tava no círculo de conhecidos. A gente vinha curtindo fotos, trocando ideia, até que ela me mandou uma foto perguntando se eu tava gostando de como o uniforme novo da escola ficava nela.morena peitudaNós dávamos uns amassos, mas nunca tinha rolado nada. Tudo já estava combinado, e aquele sábado era A ocasião perfeita pra fazer alguma coisa. A euforia/inconsciência do álcool, a música, as flores e a noite escura criavam o clima perfeito praquilo que a gente ainda não tinha liberdade de explorar em casa. A polícia não ia atrapalhar a festa porque ela tava na parte mais "pobre" da cidade, numa rua fechada e escondida, onde os próprios vizinhos iam entrar na bagunça. Puro subúrbio. 02:24 da manhã, sua gatinha tocava a todo volume nas caixas de som estouradas. As mais loucas dançavam com a caneca na mão, fazendo gestos e caras de tesão que só na punheta tinham imaginado.adolescentes

Escondidos na festa, matamos a vontade.Finalmente chegou essa young lady, vejo ela descendo do Uber e entrando com as amigas. Uff, que gostosa que tava! Totalmente putinha. Tava com umas calças pretas tipo couro que apertavam a bunda dela de um jeito que era impossível não desejar (do mesmo jeito que se deseja um banquete quando se tá faminto). Em cima, um topsinho curto preto estilo "gótico", com cadarços, totalmente decotado. Barriga de fora, enfeitada com um piercing. Finalizava com umas botas pretas de salto. Parecia a Mulher-Gato, toda elegante.morenaO decote deixava ver perfeitamente o balançar solto dos peitos dela enquanto caminhava. Queria enfiar minha cara ali.anal— Eii, que onda, gostoso? Vai rolar a festa? Haha—
— Eu tô suave, que bom que você veio. Relaxa, agora que você chegou, a festa vai bombar de novo haha... como você tá linda, parece a Mulher-Gato hahaha.—
— Ayy, obrigada haha, cuidado que eu te arranho, viu? Haha. Nisso, eu não sabia o que responder pra continuar nesse joguinho, quando a amiga dela cortou a conversa falando pra ir buscar bebida—
— A gente se vê daqui a pouco.—
— Fechou, linda. A noite passou voando, sussurros viram gritos, latinhas amassadas, músicas icônicas, fumaça subindo pra lua, gente doida e fantasias de uma noite eterna, erótica, onde tudo é possível. Num momento, vi ela separada, num canto do quintal mandando um SMS, e pensei: pronto, é agora. Chego perto e falo:
— E aí, como tão te tratando, hein? Haha—
— Haha, nada, tava avisando meus pais pra não encherem o saco se eu chegar tarde depois haha—
— Ahh, beleza então, fica mais um tempo comigo, vamos fumar aquele—
— Fechou, bora—
Acendo umas flores que eu tinha na época, cortesia do meu querido irmão mais velho, que me salvava das compras ilegais e das qualidades ruins.
— Toma— falo, e passo pra ela. Ela tenta pegar, mas eu tiro antes;
— Então, vou passar a fumaça pra você, vamo ver se rola—
— Nada haha, cê acha? Beleza, então vamo verrr—
Essa estratégia idiota pra tentar chegar perto e criar tensão funcionou totalmente. Ficamos olhando a fumaça que passava de uma boca pra outra. Eu soprava, ela puxava. Nossas bocas a centímetros. Já não tinha mais risada. Só aquele momento e os pensamentos de um sobre o outro. O barulho de fundo continuava. Com um olhar sincero de desejo, um beijo se soltou. Ela tinha lábios carnudos e molhados. Quentes e lindos como dormir abraçado no inverno. Acabamos nos beijando bastante encostados num canto/fundo do quintal. No ambiente, pura bagunça. Eu, mais alto que ela, apertava ela contra a parede. Metemos língua enquanto pressionávamos nossas pelves cada vez mais forte. Agarrei O quadril dela, cada vez mais perto da bunda redonda e gostosa. A outra mão eu enfiei por baixo da camiseta, nas costas, e ia acariciando devagar mas com firmeza. Parece que ela curtiu pra caralho, pelos suspiros e gemidinhos curtos que soltava. Dava pra sentir as pulsações nos movimentos do quadril dela, tava super quente e eu também. Nessa altura já tinha sentido minha rola com certeza, era impossível não sentir. Eu queria ver até onde ela tava disposta a ir, mas também não tinha lugar pra ir se rolasse algo. A casa do meu amigo era muito pequena e já tava ocupada por ele, a namorada dele, a cunhada e o irmão. Tinha o quintal com o pessoal e não tinha árvore grande o suficiente ou algo pra se esconder caso precisasse. Também não tinha grana nem experiência pra ir pra um hotel, que por sinal não tinha perto. Além disso, ia quebrar todo o clima do momento. Me veio uma possível opção na cabeça: a caverna. Um galpão velho que ficava no terreno ao lado da festa. Tava a poucos metros, e não tinha muro separando, só uma cerca caída que dava pra passar fácil. O mato alto ajudava a camuflar na noite. Um tio do meu amigo, de condição financeira baixa, usava como moradia em alguns dias da semana. A gente continuava se pegando e não aguentava mais. Com certeza ela tava molhadinha, e já dava pra ver o volume no meu jeans, algo incontível, impossível de esconder, a não ser pela minha jaqueta comprida. Já segurando a bunda dela, enfiando a mão por baixo da calça, descubro que ela tava usando uma calcinha fio-dental minúscula... esses detalhes que fazem a libido do homem ir lá no céu.sexoEla também passa a mão em mim. Eu não aguentava mais, tava dura que nem uma pedra ali embaixo.festa- ayy papai, que pedaço de pau que você tem- -é toda sua, meu amor, tô te dando- -não me diga, então me dá logo- Quando ela falou assim, pensei: pronto, melhor sábado haha, todo virjão eu. -sim, claro que sim. Dava pra ir pra um lugar mais tranquilo, né?- Me arrisquei -sim, adoraria. Mas só tenho um tempinho antes de ficar tarde. Se não, depois não me deixam mais sair- -claro, bom, sei lá, a casa do mono tá ocupada, esse é o problema. Aqui também não dá (olhando em volta). Tô pensando ali do lado, mas é meio bosta haha (apontando pro barraco)- -mas dá pra ir? - ela fala -sim, de boa, o mono nem vai ligar, é do tio dele e nem tá. Se quiser, vamos- -haha, então bora- A excitação era máxima. Finalmente ia rolar algo com aquela deusa morena. Me sentia super feliz. A gente se separou um pouco. Ela falou pras amigas que ia dar uma volta comigo, e eu avisei o mono e os caras da situação, pra ninguém cagar o clima interrompendo ou algo assim. Procurando onde menos gente me visse, pulei a cerca pro terreno vizinho. Fui no barraco dar uma olhada: a porta de madeira tava aberta como me disseram. Era um quarto quadrado de madeira, pequeno tipo um cômodo, com uma cama de casal, uma TV, uma cômoda e um aquecedor meio duvidoso. Parecia um hotel vagabundo. Melhor que nada. Arumei a cama mais ou menos, tirei meu pau pra ver se tava tudo certo e chamei ela: falei que era pra caprichar, que a gente ia se divertir pra caralho. Garanti que tinha camisinha, que por sorte eu tinha trazido. Um plástico todo amassado de ter levado sem sucesso pra vários lugares, suponho haha. Finalmente ela entra. Fecha a porta, a gente se olha, sorri e começa a se pegar. Enfiei a mão por baixo do top. Meu deus. Minha mão não dava conta de agarrar aquela teta. Amei. Tirei e beijei todas, eram lindas.morena peitudaEnquanto ela passava a mão nas minhas costas e peito por baixo da camiseta. De repente, ela para, me olha e se ajoelha: — Você disse que eu era sua, vamos ver... — Claro que sou sua, meu amor, olha — Afrouxo o cinto, desabotoo a calça, e quando eu baixo ela junto com a cueca, meu pau salta pra fora, feito uma mola de tão duro que tava.adolescentes- Meu amorrr, que pedaço de pau. É linda, juro. Ela chupa por uns minutos e talvez por estar bêbada, talvez por inexperiência, doeu um pouco o roçar dos dentes dela. Sobe, voltamos aos beijos e acabamos nos ajeitando na cama. Passamos a mão um no outro por todo lado. Sozinha, ela desabotoa a calça e tira. Fica de quatro. Eu via a silhueta daquela bunda gostosa que tantos olhares me roubou. Não podia acreditar, quantas punhetas eu dediquei a ela, quantas vezes imaginei ela nessa posição. Viver aquilo foi lindo. Quando abaixei tudo e ficou exposta toda a feminilidade dela. Eu virei um homem das cavernas. Primitivo. E ela também. Amava como ela se via, amava o quanto ela estava molhadinha, amava o cheirinho leve de mulher dela. Coisas boas da vida.Escondidos na festa, matamos a vontade.Coloquei a camisinha enquanto ela pedia pra eu meter. Arranquei com os dentes, literalmente, coisa perigosa porque pode rasgar, e fui aproveitar devagar o momento da penetração. Meu pau abriu caminho fácil com tanta lubrificação. Ela gemia e eu suspirava. Não demorou pra gente entrar num ritmo frenético. Igual cachorrinho. Descarregando toda aquela tensão acumulada entre nós dois. Aproveitando o último da noite do jeito mais animal e instintivo possível. Plaf, plaf, plaf... Não parava de castigar ela e o barulho do impacto era hipnótico. Fazer aqueles peitos balançarem foi um desejo de adolescente totalmente realizado. Ficamos um tempão assim, e eu me surpreendia por durar tanto. Tava mandando bem e tudo saía perfeito. Num momento, quando tirei um pouco, descubro que a camisinha tinha estourado! Já fazia um tempo que a gente tava transando, e não dava pra continuar sem. Também não tinha outra, não sei por que motivo só tinha uma (burro eu). Falo pra ela: -ahh que merda, amor, a camisinha estourou- -sério, amor, ahh e você não tem outra?- -não, que idiota, só tinha essa, não acho as outras- -ahh. Então mete no meu cu se quiser- A resposta dela me deixou pasmo. A rapidez dela em algo que nem eu teria pensado em pedir. Eu achava que ia acabar ali ou sei lá. Inocente demais eu. Mas também não queria sugerir de comer o cu dela assim na primeira vez. Talvez ela levasse a mal e a verdade é que eu gostava da mina pra estragar tudo falando uma parada dessas. -então tá, dale. Sério mesmo que você tá falando? Dale, vamos tentar, meu amor. Que delícia- Até aí era tudo incrível. Noite dos sonhos, tudo perfeito. O que veio depois foi bonito e bizarro ao mesmo tempo, mas é uma história e ponto final haha. Éramos dois jovens inexperientes ainda. Eu literalmente não tinha saliva, nem ela, de tanto beber, fumar etc. Não tinha água nem nada parecido por perto, nada pra lubrificar. Mesmo assim começamos naquela posição (hoje em dia usaria outra posição ou outros métodos, era super inexperiente na época). Beijo grego, desconforto porque já tava quase amanhecendo, bebedeira, inexperiência. Tudo isso junto tornou a missão difícil. Mas ela, sedada pelo álcool, insistia e insistia até quase enfiar de qualquer jeito. Tava excitada e bêbada. Eu sentia que tava difícil e que tava meio seco. Queria ser cuidadoso e só ficava parado enquanto ela se jogava pra trás contra mim. Tipo, ela mesma tava enfiando. De vez em quando eu cuspia um pouco de saliva que dava. Tava gostosa mesmo assim. Ela enfiou até quase a metade, e teve um orgasmo lendário, tremeu toda. Foi uma das coisas mais gostosas que eu lembro. Com que força a bunda dela apertava meu pau nessas contrações. Que delícia isso. Eu não gozei, por causa do álcool ou sei lá o quê, fiquei sem gozar. Mas curti pra caramba. No exato momento que o orgasmo dela termina, batem na porta e interrompem a gente. Nunca soube quem foi. Uns caras querendo encher o saco, acho, ou uns invejosos no fundo, haha. Tirei o pau dela do jeito mais sutil que pude, sem ver nada, guardei. A gente se arrumou rápido e saímos rindo, bêbados, pra encontrar as primeiras luzes do amanhecer. As pessoas loucas que ainda estavam por lá nem nos notaram, acho. A gente se despediu rápido. Com muitos sorrisos de cumplicidade. Ela foi de táxi com as amigas. Eu fui andando com os caras até a casa do Martin, que fica a poucas quadras dali. Entro no banheiro dos pais do Martin pra mijar antes de dormir e vejo o quê... Tava com sangue no pau! Que porra... Digo, era pouco, mas me impressionou. Nunca falei sobre isso com ela. Hoje, mais de dez anos depois, a gente troca uns flertes no Instagram, mas nunca mais rolou nada. Umas semanas depois, a escola inteira ficou sabendo que a gente transou na caverna naquela noite; porque um dos caras do meu grupo, secretamente, administrava uma conta no Facebook onde contava os segredos da escola toda. Coisas estranhas da vida e das pessoas. História 100% verdadeira, exceto os nomes e as fotos. PS: a foto explícita do pau é minha.

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