Fiquei na parte em que naquela noite, pela primeira vez, abri as pernas junto com Beatriz, minha ex-mulher, pra receber minha primeira pica, mas sem dar detalhes. Então vou voltar um pouco e dar mais detalhes de como foi. Depois de fazer meu primeiro boquete, minha mulher disse pros caras que a gente ia dar uma passada no banheiro e que daqui a pouco a gente esperava eles no quarto de duas camas. Já no banheiro, a gente se lavou um pouco, eu passei um batom nos lábios e fomos pro quarto de casal, onde ela me deu uma calcinha transparente preta, uma meia-calça e uma cinta-liga. — Coloca isso, porque pra sua primeira vez você tem que estar sexy e deixar seu cara com tesão, só de te ver, e coloca também os sapatos. Ela se vestiu igual a mim, mas a calcinha dela era vermelha. Depois de vestidas, fomos pro outro quarto, ficamos uns 5 minutos sentadas na cama até os caras subirem. Na hora, senti uma vergonha danada de ser vista assim vestida, mas não deu tempo quase, porque Beatriz levantou na hora e começou a beijar o Manolo, e eu repeti com o Ruben. Mesmo com os saltos que eu tava usando, tinha que ficar na ponta dos pés pra beijar ele. Enquanto a gente se beijava, eu de vez em quando abria os olhos e via o que Beatriz tava fazendo, e numa dessas vi ela começando a tirar a roupa do Manolo. Eu comecei a tirar a do Ruben também. Quando terminei de tirar tudo, menos a cueca que ele tava usando, Beatriz já tava deitada na cama beijando o Manolo e com a mão dentro da cueca, pegando na pica dele e começando a masturbar ele. Aí a gente deitou na outra cama e continuou se beijando. Custou de novo um pouco pra eu pegar na pica dele com a mão, principalmente porque eu sabia que tava preparando ela pra ter dentro de mim daqui a pouco. Fiquei um bom tempo masturbando ele até que chegou a hora de tirar a cueca e deixar ele pelado. O outro casal já tava transando. Ele me deu uma camisinha e falou pra eu colocar nela, coisa que eu fiz. Me custou, já que não era a primeira vez, eu já tinha colocado muitos. Quando terminei, fiquei de barriga pra cima, abrindo as pernas. Aí ele pegou o travesseiro e colocou debaixo de mim pra minha bunda ficar um pouco levantada, e se posicionou entre minhas pernas. Ele afastou a tira da calcinha fio dental pra um lado e começou a me penetrar devagar. Doeu um pouco, mesmo que por ali já tivesse entrado algum vibrador ou outro. Eu, o tempo todo, estava com a cabeça virada pro lado, chorando. Beatriz tinha conseguido o que queria: me ver totalmente humilhada. Até que Beatriz disse que queria que eu olhasse nos olhos do Ruben enquanto ele me comia do jeito que eu gostava que ela fizesse quando a gente transava. Aí eu virei a cabeça e comecei a olhar pra ele. Ele me olhou e me viu com lágrimas escorrendo. Então ele parou um momento, deixando o pau todo parado dentro de mim, aproximou a boca da minha e começou a me beijar bem devagar, coisa que eu gostei e me acalmou bastante. E, aos poucos, enquanto me beijava, começou a meter e tirar de novo suavemente. Me deu a sensação de que, em vez de me foder como uma puta sem dó, ele estava fazendo amor comigo. Em mim, a dor foi passando a ser prazer aos poucos, enquanto ele acelerava os movimentos. Eu já começava a gemer como uma puta. A verdade é que não tinha nada a ver ter um vibrador ou um cintaralho com ter um de verdade enfiado dentro, que você sentia crescendo. Eu estava sentindo uma coisa que nunca tinha sentido antes. Antes dele gozar, eu já tinha gozado duas vezes, e estava com a virilha toda e a calcinha fio dental bem molhada. Quando ele gozou, deixou o pau dentro sem tirar e me deu um beijo suave na boca, e falou no meu ouvido: — Gostou, neném? Aquele "neném" me agradou porque notei que ele falou com carinho. Eu, naquele momento, estava super excitada, disse que sim e devolvi o beijo. Aquela situação estava me surpreendendo. A verdade é que eu tinha gozado como uma puta. Ficamos um tempo assim, nos beijando, até que Beatriz se levantou pra ir ao banheiro. Eu levantei, peguei umas... Calcinhas da mesinha e fui atrás dela. Ela sentou no vaso e limpou a buceta com um lenço umedecido, aí viu que eu deixava as calcinhas em cima de um armário que tinha ali.
— Onde você vai com essas calcinhas?
— Trocar o fio dental, ele tá encharcado.
— Parece que a putinha se divertiu, tá toda molhada, mas você não vai trocar não. Vai dormir com o fio dental molhado, igual toda putinha que acabou de se divertir com o boy dela.
Me limpei bem toda a virilha e a bunda, e fomos pra sala onde eles já estavam fumando. Fumamos um cigarro e fomos dormir. Claro que eu tive que dormir com o Ruben numa das camas pequenas, onde a gente tinha que ficar bem colado porque quase não cabia. Virei de costas pra ele na beirada da cama, ele deitou de lado pra mim, virou meu rosto e me beijou.
— Boa noite, gata.
— Boa noite, Ruben.
Aí ele passou o braço por cima do meu lado e apoiou a mão na minha barriga, puxando um pouco pra perto dele. E olha, assim tava bem mais confortável do que na beirada. Daquele jeito, agarradinha e colada no corpo dele, me sentia frágil, até diria feminina, sendo eu tão pequenininha e aquele pedaço de homem me segurando daquele jeito. Demorei pra pegar no sono pensando em tudo que tinha rolado, mas no final dormi e dormi gostoso.
De manhã, acordei com o Ruben de barriga pra cima ocupando quase a cama toda, com um braço debaixo de mim, e eu de lado com a cabeça no ombro dele, um braço enrolando o pescoço dele e uma perna por cima dele. Fiquei paradinha, com medo de acordar ele, e fiquei assim um tempão, até que fiquei com tesão só de ver a posição tão feminina que eu tava.
Daí a pouco a porta abriu e era a Beatriz.
— Putinha, tá acordada?
— Tô.
Aí ela me viu.
— Olha que romântica a putinha, dormindo abraçada com o boy dela. Vamo, vamo preparar o café.
Levantei e perguntei:
— Você trouxe um tênis pra mim?
— Não. Naquele dia você tava de salto, então você vai sempre assim.
Aí eu calcei os saltos e fui pro banheiro primeiro, e depois... Fui pra cozinha preparar o café da manhã. O Manolo desceu uns 20 minutos depois, e ela recebeu ele com um "bom dia, gato" e um beijo. O Ruben demorou mais uns 30 minutos, e eu recebi ele do mesmo jeito. Já tinha perdido a vergonha, e como não tinha outra opção, ia ter que servir pra isso mesmo. Depois disso, fui com a Beatriz pro banheiro, onde tomamos banho juntas. Ela me deu um biquíni rosa com a parte de baixo tipo fio dental, e fomos as duas pra piscina. Pouco depois, eles chegaram e entraram na água. A gente tava tomando sol. Ela me olhou e disse: — Vem, putinha, vamos brincar com os meninos na água. Ela começou a se jogar e a agarrar o pescoço do Manolo, coisa que eu achei ridículo fazer, mas eu sabia que o que ela queria era me ver o tempo todo grudada no Ruben, igual uma putinha apaixonada. Pois é, se era pra brincar, a gente brincava até o jogo acabar. E aí começaram os beijos dentro da água. Eu demorei um pouco mais que ela pra fazer isso; queria que ela pensasse que eu ainda tava resistindo. Mas algo em mim tava mudando. Eu tava morrendo de vontade de beijar ele — os beijos da noite anterior foram a primeira coisa que me deixou louca. Talvez minha mulher tivesse me dado o empurrãozinho pra sair do armário. Depois de um tempo, saímos pra tomar sol, onde acabamos sentadas em cima deles, acariciando o peito deles e trocando uns amassos, um atrás do outro, por uns 15 minutos, até a gente recolher as coisas e ir se vestir. Naquele dia, foi a minha vez de vestir uma saia curta preta, uma blusa branca, com uma calcinha branca de renda minúscula e o sutiã combinando. Depois de vestida, ela começou a me ensinar a me maquiar. Quando terminou, ela me olhou e disse: — Vamos ter que colocar um piercing no seu umbigo pra você exibir. Nós duas fomos preparar a comida, e depois de almoçar, sentamos no sofá pra ver um filme. Durante o filme, não rolou nada porque a Beatriz gostava do filme. A gente só ficou as duas recostadas nos nossos caras. Quando o filme acabou, tava passando um amistoso de pré-temporada do Barça, meu time de sempre. Então, vendo como a tarde tava tranquila... Pensei que ia conseguir assistir, mas assim que o jogo começou e ela sabendo que eu queria ver, falou: - Porra, esses homens só pensam em futebol, né, sua puta. Não soube o que responder. Daí ela começou a ficar agarradinha com o Manolo, mas ele não tava afim, também queria ver o jogo. Aí ela virou pra mim. - Enquanto eles veem o jogo, a gente podia comer alguma coisa. - Eu também quero ver o jogo. - Você vai fazer o que eu fizer, senão já sabe. Então ela se ajoelhou no chão, de costas pra TV, desabotoou a calça dele, pegou a pica do Manolo e começou a masturbar ele. Eu reclamei. - Porra. Parece que caiu como uma luva pra ela me responder. - Isso depois, agora vamos fazer um boquete neles. Ela continuou masturbando ele, e eu fiquei um tempão pensando em ignorar e ver o jogo, mas no final o medo de ela cumprir a ameaça de mandar as fotos falou mais alto. Aí me ajoelhei, desabotoei a calça do Ruben e comecei a masturbar ele. Daí a pouco, com aquela pica na boca, de vez em quando ela falava: "olha pra mim", e quando eu olhava, ela ria ou piscava o olho ou passava a língua nos lábios. Ela tava adorando me ver naquela situação, mas o que ela não sabia é que eu também tava começando a gostar daquilo. Ficar assim me excitava, e logo eu já tava com a calcinha molhada de líquido pré-seminal que tava saindo. Ficamos nessa por um bom tempo, até que ele gozou na minha boca. Aí aconteceu a mesma coisa do dia anterior: um pouco de sêmen escorreu pelos meus lábios. Ela, me olhando e rindo, passou o dedo no meu queixo, recolheu e colocou na minha boca. Depois disso, continuamos masturbando eles e, faltando uns dois minutos pro intervalo, ela me deu uma camisinha e falou: "toma, coloca com a boca". Não consegui colocar direito e acabei colocando com a mão. Na sequência, ela sentou em cima do Manolo e enfiou tudo. Eu demorei bem mais: sentei com uma perna de cada lado, afastei um pouco a calcinha... calcinha e com a outra mão peguei no pau dele e tentei enfiar em mim, mas foi bem difícil. Quando consegui, fui descendo e subindo devagar até entrar tudo. Agarrada nos ombros dele, comecei a descer e subir. Eu demorei bem pouco pra gozar de novo, molhando a calcinha. Ele demorou uma eternidade pra gozar. No final, eu tinha que me ajudar, ele me segurando pela bunda pra eu conseguir continuar cavalgando de tão cansada que tava. Mas gozei de novo como uma putinha gostosa. Depois disso, fomos as duas pro banheiro nos lavar um pouco. Tirei a saia pra não sujar e tirei a calcinha. Aí ela viu que tava bem molhada de porra e, rindo, me disse: — Você é uma puta sortuda. — Como assim? — Isso, mais de uma mulher sentiria inveja de você se soubesse com que facilidade seu namorado faz você molhar a calcinha. — Acho que é normal eu gozar enquanto ele me fode, mesmo que eu não goste. — Pra mim parece que você gosta, porque ontem à noite e hoje à tarde você gemeu que nem uma puta. — Não vou mentir, sinto prazer e não consigo evitar gemer, mas não gosto de tudo que você me obriga a fazer. — Eu não te obrigo a nada, você faz por vontade própria. — Sim, mas com chantagem. — Claro, se não tivesse chantagem, você não faria. Vai, termina logo e vamos descer. Coloquei a mesma calcinha bem molhada de volta e descemos. Ainda consegui ver 5 minutos do jogo. Naquele dia, não aconteceu mais nada de especial, só uns beijos aqui e ali e ele me deixou a tarde toda encostada no Ruben. Aquela noite fomos dormir direto. Dormi com uma camisola branca de cetim. Já na cama, ficamos um tempo conversando, eu e o Ruben. Depois ele me deu um beijo e boa noite. Me virei, me encostei nele, ele me segurou como na noite anterior e assim adormeci. Acordei na mesma posição, aninhada contra o Ruben. No terceiro dia, não aconteceu nada de especial, só um tempo na piscina e um passeio à tarde pela vila. Foi a primeira vez que saí de mãos dadas com um garoto na rua ou abraçada. Da cintura dela, nesse dia não teve sexo. O quarto dia foi tranquilo também, até a noite, que rolou um boquete e uma trepada. Cada dia que passava, eu ficava mais à vontade com o Ruben, gostava de estar com ele e ele me tratava super direito, sempre me chamava de "nena", coisa que eu adorava. O quinto dia foi igual ao terceiro, nada de especial. Chegamos no sexto dia, que era sábado, e de manhã a gente deu um tempo na piscina. À tarde, fomos pra uma cidade vizinha passar o tempo e nos divertir um pouco.
Naquele dia, eu vesti uma calcinha fio-dental preta de renda, sutiã da mesma cor, uma minissaia preta tipo uns cinco dedos acima do joelho, um top preto e os saltos altos. Quando já tava pronta, ela repetiu a história do piercing no umbigo. Saímos umas 5 da tarde, tinha uns 30 minutos de estrada. Quando chegamos, ficamos passeando um pouco até achar um terraço pra tomar alguma coisa. Ficamos lá um bom tempo. Depois, continuamos andando e, ao passar na porta de uma loja de lingerie, a Beatriz me segurou pelo braço, firme. — Vem, que você vai comprar suas primeiras calcinhas.
Entramos e ficamos olhando até que a vendedora terminou com uma cliente que tinha. Ela veio até nós e perguntou o que queríamos. — Minha amiga quer comprar um conjunto de roupa íntima. A vendedora virou pra mim. — O que você procura? Eu não me atrevia a abrir a boca, percebia que era homem e tava morrendo de vergonha. Então fiquei calada, dando de ombros. Aí a Beatriz: — É que minha amiga é travesti e é a primeira vez que sai pra fazer compras assim. A mulher ficou me olhando, surpresa, e a Beatriz de novo: — Vai, Íngrid, se decide, a gente não tem a tarde toda. Com a voz mais fina que consegui: — Queria comprar umas calcinhas. — De que tipo você quer? — Beatriz: Mostra pra ela, de renda só, e alguma fio-dental. A mulher trouxe várias, e eu escolhi 3 conjuntos com calcinha: um preto, outro branco e um azul, e mais 3 com fio-dental: um azul clarinho, outro... Vermelho e um rosa. Saímos de lá e continuamos andando, e um tempo depois passamos por uma loja de tatuagens, piercings e algumas outras coisas, e de novo a Beà falou: — Olha, que legal, slut. Lá colocam piercing. Vou te dar um de presente. — Eu não quero colocar piercing. — Claro que quer colocar um. No final, tive que aceitar. Ficamos olhando os que tinham e escolhi um com uma bolinha prateada. Me deitaram numa maca e aquilo doeu pra caralho. Depois de colocado, levantei devagar, estava meio tonta, e porra, olhei e tinham colocado um com um coração rosa cheio de brilhinhos. — Ei, esse não é o que eu escolhi. — Eu sei, troquei. Esse fica melhor em você. — Então pra que me fazer escolher um se depois você faz o que quer? — Pra te sacanear. Ao sair de lá, fomos deixar as coisas no carro e fomos procurar um lugar pra jantar, e depois fomos a um bar musical tomar algo, onde, com a escuridão que tinha, ficamos nos pegando. Só de ver outras garotas se beijando com seus parceiros, e eu vestida e me comportando como uma delas, nem preciso dizer que essa situação tava me deixando com tesão. Ficamos quase 2 horas lá e depois fomos a uma balada até as 4 da manhã. Já voltando pra casa no carro, entre o tesão que eu tava sentindo e a brisa, tava morrendo de vontade de pegar o Ruben. Depois de um tempo, a Beatriz falou pro Manolo parar em algum lugar escuro. Ele parou numa espécie de quiosque onde já tinha mais uns carros, e ela começou a beijar o Manolo. Eu me joguei no Ruben quase antes dela. A partir daí, não prestei mais atenção no que ela fazia. Desabotoei a calça dele e meti aquela bela rola na minha boca. Eles terminaram antes da gente. Ele ligou o carro e continuou o caminho enquanto eu continuava aproveitando aquele doce até ele gozar na minha boca. Tava me viciando, adorava percorrer ela com meus lábios e passar a língua por toda ela pra depois receber o prêmio na minha boca. Depois de Chegamos no apartamento. A Beatriz pegou o Manolo e entrou correndo, começou a se beijar com ele enquanto desafivelava a calça dele e pegava no pau dele pra começar a deixar ele duro de novo. Dessa vez eu também não perdi tempo. A Beatriz, de pé, se apoiou na cabeceira do sofá, oferecendo a buceta dela, e eu não sabia onde me meter. Aí vi a mesa e não pensei duas vezes: me deitei na mesa de pernas abertas, abaixei um pouco a calcinha e ofereci o que pra mim já era uma buceta morrendo de vontade de um pau bom. Na pressa, nem percebi que ele não tinha colocado camisinha, mas já não tava nem aí. Ele me deu a melhor foda da semana e eu recebi a primeira gozada dentro de mim. Foi incrível quando senti o jorrinho quentinho lá dentro. Pra mim, aquela foda foi curta, eu ainda tava com um tesão danado. Levantei, sentei na mesa, puxei ele pra perto e comecei a beijar ele, quase fora de mim, até que a Beatriz cortou meu barato: — Vem, casal, vocês ainda não terminaram. A gente parou, fumou um cigarro, se lavou um pouco e foi pra cama. Deitamos como sempre, eu aninhada contra ele, mas eu ainda tava com tesão, e agora mais ainda com os corpos colados. Não aguentei: me virei e comecei a dar beijinhos no pescoço dele até chegar na boca, onde comecei a dar pequenas mordidas nos lábios dele enquanto acariciava o peito dele, descendo devagar até pegar o pau dele entre minhas mãos, enquanto continuava beijando ele de novo no pescoço e descendo pouco a pouco pelo peito até chegar no pau dele. Comecei chupando a pontinha e passando meus lábios por fora, descendo até as bolas, colocando elas na boca e subindo de novo, enfiando ele inteiro na boca até deixar ele bem duro. Subi de novo, beijando ele até chegar no ouvido e sussurrar: — Agora é sua vez. Ele se virou de lado, eu fiquei de barriga pra cima, coloquei um travesseiro embaixo e abri as pernas pra ele. Ele subiu em cima de mim e meteu de uma vez, o que me fez dar um grito. Eu Estendi a mão e acendi um abajur que tinha ali, queria ver a cara daquele safado que tava me fazendo gemer enquanto me comia. Cheguei a ter 2 orgasmos, e o último foi na hora que ele despejou tudo dentro de mim. Ele ficou um tempão com o pau dentro de mim enquanto a gente se beijava, depois me limpei com uns lenços de papel e me abracei nele, e assim peguei no sono. No dia seguinte, já começava a segunda semana, que passou sem nada de mais. Bom, a Beatriz naquela semana não ficou tão em cima do Manolo, não sei se cansou daquilo ou se percebeu que eu era mais gostosa que ela. Como não teve sexo durante o dia, na intimidade do nosso quarto a gente transou umas duas noites, até que chegou a sexta-feira. Naquele dia, a Beatriz me mandou vestir uma saia lápis bem justa, na altura do joelho, uma blusa branca, roupa íntima branca. Aquela saia eu já tinha usado mais de uma vez em casa, adorava porque me obrigava a dar passos bem curtinhos e me mexia de um jeito muito mais feminino. E aí a gente desceu pra cidade de novo pra passar a tarde passeando. Passamos de novo na loja de lingerie, onde ela disse pra comprarmos uma lingerie pra cada uma pro sábado, dia da despedida. Ela pegou uma preta e eu uma rosa bem bonita, com meia, fio dental, liga. Queria estar o mais feminina possível naquele dia. Depois fomos ao cinema, vimos o Esquadrão Classe A, e na saída fomos jantar e tomar uma bebida num bar. Naquele dia, cansei pra caralho. Aquela saia me travava os passos e isso me esgotou, já que não tava acostumada, e os saltos naquele dia eu queria era jogar fora. E pra casa de novo, onde peguei no sono assim que encostei na cama. No sábado, acordei antes, desci pra preparar o café enquanto a Bea descia. Depois de terminar o café, os caras não davam sinal de vida, então subimos pra tomar banho, onde eu, sem ela falar nada, passei a lâmina tirando os pelinhos que já estavam crescendo no meu corpo. Depois fomos as duas pra piscina. Até que primeiro o Ruben desceu e, mais tarde, o Manolo. Naquele dia, eu passei da Beatriz e ficava beijando e abraçando ele quando me dava na telha. Queria aproveitar o dia ao lado dele, porque no dia seguinte a gente ia embora e eu não sabia se ia vê-lo de novo. Então, enquanto os outros estavam deitados, peguei o Ruben, levei ele pra água, tentei pular no pescoço dele pra fazer um afogamento, mas quem levou o caldo fui eu. E, diante do olhar perplexo do outro casal, a gente começou a se beijar e ficou um tempão nessa, até irmos preparar a comida. Passei a manhã inteira até depois do almoço de biquíni e descalça, e até meio da tarde a gente ficou vendo TV até eu me cansar, porque não tava gostando do que tavam passando. Aí falei pro Ruben que ia me vestir. Peguei uma minissaia jeans da Beatriz e uma camiseta preta, desci de novo e fui pra fora fumar um cigarro. A Bea, dois minutos depois, veio também. — Dá pra saber qual é a tua hoje? — Não tô de nada, por quê? — Porque tu tá fazendo o que te dá na telha. — Mais cedo ou mais tarde eu ia ter que fazer tudo quando você quisesse. Então, já que no final vou ter que fazer, faço quando eu bem entender. Tô cansada de ficar o dia inteiro na sua cola: que agora beija ele, que agora chupa ele. Pois hoje você já viu: vou beijar ele quando eu quiser e, quando der vontade de chupar ele, vou chupar. Não tô nem aí pra quando você faz. — Bom, eu não vou te impedir. De qualquer jeito, já faz 14 dias que tu tá fazendo o que queria e, sinceramente, você me surpreendeu. Percebi que tu é uma putinha completa. E ainda acho que você gostou. — Eu só tô esperando chegar amanhã e tudo acabar. E, já que tive que fazer isso, tentei não me amargurar e aproveitar como uma experiência nova. — Sei não, mas hoje de manhã eu vi como você beijava ele com a paixão de uma mina apaixonada. — Como é que eu vou me apaixonar por um cara? É que, se as coisas têm que ser feitas, é melhor fazer direito. — Bom, vamos pra dentro preparar o jantar. Depois do jantar, a gente bebeu uma garrafa de bagaço. Então, a Bea me disse que a gente ia ficar sexy pra eles. Aí a gente vestiu o que tinha comprado no dia anterior e saiu assim. Eu, sem esperar ela começar, sentei de frente pro Ruben, passando uma perna de cada lado, e comecei a beijar ele e acariciar o peito dele. Aos poucos, eu sentia no meu cu o pau dele crescendo. Daí, depois de um tempo, eu desci direto, tirei o pau dele e comecei a brincar com a boca nele até ele gozar. Quem diria, uns dias antes, que eu ia curtir uma pica gostosa na minha boca. Depois disso, levantei, peguei na mão dele e levei ele pro quarto sem falar nada, pra poder foder tranquilos. Naquela noite, eu queria aproveitar sem olhares de ninguém. Ele me deu duas gozadas incríveis, eu curti como uma verdadeira gostosa. Além disso, naquela noite foi a primeira vez que, enquanto ele me penetrava, ele pegou no meu pau e foi me masturbando. Quando acabamos, fiquei um bom tempo abraçada nele. Eu, sinceramente, não queria que aquilo acabasse. No dia seguinte a gente ia embora, e eu não sabia se ia ver ele de novo. Eu não tinha coragem de perguntar se ele queria continuar nosso rolo. Mas também pensei que, talvez em alguns dias, eu fosse esquecendo e aquilo fosse só uma experiência. Fiquei dormindo assim, remoendo na cabeça. Acordei, como sempre, antes dele, mas fiquei na cama até ele acordar. Dei um beijo nele e a gente ficou conversando. Ele falou: — Bom, hoje acaba tudo isso. Espero que você tenha se divertido comigo, embora pareça que sim. — Bem, não foi só divertido não. O começo foi difícil, nunca tinha estado com um homem, mas depois aproveitei cada momento. — Fico feliz que tenha sido assim. — Mas, enfim, tudo tem um fim. — Não precisa ser assim, a gente pode se ver de novo. — Sim, mas claro, a partir de amanhã eu vou voltar pra minha vida anterior, aos poucos vou voltar a ser um homem como antes, vou ter que seguir minha vida. — E você nunca pensou que talvez queira continuar assim? — Sim, já passou pela minha cabeça, mas tem muitos... Inconvenientes, a família como é que explico, os amigos e depois o trabalho, quem vai dar emprego pra um travesti?
- É, você tem razão, mas eu foda-se, aqui meu número de telefone, caso um dia você se decida.
- Ok.
- Mas uma coisa que tenho que te dizer, prefiro falar eu do que sua mulher.
- O quê?
- Que a verdade é que eu não conhecia o Manolo de nada, entrei em contato com eles através de um anúncio na internet que colocaram procurando um cara que gostasse de travestis pra passar as férias com ele, e entrei em contato, marcamos um dia onde me explicaram como era a parada, e pelo que sei não fui o único candidato. Fiquei um tempo em silêncio sem saber o que dizer.
- Já achava estranho vocês não conversarem muito, mas bom, dentro do possível fico feliz que tenham te escolhido, você é gostoso, tem um corpo bonito e parece ser uma boa pessoa.
- Eu, no começo, vim pra sua mulher se vingar de você, isso sim, mas eu não podia te forçar nem te obrigar a nada que você não quisesse, tinha que ser como foi, você tinha que vir até mim, e isso, uma vez que estivesse comigo, te tratar como uma puta, mas no primeiro dia eu estava mais travado que você, e quando comecei a te comer a primeira vez e te vi chorando, pensei que já era castigo suficiente com aquilo e decidi te tratar como qualquer um trata a mulher ou a namorada, além de que você me pareceu gostosa e agora que te conheço um pouco, vou te dizer: como homem não sei como você é, mas como garota você é uma puta de mãe e na cama uma viciada de respeito.
- Obrigado. Bom, já tá na hora de levantar, não acha?
Levantamos e ele me ajudou a preparar o café da manhã, o outro casal ainda estava na cama. Aproveitei pra tomar um banho e me vestir, fui arrumar a mala e passei um tempo na piscina com o Ruben, e depois almoçar e voltar pra casa no meio da tarde. Durante o caminho, conversamos pouco, Beatriz e eu, a única coisa que ela me disse foi:
- Assim que chegarmos em casa, você já pode voltar à vida normal, embora me pareça que com essa cara que você tá, vai ter que esperar muito tempo antes de... Sair na rua, hahaha — cara, assim tá claro que não vou sair, não vou raspar o cabelo e vê como vou tirar essas unhas e pronto. Uma vez em casa, pedimos umas pizzas e depois fui dormir. Pensei em me trocar e pegar minhas roupas logo, mas no fim decidi pegar uma camisola da mala pra dormir. De manhã, quando ela acordou, eu já tava acordada há um tempão. — Bom dia, Tony, ou melhor, Íngrid, já que te vejo de camisola. — Bom dia, não, é que ontem à noite não tava a fim de procurar e isso tava mais à mão. Depois de tomar um banho, pensei em raspar o cabelo, mas desde os 15 anos eu tinha cabelo comprido e no fim decidi não fazer. Me vesti com minhas roupas, uma calça jeans e uma camiseta do AC/DC, e quando me vi no espelho, não sei o que parecia com aquele corte de cabelo, as sobrancelhas tão finas e sem maquiagem. E nem vou falar quando ela me viu, a filha da puta riu pra caralho, disse que eu parecia uma bichona. Decidi subir no banheiro e me maquiar um pouco, mas sem me trocar. O dia foi normal, e no dia seguinte, quando acordei, me vesti de garota de novo e falei pra Beatriz que, enquanto não soubesse como arrumar aquilo, continuaria assim, já que não tinha que trabalhar. Mas essa não era a verdade. Naquela noite, fiquei remoendo um monte de coisa na cabeça, e tinha algo dentro de mim que me empurrava a ficar assim pra sempre. Eu me sentia confortável como garota e gostava de me vestir assim. Depois, tinha outro dilema: eu ainda achava que não gostava de homens, mas por outro lado, o Ruben não saía da minha cabeça, sentia falta dele. Mas pensei que era normal, tinha passado 15 dias grudada nele. Só que os dias foram passando e era o contrário: cada dia pensava mais nele. Tinha a mesma sensação de quando você se apaixona por alguém e não tira a pessoa da cabeça. Até que, uns 10 dias depois, mais ou menos, mandei uma mensagem pra ele perguntando se queria se encontrar. Ele respondeu que sim, que se eu quisesse, a gente podia se ver no sábado. A gente conversou um pouco por mensagem e combinou isso. Mas no dia seguinte, ele me ligou pra dizer que... por que a gente não passava o fim de semana inteiro juntos? ele ia me buscar na sexta e a gente ia pra algum hotel na costa, foi assim que combinamos. depois contei pra Beatriz que ia passar o fim de semana com ele e que tinha decidido seguir minha vida assim. ela disse que não se surpreendeu com minha decisão, que já imaginava, porque a gente já tinha quase duas semanas depois de voltar e eu ainda tava me vestindo de mulher. pedi um favor pra ela: se podia me acompanhar pra comprar umas roupas, já que tudo que eu usava era dela. a partir daquele dia, minha relação com a Beatriz mudou muito, viramos amigas pra caralho — íamos juntas comprar e olhar roupas, uma coisa que antes eu odiava, mas agora era diferente, tinha um monte de roupa pra experimentar.
O fim de semana foi incrível, não vou dar detalhes porque já seria repetição. passear nós dois sozinhos como um casal foi lindo, e por outro lado, muito sexo. e aí ele me perguntou se eu queria ser a nena dele. claro que falei que sim, se ainda tinha alguma dúvida, aquele fim de semana me mostrou que eu tinha me apaixonado por ele. O difícil foi contar pra família. primeiro falei com minha irmã, que eu sabia que ia me entender melhor que meu irmão e meus pais. e foi como já contei no final do outro relato: eles não querem saber de mim. e profissionalmente, como não ia conseguir emprego assim, fiz um curso de cabeleireira e estética e trabalho como cabeleireira no salão de uma amiga.
Depois, mais pra frente, decidi dar um passo adiante e comecei a me hormonizar. agora já sou uma gostosa transexual, com uns peitos bonitos. já tô há 4 anos com o Ruben. isso sim, também transei com a Carol nas sessões que a gente faz, mas no último ano já tá ficando difícil, porque cada vez tenho menos ereções e as que tenho não ficam duras de verdade. É isso, segunda e última parte, espero que vocês tenham gostado.
— Onde você vai com essas calcinhas?
— Trocar o fio dental, ele tá encharcado.
— Parece que a putinha se divertiu, tá toda molhada, mas você não vai trocar não. Vai dormir com o fio dental molhado, igual toda putinha que acabou de se divertir com o boy dela.
Me limpei bem toda a virilha e a bunda, e fomos pra sala onde eles já estavam fumando. Fumamos um cigarro e fomos dormir. Claro que eu tive que dormir com o Ruben numa das camas pequenas, onde a gente tinha que ficar bem colado porque quase não cabia. Virei de costas pra ele na beirada da cama, ele deitou de lado pra mim, virou meu rosto e me beijou.
— Boa noite, gata.
— Boa noite, Ruben.
Aí ele passou o braço por cima do meu lado e apoiou a mão na minha barriga, puxando um pouco pra perto dele. E olha, assim tava bem mais confortável do que na beirada. Daquele jeito, agarradinha e colada no corpo dele, me sentia frágil, até diria feminina, sendo eu tão pequenininha e aquele pedaço de homem me segurando daquele jeito. Demorei pra pegar no sono pensando em tudo que tinha rolado, mas no final dormi e dormi gostoso.
De manhã, acordei com o Ruben de barriga pra cima ocupando quase a cama toda, com um braço debaixo de mim, e eu de lado com a cabeça no ombro dele, um braço enrolando o pescoço dele e uma perna por cima dele. Fiquei paradinha, com medo de acordar ele, e fiquei assim um tempão, até que fiquei com tesão só de ver a posição tão feminina que eu tava.
Daí a pouco a porta abriu e era a Beatriz.
— Putinha, tá acordada?
— Tô.
Aí ela me viu.
— Olha que romântica a putinha, dormindo abraçada com o boy dela. Vamo, vamo preparar o café.
Levantei e perguntei:
— Você trouxe um tênis pra mim?
— Não. Naquele dia você tava de salto, então você vai sempre assim.
Aí eu calcei os saltos e fui pro banheiro primeiro, e depois... Fui pra cozinha preparar o café da manhã. O Manolo desceu uns 20 minutos depois, e ela recebeu ele com um "bom dia, gato" e um beijo. O Ruben demorou mais uns 30 minutos, e eu recebi ele do mesmo jeito. Já tinha perdido a vergonha, e como não tinha outra opção, ia ter que servir pra isso mesmo. Depois disso, fui com a Beatriz pro banheiro, onde tomamos banho juntas. Ela me deu um biquíni rosa com a parte de baixo tipo fio dental, e fomos as duas pra piscina. Pouco depois, eles chegaram e entraram na água. A gente tava tomando sol. Ela me olhou e disse: — Vem, putinha, vamos brincar com os meninos na água. Ela começou a se jogar e a agarrar o pescoço do Manolo, coisa que eu achei ridículo fazer, mas eu sabia que o que ela queria era me ver o tempo todo grudada no Ruben, igual uma putinha apaixonada. Pois é, se era pra brincar, a gente brincava até o jogo acabar. E aí começaram os beijos dentro da água. Eu demorei um pouco mais que ela pra fazer isso; queria que ela pensasse que eu ainda tava resistindo. Mas algo em mim tava mudando. Eu tava morrendo de vontade de beijar ele — os beijos da noite anterior foram a primeira coisa que me deixou louca. Talvez minha mulher tivesse me dado o empurrãozinho pra sair do armário. Depois de um tempo, saímos pra tomar sol, onde acabamos sentadas em cima deles, acariciando o peito deles e trocando uns amassos, um atrás do outro, por uns 15 minutos, até a gente recolher as coisas e ir se vestir. Naquele dia, foi a minha vez de vestir uma saia curta preta, uma blusa branca, com uma calcinha branca de renda minúscula e o sutiã combinando. Depois de vestida, ela começou a me ensinar a me maquiar. Quando terminou, ela me olhou e disse: — Vamos ter que colocar um piercing no seu umbigo pra você exibir. Nós duas fomos preparar a comida, e depois de almoçar, sentamos no sofá pra ver um filme. Durante o filme, não rolou nada porque a Beatriz gostava do filme. A gente só ficou as duas recostadas nos nossos caras. Quando o filme acabou, tava passando um amistoso de pré-temporada do Barça, meu time de sempre. Então, vendo como a tarde tava tranquila... Pensei que ia conseguir assistir, mas assim que o jogo começou e ela sabendo que eu queria ver, falou: - Porra, esses homens só pensam em futebol, né, sua puta. Não soube o que responder. Daí ela começou a ficar agarradinha com o Manolo, mas ele não tava afim, também queria ver o jogo. Aí ela virou pra mim. - Enquanto eles veem o jogo, a gente podia comer alguma coisa. - Eu também quero ver o jogo. - Você vai fazer o que eu fizer, senão já sabe. Então ela se ajoelhou no chão, de costas pra TV, desabotoou a calça dele, pegou a pica do Manolo e começou a masturbar ele. Eu reclamei. - Porra. Parece que caiu como uma luva pra ela me responder. - Isso depois, agora vamos fazer um boquete neles. Ela continuou masturbando ele, e eu fiquei um tempão pensando em ignorar e ver o jogo, mas no final o medo de ela cumprir a ameaça de mandar as fotos falou mais alto. Aí me ajoelhei, desabotoei a calça do Ruben e comecei a masturbar ele. Daí a pouco, com aquela pica na boca, de vez em quando ela falava: "olha pra mim", e quando eu olhava, ela ria ou piscava o olho ou passava a língua nos lábios. Ela tava adorando me ver naquela situação, mas o que ela não sabia é que eu também tava começando a gostar daquilo. Ficar assim me excitava, e logo eu já tava com a calcinha molhada de líquido pré-seminal que tava saindo. Ficamos nessa por um bom tempo, até que ele gozou na minha boca. Aí aconteceu a mesma coisa do dia anterior: um pouco de sêmen escorreu pelos meus lábios. Ela, me olhando e rindo, passou o dedo no meu queixo, recolheu e colocou na minha boca. Depois disso, continuamos masturbando eles e, faltando uns dois minutos pro intervalo, ela me deu uma camisinha e falou: "toma, coloca com a boca". Não consegui colocar direito e acabei colocando com a mão. Na sequência, ela sentou em cima do Manolo e enfiou tudo. Eu demorei bem mais: sentei com uma perna de cada lado, afastei um pouco a calcinha... calcinha e com a outra mão peguei no pau dele e tentei enfiar em mim, mas foi bem difícil. Quando consegui, fui descendo e subindo devagar até entrar tudo. Agarrada nos ombros dele, comecei a descer e subir. Eu demorei bem pouco pra gozar de novo, molhando a calcinha. Ele demorou uma eternidade pra gozar. No final, eu tinha que me ajudar, ele me segurando pela bunda pra eu conseguir continuar cavalgando de tão cansada que tava. Mas gozei de novo como uma putinha gostosa. Depois disso, fomos as duas pro banheiro nos lavar um pouco. Tirei a saia pra não sujar e tirei a calcinha. Aí ela viu que tava bem molhada de porra e, rindo, me disse: — Você é uma puta sortuda. — Como assim? — Isso, mais de uma mulher sentiria inveja de você se soubesse com que facilidade seu namorado faz você molhar a calcinha. — Acho que é normal eu gozar enquanto ele me fode, mesmo que eu não goste. — Pra mim parece que você gosta, porque ontem à noite e hoje à tarde você gemeu que nem uma puta. — Não vou mentir, sinto prazer e não consigo evitar gemer, mas não gosto de tudo que você me obriga a fazer. — Eu não te obrigo a nada, você faz por vontade própria. — Sim, mas com chantagem. — Claro, se não tivesse chantagem, você não faria. Vai, termina logo e vamos descer. Coloquei a mesma calcinha bem molhada de volta e descemos. Ainda consegui ver 5 minutos do jogo. Naquele dia, não aconteceu mais nada de especial, só uns beijos aqui e ali e ele me deixou a tarde toda encostada no Ruben. Aquela noite fomos dormir direto. Dormi com uma camisola branca de cetim. Já na cama, ficamos um tempo conversando, eu e o Ruben. Depois ele me deu um beijo e boa noite. Me virei, me encostei nele, ele me segurou como na noite anterior e assim adormeci. Acordei na mesma posição, aninhada contra o Ruben. No terceiro dia, não aconteceu nada de especial, só um tempo na piscina e um passeio à tarde pela vila. Foi a primeira vez que saí de mãos dadas com um garoto na rua ou abraçada. Da cintura dela, nesse dia não teve sexo. O quarto dia foi tranquilo também, até a noite, que rolou um boquete e uma trepada. Cada dia que passava, eu ficava mais à vontade com o Ruben, gostava de estar com ele e ele me tratava super direito, sempre me chamava de "nena", coisa que eu adorava. O quinto dia foi igual ao terceiro, nada de especial. Chegamos no sexto dia, que era sábado, e de manhã a gente deu um tempo na piscina. À tarde, fomos pra uma cidade vizinha passar o tempo e nos divertir um pouco.
Naquele dia, eu vesti uma calcinha fio-dental preta de renda, sutiã da mesma cor, uma minissaia preta tipo uns cinco dedos acima do joelho, um top preto e os saltos altos. Quando já tava pronta, ela repetiu a história do piercing no umbigo. Saímos umas 5 da tarde, tinha uns 30 minutos de estrada. Quando chegamos, ficamos passeando um pouco até achar um terraço pra tomar alguma coisa. Ficamos lá um bom tempo. Depois, continuamos andando e, ao passar na porta de uma loja de lingerie, a Beatriz me segurou pelo braço, firme. — Vem, que você vai comprar suas primeiras calcinhas.
Entramos e ficamos olhando até que a vendedora terminou com uma cliente que tinha. Ela veio até nós e perguntou o que queríamos. — Minha amiga quer comprar um conjunto de roupa íntima. A vendedora virou pra mim. — O que você procura? Eu não me atrevia a abrir a boca, percebia que era homem e tava morrendo de vergonha. Então fiquei calada, dando de ombros. Aí a Beatriz: — É que minha amiga é travesti e é a primeira vez que sai pra fazer compras assim. A mulher ficou me olhando, surpresa, e a Beatriz de novo: — Vai, Íngrid, se decide, a gente não tem a tarde toda. Com a voz mais fina que consegui: — Queria comprar umas calcinhas. — De que tipo você quer? — Beatriz: Mostra pra ela, de renda só, e alguma fio-dental. A mulher trouxe várias, e eu escolhi 3 conjuntos com calcinha: um preto, outro branco e um azul, e mais 3 com fio-dental: um azul clarinho, outro... Vermelho e um rosa. Saímos de lá e continuamos andando, e um tempo depois passamos por uma loja de tatuagens, piercings e algumas outras coisas, e de novo a Beà falou: — Olha, que legal, slut. Lá colocam piercing. Vou te dar um de presente. — Eu não quero colocar piercing. — Claro que quer colocar um. No final, tive que aceitar. Ficamos olhando os que tinham e escolhi um com uma bolinha prateada. Me deitaram numa maca e aquilo doeu pra caralho. Depois de colocado, levantei devagar, estava meio tonta, e porra, olhei e tinham colocado um com um coração rosa cheio de brilhinhos. — Ei, esse não é o que eu escolhi. — Eu sei, troquei. Esse fica melhor em você. — Então pra que me fazer escolher um se depois você faz o que quer? — Pra te sacanear. Ao sair de lá, fomos deixar as coisas no carro e fomos procurar um lugar pra jantar, e depois fomos a um bar musical tomar algo, onde, com a escuridão que tinha, ficamos nos pegando. Só de ver outras garotas se beijando com seus parceiros, e eu vestida e me comportando como uma delas, nem preciso dizer que essa situação tava me deixando com tesão. Ficamos quase 2 horas lá e depois fomos a uma balada até as 4 da manhã. Já voltando pra casa no carro, entre o tesão que eu tava sentindo e a brisa, tava morrendo de vontade de pegar o Ruben. Depois de um tempo, a Beatriz falou pro Manolo parar em algum lugar escuro. Ele parou numa espécie de quiosque onde já tinha mais uns carros, e ela começou a beijar o Manolo. Eu me joguei no Ruben quase antes dela. A partir daí, não prestei mais atenção no que ela fazia. Desabotoei a calça dele e meti aquela bela rola na minha boca. Eles terminaram antes da gente. Ele ligou o carro e continuou o caminho enquanto eu continuava aproveitando aquele doce até ele gozar na minha boca. Tava me viciando, adorava percorrer ela com meus lábios e passar a língua por toda ela pra depois receber o prêmio na minha boca. Depois de Chegamos no apartamento. A Beatriz pegou o Manolo e entrou correndo, começou a se beijar com ele enquanto desafivelava a calça dele e pegava no pau dele pra começar a deixar ele duro de novo. Dessa vez eu também não perdi tempo. A Beatriz, de pé, se apoiou na cabeceira do sofá, oferecendo a buceta dela, e eu não sabia onde me meter. Aí vi a mesa e não pensei duas vezes: me deitei na mesa de pernas abertas, abaixei um pouco a calcinha e ofereci o que pra mim já era uma buceta morrendo de vontade de um pau bom. Na pressa, nem percebi que ele não tinha colocado camisinha, mas já não tava nem aí. Ele me deu a melhor foda da semana e eu recebi a primeira gozada dentro de mim. Foi incrível quando senti o jorrinho quentinho lá dentro. Pra mim, aquela foda foi curta, eu ainda tava com um tesão danado. Levantei, sentei na mesa, puxei ele pra perto e comecei a beijar ele, quase fora de mim, até que a Beatriz cortou meu barato: — Vem, casal, vocês ainda não terminaram. A gente parou, fumou um cigarro, se lavou um pouco e foi pra cama. Deitamos como sempre, eu aninhada contra ele, mas eu ainda tava com tesão, e agora mais ainda com os corpos colados. Não aguentei: me virei e comecei a dar beijinhos no pescoço dele até chegar na boca, onde comecei a dar pequenas mordidas nos lábios dele enquanto acariciava o peito dele, descendo devagar até pegar o pau dele entre minhas mãos, enquanto continuava beijando ele de novo no pescoço e descendo pouco a pouco pelo peito até chegar no pau dele. Comecei chupando a pontinha e passando meus lábios por fora, descendo até as bolas, colocando elas na boca e subindo de novo, enfiando ele inteiro na boca até deixar ele bem duro. Subi de novo, beijando ele até chegar no ouvido e sussurrar: — Agora é sua vez. Ele se virou de lado, eu fiquei de barriga pra cima, coloquei um travesseiro embaixo e abri as pernas pra ele. Ele subiu em cima de mim e meteu de uma vez, o que me fez dar um grito. Eu Estendi a mão e acendi um abajur que tinha ali, queria ver a cara daquele safado que tava me fazendo gemer enquanto me comia. Cheguei a ter 2 orgasmos, e o último foi na hora que ele despejou tudo dentro de mim. Ele ficou um tempão com o pau dentro de mim enquanto a gente se beijava, depois me limpei com uns lenços de papel e me abracei nele, e assim peguei no sono. No dia seguinte, já começava a segunda semana, que passou sem nada de mais. Bom, a Beatriz naquela semana não ficou tão em cima do Manolo, não sei se cansou daquilo ou se percebeu que eu era mais gostosa que ela. Como não teve sexo durante o dia, na intimidade do nosso quarto a gente transou umas duas noites, até que chegou a sexta-feira. Naquele dia, a Beatriz me mandou vestir uma saia lápis bem justa, na altura do joelho, uma blusa branca, roupa íntima branca. Aquela saia eu já tinha usado mais de uma vez em casa, adorava porque me obrigava a dar passos bem curtinhos e me mexia de um jeito muito mais feminino. E aí a gente desceu pra cidade de novo pra passar a tarde passeando. Passamos de novo na loja de lingerie, onde ela disse pra comprarmos uma lingerie pra cada uma pro sábado, dia da despedida. Ela pegou uma preta e eu uma rosa bem bonita, com meia, fio dental, liga. Queria estar o mais feminina possível naquele dia. Depois fomos ao cinema, vimos o Esquadrão Classe A, e na saída fomos jantar e tomar uma bebida num bar. Naquele dia, cansei pra caralho. Aquela saia me travava os passos e isso me esgotou, já que não tava acostumada, e os saltos naquele dia eu queria era jogar fora. E pra casa de novo, onde peguei no sono assim que encostei na cama. No sábado, acordei antes, desci pra preparar o café enquanto a Bea descia. Depois de terminar o café, os caras não davam sinal de vida, então subimos pra tomar banho, onde eu, sem ela falar nada, passei a lâmina tirando os pelinhos que já estavam crescendo no meu corpo. Depois fomos as duas pra piscina. Até que primeiro o Ruben desceu e, mais tarde, o Manolo. Naquele dia, eu passei da Beatriz e ficava beijando e abraçando ele quando me dava na telha. Queria aproveitar o dia ao lado dele, porque no dia seguinte a gente ia embora e eu não sabia se ia vê-lo de novo. Então, enquanto os outros estavam deitados, peguei o Ruben, levei ele pra água, tentei pular no pescoço dele pra fazer um afogamento, mas quem levou o caldo fui eu. E, diante do olhar perplexo do outro casal, a gente começou a se beijar e ficou um tempão nessa, até irmos preparar a comida. Passei a manhã inteira até depois do almoço de biquíni e descalça, e até meio da tarde a gente ficou vendo TV até eu me cansar, porque não tava gostando do que tavam passando. Aí falei pro Ruben que ia me vestir. Peguei uma minissaia jeans da Beatriz e uma camiseta preta, desci de novo e fui pra fora fumar um cigarro. A Bea, dois minutos depois, veio também. — Dá pra saber qual é a tua hoje? — Não tô de nada, por quê? — Porque tu tá fazendo o que te dá na telha. — Mais cedo ou mais tarde eu ia ter que fazer tudo quando você quisesse. Então, já que no final vou ter que fazer, faço quando eu bem entender. Tô cansada de ficar o dia inteiro na sua cola: que agora beija ele, que agora chupa ele. Pois hoje você já viu: vou beijar ele quando eu quiser e, quando der vontade de chupar ele, vou chupar. Não tô nem aí pra quando você faz. — Bom, eu não vou te impedir. De qualquer jeito, já faz 14 dias que tu tá fazendo o que queria e, sinceramente, você me surpreendeu. Percebi que tu é uma putinha completa. E ainda acho que você gostou. — Eu só tô esperando chegar amanhã e tudo acabar. E, já que tive que fazer isso, tentei não me amargurar e aproveitar como uma experiência nova. — Sei não, mas hoje de manhã eu vi como você beijava ele com a paixão de uma mina apaixonada. — Como é que eu vou me apaixonar por um cara? É que, se as coisas têm que ser feitas, é melhor fazer direito. — Bom, vamos pra dentro preparar o jantar. Depois do jantar, a gente bebeu uma garrafa de bagaço. Então, a Bea me disse que a gente ia ficar sexy pra eles. Aí a gente vestiu o que tinha comprado no dia anterior e saiu assim. Eu, sem esperar ela começar, sentei de frente pro Ruben, passando uma perna de cada lado, e comecei a beijar ele e acariciar o peito dele. Aos poucos, eu sentia no meu cu o pau dele crescendo. Daí, depois de um tempo, eu desci direto, tirei o pau dele e comecei a brincar com a boca nele até ele gozar. Quem diria, uns dias antes, que eu ia curtir uma pica gostosa na minha boca. Depois disso, levantei, peguei na mão dele e levei ele pro quarto sem falar nada, pra poder foder tranquilos. Naquela noite, eu queria aproveitar sem olhares de ninguém. Ele me deu duas gozadas incríveis, eu curti como uma verdadeira gostosa. Além disso, naquela noite foi a primeira vez que, enquanto ele me penetrava, ele pegou no meu pau e foi me masturbando. Quando acabamos, fiquei um bom tempo abraçada nele. Eu, sinceramente, não queria que aquilo acabasse. No dia seguinte a gente ia embora, e eu não sabia se ia ver ele de novo. Eu não tinha coragem de perguntar se ele queria continuar nosso rolo. Mas também pensei que, talvez em alguns dias, eu fosse esquecendo e aquilo fosse só uma experiência. Fiquei dormindo assim, remoendo na cabeça. Acordei, como sempre, antes dele, mas fiquei na cama até ele acordar. Dei um beijo nele e a gente ficou conversando. Ele falou: — Bom, hoje acaba tudo isso. Espero que você tenha se divertido comigo, embora pareça que sim. — Bem, não foi só divertido não. O começo foi difícil, nunca tinha estado com um homem, mas depois aproveitei cada momento. — Fico feliz que tenha sido assim. — Mas, enfim, tudo tem um fim. — Não precisa ser assim, a gente pode se ver de novo. — Sim, mas claro, a partir de amanhã eu vou voltar pra minha vida anterior, aos poucos vou voltar a ser um homem como antes, vou ter que seguir minha vida. — E você nunca pensou que talvez queira continuar assim? — Sim, já passou pela minha cabeça, mas tem muitos... Inconvenientes, a família como é que explico, os amigos e depois o trabalho, quem vai dar emprego pra um travesti?
- É, você tem razão, mas eu foda-se, aqui meu número de telefone, caso um dia você se decida.
- Ok.
- Mas uma coisa que tenho que te dizer, prefiro falar eu do que sua mulher.
- O quê?
- Que a verdade é que eu não conhecia o Manolo de nada, entrei em contato com eles através de um anúncio na internet que colocaram procurando um cara que gostasse de travestis pra passar as férias com ele, e entrei em contato, marcamos um dia onde me explicaram como era a parada, e pelo que sei não fui o único candidato. Fiquei um tempo em silêncio sem saber o que dizer.
- Já achava estranho vocês não conversarem muito, mas bom, dentro do possível fico feliz que tenham te escolhido, você é gostoso, tem um corpo bonito e parece ser uma boa pessoa.
- Eu, no começo, vim pra sua mulher se vingar de você, isso sim, mas eu não podia te forçar nem te obrigar a nada que você não quisesse, tinha que ser como foi, você tinha que vir até mim, e isso, uma vez que estivesse comigo, te tratar como uma puta, mas no primeiro dia eu estava mais travado que você, e quando comecei a te comer a primeira vez e te vi chorando, pensei que já era castigo suficiente com aquilo e decidi te tratar como qualquer um trata a mulher ou a namorada, além de que você me pareceu gostosa e agora que te conheço um pouco, vou te dizer: como homem não sei como você é, mas como garota você é uma puta de mãe e na cama uma viciada de respeito.
- Obrigado. Bom, já tá na hora de levantar, não acha?
Levantamos e ele me ajudou a preparar o café da manhã, o outro casal ainda estava na cama. Aproveitei pra tomar um banho e me vestir, fui arrumar a mala e passei um tempo na piscina com o Ruben, e depois almoçar e voltar pra casa no meio da tarde. Durante o caminho, conversamos pouco, Beatriz e eu, a única coisa que ela me disse foi:
- Assim que chegarmos em casa, você já pode voltar à vida normal, embora me pareça que com essa cara que você tá, vai ter que esperar muito tempo antes de... Sair na rua, hahaha — cara, assim tá claro que não vou sair, não vou raspar o cabelo e vê como vou tirar essas unhas e pronto. Uma vez em casa, pedimos umas pizzas e depois fui dormir. Pensei em me trocar e pegar minhas roupas logo, mas no fim decidi pegar uma camisola da mala pra dormir. De manhã, quando ela acordou, eu já tava acordada há um tempão. — Bom dia, Tony, ou melhor, Íngrid, já que te vejo de camisola. — Bom dia, não, é que ontem à noite não tava a fim de procurar e isso tava mais à mão. Depois de tomar um banho, pensei em raspar o cabelo, mas desde os 15 anos eu tinha cabelo comprido e no fim decidi não fazer. Me vesti com minhas roupas, uma calça jeans e uma camiseta do AC/DC, e quando me vi no espelho, não sei o que parecia com aquele corte de cabelo, as sobrancelhas tão finas e sem maquiagem. E nem vou falar quando ela me viu, a filha da puta riu pra caralho, disse que eu parecia uma bichona. Decidi subir no banheiro e me maquiar um pouco, mas sem me trocar. O dia foi normal, e no dia seguinte, quando acordei, me vesti de garota de novo e falei pra Beatriz que, enquanto não soubesse como arrumar aquilo, continuaria assim, já que não tinha que trabalhar. Mas essa não era a verdade. Naquela noite, fiquei remoendo um monte de coisa na cabeça, e tinha algo dentro de mim que me empurrava a ficar assim pra sempre. Eu me sentia confortável como garota e gostava de me vestir assim. Depois, tinha outro dilema: eu ainda achava que não gostava de homens, mas por outro lado, o Ruben não saía da minha cabeça, sentia falta dele. Mas pensei que era normal, tinha passado 15 dias grudada nele. Só que os dias foram passando e era o contrário: cada dia pensava mais nele. Tinha a mesma sensação de quando você se apaixona por alguém e não tira a pessoa da cabeça. Até que, uns 10 dias depois, mais ou menos, mandei uma mensagem pra ele perguntando se queria se encontrar. Ele respondeu que sim, que se eu quisesse, a gente podia se ver no sábado. A gente conversou um pouco por mensagem e combinou isso. Mas no dia seguinte, ele me ligou pra dizer que... por que a gente não passava o fim de semana inteiro juntos? ele ia me buscar na sexta e a gente ia pra algum hotel na costa, foi assim que combinamos. depois contei pra Beatriz que ia passar o fim de semana com ele e que tinha decidido seguir minha vida assim. ela disse que não se surpreendeu com minha decisão, que já imaginava, porque a gente já tinha quase duas semanas depois de voltar e eu ainda tava me vestindo de mulher. pedi um favor pra ela: se podia me acompanhar pra comprar umas roupas, já que tudo que eu usava era dela. a partir daquele dia, minha relação com a Beatriz mudou muito, viramos amigas pra caralho — íamos juntas comprar e olhar roupas, uma coisa que antes eu odiava, mas agora era diferente, tinha um monte de roupa pra experimentar.
O fim de semana foi incrível, não vou dar detalhes porque já seria repetição. passear nós dois sozinhos como um casal foi lindo, e por outro lado, muito sexo. e aí ele me perguntou se eu queria ser a nena dele. claro que falei que sim, se ainda tinha alguma dúvida, aquele fim de semana me mostrou que eu tinha me apaixonado por ele. O difícil foi contar pra família. primeiro falei com minha irmã, que eu sabia que ia me entender melhor que meu irmão e meus pais. e foi como já contei no final do outro relato: eles não querem saber de mim. e profissionalmente, como não ia conseguir emprego assim, fiz um curso de cabeleireira e estética e trabalho como cabeleireira no salão de uma amiga.
Depois, mais pra frente, decidi dar um passo adiante e comecei a me hormonizar. agora já sou uma gostosa transexual, com uns peitos bonitos. já tô há 4 anos com o Ruben. isso sim, também transei com a Carol nas sessões que a gente faz, mas no último ano já tá ficando difícil, porque cada vez tenho menos ereções e as que tenho não ficam duras de verdade. É isso, segunda e última parte, espero que vocês tenham gostado.
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