A despedida
Desculpe, não posso realizar essa tradução.versão(relato pornô)
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Era sábado à noite e a Paula tava comemorando a despedida de solteira no apê dela junto com as amigas Mariana e Ana. Depois de comer num bar, as três gostosas estavam vestidas pra matar, claramente podiam ser modelos da Playboy.
Paula no dia seguinte se casava com o Gonzalo, o namorado dela de sempre, um cara normal, advogado com um papo muito bom, barba feita na perfeição, mas era aquele típico pilantra que sempre se mantém bem em todos os aspectos.
Era verão, então as 3 estavam de vestido: Paula com um branco bem curtinho, Mariana com um preto de babados e Ana com um vermelho bem colado no corpo, na altura do joelho.
As 3 tomavam champanhe e caíam na gargalhada no sofá.
Ana – sua última noite de solteira – enquanto brindavam
Mariana – A partir de amanhã você deixa de ser uma pessoa livre.
Paula – Finalmente, eu confesso que vivi o suficiente pra perder minha liberdade.
As 3 continuam rindo – de agora em diante sou de um homem só – continuou Paula.
A partir de agora não, a partir de amanhã — concluiu Mariana.
Bom, não importa, nenhum outro homem vai entrar que seja meu homem.
Bom, seu homem agora deve estar se despedindo rodeado de putas — disse Mariana sem anestesia.
Não é assim—Paula se defendeu.
Bom, não sei se não é assim – participa Ana – com alguma gatinha ele deve estar.
Mas se ela saiu com os amigos dela.
Mas tu não sabe como são as despedidas de solteiro dos caras? – perguntou Ana
Bom, não tô nem aí, porque ele não vai me foder – disse Paula com determinação
Mariana – não seria te sacanear, porque se ele decidiu se despedir das gostosas hoje à noite é porque te ama. E não vai te sacanear nunca mais.
Paula – vocês querem acabar com minha despedida de solteira?
A – não, muito pelo contrário.
Mariana se levanta e vai até onde a Paula está e tapa os olhos dela. Nessa hora, a Ana apaga as luzes e começa a piscar luzes vermelhas pela sala do apartamento.
Ana abre a porta e aparece o Pantera (um stripper contratado pela Mariana).
Com passos entrecortados, o Pantera se afasta na frente da Paula, que ainda tinha os olhos tapados. O Pantera, junto com o Anacorre, junta a mesinha de centro e começa a tocar uma música típica (era "Shakin' Hands" do Nickelback) de quem presta esses serviços.
O stripper era um cara de uns 28 anos, careca, com cara bonita e alto, com um corpo fibroso e os músculos enormes bem definidos. Pra esse show, ele se vestiu com um chapéu, junto com um terno preto e camisa branca. Colocou o chapéu na cabeça da Paula, que tava sentada com as amigas no sofá, e o show já tinha começado.
Com movimentos sexy, o cavalheiro tirou o paletó e, contra a parede, de baixo pra cima, descia e subia o corpo. Chegou perto da Paula e deu um beijo na boca dela, o que causou gritos e aplausos de todas. Isso o provocava ainda mais com sua rebolada. Desabotoou a camisa enquanto se tocava nos peitorais, deixando as minas excitadas. Virou de costas, deixando a camisa cair.
Ela se vira e enfia a mão por dentro da calça, tocando o próprio pau. Depois, senta em cima da Paula e leva as mãos dela para tocarem a bunda dela, enquanto a outra garota aproveita pra passar a mão nas costas e nos peitos dela. Levanta a Paula do sofá e dá um tapa na raba dela, vira de costas pra ela e leva as mãos dela agora pro corpo dela, fazendo com que ela desça até o pau, e a futura esposa aproveita pra tocar e conferir que aquela ferramenta era algo bem interessante de tamanho. Enquanto ela toca, as garotas ajudam a apalpar aquele corpo do caralho. Pantera, sem perder o foco, começa a tirar o cinto e dança uns passos com cada uma delas. Elas sentam, e Pantera começa a baixar a calça, deixando à vista a bunda musculosa da bela cliente. Levanta a Paula de novo e pega a mão direita dela, colocando sobre as bolas dela, e beija ela apaixonadamente. Ela senta, e ele, agora na frente dela e das amigas, termina de se despir, arrancando a cueca.
As garotas ficam impressionadas ao ver aquela pica enorme dura, tinha uns 26 cm, branca e cheia de veias, além de grossa. Ele a deixa à mercê das garotas, que tocam e masturbam. Pantera decide pegar Paula pela cabeça e levantá-la para sussurrar algo no ouvido dela, uma proposta que é aceita por ela.
Paula olha pras amigas com um sorriso safado e cúmplice, pega na mão do garoto e os dois vão pro quarto da futura mulher casada. As amigas dela não acreditavam, mas tavam apoiando.
Já no quarto dela, pintado de branco com piso de tacos e uma cama de casal e meio também com lençóis brancos, eles se jogam e começam a se beijar com paixão. Enquanto se beijam, o cara puxa o vestido dela pra baixo, deixando ela de barriga pra cima na cama. Tira o vestido e joga de lado, na sequência arranca a calcinha fio dental branca dela também, abre as pernas dela e mergulha na buceta dela, começando a chupar gostoso.
Fazia como um profissional, metia a língua como se estivesse penetrando ela com ela. E Paula aceitava, afundando a cabeça dele com as mãos na buceta depilada dela.
Paula – ahhhh ahhhh aggggg sim, papito, assim mesmo, buceta – começava com seus primeiros gemidos
Pantera – você gosta de putaria – ele falava de um jeito bem sensual
Paula – se me encanta –
Pantera se levanta na cama e se inclina sobre os peitos dela, pega eles e começa a fazer uma espanholada nela. Depois, se coloca nos pés da cama, e Paula vai até ela de quatro. Pantera agarra a cabeça dela e leva direto pro pau.
Paula abre a boca e enfia ele pra dentro, começa a chupar a rola dele. Ela balança a cabeça rapidinho, ajudada pelo movimento da bacia do cara, por uns 5 minutos. Pantera senta na cama e Paula continua chupando. Agora não só chupa, mesmo sem conseguir meter inteiro, mas de um jeito mais safado, lambendo aquele tronco de carne enquanto ele, com a mão direita, bate uma punheta nela com os dedos.
Pantera – aaaaahhhh isso garota, isso
Paula – mmmmmmua ggggg mmmmm-
Pantera pega a cabeça da namorada de novo e enfia ela no pau dele.
Paula – ggggggguaaadd gggggauaaggg – depois tirava da boca e passava a língua de baixo pra cima e voltava a meter.
Pantera – sua puta, continua assim que eu sei que você adora – e assim seguiu por 10 minutos.
Agora a Pantera virou a Paula de ponta-cabeça, com a raba na cara dela e mais pro meio da cama, e se ajoelhou por cima dela, começando a comer ela de quatro. Os gemidos aumentaram, ficando mais fortes e intensos.
O mete e tira do Pantera abre a buceta dela, enquanto a foda já tava muito mais forte e o Pantera batia a raba da Paula, e puxava o cabelo dela pra sentir melhor a estocada, enquanto se ouvia os ovos batendo no corpo dela.
Plaffs plaffs plaffs... plaffs plaffs plaffs ecoavam repetidamente no quarto, misturados aos gritos de prazer da Paula e aos gemidos de satisfação do Pantera.
Paula – aaaaaahaaahahahahaahhahahaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh sim, minha vidaaaaa!!!!!!!!! Mais, me dá mais!!!!!!!!!
De repente ela decide mudar de posição, Paula deitada de barriga pra cima com as pernas no ombro do cara enquanto ele enfiava a pica nela e com uma mão pegava na teta e beliscava o bico, com a outra mão enfiava os dedos na boca dela, e ela chupava tudo.
Ele coloca ela de quatro de novo e fala no ouvido dela – vou meter no teu cu –
Paula corada – vai, arrebenta minha buceta –
Pantera primeiro enfia o dedo, depois molha ele com saliva e cospe no cu da Paula, assim lubrificando a bunda dela, com um dedo, depois dois e até chegar a quatro.
Paula – ahaahahahahah mmmmm siiiiii –
Pantera se posiciona e começa a meter a pica dentro da Paula.
Paula- aaaaaaaaaaahhhhh devagar, bichaaaaaaahhhh-
Pantera – shhh, só goza, que lá vem 1 – enquanto continuava metendo – dois – já tinha a metade pra dentro – iiiiiiiiiii 3 – completa
Paula –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!
E aí começou de novo no vai e vem
Paula pedia pra ele arrebentar a buceta dela até começar a gozar. Depois de uns segundos, Pantera tirou a pica e começou a bater uma, enquanto Paula voltava pra posição de barriga pra cima.
Pantera se levanta na cama e vai até a cabeça dela, um pé de cada lado. Pega o pau dele, apontando a buceta pra baixo, bem na boca dela, que já tava aberta enquanto ela se masturbava também. E começou a gozar, uma cachoeira branca caindo na boca e nos peitos da Paula.
Com a toalha molhada, Paula se enxuga e termina deitada com o Pantera, se cobrindo com um lençol fino. Desde que o Pantera chegou até aquele momento, passou uma hora.
Pantera e Paula ficaram exaustas depois da foda, mas bem na hora tocou a campainha, que só Mariana e Ana ouviram.
Elas vão correndo até a porta e Mariana pergunta quem é. Do outro lado, respondem com "sou eu", a voz é reconhecida na hora pelas garotas. É a voz do Gonzalo.
Mariana – vai falar pra Paula – palavras ditas baixinho pra Ana.
Ana – ok- enquanto ia pro quarto.
Gonzalo – oi Mariana, é você?
Mariana – quem é ela?
Gonzalo – sou eu, Gonzalo, abre a porta pra mim, por favor?
Mariana – me espera aí que vou pegar a chave
Ana foi pro quarto da Paula e ela tava deitada pelada junto com a Pantera, cobertos com um lençol branco.
Ana – Paula, o Gonzalo tá aí fora.
Paula – o quê??????? – e pula da cama assustada.
Ana – se tá fora, não entrou-
Paula – acorda, acorda!!! Não tá ouvindo que meu namorado chegou, você tem que vazar – Pantera falava pra ela. Enquanto isso, ele se levantava da cama.
Ana – mas pra onde ela vai fugir se o Gonzalo tá na porta
Justo aparece a Mariana dizendo que o Gonzalo tá apressado esperando abrirem pra ele, aí a Paula pede pra Ana trazer a roupa enquanto a Pantera vestia a calça que a Ana já tinha trazido.
Mariana – a gente tem que esconder ele – se referindo ao garoto.
Paula – que porra que eu faço agora????– ela dizia angustiada e assustada.
Enquanto a campainha não parava de tocar, a Paula veste o vestido e pede pras amigas esconderem o cara no banheiro. Ele tá exatamente entrando no apê, e as amigas fazem isso.
As 3 garotas vão em direção à porta e Paulase decide falar com Gonzalo através dela.
Paula – Gonzalo, o que cê tá fazendo aqui? – ela reclamava – não vou te abrir porque tô aqui com minhas amigas celebrando minha despedida, cê tem que me respeitar – falava com cumplicidade no olhar das amigas – e você tem que estar na sua despedida de solteiro com seus amigos.
Gonzalo – sim, meu amor, mas os caras me deixaram largado bem aqui –
Depois de um tempo, ela decide abrir e o que vê é surpreendente. O Gonzalo tava peladão, todo coberto de ovo e farinha.
Gonzalo – oi, amor, sim, os caras me pregaram essa peça e queria ver se dá pra tomar um banho aqui, depois vou embora – falou com uma falsa inocência.
Entro e cumprimento educadamente enquanto a Paula foi pegar uma toalha no banheiro, bem na hora que o amante dela tá escondido no chuveiro atrás da cortina. Aí ela decide tirar ele pela porta que liga o banheiro ao quarto dela.
Paula – aí está – disse para Gonzalo enquanto o cobria com a toalha para que as amigas dela não pudessem ver ele pelado.
Gonzalo – que sorte que o porteiro me reconheceu e me deixou passar – dizia enquanto se dirigia ao quarto onde agora estava o Pantera.
Mariana – para, vai tomar um banho que eu levo a sua roupa, senão você vai sujar o quarto – e Gonzalo aceitou. Assim ela evitava que o namorado visse o garoto.
Gonzalo foi ao banheiro e começou a tomar banho, enquanto Paula foi deixá-lo e suas amigas tentaram ajudar o Pantera a fugir sem ser visto, mas ele demorou alguns minutos para se vestir. E quando finalmente conseguiu escapar, passando pelo banheiro que estava com a porta aberta, Gonzalo saiu do chuveiro e Paula não pôde fazer nada para impedir que Gonzalo visse o garoto.
E se… bem na hora os dois se olharam enquanto as minas estavam paradas do lado do amante da despedida de solteira da Paula, tentando ajudar pra que a saída dele fosse mais rápida. A Mariana tinha acabado de abrir a porta da saída e a Ana tava levando o chapéu dele.
Era uma cena de novela, a Paula por um lado não queria ser descoberta e sentia que o mundo desabava sobre seus pés. Por outro, as amigas dela que evitaram e ajudaram pra que ela tivesse uma noite incrível na despedida de solteira e tentaram encobrir o que rolou. Também tinha o lado do Pantera, que só veio pra fazer um serviço, e como esquecer o Gonzalo, que teve o orgulho ferido de macho.
Gonzalo – e esse quem é? – perguntou em geral enquanto colocava a toalha.
Mariana – já vou – disse com um sorriso falso.
Gonzalo – ninguém vai sair daqui, fecha a porta – falou como uma ordem, e Ana decidiu obedecer. – de onde você saiu? – agora falava de um jeito bem grosseiro com o Pantera.
Pantera – olha, cara, fica na sua, só me contrataram.
Gonzalo se aproximou dele de forma tensa – te contrataram pra quê?
Pantera – pra um show –
Gonzalo – que tipo de show –
A tensão dava pra sentir em cada canto do lugar.
Pantera – bom, olha, normalmente não inclui sexo, mas tinha muita grana e não pude recusar.
Paula não podia acreditar no que tava ouvindo, tudo ia ser descoberto e ela já tava com os olhos vidrados.
Gonzalo – sexo com quem? –
Mariana – comigo – e justo na hora a Mariana resolve assumir a culpa.
Sem acreditar em nada do que ela disse, Gonzalo vai pro quarto procurar pistas que confirmassem o que Mariana tava falando. Paula segue ele bem atrás, dizendo que ele não ia achar nada numa situação desesperadora pros dois. Gonzalo ignorou as palavras dela e continuou revirando e cheirando os lençóis, enquanto Paula insistia que o único cheiro que ele ia encontrar era o dela, já que era ela quem dormia ali. Mas aí ele encontra a calcinha fio dental que a Paula tinha tirado — ou melhor, que o stripper imponente tinha puxado pra baixo — e ela se desculpou, dizendo que era da Mariana.
Gonzalo, cheio de raiva, vai em direção à Mariana, que diz: "Achei que tinha te perdido", percebendo a desculpa que a amiga deu e se fazendo de cúmplice dela. Mas Gonzalo, num piscar de olhos, levanta a saia do vestido dela e confirma que ela ainda estava usando a tanga, que não só não era dela, como era da Paula — a mesma que ele tinha na mão, deixando fora de qualquer dúvida que Gonzalo era corno horas antes do casamento.
Imediatamente pede que ela se retire, Pantera, o que ele mesmo faz.
Ele se aproxima de Paula, que já não aguentava mais o choro, e diz – você fodeu minha vida antes do nosso casamento, sua filha da puta, juro que não vou casar, ouviu? Não vou casar – enquanto joga a calcinha fio dental na cara dela.
Gonzalo foi ao banheiro pegar a roupa dele e depois pro quarto se vestir.
Paula – Gonzalo, me escuta –
Gonzalo – tô te ouvindo, mas não vou casar – enquanto se vestia.
Paula – era minha despedida de solteira, fiz isso pra me despedir dos caras, juro que nunca mais vou te sacanear – Gonzalo olha surpreso enquanto calça os tênis, já que estava vestido da cintura pra baixo.
Gonzalo – Três anos juntos e logo hoje você resolve se despedir dos caras, sua idiota?
Paula – é a primeira vez, juro que nunca mais – chorando desconsolada enquanto Gonzalo zoa dizendo que ela é patética falando essas palavras com a calcinha fio dental na mão.
Enquanto Gonzalo vestia sua camiseta Nike branca, da mesma marca da calça e do tênis preto, ele mandou umas palavras pras amigas da Paula, que até aquele momento só estavam de espectadoras do que rolou, já que não conseguiam e não sabiam como ajudar a Paula.
Gonzalo – vocês não são santinhas nenhumas, meteram um cara nesta casa pra comer as três.
Ana – para, para que eu...
Gonzalo – você, o quê? – cortou as palavras que Ana ia dizer – com essa buceta toda molhada, não ia se deixar comer? – continuou.
Mariana – você tá indo pra puta que pariu
Gonzalo –
Gonzalo – cê acha que se esse cara não chegasse, ele não comia as três? – e você, Paula, se deu o gosto, deu aquela trepada gostosa, né? – agora vocês, que tiveram a foda interrompida, ficaram todas tesudas, né?
Mariana – você é um sem-vergonha –
Gonzalo – eu sou um sem-vergonha, mas vocês são umas putas – e vai embora.
Mas antes de ir embora, ameaça a Paula que ela vai pagar. E vai embora.
As gurias choraram por meia hora e discutiram sobre quem tinha ou não culpa do que aconteceu, mas a situação foi se acalmando quando a campainha tocou de novo.
E era o Gonzalo, as meninas e principalmente a Paula ficam esperançosas de que ele decidiu perdoá-la e que tudo vai ficar bem. Ela abre a porta e o faz entrar até a sala, onde a amiga dela deixa ele sentar no sofá.
Mariana – bom, a gente vai nessa, deixamos vocês se ajeitarem numa boa.
Ana – tchau – enquanto pegavam as carteiras delas.
Gonzalo – ninguém sai daqui – como uma ordem, o que fez as 3 garotas, surpresas, ficarem paralisadas.
Gonzalo – tive uma ideia, vou tirar a safadeza da Mariana e da Ana, vou comer as duas.
Paula – que???? –
Gonzalo – senão, não caso –
Mariana – mas o que que há com você? Tá bêbada? – ela falou com uma risada nervosa.
Gonzalo – vocês vão ter que se virar –
Ana – eu não tenho que cuidar de nada – ela falou de um jeito desafiador.
Gonzalo – cala a boca – continuou – o único jeito de eu casar é tendo uma despedida de solteiro de verdade, igual à sua, Pau – seguiu – eu também quero me despedir das mulheres pra sempre com as gurias – com uma risada cheia de maldade.
Paula – não faz isso, por favor – implorei com ternura.
Gonzalo – eu como suas amigas e aqui não aconteceu nada, a gente casa feliz e contente. Senão, não caso – disse com toda firmeza – a decisão é de vocês – enquanto se dirigia ao quarto da Paula tirando a camiseta como quem avisa que ia esperar a decisão pelado ali mesmo, ou esperando quem ia ser a primeira a deitar com ele, se a Mariana ou a Ana, ou por que não as duas juntas.
Paula olha com ódio para a Mariana e fala que ela arruinou a vida dela. Enquanto vai em direção à sala de jantar.
Mariana – eu que te estraguei? Bem que você pegou o desconhecido.
Ana – eu sempre falei que essas coisas terminam mal – interrompeu a discussão
Mariana – azar pra vocês que ficaram com tesão e ficaram na vontade – respondeu pra Ana.
Ana – você é uma…
Mariana – uma o quê? – ela disse – por que você não calou a boca antes de se fazer de santinha?
Paula – a Ana tem razão, você sempre teve vontade de dar pro Gonzalo.
Mariana – a sério? Sempre? Tem certeza? – dizia ela, já mais calma – mas se você não casar, não vai ser por minha culpa, você tem um tempinho pra convencer a Anita –
Paula – o que você vai fazer?
Mariana – o que seu marido quer, dá logo amanhã vocês casam e não rolou nada
Paula – Mariana – eu grito – valeu –
Mariana vai até o quarto, onde Gonzalo já estava só de cueca.
Ele senta na beira da cama com um sorriso arrogante, o que faz Mariana fazer uma careta.
Mariana – vamos ver o que você é capaz de fazer?
Gonzalo – hahahaha vai, fica pelada aí
Mariana fecha a porta e tira as botas, depois se despe do vestido, que cai no chão. Senta ao lado de Gonzalo e começam a se beijar. Logo o beijo fica mais apaixonado, com língua e saliva, enquanto ele massageia os peitos dela, tão grandes e durinhos, e começa a beijá-los.
Ele se excita e, com a cueca apertando o pau dele, decide baixá-la e liberar a ferramenta de 24 cm de comprimento, com uma cabeça enorme e vermelha. Pega a cabeça de Mariana e, com um empurrão, leva ela pra chupar a rola. Ela entendeu perfeitamente o que devia fazer. E num piscar de olhos, a cabeça de Mariana subia e descia enquanto chupava o pau do futuro marido da amiga dela.
Mariana, pra ficar mais confortável, decide que é melhor se ajoelhar na frente dele, e quando faz isso, continua chupando, mas também lambe a cabeça do pau do Gonzalo como se fosse um sorvete.
Gonzalo – ahhhh que bom que você chupa, putinha, continua assim, vadia – e ela obedecia.
Mariana – cê gosta, filho da puta, olha que dura que ela tá – enquanto Gonzalo sorria orgulhoso
Depois de um tempo, Mariana decidiu continuar satisfazendo ele com um boobs fuck, a pica do Gonzalo ficava espetacular entre aqueles dois balões. Gonzalo pegou Mariana e levantou ela, colocou as mãos na cintura dela e puxou pra baixo a calcinha fio dental vermelha que ela tava usando pra levar a mina entre ele e a pica. Enquanto puxava ela, abriu as pernas dela e agora, de frente um pro outro, levantou ela em direção a ele pra começar a meter a pica e empurrar pra cravar melhor, a buceta da madrinha de casamento sentia o membro do Gonzalo bem molhadinho. E começou o clássico PLAFF PLAFF PLAFF!!!!!
Mariana – aaaaaaaahhhhhhh ¡!!!!!!!!! ¡Sidale corno!!!!!!-
Gonzalo – hahahaha mmmmmm que bucetão gostoso – enquanto comia ela, chupava os peitos dela
Gonzalo se levantou com ela no colo, inclinou ela um pouco pra trás e começou a meter nela praticamente no ar. Ela se segurava no pescoço dele e ele segurava na cintura dela no vai e vem da metida, numa velocidade máxima.
Mariana – aaaahhhhhhh sim vai, me come, tira essa vontade toda, seu puto
Gonzalo a deita de barriga pra cima e, por cima dela, continua metendo nela. O grito de prazer dos dois ecoava por todo o quarto e apartamento.
Ana e Paula ouviam tudo aquilo. Aí a Ana decide pegar as coisas dela e vazar, a situação já tinha passado do limite, mas bem na porta a Paula consegue interceptar ela.
Paula – cadê você vai? –
Ana – já vou, tá?
Paula – não, você ouviu direito o Gonzalo. Ele disse minhas amigas.
Ana – mas não posso, olha como a gente vai se encarar amanhã enquanto você estiver na frente do padre dizendo sim, sabendo que traiu ele com um desconhecido e ele comeu sua amiga.
Paula – vai, Ana, isso vai ficar aqui.
Além de que não caso se você não aceitar, ele comeu a Mariana.
Paula tentava convencer a amiga dela a fechar o acordo de um jeito suplicante.
Já no quarto, Mariana e Gonzalo tinham trocado de posição, agora ela estava de lado na cama com a perna direita levantada e ele enfiando o pau na buceta dela.
Mariana – ahhhaahhahah como você tá tirando a vontade, hein? E ainda por cima vai comer a santinha da Anaaaahhhhh mmmmm-
Gonzalo – se sempre quis te dar, agora a Ana parece muito mais puta e mais gostosa de foder do que você.
A Mariana fica excitada com essas palavras e se solta do corpo de Gonzalo, levando ele com as mãos agora pra ficar de barriga pra cima. Ela sobe em cima, enfiando a vara de carne e cavalgando em cima dele.
Mariana – aaaaaaahhhahaa aahahahahahahahhahahaahahah mmmmmmmmmmmmm ahahahahah filho da puta – enquanto ele passava a mão na bunda dela com uma mão e com a outra nos peitos
Gonzalo – aahahhahaah toma, toma, sua putinha de merda –
A conversa entre Ana e Paula, através dos gemidos e batidas da cama do quarto, fruto das relações que o futuro marido tinha com a futura madrinha de casamento.
Paula – por favor, Ana, não tem mais jeito, preciso que você me ajude. Por favor – ela falava com vergonha.
Em poucos minutos, Ana caiu em si e aceitou, só faltava a vez dela.
Mariana tava de bruços na cama com a bunda empinada, aquela buceta gostosa grande e redonda com os glúteos duros e torneados. Enquanto ele separava com as mãos o cu dela, já que ele ia se abaixando com a pica apontando pra esse destino. Aí, quando tava começando a penetração pra ser mais certeira, ele pega com a mão direita o pau e começa a meter devagar até que começa a trepada de novo.
Mariana – aaaaahhahahahahahahah filho da puta, vai me arrebentar, hein, tá se dando com todos os gostos, é? hahahaajajajaaaaaaaaaaahhhhh- falava e ria, gozando enquanto era penetrada no cu
Gonzalo – claro, com tudo eu me dou os meus prazeres. Aahhahahahahahahahahah-
Mariana– vai, dale promíscua, vaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Gonzalo – vou gozar –
Mariana – dentro, né –
Então o Gonzalo tira a pistola do cu e começa a bater uma punheta na bochecha direita da bunda da Mariana. Até que jorra toda a porra nela.
Em poucos minutos, se prepararam pra dar uma limpada nos corpos, já que a função tinha acabado. Não dava pra saber se era o momento, o tesão, a excitação de realizar uma fantasia ou o quê, mas o corno era quem tava comendo a namorada dele com as amigas, se satisfazendo e sabendo que tinha que voltar à ação na hora. O pau dele já tava dando sinais de que ia subir de novo.
Ele fica deitado de barriga pra cima, batendo uma pra levantar o pau, enquanto a Mariana vestia a calcinha vermelha e o vestido.
Gonzalo – a próxima!!!!!! – gritei
Mariana riu, pegou seus tacos e, com o vestido ainda no corpo, saiu do quarto.
Mariana sai toda suada e senta do lado delas, que ouviram tudo no sofá.
Ele olha para Ana e diz: “é sua vez”.
Ana – em um minuto eu finalizo isso –
Ana entra no quarto e vê que o pau do Gonzalo já tava meia-bomba, o que, sem falar nada, ela olha melhor, ou melhor, pros dois.
Gonzalo – fala Anita, me ajuda aí? Se tá babando, não sei se é por essa aqui ou pela que você queria comer, mas essa pica não pode ser desperdiçada, se não pergunta pra sua amiguinha – ele disse, se referindo a tudo, mas especialmente ao pau dele.
Ana, sem dizer uma palavra, se vira, tira os saltos e o vestido como se fosse uma camiseta, para depois tirar o sutiã e jogá-lo no pau do Gonzalo, junto com a calcinha dela.
Em seguida, sobe na cama e pega no pau do Gonzalo e começa a bater uma pra ele. Com a aceitação do cara, decide fazer um 69.
Paula – e aí? – pergunta pra Mariana, as duas sentadas no sofá.
Mariana – e daí? O que você quer que eu te diga, que transei gostoso com seu namorado?.. desculpa, marido. Já foi, a gente perdeu o controle, mas pronto, amanhã vocês casam e acabou – ela responde.
As duas se abraçam, deixando as tretas no passado e esperando a saída da amiga delas.
A qual já tinha conseguido que o pinto do Gonzalo ficasse duro de novo enquanto ela chupava ele e chupavam a buceta dela. Começaram a se ouvir os gemidos dos dois.
Gonzalo – aaahhhhh mmmmm que buceta gostosa
Ana – eu falo o mesmo pra você, sua puta – disse com a pica na boca
Seguiram por um bom tempo até que Ana decidiu ficar na posição de putinha pra que Gonzalo começasse a meter nela, o que Gonzalo fez agarrando ela pela cintura, olhando pra porta e empurrando pra enfiar o pau naquela buceta que a língua dele já tinha provado.
Ana – aaaaaahhhhhhhh sim, vai fundo, seu filho da puta, me come como uma gostosa – pedia a garota enquanto a cama rangia com os movimentos.
Gonzalo - saber que suas amigas do outro lado estão falando e uma eu acabei de comer e a outra é a fuck you sempre e é minha namorada kkkkkkkkkkkk
E assim era a Paula, pra se distrair, mostrava no celular dela pra amiga onde iam passar a lua de mel, e a amiga aprovava tudo com admiração. Enquanto isso, lá de trás, ouviam os gritos de prazer da Ana com o Gonzalo.
Agora o Gonzalo tava deitado de barriga pra cima sendo cavalgado pela Ana. Ela mexia a buceta com o pau dentro pra trás e pra frente e de cima pra baixo de costas pra ele, que aproveitou pra enfiar um dedo no cu dela, dando a entender como essa foda ia se completar.
Ana – aaahahahahahahahahahahahssissisisisissisisisisisisi ahhhhhh aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh a buceta da sua mãe aahahahahahahahahaha- ela dizia enquanto esfregava os peitos e beliscava os mamilos.
Mariana e Paula ouviam o que tava rolando naquele quarto.
Agora a Ana tava por cima do Gonzalo de frente e ele chupava os peitos dela enquanto continuava metendo.
Gonzalo levanta ela e a leva até a porta, continuando a meter a lenha sem parar, batendo os corpos nela.
Ana – filho da puta aahahhaahahahahahahahahahahahah
Gonzalo – você gosta? –
Ana – sim, adoro
Depois de um bom tempo, coloca ela contra a janela que tava aberta por causa do calorão de Buenos Aires no verão.
Gonzalo – agora é a vez do bum –
Ana – bom, vai lá.
E com a cabeça de Ana se destacando, enquanto ele, com um dedo, lubrifica o cu dela, continua trabalhando até que, finalmente, o momento chega.
Ana – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHMMMMMMMMMM HHAHAHAHAHAHAHAHA- grita Ana pela janela, por sorte os vizinhos do lado, de baixo e de cima estão de férias, mas mesmo estando no quarto andar, aquele gemido tão gostoso foi ouvido até na rua, e quem passava olhava pra ver de onde vinha. Não tinha muita gente, só quem tava saindo de uma balada ou voltando, já que eram 3h30 da manhã.
Gonzalo joga Ana na cama e continua rasgando a bunda dela por cima por um bom tempo.
Ana- ahahahahah amanhã vou ter que ficar de pé no casamento – os dois riem – bom, não é pra tanto, já fizeram isso comigo – ela disse.
Depois, Gonzalo decide foder ela de novo pela buceta, e a posição é ele por cima na cama, metendo e dando pra Ana, que tá arranhando ele um pouco e depois apertando as nádegas dele.
Pra terminar, Ana bate uma pra ele e, enquanto faz isso, ela mesma se masturba e abre a boca pra receber uma cachoeira de porra.
Gonzalo – aaaaaaaaah toma leitinhoooahahah mmmm toma –
Depois vão pro banheiro, se limpam e tiram o suor pra sair do quarto.
Ana e Gonzalo saem do quarto já vestidos, Gonzalo dá um beijo apaixonado na Paula e falam que estão à mão e vão embora.
Depois de meia hora conversando e deixando tudo esclarecido, Ana e Mariana se despedem, já deixando acertado o negócio da boda.
Depois Paula arruma a casa e vai dormir, pensando que tipo de casamento e vida as espera com Gonzalo.
FIM
Desculpe, não posso realizar essa tradução.versão(relato pornô)
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Era sábado à noite e a Paula tava comemorando a despedida de solteira no apê dela junto com as amigas Mariana e Ana. Depois de comer num bar, as três gostosas estavam vestidas pra matar, claramente podiam ser modelos da Playboy.
Paula no dia seguinte se casava com o Gonzalo, o namorado dela de sempre, um cara normal, advogado com um papo muito bom, barba feita na perfeição, mas era aquele típico pilantra que sempre se mantém bem em todos os aspectos.
Era verão, então as 3 estavam de vestido: Paula com um branco bem curtinho, Mariana com um preto de babados e Ana com um vermelho bem colado no corpo, na altura do joelho.
As 3 tomavam champanhe e caíam na gargalhada no sofá.
Ana – sua última noite de solteira – enquanto brindavam
Mariana – A partir de amanhã você deixa de ser uma pessoa livre.
Paula – Finalmente, eu confesso que vivi o suficiente pra perder minha liberdade.
As 3 continuam rindo – de agora em diante sou de um homem só – continuou Paula.
A partir de agora não, a partir de amanhã — concluiu Mariana.
Bom, não importa, nenhum outro homem vai entrar que seja meu homem.
Bom, seu homem agora deve estar se despedindo rodeado de putas — disse Mariana sem anestesia.
Não é assim—Paula se defendeu.
Bom, não sei se não é assim – participa Ana – com alguma gatinha ele deve estar.
Mas se ela saiu com os amigos dela.
Mas tu não sabe como são as despedidas de solteiro dos caras? – perguntou Ana
Bom, não tô nem aí, porque ele não vai me foder – disse Paula com determinação
Mariana – não seria te sacanear, porque se ele decidiu se despedir das gostosas hoje à noite é porque te ama. E não vai te sacanear nunca mais.
Paula – vocês querem acabar com minha despedida de solteira?
A – não, muito pelo contrário.
Mariana se levanta e vai até onde a Paula está e tapa os olhos dela. Nessa hora, a Ana apaga as luzes e começa a piscar luzes vermelhas pela sala do apartamento.
Ana abre a porta e aparece o Pantera (um stripper contratado pela Mariana).
Com passos entrecortados, o Pantera se afasta na frente da Paula, que ainda tinha os olhos tapados. O Pantera, junto com o Anacorre, junta a mesinha de centro e começa a tocar uma música típica (era "Shakin' Hands" do Nickelback) de quem presta esses serviços.
O stripper era um cara de uns 28 anos, careca, com cara bonita e alto, com um corpo fibroso e os músculos enormes bem definidos. Pra esse show, ele se vestiu com um chapéu, junto com um terno preto e camisa branca. Colocou o chapéu na cabeça da Paula, que tava sentada com as amigas no sofá, e o show já tinha começado.
Com movimentos sexy, o cavalheiro tirou o paletó e, contra a parede, de baixo pra cima, descia e subia o corpo. Chegou perto da Paula e deu um beijo na boca dela, o que causou gritos e aplausos de todas. Isso o provocava ainda mais com sua rebolada. Desabotoou a camisa enquanto se tocava nos peitorais, deixando as minas excitadas. Virou de costas, deixando a camisa cair.
Ela se vira e enfia a mão por dentro da calça, tocando o próprio pau. Depois, senta em cima da Paula e leva as mãos dela para tocarem a bunda dela, enquanto a outra garota aproveita pra passar a mão nas costas e nos peitos dela. Levanta a Paula do sofá e dá um tapa na raba dela, vira de costas pra ela e leva as mãos dela agora pro corpo dela, fazendo com que ela desça até o pau, e a futura esposa aproveita pra tocar e conferir que aquela ferramenta era algo bem interessante de tamanho. Enquanto ela toca, as garotas ajudam a apalpar aquele corpo do caralho. Pantera, sem perder o foco, começa a tirar o cinto e dança uns passos com cada uma delas. Elas sentam, e Pantera começa a baixar a calça, deixando à vista a bunda musculosa da bela cliente. Levanta a Paula de novo e pega a mão direita dela, colocando sobre as bolas dela, e beija ela apaixonadamente. Ela senta, e ele, agora na frente dela e das amigas, termina de se despir, arrancando a cueca.
As garotas ficam impressionadas ao ver aquela pica enorme dura, tinha uns 26 cm, branca e cheia de veias, além de grossa. Ele a deixa à mercê das garotas, que tocam e masturbam. Pantera decide pegar Paula pela cabeça e levantá-la para sussurrar algo no ouvido dela, uma proposta que é aceita por ela.
Paula olha pras amigas com um sorriso safado e cúmplice, pega na mão do garoto e os dois vão pro quarto da futura mulher casada. As amigas dela não acreditavam, mas tavam apoiando.
Já no quarto dela, pintado de branco com piso de tacos e uma cama de casal e meio também com lençóis brancos, eles se jogam e começam a se beijar com paixão. Enquanto se beijam, o cara puxa o vestido dela pra baixo, deixando ela de barriga pra cima na cama. Tira o vestido e joga de lado, na sequência arranca a calcinha fio dental branca dela também, abre as pernas dela e mergulha na buceta dela, começando a chupar gostoso.
Fazia como um profissional, metia a língua como se estivesse penetrando ela com ela. E Paula aceitava, afundando a cabeça dele com as mãos na buceta depilada dela.
Paula – ahhhh ahhhh aggggg sim, papito, assim mesmo, buceta – começava com seus primeiros gemidos
Pantera – você gosta de putaria – ele falava de um jeito bem sensual
Paula – se me encanta –
Pantera se levanta na cama e se inclina sobre os peitos dela, pega eles e começa a fazer uma espanholada nela. Depois, se coloca nos pés da cama, e Paula vai até ela de quatro. Pantera agarra a cabeça dela e leva direto pro pau.
Paula abre a boca e enfia ele pra dentro, começa a chupar a rola dele. Ela balança a cabeça rapidinho, ajudada pelo movimento da bacia do cara, por uns 5 minutos. Pantera senta na cama e Paula continua chupando. Agora não só chupa, mesmo sem conseguir meter inteiro, mas de um jeito mais safado, lambendo aquele tronco de carne enquanto ele, com a mão direita, bate uma punheta nela com os dedos.
Pantera – aaaaahhhh isso garota, isso
Paula – mmmmmmua ggggg mmmmm-
Pantera pega a cabeça da namorada de novo e enfia ela no pau dele.
Paula – ggggggguaaadd gggggauaaggg – depois tirava da boca e passava a língua de baixo pra cima e voltava a meter.
Pantera – sua puta, continua assim que eu sei que você adora – e assim seguiu por 10 minutos.
Agora a Pantera virou a Paula de ponta-cabeça, com a raba na cara dela e mais pro meio da cama, e se ajoelhou por cima dela, começando a comer ela de quatro. Os gemidos aumentaram, ficando mais fortes e intensos.
O mete e tira do Pantera abre a buceta dela, enquanto a foda já tava muito mais forte e o Pantera batia a raba da Paula, e puxava o cabelo dela pra sentir melhor a estocada, enquanto se ouvia os ovos batendo no corpo dela.
Plaffs plaffs plaffs... plaffs plaffs plaffs ecoavam repetidamente no quarto, misturados aos gritos de prazer da Paula e aos gemidos de satisfação do Pantera.
Paula – aaaaaahaaahahahahaahhahahaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh sim, minha vidaaaaa!!!!!!!!! Mais, me dá mais!!!!!!!!!
De repente ela decide mudar de posição, Paula deitada de barriga pra cima com as pernas no ombro do cara enquanto ele enfiava a pica nela e com uma mão pegava na teta e beliscava o bico, com a outra mão enfiava os dedos na boca dela, e ela chupava tudo.
Ele coloca ela de quatro de novo e fala no ouvido dela – vou meter no teu cu –
Paula corada – vai, arrebenta minha buceta –
Pantera primeiro enfia o dedo, depois molha ele com saliva e cospe no cu da Paula, assim lubrificando a bunda dela, com um dedo, depois dois e até chegar a quatro.
Paula – ahaahahahahah mmmmm siiiiii –
Pantera se posiciona e começa a meter a pica dentro da Paula.
Paula- aaaaaaaaaaahhhhh devagar, bichaaaaaaahhhh-
Pantera – shhh, só goza, que lá vem 1 – enquanto continuava metendo – dois – já tinha a metade pra dentro – iiiiiiiiiii 3 – completa
Paula –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!
E aí começou de novo no vai e vem
Paula pedia pra ele arrebentar a buceta dela até começar a gozar. Depois de uns segundos, Pantera tirou a pica e começou a bater uma, enquanto Paula voltava pra posição de barriga pra cima.
Pantera se levanta na cama e vai até a cabeça dela, um pé de cada lado. Pega o pau dele, apontando a buceta pra baixo, bem na boca dela, que já tava aberta enquanto ela se masturbava também. E começou a gozar, uma cachoeira branca caindo na boca e nos peitos da Paula.
Com a toalha molhada, Paula se enxuga e termina deitada com o Pantera, se cobrindo com um lençol fino. Desde que o Pantera chegou até aquele momento, passou uma hora.
Pantera e Paula ficaram exaustas depois da foda, mas bem na hora tocou a campainha, que só Mariana e Ana ouviram.
Elas vão correndo até a porta e Mariana pergunta quem é. Do outro lado, respondem com "sou eu", a voz é reconhecida na hora pelas garotas. É a voz do Gonzalo.
Mariana – vai falar pra Paula – palavras ditas baixinho pra Ana.
Ana – ok- enquanto ia pro quarto.
Gonzalo – oi Mariana, é você?
Mariana – quem é ela?
Gonzalo – sou eu, Gonzalo, abre a porta pra mim, por favor?
Mariana – me espera aí que vou pegar a chave
Ana foi pro quarto da Paula e ela tava deitada pelada junto com a Pantera, cobertos com um lençol branco.
Ana – Paula, o Gonzalo tá aí fora.
Paula – o quê??????? – e pula da cama assustada.
Ana – se tá fora, não entrou-
Paula – acorda, acorda!!! Não tá ouvindo que meu namorado chegou, você tem que vazar – Pantera falava pra ela. Enquanto isso, ele se levantava da cama.
Ana – mas pra onde ela vai fugir se o Gonzalo tá na porta
Justo aparece a Mariana dizendo que o Gonzalo tá apressado esperando abrirem pra ele, aí a Paula pede pra Ana trazer a roupa enquanto a Pantera vestia a calça que a Ana já tinha trazido.
Mariana – a gente tem que esconder ele – se referindo ao garoto.
Paula – que porra que eu faço agora????– ela dizia angustiada e assustada.
Enquanto a campainha não parava de tocar, a Paula veste o vestido e pede pras amigas esconderem o cara no banheiro. Ele tá exatamente entrando no apê, e as amigas fazem isso.
As 3 garotas vão em direção à porta e Paulase decide falar com Gonzalo através dela.
Paula – Gonzalo, o que cê tá fazendo aqui? – ela reclamava – não vou te abrir porque tô aqui com minhas amigas celebrando minha despedida, cê tem que me respeitar – falava com cumplicidade no olhar das amigas – e você tem que estar na sua despedida de solteiro com seus amigos.
Gonzalo – sim, meu amor, mas os caras me deixaram largado bem aqui –
Depois de um tempo, ela decide abrir e o que vê é surpreendente. O Gonzalo tava peladão, todo coberto de ovo e farinha.
Gonzalo – oi, amor, sim, os caras me pregaram essa peça e queria ver se dá pra tomar um banho aqui, depois vou embora – falou com uma falsa inocência.
Entro e cumprimento educadamente enquanto a Paula foi pegar uma toalha no banheiro, bem na hora que o amante dela tá escondido no chuveiro atrás da cortina. Aí ela decide tirar ele pela porta que liga o banheiro ao quarto dela.
Paula – aí está – disse para Gonzalo enquanto o cobria com a toalha para que as amigas dela não pudessem ver ele pelado.
Gonzalo – que sorte que o porteiro me reconheceu e me deixou passar – dizia enquanto se dirigia ao quarto onde agora estava o Pantera.
Mariana – para, vai tomar um banho que eu levo a sua roupa, senão você vai sujar o quarto – e Gonzalo aceitou. Assim ela evitava que o namorado visse o garoto.
Gonzalo foi ao banheiro e começou a tomar banho, enquanto Paula foi deixá-lo e suas amigas tentaram ajudar o Pantera a fugir sem ser visto, mas ele demorou alguns minutos para se vestir. E quando finalmente conseguiu escapar, passando pelo banheiro que estava com a porta aberta, Gonzalo saiu do chuveiro e Paula não pôde fazer nada para impedir que Gonzalo visse o garoto.
E se… bem na hora os dois se olharam enquanto as minas estavam paradas do lado do amante da despedida de solteira da Paula, tentando ajudar pra que a saída dele fosse mais rápida. A Mariana tinha acabado de abrir a porta da saída e a Ana tava levando o chapéu dele.
Era uma cena de novela, a Paula por um lado não queria ser descoberta e sentia que o mundo desabava sobre seus pés. Por outro, as amigas dela que evitaram e ajudaram pra que ela tivesse uma noite incrível na despedida de solteira e tentaram encobrir o que rolou. Também tinha o lado do Pantera, que só veio pra fazer um serviço, e como esquecer o Gonzalo, que teve o orgulho ferido de macho.
Gonzalo – e esse quem é? – perguntou em geral enquanto colocava a toalha.
Mariana – já vou – disse com um sorriso falso.
Gonzalo – ninguém vai sair daqui, fecha a porta – falou como uma ordem, e Ana decidiu obedecer. – de onde você saiu? – agora falava de um jeito bem grosseiro com o Pantera.
Pantera – olha, cara, fica na sua, só me contrataram.
Gonzalo se aproximou dele de forma tensa – te contrataram pra quê?
Pantera – pra um show –
Gonzalo – que tipo de show –
A tensão dava pra sentir em cada canto do lugar.
Pantera – bom, olha, normalmente não inclui sexo, mas tinha muita grana e não pude recusar.
Paula não podia acreditar no que tava ouvindo, tudo ia ser descoberto e ela já tava com os olhos vidrados.
Gonzalo – sexo com quem? –
Mariana – comigo – e justo na hora a Mariana resolve assumir a culpa.
Sem acreditar em nada do que ela disse, Gonzalo vai pro quarto procurar pistas que confirmassem o que Mariana tava falando. Paula segue ele bem atrás, dizendo que ele não ia achar nada numa situação desesperadora pros dois. Gonzalo ignorou as palavras dela e continuou revirando e cheirando os lençóis, enquanto Paula insistia que o único cheiro que ele ia encontrar era o dela, já que era ela quem dormia ali. Mas aí ele encontra a calcinha fio dental que a Paula tinha tirado — ou melhor, que o stripper imponente tinha puxado pra baixo — e ela se desculpou, dizendo que era da Mariana.
Gonzalo, cheio de raiva, vai em direção à Mariana, que diz: "Achei que tinha te perdido", percebendo a desculpa que a amiga deu e se fazendo de cúmplice dela. Mas Gonzalo, num piscar de olhos, levanta a saia do vestido dela e confirma que ela ainda estava usando a tanga, que não só não era dela, como era da Paula — a mesma que ele tinha na mão, deixando fora de qualquer dúvida que Gonzalo era corno horas antes do casamento.
Imediatamente pede que ela se retire, Pantera, o que ele mesmo faz.
Ele se aproxima de Paula, que já não aguentava mais o choro, e diz – você fodeu minha vida antes do nosso casamento, sua filha da puta, juro que não vou casar, ouviu? Não vou casar – enquanto joga a calcinha fio dental na cara dela.
Gonzalo foi ao banheiro pegar a roupa dele e depois pro quarto se vestir.
Paula – Gonzalo, me escuta –
Gonzalo – tô te ouvindo, mas não vou casar – enquanto se vestia.
Paula – era minha despedida de solteira, fiz isso pra me despedir dos caras, juro que nunca mais vou te sacanear – Gonzalo olha surpreso enquanto calça os tênis, já que estava vestido da cintura pra baixo.
Gonzalo – Três anos juntos e logo hoje você resolve se despedir dos caras, sua idiota?
Paula – é a primeira vez, juro que nunca mais – chorando desconsolada enquanto Gonzalo zoa dizendo que ela é patética falando essas palavras com a calcinha fio dental na mão.
Enquanto Gonzalo vestia sua camiseta Nike branca, da mesma marca da calça e do tênis preto, ele mandou umas palavras pras amigas da Paula, que até aquele momento só estavam de espectadoras do que rolou, já que não conseguiam e não sabiam como ajudar a Paula.
Gonzalo – vocês não são santinhas nenhumas, meteram um cara nesta casa pra comer as três.
Ana – para, para que eu...
Gonzalo – você, o quê? – cortou as palavras que Ana ia dizer – com essa buceta toda molhada, não ia se deixar comer? – continuou.
Mariana – você tá indo pra puta que pariu
Gonzalo –
Gonzalo – cê acha que se esse cara não chegasse, ele não comia as três? – e você, Paula, se deu o gosto, deu aquela trepada gostosa, né? – agora vocês, que tiveram a foda interrompida, ficaram todas tesudas, né?
Mariana – você é um sem-vergonha –
Gonzalo – eu sou um sem-vergonha, mas vocês são umas putas – e vai embora.
Mas antes de ir embora, ameaça a Paula que ela vai pagar. E vai embora.
As gurias choraram por meia hora e discutiram sobre quem tinha ou não culpa do que aconteceu, mas a situação foi se acalmando quando a campainha tocou de novo.
E era o Gonzalo, as meninas e principalmente a Paula ficam esperançosas de que ele decidiu perdoá-la e que tudo vai ficar bem. Ela abre a porta e o faz entrar até a sala, onde a amiga dela deixa ele sentar no sofá.
Mariana – bom, a gente vai nessa, deixamos vocês se ajeitarem numa boa.
Ana – tchau – enquanto pegavam as carteiras delas.
Gonzalo – ninguém sai daqui – como uma ordem, o que fez as 3 garotas, surpresas, ficarem paralisadas.
Gonzalo – tive uma ideia, vou tirar a safadeza da Mariana e da Ana, vou comer as duas.
Paula – que???? –
Gonzalo – senão, não caso –
Mariana – mas o que que há com você? Tá bêbada? – ela falou com uma risada nervosa.
Gonzalo – vocês vão ter que se virar –
Ana – eu não tenho que cuidar de nada – ela falou de um jeito desafiador.
Gonzalo – cala a boca – continuou – o único jeito de eu casar é tendo uma despedida de solteiro de verdade, igual à sua, Pau – seguiu – eu também quero me despedir das mulheres pra sempre com as gurias – com uma risada cheia de maldade.
Paula – não faz isso, por favor – implorei com ternura.
Gonzalo – eu como suas amigas e aqui não aconteceu nada, a gente casa feliz e contente. Senão, não caso – disse com toda firmeza – a decisão é de vocês – enquanto se dirigia ao quarto da Paula tirando a camiseta como quem avisa que ia esperar a decisão pelado ali mesmo, ou esperando quem ia ser a primeira a deitar com ele, se a Mariana ou a Ana, ou por que não as duas juntas.
Paula olha com ódio para a Mariana e fala que ela arruinou a vida dela. Enquanto vai em direção à sala de jantar.
Mariana – eu que te estraguei? Bem que você pegou o desconhecido.
Ana – eu sempre falei que essas coisas terminam mal – interrompeu a discussão
Mariana – azar pra vocês que ficaram com tesão e ficaram na vontade – respondeu pra Ana.
Ana – você é uma…
Mariana – uma o quê? – ela disse – por que você não calou a boca antes de se fazer de santinha?
Paula – a Ana tem razão, você sempre teve vontade de dar pro Gonzalo.
Mariana – a sério? Sempre? Tem certeza? – dizia ela, já mais calma – mas se você não casar, não vai ser por minha culpa, você tem um tempinho pra convencer a Anita –
Paula – o que você vai fazer?
Mariana – o que seu marido quer, dá logo amanhã vocês casam e não rolou nada
Paula – Mariana – eu grito – valeu –
Mariana vai até o quarto, onde Gonzalo já estava só de cueca.
Ele senta na beira da cama com um sorriso arrogante, o que faz Mariana fazer uma careta.
Mariana – vamos ver o que você é capaz de fazer?
Gonzalo – hahahaha vai, fica pelada aí
Mariana fecha a porta e tira as botas, depois se despe do vestido, que cai no chão. Senta ao lado de Gonzalo e começam a se beijar. Logo o beijo fica mais apaixonado, com língua e saliva, enquanto ele massageia os peitos dela, tão grandes e durinhos, e começa a beijá-los.
Ele se excita e, com a cueca apertando o pau dele, decide baixá-la e liberar a ferramenta de 24 cm de comprimento, com uma cabeça enorme e vermelha. Pega a cabeça de Mariana e, com um empurrão, leva ela pra chupar a rola. Ela entendeu perfeitamente o que devia fazer. E num piscar de olhos, a cabeça de Mariana subia e descia enquanto chupava o pau do futuro marido da amiga dela.
Mariana, pra ficar mais confortável, decide que é melhor se ajoelhar na frente dele, e quando faz isso, continua chupando, mas também lambe a cabeça do pau do Gonzalo como se fosse um sorvete.
Gonzalo – ahhhh que bom que você chupa, putinha, continua assim, vadia – e ela obedecia.
Mariana – cê gosta, filho da puta, olha que dura que ela tá – enquanto Gonzalo sorria orgulhoso
Depois de um tempo, Mariana decidiu continuar satisfazendo ele com um boobs fuck, a pica do Gonzalo ficava espetacular entre aqueles dois balões. Gonzalo pegou Mariana e levantou ela, colocou as mãos na cintura dela e puxou pra baixo a calcinha fio dental vermelha que ela tava usando pra levar a mina entre ele e a pica. Enquanto puxava ela, abriu as pernas dela e agora, de frente um pro outro, levantou ela em direção a ele pra começar a meter a pica e empurrar pra cravar melhor, a buceta da madrinha de casamento sentia o membro do Gonzalo bem molhadinho. E começou o clássico PLAFF PLAFF PLAFF!!!!!
Mariana – aaaaaaaahhhhhhh ¡!!!!!!!!! ¡Sidale corno!!!!!!-
Gonzalo – hahahaha mmmmmm que bucetão gostoso – enquanto comia ela, chupava os peitos dela
Gonzalo se levantou com ela no colo, inclinou ela um pouco pra trás e começou a meter nela praticamente no ar. Ela se segurava no pescoço dele e ele segurava na cintura dela no vai e vem da metida, numa velocidade máxima.
Mariana – aaaahhhhhhh sim vai, me come, tira essa vontade toda, seu puto
Gonzalo a deita de barriga pra cima e, por cima dela, continua metendo nela. O grito de prazer dos dois ecoava por todo o quarto e apartamento.
Ana e Paula ouviam tudo aquilo. Aí a Ana decide pegar as coisas dela e vazar, a situação já tinha passado do limite, mas bem na porta a Paula consegue interceptar ela.
Paula – cadê você vai? –
Ana – já vou, tá?
Paula – não, você ouviu direito o Gonzalo. Ele disse minhas amigas.
Ana – mas não posso, olha como a gente vai se encarar amanhã enquanto você estiver na frente do padre dizendo sim, sabendo que traiu ele com um desconhecido e ele comeu sua amiga.
Paula – vai, Ana, isso vai ficar aqui.
Além de que não caso se você não aceitar, ele comeu a Mariana.
Paula tentava convencer a amiga dela a fechar o acordo de um jeito suplicante.
Já no quarto, Mariana e Gonzalo tinham trocado de posição, agora ela estava de lado na cama com a perna direita levantada e ele enfiando o pau na buceta dela.
Mariana – ahhhaahhahah como você tá tirando a vontade, hein? E ainda por cima vai comer a santinha da Anaaaahhhhh mmmmm-
Gonzalo – se sempre quis te dar, agora a Ana parece muito mais puta e mais gostosa de foder do que você.
A Mariana fica excitada com essas palavras e se solta do corpo de Gonzalo, levando ele com as mãos agora pra ficar de barriga pra cima. Ela sobe em cima, enfiando a vara de carne e cavalgando em cima dele.
Mariana – aaaaaaahhhahaa aahahahahahahahhahahaahahah mmmmmmmmmmmmm ahahahahah filho da puta – enquanto ele passava a mão na bunda dela com uma mão e com a outra nos peitos
Gonzalo – aahahhahaah toma, toma, sua putinha de merda –
A conversa entre Ana e Paula, através dos gemidos e batidas da cama do quarto, fruto das relações que o futuro marido tinha com a futura madrinha de casamento.
Paula – por favor, Ana, não tem mais jeito, preciso que você me ajude. Por favor – ela falava com vergonha.
Em poucos minutos, Ana caiu em si e aceitou, só faltava a vez dela.
Mariana tava de bruços na cama com a bunda empinada, aquela buceta gostosa grande e redonda com os glúteos duros e torneados. Enquanto ele separava com as mãos o cu dela, já que ele ia se abaixando com a pica apontando pra esse destino. Aí, quando tava começando a penetração pra ser mais certeira, ele pega com a mão direita o pau e começa a meter devagar até que começa a trepada de novo.
Mariana – aaaaahhahahahahahahah filho da puta, vai me arrebentar, hein, tá se dando com todos os gostos, é? hahahaajajajaaaaaaaaaaahhhhh- falava e ria, gozando enquanto era penetrada no cu
Gonzalo – claro, com tudo eu me dou os meus prazeres. Aahhahahahahahahahahah-
Mariana– vai, dale promíscua, vaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Gonzalo – vou gozar –
Mariana – dentro, né –
Então o Gonzalo tira a pistola do cu e começa a bater uma punheta na bochecha direita da bunda da Mariana. Até que jorra toda a porra nela.
Em poucos minutos, se prepararam pra dar uma limpada nos corpos, já que a função tinha acabado. Não dava pra saber se era o momento, o tesão, a excitação de realizar uma fantasia ou o quê, mas o corno era quem tava comendo a namorada dele com as amigas, se satisfazendo e sabendo que tinha que voltar à ação na hora. O pau dele já tava dando sinais de que ia subir de novo.
Ele fica deitado de barriga pra cima, batendo uma pra levantar o pau, enquanto a Mariana vestia a calcinha vermelha e o vestido.
Gonzalo – a próxima!!!!!! – gritei
Mariana riu, pegou seus tacos e, com o vestido ainda no corpo, saiu do quarto.
Mariana sai toda suada e senta do lado delas, que ouviram tudo no sofá.
Ele olha para Ana e diz: “é sua vez”.
Ana – em um minuto eu finalizo isso –
Ana entra no quarto e vê que o pau do Gonzalo já tava meia-bomba, o que, sem falar nada, ela olha melhor, ou melhor, pros dois.
Gonzalo – fala Anita, me ajuda aí? Se tá babando, não sei se é por essa aqui ou pela que você queria comer, mas essa pica não pode ser desperdiçada, se não pergunta pra sua amiguinha – ele disse, se referindo a tudo, mas especialmente ao pau dele.
Ana, sem dizer uma palavra, se vira, tira os saltos e o vestido como se fosse uma camiseta, para depois tirar o sutiã e jogá-lo no pau do Gonzalo, junto com a calcinha dela.
Em seguida, sobe na cama e pega no pau do Gonzalo e começa a bater uma pra ele. Com a aceitação do cara, decide fazer um 69.
Paula – e aí? – pergunta pra Mariana, as duas sentadas no sofá.
Mariana – e daí? O que você quer que eu te diga, que transei gostoso com seu namorado?.. desculpa, marido. Já foi, a gente perdeu o controle, mas pronto, amanhã vocês casam e acabou – ela responde.
As duas se abraçam, deixando as tretas no passado e esperando a saída da amiga delas.
A qual já tinha conseguido que o pinto do Gonzalo ficasse duro de novo enquanto ela chupava ele e chupavam a buceta dela. Começaram a se ouvir os gemidos dos dois.
Gonzalo – aaahhhhh mmmmm que buceta gostosa
Ana – eu falo o mesmo pra você, sua puta – disse com a pica na boca
Seguiram por um bom tempo até que Ana decidiu ficar na posição de putinha pra que Gonzalo começasse a meter nela, o que Gonzalo fez agarrando ela pela cintura, olhando pra porta e empurrando pra enfiar o pau naquela buceta que a língua dele já tinha provado.
Ana – aaaaaahhhhhhhh sim, vai fundo, seu filho da puta, me come como uma gostosa – pedia a garota enquanto a cama rangia com os movimentos.
Gonzalo - saber que suas amigas do outro lado estão falando e uma eu acabei de comer e a outra é a fuck you sempre e é minha namorada kkkkkkkkkkkk
E assim era a Paula, pra se distrair, mostrava no celular dela pra amiga onde iam passar a lua de mel, e a amiga aprovava tudo com admiração. Enquanto isso, lá de trás, ouviam os gritos de prazer da Ana com o Gonzalo.
Agora o Gonzalo tava deitado de barriga pra cima sendo cavalgado pela Ana. Ela mexia a buceta com o pau dentro pra trás e pra frente e de cima pra baixo de costas pra ele, que aproveitou pra enfiar um dedo no cu dela, dando a entender como essa foda ia se completar.
Ana – aaahahahahahahahahahahahssissisisisissisisisisisisi ahhhhhh aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh a buceta da sua mãe aahahahahahahahahaha- ela dizia enquanto esfregava os peitos e beliscava os mamilos.
Mariana e Paula ouviam o que tava rolando naquele quarto.
Agora a Ana tava por cima do Gonzalo de frente e ele chupava os peitos dela enquanto continuava metendo.
Gonzalo levanta ela e a leva até a porta, continuando a meter a lenha sem parar, batendo os corpos nela.
Ana – filho da puta aahahhaahahahahahahahahahahahah
Gonzalo – você gosta? –
Ana – sim, adoro
Depois de um bom tempo, coloca ela contra a janela que tava aberta por causa do calorão de Buenos Aires no verão.
Gonzalo – agora é a vez do bum –
Ana – bom, vai lá.
E com a cabeça de Ana se destacando, enquanto ele, com um dedo, lubrifica o cu dela, continua trabalhando até que, finalmente, o momento chega.
Ana – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHMMMMMMMMMM HHAHAHAHAHAHAHAHA- grita Ana pela janela, por sorte os vizinhos do lado, de baixo e de cima estão de férias, mas mesmo estando no quarto andar, aquele gemido tão gostoso foi ouvido até na rua, e quem passava olhava pra ver de onde vinha. Não tinha muita gente, só quem tava saindo de uma balada ou voltando, já que eram 3h30 da manhã.
Gonzalo joga Ana na cama e continua rasgando a bunda dela por cima por um bom tempo.
Ana- ahahahahah amanhã vou ter que ficar de pé no casamento – os dois riem – bom, não é pra tanto, já fizeram isso comigo – ela disse.
Depois, Gonzalo decide foder ela de novo pela buceta, e a posição é ele por cima na cama, metendo e dando pra Ana, que tá arranhando ele um pouco e depois apertando as nádegas dele.
Pra terminar, Ana bate uma pra ele e, enquanto faz isso, ela mesma se masturba e abre a boca pra receber uma cachoeira de porra.
Gonzalo – aaaaaaaaah toma leitinhoooahahah mmmm toma –
Depois vão pro banheiro, se limpam e tiram o suor pra sair do quarto.
Ana e Gonzalo saem do quarto já vestidos, Gonzalo dá um beijo apaixonado na Paula e falam que estão à mão e vão embora.
Depois de meia hora conversando e deixando tudo esclarecido, Ana e Mariana se despedem, já deixando acertado o negócio da boda.
Depois Paula arruma a casa e vai dormir, pensando que tipo de casamento e vida as espera com Gonzalo.
FIM
0 comentários - A despedida da gostosa