Marga, minha vizinha gostosa

Como sempre, 100% real. Isso que vou contar aconteceu em 2021. Dezembro, calor insuportável em Buenos Aires. Fui no mercadinho chinês comprar um refrigerante gelado e uns cigarros. No caminho, olhei: duas quadras, um par de bundas lindas. As novinhas de short jeans me deixam muito excitado, ainda mais as que mostram o lado da bunda e saem pra se exibir. Dando voltas no corredor do mercadinho, cruzo com a Marga, minha vizinha da rua de trás. Deve ter uns sessenta anos, um metro e sessenta, gordinha, cabelo curto bem ruivo, é uma figura engraçada e gente boa. Sempre brincamos com duplo sentido, mas sem ser muito pesado, só que eu vinha de ver um par de bundas na rua, meio excitado já, hahaha. No corredor, cruzei com ela. Ela tava de bermuda, alpargata branca e uma malha por baixo, ou um body. Como toda coroa no verão, né. Mas além de eu já vir meio excitado, me chamou a atenção os peitos da veterana. Eram enormes, meio caídos sim, sardentos. Peitos bonitos. "Como vai, guri?" "Tudo bem, Marga, e você?" "Com calor", respondeu. "E você?" "Eu também, e não tenho a sorte de andar que nem você, toda descascada, não gosto de ficar pelado na rua." Ela riu da besteira que eu falei e disse: "Descascada, minha avó falava assim, hahaha! São peitos velhos", ela falou. Não dormi, ela me deu abertura pra continuar falando dos peitos dela. "Velhos? Lindos, eu diria." Foi minha resposta. Ela riu alto, como de costume, mas notei que estufou o peito, gostou do que eu disse. "Ah, obrigada, faz uns vinte anos que não mentem pra mim com um elogio." É a minha chance, pensei. Peguei um refrigerante da geladeira e joguei o comentário no ar, como quem vai pescar: "Não tô mentindo, Marga. Você tá muito gostosa. Desculpa minha sinceridade, mas sempre te olho. Te pegaria fácil." Aí olhei pra ela e notei que ficou de boca aberta. "Tchau, gostosa", falei e beijei a bochecha dela enquanto minha mão pousou no ombro nu dela e acariciei forte, mas com carinho, indicando desejo. "Tchau, guri", ela disse. Me afastei rumo à caixa e noto que ela fica dura no meio do corredor. Lembro que pensei "ou ferrei tudo ou ela gostou". Cheguei em casa bem excitado com a situação, nunca imaginei querer comer uma coroa. Então, como estávamos sozinhos, enchi a buceta da minha mulher de porra. Kkkkk kkkkk. Na semana seguinte, vou na loja de ferragens comprar umas coisas e cruzo com a Marga. Queria ver como ela reagia ao nosso primeiro encontro depois do caso do chinês. "Oi, linda", falei na cara dela. "Oi, coraçãozinho", ela respondeu. Na hora pensei "ela mordeu a isca". "Tudo bem?", ela pergunta. Olhei pros dois lados, dando a entender que ia falar algo cúmplice, entre nós dois. "Olha, Marga, não sei você, mas preciso te falar uma coisa e peço discrição e desculpas, mas tenho que conversar com você, em particular." Nem lenta nem preguiçosa, ela me guiou: "Vem em casa quando quiser, sabe que sou viúva e moro sozinha, sempre disposta a ouvir um amigo." Ela disse. Olhei a hora. "Às três minha mulher vai trabalhar, três e meia eu tô aí." "Fechou, te espero, olhinhos", ela fala. Nos despedimos com um beijinho na bochecha, mas dessa vez apoiei meus lábios molhados na bochecha dela. Ela recebeu bem e acariciou minha mão suavemente. Minha mulher foi embora e logo depois eu tava na porta da casa da coroa. Ela abre a porta e eu entro. Já sabíamos os dois o que ia rolar. Sentei no sofá. Ela foi buscar algo pra beber. Vi ela indo, tava com o sutiã da bikini preto e um short branco que deixava ver a tanguinha da bikini enfiada na bunda. Ela tinha barriga, era gordinha, baixinha e peituda. A bunda meio sem forma e a cintura não dava pra distinguir, apareciam as celulites, não era uma coroa explosiva nem as que vemos nos filmes pornô, mas me deixava com tesão. Era minha primeira vez com uma madura. Ela volta e põe dois copos e uma cerveja na mesa. Senta, cruza as pernas deixando evidente a celulite das coxas. Uma parte da bunda aparecia. "Me conta que problema... —Tem, Esteban, e no que posso te ajudar?
—Olha, Marga, tenho 45 anos, não sou um moleque. Sei o que quero e vou na lata, mas o que eu disser, não quero que você leve a mal nem comente com ninguém, porque minha mulher pode ficar sabendo e não quero problema nenhum.

Ela pegou um copo de cerveja, passou a língua nos lábios tirando um pouco da espuma da bebida. Me olhou.
—Eu tenho 68 — ela disse, e me surpreendeu. Parecia um pouco menos.
—E como tenho 68 e vinte anos de viúva, posso te garantir que absolutamente ninguém fica sabendo quando vou transar, pra quem abro minha buceta ou o que faço e deixo de fazer.

Uma gênia total. Levantei de um pulo do sofá e me sentei no sofá da frente, onde ela estava. Abracei ela e comi a boca dela. Nossas línguas se tocavam, percorremos a boca inteira com a língua, os lábios, os dentes, demos um beijo de língua de cinema. Beijei o pescoço dela e comecei a amassar os peitos dela. Tirei os peitos dela do sutiã, lambi os mamilos dela, que responderam na hora, ficando duros, duríssimos. Ela tinha uns mamilos grandes e escuros, eram os típicos patys. Os peitões lindos tinham estrias por causa da opulência.
—Esteban, faz muito tempo que não como — ela disse.
—Não importa, meu amor — falei. E continuamos nos pegando. Desabotoei o sutiã dela e jogamos no chão. Continuamos nos beijando e minha mão desceu até a buceta dela. Ela desabotoou o short e abaixou, ajudei a tirar. Minha mão passou por cima da calcinha fio dental, apalpei a buceta dela, o grelo, massageei por cima da peça íntima. Senti o calor da boceta dela. A umidade atravessava a calcinha. Me ajoelhei no tapetinho da sala e tirei a calcinha dela. Abri as pernas dela. Direcionei minha boca pra buceta dela, tinha pouquíssimos pelinhos. Encostei meu nariz nos lábios da buceta, zero cheiro. Bem limpinha a velha. Comecei a meter minha língua entre a buceta dela, tava molhadinha, ouvi ela gemer, procurei o Clitóris, eu lambi, chupei, beijei. A Marga se contorcia. "Continua, meu amor, continua." Ela me incentivava. Deixo claro que posso ficar um tempão chupando uma buceta, adoro e dizem que eu faço muito bem. Alternava entre os lábios dela, o clitóris e as coxas. Em um momento, ela se contorce e, meio sentada como estava, arqueia e levanta a pélvis com o prazer que tava sentindo. Minhas mãos vão pra debaixo da bunda dela e eu apalpo muito. Solto um dedo no buraco do cu e enfio. Entrou como se fosse nada. Enfiei dois. A Marga já tava quase gritando. A véia gostava pelo cu. Ela teve o primeiro orgasmo da tarde. Vi um líquido branco, mais grosso que esperma, saindo da boceta dela. Decidi chupar enquanto ela jorrava. Ela apertou minha cabeça com as duas mãos contra o monte de Vênus dela e se contorcia. Quase me afogou, mas eu aguentei. O gozo dela não tinha gosto, então sem problema. Me levanto e tiro a camiseta e o short. Eu tinha saído sem calcinha pra ganhar tempo. Meu pau saltou pra fora. Ela senta no sofá e eu fico de pé. Ela começou a chupar meu pau, a cabeça, o tronco, as bolas. Era uma expert. Me fez gozar em três minutos. Joguei a porra na cara dela e nos peitos. Uma gozada gloriosa. Ela passou no rosto e nos peitos como se fosse um creme cosmético. Me beija na boca. "Viu que puta que eu sou?" Ela fala e vai pro banheiro. Escuto o bidê abrir e depois a pia. Daí a pouco volta, senta do meu lado, os dois pelados, me beija e me abraça. Ficamos um tempão assim. Acendemos uns cigarros e começamos a conversar. Ela me conta que sempre gostou de ser uma puta na cama com o falecido marido, que nunca tinha me olhado com outros olhos até aquele dia no supermercado chinês onde eu paquerei ela, e que chegou em casa e teve que se masturbar porque a buceta tava ardendo. Eu adorava ouvir ela falar tão vulgar, era outra gostosa e não minha vizinha de sempre. "Pensar que te vi nascer e te peguei no colo, te vi dar os primeiros passos e hoje você tá chupando a buceta "me dice. Os olhos dela enchem de lágrimas. "Tava precisando de uma pica, me perdoa, você podia ser meu filho." Calei ela com um beijo de língua. "Não sou, Marga. Sou um homem, tenho pica e você me deixa com muito tesão. Simples. Não complica nem se complica." Ela me abraça forte. Continuamos nos pegando. Fomos pro quarto. Ela me joga na cama, lambe minha pica, as bolas e levanta minhas pernas. Me deu um beijo grego enorme. Essa chupada de cu fez minha pica subir de novo. Fizemos um 69 com ela por cima. Depois nos ajeitamos e ela montou em mim. Ela por cima era uma coisa linda. Aqueles peitões balançando pra todo lado. Eu apertava e chupava eles. "Devagarzinho, bebê", ela dizia a cada movimento, "meus quadris já não aguentam tanto." Depois coloquei ela de quatro e comecei a furar a boceta dela por trás. Apertava aquele rabão gordo com muito prazer. Ela molhou minha pica com a buceta, bem lubrificada, apesar da idade, aquela argola molhava lindo. Abri as nádegas dela. O buraco do cu tava lindo, alguns pelinhos em volta. Enquanto comia ela de quatro, meti o polegar no cu dela, depois o indicador e o médio. "Arrebenta meu cu, filho da puta", ela gritou. Deve ter até o vizinho ouvido. Tirei a pica da buceta e apoiei a cabeça na entrada do cu. Ela, de quatro, abaixou, abriu a bunda com as duas mãos e afastou mais as pernas. Aquele cu engoliu minha pica de uma vez! Dei umas metidas longas enquanto ela se masturbava a boceta. Enchi o cu dela de porra. Gozei como um filho da puta. Minha pica tinha espasmos dentro daquele cu. A puta apertava os músculos da bunda cada vez que minha pica pulsava. Era uma expert com o cu. Quando tirei a pica! Misturou porra com um pouco de merda. Ela olhou, ficou vermelha e correu pro banheiro. Enquanto corria, minha porra escorria do cu dela, caía no chão e descia pelas coxas. "Vem", ela me chama. Vou e entramos no chuveiro. Ela lava minha pica toda com sabão. limpinha deixou ela. E lavou a bunda toda. Ficamos mais um tempão pelados fumando e morrendo de rir. Mulher muito boa e gostosa. Uma verdadeira mulher. Combinamos de foder quantas vezes quiséssemos. Fodemos várias vezes mais, até hoje. Depois, em outro relato, conto outros capítulos sexuais com a Marga. Com a filha dela que mora em San Miguel e outras safadezas que faço por aí.

5 comentários - Marga, minha vizinha gostosa

Bbweze +1
Me paso halgo parecido. Después de los 30 uno no busca coger con una mina perfecta, busca las más putas para disfrutar sin dramas. Van 10 puntos
Exactamente. Yo me considero un depredador sexual ja jajaja jajaja ! Muchos años reprimiendo todo . Ahora a los 45 veo todo distinto.
Expresiones favoritas

Vi un líquido blanco más pesado que la esperma por ejemplo salirle de la cajeta . Decidí chuparlo mientras lo emanaba . 👏👏

"eran los típicos patys"

Gran relato. +10