Festejando com a afilhada (19) da minha mulher

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Relatos com a Rocío: Não são leitura obrigatória, vou fazer uma introdução pra vocês entenderem.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/4704198/Me-cogi-a-la-ahijada-19-de-mi-novia-en-un-bosque.html(Este é do dia anterior ao atual, é curtinho e é uma prévia gostosa pra esse)

Eve, minha mulher, tem 29 anos, mede 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo puxado pra menina de academia, definido, mas sem ser marcado demais, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado no inverno.

Rocío é afilhada da Eve, tem 19 anos, mede 1,50m, tem uma bundinha pequena, mas maravilhosa, e uns peitinhos lindos bem de adolescente. Castanha, menina e uma atitude de foxy que me deixa louco, mas ao mesmo tempo, na frente dos outros, mostra uma inocência incrível.

Como uma breve introdução pra quem não leu os anteriores: A menina já tinha curtido uma festa com a gente antes. Quando morávamos em Ibiza, levamos ela uns dias e eu comi ela num bosque, contra a mesma árvore que uma vez a gente fodeu com a madrinha dela.

À noite, começamos a fazer planos pro dia seguinte. Apesar de, pra mim, as melhores festas eletrônicas não estarem nos baladas típicas, a Rocío a gente tinha que levar sim pra conhecer uma. Vimos as opções que tinha e deixamos ela escolher. A menina quis ir pra uma poolparty com espuma à tarde, que obviamente continuava.

A Pool Party era num hotel muito famoso, onde estavam hospedados Flor e Darío, um casal amigo, e outro amigo trabalhava lá, num cargo bem alto, e conseguiu pulseiras pra gente como se estivéssemos hospedados numa parte VIP do hotel. A gente tinha acesso a festa toda e, claro, bebidas liberadas. Fomos de táxi até perto, descemos na praia, o casal amigo veio e trouxe as pulseiras, colocamos e fomos pro quarto deles deixar todas as coisas. Pra não perder nada, porque já conhecemos como são essas festas. Óbvio que fizemos uma parada num bar, um drink pra cada um e atacamos o frigobar do quarto.

Daro e Flor são super festeiros, mas não são swingers. Quando chegamos, já estavam bem doidões. Darío é grandão, 1,85m, jogador de rugby, de Traços angulados, marcados, voz grave, moreno de olhos completamente pretos e pele trigueira.
Flor é baixinha, mesmo sem ter o urso do namorado do lado. Ela mede 1,47m (segundo ela, a gente acha que menos), rabão (não gordo, grande), peitos normais e gostosa. Tem cabelo na altura dos ombros, loiro e liso, olhos azuis e tudo que se descreve como "boca de head master" é o que ela tem. Lábios grandes e grossos.

Enquanto a gente ficou de sunga, eu com um short vermelho curtinho tipo salva-vidas. Rocío tava com um biquíni naked azul elétrico e a Eve combinou a cor comigo. Não levamos nem toalha, nem celular, nem as havaianas. A única coisa que eu tinha era um cartão-chave do quarto e a outra com o Daro.

Como eu falei, Daro e Flor já estavam em outro planeta. Nível que se trocaram na nossa frente sem problema. Rocío, que não conhecia eles, me olhou com cara estranha, fazia 2 minutos que tinha cumprimentado eles pela primeira vez e já estavam pelados na frente dela. Contei que tá tudo bem, que eles são meio exibicionistas, na hora ela entendeu a vibe.

Descemos, pegamos uns drinks no bar do lobby e no caminho pra piscina já com os copos vazios passamos por mais drinks e entramos na água num canto da piscina pra dançar. Os minutos que fiquei sóbrio observava o pessoal, já era uma bagunça, até gente fodendo disfarçadamente na piscina.

Com o Daro tenho muita intimidade e ele veio falar comigo.

D: Qual é, Santy? Essa é a afilhada que você me contou?
S: Kkkkk, tava esperando você perguntar, sim.
D: Que gostosa! Terrível a mina. Me olhou meio estranho quando fiquei pelado na frente dela.
S: Sim, percebi, mas ela entendeu.
D: Depois do que você me contou, óbvio que vai entender.
S: Ontem levei ela pra dar uma volta na ilha e na volta paramos num bosque pra meter.
D: A Eve sabe?
S: Óbvio, ela autorizou.
D: Não sei como vocês fazem, eu não tenho problema em olharem pra Flor, aliás, me excita que olhem, mas não conseguiria saber que outro toca nela. S: São modos de ver as coisas, talvez um dia desses você apareça com vontade de a gente se esbaldar os quatro.

Enquanto a gente conversava, sinto que tapam meus olhos com um pano. Tiro ele, um sutiã vermelho. Me viro e as três gostosas estavam de peito de fora dançando. Olho ao redor e quase todas as gostosas que estavam perto de mim estavam peladas da cintura pra cima.

E: Que que você tá olhando outros peitos? Olha os meus.

S: Que que você tá fazendo de ciumenta? Sabe que eu olho outros peitos, sabe que os seus são meus favoritos.

E: Puxa-saco.

S: É verdade, meu amor! Além do mais, não se faça que você também fica olhando outros homens. Você olhou pro pau do Daro sem disfarçar no quarto.

E: Era curiosidade.

S: E você, afilhada, como é que tá?

R: Muito bem, ficar dançando de peito de fora cheia de espuma numa piscina é tudo que eu queria.

E: Só isso, Ro?

R: Bom, não tudo, daqui a pouco vou querer outra coisa.

E: Tipo o quê? Tipo dar pra um homem casado?

R: Isso eu já fiz ontem, agora o que eu quero é um beijo seu.

E: Isso é fácil, toma. — Minha mulher dá um beijo na afilhada dela.

A Flor ficou olhando, fala algo no ouvido do Darío e eles vão pra transar no quarto.

Eu fico com minha mulher e minha afilhada dançando, bem juntinhos, com os torsos molhados pela espuma que deixava a gente escorregadio, sentia os bicos dos peitos das duas durinhos roçando no meu peito quando a gente se apertava.

De vez em quando a gente esbarrava em mais alguém na multidão.

Por baixo da água, sinto que começam a tocar meu pau por cima da sunga. Pau que não tava totalmente duro, mas tava no meio do caminho. Olho pras duas pra ver quem tinha mais cara de puta e, verdade seja dita, tavam empatadas.

Segurando as duas pelo rabo, aproximei elas e a gente se pegou num beijo triplo.

Continuamos assim nos amassando, nos tocando por baixo da água, dançando e bebendo até o sol começar a cair, o ritmo da música e da galera. Daro e Flor não voltavam. Fomos pro quarto e eles estavam largados na cama, pelados, gozados pra caralho.

A gente se vestiu, pegou as coisas e foi embora. casa. Música com uma caixinha de som no quarto e a gente dançando os três.
No nosso quarto, fechando tudo, fica absolutamente escuro, mas perfeitamente sem luz, não se vê nada. Minha mulher teve a ideia de dançar assim pra aguçar os outros sentidos e, doidão que sou, a gente topou. Sobra um espaço de uns 2,5 por 1,5m ao lado da cama. Não é uma pista grande, mas pra três sobra e também não era pra ficar muito longe.
A gente continuava dançando, se tocando, se beijando entre os três. Brincando com nossos corpos.

Eu já tinha percebido que elas cochicharam e planejaram várias coisas.
Quando ouvi o que vinha a seguir, fiquei com o pau durasso na hora. Aproveitei o momento e me despi completamente. As minhas estavam de biquíni e não sei quando, mas também se pelaram.

E: Vão me contar o que fizeram ontem?
R: Se já sabe que a gente trepou.
E: Sweet girl, se eu tô te pedindo pra contar como você comeu meu marido, é pra me dar detalhes.
R: Primeiro, fiquei mostrando a bunda o dia inteiro pra deixar ele excitado. Me deitava pra tomar sol pra ele me olhar.
E: Bem vadia.
R: Claro. Depois, na moto, comecei a tocar ele, o pau dele reagiu na hora e o tarado do teu marido, em vez de dirigir com as duas mãos, usava uma pra me tocar a buceta e me levou pra um bosque. Encostei ele numa árvore e dei um boquete gostoso pra terminar de esquentar ele. Ele chupou minha buceta e me comeu exatamente na mesma posição que você. Mesma árvore, mesmo pau.
E: Ele se comportou bem? Fez você gozar?
R: Gozei na hora, fiquei toda molhada.
E: Imagino que você fez ele gozar também, se comportou como uma boa garota agradecida, né?
R: Fiz ele me pedir por favor pra chupar o pau dele.
E: Como você adora chupar o pau do meu marido.
R: Adorei fazer ele gozar e engolir todo o leite dele.
E: Que tal a gente chupar ele um pouquinho juntas?
R: Cê acha que ele vai gostar?
S: Meninas, já tô pronto.
E: Ele tá sempre pronto pra um boquete.
S: Sempre.
R: Vamos fazer uma coisa primeiro, só vale a boca e ele tem que adivinhar quem tá chupando.
S: Aceito. Já vou deitar na cama. – Claramente era um jogo ganho, tinha bem fresquinho na memória como a mina chupa e claramente nunca ia confundir o jeito de chupar da minha própria mulher.

Passaram uns segundos e senti uma boca procurando minha rola e começou a chupar. Claramente era a Rocío. Depois também a Rocío, aí a Eve e finalmente as duas ao mesmo tempo. Algo que me explodiu a cabeça, tudo escuro, sem saber o que ia rolar, eu deitado e elas chupando minha rola, as bolas, tudo.
Rocío se colocou em cima de mim pra fazer um 69, cheguei a boca pra lamber a buceta dela e descobri que a putinha tinha um vibrador enfiado, liguei ele e fiquei mexendo enquanto beijava o clitóris dela. Minha mulher parou de chupar minha rola pra passar a língua no cu da afilhada dela, que não demorou a ter o primeiro orgasmo e se deitou de lado.

Deitei a Eve de barriga pra cima, abri as pernas dela e me joguei de cabeça entre elas, direto pra chupar a buceta dela e lamber o cu enquanto meus dedinhos começavam a penetrar ela.
Rocío apareceu do meu lado e sussurrou no meu ouvido: "Come ela assim, padrinho, enfia tudo."
Me deitei sobre o cu da minha mulher e enfiei até o fundo da buceta dela.
Sinto um líquido cair no meu cu e já vi o que vinha, a mina enfiou um consolo pequeno que a gente tem e tinha colocado um strapon. Ela subiu em mim e trocou o brinquedo que tava enfiando pra me comer o cu, fiquei no meio do sanduíche sexual.

Achei o vibrador que tinha passado pela buceta da minha mulher e levei pra mão dela, segurando com uma mão de cada um ela chupava ele, eu dava beijos na bochecha dela pra sentir aquela rola de borracha dentro da boca dela. Ela tirou e colocou entre nós dois, que começamos a chupar o aparelho, ainda com gosto da buceta dela.
Eve gozou e Rocío novamente sussurrou suavemente: "Agora vou te foder eu."
Ela me deitou de barriga pra cima e se sentou no meu pau de costas pra mim, não me deu nem um respiro e começou a me montar com pulos fortes, a bunda dela batendo no meu corpo, com uma mão se segurava em mim e com a outra se tocava e mexia nas minhas bolas. A mina gozou de novo.

R: Madrinha, sabe que horas são?
E: De que, afilhada?
R: De tomar o leite, divide comigo?
E: Vamos as duas.

Com o nível foda de chupadoras de pau que as duas tinham, não aguentei muito sem gozar. Entre as duas, tomaram todo o meu leite, eu ouvia elas se beijando, não dava pra ver, mas imaginava perfeitamente.

Fiquei sem energia nenhuma e apaguei de sono.

Obviamente, agradecemos os três de antemão pelos comentários e pontinhos!!

Boa punheta!!!

1 comentários - Festejando com a afilhada (19) da minha mulher

Agus910 +1
Puffff son una locura los 3! Lo que calientan no tiene nombre... da ganas de estar ahí con ustedes. Van +10!
San34
Ya la estamos extrañando a la pendeja. Nos enloquesemos juntos.