Mais perto da minha enteada gostosa

Hoje fomos um pouco mais longe. Muitos vão pensar: "por que não vão logo pra um hotel e pronto?", é válido pensar isso, mas acho que com a Xime a gente curte o picante, o proibido que beira o perigo. Agora vocês vão entender o porquê. Isso aconteceu hoje: minha mulher foi na casa da mãe levar roupa limpa, porque minha sogra é idosa e não consegue fazer muita coisa, então ela ajuda. Cada vez que vai, demora um pouco. Minha enteada entra no banheiro, mas antes passa pela sala e me dá uma piscadinha. Só isso já foi o suficiente pra cock ficar dura. Mas me segurei, de vez em quando me dá essa neura da moral dupla. Fui pro quarto dela e vi calcinhas e sutiãs em cima da cama, limpos pra quando ela saísse do banho. Passei a mão neles e a cock já ficou grossa. Saí do quarto pensando que minha atitude era errada. "Se acalma, degenerado de merda", pensei. Acendi um cigarro e ouvi o chuveiro fechar. Minutos depois, sinto ela escovando os dentes. Não aguentei e entrei no banheiro. Ela estava coberta do peito pra baixo com uma toalha. "Já achei que você não vinha", ela disse. Eu sorri. Ela enxagua a boca e se vira rápido, me beija de boca aberta, a língua molhada (não úmida, juro que ela baba em cada beijo profundo) percorreu todo meu céu da boca. A cock tava doendo de tão inchada dentro da cueca, pedindo pra sair. Puxo a toalha pra baixo e ela fica totalmente pelada. Fui lamber o pescoço dela e ela já soltou o primeiro gemido. "Devagar, pai, sem marcas, por favor, porque o Martin vai perceber." Martin é o otário do namorado. Enquanto beijava o pescoço dela, acariciava a bunda dela, macia e gordinha, enfiei de novo no cu dela a primeira falange do meu dedo e ela suspirou forte. "Amo sua bunda", falei enquanto levava o dedo à boca pra sentir o gosto. "Quero te comer o cu", falei. Percebi que minhas palavras a excitaram porque ela me abraçou mais forte e encostou toda a boceta depiladinha na minha perna, se esfregando um pouco como uma puta no cio. Ela se masturbava na minha coxa. Nós fomos pro quarto e ela se jogou na cama, abre as pernas. "Chupa minha buceta igual outro dia" ela fala. E eu tava lá, ajoelhado na beira da cama chupando a buceta mais gostosa que já provei em todos meus anos de vida. Chupei a buceta dela por um bom tempo. Eu com a pica dura pra caralho! Dessa vez ela não gozou, mas soltou mais fluido que da outra vez. Meu nariz, minha boca, meu queixo tavam encharcados de suco de buceta. Subi e lambi o umbigo dela, isso deixou ela doida. Peguei nos peitos dela e chupei carne e bico. Mordi eles. Eles incharam igual da outra vez, parece que essa área é muito erógena pra ela. Levantei de um pulo e abaixei a calça, joguei a cueca pra longe. Voltei pra cima dela pra chupar os peitos, acho que ela tem entre 110 ou 120. É muito peituda minha gordinha putinha do papai. Enquanto me ajeitava pra continuar mamando esses peitões, minha pica toda molhada roçava a entradinha da buceta dela. Dessa vez tinha camisinha escondida no meu criado-mudo, mas nem passou pela minha cabeça ir pegar. Ao sentir o calorzinho e a molhadeira da boceta dela, me entreguei ao prazer, ao tudo ou nada, queria meter tudo e encher ela de porra. Ela se contorce. Meto só a cabeça da minha pica e juro que tava fervendo aquele anel. Mas num movimento rápido ela tira minha pica de lá. "Para" ela fala. "Ainda não é a hora". Isso me deixou mais excitado ainda. "Dessa vez tenho camisinha, amor" sussurro. "Ainda não" repete. "Quero te comer no cu, amor" falo. Ela sorri. "Cê gosta do meu cu?" pergunta. "Amo essa bunda" falo. "Ainda não entreguei pra ninguém. É seu. Quero que você arrombe ele. Mas tem que merecer" ela responde. Hoje ela falava muito, parece que gosta de transar e falar igual eu. "Me excita muito quando você fala sujo, filhinha". Ela me olha e sorri. Nunca vi esse sorriso malvado nela. E fiquei mais excitado ainda. Ela me beija de língua e fala: "Hoje não sou sua filhinha, sou sua puta. A puta mais puta do mundo." Ela me empurra e me joga em deitado de costas na cama. Ela fez aquela parada de novo, mas melhor. Dessa vez eu não tava de short pra fingir que a gente tava transando com roupa, não, ela montou em pelo. Ela beijava minha pica com os lábios da buceta. Ia e vinha, ia e vinha. Minha pica tava molhada do fluido dela. Ela fechava os olhos e soltava o ar, eu acariciava os peitos dela e apertava os bicos, cuidando pra não machucar com os piercings. Ela me olha e sorri. "Abre a boca", ela ordena, e eu obedeço, todo tesudo. Ela se abaixa um pouco e cospe dentro da minha boca. Senti a saliva dela em quantidade entrando na minha boca e escorrendo pela minha língua. Nunca tinha feito isso! Sensação gostosa pra caralho. Ela cuspiu mais um pouco. Descobri que isso me excita pra cacete. Fiquei tão tesão com isso que perdi o controle do ritmo que tava levando montando em mim e me masturbando com os lábios da buceta dela, e minha pica entrou toda de uma vez! Queimou minha pica! A buceta tava fervendo e entrou linda. Ela grita de prazer, mas tirou ela de dentro de novo. "Ainda não!", ela gritou pra mim enquanto dava uns espasmos curtos, não acho que aquela entrada simples da minha pica fez ela gozar, mas ela tremeu. Minha pica não é grande, não vou mentir, queria me aumentar e dizer que tenho uma pica do caralho, mas não, 16 cm/17. "Te amo muito", ela diz, "vamos pro banheiro". Eu sigo ela. Não tirava os olhos da majestosidade daquela bunda linda. Entramos no banheiro. "Senta no chuveiro", ela diz. Eu obedeço. Ela entra comigo, mas fica de pé. Levanta uma perna na torneira de baixo do chuveiro. Vejo como aquela buceta linda se abre. Ela enfia uns dedos, se masturba o clitóris. Era uma beleza bestial. "Abre a boca", ela diz. Ela mijou toda na minha boca. A jato! O gosto da urina dela era doce, tomei um monte, molhou minha cabeça toda e escorreu pelo meu peito. Ela mijou um monte. "Sai daí e senta no vaso", ela diz. Todo molhado, obedeço. Ela se ajoelha... Chegou o momento sublime. Ela se ajoelha, levanta minha pica um pouco e me masturba. "Que durinha que tá, meu amor", ela manda. A Levanta e começa a chupar minhas bolas. Não fez muito bem, mas teve intenção. Mas... Ela coloca a cabeça da pica na boca. Chupa devagar. Aos poucos foi comendo minha pica toda. Chupava como uma puta profissional. Língua, sucção, fazia vácuo. Boquete lindo pra caralho. Eu me contorcia tentando não gozar, queria que aquela chupada durasse a vida inteira. Foi monumental. "Não aguento, bebê", falei quase gritando. Ela, sem tirar a pica da boca, me olha de baixo e pisca um olho. Era o sinal. O sinal da puta mais linda do mundo me convidando pra gozar na boca dela. Juro que nos meus quarenta e tantos anos foi a primeira vez que me contorci gritando de prazer enquanto gozava, enquanto enchia a boca de porra quentinha da minha filha, da minha puta de buceta quase adolescente e rosada. Ela se engasgou, a quantidade de porra que jorrei foi tremenda. Saiu porra pelo nariz dela. Ela tira a pica da boca rápido e continua me punhetando, o resto da porra foi parar na cara dela e parte nos peitinhos, ela se olhou pros peitos e abriu a boca largando sobre os seios o que não conseguiu engolir de porra. Quebrei a tampa do vaso de tanta força que me contorci. Ela se levantou, se jogou em cima de mim e me beijou, um beijo de língua onde a putinha me fez provar minha própria porra. Uma puta do caralho, minha neném. Passei meu dedo na porra dos peitos dela e levei pro cu. Repeti isso até molhar toda a bunda dela e parte do interior com porra. "Quero teu cu", falei com meu dedo ainda dentro do cu dela. Ela sorri safada e tira minha mão, leva meus dedos à boca, chupa e sorri pra mim. Assim molhados, leva pra buceta e enfia, tira e chupa de novo. "Você vai ter que merecer", ela fala. Me abraça e me beija fundo. "Te amo, pai", ela fala. "E eu te amo", falo. Sei que ela tem o controle e isso me agrada. Tomamos banho juntos nos beijando. Quando saímos do banho, ela fala: "Tenho medo de me apaixonar por você. Te amo. como se fosse meu velho, mas a tesão de te ver me domina. Tô com muito medo" ela me diz. Abracei ela forte, beijei ela na boca e falei: "Acho que tô apaixonado por você. Com uns 14/15 anos percebi que você crescia rápido pra caralho e me atraía. Fantasiei com você várias vezes, mas a culpa me vencia. Mas nunca te desrespeitei nem te toquei. Da vez que te dei o primeiro tapa na bunda de brincadeira e você levou na boa, me deu coragem pra continuar, mas não sou um degenerado, filha." "Sei, pai. Te amo do jeito que você é." A gente se beijou de novo. Cada um foi pro seu quarto trocar de roupa. A vida segue. Minha culpa também.

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