Ela tem 20 aninhos recém-completados e eu 40. Entrei há pouco, baixinha de 1,48m, cintura de pilão daquelas de anime… carinha de anjo, peitos pequenos mas bem definidos, pele lisa e macia, olhos estilo Cleópatra, cabelo preto liso, bunda fitness de maçã… uma gostosa de luxo…
No toque, já rolou uma química boa. Mas nada, nadinha…
Passavam as semanas e eu me enfurecia… comecei a dar em cima dela e ela rebatia todas… até que um dia ela me contou que traía o marido e o amante tinha largado ela… na hora eu mandei um "mas mina, um amante se troca, você cuida do seu marido e pega quem quiser… eu mataria pra ficar com uma gostosa como você…
Ela riu, ficou vermelha, bem na hora que o expediente acabou, então me deu um beijo na bochecha e saiu correndo… Cruzei com ela no ponto do busão e ela sentou do meu lado, trocando de lugar… Na hora a gente se pegou, eu tava doido pra descer com ela e levar pro motel, mas me segurei… Desci do busão e fui pra casa… Chega um zap dela: "Você gostou?
Coloquei "você me gusta", pro que você quiser, pode contar comigo.
Dormi pra caralho e basicamente fiquei de bobeira o dia todo… quando faltava uma hora e meia pra sair, ainda não tinha conseguido cruzar com ela, procurei por onde dava, mas talvez tenha faltado, pensei.
Eu já tinha terminado tudo, então sentei pra tomar um mate sozinho no vestiário que é misto.
Chega outra mensagem: "Cê tá aí? O que cê tá fazendo?
Ela mandou um selfie pra ele e ele responde "tô indo
Naquele segundo, fiquei completamente cego. Tranquei a porta do vestiário e joguei umas roupas que tinha no armário no chão: jaqueta, moletons e outras coisas. Montei uma cama improvisada.
Eu sou bem grandão, tava sentado olhando fixo pra porta quando ouço uns passos se aproximando… aí penso, pode ser qualquer um, mas escuto a vozinha dela… "Tá aí?
Abro a porta e, quando ela tenta me cumprimentar, devoro a boca dela. Sinto os lábios e a língua quentes, e fiquei com o pau duro pra caralho, doendo contra a calça…
Pego ela pelas nádegas e levanto ela no colo, num segundo ela geme e arqueia um pouco o corpo, me apertando com as pernas…
Sem dizer uma palavra, deito ela na cama improvisada, começo a beijá-la e vou descendo… Pelo pescoço, sentindo o perfume dela e vendo como a pele dela se arrepia toda.
Por entre o decote e ela acerta em virar pra que o peito esquerdo fique na minha boca, eu puxo o decote e beijo todo o seio em volta do mamilo, que eu sentia no canto da boca ficar duro…
E começo a chupar e sugar os dois peitos, ela começou a gemer e aí desci até o umbigo. Quando beijo a barriga dela, ela abre as pernas completamente, arranco a calça e a calcinha num movimento só e meto a cara na buceta dela de uma vez…
Era gostosa, pequenininha, quentinha, bem molhadinha, dava pra ver que tava úmida antes de eu comer ela, olhei a calcinha e tava meio molhada também.
Beijo por cima do clitóris, e ao redor da buceta pelo seu monte de vênus, ela começou a gemer e a se mexer procurando minha língua que rodeava toda aquela xota depilada.
Com a ponta da língua, esfreguei o clitóris dela e senti, literalmente, o fluxo escorrendo da buceta dela, molhou até o cuzinho.
A buceta dela era uma delícia, molhava muito e era bem quente. Ela tava se remexendo na minha boca até que me agarrou a cabeça e começou a se esfregar e gemer alto, altíssimo. Falei "shh, vão nos ouvir, gata". Ela me tirou e disse: "mete em mim...
Eu tava quase gozando, coloquei a camisinha e ela me agarrou na pica, jogou a camisinha pro caralho e falou "quero sentir você". Eu tava ajoelhado e ela levantou o quadril e enfiou a pica dela até o talo, sem camisinha. Senti um calor do caralho, a pica bem molhada e apertada pra cacete... No segundo movimento dela, senti meus ovos molhados e quentes. Fazia anos que eu não ficava tão duro. Depois de uns 4 ou 5 minutos, quase nada, com minha pica dura como mármore, ela começou a tremer e jorrou um esguicho bem forte. Consegui olhar pra ela, tava toda vermelha e ofegante... Aí reagi e comecei a meter nela, ela gemia e já não sabia mais o que tava escorrendo, se era gozo, xixi, uma mistura de tudo. Assim que ela começou a se mexer de novo, agarrei os tornozelos dela, coloquei os pés dela no meu peito e enfiei tudo... Ela deu um grito de anjo, tipo uma exclamação de cantora de ópera, e aí deixei bem fundo.
- sentiu?
—não tirei, mas não se mexe (ela me disse)
Eu comecei a chupar os pés dela enquanto amassava os peitos, e ela começou a fazer tipo "bru uh bru uh bru uh" com a voz trêmula e gozou de novo... Ficou super paradinha, pediu pra subir em cima de mim.
Deitei, ela subiu no meu pau e começou a cavalgar, eu sentia o pau prestes a explodir. Ela levanta a camiseta e eu vejo ela cavalgando com aqueles peitinhos lindos, que comecei a chupar de novo…
Ela começa a secar um pouco, não tava seca, mas já não era a mesma coisa de antes… aí não me seguro mais, pego ela pelas nádegas e começo a meter bem forte e falo: fica de quatro.
Quando ela ficou de quatro, fiquei impactado. Uma bunda perfeita. Meti de quatro por um tempinho e já tava pulsando a pica. Ela disse que tava doendo, então eu saí e deitei do lado dela. Ia bater uma e encher ela de porra, mas ela subiu em mim e começou a sentar na pica, saindo inteira, alternando com esfregadas da minha pica na buceta toda dela... Ela mandou eu avisar quando fosse gozar. Avisei, e ela começou só a esfregar e falou: "me dá a porra, papai". Não aguentei nem 7 esfregadas e comecei a soltar jatos de porra com a pica bem colada na concha dela. Ela sentou na minha pica, deixou a cabeça apontando pro meu umbigo e ficou se esfregando sem parar, molhando minha pica toda de novo. E aí explodi outra vez e enchi minha barriga de porra. Meus ovos tavam doendo...
Ela com meu gozo no clitóris se esfregava, saiu e lambeu o gozo do meu corpo, verdade que não sei se engoliu ou cuspiu, eu tava em êxtase…
Se vestiu, me vesti e queria morrer, todas as minhas calças estavam molhadas.
Saímos e a segurança com quem tenho uma boa onda me diz: "Você mijou, bebado…" Os dois ficamos vermelhos de vergonha e, depois de três passos, a segurança grita: "Na melhor das hipóteses, você mijou, sem-vergonha.
Viajamos como sempre, chapamos a viagem inteira, combinamos de sair um dia desses…
E quando chego em casa, tento mandar mensagem pra ela e ela já tinha me bloqueado... No dia seguinte, apareceu cedo e pediu pra gente não se falar por uns dias... Então, se vai continuar ou não, não sei.
Comentem e deixem pontos se vocês gostaram.
No toque, já rolou uma química boa. Mas nada, nadinha…
Passavam as semanas e eu me enfurecia… comecei a dar em cima dela e ela rebatia todas… até que um dia ela me contou que traía o marido e o amante tinha largado ela… na hora eu mandei um "mas mina, um amante se troca, você cuida do seu marido e pega quem quiser… eu mataria pra ficar com uma gostosa como você…
Ela riu, ficou vermelha, bem na hora que o expediente acabou, então me deu um beijo na bochecha e saiu correndo… Cruzei com ela no ponto do busão e ela sentou do meu lado, trocando de lugar… Na hora a gente se pegou, eu tava doido pra descer com ela e levar pro motel, mas me segurei… Desci do busão e fui pra casa… Chega um zap dela: "Você gostou?
Coloquei "você me gusta", pro que você quiser, pode contar comigo.
Dormi pra caralho e basicamente fiquei de bobeira o dia todo… quando faltava uma hora e meia pra sair, ainda não tinha conseguido cruzar com ela, procurei por onde dava, mas talvez tenha faltado, pensei.
Eu já tinha terminado tudo, então sentei pra tomar um mate sozinho no vestiário que é misto.
Chega outra mensagem: "Cê tá aí? O que cê tá fazendo?
Ela mandou um selfie pra ele e ele responde "tô indo
Naquele segundo, fiquei completamente cego. Tranquei a porta do vestiário e joguei umas roupas que tinha no armário no chão: jaqueta, moletons e outras coisas. Montei uma cama improvisada.
Eu sou bem grandão, tava sentado olhando fixo pra porta quando ouço uns passos se aproximando… aí penso, pode ser qualquer um, mas escuto a vozinha dela… "Tá aí?
Abro a porta e, quando ela tenta me cumprimentar, devoro a boca dela. Sinto os lábios e a língua quentes, e fiquei com o pau duro pra caralho, doendo contra a calça…
Pego ela pelas nádegas e levanto ela no colo, num segundo ela geme e arqueia um pouco o corpo, me apertando com as pernas…
Sem dizer uma palavra, deito ela na cama improvisada, começo a beijá-la e vou descendo… Pelo pescoço, sentindo o perfume dela e vendo como a pele dela se arrepia toda.
Por entre o decote e ela acerta em virar pra que o peito esquerdo fique na minha boca, eu puxo o decote e beijo todo o seio em volta do mamilo, que eu sentia no canto da boca ficar duro…
E começo a chupar e sugar os dois peitos, ela começou a gemer e aí desci até o umbigo. Quando beijo a barriga dela, ela abre as pernas completamente, arranco a calça e a calcinha num movimento só e meto a cara na buceta dela de uma vez…
Era gostosa, pequenininha, quentinha, bem molhadinha, dava pra ver que tava úmida antes de eu comer ela, olhei a calcinha e tava meio molhada também.
Beijo por cima do clitóris, e ao redor da buceta pelo seu monte de vênus, ela começou a gemer e a se mexer procurando minha língua que rodeava toda aquela xota depilada.
Com a ponta da língua, esfreguei o clitóris dela e senti, literalmente, o fluxo escorrendo da buceta dela, molhou até o cuzinho.
A buceta dela era uma delícia, molhava muito e era bem quente. Ela tava se remexendo na minha boca até que me agarrou a cabeça e começou a se esfregar e gemer alto, altíssimo. Falei "shh, vão nos ouvir, gata". Ela me tirou e disse: "mete em mim...
Eu tava quase gozando, coloquei a camisinha e ela me agarrou na pica, jogou a camisinha pro caralho e falou "quero sentir você". Eu tava ajoelhado e ela levantou o quadril e enfiou a pica dela até o talo, sem camisinha. Senti um calor do caralho, a pica bem molhada e apertada pra cacete... No segundo movimento dela, senti meus ovos molhados e quentes. Fazia anos que eu não ficava tão duro. Depois de uns 4 ou 5 minutos, quase nada, com minha pica dura como mármore, ela começou a tremer e jorrou um esguicho bem forte. Consegui olhar pra ela, tava toda vermelha e ofegante... Aí reagi e comecei a meter nela, ela gemia e já não sabia mais o que tava escorrendo, se era gozo, xixi, uma mistura de tudo. Assim que ela começou a se mexer de novo, agarrei os tornozelos dela, coloquei os pés dela no meu peito e enfiei tudo... Ela deu um grito de anjo, tipo uma exclamação de cantora de ópera, e aí deixei bem fundo.
- sentiu?
—não tirei, mas não se mexe (ela me disse)
Eu comecei a chupar os pés dela enquanto amassava os peitos, e ela começou a fazer tipo "bru uh bru uh bru uh" com a voz trêmula e gozou de novo... Ficou super paradinha, pediu pra subir em cima de mim.
Deitei, ela subiu no meu pau e começou a cavalgar, eu sentia o pau prestes a explodir. Ela levanta a camiseta e eu vejo ela cavalgando com aqueles peitinhos lindos, que comecei a chupar de novo…
Ela começa a secar um pouco, não tava seca, mas já não era a mesma coisa de antes… aí não me seguro mais, pego ela pelas nádegas e começo a meter bem forte e falo: fica de quatro.
Quando ela ficou de quatro, fiquei impactado. Uma bunda perfeita. Meti de quatro por um tempinho e já tava pulsando a pica. Ela disse que tava doendo, então eu saí e deitei do lado dela. Ia bater uma e encher ela de porra, mas ela subiu em mim e começou a sentar na pica, saindo inteira, alternando com esfregadas da minha pica na buceta toda dela... Ela mandou eu avisar quando fosse gozar. Avisei, e ela começou só a esfregar e falou: "me dá a porra, papai". Não aguentei nem 7 esfregadas e comecei a soltar jatos de porra com a pica bem colada na concha dela. Ela sentou na minha pica, deixou a cabeça apontando pro meu umbigo e ficou se esfregando sem parar, molhando minha pica toda de novo. E aí explodi outra vez e enchi minha barriga de porra. Meus ovos tavam doendo...
Ela com meu gozo no clitóris se esfregava, saiu e lambeu o gozo do meu corpo, verdade que não sei se engoliu ou cuspiu, eu tava em êxtase…
Se vestiu, me vesti e queria morrer, todas as minhas calças estavam molhadas.
Saímos e a segurança com quem tenho uma boa onda me diz: "Você mijou, bebado…" Os dois ficamos vermelhos de vergonha e, depois de três passos, a segurança grita: "Na melhor das hipóteses, você mijou, sem-vergonha.
Viajamos como sempre, chapamos a viagem inteira, combinamos de sair um dia desses…
E quando chego em casa, tento mandar mensagem pra ela e ela já tinha me bloqueado... No dia seguinte, apareceu cedo e pediu pra gente não se falar por uns dias... Então, se vai continuar ou não, não sei.
Comentem e deixem pontos se vocês gostaram.
3 comentários - Al fin me garche a la pendeja del laburo