Como sempre, é uma história 100% real. Lá por 2018, eu precisava fazer um check-up geral e decidi marcar consulta com um médico lá pela zona de Avellaneda. Chegou o dia e pedi pra minha esposa me acompanhar. O Dr. G a gente já conhecia de outras consultas, um cara na época com uns 50 anos, mais ou menos, mas bem conservado por causa da academia. Naquela época, minha esposa tinha uns 35 anos, também muito cuidada e com um rabo do caralho, com aquela atitude que poucos homens percebem: por trás daquele rostinho de anjo, tinha uma mulher sedenta por pica. Os corneadores que tão sempre na caça sabem bem do que eu tô falando.Voltando ao assunto, o Dr. G mandou a gente entrar, cumprimentou, pediu pra sentar e tal, todo o protocolo. Minha esposa naquele dia tava de legging, camiseta e tênis, algo normal, mas com aquele cuzão empinado em formato de coração, tava um tesão — pelo menos pra mim e pros malucos que tavam de olho. Bom, o médico começou a me examinar e ia conversando com a gente, mas eu percebia que ele falava comigo e olhava pra minha esposa. Como todo corno manso, não me incomodei nem um pouco; pelo contrário, comecei a viajar na putaria dos dois já se pegando ali na maca. Voltando à realidade, ele terminou de me examinar, pediu uns exames e, numa receita separada, anotou o celular dele e falou: "Quando você tiver os resultados, me liga e me conta como foi." "Beleza, doutor, valeu, a gente se fala", respondi. Saí de lá pensando: "É agora, vou armar um esquema entre o médico e minha puta esposa."
Assim que saímos do consultório, já no carro, falei pra minha esposa: "Viu como o médico te devorava com os olhos?" Ela respondeu: "Vi, sim, mas também não foi pra tanto." Aí eu fiquei mais excitado ainda, porque ela tinha percebido como ele olhava pra ela. Naquela noite, já em casa, enquanto a gente transava, eu falava: "Imagina que o médico tá te comendo." Ela não dizia nada, só dava pra perceber que tava muito puta. Até que chegou o momento: quando enfiei a pica no cu dela, ela ficou super excitada e gritou: "Isso, doutor, me dá! Tá, acho que gozei em 2 segundos de tesão que senti com as palavras dela, ela já tava pensando em ser comida pelo doc. Nos dias seguintes, toda vez que a gente transava, eu falava do doc e ela ficava louca. Passaram os dias e eu falo pra minha esposa: "vamos sábado num pub de Avellaneda tomar alguma coisa, assim a gente sai um pouco". "Beleza", ela disse. Já tinha os resultados dos exames e decidi ligar pro doc e contar os resultados. Enquanto a gente conversava e ele dava a opinião dele, me deu na telha comentar que sábado eu e minha esposa íamos estar num tal pub, e perguntei por que ele não vinha também pra gente tomar algo. Na hora ele falou: "Olha, pra ser sincero, eu não saio muito mais". Aí me joguei e falei: "Doc, a gente é um casal cuckold" e expliquei o que significava. Ele ficou calado uns instantes e disse: "Sinceramente, nunca recebi uma proposta assim, não sei o que te dizer". Então falei: "Vem, ué, não é obrigado a nada". "Ok, combinamos o lugar e o horário", ele disse, e completou: "Não prometo nada". Sem falar nada pra minha esposa sobre o que tinha combinado com o doc, a gente saiu naquele sábado pro pub. Umas meia-noite chegamos no pub, tinha várias mesas e a gente se sentou numa. Minha esposa tava de legging transparente e uma camiseta justa no corpo. Você olhava ela por trás e queria morrer de tamanha raba. Pedimos algo pra beber e começamos a conversar entre a gente, sem ela desconfiar do que eu tinha planejado. Depois de um tempo ali, já tendo tomado uns drinques, olho pro balcão e lá estava o doc tomando uma cerveja. Meu tesão foi a mil. Falo pra minha esposa: "Olha quem tá no balcão". Ela vira, olha e diz: "O doc", com uma carinha de cachorra no cio. Falo: "Vamos chamar ele pra nossa mesa?" "Hum, não sei", ela responde. "Fala sério", insisto, "o que pode acontecer, além de ele te comer?" E ela: "Fala sério, idiota, não viaja". Fui até o balcão, cumprimentei ele e ele veio pra nossa mesa. Cumprimentou minha esposa e disse: "E aí, o que tão fazendo? Saíram pra quebrar a rotina?" "É", respondi. ela disse e eu também, falei pra ela: "viu, tem que sair um pouco pra se comportar mal, haha", a cara da minha esposa queria me matar. Bom, aí ela contou que morava sozinha perto dali e que tinha se separado fazia pouco tempo. Pedimos mais algo pra conversar e num momento minha esposa fala: "galera, vou ao banheiro, não estranhem", levantou e ele cravou o olhar na bunda dela até que eu falo: "gostou, né? Que bundão gostoso que ela tem". "Sim", ele diz, "ela é uma tremenda, adoraria poder comer essa raba". Eu ali, meu pau explodia com as palavras dele, já imaginava tudo, típico de quem é corno e curte ver um macho bom comendo bem nossas esposas. Bom, falei: "vamos fazer uma coisa, quando ela voltar, propõe de ir na sua casa continuar bebendo algo". "Ok, bora". Minha esposa volta, senta e pergunta: "e do que vocês estavam falando?" Ele: "nada, coisas da vida". E eu falo: "da sua bunda, meu amor, de como ela é linda e de como até algumas mulheres olham pra ela". Ela: "ah, para, também não é tudo isso". E aí o doutor fala pra ela: "olha, não leva a mal, mas é verdade, você tem uma bunda linda e é muito bom que você mostre". Ela: "obrigada, doutor". Fez-se um silêncio e ninguém falava nada. Ele tocou a perna do doutor, me olhou e disse: "galera, que tal a gente ir pra casa e continuar bebendo um bom vinho que tenho pra ocasiões especiais?" Nos olhamos, eu e minha esposa, e eu falo: "bora, vamos". "Vamos", ela disse. Pagamos no bar e fomos embora. Seguimos o doutor no nosso carro e chegamos logo, ele morava bem perto. No carro, minha esposa fala: "filho da puta, isso já estava armado, né?" A verdade é que sim, falei: "se quiser, a gente vai embora". Ela diz: "não, vamos descer um pouco pra ver qual é, mas não prometo nada". "Vai, aproveita e se rolar algo, curte". Chegamos no apartamento, sentamos nuns sofás: ela sozinha num, eu noutro e o doutor noutro, enquanto ele servia vinho. Enquanto ouvíamos música lenta, brindamos os três e eu falo pro doutor e pra minha esposa: "por que vocês não dançam um pouco?" Os dois se levantaram ao mesmo tempo e começaram. A dançar bem agarradinhos dava pra ver o doutor com o volume marcando na calça, enquanto dançavam eu olhava e tomava vinho já com a pica dura, não queria me tocar pra não gozar. Eles continuavam lá dançando e de repente se olharam e começaram a se beijar gostoso, uns beijos de língua impressionantes. O doutor com as mãos apalpava bem a bunda da minha esposa e ela esfregava a buceta no volume dele. Eu não aguentava mais, queria que a ação começasse. Nisso, minha esposa, ainda em pé, vira de costas pra ele e ele encosta bem o pau na bunda dela enquanto beija o pescoço dela. Minha esposa, de vez em quando, pegava na pica dele por cima da calça. A ação tinha começado e eu era um grande observador, a mil por hora. Já tinha tirado minha pica pra fora e de vez em quando me tocava, mas não muito porque não queria gozar. Então falo pra minha esposa: "por que você não fica de quatro no sofá pra ele te examinar direitinho?" E ela fez isso. O doutor olhou pra ela uns instantes, me olhou e disse: "com licença?" Eu respondi: "toda sua, não tenha pressa, doutor, e aproveite bem. Abaixa a legging dela e vê o que acha." Quando ele viu que ao abaixar a legging ela não tinha nada por baixo e apareceu a buceta linda dela, toda depilada, a cara dele se transformou e ele não hesitou em começar a chupar. E ainda disse pra bunda dela: "vou chupar até você não aguentar mais." Ele se ajoelhou atrás dela e começou o prometido. Eu tava voando de tesão e ela já gemia de prazer. Eu percebia como ela ficava cada vez mais molhada, e ela dizia: "isso, doutor, chupa bem tudo que hoje eu sou sua putinha." Foi assim, ele ficou um bom tempo até que ela teve um orgasmo violento. Do jeito que ela tava, ela disse: "vem aqui que quero chupar você." Desabotoou a calça dele e de uma vez puxou tudo até a cueca, e lá apareceu uma pica, calculo eu, de mais de 20 cm, grossa e cheia de veias. Ela chupou bem: a cabeça, o tronco e as bolas. Ficou assim um bom tempo e me dizia: "olha, corno, a pica que eu tô mamando." O doutor tava como se estivesse em outro mundo e eu dizia: "vai, amor, chupa bem ela. Bem, do jeito que você gosta, ela parou, olhou pra ele e disse: "Por favor, me come que não aguento mais, quero ele todo dentro até o fundo, mostra pra esse cuck como se fode uma boa puta." O doc se colocou de novo atrás dela, colocou uma camisinha, me olhou e disse: "Olha bem e aprende como eu fodo a sua puta, que hoje ela vai ser só minha." E de uma vez enfiou até os ovos, parecia que iam entrar. Eu olhava e curtia como minha puta gozava da fodida que o doc tava dando nela. Ela gritava cada vez mais e dizia: "Me come, me come forte que eu gosto da sua pica, vai te explodir." E aí começou um mete e sai desenfreado do caralho. Eu, como espectador, curtia ver como ela tava se divertindo e falei: "Doc, mete uns dedinhos no cu dela pra ir preparando." Ela não parava de gozar, e eu dizia: "Tá gostando, meu amor, como o doc te come?" "Sim", ela respondia, "você não sabe como esse filho da puta fode." Já não sei quantas vezes gozei, enquanto ele continuava metendo, já com três dedos no cu, e minha esposa se contorcia de prazer. É uma coisa que ela adora, levar no cu, goza igual uma louca, é lindo de ver. Aí, na mesma hora, ela diz: "Mete no meu cu, por favor." O doc tira da buceta e vai trocar de camisinha, e ela fala: "Mete assim sem camisinha que eu gosto mais" e me olhou, como se buscasse minha aprovação. Eu não conseguia nem falar de tanto tesão. E assim foi, metendo até o fundo, até os ovos baterem na buceta dela, que não parava de jorrar fluidos. Ele começou a comer o cu dela devagar, até que ela disse: "Mete com tudo que eu gosto" e ele obedeceu. Ela não parava de gritar e gozar com a fodida que o doc tava dando. Eu já tinha gozado e tava duro que nem pedra de novo. O doc, ainda sem gozar, tava aguentando bem, eu não acreditava como ele aguentava tanto. Depois de uns minutos comendo bem o cu dela, o doc perguntou: "Onde você quer a porra, puta?" E ela respondeu: "Vem que eu quero tomar." Ela tirou Tirou o saco da bunda e meteu na boca dela, aí descarregou todo o leite nela. Ela tomou tudo e limpou direitinho a pica toda, deixando ela brilhando. Foi uma foda do caralho que o doutor deu nela, fazia anos que um macho de verdade não comia ela como devia. Aquela noite foi o começo de uma grande amizade que dura até hoje. Daí pra frente começou uma série de fantasias que fomos realizando entre nós três, eu sempre ou quase sempre só observando, e o doutor e ela se acabando. Já sabem, se forem no doutor, ele é muito bom em examinar esposas. Até a próxima 🤘
3 comentários - Chifrando com o Médico