Comi a afilhada (19) da minha mulher no mato

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Relatos com Rocío: Não são leitura obrigatória, vou fazer uma introdução pra vocês entenderem.
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Rocío é afilhada da Eve, minha mulher, tem 19 anos, mede 1,50m, tem uma bundinha pequena, mas divina e uns peitinhos lindos bem de adolescente. Morena, gata e com uma atitude de safada que me enlouquece, mas ao mesmo tempo na frente dos outros mostra uma inocência incrível.
Quando a gente morava em Ibiza, fomos pra Barcelona. Ela mora lá com o pai. A gente andou pela cidade e convenceu o pai a deixar ela vir com a gente por uns dias, já que ela tava de férias até a semana seguinte. Ela ficou 3 noites, a Eve ficou doente no meio do caminho, mas a última a gente não ia perder. (Próximo relato pra escrever, não percam.)
Assim que a gente pegou a balsa, nós três já começamos a planejar sair pra putaria, exatamente como a gente tinha combinado da última vez.
A Rocío tava meio que se esforçando pra se enturmar na vida social de Barcelona, principalmente por causa do idioma. Claro, todo mundo fala espanhol, mas entre os colegas da faculdade e do trampo eles falam catalão. Ela já entende tudo direitinho, mas tem dificuldade pra falar e fica meio desconfortável com a conversa em dois idiomas. Por outro lado, o pai dela não deixa ela sair muito à noite com medo da própria noite, mas mesmo assim ela dava um jeito.

Chegamos em Ibiza, fomos jantar e, claro, trocamos ideias sobre as festinhas de sexo que já fizemos, fantasias sexuais, experiências sexuais e tudo mais que envolve putaria.
No dia seguinte, Eve tava se sentindo mal, tinha se intoxicado com o jantar e resolveu ficar em casa. A Rocío queria conhecer a ilha, aí a gente montou uma mochila com coisas de praia, aluguei uma motinha (jeito lindo de explorar Ibiza) e levei a gostosa pra dar um rolê.
Antes de sair, a Eve disse pra gente separado que a gente fizesse o que quisesse, se batesse a vontade de fuder em algum lugar, era só meter.
Nós passamos por várias praias, umas enseadas, comemos num barzinho na beira da praia. Em cada lugar que a gente parava, ela tomava uma cervejinha e ia soltando a língua um pouco mais.Ela usava um biquíni preto que não escondia quase nada, bem enfiado na bunda, e por cima vestia um vestidinho curto, quase no limite da bunda.Em cada oportunidade que eu tinha, ficava olhando pra ela e não parava de juntar vontade de tocar e enfiar a cara entre aquelas nalgas juvenis dela.
Quando o sol começou a cair, levei ela pro Aquário Cap Blanc, que é lindo e, estrategicamente depois disso, pro oeste tem uma península onde na ponta dá pra ver uns pores do sol maravilhosos. Assim que o sol se pôs, ficamos um tempinho conversando, o pessoal foi indo embora, e quando decidimos que era hora de voltar, ela se levantou primeiro, o vestido ficou levantado e a bunda dela ficou do lado da minha cara, não me segurei e dei um beijinho na lateral.
Rocío me olhou, sorriu, se ajeitou e fomos andando até onde estava a moto, meio abraçados, meio nos tocando.
Colocamos o capacete e pegamos a estrada de volta. Eu já tava pensando onde podia parar pra gente se divertir um pouco. Durante a viagem, sentia a Rocío se grudando em mim, encostando os peitos, me segurando um pouco mais, me tocando, eu não podia fazer muita coisa, só tocar ela um pouco com a mão esquerda.
Lembrei que perto do boliche Underground tem um bosque onde uma vez entrei com a Eve e fui direto pra lá.

S: Vem, Ro, vou te mostrar uma coisa aqui nesse bosque.
R: O que tem?
S: Uma árvore.
R: O que essa árvore tem?
S: É especial, vem, vamos.

Deixamos a moto e entramos no bosque andando, dei a mão pra ajudar ela num momento, seguimos assim, peguei ela na cintura, ela fez o mesmo, não aguentei mais, agarrei a bunda dela e começamos a nos beijar e nos tocar.

R: Esse é o tronco da árvore que você vai me mostrar? — Ela disse, tocando minha pica já dura por cima da bermuda.
S: Não, aquela ali é a árvore. — E apontei pra uma inclinada.
R: O que ela tem de especial? — Fiquei em silêncio uns segundos — Você comeu minha madrinha e vai me comer aqui também.
S: Exato.

Levei ela até a tal árvore e ela sozinha tomou a iniciativa, me encostou no tronco, baixou meu short e me deu um boquete gostoso, cada vez essa mina chupa melhor. Trocamos de posição, tirei a tanga do biquíni por baixo do vestido dela, chupei um pouquinho da buceta jovem.
Fiz ela abraçar o tronco, pra deixar a raba perfeita pra apoiar enquanto meto a pica nela, mantendo o vestidinho levantado.
Comi ela devagar, aproveitando cada metida, cada encostadinha naquela rabinha pequena e durinha. O dia inteiro olhando pra ela e agora finalmente sentindo do jeito que eu queria.
Ela não demorou pra gozar, acho que eu não era o único que passou o dia todo querendo isso.

R: Padrinho, vai gozar em mim assim?
S: Posso acabar na sua boquinha?
R: Óbvio, chupo agora?
S: Por favor.
R: Por favor o quê?
S: Chupa minha pica, afilhada, por favor.

Me encostei na árvore, a mina colocou minha pica de volta na boca dela, com uma mão segurava minha perna pra se firmar, enquanto com a outra pegava nas minhas bolas e com um dedinho brincava no meu cu.
Gozei rapidinho enquanto a gente se olhava nos olhos e ela continuava chupando devagar, engolindo até a última gota.

Ajeitamos a roupa, fomos até a moto e voltamos pra casa, combinamos de não contar nada pra Eve até ela perguntar. O que obviamente ia acontecer, mas isso fica pra próxima história.

Obviamente agradecemos de antemão comentários e pontinhos!!

Boa punheta!!!

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