Fala galera, beleza?
Antes de tudo, quero agradecer a todo mundo que apoiou meu primeiro post, onde contei a experiência com a ex do meu amigo. Saibam que tenho várias outras histórias que rolaram comigo ao longo desses anos, e que agora tô lembrando e, ao contar, me sinto um sortudo, haha.
Dessa vez, trago um segundo relato, baseado numa experiência que tive há uns anos com a ex do meu chefe. As fotos que vocês vão ver no post, algumas são minhas e outras não são originais, porque tentei buscar imagens parecidas pra vocês visualizarem melhor tudo! Nesse encontro, a gente não tirou fotos.
LINK DO PRIMEIRO RELATO:http://www.poringa.net/posts/relatos/4625075/Me-coji-a-la-ex-de-mi-amigo-Relato-con-fotos.htmlTambém queria comentar que tô aberto a novas experiências com a galera da página, adoraria conhecer algum casal e realizar as fantasias de vocês.
Se você leu até o final, me conta o que achou! E se curtiu, deixa seus pontos e recomendações pra chegar em mais gente. Montar todo o relato me tomou um tempão, mas é uma experiência que queria compartilhar com a comunidade💪🏻MEU NOVO TRAMPOBom, pra começar a história, isso aconteceu comigo uns 5 anos atrás, quando eu tava trabalhando numa concessionária de carros da região onde moro, bem conhecida. Quando entrei no trampo, já me dei super bem com meu chefe na época, o Adrián. Conforme os dias, semanas e meses foram passando, a gente foi ficando cada vez mais próximo, também porque nós dois curtimos futebol e a gente se convidava pra jogar de vez em quando, além de ter ido tomar uma cerveja um dia ou outro depois do expediente.
Deve ter passado uns 2 meses desde que comecei a trabalhar quando o Adrián me chamou pra ver um jogo da seleção na casa dele, se não me engano era de alguma eliminatória. O jogo era tipo 21h30, cheguei com umas cervejas na casa dele por volta das 20h. Pedimos uma pizza, cerveja vai, cerveja vem, e o Adrián me falou que a namorada dele da faculdade, que morava com ele, chegaria em breve. Eu nunca tinha visto ela nem em foto, na real, porque o Adrián não postava muita coisa com ela.
Tipo 22h30, no meio do jogo, tocaram a campainha. Era a Flor, a namorada do Adrián. Ele foi abrir, ela entrou, a gente se cumprimentou e continuamos vendo o jogo. De vez em quando ela soltava algum comentário, mas a gente continuava vidrado no jogo. Depois que terminou, a gente ficou tomando mais umas cervejas e eu fui pra casa. A verdade é que a gente riu pra caralho e a Flor me caiu super bem.
Isso a gente fez umas 2 ou 3 vezes com o Adrián, sempre com a Flor chegando ou já estando no apê. Pra contar um pouco mais sobre ela, a Flor era uma mina baixinha, entre 1,50 e 1,55 de altura, morena. Parecia ter umas pernas boas porque jogava hóquei, isso ela me falou um dos dias que a gente se encontrou com o Adrián. A verdade é que, conhecendo algumas namoradas dos meus amigos, ela era muito gente boa e curtia participar quando a gente se reunia com o Adrián.
A propósito, o Adrian já tinha dito várias vezes que seria legal fazer algo com uma amiga dela, ou seja, nós quatro, e segundo ela, a mina toparia na hora o plano, mas nunca conseguimos botar em prática porque pouco depois o Adrian me contou que elas tinham brigado. Já não moravam mais juntas e tinham terminado.6 MESES DEPOIS.Um dia, como sempre fazia durante a semana, fui tomar uma cerveja num bar com uns amigos onde tocava um pouco de música eletrônica. Não sou fã dessa parada, mas como uns amigos gostam, a gente foi.
Chegamos lá umas 22h. Pedimos algo pra comer e beber. A real é que era um daqueles dias que você não tá muito bem, umas paradas no trampo não iam lá essas coisas e eu tava enroscado. Tomei umas 2 canecas como se fosse nada, tava com muita sede.
De repente, no caminho pro banheiro, encontro... a Flor! A gente se cumprimentou meio na correria, e depois de umas palavras, fui pro banheiro e voltei pra mesa.
Acho que era umas 12 da noite, mais ou menos, e o clima já tava mais animado, tinha bastante gente que tinha chegado. Entre as mesas, dava pra ver onde a Flor tava sentada, e a gente cruzou olhares por uns segundos e ela fez um sinal tipo "vem cá". Levantei, enquanto via que ela também se levantava. Peguei minha cerveja e fui lá pra gente conversar.
Eu: - E aí Flor, beleza? Quanto tempo! - Perguntei, porque no caminho pro banheiro nem tinha escutado o que ela tinha dito.
Flor: - Tudo bem, graças a Deus. Vim com uns amigos e amigas hoje, e você, beleza?
Eu: - Também, vim com uns amigos, dar uma relaxada depois do trampo.
Flor: - Ah, é mesmo! Como tão as coisas? O babaca do Adrián tá te tratando bem?
Eu: - Haha, não seja malvada! Fiquei sabendo que vocês brigaram... Mas não pensei que tava tudo tão ruim.
Flor: - É que ele tava muito tóxico, o Adrián me deixava louca.
Ela falou mais umas paradas, mas eu nem tava entendendo o que ela dizia, nem porquê. Também não tava ligando muito, pra ser sincero, já tava me arrependendo de ter cruzado olhares e parado pra falar com essa mina, porque achei que ia ficar me enchendo o saco por 20 minutos falando do Adrián.
Me distraí e ouvi ela perguntar:
Flor: - E depois, vai fazer alguma coisa? Uns amigos tão fazendo um after em casa, com certeza.
Eu: - Ah, sei lá, depende haha, amanhã trampo, mas entro mais tarde.
Flor: - Bom, vamos vendo, isso termina às 2 pelo que me falaram.
Mudando de assunto, a Flor me disse:
F – Posso te fazer uma pergunta?
Y – Claro, lógico – respondi.
F – Haha, espero que você não ria.
Ela falou isso e eu entendi que não era só eu que tava meio bêbado.
F – Quando você me via na casa do Adrián, eu te provocava?
Sinceramente, a pergunta me surpreendeu.
Y – O quê... Como assim? Em que sentido?
F – Haha, fala sério, cara!
Y – Haha, me explica direito, por favor.
F – Tô falando, tipo, se te dava tesão me ver.
Essa explicação tirou todas as minhas dúvidas, mas ainda não entendia onde ela queria chegar, sério, nunca uma ex de um conhecido me perguntou algo assim.
Y: Olha, a real é que você era a namorada do Adrián, nunca reparei em você – respondi meio seco.
Falei isso, mas eu sabia que tinha reparado um pouco, nada demais, mas a Flor era uma gostosa.
F: Você é um idiota – ela disse, brava.
Y: Mas por quê? Tipo, você era a namorada do meu chefe, haha, imagina se vou ficar te olhando... Me mandam embora, haha.
F: Então você não me comeria? Ou teria me comido?
Y: Ah, não – falei.
F: Ah, então é por ser cagão, haha.
Ela falou isso e a verdade é que já tava me esquentando.
Y: Olha, Flor, eu já te vi e você é uma gostosa, claro que te comeria ou comeria se você não fosse a ex do Adrián.
F: Ah, é? E o que você tá esperando então?
Nisso tudo, eu ainda não tinha caído a ficha de como essa gostosa tinha me apressado, se tivesse uma lista das minas que eu poderia ter pegado ou achava que podia rolar algo naquela noite, a última era a Flor.
De repente, a gente se pegou na boca um pouco no balcão do bar, enquanto pedia mais uma caneca. Foi o momento exato em que parei de pensar com a cabeça de cima, porque a real é que o tesão da situação me deixou muito excitado.
Y – Vamos tomar essa caneca e vazar – falei.
F – Bora, sim – ela disse, como se tivesse esperando eu falar.
Combinamos de dar uma passada cada um no nosso grupo, terminar a cerveja e ir embora. Falei pra ela, por favor, não fazer muito auê, já que não queria que ninguém ficasse sabendo. Deviam ter se passado uns 15 minutos, nesse tempo eu falei pros meus amigos que já ia vazar porque tava cansado e de quebra levava uma amiga que morava perto (Flor). A gente trocou uns olhares e sacou que era a hora, levantamos e saímos do bar. Assim que viramos na direção do meu carro, que tava a 2 quarteirões do bar, quando chegamos na rua que não tinha muita gente, a gente se pegou de novo, dessa vez um beijo muito mais quente. Comecei a passar a mão na bunda dela e percebi que tinha uma raba linda, dura, malhada. Já tava com o pau duro dentro da calça, então ela sentiu bem enquanto a gente se beijava. Terminamos de nos pegar e seguimos pro carro, os dois super tarados. No caminho pra minha casa, Flor me falou que desde que me viu na casa do Adriano já tinha gostado de mim, que claro que nunca teria traído ele comigo, mas que sabia que queria me dar se terminasse com o Adriano. Isso que ela me contou me deixou muito excitado, adorei a atitude dela. Era uma novinha que queria me dar, tava pouco se fodendo pro ex e tava conseguindo.JÁ EM CASA.Entrei em casa com o carro. A tensão sexual que tava dava pra sentir no ar. A real é que a única coisa que eu queria era puxar aquela calça pra baixo e ver aquela bunda linda que eu tinha apalpado com minhas mãos uns minutos atrás. Entramos em casa e cada um foi pro banheiro; enquanto ela tava lá, aproveitei pra abrir uma breja que tinha na geladeira, pegar um beck que tava no meu quarto e botar uma música.
Assim que saí do banheiro — eu tinha entrado depois dela — ela já tava me esperando no sofá, me olhando com uma cara de puta que não consigo explicar direito. Era um olhar confiante de que ia encontrar o que veio buscar. Começamos a nos pegar no sofá, e fomos deitando devagar até que ela ficou por cima de mim, montada. Não pensei duas vezes e falei pra irmos pra minha cama.
A música tocava de fundo, enquanto a gente se comia de boca e caminhava pro meu quarto, que tava escuro. O som da música vindo da sala ia diminuindo enquanto eu sentia mais a respiração dela, os gemidos, enquanto beijava a boca dela e descia pro pescoço. Ela, ao mesmo tempo, me agarrava a pica por cima da calça, que já tava a ponto de explodir.
Nós nos jogamos na cama e não passaram nem 10 segundos até eu perceber as intenções dela: queria chupar minha pica. Enquanto me segurava a pica e a gente se beijava, ela foi se afastando, descendo devagar em direção ao meu pau. Desabotoei o cinto e nem deu tempo de tirar a cueca, ela já tava me tocando. Não deixou eu tirar; começou a dar beijos na minha pica por cima da cueca, o que, se faltava algo pra deixar mais duro, era isso. Me inclinei pra trás pra curtir o que ela tava fazendo, quando ela começou a puxar minha cueca pra ver meu pau de uma vez.
Assim que viu meu pau, soltou uma risada. Eu, rápido, perguntei o que foi:
F — Nada haha, só que parece o dobro do do Adriano.
Eu — Haha, não seja má, não pode me falar isso.
F — Mas é a verdade, é o dobra" - Ela disse enquanto olhava pro meu pau.
Aí, Flor, como nem tudo pode ser perfeito, me deu um boquete daqueles, mas não conseguia enfiar direito meu pau na boca dela, o que fazia com que eu raspasse um pouco nos dentes dela:
Y- Passa mais a língua - Pedi
F -... - Não disse nada e continuou me chupando
Aí ela mudou o jeito de me chupar e não enfiava tanto na boca, só passava a língua toda e dava beijinhos no meu pau e nas minhas bolas, o que me deixava tão louco que comecei a gemer um pouco. Tava do jeito que eu queria naquele momento.
Enquanto isso, eu tava totalmente pelado, enquanto a Flor só tinha tirado o casaco que tava usando, o que me deixava claramente em desvantagem. Puxei o rosto dela pra parar de me chupar. Agora era minha vez.
Ela se levantou da cama e começou a tirar a calça jeans, eu sentado na cama ajudei e ela me deixou ver na melhor posição a bunda que tinha: sério, não dava pra acreditar que aquela calça escondia uma raba do caralho, gordinha, durinha, bem típica das gostosas baixinhas que jogam hóquei.
Tava extasiado. Sabia que tudo isso ia valer a pena porque a Flor era uma garota linda, mas quando vi aquela bunda, sinceramente, pensei: como é que eu não tinha dado em cima dela antes? Ela escondia bem, não usava muita roupa apertada. Joguei ela na cama, confiante e com muita vontade de chupar aquela buceta e aquela bunda linda. Ela se deitou e eu desci igual um louco pra chupar aquela buceta, parei no clitóris pra chupar bem enquanto ela não aguentava mais e começou a soltar gritinhos.
Devo ter passado uns 10 minutos chupando ela, levantando as pernas dela com minhas mãos pra também alcançar a buceta dela com minha língua, enquanto passava pelos lábios e voltava a parar no clitóris dela, que eu estimulava e ela ficava louca. Já tava tudo pronto pro próximo passo:
E - Quero te foder todinha - falei, quase mandando nela.
F - Por favor, me come toda com essa pica.


Flor se ajeitou, em 15 segundos coloquei a camisinha e me posicionei pra enfiar toda a minha pica na buceta dela. No começo foi meio difícil, mesmo ela estando lubrificada, custou a entrar com conforto. Depois de 1 minuto, eu tava batendo minhas bolas na raba dela enquanto enfiava tudo.
F - Ai siiiim, ai siiiim - Flor gritava
F - Tava com tanta vontade dessa pica enorme - ela continuava me dizendo
En meio a isso, eu tava super concentrado, pra ser sincero, raramente meu nível de excitação fica tão alto que sinto que posso gozar rápido, já que normalmente eu duro bastante.
Depois de alguns minutos, a gente trocou de posição e eu coloquei ela numa das minhas favoritas: ela de rabetão pra cima, toda largada na cama me esperando subir nela. Como eu falei no post anterior, essa posição é foda porque sinto que as gostosas sentem minha pica inteira dentro delas, enquanto também sentem meu corpo e eu posso estimular o clitóris com a mão que sobra.
Toda vez que eu enfiava a pica, a Flor soltava um suspiro de prazer que era lindo, só de ouvir já endurecia a pica. Toda a sensualidade dela e a mulher que ela era tava ali, se entregando pra mim. Como já disse, poucas gostosas tinham me deixado tão tesudo na vida. A mistura de como ela era boa, o jeito dela e o tesão de ser a namorada do meu ex me fazia pirar a cabeça.
Depois de 1 hora desde que entramos na cama, eu tava comendo ela de quatro, curtindo e batendo naquele rabo lindo que apareceu na minha frente naquela noite, e ela me disse algo mágico:
F - Quero que você meta no meu cuzão.
Não podia acreditar. Ela tinha um rabo tão gostoso pra isso, mas como era a primeira vez, nem pedi. Como diz o ditado, não tem nada melhor do que ganhar o que você quer sem precisar pedir. Aceitei o que ela propôs e ela disse:
F - Mas vai devagar, porque só o Adrian fazia isso e faz meses que ninguém tenta.
Essas palavras me deram ainda mais vontade.
Y - Fica tranquila, que eu sou delicado, Flor.
Chupei o cu dela de quatro, tentando abrir com a língua aquele cuzinho tão lindo que a Flor tem. Em seguida, joguei ela de barriga pra baixo na minha cama, pedi pra ela abrir a bunda com as duas mãos pra facilitar e joguei um pouco de lubrificante: aquele cuzinho tava pronto pra ser arrombado.
Assim que comecei a enfiar a cabeça da minha piroca, a Flor soltou um grito entre dor e prazer. Comecei bem, bem devagar, enfiando até 3/4 da minha piroca, sentindo naqueles primeiros momentos a bunda dela se abrindo, se alargando pra mim. Comecei a brincar com meus dedos no clitóris dela enquanto continuava metendo bem devagar, e ela respondia com gemidos de prazer bem fortes. No meu caso, adoro começar bem devagar, até quase a mulher me pedir pra meter mais forte, quando já me sinto seguro. Dessa vez foi exatamente assim.
F - Arromba minha buceta, vai - Disse a Flor com uma voz bem provocante. Ela se soltou, ficou mais puta do que nunca.
Comecei a aumentar o ritmo, minha piroca entrava cada vez mais fácil. Depois de 1 minuto, eu tava cavalgando e enfiando até o fundo, enquanto ela gritava e gemia mais intensamente do que a noite inteira. Lembro como ela pedia pra eu não parar e gozar dentro da bunda dela. Devemos ter ficado uns 5 minutos naquela posição, onde coroamos uma foda espetacular. Terminamos os dois gozando aos gritos e ficamos exaustos na minha cama.
Acho que chegamos em casa lá pela 1 da manhã, quando olhei o relógio, já eram 3:30. Ficamos duas horas naquela cama trepando como animais, ela marcava minhas costas com as unhas, eu puxava o cabelo dela quando tava nas posições que facilitavam. Os dois terminamos com aquela cara clássica de quem acabou de ter uma excelente trepada.
Naquela noite, pensei várias vezes no que aconteceria se o Adriano descobrisse que eu estava com a namorada dele daquele jeito, a mesma que conheci na casa dele, onde ele mesmo me abriu as portas... tudo muito louco. Mesmo assim, não me arrependia, porque tinha valido a pena.
Depois de cada uma passar pelo banheiro, a Flor, bem safada, pediu um Uber pra casa. Enquanto esperava, a gente tomou a cerveja que tinha sobrado e fumou um pouco do baseado. O Uber chegou, e enquanto eu abria a porta pra ela, ela disse:
F - Por favor, que o Adriano não fique sabendo, não quero parecer uma puta.
Um pouco puta ela era, e bem atrevida a Flor se mostrou!FIMEspero que vocês tenham gostado do post! Tô esperando os comentários, opiniões, críticas, tudo! Se curtiram o conteúdo, compartilhem, essa é uma experiência REAL que rolou comigo há uns anos, se esse post bombar, em breve escrevo mais!APROVEITE
Antes de tudo, quero agradecer a todo mundo que apoiou meu primeiro post, onde contei a experiência com a ex do meu amigo. Saibam que tenho várias outras histórias que rolaram comigo ao longo desses anos, e que agora tô lembrando e, ao contar, me sinto um sortudo, haha.
Dessa vez, trago um segundo relato, baseado numa experiência que tive há uns anos com a ex do meu chefe. As fotos que vocês vão ver no post, algumas são minhas e outras não são originais, porque tentei buscar imagens parecidas pra vocês visualizarem melhor tudo! Nesse encontro, a gente não tirou fotos.
LINK DO PRIMEIRO RELATO:http://www.poringa.net/posts/relatos/4625075/Me-coji-a-la-ex-de-mi-amigo-Relato-con-fotos.htmlTambém queria comentar que tô aberto a novas experiências com a galera da página, adoraria conhecer algum casal e realizar as fantasias de vocês.
Se você leu até o final, me conta o que achou! E se curtiu, deixa seus pontos e recomendações pra chegar em mais gente. Montar todo o relato me tomou um tempão, mas é uma experiência que queria compartilhar com a comunidade💪🏻MEU NOVO TRAMPOBom, pra começar a história, isso aconteceu comigo uns 5 anos atrás, quando eu tava trabalhando numa concessionária de carros da região onde moro, bem conhecida. Quando entrei no trampo, já me dei super bem com meu chefe na época, o Adrián. Conforme os dias, semanas e meses foram passando, a gente foi ficando cada vez mais próximo, também porque nós dois curtimos futebol e a gente se convidava pra jogar de vez em quando, além de ter ido tomar uma cerveja um dia ou outro depois do expediente.
Deve ter passado uns 2 meses desde que comecei a trabalhar quando o Adrián me chamou pra ver um jogo da seleção na casa dele, se não me engano era de alguma eliminatória. O jogo era tipo 21h30, cheguei com umas cervejas na casa dele por volta das 20h. Pedimos uma pizza, cerveja vai, cerveja vem, e o Adrián me falou que a namorada dele da faculdade, que morava com ele, chegaria em breve. Eu nunca tinha visto ela nem em foto, na real, porque o Adrián não postava muita coisa com ela.
Tipo 22h30, no meio do jogo, tocaram a campainha. Era a Flor, a namorada do Adrián. Ele foi abrir, ela entrou, a gente se cumprimentou e continuamos vendo o jogo. De vez em quando ela soltava algum comentário, mas a gente continuava vidrado no jogo. Depois que terminou, a gente ficou tomando mais umas cervejas e eu fui pra casa. A verdade é que a gente riu pra caralho e a Flor me caiu super bem.
Isso a gente fez umas 2 ou 3 vezes com o Adrián, sempre com a Flor chegando ou já estando no apê. Pra contar um pouco mais sobre ela, a Flor era uma mina baixinha, entre 1,50 e 1,55 de altura, morena. Parecia ter umas pernas boas porque jogava hóquei, isso ela me falou um dos dias que a gente se encontrou com o Adrián. A verdade é que, conhecendo algumas namoradas dos meus amigos, ela era muito gente boa e curtia participar quando a gente se reunia com o Adrián.
A propósito, o Adrian já tinha dito várias vezes que seria legal fazer algo com uma amiga dela, ou seja, nós quatro, e segundo ela, a mina toparia na hora o plano, mas nunca conseguimos botar em prática porque pouco depois o Adrian me contou que elas tinham brigado. Já não moravam mais juntas e tinham terminado.6 MESES DEPOIS.Um dia, como sempre fazia durante a semana, fui tomar uma cerveja num bar com uns amigos onde tocava um pouco de música eletrônica. Não sou fã dessa parada, mas como uns amigos gostam, a gente foi.Chegamos lá umas 22h. Pedimos algo pra comer e beber. A real é que era um daqueles dias que você não tá muito bem, umas paradas no trampo não iam lá essas coisas e eu tava enroscado. Tomei umas 2 canecas como se fosse nada, tava com muita sede.
De repente, no caminho pro banheiro, encontro... a Flor! A gente se cumprimentou meio na correria, e depois de umas palavras, fui pro banheiro e voltei pra mesa.
Acho que era umas 12 da noite, mais ou menos, e o clima já tava mais animado, tinha bastante gente que tinha chegado. Entre as mesas, dava pra ver onde a Flor tava sentada, e a gente cruzou olhares por uns segundos e ela fez um sinal tipo "vem cá". Levantei, enquanto via que ela também se levantava. Peguei minha cerveja e fui lá pra gente conversar.
Eu: - E aí Flor, beleza? Quanto tempo! - Perguntei, porque no caminho pro banheiro nem tinha escutado o que ela tinha dito.
Flor: - Tudo bem, graças a Deus. Vim com uns amigos e amigas hoje, e você, beleza?
Eu: - Também, vim com uns amigos, dar uma relaxada depois do trampo.
Flor: - Ah, é mesmo! Como tão as coisas? O babaca do Adrián tá te tratando bem?
Eu: - Haha, não seja malvada! Fiquei sabendo que vocês brigaram... Mas não pensei que tava tudo tão ruim.
Flor: - É que ele tava muito tóxico, o Adrián me deixava louca.
Ela falou mais umas paradas, mas eu nem tava entendendo o que ela dizia, nem porquê. Também não tava ligando muito, pra ser sincero, já tava me arrependendo de ter cruzado olhares e parado pra falar com essa mina, porque achei que ia ficar me enchendo o saco por 20 minutos falando do Adrián.
Me distraí e ouvi ela perguntar:
Flor: - E depois, vai fazer alguma coisa? Uns amigos tão fazendo um after em casa, com certeza.
Eu: - Ah, sei lá, depende haha, amanhã trampo, mas entro mais tarde.
Flor: - Bom, vamos vendo, isso termina às 2 pelo que me falaram.
Mudando de assunto, a Flor me disse:
F – Posso te fazer uma pergunta?
Y – Claro, lógico – respondi.
F – Haha, espero que você não ria.
Ela falou isso e eu entendi que não era só eu que tava meio bêbado.
F – Quando você me via na casa do Adrián, eu te provocava?
Sinceramente, a pergunta me surpreendeu.
Y – O quê... Como assim? Em que sentido?
F – Haha, fala sério, cara!
Y – Haha, me explica direito, por favor.
F – Tô falando, tipo, se te dava tesão me ver.
Essa explicação tirou todas as minhas dúvidas, mas ainda não entendia onde ela queria chegar, sério, nunca uma ex de um conhecido me perguntou algo assim.
Y: Olha, a real é que você era a namorada do Adrián, nunca reparei em você – respondi meio seco.
Falei isso, mas eu sabia que tinha reparado um pouco, nada demais, mas a Flor era uma gostosa.
F: Você é um idiota – ela disse, brava.
Y: Mas por quê? Tipo, você era a namorada do meu chefe, haha, imagina se vou ficar te olhando... Me mandam embora, haha.
F: Então você não me comeria? Ou teria me comido?
Y: Ah, não – falei.
F: Ah, então é por ser cagão, haha.
Ela falou isso e a verdade é que já tava me esquentando.
Y: Olha, Flor, eu já te vi e você é uma gostosa, claro que te comeria ou comeria se você não fosse a ex do Adrián.
F: Ah, é? E o que você tá esperando então?
Nisso tudo, eu ainda não tinha caído a ficha de como essa gostosa tinha me apressado, se tivesse uma lista das minas que eu poderia ter pegado ou achava que podia rolar algo naquela noite, a última era a Flor.
De repente, a gente se pegou na boca um pouco no balcão do bar, enquanto pedia mais uma caneca. Foi o momento exato em que parei de pensar com a cabeça de cima, porque a real é que o tesão da situação me deixou muito excitado.
Y – Vamos tomar essa caneca e vazar – falei.
F – Bora, sim – ela disse, como se tivesse esperando eu falar.
Combinamos de dar uma passada cada um no nosso grupo, terminar a cerveja e ir embora. Falei pra ela, por favor, não fazer muito auê, já que não queria que ninguém ficasse sabendo. Deviam ter se passado uns 15 minutos, nesse tempo eu falei pros meus amigos que já ia vazar porque tava cansado e de quebra levava uma amiga que morava perto (Flor). A gente trocou uns olhares e sacou que era a hora, levantamos e saímos do bar. Assim que viramos na direção do meu carro, que tava a 2 quarteirões do bar, quando chegamos na rua que não tinha muita gente, a gente se pegou de novo, dessa vez um beijo muito mais quente. Comecei a passar a mão na bunda dela e percebi que tinha uma raba linda, dura, malhada. Já tava com o pau duro dentro da calça, então ela sentiu bem enquanto a gente se beijava. Terminamos de nos pegar e seguimos pro carro, os dois super tarados. No caminho pra minha casa, Flor me falou que desde que me viu na casa do Adriano já tinha gostado de mim, que claro que nunca teria traído ele comigo, mas que sabia que queria me dar se terminasse com o Adriano. Isso que ela me contou me deixou muito excitado, adorei a atitude dela. Era uma novinha que queria me dar, tava pouco se fodendo pro ex e tava conseguindo.JÁ EM CASA.Entrei em casa com o carro. A tensão sexual que tava dava pra sentir no ar. A real é que a única coisa que eu queria era puxar aquela calça pra baixo e ver aquela bunda linda que eu tinha apalpado com minhas mãos uns minutos atrás. Entramos em casa e cada um foi pro banheiro; enquanto ela tava lá, aproveitei pra abrir uma breja que tinha na geladeira, pegar um beck que tava no meu quarto e botar uma música.
Assim que saí do banheiro — eu tinha entrado depois dela — ela já tava me esperando no sofá, me olhando com uma cara de puta que não consigo explicar direito. Era um olhar confiante de que ia encontrar o que veio buscar. Começamos a nos pegar no sofá, e fomos deitando devagar até que ela ficou por cima de mim, montada. Não pensei duas vezes e falei pra irmos pra minha cama.
A música tocava de fundo, enquanto a gente se comia de boca e caminhava pro meu quarto, que tava escuro. O som da música vindo da sala ia diminuindo enquanto eu sentia mais a respiração dela, os gemidos, enquanto beijava a boca dela e descia pro pescoço. Ela, ao mesmo tempo, me agarrava a pica por cima da calça, que já tava a ponto de explodir.
Nós nos jogamos na cama e não passaram nem 10 segundos até eu perceber as intenções dela: queria chupar minha pica. Enquanto me segurava a pica e a gente se beijava, ela foi se afastando, descendo devagar em direção ao meu pau. Desabotoei o cinto e nem deu tempo de tirar a cueca, ela já tava me tocando. Não deixou eu tirar; começou a dar beijos na minha pica por cima da cueca, o que, se faltava algo pra deixar mais duro, era isso. Me inclinei pra trás pra curtir o que ela tava fazendo, quando ela começou a puxar minha cueca pra ver meu pau de uma vez.
Assim que viu meu pau, soltou uma risada. Eu, rápido, perguntei o que foi:
F — Nada haha, só que parece o dobro do do Adriano.
Eu — Haha, não seja má, não pode me falar isso.
F — Mas é a verdade, é o dobra" - Ela disse enquanto olhava pro meu pau.

Aí, Flor, como nem tudo pode ser perfeito, me deu um boquete daqueles, mas não conseguia enfiar direito meu pau na boca dela, o que fazia com que eu raspasse um pouco nos dentes dela:Y- Passa mais a língua - Pedi
F -... - Não disse nada e continuou me chupando
Aí ela mudou o jeito de me chupar e não enfiava tanto na boca, só passava a língua toda e dava beijinhos no meu pau e nas minhas bolas, o que me deixava tão louco que comecei a gemer um pouco. Tava do jeito que eu queria naquele momento.
Enquanto isso, eu tava totalmente pelado, enquanto a Flor só tinha tirado o casaco que tava usando, o que me deixava claramente em desvantagem. Puxei o rosto dela pra parar de me chupar. Agora era minha vez.
Ela se levantou da cama e começou a tirar a calça jeans, eu sentado na cama ajudei e ela me deixou ver na melhor posição a bunda que tinha: sério, não dava pra acreditar que aquela calça escondia uma raba do caralho, gordinha, durinha, bem típica das gostosas baixinhas que jogam hóquei.
Tava extasiado. Sabia que tudo isso ia valer a pena porque a Flor era uma garota linda, mas quando vi aquela bunda, sinceramente, pensei: como é que eu não tinha dado em cima dela antes? Ela escondia bem, não usava muita roupa apertada. Joguei ela na cama, confiante e com muita vontade de chupar aquela buceta e aquela bunda linda. Ela se deitou e eu desci igual um louco pra chupar aquela buceta, parei no clitóris pra chupar bem enquanto ela não aguentava mais e começou a soltar gritinhos.
Devo ter passado uns 10 minutos chupando ela, levantando as pernas dela com minhas mãos pra também alcançar a buceta dela com minha língua, enquanto passava pelos lábios e voltava a parar no clitóris dela, que eu estimulava e ela ficava louca. Já tava tudo pronto pro próximo passo:E - Quero te foder todinha - falei, quase mandando nela.
F - Por favor, me come toda com essa pica.



Flor se ajeitou, em 15 segundos coloquei a camisinha e me posicionei pra enfiar toda a minha pica na buceta dela. No começo foi meio difícil, mesmo ela estando lubrificada, custou a entrar com conforto. Depois de 1 minuto, eu tava batendo minhas bolas na raba dela enquanto enfiava tudo.F - Ai siiiim, ai siiiim - Flor gritava
F - Tava com tanta vontade dessa pica enorme - ela continuava me dizendo

En meio a isso, eu tava super concentrado, pra ser sincero, raramente meu nível de excitação fica tão alto que sinto que posso gozar rápido, já que normalmente eu duro bastante.
Depois de alguns minutos, a gente trocou de posição e eu coloquei ela numa das minhas favoritas: ela de rabetão pra cima, toda largada na cama me esperando subir nela. Como eu falei no post anterior, essa posição é foda porque sinto que as gostosas sentem minha pica inteira dentro delas, enquanto também sentem meu corpo e eu posso estimular o clitóris com a mão que sobra.Toda vez que eu enfiava a pica, a Flor soltava um suspiro de prazer que era lindo, só de ouvir já endurecia a pica. Toda a sensualidade dela e a mulher que ela era tava ali, se entregando pra mim. Como já disse, poucas gostosas tinham me deixado tão tesudo na vida. A mistura de como ela era boa, o jeito dela e o tesão de ser a namorada do meu ex me fazia pirar a cabeça.
Depois de 1 hora desde que entramos na cama, eu tava comendo ela de quatro, curtindo e batendo naquele rabo lindo que apareceu na minha frente naquela noite, e ela me disse algo mágico:F - Quero que você meta no meu cuzão.
Não podia acreditar. Ela tinha um rabo tão gostoso pra isso, mas como era a primeira vez, nem pedi. Como diz o ditado, não tem nada melhor do que ganhar o que você quer sem precisar pedir. Aceitei o que ela propôs e ela disse:
F - Mas vai devagar, porque só o Adrian fazia isso e faz meses que ninguém tenta.
Essas palavras me deram ainda mais vontade.
Y - Fica tranquila, que eu sou delicado, Flor.
Chupei o cu dela de quatro, tentando abrir com a língua aquele cuzinho tão lindo que a Flor tem. Em seguida, joguei ela de barriga pra baixo na minha cama, pedi pra ela abrir a bunda com as duas mãos pra facilitar e joguei um pouco de lubrificante: aquele cuzinho tava pronto pra ser arrombado.

Assim que comecei a enfiar a cabeça da minha piroca, a Flor soltou um grito entre dor e prazer. Comecei bem, bem devagar, enfiando até 3/4 da minha piroca, sentindo naqueles primeiros momentos a bunda dela se abrindo, se alargando pra mim. Comecei a brincar com meus dedos no clitóris dela enquanto continuava metendo bem devagar, e ela respondia com gemidos de prazer bem fortes. No meu caso, adoro começar bem devagar, até quase a mulher me pedir pra meter mais forte, quando já me sinto seguro. Dessa vez foi exatamente assim.F - Arromba minha buceta, vai - Disse a Flor com uma voz bem provocante. Ela se soltou, ficou mais puta do que nunca.
Comecei a aumentar o ritmo, minha piroca entrava cada vez mais fácil. Depois de 1 minuto, eu tava cavalgando e enfiando até o fundo, enquanto ela gritava e gemia mais intensamente do que a noite inteira. Lembro como ela pedia pra eu não parar e gozar dentro da bunda dela. Devemos ter ficado uns 5 minutos naquela posição, onde coroamos uma foda espetacular. Terminamos os dois gozando aos gritos e ficamos exaustos na minha cama.
Acho que chegamos em casa lá pela 1 da manhã, quando olhei o relógio, já eram 3:30. Ficamos duas horas naquela cama trepando como animais, ela marcava minhas costas com as unhas, eu puxava o cabelo dela quando tava nas posições que facilitavam. Os dois terminamos com aquela cara clássica de quem acabou de ter uma excelente trepada.

Naquela noite, pensei várias vezes no que aconteceria se o Adriano descobrisse que eu estava com a namorada dele daquele jeito, a mesma que conheci na casa dele, onde ele mesmo me abriu as portas... tudo muito louco. Mesmo assim, não me arrependia, porque tinha valido a pena.Depois de cada uma passar pelo banheiro, a Flor, bem safada, pediu um Uber pra casa. Enquanto esperava, a gente tomou a cerveja que tinha sobrado e fumou um pouco do baseado. O Uber chegou, e enquanto eu abria a porta pra ela, ela disse:
F - Por favor, que o Adriano não fique sabendo, não quero parecer uma puta.
Um pouco puta ela era, e bem atrevida a Flor se mostrou!FIMEspero que vocês tenham gostado do post! Tô esperando os comentários, opiniões, críticas, tudo! Se curtiram o conteúdo, compartilhem, essa é uma experiência REAL que rolou comigo há uns anos, se esse post bombar, em breve escrevo mais!APROVEITE
15 comentários - A ex do meu chefe se entregou pra mim (com fotos)