Conta a história de como o avô do meu amigo comeu a minha mãe. Oi, me chamo Lucas e vou contar como minha mãe foi fodida pelo avô de um amigo. Primeiro, vou explicar que minha mãe se chama Mercedes, mas todo mundo chama ela de Mecha. É uma mulher bem interessante, não tem um corpo exuberante, é mais o corpo de uma mulher de 50 anos normal. É casada com meu pai há uns felizes 30 anos. Eles têm um bom relacionamento, que às vezes fica meio pesado com as brigas normais de qualquer casal. Um dia, recebo uma ligação do meu amigo Nicolás, que diz que precisa me contar uma coisa. Vou até a casa dele e, quando chego, ele me conta que o avô dele está comendo a minha mãe. Eu não podia acreditar. O avô do meu amigo é um homem velho, uns 86 anos, ex-militar, de boa aparência física pra idade dele e, segundo meu amigo, com um passado cheio de casos com mulheres. Como eu disse, não podia acreditar, então Nico começou a me contar mais ou menos como foi. Uma tarde, ele estava com o avô na frente da casa dele tomando um mate quando minha mãe passou, cumprimentou os dois educadamente, e eles responderam na mesma hora. Nesse momento, Roberto, que é o nome do avô do meu amigo, perguntou: — Quem é essa senhora? E Nico respondeu: — É a mãe do Lucas, um amigo. Por quê? Roberto deu um sorriso e respondeu: — Não... nada... me parece uma mulher gostosa. Nico olhou pra ele e disse: — Vô... é a mãe de um amigo... não tá pensando besteira, né? Ele respondeu: — É amigo seu, não meu. Além disso, é uma mulher bonita, que sortudo deve ser o marido dela, por ter uma mulher dessas. Nico olhou espantado e disse: — Vô... isso quer dizer que você pegaria a mãe do Lucas se pudesse? E o avô dele, sorrindo, respondeu: — Sim, filho... com certeza... não perderia a chance de comer aquela mulher... e, na verdade, a partir de agora, vou procurar essa oportunidade. Nico, surpreso, respondeu: — Como? Você vai tentar comer a mãe do Meu amigo? Hahaha… nem pensar. Roberto respondeu: — Já vai ver… melhor, vou te provar. Você ainda não sabe do que seu avô é capaz com as mulheres. Depois disso, Nico me conta que o avô dele olhava pra ele e dizia todo dia pra ir preparando o uísque pra comemorar a conquista dele. Era a conquista da minha mãe. A partir daquele dia, meu amigo me contava que toda vez que minha mãe passava na casa dele pra comprar alguma coisa na Belkis, um mercadinho do bairro, o avô não perdia a chance de elogiar ela e falar umas coisas bonitas tipo: que moça linda… queria ser criança pra ter uma professora tão gostosa… e minha mãe só respondia com um sorriso. Dia após dia, Roberto insistia nos elogios pra minha mãe, e cada vez mais eles arrancavam mais que um sorriso dela. O tempo passou, e Roberto não parava com o objetivo dele. Assim, ele também conseguiu que às vezes ela parasse pra bater um papo com ele. Isso mostrava que o propósito dos cantadas do avô de Nico tava dando resultado. Uma tarde, o avô de Nico tava na calçada quando vê minha mãe passar meio nervosa e quase chorando. Ele para ela e diz: — O que houve, moça? A senhora tá bem? Ela se joga nele, abraça ele e desaba a chorar. Roberto não sabia o que fazer, ou melhor, sabia muito bem o que fazer. Essa era a oportunidade que ele esperava e não ia deixar passar. Minha mãe não parava de chorar e naquele momento Roberto fala: — Vem… entra… toma um copo d’água. Fica tranquila que não vai te acontecer nada. Minha mãe aceita o convite e entra na casa. Bem na hora não tinha ninguém, só eles dois. Roberto traz o copo d’água e minha mãe agradece. — Bebe, fica tranquila que já passou. Se quiser, pode me contar o que aconteceu, pra desabafar. Minha mãe diz: — Tive uma briga feia com meu marido e peguei um táxi e vim pra minha casa. Faz um tempo que a gente tá meio mal, brigamos muito. Ele tá muito ocupado no trabalho, tem muitos problemas… e nos poucos momentos que A gente briga e isso me faz muito mal. Naquele momento, Roberto disse: "aqui está minha chance" e começou o discurso dele. Ele falou: — Calma, calma… fica tranquila e não chora. Você é uma mulher muito gostosa pra ficar triste e chorando. Nenhum homem merece que uma mulher linda como você chore por ele. Você devia ter um homem que te valorizasse, que visse o quanto você é gostosa… e que te fizesse feliz. Mamãe olhou pra ele e disse: — Obrigada. Ele se aproximou, pegou as mãos dela e disse, olhando nos olhos: — Que mulher linda… se dá uma chance de ser feliz… Ela ficou olhando pra ele como se estivesse congelada. Ele chegou mais perto, segurou o rosto dela e deu um beijo. Ela não reagiu, mas ele não desistiu. Continuou pressionando os lábios de mamãe, tentando com a língua passar pela barreira que ela colocava. Pegou ela pela cintura e começou a subir pelas costas dela. Aos poucos, mamãe foi cedendo, e assim começou a abrir os lábios, deixando a língua de Roberto entrar, que começou a se encontrar com a dela… em poucos minutos, estavam entrelaçadas. Se beijavam sem parar, ele começou a acariciar as costas dela, e ela se abraçou no pescoço dele. Ele começou a beijar o pescoço dela, sentindo a respiração de mamãe ficar cada vez mais ofegante. Ele sussurrava: — Como eu te desejo… te desejo desde o primeiro dia que te vi… Mas mamãe só apertava mais os lábios dela nos dele e enfiava a língua cada vez mais mexendo dentro da boca do Roberto. Num momento, ela se soltou e se virou, dizendo: — Nãoooooo… pelo amor de Deus! O que eu tô fazendo! Isso é uma loucura! Ele se aproximou de novo por trás e pegou ela pela cintura, começando a beijar o pescoço dela enquanto sussurrava: — Siiim. Quero te fazer minha… Te desejo… Enquanto continuava beijando ela. Ela respondia com a voz trêmula: — Nãoooooo… me larga… isso é uma loucura… mmmm… pelo amor, me larga. Como ele viu que não conseguia quebrar a resistência dela, apertou ela de novo contra ele, encostando todo o volume, fazendo ela sentir o que ele tinha escondido debaixo da calça enquanto dizia: — Tá sentindo minha pica ou não? É toda pra você… sente como ela tá dura? Enquanto falava, agarrou os peitos dela por baixo e apertou com força. Mamãe só dizia: — nãooo… chega… chega… pelo amor… mmmm… O prazer começava a envolver ela. Ele apoiava a rola e afastava, e percebeu que mamãe acompanhava aquele vai e vem com a cintura, e soube que ela já era dele. Foi aí que ele foi soltando a camisa de mamãe sem ela oferecer resistência. Lá estavam os dois, ele encostando o pau nela por trás e ela tirando o sutiã… Roberto começou a beijar os peitos dela… aos poucos sentia os bicos ficando cada vez mais duros por causa da excitação e do prazer que tinha tomado conta de mamãe. Mordia os bicos dos peitos dela, fazendo ela soltar pequenos gemidos de prazer. Enquanto chupava os peitos de mamãe uma e outra vez, Roberto desabotoou a calça dela e abaixou o zíper, encontrando aquilo que tanto tinha desejado desde que conheceu minha velha. Foi descendo devagar, beijando os peitos… o umbigo… até chegar naquele lugar precioso. A respiração de mamãe já tava super acelerada… ele abaixou a calça dela, que a essa altura já tava entregue pra aquele homem. Ali estava minha mãe praticamente nua, na frente daquele homem que tanto a desejava. Nunca pensei que veria minha mãe com outro homem que não fosse meu pai, mas fazer o quê, ali estava. Ele se levantou e ficou de frente pra minha mãe, olhou nos olhos dela e, pegando a mão dela, a guiou até o volume que saía pelo zíper dele. Ela olhou nos olhos dele e sorriu, dizendo: — opa opa… mas que coisa você tem aí. Ele respondeu: — espera até ter ele dentro de você. Olhou pra ela de novo, deu um beijo que ela correspondeu, pegou na nuca dela e a empurrou pra baixo. Roberto tirou o pau, que tava totalmente duro, e ficou de frente pro rosto de mamãe. Ela olhou pra ele e disse: — não vai me dizer que eu… não… nunca fiz isso. — sempre tem uma primeira vez, respondeu ele, e com um movimento brusco enfiou o pau na boca de mamãe. Ela soltou ele de Imediato, mas aos poucos parece que ela começou a gostar e começou a devorar com muita vontade, como se fosse a última vez que fosse chupar uma pica. – Siiii... siiiii... chupa tudo, mamãe!! Você gosta? Gosta da minha pica? Dizia ele. Mamãe só balançava a cabeça, não queria soltar nem por um segundo aquela pica que ela tanto gostava e que estava devorando como uma verdadeira puta. Ele se abaixou e, num movimento só, tirou a calcinha dela, que era a única roupa que ainda restava na minha mãe. Ela olhou pra ele e disse: – O que você vai fazer comigo, Roberto? Ele respondeu: – Vou te levar pro céu. Terminou de falar isso quando abriu as pernas da mamãe, que já não aguentavam mais, e mergulhou na entreperna dela, começou a chupar a buceta, enfiando a língua até o fundo, procurando o clitóris dela. Mamãe começou a se derreter de prazer e só conseguia gemer como uma louca, apertando a cabeça do Roberto entre as pernas. – Mmmmmm... siiiiiii... siiiii, por favor! Não para, não para...! Meu Deus... Ele dizia: – Ei, você gosta disso, puta?? Porque você é minha puta, né? Ela, transbordando de prazer, só dizia: – Siiii!! Siiiiiiii!! Sou sua puta!! Faz o que quiser comigo!! Ele continuava, já tinha encontrado o clitóris e o segurava na boca, mordendo e fazendo a mamãe se contorcer de prazer: – Siiii... siiiii, Roberto! Sim, meu amor!! Não para, não para! Me come! Era isso que ele estava esperando. Foi então que ele perguntou de novo: – Você é minha puta, né? O que você quer que eu faça, sua puta? Ela não aguentava mais, os sucos transbordavam da buceta dela, então, num tom elevado, disse: – Siiii... sou sua puta, meu amor! E quero que você me coma!! Me come! Me come agora! Me faz tua! Toda tua! Ele a pegou pelas nádegas e a subiu na mesa, colocou a ponta da pica na entrada da buceta dela, com aqueles lábios inchados de tanta sucção do Roberto. Com um movimento forte, ele a penetrou. – Toma... era isso que você queria?? Toma, puta!! É isso que você gosta!! Ela gemia e dizia: – Siiii, adoro sua pica! Mais que a do meu marido! Vai... vai!! Mais, mais... mas... mas... não para!! As investidas de Roberto estavam cada vez mais fortes. Mamãe sentia que desmaiava de prazer. Toma, puta!! Vou te foder do meu jeito!! Vou deixar sua buceta partida de tanto que vou te foder! – siiiim... vai... siiiiiiiii.. não para, meu amor!! Me parte! Me fode!! Ele já estava quase gozando e dizia: - vai que eu vou gozar, puta!! Já tô quase gozando!! – siiiim, meu amor!! Como você me fode bem!! Nunca fui fodida assim! - toma, puta!! Quero que você engula todo o meu esperma, puta de merda!! Engole tudo!! – siiiim…meu amor, o que você quiser! Sou sua! Ele tirou o pau e colocou na cara de mamãe, que abriu a boca como uma jiboia e devorou o pau de Roberto, engolindo todo o esperma. . - Isso aí…minha puta!! Engole tudo!! Mamãe não queria soltar aquele pau que tanto prazer tinha dado e continuava chupando como uma verdadeira puta. Roberto olhou pra ela e disse: então você quer mais, hein? Quer mais pau? Pois eu vou te dar. Ela olhou pra ele como quem diz: o que você vai fazer comigo?. Ele a levantou, colocou ela de costas, mandou ela apoiar as mãos na mesa, meteu um dedo no cu pra ver como era. Mamãe deu um pulo de dor e disse: você vai me foder pelo cu? Ele olhou pra ela e disse: - adivinha? E naquele momento enfiou a cabeça do pau no cu de mamãe, que não entrava, foi aí que ela percebeu que nunca tinha feito isso. Então perguntou: - seu marido nunca te comeu pelo cu? Ela, meio envergonhada, disse: - nãoooooo…você vai me ensinar?? Ele sorriu e disse: - sim, minha puta!! Agora vou arrebentar seu cu! Ajeitou o pau de novo e com um movimento brusco enfiou até a metade. Mamãe gritou de dor mas logo começou a sentir prazer: - ai…ai…..tá doendo!!! Tá doendo!! Você tá arrebentando meu cu, meu amor!! - siiiiiiiim, puta!! Vou arrebentar esse cu! Assim, cada vez que doer, você vai lembrar de mim e do meu pau!! Toma, puta!! Ou quer que eu tire?? – nãoooooo… meu amor!! Nem louca! Aiiiiii…aiiiiiii siiiiiim, continua!! Me come!! Ele continuava comendo mama até que ela tava quase gozando de novo. – vai, vou gozar, puta!! Vou gozar dentro de você, puta!! Vou encher teu cu de porra!! – siiiiiii, meu amor!! Goza dentro de mim! Enche meu cu de porra!! – aí está!! Puta!! Toma!! Aaaaaa……! – siiiii, meu amor! Que quente tá sua porra! Adoro!! – é mesmo? Já que você gosta tanto, limpa minha pica e engole tudo!! – siiiii……já vou chupar ela toda!! Chupo até suas bolas, meu amor! Mama limpa a pica passando a língua por todo o pau de Roberto, que sentia a satisfação de ter comido e mais um pouco aquela mulher que ele tanto desejava. Depois Nico me contou que, como o avô dele tinha dito que ia provar, ele se escondeu no quarto pra poder ver que era verdade que ele comia minha mãe. E foi assim, minha velha chegou em casa, entraram no quarto de Roberto e comeram de novo como loucos, Nico não saía do espanto de ouvir minha mãe falar coisas tipo: sim, meu amor! Me come! Arrebenta meu cu!! Adoro sua pica! E ao me contar isso, eu não conseguia acreditar. Nessa hora apareceu o avô do Nico e eu olhava pra ele com ódio ou sei lá o que sentia, porque aquele velho comia minha mãe quando queria. Quando ele me cumprimentou, eu me aproximei e falei: é verdade que o senhor fode minha mãe quando quer? Quero saber porque não consigo acreditar. Ele me olhou e disse: sim…é verdade, eu fodo sua mãe. Se quiser ver, eu chamo ela e você vê com seus próprios olhos. Senti um medo enorme tomando conta de mim. Tinha a chance de ver minha mãe dando pra aquele velho. Mas pior era viver na dúvida sem nunca saber, então aceitei. Ele falou: bom…espera um segundo que vou chamar ela pra você ver. Eu disse: – mas são 6 da tarde, mãe não tem que ir na casa da minha tia?? Ele me olhou e, sorrindo, disse: – hahaha….já vai ver como ela vem voando, espera e você vai ver. Eu não conseguia acreditar no que estava por vir, no momento que eu ia viver. O avô do Nico sai e me fala, ela tá vindo, disse que quer meu pau… kkkkk. Eu olhei torto, porque não imaginava minha mãe falando aquilo. Foi aí que a gente se colocou no quarto do avô do Nico pra poder ver. Finalmente escuto a voz da minha mãe entrando em casa e cumprimentando o Roberto com um beijo que dava pra ver a língua dela lavando o estômago dele, mais ou menos. Ele pegou ela pela mão e disse "vamos pro quarto", e ela aceitou encantada. – "não via a hora de te ver de novo…" Entraram e, sem perder tempo, ela tirou a pau da calça do Roberto e meteu na boca. Começou a chupar igual uma verdadeira puta. Eu não saía do meu espanto ao ver minha mãe chupando a pau daquele velho. Ele dizia, suponho que de propósito porque eu tava ali: – "cê gosta da minha pau?? O que cê é?? O que cê quer, hein?? Fala!! Fala!!! Bem alto!" Ela respondeu: – "amo sua pau, meu amor! Sou sua puta e quero que você me coma e me arrebente o cu!! Me come! Me come!" "Muito bem, então é isso que vou fazer", disse ele, e rapidamente tirou as roupas da minha mãe e meteu a pau na buceta dela e começou as estocadas. – "hoooooo…siimmmm…siimmmm, meu amor!! Me come! Me come bem forte!! Quero sentir você bem dentro!" "Do jeito que você quiser, puta!", disse ele. – "Sou sua puta, sim! E quero que você me coma bem forte com essa pau linda!!" Ele continuava metendo forte, cada vez mais e mais. – "cê gosta, puta?? Me fala se cê gosta!! Fala alto!" De novo, pra eu ouvir. – "siimmmm, meu amor!! Adoro como você me come! Amo sua pau dura dentro de mim! Me come mais…mais!! Siiimmmmm!!" Ele continuou metendo na buceta já aberta da minha mãe. "Toma, que vou gozar, puta! Abre a boca!" – "vai, amor! Goza na minha boquinha todo seu leitinho quentinho!" Eu não podia acreditar no que tava vendo e ouvindo, minha mãe chupando a pau do avô do Nico e falando essas coisas. Enquanto ele depositava todo o leite na boca da minha mãe, que, pra não ficar por baixo, engoliu todo o esperma. – "que boa foda você me deu, Roberto… não imagina o quanto esperei por esse dia, com você sinto que sou outra pessoa, me sinto mais… livre... obrigado por me fazer tão feliz. Era isso que mamãe dizia enquanto ele sorria, sabendo que eu ouvia tudo o que falavam. Roberto olhou pra ela e disse: não, amor... obrigado a você por me deixar te fazer feliz. Ela olhou pra ele e disse: você me encanta... como não te conheci antes! Você me deixa louca! Quero te pedir um grande favor. Ele disse: - vamos ver, do que se trata? – quero que você me coma pelo cu! sim? É uma coisa que adoro como você faz, já que foi o primeiro e o único. Quer? Ele, sabendo da minha presença, começou a se fazer de rogado. – hmm... não sei, Mechi... tô meio cansado hoje... melhor outro dia. Ela pediu de novo num tom mais de súplica. – por favor, Roberto... quero que me coma pelo cu! Me come! Me olhando de canto e sorrindo, ele disse: - tá bom, putinha, vou arrebentar seu cu! Pegou ela por trás e, sem pensar, enfiou o pau no cu dela de uma vez. – toma, putinha! É isso que você queria? – siiiiiiiim, meu amor! Isso eu adoro! Arrebenta tudo! Me fode! Siiiiiiiiim! Ele não parou de foder minha mãe nem um segundo. Ela tava louca, se mexia como se tivesse levando um choque, mas era por causa dos múltiplos orgasmos que o pau do vovô causavam nela. Ele continuava comendo minha mãe enquanto me olhava e dizia: - vou arrebentar tudo, putinha! Você vai lembrar do meu pau toda vez que doer! Ela gritou com um gemido forte: - aaaaaaa... aaaaaaa... aaaaaaa... siiiiiiiim!!!! Caindo estirada na cama. Deitaram juntos e ele, excitado pela minha presença, queria continuar fodendo minha mãe. Se colocou atrás dela na posição de conchinha e, devagar, encaixou de novo o pau que voltava a endurecer. Enfiou na buceta da mamãe, que ainda escorria os fluidos da foda anterior. Ela olhou pra ele e disse: - nãooooo... por favor! Não me come mais! Tô exausta... não aguento mais! Por favor... não aguento mais! Ele enfiou o pau do mesmo jeito e disse: - aqui quem decide quando não fode mais sou eu! Afinal, quem é a putinha e quem é o dono aqui? Ela respondeu: - não fica bravo love…sabia que adoro quando você me come… é que eu tenho a buceta toda arrombada e o cu quebrado por causa da sua pica. Mas eu também tô com vontade de te comer e é isso que vou fazer! Sua puta! Então enfio de uma vez a pica dele na buceta da mamãe: — Toma, puta! Vou rasgar sua buceta pra você nunca mais querer dar pro corno do seu marido! A mamãe só recebia as estocadas do Roberto com caretas de dor: — Hummm… não… chega, chega!! Chega, pelo amor! Ela implorava. Ele disse: — Já vai ver como vai me pedir pra não parar. Toma, sua puta de merda! Vamos ver se você não quer mais ser comida! E foi assim, aos poucos os gritos de dor da mamãe viraram gritos de prazer de novo, ela voltava a gozar com aquela pica. — Hummm… chega… pelo amor!! Hummm… siiiim… siiiim… não… vai… vai, meu amor!! Não para!! Que pica linda! Me come! Me comeeeee!! E ele continuou comendo ela até gozar de novo, mas dessa vez foi dentro da buceta da minha velha. Aí sim os dois ficaram deitados na cama pelados, abraçados, e minha mãe com a pica do Roberto enfiada no cu dela. — Pelo amor, deixa ela dentro… pelo amor, love! — Como você quiser, sua puta. E deixou ela lá, enfiada no cu da minha mãe. De vez em quando ele tirava devagar, fazendo minha mãe soltar uns gemidos. Aquele avô era um verdadeiro mestre com as mulheres. Ele realmente comia a minha velha, e o pior é que fazia quando queria. Eu fiquei surpreso com o que vivi naquele dia e entendi que minha velha pertenceria àquele homem por muito tempo ainda. Na verdade, até hoje ele continua comendo ela. Bom, espero que tenham gostado do meu relato. Aaaah… ia esquecendo. Vocês devem estar se perguntando o que eu fiz a respeito? Pois é, há uns meses decidi me vingar de algum jeito, e então, agora eu como a mãe do meu amigo Nicolau, que é filha daquele velho que comeu a minha mãe. Ela acabou sendo uma puta daquelas, mas isso eu deixo pra uma próxima história. Saudações.
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