Continuamos com essa história incrível. Se ainda não leram as partes anteriores, recomendo que vão no meu perfil pra conferir.—Merda—, murmurei, apertando os punhos.
—Por favor, não conta pro meu pai, ele me mata—. Ela só me sorriu.
—Ah, não vou contar, querido. Você é só um jovem, não tem crime nisso, mas pelo amor de Deus, sou sua madrasta—. Apesar do tom piedoso, dava pra perceber que ela tava se segurando pra não gritar comigo. Ela sentou na beira da cama, ficou pensando por uns segundos, suspirou e disse:
—Não consigo ficar brava com você, já te falei, você é novo. Mas da próxima vez que bater uma, garante que ninguém te veja—. Dito isso, levantou e foi embora. Suspirei aliviado, parecia que ela não ia contar pra ninguém o que aconteceu, então não tinha motivo pra me preocupar.
Naquele dia, foi uma explosão de sensações, e o cansaço tava me consumindo. Quando deitei na cama, não consegui evitar pensar em como ia lidar com essa nova situação que a vida tava me jogando na cara. Paula e Linda, vocês são da família, tinha muita coisa pra pensar. Acordei de manhã, parece que o sono tinha me vencido, mas ao acordar percebi que umas coisas estranhas tinham rolado: os cobertores não me cobriam, eu não tava usando a camiseta que servia de pijama e, o mais importante, não tava de calça.
Na hora, pensei na Paula, por causa do que aconteceu no parque. Ela podia ser a responsável por eu estar assim. Mas fiquei fantasiando que podia ter sido a Linda, e mesmo sendo impossível, gostava de pensar que foi ela. Não dei importância, me vesti rápido.
Quando entrei na cozinha, encontrei a Linda cozinhando. Nossos olhares se cruzaram e um silêncio constrangedor tomou conta. Ninguém sabia o que dizer, então tomei a iniciativa:
—Olha, Linda, o de ontem foi um impulso de tesão ao te ver de biquíni. Não se ofende, mas você tava muito gostosa, e eu não pensei. Juro que não vai acontecer de novo—, falei, morrendo de vergonha, e baixei o olhar. Quando tava saindo da cozinha, ela segurou meu rosto e... Levanto o rosto, ficando cara a cara com ela bem de pertinho.
— Não se preocupa, você é novo e, bom, só pensa em sexo, eu entendo. Não vou contar pra ninguém, é nosso segredo, ok? — Ela respondeu com um sorriso no rosto, o que me acalmou, porque estava tudo sob controle. Quando eu tava voltando pro meu quarto, a voz da Linda me parou.
— Ei, Franco, valeu por me achar gostosa — ao falar essas palavras, ela piscou um olho pra mim, o que fez meu corpo tremer com o olhar sexy da minha madrasta.
Quando cheguei no meu quarto, me deitei na cama e depois de alguns segundos voltei a dormir. Tava dormindo sossegado quando a vibração do meu celular me acordou. Quando fui ver o que era, percebi que tinha um monte de mensagens da Carla, minha prima. E como não ia ler todas, liguei pra ela.
Fiquei deitado na cama ouvindo o toque da chamada. Um... Dois... Três... Quatro... A espera parece não ter fim, zumbido atrás de zumbido. Finalmente, depois de dez toques, alguém atende do outro lado da linha. Fica um instante em silêncio antes de responder.
— Oi, amor, é você? — falou a voz angelical da minha prima.
— Quem mais ia ser? Tá esperando ligação de outra pessoa? — falei dando uma risadinha.
— Você sabe que não — respondeu com uma voz bem sensual.
— Olha, aconteceu um monte de coisa desde que cheguei nessa casa — comentei, entre outras coisas, que agora a Paula era minha irmã postiça.
— Queeeeeee? — respondeu exaltada.
— Agora é assim, e só me resta aceitar e me acostumar — respondi.
— Bom, não dá pra fazer nada mesmo, então... hum, vou esperar você voltar. Tô com muita saudade de você e do jeito que você me fazia gozar — falou com uma voz bem sensual.
Ficamos um instante em silêncio, sem saber quem vai dar o primeiro passo, até que fui eu quem começou.
— Me diz, céu, o que você tá vestindo hoje? — perguntei no mesmo tom. No tom mais sensual que eu conseguia, porque o som do celular e o sinal ruim da casa não ajudavam nada.
—Hoje vesti pra você uma blusa vermelha com um decidaço, além disso, me penteei igual uma putinha, do jeito que você gosta — ela respondeu, e dava pra ouvir ela lambendo os dedos, já preparando o que viria.
—Só de imaginar já fiquei duro, você devia ver, faz um volume bem apetitoso aqui — respondi.
—Não precisa ficar imaginando — dito isso, meu celular vibrou, tinha recebido uma foto da minha prima.
— Vestida assim, você parece uma menina inocente, ninguém imaginaria o quão puta você é — falei, nós dois já estávamos excitados e faltava só uma faísca pra explodir aquela conversa.
— Toca na sua pica — ela me ordenou, e eu comecei a acariciar minha pica por cima da calça.
— Já tô tocando, queria que você pudesse me ver. Você tá se tocando? — perguntei.
— Mmmm, sim, tô acariciando meus peitos. Os bicos ficaram duros do nada só de imaginar você esfregando o volume — ela falava enquanto tentava abafar os gemidos.
Não consigo evitar de pensar no corpo dela deitado na cama, com o celular numa mão enquanto com a outra acaricia suavemente os peitos. Imagino os bicos duros, igual ela disse, marcando claramente por baixo da fina blusa de seda.
— Amor, você tá com o viva-voz ligado? — pergunto.
— Não, não queria fazer muito barulho. Quer que eu ligue? — ela respondeu.
— Queria. Quero que enquanto você acaricia o peito, a outra mão fique livre pra acariciar sua buceta.
— Tá bom, um minuto — ouvi a mudança no tom quando conectou o viva-voz e o barulho dele ao deixar sobre os lençóis.
— Pronto, amor. Agora tô me tocando na buceta como você queria. Queria que pudesse ver — ela disse.
— E eu também, amor, e eu também… Me conta como você faz pra mim — nunca tinha feito algo assim, mas dessa vez tava terrivelmente excitado.
— Acabei de enfiar a mão por baixo da calcinha e tô me acariciando. Imagino que é você quem tá fazendo. Queria tanto… Fala comigo pra eu sentir você perto e poder pensar que é sua mão que tá entre minhas coxas — a cada palavra que ela dizia, a excitação me tomava mais. Tirei a pica pra fora e comecei a me masturbar enquanto ouvia a voz da minha prima.
— Tô aqui, amor, não fui a lugar nenhum — falei — É que tô imaginando você deitada na cama e tô ficando muito tesudo… Você sabe bem o que eu queria, poder estar aí e te acariciar. Eu também tô me tocando agora mesmo, acabei de pegar na minha pica e só de pensar em como… Você se acaricia, isso faz meu pau ficar duro...
- Mmmm, que gostoso. Quer que eu enfie um dedo? - ela respondeu
- Siim, tô morrendo de vontade, faz isso pra mim, imagina que teu dedo é minha rola dura - eu respondi
- Ohhh, que delícia... Tô muito molhada, você não faz ideia do tesão que me dá... Você tá se masturbando?
- Siiim, meu pau tá duro que nem pedra, aposto que você adoraria ver... Quer ouvir como eu bato uma?
- Por favor, faz isso, ahhh - os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes, quase virando gritos de prazer
Aproximei o telefone do meu pau e deixei ela ouvir o som da minha mão deslizando na rola ardente
- Ouviu, amor? Quero ouvir o quão molhada você tá - falei
Ouvi pelo telefone o barulho do dedo dela entrando e saindo da buceta, o que me deixou ainda mais excitado
- Ouviu como você me deixa, safado? Queria que você estivesse aqui... ahh... ohhh... e pudesse meter o pau... agggg - ela começou a gritar enquanto eu ouvia a mão dela batendo na boceta molhada
- Adoraria, enfiaria até o fundo até fazer você gritar que nem uma putinha
- Siiim, assim... aggg... ohhh... me conta... me conta como você me foderia...
- Te foderia melhor do que qualquer um já te fodeu... Queria chupar sua buceta... mmm... deve ser... tão gostoso, sentir você gozar na minha boca enquanto pede mais e mais... uffff... como você me deixa tesudo, desgraçada... Depois te foderia sem parar... uma vez atrás da outra... Fala, vai, fala o quanto você adoraria sentir meu pau dentro da sua buceta...
- Siiim... ahhhh... sim... adoraria... Acho que só de sentir ele entrando eu já gozaria... ohhhh... que delícia... tô quase... gozando... e você, amor?
- Sim, meu anjo, sinto o gozo subindo e penso em como derramar ele dentro de você...
- Aghhhh... sim... siim, assim... ohhh... Tô gozandooo, tô gozandooo ohhhhh
E ouvindo os gemidos dela enquanto goza, meu pau começa a jorrar jatos de porra no meu ventre nu. Tava tão cansado que coloquei no viva-voz e joguei o celular pro lado. Meu, nossas respirações ofegantes se chocavam, e eu estava num ponto de relaxamento tão profundo que nem tinha percebido que a Paula estava parada na porta do meu quarto.
— Porra, o que cê tá fazendo aí? — perguntei assustado.
— Mmmmmh, ah, beleza, já vamos comer, se quiser acompanhar a gente — ela disse, parecendo hipnotizada pelo meu pau escorrendo de porra, virou as costas e foi embora.
Durante o almoço, ela não tirou os olhos de mim, dava pra ver como ela passava a mão sutilmente na própria buceta e mordia o lábio.
Tive que segurar a vontade de comer a puta da Paula ali mesmo, ela me provocava cada vez mais, além do mais, ela me devia uma, porque o que rolou no parque não tinha matado minha vontade de foder ela.
Terminamos de comer e cada um foi fazer suas coisas, eu fiquei na sala vendo filmes, passaram várias horas assim e estranhei que ninguém tinha passado pela sala durante todo aquele tempo. Sem desligar a TV, fui procurar onde os outros estavam. De relance, vi que a Paula estava no quarto dela ouvindo música com os fones, então decidi não incomodar. Quando entrei no meu quarto e olhei pela janela, vi meu pai com a Linda na piscina.
Ela não usava biquíni, usava uma lingerie incrivelmente gostosa.
Ela dançava enquanto meu pai estava recostado numa cadeira, olhando pra ela cheio de tesão. Depois de alguns minutos, minha madrasta se ajoelhou, puxou a piroca dura do meu pai e agora era ela quem tava satisfazendo ele. Ele tava sentado na beirada da cadeira, com as pernas abertas pra facilitar o trabalho pra minha madrasta, os olhos fechados e a respiração ofegante. O torso forte e peludo dele brilhava um pouco com o suor que escorria na direção do umbigo, o que me fez pensar que já tinham se divertido um tempo antes de eu chegar. Ela tava de joelhos no chão, com aquela piroca suculenta entre os lábios, descendo e subindo ao longo dela, tentando engolir tudo, e pra minha surpresa, conseguiu sem problema nenhum.
Minha madrasta se mexia como toda uma profissional. Em certos momentos, eram as bolas do meu pai que ficavam dentro da boca dela, mas a mão dela não deixava o pau dele sem atenção, aquele que agora eu via por inteiro, pulsando e delicioso. Minha excitação subia até o céu, assim como a do meu pai, que pediu pra minha madrasta parar de chupar senão ele gozava na boca dela. Ela obedeceu, virou de costas, apoiou as mãos nas pernas dele e, devagar, sentou naquele pau enorme, até sentir ele todo dentro.
Apoiada nas pernas do homem dela, a que agora diante dos meus olhos era a mais gostosa de todas as mulheres, começou a subir e descer, atravessada por um belo pedaço de carne masculina. O cenário não podia ser melhor, a posição que eles tinham adotado dessa vez me permitia ver toda a ação, me deixava admirar a buceta molhada da minha mãe e o pau do meu pai saindo dela para depois se perder por completo de novo. Ele estava com as mãos livres, então podia acariciar à vontade os peitos da sua mulher, passava os dedos com delicadeza, depois apertava e beliscava aqueles deliciosos mamilos rosados, arrancando dela suspiros de prazer. A saliva quase escorria da minha boca diante de um espetáculo daqueles, era muito melhor que o da noite anterior.
Quando as mãos do meu pai foram descendo até se colocarem por cima da buceta da minha mãe, não aguentei mais, baixei as calças e comecei a me masturbar, igual ele fez com ela. A boca dele mordendo a orelha dela, aumentando a intensidade dos suspiros, transformando-os em gemidos; dois dedos sobre o clitóris inchado, torcendo ele; um par de bolas se esforçando pra caralho, tentando segurar o leite dentro delas; e um pau cada vez mais duro, perfurando os tecidos sensíveis da xota; tudo era incrivelmente excitante, morbidão, não faltava muito pra provocar um orgasmo nos três.
Não conseguia tirar os olhos do lugar onde os corpos deles se uniam. Imaginava que era meu pau que minha madrasta estava abrigando no corpo dela, não parei de me masturbar até cometer o erro de não me esconder direito, pois quando o clímax se aproximava, a Linda levantou o olhar e me viu batendo uma. Nossos olhos se encararam fixamente, e mesmo assim minha madrasta não parou de se mexer, porque meu pai estava prestes a gozar. Ao sentir a gozada do amante, ela enlouqueceu ainda mais, e em poucos segundos também veio, fazendo um baita auê. Só faltou ver os sucos dos dois escorrendo pelas pernas dela para eu estar prestes a disparar minha descarga contra a porta.
— Que espetáculo, hein? — Seu pai realmente faz minha mãe gemer, será que é hereditário? — ouvi a voz da Paula atrás de mim. Ao ouvi-la, empurrei ela para longe da janela, porque não queria que nos vissem.
— Você gosta de bruto, né? Bom, podemos tentar umas coisas — ela disse enquanto tirava a calça e a calcinha, deixando à mostra aquele rabo espetacular.
Apontei com minha mão, meu pau bem duro na entrada da buceta dela, ela olhou o que eu tava fazendo
-D-devagar... porque vai doer – ela falou tímida, sem eu dizer uma palavra, coloquei meu pau na entrada e fui dando empurrões suaves
-Aaaah é muito grande – ela dizia, pensei em parar mas o tesão falou mais alto, então fiz mais força e empurrei, e a cabeça do meu pau entrou
-Aaaaah – ela deu um grito que talvez deu pra ouvir na casa toda, mas eu não liguei, comecei a meter e tirar
-Mmmmh – depois de algumas estocadas ela começou a curtir
Que gostoso que tava a bucetinha apertada dela, eu tava super excitado, queria continuar metendo, arrombando ela a noite inteira. Quando meu pau entrou todo, comecei a bombar, primeiro devagar, depois mais rápido, tava alucinado com o gostoso que era a bucetinha apertada dela, as paredes da vagina grudadas no meu pau, era muito gostoso, não sei quanto tempo fiquei bombando sem parar, até que ouvi minha irmã gemendo de prazer, senti que ela tava gostando.
-Que gostoso... que gostoso... mete forte... continua assim – ela gemia e misturava palavras implorando por mais pau
- Você é minha putinha, me faz gozar, monta no meu pau - eu disse e ela não perdeu tempo, já se posicionou pra montar no meu pau
Ela subiu em cima e começou a subir e descer, era lindo ver a putinha mais gostosa da escola montando no meu pau
- aaaaah entrou tudo - ela disse se deixando cair sobre meu pau, eu comecei a me mexer mas ela falou
- Não, eu vou tirar toda a porra quente de você - dito isso, começou a cavalgar no meu pau me fazendo gemer de prazer, depois só mexia a cintura em círculo e gemia tão gostoso
- Cala a boca que vão nos descobrir
- Que venham ver essa pica gostosa aaaaah quero que encha minha buceta de porra - ela gemia e gemia, depois começou a subir e descer dando umas sentadas enormes e batendo com a bunda nas minhas bolas
- Aaaah, tô gozando... Nessa hora, os quadris dela fizeram aqueles círculos deliciosos que me fizeram gozar, enchendo a buceta dela de porra. Ela só gemia. Levantou bem devagar, entrou no banheiro de novo. Quando saiu, pediu a calcinha fio dental, me beijou, mordeu meu lábio inferior e, como despedida, falou no meu ouvido: - Daqui a pouco volto pra mais, quero que você destrua minha buceta todo dia.
Nunca tinha gozado assim antes, parecia que ia desmaiar. Derramei uma porrada de porra dentro da buceta da minha irmã e não conseguia acreditar que tinha comido ela.
Depois de viver aquele momento de amor sem limites, tive que limpar os restos da minha safadeza. Quando terminei, fui direto pra cama. Sonhei com o que meus olhos tinham acabado de ver e molhei minha cueca, mesmo já tendo gozado várias vezes.Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições.
—Por favor, não conta pro meu pai, ele me mata—. Ela só me sorriu.
—Ah, não vou contar, querido. Você é só um jovem, não tem crime nisso, mas pelo amor de Deus, sou sua madrasta—. Apesar do tom piedoso, dava pra perceber que ela tava se segurando pra não gritar comigo. Ela sentou na beira da cama, ficou pensando por uns segundos, suspirou e disse:
—Não consigo ficar brava com você, já te falei, você é novo. Mas da próxima vez que bater uma, garante que ninguém te veja—. Dito isso, levantou e foi embora. Suspirei aliviado, parecia que ela não ia contar pra ninguém o que aconteceu, então não tinha motivo pra me preocupar.
Naquele dia, foi uma explosão de sensações, e o cansaço tava me consumindo. Quando deitei na cama, não consegui evitar pensar em como ia lidar com essa nova situação que a vida tava me jogando na cara. Paula e Linda, vocês são da família, tinha muita coisa pra pensar. Acordei de manhã, parece que o sono tinha me vencido, mas ao acordar percebi que umas coisas estranhas tinham rolado: os cobertores não me cobriam, eu não tava usando a camiseta que servia de pijama e, o mais importante, não tava de calça.
Na hora, pensei na Paula, por causa do que aconteceu no parque. Ela podia ser a responsável por eu estar assim. Mas fiquei fantasiando que podia ter sido a Linda, e mesmo sendo impossível, gostava de pensar que foi ela. Não dei importância, me vesti rápido.
Quando entrei na cozinha, encontrei a Linda cozinhando. Nossos olhares se cruzaram e um silêncio constrangedor tomou conta. Ninguém sabia o que dizer, então tomei a iniciativa:
—Olha, Linda, o de ontem foi um impulso de tesão ao te ver de biquíni. Não se ofende, mas você tava muito gostosa, e eu não pensei. Juro que não vai acontecer de novo—, falei, morrendo de vergonha, e baixei o olhar. Quando tava saindo da cozinha, ela segurou meu rosto e... Levanto o rosto, ficando cara a cara com ela bem de pertinho.
— Não se preocupa, você é novo e, bom, só pensa em sexo, eu entendo. Não vou contar pra ninguém, é nosso segredo, ok? — Ela respondeu com um sorriso no rosto, o que me acalmou, porque estava tudo sob controle. Quando eu tava voltando pro meu quarto, a voz da Linda me parou.
— Ei, Franco, valeu por me achar gostosa — ao falar essas palavras, ela piscou um olho pra mim, o que fez meu corpo tremer com o olhar sexy da minha madrasta.
Quando cheguei no meu quarto, me deitei na cama e depois de alguns segundos voltei a dormir. Tava dormindo sossegado quando a vibração do meu celular me acordou. Quando fui ver o que era, percebi que tinha um monte de mensagens da Carla, minha prima. E como não ia ler todas, liguei pra ela.
Fiquei deitado na cama ouvindo o toque da chamada. Um... Dois... Três... Quatro... A espera parece não ter fim, zumbido atrás de zumbido. Finalmente, depois de dez toques, alguém atende do outro lado da linha. Fica um instante em silêncio antes de responder.
— Oi, amor, é você? — falou a voz angelical da minha prima.
— Quem mais ia ser? Tá esperando ligação de outra pessoa? — falei dando uma risadinha.
— Você sabe que não — respondeu com uma voz bem sensual.
— Olha, aconteceu um monte de coisa desde que cheguei nessa casa — comentei, entre outras coisas, que agora a Paula era minha irmã postiça.
— Queeeeeee? — respondeu exaltada.
— Agora é assim, e só me resta aceitar e me acostumar — respondi.
— Bom, não dá pra fazer nada mesmo, então... hum, vou esperar você voltar. Tô com muita saudade de você e do jeito que você me fazia gozar — falou com uma voz bem sensual.
Ficamos um instante em silêncio, sem saber quem vai dar o primeiro passo, até que fui eu quem começou.
— Me diz, céu, o que você tá vestindo hoje? — perguntei no mesmo tom. No tom mais sensual que eu conseguia, porque o som do celular e o sinal ruim da casa não ajudavam nada.
—Hoje vesti pra você uma blusa vermelha com um decidaço, além disso, me penteei igual uma putinha, do jeito que você gosta — ela respondeu, e dava pra ouvir ela lambendo os dedos, já preparando o que viria.
—Só de imaginar já fiquei duro, você devia ver, faz um volume bem apetitoso aqui — respondi.
—Não precisa ficar imaginando — dito isso, meu celular vibrou, tinha recebido uma foto da minha prima.
— Vestida assim, você parece uma menina inocente, ninguém imaginaria o quão puta você é — falei, nós dois já estávamos excitados e faltava só uma faísca pra explodir aquela conversa. — Toca na sua pica — ela me ordenou, e eu comecei a acariciar minha pica por cima da calça.
— Já tô tocando, queria que você pudesse me ver. Você tá se tocando? — perguntei.
— Mmmm, sim, tô acariciando meus peitos. Os bicos ficaram duros do nada só de imaginar você esfregando o volume — ela falava enquanto tentava abafar os gemidos.
Não consigo evitar de pensar no corpo dela deitado na cama, com o celular numa mão enquanto com a outra acaricia suavemente os peitos. Imagino os bicos duros, igual ela disse, marcando claramente por baixo da fina blusa de seda.
— Amor, você tá com o viva-voz ligado? — pergunto.
— Não, não queria fazer muito barulho. Quer que eu ligue? — ela respondeu.
— Queria. Quero que enquanto você acaricia o peito, a outra mão fique livre pra acariciar sua buceta.
— Tá bom, um minuto — ouvi a mudança no tom quando conectou o viva-voz e o barulho dele ao deixar sobre os lençóis.
— Pronto, amor. Agora tô me tocando na buceta como você queria. Queria que pudesse ver — ela disse.
— E eu também, amor, e eu também… Me conta como você faz pra mim — nunca tinha feito algo assim, mas dessa vez tava terrivelmente excitado.
— Acabei de enfiar a mão por baixo da calcinha e tô me acariciando. Imagino que é você quem tá fazendo. Queria tanto… Fala comigo pra eu sentir você perto e poder pensar que é sua mão que tá entre minhas coxas — a cada palavra que ela dizia, a excitação me tomava mais. Tirei a pica pra fora e comecei a me masturbar enquanto ouvia a voz da minha prima.
— Tô aqui, amor, não fui a lugar nenhum — falei — É que tô imaginando você deitada na cama e tô ficando muito tesudo… Você sabe bem o que eu queria, poder estar aí e te acariciar. Eu também tô me tocando agora mesmo, acabei de pegar na minha pica e só de pensar em como… Você se acaricia, isso faz meu pau ficar duro...
- Mmmm, que gostoso. Quer que eu enfie um dedo? - ela respondeu
- Siim, tô morrendo de vontade, faz isso pra mim, imagina que teu dedo é minha rola dura - eu respondi
- Ohhh, que delícia... Tô muito molhada, você não faz ideia do tesão que me dá... Você tá se masturbando?
- Siiim, meu pau tá duro que nem pedra, aposto que você adoraria ver... Quer ouvir como eu bato uma?
- Por favor, faz isso, ahhh - os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes, quase virando gritos de prazer
Aproximei o telefone do meu pau e deixei ela ouvir o som da minha mão deslizando na rola ardente
- Ouviu, amor? Quero ouvir o quão molhada você tá - falei
Ouvi pelo telefone o barulho do dedo dela entrando e saindo da buceta, o que me deixou ainda mais excitado
- Ouviu como você me deixa, safado? Queria que você estivesse aqui... ahh... ohhh... e pudesse meter o pau... agggg - ela começou a gritar enquanto eu ouvia a mão dela batendo na boceta molhada
- Adoraria, enfiaria até o fundo até fazer você gritar que nem uma putinha
- Siiim, assim... aggg... ohhh... me conta... me conta como você me foderia...
- Te foderia melhor do que qualquer um já te fodeu... Queria chupar sua buceta... mmm... deve ser... tão gostoso, sentir você gozar na minha boca enquanto pede mais e mais... uffff... como você me deixa tesudo, desgraçada... Depois te foderia sem parar... uma vez atrás da outra... Fala, vai, fala o quanto você adoraria sentir meu pau dentro da sua buceta...
- Siiim... ahhhh... sim... adoraria... Acho que só de sentir ele entrando eu já gozaria... ohhhh... que delícia... tô quase... gozando... e você, amor?
- Sim, meu anjo, sinto o gozo subindo e penso em como derramar ele dentro de você...
- Aghhhh... sim... siim, assim... ohhh... Tô gozandooo, tô gozandooo ohhhhh
E ouvindo os gemidos dela enquanto goza, meu pau começa a jorrar jatos de porra no meu ventre nu. Tava tão cansado que coloquei no viva-voz e joguei o celular pro lado. Meu, nossas respirações ofegantes se chocavam, e eu estava num ponto de relaxamento tão profundo que nem tinha percebido que a Paula estava parada na porta do meu quarto.
— Porra, o que cê tá fazendo aí? — perguntei assustado.
— Mmmmmh, ah, beleza, já vamos comer, se quiser acompanhar a gente — ela disse, parecendo hipnotizada pelo meu pau escorrendo de porra, virou as costas e foi embora.
Durante o almoço, ela não tirou os olhos de mim, dava pra ver como ela passava a mão sutilmente na própria buceta e mordia o lábio.
Tive que segurar a vontade de comer a puta da Paula ali mesmo, ela me provocava cada vez mais, além do mais, ela me devia uma, porque o que rolou no parque não tinha matado minha vontade de foder ela.
Terminamos de comer e cada um foi fazer suas coisas, eu fiquei na sala vendo filmes, passaram várias horas assim e estranhei que ninguém tinha passado pela sala durante todo aquele tempo. Sem desligar a TV, fui procurar onde os outros estavam. De relance, vi que a Paula estava no quarto dela ouvindo música com os fones, então decidi não incomodar. Quando entrei no meu quarto e olhei pela janela, vi meu pai com a Linda na piscina.
Ela não usava biquíni, usava uma lingerie incrivelmente gostosa.
Ela dançava enquanto meu pai estava recostado numa cadeira, olhando pra ela cheio de tesão. Depois de alguns minutos, minha madrasta se ajoelhou, puxou a piroca dura do meu pai e agora era ela quem tava satisfazendo ele. Ele tava sentado na beirada da cadeira, com as pernas abertas pra facilitar o trabalho pra minha madrasta, os olhos fechados e a respiração ofegante. O torso forte e peludo dele brilhava um pouco com o suor que escorria na direção do umbigo, o que me fez pensar que já tinham se divertido um tempo antes de eu chegar. Ela tava de joelhos no chão, com aquela piroca suculenta entre os lábios, descendo e subindo ao longo dela, tentando engolir tudo, e pra minha surpresa, conseguiu sem problema nenhum.Minha madrasta se mexia como toda uma profissional. Em certos momentos, eram as bolas do meu pai que ficavam dentro da boca dela, mas a mão dela não deixava o pau dele sem atenção, aquele que agora eu via por inteiro, pulsando e delicioso. Minha excitação subia até o céu, assim como a do meu pai, que pediu pra minha madrasta parar de chupar senão ele gozava na boca dela. Ela obedeceu, virou de costas, apoiou as mãos nas pernas dele e, devagar, sentou naquele pau enorme, até sentir ele todo dentro.
Apoiada nas pernas do homem dela, a que agora diante dos meus olhos era a mais gostosa de todas as mulheres, começou a subir e descer, atravessada por um belo pedaço de carne masculina. O cenário não podia ser melhor, a posição que eles tinham adotado dessa vez me permitia ver toda a ação, me deixava admirar a buceta molhada da minha mãe e o pau do meu pai saindo dela para depois se perder por completo de novo. Ele estava com as mãos livres, então podia acariciar à vontade os peitos da sua mulher, passava os dedos com delicadeza, depois apertava e beliscava aqueles deliciosos mamilos rosados, arrancando dela suspiros de prazer. A saliva quase escorria da minha boca diante de um espetáculo daqueles, era muito melhor que o da noite anterior.
Quando as mãos do meu pai foram descendo até se colocarem por cima da buceta da minha mãe, não aguentei mais, baixei as calças e comecei a me masturbar, igual ele fez com ela. A boca dele mordendo a orelha dela, aumentando a intensidade dos suspiros, transformando-os em gemidos; dois dedos sobre o clitóris inchado, torcendo ele; um par de bolas se esforçando pra caralho, tentando segurar o leite dentro delas; e um pau cada vez mais duro, perfurando os tecidos sensíveis da xota; tudo era incrivelmente excitante, morbidão, não faltava muito pra provocar um orgasmo nos três.
Não conseguia tirar os olhos do lugar onde os corpos deles se uniam. Imaginava que era meu pau que minha madrasta estava abrigando no corpo dela, não parei de me masturbar até cometer o erro de não me esconder direito, pois quando o clímax se aproximava, a Linda levantou o olhar e me viu batendo uma. Nossos olhos se encararam fixamente, e mesmo assim minha madrasta não parou de se mexer, porque meu pai estava prestes a gozar. Ao sentir a gozada do amante, ela enlouqueceu ainda mais, e em poucos segundos também veio, fazendo um baita auê. Só faltou ver os sucos dos dois escorrendo pelas pernas dela para eu estar prestes a disparar minha descarga contra a porta.
— Que espetáculo, hein? — Seu pai realmente faz minha mãe gemer, será que é hereditário? — ouvi a voz da Paula atrás de mim. Ao ouvi-la, empurrei ela para longe da janela, porque não queria que nos vissem.
— Você gosta de bruto, né? Bom, podemos tentar umas coisas — ela disse enquanto tirava a calça e a calcinha, deixando à mostra aquele rabo espetacular.
Apontei com minha mão, meu pau bem duro na entrada da buceta dela, ela olhou o que eu tava fazendo -D-devagar... porque vai doer – ela falou tímida, sem eu dizer uma palavra, coloquei meu pau na entrada e fui dando empurrões suaves
-Aaaah é muito grande – ela dizia, pensei em parar mas o tesão falou mais alto, então fiz mais força e empurrei, e a cabeça do meu pau entrou
-Aaaaah – ela deu um grito que talvez deu pra ouvir na casa toda, mas eu não liguei, comecei a meter e tirar
-Mmmmh – depois de algumas estocadas ela começou a curtir
Que gostoso que tava a bucetinha apertada dela, eu tava super excitado, queria continuar metendo, arrombando ela a noite inteira. Quando meu pau entrou todo, comecei a bombar, primeiro devagar, depois mais rápido, tava alucinado com o gostoso que era a bucetinha apertada dela, as paredes da vagina grudadas no meu pau, era muito gostoso, não sei quanto tempo fiquei bombando sem parar, até que ouvi minha irmã gemendo de prazer, senti que ela tava gostando.
-Que gostoso... que gostoso... mete forte... continua assim – ela gemia e misturava palavras implorando por mais pau
- Você é minha putinha, me faz gozar, monta no meu pau - eu disse e ela não perdeu tempo, já se posicionou pra montar no meu pau Ela subiu em cima e começou a subir e descer, era lindo ver a putinha mais gostosa da escola montando no meu pau
- aaaaah entrou tudo - ela disse se deixando cair sobre meu pau, eu comecei a me mexer mas ela falou
- Não, eu vou tirar toda a porra quente de você - dito isso, começou a cavalgar no meu pau me fazendo gemer de prazer, depois só mexia a cintura em círculo e gemia tão gostoso
- Cala a boca que vão nos descobrir
- Que venham ver essa pica gostosa aaaaah quero que encha minha buceta de porra - ela gemia e gemia, depois começou a subir e descer dando umas sentadas enormes e batendo com a bunda nas minhas bolas
- Aaaah, tô gozando... Nessa hora, os quadris dela fizeram aqueles círculos deliciosos que me fizeram gozar, enchendo a buceta dela de porra. Ela só gemia. Levantou bem devagar, entrou no banheiro de novo. Quando saiu, pediu a calcinha fio dental, me beijou, mordeu meu lábio inferior e, como despedida, falou no meu ouvido: - Daqui a pouco volto pra mais, quero que você destrua minha buceta todo dia.
Nunca tinha gozado assim antes, parecia que ia desmaiar. Derramei uma porrada de porra dentro da buceta da minha irmã e não conseguia acreditar que tinha comido ela.
Depois de viver aquele momento de amor sem limites, tive que limpar os restos da minha safadeza. Quando terminei, fui direto pra cama. Sonhei com o que meus olhos tinham acabado de ver e molhei minha cueca, mesmo já tendo gozado várias vezes.Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições.
2 comentários - Uma Boa Família 6