Transando com María Becerra

Transando com María Becerra
sexo casual
sexo oralTerminava o ano de 2019, primeiros passos da María. Eu, amigo do Big One, tava na casa dele trabalhando nas produções musicais quando, num sábado de manhã, ele me fala que ia vir uma mina que pintava bem no que fazia. Chegou 10h e parou um Gol na frente do lugar, desceram a María junto com quem era o empresário dela na época. Ela entrou como sempre, sorrindo e alegre, bem respeitosa, um pouco arrumada (última foto era assim naquele momento). O Big One tava numa espécie de sala de relax onde a gente comia e batia papo, e ele ficou lá com o empresário enquanto eu preparava tudo e conversava com a María pra explicar como ia ser a gravação do dia. Ela, muito tagarela, falava até mais de coisas da vida do que do que a gente tava ali, não curti muito porque eu tava focado no trampo. Passou um tempo e ela tirou um boné que tava usando, tinha um cabelo comprido e meio tingido. Quando olhei melhor, vi que ela tinha uns olhos claros lindos. Ela tirou um moletom tipo canguru e eu quase infartei: tinha um corpo magro, mas com curvas de outro nível, uma regata sem manga e um shortinho que apertava a buceta dela. Entre ir e vir arrumando as coisas, ela se abaixava e aquele shortinho deixava escapar uns peitos brancos de morder e chupar a noite toda. No meio das conversas, ela me perguntou de onde eu era, falei que era do sul e tal, e ela comentou que o sonho dela era morar aqui um dia. Começamos a falar sobre como é difícil ter parceiro nessa área de viagens e dias longe, e ela disse que tava solteira por causa disso e que adoraria conhecer alguém do meio, mas não da equipe de trabalho dela. Chegou a tarde e, terminado o trampo, começou um momento de descontração com churrasco, bebida e risadas. Chegaram duas amigas dela, então éramos eu, o Big One e as duas amigas. A noite chegou e a coisa ficou boa de tanta bebida, risada e maconha. Nisso, comecei a perceber que a María tinha passado do ponto, começou a dançar com uma das amigas e depois dançou comigo. Ela se mexia... espetacular até que nos interromperam, mas por que uma das minas ofereceu fazer uma competência de twerk, fiquei louco não podia acreditar, ela tinha um talento natural pra mexer aquele corpo pequeno e redondo. Me olhava e ria, depois desse momento fui pra cozinha e fiquei esperando ela vir por conta própria, veio. Entre conversa e conversa a coisa ficava mais picante, nisso uma das minas foi embora e a outra já tinha saído pra "comprar" com o big. Depois de olhares, roçadas e risadas, pego ela pela cintura e encaro, beijos pra cá e pra lá, aproveitei que ela tava meio bêbada pra afastar o cabelo dela e colocar a mão dela no meu pau que tava durasso, ela sem pensar abaixou e começou a beijar minha barriga e com a mão no meu pau foi descendo até ter ele todo na boca enquanto batia uma punheta. Daí a pouco fiz a mãozinha no cabelo dela pra começar a meter na boca dela, ela bem bêbada se deixava. Depois de um tempo de chupada e de passar meu pau nos peitos dela, levanto ela e coloco em cima da pia, abaixo aquele short que vi a tarde toda e sem pensar em colocar camisinha, passei ele por fora da buceta peludita dela, agarrei aquela bunda e comecei a entrar e sair e ouvir os gemidos dela no meu ouvido, nisso o pescoço dela já tava roxo de tanto eu morder. Abaixo ela e viro ela, roçando meu pau na bunda dela, comecei a tentar enfiar meu pau no cu dela, ela recusava, insisti, insisti, insisti mas não aceitava apesar de estar bêbada, então continuei pela buceta dela até tirar pra gozar fora. Depois dessa gozada, ficamos deitados no sofá nos mimando e apalpando o corpo todo dela. Chegou a hora de nos despedir e ela disse que na próxima vez ia abrir o cu pra arrombar. No outro dia eu tava voltando pra Neuquén, iam e vinham mensagens até que a pandemia pegou a gente e não conseguimos nos ver de novo, com o tempo apareceu a rusher e perdi a esperança de ficar com ela de novo. Há um tempo nos reencontramos num churrasco de amigos na casa do big e ela só me cumprimentou e disse "quanto tempo, que lembranças Meus começos.

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