X: Me desculpa, Luis, mas o nosso negócio não pode continuar.
Eu: P-pero, Ana, eu te amo e você sabe disso.
X: Eu sei, mas simplesmente você deixou de me atrair...
Meu nome é Luis e, como vocês podem ver, fui abandonado pela minha namorada. Então, essa história vai ser um relato de como voltei pra casa da minha mãe.
Pra começar, meu nome é Luis, sou um jovem de 22 anos com diploma em contabilidade, que curte pintura e desenho. Atualmente, tô me mudando porque a minha ex me confessou que cansou de mim, então decidi voltar pra minha cidade natal, onde minha mãe mora. Já que posso trabalhar de forma remota, de quebra ainda ajudo minha mãe com as despesas.
Hoje em dia, só tenho minha mãe, Lúcia, porque meu pai morreu quando eu tinha 15 anos, vítima de um vício terrível em cigarro, que resultou em câncer de pulmão. Então, só tenho ela, que se matou de trabalhar pra me ajudar a estudar desde então.
Minha mãe é uma mulher relativamente nova, porque eu fui fruto de um deslize juvenil: ela engravidou aos 16 anos do meu pai, que na época era professor na escola dela, com 25 anos (eu sei, parece estranho, mas foi assim que minha família nasceu). Hoje, minha mãe tem 38 anos. Desde que saí da minha cidade natal, ela se dedicou ao trabalho como dona de um restaurante que meu falecido pai deixou pra gente — porque, mesmo com o vício forte em cigarro, ele sabia que investir num futuro melhor era o ideal.
~RIN RIN~
Eu: Oi, mãe, quanto tempo sem se ver, como cê tá?
Lúcia: Oiiii, filho, como você tá? Já tá vindo?
Eu: Tô sim, mãe. Desculpa te incomodar assim, mas foi tudo tão de repente que eu queria me afastar o mais rápido possível.
Lúcia: Não se preocupa, meu amor, você sempre será bem-vindo na nossa casa. Até que chegou numa boa hora, porque eu tava começando a me sentir sozinha.
Eu: Eu sei, mas cê não pensou em arrumar um homem?
Lúcia: Não fala isso, filho. Na minha vida toda, só amei dois homens, então não tô afim de amar mais um.
Eu: Mas você ainda é jovem... Lucia: E aí? Só porque sou jovem não quer dizer que tô atrás de qualquer homem por acaso
Eu: tá bom, tá bom, vamos mudar de assunto. Que tal se hoje à noite eu cozinhar e você tirar uma soneca antes do jantar?
Lucia: Sério, filho??? Muito obrigada, aceito sua proposta
Eu: Beleza, então tá combinado. Já tô chegando no ponto, então a gente se fala à noite
Lucia: Hã?? Tão rápido?? Espe- CLIQUE. Acho que ela tentou me falar algo antes de desligar... Bom, vou perguntar sobre isso à noite. *Suspira* É relaxante voltar pra minha cidade depois de 4 anos e ver que praticamente não mudou nada. Parei na porta de casa antes de entrar, porque tava me sentindo nostálgico em ver que voltava pro ninho do qual saí em busca de um emprego. Mas esse sentimento sumiu assim que entrei em casa, porque tinha virado uma bagunça total. Tinha lata de cerveja pra todo lado, enquanto a roupa da minha mãe estava espalhada por toda parte. Por um momento, pensei que na minha ausência ela tinha adotado algum bicho, mas minha surpresa foi maior quando não encontrei nenhum vestígio em casa toda. Minha mãe, que por anos foi uma mulher organizada, que mantinha tudo em ordem e limpo, parecia ter virado uma mulher desleixada no tempo que fiquei fora
Eu: as latas de cerveja até que podem ser normais, mas a calcinha dela na sala? Parecia que ela não usava mais o quarto e passava o tempo na sala comendo e bebendo nas horas vagas, então a roupa suja tava em todo canto. Decidi dar uma limpada antes de chegar a noite, haha. Achava curioso como as mulheres ficam mais relaxadas quando ficam sozinhas, já tinha visto isso umas vezes na minha ex
-- A noite chegou e tinha sido um dia cansativo pra caralho, mas consegui fazer o que queria. A casa tava toda limpa e me livrei de todas as latas. *A porta se abre com um estrondo*
Lucia: LUIS
Eu: O que foi, por que você tá entrando gritando?
Lucia: Desculpa, sua mudança foi tão repentina que... Não consegui fazer a limpeza...
Eu: relaxa, me ajudou a manter a mente ocupada, então sem problema. Melhor sentar e descansar, que tô preparando a comida. A gente janta às 10.
Lúcia: tá bom... Parece que o assunto da limpeza era um tema sensível pra minha mãe, então melhor deixar ela pegar leve enquanto descansa.
---
Já tinha chegado a hora do jantar, então fui acordar minha mãe pra comer. Fui até o sofá onde ela tinha dormido, mas fiquei pasmo com a vista.
Por mais que minha mãe fosse uma mulher de 38 anos, ela sabia manter o corpo num equilíbrio entre ter uns quilinhos a mais sem comprometer a forma.
Eu: ... M-mãe, acorda, tá na hora de jantar.
Lúcia: hmmm~ Já são 10?
Eu: sim, lava o rosto e vem comer.
Lúcia: ...
Era uma cena estranha pra caralho, porque minha mãe parecia mais uma criança que não queria acordar de jeito nenhum. Então decidi esperar ela na cozinha enquanto isso.
Lúcia: desculpa, filho, fazia tempo que não descansava direito. Mal chegava do trabalho.
Eu: fica tranquila, agora que tô em casa todo dia, posso cuidar das tarefas de casa enquanto você cuida do restaurante.
Lúcia: como assim?? E o seu trabalho?
Eu: meu trampo é remoto, então sem problemas. Dá pra operar de casa numa boa, até me favorece manter tudo em ordem caso tenha reuniões.
Lúcia: tá bom, mas não se sobrecarrega. Se um dia se sentir cansado, a gente pode comer no restaurante.
Eu: beleza, um dia aceito sua proposta.
A noite passou sem novidades. A gente jantou e foi pros nossos quartos de antes, mas eu não conseguia dormir porque sentia falta de estar nos braços da Ana. Num tom baixo, pra ninguém ouvir, murmurei pra mim mesmo:
Eu: talvez vá demorar um pouco pra me acostumar...
Quando ouvi um rangido vindo de um dos quartos. O barulho era como se algo estivesse se movendo repetidamente. Com dúvida, decidi andar devagar no escuro e descobri que o som vinha do quarto da... minha mãe, pela qual, por uma fresta, consegui ver o que acontecia e fiquei chocado ao ver minha mãe numa situação que nunca imaginaria. Lúcia: hmmmmm O si hmmmm que gostosa. Descobri que minha mãe estava se masturbando. Bom, amigos, voltei e vou tentar retomar algumas histórias que tenho inacabadas enquanto posto umas novas.
Eu: P-pero, Ana, eu te amo e você sabe disso.
X: Eu sei, mas simplesmente você deixou de me atrair...
Meu nome é Luis e, como vocês podem ver, fui abandonado pela minha namorada. Então, essa história vai ser um relato de como voltei pra casa da minha mãe.
Pra começar, meu nome é Luis, sou um jovem de 22 anos com diploma em contabilidade, que curte pintura e desenho. Atualmente, tô me mudando porque a minha ex me confessou que cansou de mim, então decidi voltar pra minha cidade natal, onde minha mãe mora. Já que posso trabalhar de forma remota, de quebra ainda ajudo minha mãe com as despesas.
Hoje em dia, só tenho minha mãe, Lúcia, porque meu pai morreu quando eu tinha 15 anos, vítima de um vício terrível em cigarro, que resultou em câncer de pulmão. Então, só tenho ela, que se matou de trabalhar pra me ajudar a estudar desde então.
Minha mãe é uma mulher relativamente nova, porque eu fui fruto de um deslize juvenil: ela engravidou aos 16 anos do meu pai, que na época era professor na escola dela, com 25 anos (eu sei, parece estranho, mas foi assim que minha família nasceu). Hoje, minha mãe tem 38 anos. Desde que saí da minha cidade natal, ela se dedicou ao trabalho como dona de um restaurante que meu falecido pai deixou pra gente — porque, mesmo com o vício forte em cigarro, ele sabia que investir num futuro melhor era o ideal.
~RIN RIN~
Eu: Oi, mãe, quanto tempo sem se ver, como cê tá?
Lúcia: Oiiii, filho, como você tá? Já tá vindo?
Eu: Tô sim, mãe. Desculpa te incomodar assim, mas foi tudo tão de repente que eu queria me afastar o mais rápido possível.
Lúcia: Não se preocupa, meu amor, você sempre será bem-vindo na nossa casa. Até que chegou numa boa hora, porque eu tava começando a me sentir sozinha.
Eu: Eu sei, mas cê não pensou em arrumar um homem?
Lúcia: Não fala isso, filho. Na minha vida toda, só amei dois homens, então não tô afim de amar mais um.
Eu: Mas você ainda é jovem... Lucia: E aí? Só porque sou jovem não quer dizer que tô atrás de qualquer homem por acaso
Eu: tá bom, tá bom, vamos mudar de assunto. Que tal se hoje à noite eu cozinhar e você tirar uma soneca antes do jantar?
Lucia: Sério, filho??? Muito obrigada, aceito sua proposta
Eu: Beleza, então tá combinado. Já tô chegando no ponto, então a gente se fala à noite
Lucia: Hã?? Tão rápido?? Espe- CLIQUE. Acho que ela tentou me falar algo antes de desligar... Bom, vou perguntar sobre isso à noite. *Suspira* É relaxante voltar pra minha cidade depois de 4 anos e ver que praticamente não mudou nada. Parei na porta de casa antes de entrar, porque tava me sentindo nostálgico em ver que voltava pro ninho do qual saí em busca de um emprego. Mas esse sentimento sumiu assim que entrei em casa, porque tinha virado uma bagunça total. Tinha lata de cerveja pra todo lado, enquanto a roupa da minha mãe estava espalhada por toda parte. Por um momento, pensei que na minha ausência ela tinha adotado algum bicho, mas minha surpresa foi maior quando não encontrei nenhum vestígio em casa toda. Minha mãe, que por anos foi uma mulher organizada, que mantinha tudo em ordem e limpo, parecia ter virado uma mulher desleixada no tempo que fiquei fora
Eu: as latas de cerveja até que podem ser normais, mas a calcinha dela na sala? Parecia que ela não usava mais o quarto e passava o tempo na sala comendo e bebendo nas horas vagas, então a roupa suja tava em todo canto. Decidi dar uma limpada antes de chegar a noite, haha. Achava curioso como as mulheres ficam mais relaxadas quando ficam sozinhas, já tinha visto isso umas vezes na minha ex
-- A noite chegou e tinha sido um dia cansativo pra caralho, mas consegui fazer o que queria. A casa tava toda limpa e me livrei de todas as latas. *A porta se abre com um estrondo*
Lucia: LUIS
Eu: O que foi, por que você tá entrando gritando?
Lucia: Desculpa, sua mudança foi tão repentina que... Não consegui fazer a limpeza...
Eu: relaxa, me ajudou a manter a mente ocupada, então sem problema. Melhor sentar e descansar, que tô preparando a comida. A gente janta às 10.
Lúcia: tá bom... Parece que o assunto da limpeza era um tema sensível pra minha mãe, então melhor deixar ela pegar leve enquanto descansa.
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Já tinha chegado a hora do jantar, então fui acordar minha mãe pra comer. Fui até o sofá onde ela tinha dormido, mas fiquei pasmo com a vista.
Por mais que minha mãe fosse uma mulher de 38 anos, ela sabia manter o corpo num equilíbrio entre ter uns quilinhos a mais sem comprometer a forma.
Eu: ... M-mãe, acorda, tá na hora de jantar.
Lúcia: hmmm~ Já são 10?
Eu: sim, lava o rosto e vem comer.
Lúcia: ...
Era uma cena estranha pra caralho, porque minha mãe parecia mais uma criança que não queria acordar de jeito nenhum. Então decidi esperar ela na cozinha enquanto isso.
Lúcia: desculpa, filho, fazia tempo que não descansava direito. Mal chegava do trabalho.
Eu: fica tranquila, agora que tô em casa todo dia, posso cuidar das tarefas de casa enquanto você cuida do restaurante.
Lúcia: como assim?? E o seu trabalho?
Eu: meu trampo é remoto, então sem problemas. Dá pra operar de casa numa boa, até me favorece manter tudo em ordem caso tenha reuniões.
Lúcia: tá bom, mas não se sobrecarrega. Se um dia se sentir cansado, a gente pode comer no restaurante.
Eu: beleza, um dia aceito sua proposta.
A noite passou sem novidades. A gente jantou e foi pros nossos quartos de antes, mas eu não conseguia dormir porque sentia falta de estar nos braços da Ana. Num tom baixo, pra ninguém ouvir, murmurei pra mim mesmo:
Eu: talvez vá demorar um pouco pra me acostumar...
Quando ouvi um rangido vindo de um dos quartos. O barulho era como se algo estivesse se movendo repetidamente. Com dúvida, decidi andar devagar no escuro e descobri que o som vinha do quarto da... minha mãe, pela qual, por uma fresta, consegui ver o que acontecia e fiquei chocado ao ver minha mãe numa situação que nunca imaginaria. Lúcia: hmmmmm O si hmmmm que gostosa. Descobri que minha mãe estava se masturbando. Bom, amigos, voltei e vou tentar retomar algumas histórias que tenho inacabadas enquanto posto umas novas.
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