Meu amigo Joel

Meu amigo JoelCamilaMe chamo Julián, sou um cara normal de um bairro.normal e comumMeus pais são separados, eu sou um adolescente que é muito superprotegido por ela, mas de um jeito estranho, diferente do que deveria ser. Minha mãe me deixa na rédea curta, mas por sorte sou bem esperto, como se dizia antigamente, e dou meus jeitos. Ela sabe disso, por isso vive me enchendo o saco. Ela teve uns namorados, mas nunca foi algo sério.

Um sábado cheguei em casa bêbado de madrugada e ela fez um escândalo danado, eu nem conseguia ouvir direito com a ressaca que tava. No meio da gritaria, ouvia coisas tipo "você é um idiota", "o que os vizinhos vão pensar", "quem você pensa que é", "pensa no esforço que eu faço", "não te ensinei a se comportar assim", "te criei sozinha" e blá blá blá. Enfim, ela continuou até eu conseguir dormir. Ela é funcionária pública, mas trabalha num setor feminino onde a chefe é justamente a esposa do prefeito da nossa cidade, e elas se conhecem de anos, então ela nunca precisou fazer um teste de elenco pra conseguir o emprego. Além disso, é técnica em recursos humanos e professora de arte. Isso ajudou pra caralho além do contato, e ela quer que eu seja um garoto estudioso e que me vire. O que eu consegui do meu jeito, mas fiz amizade com um garoto afro-colombiano chamado Joel, que é repetente, mas na real é uma ótima pessoa e muitas vezes me defende quando outros caras me zuam ou enchem o saco.

Enfim, minha mãe sempre me deixa na rédea curta, mas o que me preocupa é a seriedade constante dela, a má vibe, a energia pesada, mmmm, não sei como explicar, ela é uma chata. Uma sargenta em todos os sentidos. Então naquele sábado comecei a pensar no que ela poderia precisar, e por mais bizarro e doentio que pareça, ela precisa de uma BOA TRANSADA.

Na segunda, depois do que aconteceu no sábado, tive aula normal no colégio. Na saída, o Joel tava me acompanhando até em casa e, como um grande amigo que considero que ele é, contei meus pensamentos pra ele, enquanto a gente caminhava fumando um baseado pelas ruas da cidade. Ele diz:

Joel – Já te digo que sim, uma boa transada acalmaria ela. – Falou enquanto dava uma tragada. – Se ela é tão Interessados, à tarde eu cuido, parça, que sua mãe é bem gostosa e... – Ele segurou o riso o quanto pôde, mas finalmente explodiu numa gargalhada.
Eu – é, sim, Colômbia, como se você tivesse alguma chance com a minha coroa – e dei um toque no baseado já escondido numa árvore de uma praça.
Joel – te falo, parcerinho, sua mãe precisa de uma boa trepada e eu vou dar pra ela –
Eu – olha, não tô dizendo que ela tá precisada, mas acho que ficar com alguém ou dar uma transada ia fazer bem –
Joel – e há quanto tempo você acha que ela não vê a cara de deus? –
Eu – uns 2 anos, acho –
Joel – como??? É muito tempo, capaz que ela se ajuda? –
Eu – acho que não, tenho certeza que ela é tão séria que não faz isso –
Joel – qual seriedade, se uma mina precisa de pica, quando tem, a seriedade vai embora, já viu que eu tiro a seriedade –
Eu – e como você vai conseguir? Se conseguir, foda-se, 8 mil –
Joel – gau, sério? Não acredito, vou comer sua mãe e ainda vou ser pago, vem à tarde que eu curo a seriedade dela hahaha –
Eu – agora se não conseguir, papú, quem me deve 8 conto é você, hein –
Joel – nada, vou comer sua mãe e você vai me pagar, vai ser facinho facinho –
Eu – sim, facinho, olha que minha coroa não tá bem –
Joel – bem o quê, que merda, vou só meter nela –
Eu – e como você vai fazer? –
Joel – muito fácil, pana, vou à tarde, falo que tô sem um livro, procuro e quando der o momento, baixo as calças e ao ver, sua mãe cai de boca aberta –
Eu – hahahahahaha ela vai te botar pra correr e hoje eu tô no basquete, não vou poder ver hahahaha –
Joel – pois falta, diz que vai e quando voltar, se esconde e vê tudo em primeira fila –
Eu – beleza, negão, eu saio às 5, daqui a pouco vem e eu vou me esconder no meu quarto –
Joel – beleza, parça, nos vemos, rei –
Eu – hahahaha beleza –
Fumei o que sobrou e fui pra casa, entrei, tomei banho, almocei e a minha coroa chegou, conversamos um pouco. Fiquei esperando até às 5 da tarde.
Saí do meu quarto, mas antes deixei a janela aberta pra entrar por lá se precisar. pra ninguém perceber e ver como o preto ia ter que me dar 8 conto sem poder comer minha mãe, o esquema era como ia ficar tudo, tipo se minha véia denunciasse ele por tentar assediar ela, puta merda ia dar uma treta, mas o Joel queria arriscar.
Bom, saí com a mochila cheia de roupa pro meu treino diário, já que jogo basquete no time do clube social da minha cidade, mas quando vou virando a esquina mando uma mensagem pro Joel, ele responde que tá a 5 quadras, dá pra ver que o filho da puta tava na expectativa. Volto pra casa, entro pelo quintal e me enfio no meu quarto pela janela.
Fico vendo minha mãe limpando a casa pela porta do meu quarto meio encostada, com aquela legging preta e a camiseta branca com verde do meu time de basquete.
A campainha toca, sinal que o Joel chegou, minha mãe vai abrir a porta, vê ele e pergunta:
Camila – O que você quer aqui? – de forma ríspida
Joel – Eh, eh, vim buscar o Call of Duty que o Juli ia me passar – todo desenrolado, veio vestido com calça preta justa, tênis branco de plataforma e uma camiseta vermelha bem apertada
Vale lembrar que o Joel tem um corpo de boxeador, é alto e tem cabelo cacheado, bem antes de eu sair falei pra minha mãe que o Joel vinha buscar um jogo, então com cara de poucos amigos ela aceitou receber ele.
Camila – Ah, esse jogo aí, não sei onde deixei –
Joel – Deixa eu entrar e procuro –
Camila – *Deixa* eu entrar, você quer dizer, fala, mas faz rápido que tô ocupada –
Ele vem pro meu quarto e a gente se encontra, ele me manda esconder no meu armário porque vai comer ela no meu quarto, quase me mijei de rir, mas obedeço. Depois de um tempo minha mãe entra e olha pra ele brava:
Camila – E aí, achou ou não? –
Joel – Não, minha rainha, por que não me ajuda a procurar? –
Camila – Nem rainha e muito menos sua empregada, vem buscar depois que já te falei que tô ocupada –
Joel – Por que tão brava, sendo que a senhora é uma deusa? –
Camila – Qual é a sua, me enchendo o saco com essas besteiras sem noção? –
Joel – Nada não – deslocado, mas sincero e carinhoso, na verdade não só posso falar coisas lindas pra ela, mas também fazer –
Camila– quem você pensa que é, o macho da améyummy? –
Joel– mas o senhor, sim –
E Joel desabotoa a calça, deixando cair no chão, e também, mas só um pouco, a cueca, mostrando o super pau. Minha mãe fica surpresa com o que vê.
Camila– parece que é pra valer a coisa –
Joel– claro, eu não brinco –
Camila– quer tirar a vontade comigo, otário? –
Joel– na verdade, quero tirar a sua, que talvez precise –
Camila– é mesmo? bom, mas isso fica entre nós, ok –
Joel– ok, então vamos nos mexer –
Camila– sim – e pisca o olho

Não podia acreditar, minha velha ia transar com Joel no meu quarto enquanto eu estava no armário do mesmo, pena que o celular ficou sem bateria pra filmar tudo (meu quarto tem luzes de led com um quadro led do meu nome que ilumina tudo de verde e azul, já que às vezes faço streamer. Com meu computador na parede ao lado da porta, em frente a isso a janela que estava fechada com cortinas pretas, no meio minha cama de solteirão. Na frente dela, o armário)

Joel pisca o olho pra mim na direção do armário, sabendo que eu me escondia lá com a porta de correr um pouco aberta. Tira com os próprios pés o tênis e a calça, ficando só com a camiseta e a cueca preta até abaixo das coxas, com o pau preto duro cheio de veias.
Camila– vamos ver, negão, então eu tô precisada?, vamos ver se essa porra você sabe usar – entra e fecha a porta
Joel– a senhora relaxa, minha rainha – começa a se tocar no pau

Minha mãe se levanta, tira os óculos, vira de costas, tira o tênis entre si, deixando a bunda na frente de Joel, e abaixa a legging, deixando a raba de calcinha à mercê do meu amigo, que lambia os lábios ao ver e senta na minha cama.

Agora minha mãe termina de tirar a legging e fica de frente, o que me deixou ver a bunda dela, firme e bem empinada, que ela tem aos 44 anos pra aguentar Saciar a sede de sexo com um afro-colombiano de 19 anos. Ela tira a camiseta e o sutiã.
Joel – que mulherão que a senhora é, prometo estar à altura de fazer a senhora gozar como merece, minha rainha, peituda e de rabão do jeito que eu gosto –
Camila – pausudos do jeito que eu gosto ou que eu precisava. Mas vejo que não mentem sobre os negros, agora vou ver se servem ou não –
Minha mãe se aproxima do meu amigo, pega as mãos dele e as leva até os peitos dela, que Joel aproveita para tocar e acariciar, massageando com ternura e fúria ao mesmo tempo, passando a mão escura no meio e nos contornos deles. Descendo as mãos pela cintura rapidamente para fazer o mesmo com a bunda dela.
Ao mesmo tempo, ela tocava e massageava o pênis do garoto, quase como se estivesse masturbando ele, até que decide se ajoelhar na frente dele para aproximar a cabeça daquela pica imaculada. Ele apoia as mãos no colchão e relaxa, deixando a torre de carne dele preparada para aproveitar um boquete da mãe do melhor amigo dele, no quarto do mesmo, com ele observando tudo e ainda por cima recebendo dinheiro.
Ela se inclina, deixando a bunda empinada num primeiro plano espetacular para eu ver, e começa a dar uns beijinhos na glande, pegando com as mãos a cueca do amante dela para baixar totalmente e continuar dando beijos por todo o tronco até chegar nos ovos. Ela pega eles e mete na boca, sugando. Óbvio que não cabiam inteiros.
Joel – aaaaaaaahh mmmmmm siiiiiii minha rainha mmmmmm –
Camila – para, que ainda nem comecei glup glup –
Ela dá uns chupões que o som ecoa no quarto, pega com as duas mãos o tronco da pica, inclina um pouco para frente e com ambas as mãos massageia o membro de cima para baixo para começar a mamar de forma frenética.
Camila – ammmmmmm glup glup glup glup –
Ela metia até um terço e tirava toda babada, estava com tesão, dava para sentir no quarto inteiro a safadeza da minha mãe.
Enquanto continuava com o boquete, chupava cada pedaço de pica que podia, tão excitada estava que de onde eu estava dava dava pra ver o brilho da tanga na parte da buceta, mostrando o quanto ela tava molhada. Num instante, ela pega a rola como se fosse um cachorro-quente e enfia até a metade, deixando ali por um tempo, enquanto a mão livre dela enfia o dedo angular dentro da tanga e se bate.
Camila– mamamamamaam fgggglllooop glllluppp glu gluppp –
Joel– aaaaaaaaaaaaaaaaaaah ahhhhhhhhhh, tô mordendo aaaaaaaaaaaaassssssssssssssssigaaaaaaaa –
Tava gozando igual um louco, tira a camiseta mostrando o corpo fibroso e começa a dar empurrões na cabeça da minha mãe pra enterrar a rola um pouco mais, tava comendo ela de boca. Num momento, ela consegue se soltar depois de torcer a cabeça naquela puta broxada que deu no meu amigo.
Camila– sabe o que é um 69, neguinho –
Joel– claro, dona, pode vir –
E deita na minha cama de lado, e eu consigo ver o corpo inteiro dele. Minha mãe abaixa a tanga e se coloca por cima dele, mas ao contrário. Ela chupa a rola dele e ele usa a palavra: buceta.
Mete a língua dentro da buceta da minha mãe como um expert, tocando o clitóris com a puta e depois dá um chupão como se fosse uma laranja, enquanto ela goza e volta pra cima daquela pica terrível, cabeceando igual louca pra baixar mais a cabeça e chupar os ovos dele. Ela mesma segurava o cabelo e com a mão se obrigava a cabecear. Joel, com as mãos, apertava a raba da mamãe e ao mesmo tempo separava as nádegas pra poder saborear aquela buceta onde o amigo dele nasceu.
Camila– aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh glu glui glup glup glup glupaaaaaaaaaaaaammmmmmm –
Joel– aaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmm ammmmmmmmmmmmmmmmuaaaaaaaaaaaaadddd –
Camila– ai, negão, me deixa loucaaaaaaaaaaaaaaaaammm –
Joel– mas que gostosa, chupa e que delícia de boceta – enquanto sugava um pedaço de carne que saía da buceta.
Num momento, Joel enterrou mais a cara na buceta dela e se dedicou a aproveitar o prazer que a buceta dava enquanto batia uma pra sua rola enorme, penetrava ela com a língua.
Joel ajeita ela na cama, com os pés dela virados pra mim, onde eu tava, e minha mãe monta em cima de mim, deixando eu ver os peitões dela.
Ela lubrifica bem a buceta e, com a mão direita, enquanto se ajeita em cima da vara de carne, vai enfiando a pica nela mesma, ajudada pelas mãos do Joel nos quadris dela, empurrando pra baixo.

Camila – aaa aaaaaaaaaaaammm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah aaaah –
Joel – isso, senta, putinha gostosa –

Joel flexiona as pernas dele, assim ela não precisa descer completamente, só dar sentadas leves mas certeiras no pau dele. E assim ela fazia, a mão do Joel levava o corpo da minha mãe pra cima e pra baixo sem parar, enquanto ela, enlouquecida, passava as mãos nos próprios peitos e gritava que nem uma louca.

Camila – aaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaooooooh naooooooooohhh – enquanto a cama rangia e ela fazia outro movimento, que era manter a pica dentro e o corpo dela indo pra frente e pra trás.

Joel – ooooohh ooohhhh, cê gosta do rebolado, dona Camila? aaooooo –
Camila – sim, adoro, aaaaaaaaaaaaa aaaaaaaahhhh –
Joel – isso, minha puta gostosa aaaaaaaaaaaaaaaaaooooo –
Camila – agora monta em mim que nem uma gostosa – enquanto ele, com as mãos, fazia alavanca pra cima e pra baixo nas pernas dela.

Minha mãe agora fica de quatro, olhando pra parede, e ele se ajoelha, enfiando a vara dele dentro da buceta dela, e volta a meter e tirar sem parar, pegando nos peitos dela por trás e empurrando o corpo dela com tudo.

Camila – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmmmmmmmmmmmmm –
Joel – aaaaaaaaaaaaaaaaaooooaoooaoaoooo –
Camila – negro, filho da puta, tá rasgando minha buceta –
Joel – é isso que eu quero –
Camila – filho da puta, que garanhão você é, desgraçado –
Joel – viu carne colombiana aaaaaaaaaaaooooo, minha rainha –

Depois de um tempo, muda de posição de novo e minha mãe fica por cima dele, com os pés no pé da cama, de barriga pra cima, com a cabeça pra fora, e começa a ser penetrada por ele, que tinha as pernas dela nos quadris dele. mostrando na frente a sua esbelta torneada, curtindo o apalpão nos peitos da gostosa que ele tava comendo, eu conseguia ver minha mãe mordendo os lábios de tesão.
Camila – ooooooohhhhhh aoooooohhh aoaoaahahahahahahah aaaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooo meu preto siiiiiiiiiiii siiiiiiii me faz de merda –
Joel – como quiser, puta linda aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa – enquanto empurrava o corpo onde dava pra ver que finalmente conseguiu enfiar aquela pica toda.
Eu via perfeitamente aqueles peitos balançando no vai e vem do meu amigo, quem diria que a foda da minha mãe tava por minha conta, já que eu tinha que pagar 8 mil pesos pra ele conseguir fazer isso.
Depois de um tempo, meu amigo separa o corpo dele do dela e começa a bater uma punheta, soltando uma porrada de porra nos peitos da minha mãe, enquanto ela também se masturbava e eu vi uns jatos dourados saindo da bucetinha dela.
Eles se ajeitam, ela se cobre e descansa abraçada, eu saio do armário sem eles perceberem e quando vou pra porta do meu quarto, ouço um chiado do Joel.
Joel – psiu psiu psiu –
Olho pra ele e ele fala “me deve 8 conto, parceiro” sorrindo.
Eu – é, preto, me espera juntar que te pago – sem fazer barulho pra minha mãe não acordar, já que tinha dormido.
E ele merecia, o preto. Quando volto de noite, minha mãe me recebe com um beijo que dá a entender que era isso que ela precisava, e assim ficou por vários dias, embora tratasse o Joel com muita frieza, eu achei que era pra não levantar suspeita. Mas um dia pergunto:
Eu – e ainda tão fodendo com a minha velha? –
Joel – não, que nada, quando você foi embora, daí a pouco ela levantou, me deu o dinheiro e pediu pra eu me vestir rápido e vazar –
Eu – bom, foi surpresa o que aconteceu –
Joel – olha, parceiro, com sua mãe não vai rolar mais nada, porque no dia seguinte, quando a gente ia entrar na escola, ela me pegou lá e disse pra eu não contar nada e que não ia acontecer de novo, e eu que queria meter na bunda dela –
Eu – bom, olha, comigo ela tá mais de boa, hein –
Joel – é, mas valeu a mim porque ele disse que a gente continua sendo amigo, você e eu, mas com ela nada, mesmo assim não importa, foi uma puta loucura –
Eu – se a Colômbia já na semana seguinte, foda-se os 8 conto que te devo –
Joel – parei porque essa história eu levo pro túmulo, porque se eu contar ninguém vai acreditar, mas nós, parceiro, sabemos a verdade –
Essa conversa rolou na semana seguinte ao que aconteceu, no fim das contas, toda mulher precisa de rabo.
fim

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