Ilhado no Meio das Gostosas[41]Gostosa se exibindo na câmer

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Ilhado no Meio das Gostosas[41]Gostosa se exibindo na câmer


Capítulo 41.

Vantagem Estratégica.

Vi minha mãe preparando a comida atrás da bancada da cozinha americana. Sabia que assim que ela me visse, ia me dar um sermão pesado sobre o que rolou dentro do quarto da Macarena.

Diário de Quarentena:
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Me movi com cuidado, pra ela não me perceber.
A missão era chegar até a geladeira, pegar a porra do cumê e depois, com muito cuidado, revirar a despensa da cozinha e achar a caixa de cereal. Era uma missão praticamente impossível; mas a Alicia parecia bem focada na tarefa dela.
Avancei mantendo minhas costas coladas na parede da sala de jantar, olhei de soslaio pra Alicia, ela tava à minha direita encarando os legumes que tava cortando. Se eu entrasse na cozinha naquele momento, ela ia perceber o movimento com a visão periférica. Esperei com paciência uns segundos e avancei que nem um raio quando ela virou a cabeça na hora de colocar os legumes cortados numa panela. Isso me deixou chegar até a geladeira.
Achei que a parte mais difícil da operação já tinha passado. Agora a Alicia tava de costas pra mim, só precisava ser bem silencioso e dava pra vazar dali com meu precioso café da manhã sem ter que aturar o discurso dela. Mas naquele exato momento, percebi uma parada que me deixou besta.
A bunda da minha mãe tava praticamente toda de fora. Ela tava usando um avental, então quando eu vi ela de frente, com a parte de baixo coberta pela bancada americana, nem passou pela minha cabeça que na verdade ela só tava de calcinha e sutiã. Uma micro fio-dental rosa e um sutiã da mesma cor.
Aquela fio dental estava tão apertada que dava pra ver clarinho a divisão dos lábios da buceta da minha mãe. Já vi ela pelada várias vezes, mas ontem à noite tive que ir dormir sem conseguir gozar depois da punheta incompleta que a Macarena me fez.
Enquanto admirava as bundas gostosas dela, me perguntei por que minha mãe estava vestida daquele jeito. O motivo pelo qual as mulheres da minha família pararam de andar peladas ou de calcinha e sutiã foi a chegada da Brenda; mas agora a Brenda sabe que nesta casa se pratica o nudismo… além disso, a própria Brenda fez uma análise intensa e detalhada da anatomia da Alicia. Talvez isso tenha motivado minha mãe a retomar um costume gostoso que eu já achava que tinha perdido. Embora me surpreenda que seja justamente ela a primeira a voltar a usar só a roupa íntima, considerando que, no começo, a ideia não agradava muito ela.

Diário de Quarentena:


Minha mente estava perdida naquela fio-dental apertada e em como marcava a buceta dela perfeitamente, especialmente quando ela se inclinava um pouco pra frente.
Ajo por puro instinto. Tirei a pica pra fora da calça e comecei a bater uma sem tirar os olhos daquela bunda gostosa.
Tava com vontade de fazer uma loucura, e esse era exatamente o problema: era uma loucura. Alguém podia nos ver.
Fiquei ali uns segundos, sem fazer o menor barulho. Nas minhas costas, tinha a porta que dava pro pátio; olhei rápido e pude confirmar que não tinha ninguém lá. Mas o problema podia vir pela frente, bem na frente do balcão americano.
A sala de estar-jantar tava vazia, mas eu sabia que fazer isso era arriscado pra caralho, qualquer um que saísse de um dos quartos podia ver.

Diário de Quarentena:
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A Macarena me disse bem claro: se eu quiser levar a menor bronca possível, tenho que aproveitar qualquer vantagem que tiver sobre a minha mãe. E além disso, a tesão tá me gritando que eu tenho que seguir em frente.
Com a pica já dura, me aproximei da minha mãe e abracei ela por trás. Ela soltou um gritinho abafado e deu um pulo no lugar. Relaxou quando percebeu que era eu.
—Nahuel! Quase me matou do susto!
—Já faz uns 30 minutos que tô parado aqui — sim, “30 minutos” é exagero; mas é verdade que fiquei alguns minutos olhando pra bunda dela sem ela perceber.
—E o que você tava fazendo aí?
—Tava me perguntando por que você resolveu andar de cueca por aí. Será que não importa mais que tem uma visita em casa?
Enquanto falava com ela, aproveitei pra esfregar meu pau duro contra a bunda dela. Também meti as mãos por baixo do avental e fui atrás dos peitos dela. Agarrei eles por cima do sutiã.
—Ah, mas você já sabe o que rolou com a Brenda, não se faz de desentendido, sei que viu tudo lá do banheiro.
―Ahã, então já não liga mais que a Brenda veja sua bunda… e as outras? As outras também podem andar de fio dental?
―Hmm… talvez… é… hmm… a Brenda me disse que já sabe que nesta casa a roupa não costuma ser muito usada. Então pensei que talvez… ai, Nahuel… não chega assim não ―meu pau ficou apontando direto pra buceta dela, não teve penetração só porque o tecido da tanga tava ali.
—Não sabia que esses encostos te incomodavam. Da última vez que a gente ficou no quarto, ficou bem claro que…
—Sim, sim… já sei; mas aqui podem nos ver. Suas irmãs não sabem nada disso… e se a Brenda descobrir, vai ser um escândalo. E falando nisso… o que rolou com a Macarena?
Sabia que mais cedo ou mais tarde essa proposta ia chegar, e já tinha uma estratégia pra lidar com isso.
―Bom, aconteceu algo mais ou menos assim…
Afastei a tanga dela e comecei a enterrar devagar a cabeça da minha rola.
―Ai… Nahuel! O que cê tá fazendo?
—Você me perguntou o que aconteceu com a Macarena, eu tô te mostrando…
—Mas… não assim, não aqui… podem nos ver…
―Quer saber o que aconteceu, sim ou não? ―Sabia que isso seria irresistível pra uma mulher tão controladora como a Alicia. Ela ficou muda e eu continuei enfiando meu pau na buceta dela. Minha mãe estava muito molhada, a boceta dela não ofereceu resistência.
—Tá me dizendo que… teve penetração? — Perguntou.
—Você não desconfiava? Quer dizer… os gemidos da Macarena deixaram bem claro.
—Achei que… auh… —meu pau entrou mais fundo—. Achei que era uma brincadeirinha da Maca, pra me deixar puto. Não acreditei que fossem tão longe.
—Fazer você ficar com raiva nunca foi nossa intenção… a gente nem sabia que você tava lá fora.
Enfiei com força, cravando de uma só vez mais da metade do meu pau.
—Ai, Nahuel… devagarzinho.
—A Macarena não reclamou tanto quando eu fiz isso… pelo contrário, ela me pediu pra manter firme…
Auch… mas eu… ai… não enfia assim não… tá doendo.
—Acho que o problema é que você também gosta. Certo? —Ela não disse nada. Dei mais duas estocadas fortes—. Sabe que pode ser sincera comigo… que eu vou ser sincero com você.
—Sim, é verdade. Dói porque você tem ela bem grande… e bem dura; mas… uf… ai… deus… também é gostoso. Isso me preocupa. Não devia me agradar tanto. Você é meu filho. E o mesmo digo da Macarena, ela é sua irmã. Não consigo acreditar que você enfiou desse jeito nela.
—E não só isso… enfiei até o fundo… assim…
—Ai… meu deus… —minha mãe gemeu entre os dentes. Percebi que ela teve que fazer um puta esforço pra não gritar. —Não é à toa que aquela puta te pediu mais… uf… Nahuel, acho que você não tem noção da pica que você tem. Ai… quando você arrumar uma namorada, vai fazer ela muito feliz.
—E você? Não te deixa feliz quando eu enfio assim?
Comecei a meter forte, mas com estocadas curtas. Queria que a bunda dela balançasse a cada penetrada. Agarrei os peitos dela, enfiando as mãos por baixo do corpete, e isso me deu mais apoio. Consegui acelerar o ritmo das metidas.
—Ai… por favor!
―Você gosta?
Sim, já te falei que sim… e tenho certeza que sua irmã também gostou pra caralho….
—E isso te incomoda.
―Um pouco, sim…
—Por quê?
—Você meteu a pica na sua irmã… te parece pouco?
—Também enfiei em você, e não te incomodou tanto assim.
—Mas a gente fez um acordo, eu prometi que ia te ajudar com seu... probleminha.
―Sim, é verdade; mas você também me disse que ia aproveitar pra aliviar o tesão comigo.
—É verdade, talvez não devia ter dito isso… ai, Nahuel… por favor! mete devagar…
—Assim? —Eu diminui um pouco o ritmo dos meus movimentos.
―Sim… assim… mmmm… assim eu gosto mais.
―Ah, então seu problema não é eu meter forte e fazer doer, ou o fato de você ser minha mãe… o que você quer é que eu faça direito. Que eu meta do jeito que você gosta…
―Mmm… é que… auuu… é que se você vai meter em mim, pelo menos queria que fizesse direito.
—Por acaso você não queria que eu te contasse o que fiz com a Maca? Te juro que não foi assim...
―Mmm… bom, sim… tá bem… cê tem razão ―ela ofegava, suspirava, gemia, mal conseguia falar―. Me mostra como cê fez com a Macarena…
Apertei os peitos dela com força, eram bem maiores que os da Maca e não cabiam inteiros nas minhas mãos, mesmo assim poder amassá-los era muito gostoso. Recuei com meu pau, quase saindo dela, e dei uma estocada forte. Enfiei quase até o fundo.
―AI… mamãe querida… ―ela mordeu o lábio e jogou a cabeça pra trás―. Não dava pra esperar outra coisa de uma puta que nem a Macarena… tenho certeza que ela se divertiu pra caralho.
—Foi isso que ela me disse… e te garanto que os gemidos dela não foram fingidos, e você ouviu.
Sim, sim... não quis admitir; mas agora sei que foram reais... sei que eu gosto dela... e entendo ela, como não vai gostar dessa pica? É de enlouquecer. O que mais você fez com ela?
—Agora você vai ver…
Tirei meu pau da buceta dela e umedeci com saliva, embora já estivesse bem molhada, pelos fluidos vaginais da minha mãe. Antes que ela pudesse reagir, encostei ele no buraco do cu dela.
―Não… não me diga que… Ai… Ai… não, Nahuel, por favor… não, no cu não. Tô falando sério… ai… não… não…
Minha glande entrou com relativa facilidade, o que me surpreendeu. Pensei que minha mãe tava há anos sem praticar sexo anal. E como a única pica que ela tem acesso é a minha, só podia ter uma explicação pra dilatação do cu dela.
—Você esteve enfiando um consolo no cu? E lembra, não mente pra mim. Quero que seja sincera, assim como eu estou sendo.
―Sss… sim…. ―disse ela, entre os dentes.
—Quando você enfiou isso em você?
—Hoje… de manhã, enquanto tomava banho… sei que sexo anal é uma putaria; mas eu precisava… depois da conversa que tive com a Tefi, eu realmente precisava. Muitas lembranças vieram… ai, Nahuel, por favor… não enfia em mim.
—Tem medo de doer ou tem medo de gostar?
—Tô com medo de gostar… uf… —meu pau começou a se perder dentro da bunda dela—. Cê realmente fez isso com a Macarena? Bah, nem sei por que tô perguntando… sei que sim… sei que a Macarena adora sexo anal. Ela já deixou bem clarinho pra mim.
—Sim, sei que ela roubou um dos seus plugs anais. Por isso imaginei que você também tava enfiando alguma coisa no cu.
—Não me julga, Nahuel… ai… devagarzinho, por favor… se vai fazer, faz com muito cuidado.
Eu estava metendo meu pau no cu da minha própria mãe. Essa era, talvez, a situação mais tarada que eu já tinha vivido até agora.
Alicia tava toda entregue, as mãos dela apoiadas na bancada e as costas arqueadas, com a cabeça jogada pra trás e a bunda empinada. Era como se ela tivesse me dizendo: “Tô pronta pra você meter tudo.”
Mesmo assim, fui devagar. Lembrei do que ela me ensinou durante a conversa com a Tefi, ir aos poucos, esperar a bunda dilatar bem.
Começou a entrar e pude notar que era minha mãe quem controlava o ritmo, ela avançava ou recuava, dependendo se queria que o pau saísse ou entrasse mais.
O momento era perfeito. Não queria interrupções, não queria parar de rebolar, queria ver minha pica sumindo dentro daquele buraco, queria sentir todas aquelas sensações gostosas que a penetração anal traz. No entanto…
Naquele momento, percebi que parar me colocaria numa situação favorável. Minha mãe estava gozando igual a uma puta e parecia disposta a deixar enfiar no cu sem mais reclamações ou questionamentos.
Por isso eu parei.
Não sei se o que fiz foi muito inteligente ou muito idiota.
Tirei a pica e me afastei dela.
―Bom, acho que já deu por hoje ―falei, tentando respirar normal apesar do coração acelerado pra caralho.
—O quê? Já foi? Não entrou muito. Você gozou? Não me pareceu que você gozou.
— Não fiz. Me pareceu… sei lá, estranho. Eu realmente tenho que encher a buceta da minha própria mãe de porra? Isso não é certo.
―Sim, é verdade, mas… ―fiquei em silêncio por uns segundos, ela se virou pra me olhar nos olhos e não encontrou palavras. A única opção que restava pra ela era implorar pra eu continuar metendo na buceta dela.
—É melhor a gente parar por aqui — falei, e comecei a me afastar dela.
—Nahuel —ela disse, quando eu já tinha cruzado metade da distância que me separava do corredor. Fiz ouvidos moucos e segui meu caminho—. Nahuel…
Com o pau mais duro que um taco de beisebol, entrei no quarto da Macarena. Ela tava lendo um livro deitada na cama. Só vestia uma calcinha branca de algodão, e tava se masturbando, dava pra ver os dedos se mexendo por baixo do pano.
―Ei! Que surpresa! ―Disse ao me ver. Os olhos dela cravaram na minha pica―. Acho que já sei pra que você veio.
—E aí, é um mau momento? — perguntei.
—Não, pelo contrário, é um momento perfeito. Tô lendo um dos romances pornô da Pilar…
―Não quer dizer "romances picantes"?
―Mmm… essa aí de romântica não tem nada. É mais pornô do que outra coisa. E é gostosa. Pelo menos serve pra uma boa punheta. Não me admira que a Pilar tenha ficado curiosa sobre sexo anal depois de ler isso. As minas da história têm o cu arrombado quase o tempo todo.
—Parece interessante, depois eu gostaria de ler.
—E por que tu tá com a rola tão dura?
―Por culpa da mamãe. A coisa ficou quente na cozinha.
―Na cozinha? Nossa! Como eu perdi isso? ―Ela largou o livro na mesinha de cabeceira, parecendo realmente interessada―. E aí, o que aconteceu?
—Hmm… digamos que expliquei, com todos os detalhes, o que rolou aqui ontem.
Macarena pulou na cama e sentou, me olhando com os olhos bem arregalados.
—Você comeu a bunda da mamãe?
―Em… só um pouquinho.
—Um pouquinho já é um montão.
— E aí me lembrei do que você falou sobre “segurar o prazer”. Tentei aplicar. Talvez isso me dê alguma vantagem sobre a mamãe; mas a verdade é que… — apontei pra minha pica.
—Ah, já entendi… não aguenta o tesão. Quer que sua irmã favorita te ajude a gozar.
―Algo assim. Você me faria esse favor?
—Não, de jeito nenhum. Arranja outra —ela não falou com rancor. Até percebi um sorriso desafiador. Macarena saiu da cama e passou do meu lado.
―Aonde você vai?
―Vou buscar a mamãe.
―O quê? Pra quê?
—Pra conseguir minha própria vantagem. Agora ele deve estar bem tarado. Não vai recusar uma boa chupada de buceta. Mais ainda, vai me implorar por isso. É meu momento perfeito pra ele não me encher mais o saco pelo que aconteceu ontem.
—Mas… isso acabaria com todos os meus planos.
—Ah, desculpa, maninho. Devia ter pensado melhor. Isso te acontece por não conhecer bem sua irmã.
Dizendo isso, saiu do quarto.
Tenho que admitir que a desgraçada é esperta. Egoísta, sim, um pouco. Mas esperta.
Colocou os próprios interesses em primeiro lugar; mas ela tem razão. Depois do que aconteceu, a Alicia deve estar fervendo igual uma chaleira. Não consigo pensar num momento melhor pra Macarena levar vantagem sobre ela.
O problema é que eu tenho que ficar com a pica dura… e a Alicia receberia uma baita ajuda pra acalmar o tesão dela.
Com certeza me parar foi uma ideia de merda. Muito idiota. Saí perdendo.

Diário de Quarentena:


Derrotado, sentei na beirada da cama da Macarena e fiquei olhando pra ereção que não ia descer sozinha tão cedo… e mesmo que descesse, ainda ia sobrar o tesão.
Na minha cabeça, pareceu uma ideia brilhante. O momento perfeito pra minha mãe ficar de quatro aos meus pés, quase dava pra imaginar ela implorando pra eu meter. Isso teria me trazido um monte de vantagens. Ela não ia mais encher tanto o saco com as manias dela e ia me dar mais liberdade. Agora só consigo imaginá-la se revirando na cama com a Macarena, e o pior de tudo é que isso só me deixou mais excitado. Minha pica traíra ficou ainda mais dura, como se estivesse me dizendo: "Ei, quero ver essa cena lésbica entre mãe e filha".
Não vou dar esse gosto pra ela. No fim das contas, tô nessa situação por culpa dela. Foi a minha própria pica que me incentivou a chegar na minha mãe.
Isso me acontece por pensar com a cabeça errada.
De repente eu me levantei.
Passou pela minha cabeça uma ideia fantástica. Genial. Quase perfeita.
Tava pensando em quem podia me ajudar a baixar aquele tesão. Passei todas as opções na cabeça. A mais viável era falar com minha tia Cristela; mas se ela não tava no quarto da Macarena, nem no quintal, nem na sala. Então, cadê ela?
Meu cérebro descartou possibilidades rapidinho: não ia estar com a Gisela, porque a Brenda tá lá e com certeza as duas tão se pegando. Com a Pilar nunca se deu muito bem, não se odeiam, mas também não são amigona. A Tefi falou que a Cristela e a Ayelén deviam vazar, aí deixou o clima meio tenso, então minha tia não ia estar ali. Também não ia estar no quarto da minha mãe, eu saí de lá e teria visto ela atravessando o corredor.
Só podia estar num lugar: no meu quarto, com a Ayelén.
E aí foi quando lembrei que minha prima existe. Sim, meu cérebro às vezes a anula, acho que é um mecanismo de defesa, pra poder viver em paz.
Digo que meu plano (meu novo plano, não aquele que falhou) é quase perfeito porque depende do que minha tia Cristela achar disso.
Enfiei a pica na calça, mas isso não disfarçou muito minha ereção. De qualquer forma, foi só uma precaução caso eu cruzasse com a Brenda; mas não foi o caso.
Cheguei no meu quarto e abri a porta sem bater.
Ayelén e Cristela se assustaram; mas logo se acalmaram ao ver que era eu. As duas estavam completamente peladas, deitadas na minha cama. Se meus colegas de futebol soubessem que tenho duas gostosas nuas na minha cama, iam arrancar o saco de tanta inveja.
Minha tia e minha prima estavam vendo alguma coisa na minha televisão, um filme, ou talvez uma série. Não prestei atenção. A única coisa que me importava era que elas estavam ali… e peladas. Entrei e fechei a porta atrás de mim.
Oi, tia. Não sabia que você tava aqui" — falei, me fazendo de sonso mundialmente. Algo que faço muito bem. É um dos meus melhores talentos.
—Ei, Nahuel. Qual é? A comida já tá pronta?
—Acho que não. A comida vai demorar um pouco.
—Por quê? Aconteceu alguma coisa ruim?
―Não, nada disso. É que… hum… minha mãe foi pro quarto bater um papo com a Macarena, e quando essas duas começam a conversar, podem passar horas até terminarem.
—Ah, já entendi. Então talvez eu deva cuidar dos preparativos do jantar.
―Pode ser, sim ― na real, eu não tava nem aí se ela saísse do quarto, só precisava dela ali pra mostrar qual seria meu próximo passo.
— Por que você veio? — Perguntou minha prima, desafiadora. Ela sabia muito bem por que eu estava ali, percebeu na hora que viu minha ereção.
Falei me dirigindo à minha tia Cristela.
—Não sei se minha mãe te falou sobre o novo esquema que a gente tem com a Ayelén. Seria tipo um jeito de pagar o aluguel. Você não precisa fazer isso, porque sempre ajuda em um monte de coisas em casa; mas a Ayelén passa o dia inteiro trancada no meu quarto sem fazer porra nenhuma.
—Você fala como se fizesse muito, cara — disparou minha prima.
—Minha mãe não reclama de mim — falei, dando de ombros —, mas ela já tá de saco cheio da sua atitude. A gente já conversou sobre isso, Ayelén, você topou fazer.
—Já posso imaginar em que consiste esse "pagamento de aluguel" — disse Cristela, olhando pra minha ereção.
—E você, o que acha? — perguntei.
—Acho que é uma ótima ideia. E isso eu falo como mãe. Aí, cê tem que aprender a tratar melhor as pessoas, principalmente quando tão te fazendo um baita favor. O Nahuel te cedeu o quarto dele por um monte de dias. O coitado nem consegue vir jogar no computador, porque você fica usando o dia inteiro.
Me irrita que minha prima use meu computador; mas não posso evitar. Uma vez que ela fica sozinha no quarto, é a dona e senhora de todos os objetos que estão nele.
— Já imaginava que você ia achar uma boa ideia — falei, com um sorriso de vitória —. Foi por isso mesmo que vim, cobrar o aluguel.
—Tá bem —disse Cristela, bem calma—, chega mais que a Aye vai fazer o que tiver que fazer. Não é mesmo, filha?
Ela encarou a mãe com os olhos injetados de raiva.
—Vou fazer isso só porque fiz um trato com a tia Alicia —disse minha prima—. Se não fosse por isso, mandava esse otário pra puta que pariu. Ele só vem pra meter, e nem sabe como fazer direito. Se soubesse, pelo menos eu me divertia mais; mas é chato transar com um babaca inexperiente.
—E por que você não ensina um pouco pra ela? — sugeriu minha tia.
—Eu não tenho que te ensinar nada.
Ajoelhei na cama e tirei o pau da calça, ficou bem ao alcance da mão da Cristela, ela pegou e começou a me masturbar devagar.
―Você vai me dizer que não dá vontade de brincar com essa pica quando vê? ―Perguntou minha tia―. Olha que beleza! É exatamente do jeito que você gosta. Se eu já te vi chupando paus iguais a esse.
—A pica não é a única coisa que importa —disse Ayelén—. Se o cara por trás me parece um otário, então não vou ficar com tesão. —Ela se ajoelhou de quatro, apontando a bunda bem na minha direção—. Vai, faz o que tem que fazer e cai fora. A única coisa boa nisso é que você goza rápido, porque não aguenta nem dez minutos.
Tive vontade de rebater e dizer que seria capaz de aguentar aquilo e muito mais. Mas não fiz isso. Depois do que rolou com a minha mãe na cozinha, não me sentia capaz de aguentar tanta coisa, afinal de contas eu parei a ação pouco antes de gozar.
Fiquei quieto e minha tia apontou meu pau pra dentro da buceta dela. Eu tava prestes a penetrar, quando a Cristela disse:
―Ainda não. Espera um pouquinho.
É isso que a Macarena me explicou? Segurar o prazer? Eu não me via capaz de fazer isso, queria meter logo.
Minha tia apertou forte meu pau, me fazendo entender que era ela quem estava no comando. Ela encostou minha cabeça nos lábios vaginais da filha dela e começou a esfregar com ele. Pude ver como a buceta da Ayelén se abria e, aos poucos, ficava mais molhada.
— Você tem que preparar a garota antes de meter — explicou Cristela —, principalmente porque você tem um pauzão. Se for uma mina apertada, pode machucar ela.
Devo admitir que essa coisa de esfregar a glande na buceta é gostoso… não é tão intenso quanto meter; mas me agrada.
—Agora vai enfiando de pouquinho —disse Cristela. Comecei a afundar a cabeça da minha pica dentro daquele buraco molhado—. Isso, assim… agora tira e tenta de novo, bem, assim… devagar, com calma. —Seguindo as instruções dela, consegui enfiar a glande inteira—. Agora presta atenção, essa parte é importante. Se você quer mesmo esquentar uma mulher, uma boa técnica é enfiar a cabeça da pica, encostar ela numa das paredes internas da buceta, e tirar. Assim…
Ela segurou meu pau apontando pra cima, o buraco da buceta se abriu mais e eu consegui ver uma boa dilatação quando o pau saiu. Ayelén até soltou um gemido suave. Me surpreendeu que ela estivesse tão quieta. Talvez… isso estivesse agradando ela.
Para comprovar, repeti a ação, desta vez sem a orientação da minha tia. Eu mesmo me encarreguei de enfiar a glande e tirá-la, mantendo-a bem colada a uma das paredes internas da buceta. Repeti isso uma e outra vez. Pude ver como minha prima ficava cada vez mais molhada e, de vez em quando, soltava um gemido. Tinha muita vontade de enfiar tudo de uma vez; mas não fiz porque minha tia me pediu assim.
—Ainda não enfia. A preliminar é muito importante pra esquentar o clima. Você quer que a Ayelén goze? Então não mete igual um bicho até ela estar preparada. Olha, não vou negar que uma boa penetrada sem aviso é gostosa; mas essa parte você já domina. Com isso, você vai aprender a ser mais eficiente no sexo.
Continuei brincando com a buceta da Ayelén por mais um tempo até que a Cristela disse:
—Agora sim, enfia... mas não tudo. Mais ou menos a metade.
A penetração foi suave e ao mesmo tempo apertada. É difícil explicar. A buceta da Ayelén pareceu se fechar em volta do meu pau, isso foi muito gostoso.
―Vai devagar, sem enfiar mais da metade. Enquanto isso, vou te ajudar com outra coisinha que eu sei que minha filha adora.
Em seguida, Cristela passou o dedo babado no cuzinho da Ayelén. Esfregou devagar.
—Você gosta, filha? — ele perguntou.
—Cala a boca, mãe. Me deixa em paz.
Ayelén apoiou a cabeça no travesseiro. Cristela piscou um olho pra mim, me dando a entender que tudo estava saindo como planejado. Ayelén estava com tesão, tava curtindo; mas ela é orgulhosa, nunca vai admitir isso.
Minha tia estar presente só deixa a situação muito mais excitante pra mim. Adoro ver como ela toca na filha dela… e não parou só no toque.
Cristela abaixou a cabeça, abriu aquela bunda linda e passou a língua direto no cuzinho dela. Vendo isso, acelerei um pouco o ritmo das minhas penetradas e fui mais fundo. Como minha tia não falou nada, continuei. Ela parecia super concentrada em lamber o cu da Ayelén… e minha prima não parecia se importar. Em nenhum momento ela disse: "Mas como você tem coragem de chupar o cu da sua própria filha?" ou algo assim. O que me fez perceber que não era a primeira vez que isso acontecia. Comecei a me perguntar que tipo de relação existe entre Ayelén e Cristela. Desde o começo, ficou claro pra mim que elas conhecem detalhes da vida sexual uma da outra, porque as duas são muito abertas em relação ao sexo; mas isso já é levar as coisas pra outro nível. Isso já é incesto.
A buceta da minha prima começou a se abrir quando a Cristela começou a enfiar os dedos nela.
Admirei aquele espetáculo enquanto metia forte, comecei a fantasiar com a ideia de penetrar aquele buraco também.
— Ela tá gostando —disse Cristela—, mesmo que prefira morrer antes de admitir, sei que ela tá gostando. Conheço ela. Continua assim, Nahuel.
Peguei minha prima pela cintura e continuei metendo forte. Ela abafava os gemidos no travesseiro.
Fiquei um tempão metendo e, quando minha tia tirou os dedos do cu dela, percebi que aquele buraco tava com uma dilatação perfeita.
Apontei a pica pra lá… e minha prima se afastou rapidinho.
Não, não. Nem pensar. Nunca disse nada de entregar a bunda" — ela gritou.
—Ai, não se faz de puritana agora — disse Cristela. — Cê adora uma buceta anal, sim.
—Gosto, mas não vou dar o luxo pra esse arrombado de meter no meu cu. Ele vai ter que ficar na vontade. Além disso… já falei pra ele qual cu pode provar.
Naquele momento, lembrei do desafio que minha prima tinha me imposto. Ayelén cometeu um erro grave ao trazer isso à minha memória bem agora.
Acendeu a luzinha aqui.
A ideia que me veio foi tão brilhante, tão perfeita, que saí do quarto da Ayelén… não, do meu próprio quarto, porque vai voltar a ser meu. Saí com o pau duro na frente.
Por sorte não cruzei com ninguém no caminho.
Abri a porta do quarto da minha mãe, sabia que não tinham se dado ao trabalho de trancar. A cena que encontrei foi fantástica. Alicia deitada de costas, com as pernas bem abertas, e, em cima dela, no sentido inverso, estava Macarena, chupando a buceta dela. Consegui ver perfeitamente como a língua da minha irmã se divertia com o clitóris.
Alicia deu um pulo ao ouvir a porta se abrindo e, com movimentos de cobra, se esgueirou para longe da filha.
―Ai, Nahuel… Que susto! É… a gente tava… tipo… eu tava explicando pra Macarena que… é…
—Mãe, não precisa inventar desculpa —falei—, já sei o que tá rolando aqui. Mesmo que você não queira admitir, você gosta de buceta… quase tanto quanto de pau. E você gosta da buceta da Macarena… talvez nunca vá reconhecer isso, mas sei que é verdade —minha irmã sorria enquanto me ouvia falar—. E tá tudo bem, se quiser pode ficar aqui, chupando a buceta da Maca, tenho certeza que ela vai fazer um bom trabalho chupando a sua. Mas tenho outra proposta pra você. É sobre a Ayelén. Eu tava com ela, no meu quarto… e a tia Cristela, a gente tava… hm… bom, já imagina o que a gente tava fazendo. Num momento, a Ayelén disse: “Se quiser recuperar seu quarto, quero ver você meter o pau no cu da sua mãe”. —Embora tenham passado vários dias desde que minha prima sugeriu esse desafio, eu sempre tive isso na cabeça… e hoje é o dia perfeito pra aproveitar—. Considerando o que rolou na cozinha, pensei: “Minha mãe não se importaria de me ajudar a recuperar meu quarto”. Certo?
―Hmm… e onde a Ayelén dormiria?
— Sei lá, na sala — falei, dando de ombros —. Você vai me ajudar? De verdade, quero meu quarto de volta, mãe.
Alicia reparou na minha rola dura e eu pude ver um brilho de safadeza nos olhos dela.
—Se a única coisa que você tem que fazer é enfiar no meu cu por um tempinho, então sim, tô disposta a te ajudar. —Ela se levantou, completamente pelada, e espiou pela porta, olhando o corredor com cuidado—. Vamos cruzar rápido, e um de cada vez. Se a Brenda nos pegar pelados, prefiro que seja separado. Primeiro vou eu… te espero lá.
Em seguida, ela saiu correndo. Por um instante, pude ver as tetonas dela quicando, aí eu olhei pra bunda dela. Caralho, que gostosa! Tô morrendo de vontade de enfiar de novo.
—Bem jogado, maninho — disse Macarena, da cama.
—Tá puta comigo por ter atrapalhado seu joguinho com a mamãe?
—Sim, claro. E essa você vai me pagar, de um jeito ou de outro. Mas ao mesmo tempo, tô muito orgulhosa de você. Cê tá aprendendo. Sei que a mamãe gosta de conchinhas; mas não consigo competir com uma pica. Nisso você sempre vai ter vantagem, pelo menos com a mamãe… se fosse a Gisela, a vantagem seria minha.
—Não tenho tanta certeza — falei. — A Gisela gosta muito de mim, e reparei que ela ficou toda empolgada com as fotos que a gente tirou.
Sim, mas ele fez isso pra agradar uma mulher. Não esquece disso, não.
―Aqui a gente vai ter que ficar em desacordo.
—Cê acha mesmo que se a Gisela tivesse a chance de dar pra algum de nós, ela ia te escolher?
—Sim, é isso que eu acho.
―Mmmm… interessante. Uma hora dessas a gente vai testar essa teoria.
—Ei, eu falei de forma hipotética —esclareci.
―Uai, já ficou com medo, maninho?
―Não é isso. Quero dizer que a Gisela não vai transar com nenhum de nós dois. Ela é meio doida, é verdade; mas não acho que chegue a esse ponto.
—Bom, isso é outra coisa que podemos testar. —Ela abriu os lábios da buceta com os dedos—. Tô toda molhada. Cê vai mesmo me deixar assim?
Minha primeira reação foi dar um passo à frente. Tinha a Macarena pronta e aberta pra mim… Como recusar?
Mas depois pensei com clareza. Essa era mais uma das sacanagens dela.
—Você vai ficar assim mesmo — falei. — Não vou cair na sua armadilha. Você quer me fazer gozar pra eu não meter em mamãe, porque sabe que se eu fizer, saio ganhando.
—Mmm… bom, tinha que tentar. É uma pena. Vou ter que me contentar com uma punheta… a menos que você me deixe entrar no seu quarto.
— Não — falei com o maior dos pesares —. Porque sei que de algum jeito você vai estragar tudo. Já disse que ia me fazer pagar por isso. Vai ter que ficar na vontade, maninha.
Não foi tão difícil dar meia-volta e ir em direção à porta, porque eu sabia que no meu quarto uma grande recompensa me esperava. Mesmo assim, me senti um pouco mal por deixar a Macarena sozinha, e toda molhadinha.
Tô orgulhosa de você, maninho" — repetiu minha irmã enquanto eu me afastava.
Olhei o corredor. Tava vazio. Saí correndo o mais rápido que pude, com o pau duro apontando pra frente.

Diário de Quarentena:
Vai pra cima, soldado! Faz o pelotão se orgulhar! A gente sempre confiou em você!
 


8 comentários - Ilhado no Meio das Gostosas[41]Gostosa se exibindo na câmer

Excelente...ca-pi-tu-la-zo....nada mas q decir....👏👏 alta calidad como siempre...mis humildes 10pts q valen X miles....
Extrañaba un montón tus relatos, muy buena!!
ger1983 +1
Lo q esperé la continuación de esta serie! Gracias!
EXCELENTE CAPITULO!! EL MEJOR SIN DUDAS!!
Cuando subiras los proximos capitulos 42 y 43?
Nokomi
Al 42 lo voy a publicar el 5 de septiembre, y seguramente unos 5 días después publique el 43.
El 42 ya está disponible en mi Patreon.
ichi81
Hola, si vas a subir capitulo 42 esta semana o cambiaste la fecha de publicacion?