Hospital do horror, ou do prazer

Trago um relato erótico que encontrei no site sexo sem tabus. Acho fantasioso e pouco crível, mas a autora diz que é verdade, fica a critério de cada um acreditar ou não. Mas se for real, é um dos relatos eróticos verdadeiros mais tarados que vocês vão ler. Deixem seu comentário pra me dizer se acham que é real ou não. Ultimamente sentia que minha saúde e meu corpo não estavam bem, me sentia inquieta, meu corpo tremia, meu coração acelerava, não conseguia me concentrar nem no trabalho, nem no meu filho, nem em nada, só conseguia pensar no sexo mais bizarro e nojento.. Já tinham passado 5 dias em que eu me sentia muito tranquila, voltei à minha rotina diária, ir pro trabalho, buscar meu filho na escola, sair pra correr e essas coisas. Mas estava tranquila porque toda noite antes de dormir e antes de levantar, até antes de fazer qualquer tarefa em casa, eu me masturbava, e me masturbava com as imagens mais nojentas que uma mulher poderia imaginar. Desde que transei com aquele vagabundo, toda vez que vejo um mendigo meu corpo sente uma descarga elétrica que vai pra minha buceta, meu pescoço, meus peitos ficam duros, eu toda começo a fraquejar. Até hoje me sinto muito culpada por ter deixado meu filho na escola umas horas sozinho. Mas a verdade é que não consigo reprimir esse prazer porque toda vez que quero ficar calma minhas mãos começam a tremer, fico agitada, não consigo ficar parada, até tenho vontade de sair a qualquer hora e comer o primeiro que aparecer, isso não é certo, e eu sei porque antes eu não era assim. Por isso não aguento mais e, em vez de me masturbar todo dia e toda noite, decido ir falar com alguma psicóloga que me diga por que meu corpo age assim sem eu conseguir acalmar essas vontades. Já que não tenho amigas, resolvo procurar em alguma lista telefônica ou jornal onde possa ligar pra marcar uma consulta. Passei um tempão procurando até que, finalmente, num diário, num consultório pequeno num hospital, então sem pensar duas vezes liguei pra ver o que me dizem. Eu: oi, tudo bem? É o consultório da Vanesa? Vanesa: sim, oi, tudo bem? O que você precisa? Eu: então, preciso marcar uma consulta com você porque tenho umas reações no meu corpo que não tinha antes e isso tá começando a me preocupar. Vanesa: sim, sem problema, sintomas como quais, pra ir vendo. Eu: então, tenho dificuldade pra fazer minhas tarefas do dia a dia, dou prioridade pra um assunto que me dá vergonha de falar por telefone. Vanesa: não se preocupe, me diga assim já preparo tudo pra quando você vier. Eu: é… sobre sexo. Vanesa: ah, ok, bom, não se preocupe, olha, venha no sábado às 2 da tarde, sozinha, sim? Eu: olha, é necessário vir sozinha? Porque teria que ir com meu filho já que a babá não trabalha aos sábados. Vanesa: éé, bom, sem problema, mas ele não poderia entrar no consultório. Eu: bom, sem problema então, sábado às 2 da tarde. Vanesa: sim, senhora, lembre-se que é o consultório número 19 no térreo. E mais uma coisa, embora o hospital tenha uma aparência assustadora, não se guie pelo lado de fora. Eu: é, tá bem. Vanesa: bom, o hospital fica na região de Avellaneda. Fica longe pra você? Eu: pra falar a verdade, sim, mas se o tratamento vai me ajudar, vale a pena. Vanesa: perfeito, bom, te vejo em 2 dias então. Vanesa: mais uma coisa, se o seu problema é sexo, tente não se masturbar e não buscar situações que te causem prazer. Eu: éé, muito bem. Já tenho uma consulta com uma psicóloga, o que não me convenceu foi porque ela disse que o hospital tinha uma aparência assustadora. Mesmo assim, não me sentia inquieta ou pelo menos não por enquanto. Os dias passaram, até que chegou o sábado, sinceramente não tinha me masturbado, mas foi muito difícil me concentrar no trabalho, ficava mexendo as pernas a toda hora, meu coração acelerava, não estava muito concentrada, quando ia pela rua também era difícil não olhar pra mendigos nem ouvir comentários. Obscenos. Nos dois dias, quando eu chegava do trabalho, ela já tava com a buceta toda molhada, então eu tomava banho de água fria direto pra acalmar a vontade. No sábado, fiz a comida do meu filho como dava, porque meu corpo tremia cada vez mais. Deixei a roupa dele pra ele trocar e fui me trocar. Não tava nem a fim de me vestir provocante, porque não queria chamar atenção de homem nenhum — sentia que com umas palavras sujas já podia ter um orgasmo muito forte. Mesmo assim, como meu guarda-roupa só tem roupa provocante, resolvi vestir uma legging rosa clarinho de cintura alta com umas botas de salto preto que iam até o joelho, uma regata de veludo vermelha e minha jaqueta de couro preta, bem curta, deixando minha bunda empinada. Claro que me maquiei e me perfumei, porque gosto de estar apresentável. Quando me olhei no espelho, veio na minha cabeça eu vestida assim e um mendigo apalpando minha bunda. Soltei um gemidinho leve, porque tava tão excitada que já sentia a buceta se abrindo e soltando um líquido pegajoso. Sem pensar duas vezes, saí de casa com meu filho e fomos pro hospital. Filho: Mãe, cê tá se sentindo mal? Eu: Não, por quê, meu amor? Filho: Porque a gente tá indo pro hospital e cê tá muito vermelha, além de falar com um tom estranho. Eu: Não, nada disso, filhinho, é só um check-up anual. Eu tava vermelha de tão quente que tava por dentro, e não conseguia controlar minha voz, que já tava com um tom de gata no cio. Levamos umas 1 hora pra chegar, e quando vi o hospital, me assustei. Tava todo sujo por fora, cheio de mofo verde, as grades enferrujadas e as janelas todas imundas. Quando entramos, vimos que não tinha ninguém, e já imaginei o porquê. Até que na recepção nos chamaram. Recepcionista: Moça, por aqui. Eu: Ah, oi, tudo bem? Sou... Recepcionista: Sim, Romina, você ligou pra uma consulta. Eu: Sim. Recepcionista: Siga até o fim do corredor, depois vire à direita até a sala 19. Eu: Beleza. Obrigada. Por dentro era tão feio quanto por fora, o chão tava cheio de sujeira, dava pra ver baratas andando e os assentos estavam tudo quebrado e bem enferrujados, no hospital inteiro só se ouvia o som das minhas botas de salto. Quando chegamos na sala 19, ela mal tocou na porta e a psicóloga já saiu. E vocês não sabem quem era... nós duas ficamos nos encarando, eu horrorizada e ela me olhando de cima a baixo com aquele mesmo olhar de desprezo. Era a senhora que, num dos meus relatos, me insultou junto com a amiga dela enquanto esperávamos o ônibus e deixou um vagabundo me apalpar na frente dela. Ela: então você se chama Romina, hein. Ela: e vejo que trouxe o pequeno. Eu: é, bom, não dava pra deixar ele em casa. Ela: sim, fica tranquila, ele pode ficar com a recepcionista, vem que eu te levo, você pode ir entrando se quiser. Quando eu passo, me sento, enquanto ela fecha a porta. Fico inquieta e de olhos baixos até ela entrar. Ela: bom, olha as coincidências da vida, hein. Eu não emitia palavra nenhuma. Estela: não se preocupa, me chamo Estela e tô aqui pra te ajudar com seu problema. Estela: o que passou, passou, mas ainda vejo que você continua gostando de se vestir assim toda gostosa, hein. Ficou um silêncio no ar por uns minutos. Estela: pode me chamar de Este, se quiser, bom, o que tá rolando? Eu: é que sinto que não consigo me concentrar em quase nada, tipo, só consigo pensar numa coisa. Este: sim, minha recepcionista me disse, em sexo, né? Eu: sim. Este: com que frequência você transa? Eu: é, bom, de vez em quando, umas 1 ou 2 vezes por semana. Este: você se masturba? Eu: enquanto ficava vermelha, respondi: sim. Este: com que frequência? Eu: olha... pra conseguir me concentrar no trabalho e em casa, tenho que me masturbar 1 vez por dia e 1 vez antes de dormir. Este: hummm, já entendi, e você sente que sua buceta fica muito molhada, que suas mãos tremem, não consegue ficar parada, fica muito agitada e depois de transar se sente culpada? Eu: sim, tipo Sabe? Olha: antes de eu te falar, vou te fazer mais uma pergunta: você deu prioridade pra atividades sexuais antes de qualquer outra coisa? Eu: sim, de vez em quando falto no trabalho porque não consigo parar de pensar em sexo, porque tô muito molhada e não consigo parar de me sentir agitada. E depois fui buscar meu filho mais tarde porque fiquei transando com um……. Esse: com um? Eu: vagabundo. Esse: ahh, olha ela então, no fim você gostou, hein. Esse: bom, pelo que vejo você tem hipersexualidade grau 3. Eu: o que é hipersexualidade? Esse: no seu caso, você sofre de ninfomania, é o vício em sexo, e você tá quase entrando na última fase, que é a pior, porque aí é muito difícil sair. Eu: o que acontece na fase 4? Esse: seu cérebro libera muitas substâncias que fazem você colocar o sexo como prioridade. Mas é muito pior, porque a qualquer hora do dia ou da noite você pode começar a se sentir como agora, agitada, excitada, molhada, e isso pode te levar a medidas desesperadas, como foder diariamente sem se cansar. Você não conseguiria trabalhar porque, como expliquei, não conseguiria se concentrar e com certeza sairia do trabalho pra foder com alguém, e isso pode acontecer várias vezes num dia. Eu: ai não, não quero isso. Esse: olha, você tá quase, prestes a entrar na fase 4. Acho que se você se masturbar ou transar mais algumas vezes, entra na fase 4. Eu teria que examinar a vagina. Eu: por quê? Esse: porque quanto mais rosada ou se o clitóris estiver muito inchado, assim como a vulva e os lábios da vagina estiverem inchados, dá pra saber a quantas fodas ou masturbações você está de se transformar numa foxy completa, ah, desculpa, ninfomaníaca. Eu: como vou fazer pra não me masturbar mais? Não consigo, meu corpo não para de tremer. Esse: vou te dar uns comprimidos, você tem que tomar um a cada hora, tá? E amanhã você vem aqui pra eu ver sua vagina, beleza? Eu: sem muita certeza, falo que sim. Esse: bom, me espera aí que vou foder os comprimidos. Nisso, vejo ele trocar uns comprimidos pra um pote. diferente e me dá. Este: esses comprimidos são relaxantes, causam desinchaço na buceta e inibem pensamentos sexuais. Eu: beleza, obrigada, 1 por hora então? Este: sim, 1 por hora. Se sentir que seu corpo tá muito sensível, tipo suas coxas, pernas, buceta, seus peitos, seu pescoço e seus ombros, não se preocupa porque são sintomas dos comprimidos. Além disso, na fase 4 da ninfomaníaca, esses sintomas você vai ter querendo ou não, e toda vez que vestir roupa ou só roçar a mão em alguma parte do corpo, vai se sentir muito sensível e receptiva, a ponto de ficar excitada por qualquer coisa. Mas acho que você não vai chegar nesse sintoma. Bom, nos vemos amanhã. Este: dessa vez vem sozinha e com roupa confortável. Eu: ok, Estela, nos vemos amanhã. Este: nos vemos, e se tiver vontade de se masturbar, pode fazer. Os comprimidos devem acalmar sua ansiedade. Eu: beleza, obrigada, e valeu por me ajudar antes que fosse tarde demais. Este: não, de nada. Mas tinha algo no rosto da Estela que não me convencia. Quando ela disse "de nada", foi com um tom irônico e um sorriso maléfico, me olhando de cima a baixo. Este: não se preocupa, vou te ajudar pra você se tornar a mulher que merece. Enquanto fechava a porta, eu ouvia ela rir baixinho. Isso me deixava ainda mais na dúvida. Assim que andei pelo corredor até a recepção pra buscar meu filho e sair daquele hospital estranho, lembrei que tinha esquecido os comprimidos no consultório. Quando bati na porta, Estela abriu e eu falei que tinha esquecido os comprimidos na mesa. Este: ah, sim, toma um agora pra não precisar tomar no ônibus, metrô ou onde for. Eu: ah, é verdade, muito obrigada. Assim que tomei o comprimido, saí e finalmente fomos embora do hospital com meu filho, indo pro ponto de ônibus que deixava a gente bem perto de casa. Vamos pular essa parte porque não aconteceu nada estranho nem excitante. Quando Chegamos em casa, eu me sentia muito melhor, minhas mãos não tremiam mais, nem tinha pensamentos sujos, na verdade me sentia relaxada. O dia passava e passava, e eu já ia na sexta pílula, mas de estar relaxada, passei a sentir cócegas nas minhas coxas internas, chegando até a minha buceta, também comecei a sentir meus mamilos duros e sensíveis, assim como todo o meu corpo. Mesmo assim, fiquei tranquila porque a Estela disse que isso podia acontecer. Quando a noite chegou e estávamos jantando, eu já ia na pílula número 10 e, sinceramente, a sensação de sensibilidade no meu corpo estava piorando, minha buceta estava começando a soltar fluidos e eu sentia que ela se abria como uma flor, meu coração e meu corpo começaram a se agitar de novo, e eu voltava a sentir aquela vontade gostosa de esfregar minha buceta igual uma louca até gozar. Quase não conseguia comer, estava tão concentrada nos pensamentos sexuais que tinham voltado que até mordia os lábios na frente do meu filho. Filho: Você tá bem, mãe? Eu: Mm, sim, por quê? Filho: Porque você tá muito vermelha, igual hoje quando a gente tava no trem. Eu: Eh, não, é que tô com calor, aliás, vou tomar um banho e volto, tá? Eu: Termina de comer que eu lavo. Filho: Tá bom, mãe, depois passa no meu quarto pra eu te dar um beijo. Eu: Sim, meu amorzinho. Quando fui tomar banho, enquanto tirava a legging justa e o resto, sentia minha pele muito sensível, cada vez que tirava uma peça de roupa, parecia que estavam acariciando minhas pernas, era uma sensação super gostosa. Até cheguei a gemer de tão excitante que era, já não sabia se era normal ou não, mas o que eu sabia é que essas pílulas estavam me dando sensações muito gostosas, além dos sintomas que eu já tinha. Quando entrei no banho, a água escorria pelo meu corpo todo, eu adorava como a água acariciava meu corpo nu, estava muito tarada e da minha buceta, em vez de cair água, via que caía um líquido pegajoso, eram meus fluidos. Comecei a me ensaboar, e enquanto minhas mãos passavam por todo Meu corpo tava cada vez mais quente e a eletricidade na minha buceta tava mais forte. Eu: ahhh, ai, mas o que que tá rolando comigo, isso é tão gostoso. Eu: esses comprimidos do caralho são muito fortes, mas espero que façam efeito. Tava terminando de me ensaboar até que faltava minha parte de baixo, quando minha mão tocou os lábios da buceta, como se fosse um ímã, não aguentei mais e comecei a me esfregar bem agressivo, e tava tão sensível que não passou nem um minuto e eu tive um orgasmo violento, fazendo eu cair na banheira e ficar toda exausta, sentia minha buceta pulsando sem parar. Assim que me recuperei, saí do banho e, como pude, vesti o pijama e lavei os pratos, mas enquanto lavava, senti de novo aquela agitação, fechei os olhos pra tentar me acalmar, mas a única coisa que vinha na minha cabeça eram imagens de mim e uns vagabundos me beijando, me estuprando, me xingando. Era tanta excitação que fechei a torneira e, por cima da minha calcinha, enfiei os dedos, empurrando fundo até chegar em outro orgasmo que me desestabilizou de novo. Tive que tampar a boca pra abafar meus gemidos, pra meu filho não ouvir. Como pude, fui dormir, mas não sem antes tomar o penúltimo comprimido. A noite foi muito longa, quase não consegui dormir, me senti agitada a noite inteira, me revirava de um lado pro outro, tinha sonhos muito sujos, adorava, tive que trocar de calcinha umas 3 vezes porque acordava toda molhada, sujando todos os lençóis. Eram 4 da manhã e finalmente consegui dormir. Bateu 6 da manhã e acordei com as mesmas sensações, tomei o último comprimido e fui me trocar. Antes de me trocar, limpei minha buceta, já que tava cheia de fluidos, como podia ter tanto líquido saindo de mim, me perguntava. Como meu filho tava tomando café pra ir pra escola, eu fui me trocar pra ir na psicóloga. Como ela disse pra eu ir confortável, coloquei uns saltos pretos, umas meias até a coxa cor da pele com seus ligas, uma minissaia azul escura que chegava um pouco acima dos joelhos, e eu sentia os mamilos tão sensíveis que não consegui usar sutiã, então coloquei uma camisa preta pra não aparecerem os mamilos durinhos de tão excitada que eu tava. Passei perfume e me maquiei como sempre. No trem, consegui sentar e ainda bem, porque do jeito que eu tava vestida, iam esbarrar em mim e eu não sabia como reagir, já que tava tão tarada que até podia dar pra alguém ali mesmo. Foi uma viagem de tortura, tava muito quente e não aguentava mais, cheguei no hospital com sorte, porque a qualquer momento eu ia dar pra qualquer homem na rua. Quando entrei no hospital de novo, não tinha ninguém, fui até a recepção e perguntei pela Estela. Recepcionista: oi, senhorita Romina, a dona Estela tá preparando tudo pro seu tratamento. Eu: ah, ok, e é na mesma sala? Recepcionista: não, é em outra sala agora, vou chamar ela e vocês vão juntas. Quando vejo que tão falando no telefone do hospital com a Estela, num momento escuto ela dizer: sim, ela tá aqui e veio sozinha. Eu olhava pra recepcionista e ela pra mim. De repente, vejo na cara dela que ela riu e falou alguma coisa em segredo, porque tapou a boca e não consegui ouvir o que disse. Aquilo não me deu boa impressão, mas já era, não podia ir embora porque precisava terminar esse tratamento, já que não posso continuar assim. Depois de 10 minutos, aparece a Estela. Ela: oi, Romina, bom, já preparei tudo, por que não me segue? Eu: beleza, vamos. Ela: como você tá se sentindo com os comprimidos? Eu: ai, a verdade é que tão me matando, tô com muita vontade de dar pra qualquer um, não consegui dormir ontem, meus sintomas voltaram e minha pele tá muito sensível, tanto que quando me visto, fico excitada. Ela: bom, vamos ver então. Vamos. Quando vou seguindo ela, não estávamos indo pro consultório que fui da primeira vez. Fomos por outro corredor, onde o chão tá igualmente sujo e os bancos quebrados. Fomos até no fim daquele corredor, passamos por umas portas onde só podia entrar pessoal autorizado. Continuamos andando e chegamos até um elevador. Eu: é tão longe assim? Haha. Ela: é, não consegui achar outro consultório. Quando entramos no elevador, Estela aperta o botão -2, eu olho pra ela meio desconfiada. Eu: o consultório é lá embaixo? Ela: sim, porque ali tem uns consultórios especiais. Quando descemos até o -2, tinha um corredor com várias salas e umas luzes que falhavam, piscando, e outras nem acendiam. Fomos direto até a porta cinco, onde entramos. Quando vejo que tem uma maca e um apoio pra pernas, vários instrumentos cobertos com um lençol. Também tinha outra enfermeira com ela, parece que vai ajudar. Ela: bom, Romina, tira toda a roupa, saia, regata, calcinha, salto, tudo. Quando me desnudo e Estela vê meus ligas e meias cor de pele, ela fala. Ela: ah, isso não precisa, fica tranquila, não precisa tirar as meias e as ligas, enquanto via um sorriso no rosto dela que me deu medo. Ela: bom, deita aqui e apoia as pernas aí pra eu poder te examinar com as pernas abertas. Quando apoio, vejo que Estela e a outra enfermeira começam a amarrar minhas pernas com umas tiras grossas de couro, sem eu conseguir me mexer. Eu: o que vocês estão fazendo? Quase gritando. Ela: calma, é pra você não se mexer e eu poder te examinar sem problemas, fica tranquila. Eu: ok, virando a cabeça pro encosto macio da maca. Ela: consegue se mexer aí? Eu: não, verdade. Ela: bom, vamos ver a buceta. Ah, tá bem vermelha e muito inchada, você tá super molhada. O clitóris, pelo que vejo, também tá bem inchado, isso faz você ficar excitada direto. Eu: sim, tô muito molhada, é horrível. Ela: bom, preciso tirar uma amostra de sangue, mas vou ter que amarrar um braço pra veia inchar e eu poder coletar. Enquanto Estela me amarrava o Braço direito com outra algema de couro, ela tira uma seringa e eu percebo tarde demais que tem algo dentro. Quando pergunto o que é, Estela já tinha injetado um líquido na minha veia. Tudo isso enquanto sorria de forma maldosa. Ela: enfermeira, amarre o outro braço da paciente, por favor. Eu: não, o que vocês estão fazendo, pelo amor de Deus, me ajudem. Ela: calma, meu anjo, agora vamos te ajudar a se tornar uma viciada em sexo. Eu: não, me solta, sua filha da puta, ahh, o que está acontecendo comigo, me sinto fraca e excitada. Enquanto Estela acariciava meu cabelo, a outra enfermeira, por causa do meu estado de fraqueza, conseguiu amarrar meu outro braço na maca, eu não tinha mais saída. Ela: enfermeira, por favor, nos deixe a sós com a Romina e não se esqueça de trancar a porta. Assim que a enfermeira saiu, a porta ficou trancada e eu vi ela apagar todas as luzes do corredor, ficando só a luz deste quarto. Eu: ah, o que você injetou em mim? Estou me sentindo agitada. Ela: ah, coração, te injetei anfetaminas com uma mistura de soníferos para você ficar excitada e calma ao mesmo tempo. Eu: mas o que isso vai fazer no meu corpo? Ahhhhh. O que são anfetaminas? Ela: nada de ruim, por enquanto hahaha, são drogas estimulantes bem viciantes. Essas drogas aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial, por isso você está tremendo. Além disso, se eu aplicar mais doses, você vai ficar muito ansiosa e não vai conseguir parar de consumir. Não é lindo? Eu: você é doente, me tira daqui ou vou gritar. SOCORROOO, PELO AMOR DE DEUS, ALGUÉM. Ela: estamos dois andares abaixo e ainda por cima não tem quase ninguém neste hospital, então se quiser gritar, grita. Eu: por que você está fazendo isso comigo? Por que eu? Ela: mas se eu estou te fazendo um favor, Rominita, você adora ser uma foxy, uma putinha barata. Bom, vou realizar seus desejos. Eu: pelo amor de Deus, me deixa ir, ahhh, o que está acontecendo comigo? Estou me sentindo ansiosa e com tesão. Ela: ah, devem ser os comprimidos que venho te dando. Eu: não eram calmantes? Ela: não, pelo contrário, eram estimulantes muito fortes que aquecem o sangue, e são tão potentes que você tem que tomar 1 a cada 1 dia. Kkkk, e eu fiz você tomar a cada 1 hora por um dia inteiro. Enquanto eu respirava ofegante, a Estela levantou o lençol e eu pude ver vários instrumentos, entre eles vários dildos de tamanhos e formas diferentes, tinha consolos, e lá no fundo vi uma máquina estranha que, quando ela ligou, se mexia pra frente e pra trás. Entre outros objetos, pude ver cremes, mais seringas, um bastão com uma tira em forma de cinto, entre outras coisas. Eu olhava horrorizada pra cena. Eu: o que você vai fazer comigo? Ela: o que vou terminar de fazer com você, melhor dizendo. Olha, eu pensei e, além de te deixar uma ninfomaníaca total, também vou te viciar em anfetaminas, querida. Você vai se divertir muito como uma putinha barata. Quase caíram lágrimas dos meus olhos porque eu sabia que não tinha escapatória. Enquanto a Estela acariciava meu cabelo e continuava falando comigo. Ela: também vou fazer você ficar viciada em palmadas, vou te dar tanta palmada que depois você vai gostar, fala pra sua buceta se preparar porque tenho várias coisinhas e brinquedinhos, vou te transformar numa ninfomaníaca completa. Estela, enquanto continuava acariciando meu rosto e cabelo, pegou da mesa umas coisas que tinham formato de peitos. Ela: que peitos lindos e empinados você tem, o que vou colocar vai aumentar um pouco mais seus seios e, além de sugar seus bicos, você vai ficar mais sensível, só de você se tocar ou alguém te tocar, seus bicos vão endurecer na hora, denunciando sua excitação, não é lindo? Eu: não, chega, por favor, não faz isso comigo. Enquanto eu implorava em vão, ela colocou uns sugadores nos meus peitos e, quando ligou a máquina, a sensação era deliciosa, era como se duas ventosas estivessem sugando meus bicos e outra parte estivesse sugando os peitos. Eu: ahh, que gostoso, ahh, che…ga, ahhhh. Ela: viu que você ia gostar, e isso que ainda não brinquei com sua buceta kkk. Ela: como te expliquei, isso vai fazer seus peitos ficarem mais sensíveis a Qualquer roçada. Ele: "Bom... agora vou colocar isso em você." Começou a tirar instrumentos que eu nunca tinha visto. Quando se aproximou da minha buceta e me tocou pra sentir como estava, percebeu que eu tava molhada. Ele: "Uau, não sabia que você era tão fácil, é mais fácil que uma puta." Trouxe uns ganchos e com eles abriu minha buceta, separando meus lábios superiores, deixando a buceta totalmente exposta e aberta. Ele: "Sabe o que vou fazer?" Eu: "Ai, o quê?" Falei com um tom de gatinha excitada pela máquina que estimulava meus peitos. Ele: "Vou sensibilizar e estimular cada parte da sua buceta, depois você vai ter uma viagem de prazer, porque vou estimular seu clitóris e o ponto G." Ele: "Sabe o que é o ponto G? É uma área super sensível que fica uns 3 a 5 centímetros da entrada da buceta. O ponto G dá orgasmos mais intensos e às vezes você solta um líquido meio branco. Vou te transformar numa putinha de verdade, meu amor." De repente, vejo ele pegar um dildo que era fino e de látex. Ele: "Primeiro vou estimular seus lindos lábios inferiores, eles vão ficar tão inchados que vai parecer uma boca, haha." Começou a passar o dildo ao redor dos meus lábios, eu já tava suspirando de tanto tesão que tava, de tão excitada que eu tava, e surpreendentemente eu tava gostando daquela cena. Ele esfregava agressivamente, sempre ao redor, fazendo círculos. Ele: "Tá gostando?" Eu: "Sim, mas por favor, me deixa sair." Ele: "Daqui você vai sair, mas sendo uma viciada em sexo. Hahaha." Ficou assim por dez minutos, até que um relógio tocou. Ele: "Parece que é hora de você ter orgasmos de verdade." Ele pegou um dildo transparente, mais grosso e comprido, bem reto, e no corpo todo tinha umas montanhinhas por todos os lados. Ele: "Esse consolo tem essa forma porque vai tocar todo o seu clitóris, causando sensações enormes por todo o seu corpo." Quando ele enfiou só a ponta, eu soltei um gemido enorme e, como se fosse uma folha, minhas costas arquearam como se eu tivesse... Possuída pela deusa do sexo. Eu: AHHH, PORR, FAA, VOR, AHHHHH. De repente, não demorou nem 5 minutos para eu colocar e tirar o brinquedo e eu já tinha gozado num orgasmo gostoso. Ela: caramba, Romi, mas se eu mal te masturbei, haha. Vamos fazer uma coisinha, haha. Enquanto ela ia para um lado do quarto, vejo que ela traz uma máquina estranha e coloca o dildo na parte central, aproximando bem da minha buceta até sentir a ponta daquele dildo. Ela: essa é uma máquina Nympho, dá pra mudar pra várias velocidades. Como é você, vou começar devagar, porque quero que sinta toda essa excitação constante. Enquanto isso, vou acariciar suas pernas com massagens relaxantes por cima da sua meia-calça pra aumentar sua sensibilidade nas pernas também, haha. Assim que ligou a máquina, o dildo entrava devagar, mas estava me matando. Entrava e saía, eu estava tão lubrificada que saía fácil, enquanto eu mordia os lábios e gemia descontrolada enquanto Estela massageava cada parte das minhas pernas. Eu ia de orgasmo em orgasmo, cada vez mais intensos, e cada vez soltava mais jatos da minha buceta naquela velocidade lenta, quando ouço Estela me dizer: Ela: uau, Romi, você se molhou pra caralho. Deixa eu ver sua buceta? Sim, quase estaríamos prestes a te transformar numa tremenda viciada em foxy. Mas antes de terminar, vamos aumentar a velocidade ao máximo pra você aproveitar. De lento, passou pro mais rápido que tinha, e meus gemidos viraram gritos de prazer enquanto eu apertava os dentes de tão tesão que tava tudo isso. Estela puxava meu cabelo e me xingava no ouvido enquanto dava tapas nas minhas coxas. Ela: você gosta, sua putinha? Gosta, sua puta barata? Chas, ouve-se em todo o quarto a palmada nas minhas coxas. Enquanto eu não parava de gritar. Eu: AHHH AHHHH MAIS MAIS MAIS SIM SIM SIM EU GOSTO AI AI EU VOU GOZAR VOU GOZAR AHHHH. Estela abaixa a velocidade pro mais lento, enquanto com meu quadril, de tão sensível que tava minha buceta e meu clitóris, num ato reflexo, meus quadris se movem pra cima e pra baixo enquanto um... Um jato potente escapa da minha buceta. Ela: Muito bem, vagabunda, chegou ao seu clímax, como você se sente, putinha? Enquanto desligava a máquina e continuava puxando meu cabelo, me insultando. Ela: Você gosta, né? Que puxem seu cabelo, vagabunda? Me responde. Tapa, tapa, tapa atrás de tapa nas minhas coxas. Longe de me incomodar, eu adorava que me batessem. Eu: Sim, eu gosto que você seja agressiva comigo. Ela: É? Você gosta? Eu: Sim, eu gosto, eu gosto. Ela: Muito bem, vagabunda, solteirona, muito bem. Mas ainda falta a melhor parte. Sua buceta e clitóris já estão bem inchados e muito sensíveis, então essa parte já foi, mas me falta algo que vai te transformar numa verdadeira ninfomaníaca, haha. O ponto G, vou te dar tantos orgasmos que você nunca mais vai conseguir ficar calma e relaxada, vou estimular tanto que você vai viver com vontade de sexo o tempo todo, a toda hora e em todo lugar, porque por mais sexo que você tenha, nunca mais vai conseguir ficar relaxada, sempre vai querer mais e mais, nem médicos nem ninguém vai conseguir acalmar essa vontade constante. Eu: Não, por favor, não me diga isso, já chega, você já fez o que queria, já me transformou. Enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas. Enquanto Estela acariciava meu cabelo e secava minhas lágrimas. Ela: Não chora, Romi, logo você vai me agradecer, aliás, eu começaria a procurar outro emprego com poucas horas, porque você não vai aguentar muito tempo sem se tocar ou sem olhar pra qualquer um sem querer montar. Estela volta pra mesa, afasta a máquina Nympho e pega o dildo cheio de fluidos, deixando na mesa. Daí ela tira um consolo tipo Flamingo. Ela: Com o uso correto desse brinquedo, ele é muito perigoso porque você tem uns orgasmos tão potentes que depois disso vai buscar sexo todo dia, mas pra te transformar numa vagabunda, primeiro vou passar um creme especial. Sabe o que é esse creme? Eu: Não. Ela: Esse creme faz sua buceta sentir contrações muito excitantes, e que combinação melhor do que usar com esse vibrador? que é especialmente pra estimular o ponto G, sua vida nunca mais vai ser a mesma, sua puta. De repente ela passa aquele creme em toda a minha buceta, no clitóris, em toda a vulva e tal, e pra piorar, faz efeito rápido e eu sinto a buceta toda pulsando. De repente, a Estela solta minhas pernas. Ela: quero ver como você morre de tesão, quero ver você apertando as pernas, hahaha. Ela enfia o flamingo agora e eu sinto que ele tá tocando perfeitamente meu clitóris, e a outra parte vai até o fundo de mim. Quando ela liga, eu começo a arquear as costas e volto a gemer, mas dessa vez sem parar, e já totalmente entregue, começo a abrir e fechar as pernas até sentir que vou explodir. Me seguro, fecho as pernas com força, até que não aguento a potência daquele vibrador e solto um grito alto, e enquanto jorro um fluxo, começa a sair um líquido branco, algo que nunca tinha acontecido comigo. Ela: esse líquido acontece porque você tem orgasmos muito fortes. Fiquei assim umas 1 hora, gritando de prazer, apertando as pernas, mexendo elas como uma desesperada, o chão e a maca estavam cheios de fluxo e daquele líquido branco também. Eu tava quase desmaiando de tanto prazer que recebi, até que a Estela tirou o vibrador e, me olhando, disse enquanto examinava minha buceta. Ela: caralho, que pedaço de gostosa, hein, como você gozou, parece que seu clitóris tá mais que inchado, e sua buceta tá bem vermelha, como deve estar. Parabéns, você é uma puta solteirona do caralho, haha. Mas falta mais uma coisinha. Ela: alô, sim? Você podia descer aqui e me ajudar a mudar de posição esse pedaço de lixo? Valeu, obrigada. Eu: o que vocês vão fazer comigo agora?, enquanto falava com um tom de exausta por tantos orgasmos que tinha tido. Ela: não se preocupa, não vamos mais torturar sua buceta, essa parte já foi. Mas notei que seu cu tá fechado, então vamos estimular seu cu também e fazer você gostar de levar umas palmadas, haha. Eu olhava com cara de horrorizada pra Estela. De repente, a enfermeira chegou e me olhou com a mesma cara. de pícara. Enfermeira: gostou? Haha Estela começou a desatar minhas mãos. Eu hesitava se tentava algo ou não, mas sentia que minhas pernas não respondiam. Este: muito bem, que obediente que você é, nem uma resistência, dá pra ver que você gostou, sua puta. Enquanto as duas riam, me levaram cada uma por um braço para outra parte do quarto onde tinha um cano pendurado. Aí levantaram minhas mãos e me amarraram no cano, fiquei totalmente exposta, deixando minha bunda ao ar, sem proteção. Este: viu que bunda gostosa que ela tem. Enfermeira: ah sim, olha que rabo empinado, parece que ela é do tipo que chama atenção de todos os homens. Este: a gente teria que preparar ela pra que os homens possam arrebentar essa bunda, hein. Eu: não, por favor. Este: cala a boca, seu pedaço de puta. Chas. Eu: ai. Senti uma cintada numa das minhas nádegas. Enfermeira: por que a gente não deixa essa bunda bem vermelhinha? Este: boa ideia, mas primeiro as prioridades. Como eu não conseguia ver nada, porque estava olhando pra parede, senti que Estela voltava e colocava algo no meu cu. Era um consolo, porque sentia que vibrava, e enquanto ela enfiava devagar pra me penetrar, a enfermeira com as mãos me dava tapas na bunda. Sentia arder, mas a verdade é que a sensação era muito gostosa, enquanto puxava meu cabelo e minha cabeça pra trás e me xingava no ouvido. Enfermeira: que cu gostoso que você tem, sua puta, agora que a gente tá preparando ele pra te arrebentarem no meio, sua puta suja. Eu: ai, ai, dói, não puxa meu cabelo. Enfermeira: que não faça isso. Eu: aaaai, tá bom, vou ficar quieta, deixo vocês fazerem o que quiserem. Enfermeira: muito bem, sua puta. Chas. Outro tapa na bunda. Este: parece que você tá relaxando, Romi, porque seu cu tá começando a engolir esse dildo, haha. Enfermeira: parece que ela acabou gostando. Parece que vão arrebentar você muitas vezes, hein, seu pedaço de puta. Minha autoestima estava no chão, já pensava que não valia nada, que tanta beleza era só pra satisfazer as necessidades dos homens. Eu: ah, ah, comecei a gemer de prazer. Este: parece que ela Gosto. Eu: ah, pois é, vai fundo, arrebenta mais meu cu, vai fundo. Ela: como se fossem ordens, haha. Estela começou a me penetrar mais rápido, e eu ainda agarrada pelos cabelos pela outra enfermeira, enquanto ela me xingava e me dava palmadas. Eu já estava toda entregue, e a combinação de toda essa situação me fez explodir num orgasmo que ninguém esperava, nem elas que estavam me torturando. Eu: ahh, eu vou gozar, vou gozaaaaar, isso, ahhh. As duas ficaram perplexas e começaram a rir. Ficaram me torturando por quase mais 40 minutos. Até que decidiram que já era o suficiente e que não havia mais esperança para mim. Ela: bom, parece que te transformei numa viciada em sexo. Por uns dias você vai se sentir super relaxada, tranquila e tal, mas depois seus peitos, suas pernas, todo o seu corpo vai ficar muito sensível e receptivo a qualquer tipo de contato. Você vai se sentir agitada, sua buceta vai ficar molhada, e se ouvir xingamentos na rua, vai bater aquela vontade de novo. Isso vai acontecer todo dia até você se acostumar e sentir que sua excitação constante já é natural. Ela: pega suas coisas e vai aproveitar sua nova vida, hahaha. Enquanto as duas me deixavam me trocar, eu chorava porque sabia que era tarde. Voltei pra casa toda debilitada, sentia minhas pernas bambas, meus peitos inchados, meu cu doía porque ainda estava meio aberto, e minhas nádegas estavam todas vermelhas e ardendo das palmadas que levaram. Minha vida ia mudar, já não era pra melhor, mas eu precisava aceitar o que era e que em breve minha nova vida começaria.

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