Continuamos com essa história incrível. Se vocês ainda não leram as partes anteriores, recomendo dar uma olhada no meu perfil pra isso.
Acordei de manhã e percebi que minha mãe não estava na cama comigo, algo que era muito estranho, por mais cedo que fosse.
Levantei procurando minha mãe, mas não encontrava ela em lugar nenhum. Depois de uns minutos procurando, algo me interrompeu: umas vozes vindo da sala me chamaram a atenção. Minha mãe estava conversando com um homem.
—Vai levar ele hoje? — perguntou minha mãe com uma voz que parecia que ia chorar.
—Sim, quero que ele conheça e conviva com minha família, vai se divertir pra caralho e não se preocupa, vou cuidar dele — na hora imaginei que era meu pai, então entrei pra cumprimentar eles.
-Bom dia, mamãe- falei e dei um beijo na bochecha dela.
—Bom dia, filho — respondeu ela, parecia preocupada e dava pra ver que tinha recebido uma notícia ruim, a cara dela denunciava tudo.
-Oi, filho, como você tá? - Meu pai disse de braços abertos. - Oi, pai - respondi.
— Olha, tô falando com sua mãe pra você poder passar um fim de semana comigo e minha família, pra vocês se conhecerem e quem sabe no futuro você ir morar um tempo com a gente — ele me disse. A proposta dele de eu ir morar com eles realmente me surpreendeu, porque nunca tinha pensado nisso e agora que tinha a oportunidade, não sabia se queria sair dessa família, essa família onde eu transava com minha tia, minha prima e fantasiava que um dia poderia comer minha mãe. Mas, por questões óbvias, seria muito difícil cortar tudo isso e ir morar com meu pai e outra família, algo que eu realmente não queria. Então, só sorri pro meu pai e falei:
Sim, pai, vou conhecer sua família, mas não prometo que vou morar com vocês" — meu pai sorriu.
- Claro que sim, filho, tudo no seu tempo - logo depois de falar isso, ela se levantou do sofá onde estava.
- Bom, vai pegar sua mala ou uma mochila com roupa pra gente vazar de uma vez, te espero no carro lá fora - ele me falou isso e foi embora, subi pro meu quarto pra arrumar minha mala, onde me encontrei com minha prima.
—Vai passar o fim de semana fora? — ela me perguntou.
—É exatamente essa a ideia — respondi. Ela me olhou decepcionada, sabendo que nesse fim de semana não íamos ter nenhuma ação.
—E por que a gente não se despede direito? — ela me olhou, se aproximou de mim e em menos de 5 segundos já tinha a mão na minha virilha, mas uma emoção inexplicável me invadiu, porque eu tava mesmo afim de conhecer a família do meu pai.
— Será quando eu voltar — falei pra minha prima, me afastando dela.
-Bem, você quem perde- me disse orgulhosa minha prima enquanto me dava as costas e ia embora
Fiz minha mala com o essencial: algumas trocas de roupa, produtos de higiene, tênis. Tava pronto, então saí de casa pra encontrar um carro esportivo. Será que era o carro do meu pai? Fiquei me perguntando. E quando confirmei que era o carro do pai, me surpreendi que um homem divorciado tivesse um carro esportivo. Meu pai desceu do Audi R8 dele pra me ajudar a colocar minha mala no porta-malas, enquanto eu me despedia da minha mãe.
—Filho, se cuida. Vou sentir muito a sua falta — ela me dizia com lágrimas nos olhos, junto com beijos e abraços.
Mãe, se acalma, é só um fim de semana" — eu dizia pra tentar acalmá-la.
—Eu sei, mas tô com medo, sabe... Só se cuida, filho. Aconteça o que acontecer, pode me ligar que eu vou te buscar, se sentir mal ou qualquer coisa, ok? — Ela me encarou e minha mãe me deu um abraço forte, parecia que ia me sufocar, mas ao mesmo tempo apertava o corpo todo contra o meu. Se tem uma coisa que realmente me emocionava... Depois de alguns segundos, minha mãe me soltou e me deixou ir. Com um sorriso, me despedi dela e entrei no carro esportivo do meu pai.
—Tá bom, filho. Coloca teu cinto, que é uma viagem longa até nossa casa — ela me disse, e depois colocou uma música e seguiu caminho pra onde a família dela tava.
O caminho foi normal, a gente conversava sobre a escola, sobre o que queria fazer e tudo mais, até que a curiosidade falou mais alto e eu perguntei pra ela.
—Ei, pai, e por que você se separou da minha mãe? — essa pergunta pegou meu pai de surpresa, ele não soube o que responder. Depois de alguns minutos em silêncio, ele me disse:
—Bom, Franco, é complicado. Durante os primeiros anos do nosso casamento, a gente era muito feliz, mas depois que você nasceu, as coisas mudaram. Sua mãe ficou muito obcecada, algo que eu realmente não curtia, ainda mais pelo jeito que ela estava te criando. A gente discutia direto, e foi questão de tempo até nos divorciarmos. E foi o que fizemos. Depois do divórcio, fiquei muito deprimido e entrei num grupo de apoio onde tinha outras pessoas divorciadas. Lá conheci a Linda. Ela me ajudou pra caralho a superar sua mãe, e a gente começou a sair. Nos conhecemos melhor e descobri que ela também era divorciada e tinha uma filha da sua idade. Então decidimos formar uma família. Claro, se você quiser vir com a gente nessa, pra mim seria maravilhoso, recuperar o tempo que perdi. Tudo isso que meu pai me disse me surpreendeu, porque eu realmente vi que ele se esforçou pra eu dar uma chance a ele. E nesse ponto, já estava pensando seriamente em ir morar com ele, mas primeiro teria que ver como era a relação com a minha nova madrasta.
—E aí, como é a filha dela? — perguntei. — Bem, ela tem a sua idade, é bem gostosa e até estuda na mesma escola que você, pelo que me lembro. Não lembro o nome, mas pode até ser uma colega da sua sala — ele respondeu. Fiquei realmente pensativo: quem poderia ser? Durante o resto da viagem, fiquei refletindo e analisando cada possibilidade: qual das minhas colegas de classe poderia ser minha nova irmã postiça.
Já tamo chegando, meu pai falou com uma voz animada. Quando me espiei pela janela do carro, percebi que a gente tava entrando num bairro bem famoso, porque é um lugar bem caro.
— Aqui que você mora, pai? — perguntei.
—Claro, a Linda e eu trabalhamos duro pra ter uma casa aqui e pros nossos filhos crescerem com o melhor conforto possível, o melhor pros meus filhos — ele me disse enquanto acariciava minha cabeça. Pra ser sincero, fiquei surpreso que meu pai morasse numa área de gente rica, e a surpresa não ia parar por aí, porque nos aproximamos de uma casa enorme que eu já suspeitava ser a dele. A suspeita se confirmou quando ele estacionou o carro na frente e me disse:
- Bom, já chegamos - eu estava nervoso. Quem seria minha irmã postiça? E como seria essa relação com minha nova família? Tudo isso ia se resolver, porque estávamos prestes a entrar na casa onde essas pessoas estavam.
- Olha, filho, não se preocupa. A Linda e a filha dela vão cuidar muito bem de você.
- Ela me deu um abraço e a gente entrou na casa dela, uma casa realmente enorme, muito bem decorada. E quando entrei na sala, me deparei com a minha nova madrastra, a Linda.

—Oi Franco, como você tá? Sou a esposa do seu pai, Linda, prazer em te conhecer. Seu pai falou muito de você pra mim — ela dizia toda animada, mas eu já tinha visto ela antes. Onde foi? Ela era realmente gostosa, então fiquei confuso de onde eu podia ter visto ela antes.
—Não espero que me chame de mãe, mas por favor não me chame de madrasta. Soa muito feio. Melhor me chamar de Linda, tá bom? — ela me disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
- Claro que sim, gostosa, prazer é meu - respondi também
- Paulinaaaa, desceeee - gritou pra filha dela. Paulina de verdade? De todas as pessoas que eu imaginei, Paulina era a última que eu esperava que fosse minha meia-irmã. Ela desceu umas escadas toda elegante, a Paulina, usando um vestido lindo e ousado.

Ao me ver igual a mim, ela ficou sem palavras.
Oi Franco, parece que você é meu novo irmão" — ela me disse enquanto me cumprimentava com um sorriso.
—Isso parece, respondi. Nós dois não sabíamos como reagir, já que nossa relação na escola não era lá essas coisas e agora, como irmãos, só melhoraria.
- Bom, o que vocês querem fazer? - perguntou meu pai.
—pois eu não tomei café da manhã — respondi pra ela
—Por que a gente não vai fazer um piquenique num parque? respondeu Linda. Todo mundo concordou e a gente se preparou. Depois de alguns minutos, saímos de casa procurando um parque pra fazer um piquenique.
Chegamos num parque que, à primeira vista, parecia bem vazio, então não perdemos muito tempo andando até achar um lugar onde pudéssemos fazer o piquenique sem ninguém por perto.
—Bom, vocês fiquem aqui enquanto a gente vai pegar o resto das coisas, beleza? — meu pai falou enquanto ele e a Linda iam pegar o resto no carro, então fiquei sozinho com a Paula.
—E como você lidou com a notícia? Parece que agora somos irmãos — falei pra Paula, meio tímido. Ela me encarou por uns segundos e respondeu.
—Já sabia que era você, porque o Enrique (o nome do meu pai) tinha me falado muito de você — respondeu.
— E ela te falou coisas boas? — perguntei
—Bom, mais ou menos. Faltou ela me contar a parte em que você come a sua prima — ao ouvir essas palavras da voz da Paula, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, fiquei paralisado sem conseguir dizer uma palavra.
- na próxima vez que você transar no banheiro da minha casa, garante que a Carla não geme que nem uma puta - foi aí que lembrei que minha prima e eu transamos na casa da Paula, nunca desconfiei que alguém tinha percebido
— Fico imaginando o que você fez pra ela gemer daquele jeito... dava pra ouvir em casa inteira — ele me disse, enquanto eu ainda não conseguia falar nada.
—Sabe, de todos os caras que já peguei, ninguém me fez gemer assim — ela disse, enquanto mordia o lábio inferior de um jeito sensual. Todos os nossos pensamentos pararam quando vimos nossos pais voltando com o que faltava pro piquenique.
Nos acomodamos e começamos a comer enquanto conversávamos e ríamos juntos, parecíamos mesmo uma família muito unida. Eu gostava muito da Linda e nunca tinha visto aquela cara da Paula, onde ela era simpática e não aquela garota metida da escola.
—Ei, preciso ir no banheiro — disse a Paula.
—Claro, deixa o Franco ir com você pra não acontecer nada — respondeu meu pai. Com esforço, me levantei e caminhei junto com a Paula pra acompanhá-la.
Era um parque bem grande: áreas arborizadas, bancos e lugares com grama pra descansar. Apesar do horário, tava bem vazio.
—Sabe de uma coisa — ela mordiscou o lábio — fiquei excitada demais ouvindo a Carla gemer daquele jeito na minha casa. Por que você não me ensina o que fez com ela? — Diante desse plano, eu não hesitei nem um segundo. Fui até ela e, empurrando-a para um cantinho, comecei a beijá-la.
-Aqui não, podem nos ver - ela disse, me afastando dela, e começou a andar por um dos caminhos mais vazios e solitários, enquanto levantava a saia, me deixando ver aquele par de bundas com que eu fantasiava desde que a vi pela primeira vez.

Ao chegar numa parte bem isolada do parque, ela levantou a saia até a cintura, me deixando ver uma fio dental vermelha. Levantou um pouco a bunda pra tirar a calcinha, deixando à mostra a buceta linda dela, já escorrendo fluidos pelas pernas.
—Não aguento mais — ela disse, enquanto se deitava num canteiro e me convidava pra chupar aquela buceta. E sem me dar tempo pra pensar, enfiou minha boca naquela ppk, que tinha um cheirinho de suor e um clitóris bem carnudo. Comecei a lamber, consegui me afastar um pouco, e fui passando minha língua devagar entre os lábios dela. Ela já tava soltando uns gritinhos de prazer. De joelhos, não dava pra ver o rosto dela, então quando pude, levantei a cabeça e vi ela espremendo os peitos por cima da blusa. Aquela visão me deixou ainda mais tesudo, e sem avisar, comecei a enfiar um dedo nela.
-Ohhh, mete mais fundo - ela dizia enquanto soltava pequenos gemidos
—Shhh, vão nos ouvir — eu dizia pra ela, porque os gemidos dela começavam a virar gritos que qualquer um podia escutar.
- aahhh, continua, me fode com teu dedo, me faz gemer que nem uma puta - ela dizia enquanto empurrava minha cabeça mais pra dentro da buceta dela
Ao ouvir essas palavras, decidi continuar com meu trabalho duro. Fui enfiando devagar pra ela aproveitar, ela tava tão molhada que em poucos segundos já tinha decidido meter outro dedo naquela buceta que tava realmente muito molhada. Então resolvi começar num ritmo lento, mas aumentando a cadência dos meus dedos aos poucos. O ritmo que eu tava marcando era infernal, ela não parava de gemer. Talvez o medo de sermos descobertos nos excitava ainda mais.
- Ahhh... que gostoso, Deus, não para, filho da puta... ooohh, assim que eu gosto... não aguento mais - depois que ela falou isso, eu coloquei a mão na massa, meti um dedo na buceta dela e comecei a lamber os lábios vaginais dela. Em poucos minutos, senti uma onda de líquido na minha boca, a putinha tinha acabado de ter um orgasmo violento, parecia desmaiada. Fiquei feliz por ter feito aquela garota gozar como uma louca, mas eu também queria a minha parte, mesmo tendo aproveitado pra caralho com aquela comida de buceta.
- Ah, que bruto foi, meu Deus... acho que na minha vida nunca tinham me chupado tão bem - ela disse quando recuperou a consciência
- É de agradecer, que te parabenizem pelo teu trabalho – falei, e um sorriso malicioso escapou de mim.
- Acho que você merece que eu te alivie, já que se comportou tão bem - ela me disse e se preparava pra chupar minha pica, mas começamos a ouvir barulho de gente por perto, o que significava que eu ficaria sem meu alívio.
— Não queremos que nos descubram, quer? — ela me disse enquanto vestia a roupa de novo e voltava pros nossos pais. Eu não conseguia ignorar o olhar de satisfação que ela exalava e comecei a suspeitar que ela só tava brincando comigo.
Voltamos pros nossos pais e descobrimos que eles já estavam juntando todas as coisas pra gente ir pra casa. Agimos normal, como se nada tivesse acontecido, mesmo que pra mim fosse difícil esconder a ereção que ainda tinha.
Voltamos pra casa sem estresse, e todo mundo foi pros seus quartos descansar. Como eu era novo no pedaço, dei uma explorada. Quando fui pra parte de trás da casa, me deparei com uma piscina enorme.
-É bem grande, né?- ouvi uma voz atrás de mim e, ao me virar, vi que era a Linda usando um biquíni gostoso.

—Sim, é muito grande — respondi pra ela.
- Vou entrar pra nadar daqui a pouco, por que não vem comigo? - me disse a gostosa, enquanto dava um mergulho de cabeça na piscina, me respingando um pouco d'água.
—Nah, tô muito cansado, talvez amanhã — respondi e fui pro meu quarto, onde descobri que tinha uma vista clara da piscina e, principalmente, uma vista clara da Linda nadando.
Ela é uma mulher gostosa pra caralho, ainda mais quando tava usando aquele biquíni que parecia que ia estourar de tão grande que era os peitos dela. Ela achou que ninguém tava olhando, então quando saiu da piscina, deitou e ficou pegando um sol. Depois de uns minutos, tirou o sutiã.
-Ô, merda, ela tá pelada - sussurrei, antes de me abaixar de joelhos e me esconder atrás das cortinas do meu quarto.
Minha cabeça caiu pra trás, já que ela não tinha percebido que eu tava observando ela do meu quarto. Aí comecei a acariciar meu pau, mas de repente uns pensamentos invadiram minha consciência: "Isso não tá certo, ela é minha madrasta e quer se dar bem comigo", sussurrei, tirando a mão da minha calça.
Não posso ficar só espiando ela assim" Mas quando minha madrasta pegou o bronzeador e começou a passar pelo corpo todo, se massageando eroticamente, esses pensamentos não serviram pra nada.
-Puta merda- sussurrei, enquanto minha mão se aventurava de novo dentro do meu short.
-Você é ainda mais gostosa pelada, Linda. Adoraria gozar toda a minha porra nesses peitos- gemi, com a boca babando. Comecei a acariciar ele de novo, mas ficou mais difícil. Os peitões dela, a barriga lisa, coxas bonitas, pernas e, pra completar, aquele rabo sexy fizeram meu motor pegar no tranco.
Minha mão se moveu muito rápido, já que não fazia ideia de quanto tempo essa janela magnífica ia durar. "Você não é minha madrasta", murmurei várias vezes, com o suor escorrendo pela minha cabeça e o coração acelerando que nem uma águia. "Você é só uma mulher deslumbrante.
-Ô, vou gozar nela – sussurrei, puxando minha pica pra fora. Continuei batendo uma por um minuto e, antes de chegar no clímax, nossos olhos se encontraram, mas não trocamos palavras, porém minha mão direita não parou, mesmo sendo pego, não conseguia parar, fazendo eu gozar de olhos fechados, sujando parte da janela e das cortinas.
Só então, depois de alguns segundos, meus olhos se abriram, mas não vi ninguém. Achei que era só minha imaginação, mas quando vi minha madrasta na porta do meu quarto, fiquei pasmo. Não consegui dizer nada, fiquei cheio de vergonha e só consegui olhar nos olhos dela.
Oi, gostosa" — falei pra ela, com cara de quem tinha feito merda.
—Se divertindo, batendo punheta com sua madrasta? — ela me disse de braços cruzados e cara de puta.
Porra…" eu sussurrei.
Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições.
Acordei de manhã e percebi que minha mãe não estava na cama comigo, algo que era muito estranho, por mais cedo que fosse.
Levantei procurando minha mãe, mas não encontrava ela em lugar nenhum. Depois de uns minutos procurando, algo me interrompeu: umas vozes vindo da sala me chamaram a atenção. Minha mãe estava conversando com um homem.
—Vai levar ele hoje? — perguntou minha mãe com uma voz que parecia que ia chorar.
—Sim, quero que ele conheça e conviva com minha família, vai se divertir pra caralho e não se preocupa, vou cuidar dele — na hora imaginei que era meu pai, então entrei pra cumprimentar eles.
-Bom dia, mamãe- falei e dei um beijo na bochecha dela.
—Bom dia, filho — respondeu ela, parecia preocupada e dava pra ver que tinha recebido uma notícia ruim, a cara dela denunciava tudo.
-Oi, filho, como você tá? - Meu pai disse de braços abertos. - Oi, pai - respondi.
— Olha, tô falando com sua mãe pra você poder passar um fim de semana comigo e minha família, pra vocês se conhecerem e quem sabe no futuro você ir morar um tempo com a gente — ele me disse. A proposta dele de eu ir morar com eles realmente me surpreendeu, porque nunca tinha pensado nisso e agora que tinha a oportunidade, não sabia se queria sair dessa família, essa família onde eu transava com minha tia, minha prima e fantasiava que um dia poderia comer minha mãe. Mas, por questões óbvias, seria muito difícil cortar tudo isso e ir morar com meu pai e outra família, algo que eu realmente não queria. Então, só sorri pro meu pai e falei:
Sim, pai, vou conhecer sua família, mas não prometo que vou morar com vocês" — meu pai sorriu.
- Claro que sim, filho, tudo no seu tempo - logo depois de falar isso, ela se levantou do sofá onde estava.
- Bom, vai pegar sua mala ou uma mochila com roupa pra gente vazar de uma vez, te espero no carro lá fora - ele me falou isso e foi embora, subi pro meu quarto pra arrumar minha mala, onde me encontrei com minha prima.
—Vai passar o fim de semana fora? — ela me perguntou.
—É exatamente essa a ideia — respondi. Ela me olhou decepcionada, sabendo que nesse fim de semana não íamos ter nenhuma ação.
—E por que a gente não se despede direito? — ela me olhou, se aproximou de mim e em menos de 5 segundos já tinha a mão na minha virilha, mas uma emoção inexplicável me invadiu, porque eu tava mesmo afim de conhecer a família do meu pai.
— Será quando eu voltar — falei pra minha prima, me afastando dela.
-Bem, você quem perde- me disse orgulhosa minha prima enquanto me dava as costas e ia embora
Fiz minha mala com o essencial: algumas trocas de roupa, produtos de higiene, tênis. Tava pronto, então saí de casa pra encontrar um carro esportivo. Será que era o carro do meu pai? Fiquei me perguntando. E quando confirmei que era o carro do pai, me surpreendi que um homem divorciado tivesse um carro esportivo. Meu pai desceu do Audi R8 dele pra me ajudar a colocar minha mala no porta-malas, enquanto eu me despedia da minha mãe.
—Filho, se cuida. Vou sentir muito a sua falta — ela me dizia com lágrimas nos olhos, junto com beijos e abraços.
Mãe, se acalma, é só um fim de semana" — eu dizia pra tentar acalmá-la.
—Eu sei, mas tô com medo, sabe... Só se cuida, filho. Aconteça o que acontecer, pode me ligar que eu vou te buscar, se sentir mal ou qualquer coisa, ok? — Ela me encarou e minha mãe me deu um abraço forte, parecia que ia me sufocar, mas ao mesmo tempo apertava o corpo todo contra o meu. Se tem uma coisa que realmente me emocionava... Depois de alguns segundos, minha mãe me soltou e me deixou ir. Com um sorriso, me despedi dela e entrei no carro esportivo do meu pai.
—Tá bom, filho. Coloca teu cinto, que é uma viagem longa até nossa casa — ela me disse, e depois colocou uma música e seguiu caminho pra onde a família dela tava.
O caminho foi normal, a gente conversava sobre a escola, sobre o que queria fazer e tudo mais, até que a curiosidade falou mais alto e eu perguntei pra ela.
—Ei, pai, e por que você se separou da minha mãe? — essa pergunta pegou meu pai de surpresa, ele não soube o que responder. Depois de alguns minutos em silêncio, ele me disse:
—Bom, Franco, é complicado. Durante os primeiros anos do nosso casamento, a gente era muito feliz, mas depois que você nasceu, as coisas mudaram. Sua mãe ficou muito obcecada, algo que eu realmente não curtia, ainda mais pelo jeito que ela estava te criando. A gente discutia direto, e foi questão de tempo até nos divorciarmos. E foi o que fizemos. Depois do divórcio, fiquei muito deprimido e entrei num grupo de apoio onde tinha outras pessoas divorciadas. Lá conheci a Linda. Ela me ajudou pra caralho a superar sua mãe, e a gente começou a sair. Nos conhecemos melhor e descobri que ela também era divorciada e tinha uma filha da sua idade. Então decidimos formar uma família. Claro, se você quiser vir com a gente nessa, pra mim seria maravilhoso, recuperar o tempo que perdi. Tudo isso que meu pai me disse me surpreendeu, porque eu realmente vi que ele se esforçou pra eu dar uma chance a ele. E nesse ponto, já estava pensando seriamente em ir morar com ele, mas primeiro teria que ver como era a relação com a minha nova madrasta.
—E aí, como é a filha dela? — perguntei. — Bem, ela tem a sua idade, é bem gostosa e até estuda na mesma escola que você, pelo que me lembro. Não lembro o nome, mas pode até ser uma colega da sua sala — ele respondeu. Fiquei realmente pensativo: quem poderia ser? Durante o resto da viagem, fiquei refletindo e analisando cada possibilidade: qual das minhas colegas de classe poderia ser minha nova irmã postiça.
Já tamo chegando, meu pai falou com uma voz animada. Quando me espiei pela janela do carro, percebi que a gente tava entrando num bairro bem famoso, porque é um lugar bem caro.
— Aqui que você mora, pai? — perguntei.
—Claro, a Linda e eu trabalhamos duro pra ter uma casa aqui e pros nossos filhos crescerem com o melhor conforto possível, o melhor pros meus filhos — ele me disse enquanto acariciava minha cabeça. Pra ser sincero, fiquei surpreso que meu pai morasse numa área de gente rica, e a surpresa não ia parar por aí, porque nos aproximamos de uma casa enorme que eu já suspeitava ser a dele. A suspeita se confirmou quando ele estacionou o carro na frente e me disse:
- Bom, já chegamos - eu estava nervoso. Quem seria minha irmã postiça? E como seria essa relação com minha nova família? Tudo isso ia se resolver, porque estávamos prestes a entrar na casa onde essas pessoas estavam.
- Olha, filho, não se preocupa. A Linda e a filha dela vão cuidar muito bem de você.
- Ela me deu um abraço e a gente entrou na casa dela, uma casa realmente enorme, muito bem decorada. E quando entrei na sala, me deparei com a minha nova madrastra, a Linda.

—Oi Franco, como você tá? Sou a esposa do seu pai, Linda, prazer em te conhecer. Seu pai falou muito de você pra mim — ela dizia toda animada, mas eu já tinha visto ela antes. Onde foi? Ela era realmente gostosa, então fiquei confuso de onde eu podia ter visto ela antes.
—Não espero que me chame de mãe, mas por favor não me chame de madrasta. Soa muito feio. Melhor me chamar de Linda, tá bom? — ela me disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
- Claro que sim, gostosa, prazer é meu - respondi também
- Paulinaaaa, desceeee - gritou pra filha dela. Paulina de verdade? De todas as pessoas que eu imaginei, Paulina era a última que eu esperava que fosse minha meia-irmã. Ela desceu umas escadas toda elegante, a Paulina, usando um vestido lindo e ousado.

Ao me ver igual a mim, ela ficou sem palavras.
Oi Franco, parece que você é meu novo irmão" — ela me disse enquanto me cumprimentava com um sorriso.
—Isso parece, respondi. Nós dois não sabíamos como reagir, já que nossa relação na escola não era lá essas coisas e agora, como irmãos, só melhoraria.
- Bom, o que vocês querem fazer? - perguntou meu pai.
—pois eu não tomei café da manhã — respondi pra ela
—Por que a gente não vai fazer um piquenique num parque? respondeu Linda. Todo mundo concordou e a gente se preparou. Depois de alguns minutos, saímos de casa procurando um parque pra fazer um piquenique.
Chegamos num parque que, à primeira vista, parecia bem vazio, então não perdemos muito tempo andando até achar um lugar onde pudéssemos fazer o piquenique sem ninguém por perto.
—Bom, vocês fiquem aqui enquanto a gente vai pegar o resto das coisas, beleza? — meu pai falou enquanto ele e a Linda iam pegar o resto no carro, então fiquei sozinho com a Paula.
—E como você lidou com a notícia? Parece que agora somos irmãos — falei pra Paula, meio tímido. Ela me encarou por uns segundos e respondeu.
—Já sabia que era você, porque o Enrique (o nome do meu pai) tinha me falado muito de você — respondeu.
— E ela te falou coisas boas? — perguntei
—Bom, mais ou menos. Faltou ela me contar a parte em que você come a sua prima — ao ouvir essas palavras da voz da Paula, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, fiquei paralisado sem conseguir dizer uma palavra.
- na próxima vez que você transar no banheiro da minha casa, garante que a Carla não geme que nem uma puta - foi aí que lembrei que minha prima e eu transamos na casa da Paula, nunca desconfiei que alguém tinha percebido
— Fico imaginando o que você fez pra ela gemer daquele jeito... dava pra ouvir em casa inteira — ele me disse, enquanto eu ainda não conseguia falar nada.
—Sabe, de todos os caras que já peguei, ninguém me fez gemer assim — ela disse, enquanto mordia o lábio inferior de um jeito sensual. Todos os nossos pensamentos pararam quando vimos nossos pais voltando com o que faltava pro piquenique.
Nos acomodamos e começamos a comer enquanto conversávamos e ríamos juntos, parecíamos mesmo uma família muito unida. Eu gostava muito da Linda e nunca tinha visto aquela cara da Paula, onde ela era simpática e não aquela garota metida da escola.
—Ei, preciso ir no banheiro — disse a Paula.
—Claro, deixa o Franco ir com você pra não acontecer nada — respondeu meu pai. Com esforço, me levantei e caminhei junto com a Paula pra acompanhá-la.
Era um parque bem grande: áreas arborizadas, bancos e lugares com grama pra descansar. Apesar do horário, tava bem vazio.
—Sabe de uma coisa — ela mordiscou o lábio — fiquei excitada demais ouvindo a Carla gemer daquele jeito na minha casa. Por que você não me ensina o que fez com ela? — Diante desse plano, eu não hesitei nem um segundo. Fui até ela e, empurrando-a para um cantinho, comecei a beijá-la.
-Aqui não, podem nos ver - ela disse, me afastando dela, e começou a andar por um dos caminhos mais vazios e solitários, enquanto levantava a saia, me deixando ver aquele par de bundas com que eu fantasiava desde que a vi pela primeira vez.

Ao chegar numa parte bem isolada do parque, ela levantou a saia até a cintura, me deixando ver uma fio dental vermelha. Levantou um pouco a bunda pra tirar a calcinha, deixando à mostra a buceta linda dela, já escorrendo fluidos pelas pernas.
—Não aguento mais — ela disse, enquanto se deitava num canteiro e me convidava pra chupar aquela buceta. E sem me dar tempo pra pensar, enfiou minha boca naquela ppk, que tinha um cheirinho de suor e um clitóris bem carnudo. Comecei a lamber, consegui me afastar um pouco, e fui passando minha língua devagar entre os lábios dela. Ela já tava soltando uns gritinhos de prazer. De joelhos, não dava pra ver o rosto dela, então quando pude, levantei a cabeça e vi ela espremendo os peitos por cima da blusa. Aquela visão me deixou ainda mais tesudo, e sem avisar, comecei a enfiar um dedo nela.
-Ohhh, mete mais fundo - ela dizia enquanto soltava pequenos gemidos
—Shhh, vão nos ouvir — eu dizia pra ela, porque os gemidos dela começavam a virar gritos que qualquer um podia escutar.
- aahhh, continua, me fode com teu dedo, me faz gemer que nem uma puta - ela dizia enquanto empurrava minha cabeça mais pra dentro da buceta dela
Ao ouvir essas palavras, decidi continuar com meu trabalho duro. Fui enfiando devagar pra ela aproveitar, ela tava tão molhada que em poucos segundos já tinha decidido meter outro dedo naquela buceta que tava realmente muito molhada. Então resolvi começar num ritmo lento, mas aumentando a cadência dos meus dedos aos poucos. O ritmo que eu tava marcando era infernal, ela não parava de gemer. Talvez o medo de sermos descobertos nos excitava ainda mais.
- Ahhh... que gostoso, Deus, não para, filho da puta... ooohh, assim que eu gosto... não aguento mais - depois que ela falou isso, eu coloquei a mão na massa, meti um dedo na buceta dela e comecei a lamber os lábios vaginais dela. Em poucos minutos, senti uma onda de líquido na minha boca, a putinha tinha acabado de ter um orgasmo violento, parecia desmaiada. Fiquei feliz por ter feito aquela garota gozar como uma louca, mas eu também queria a minha parte, mesmo tendo aproveitado pra caralho com aquela comida de buceta.
- Ah, que bruto foi, meu Deus... acho que na minha vida nunca tinham me chupado tão bem - ela disse quando recuperou a consciência
- É de agradecer, que te parabenizem pelo teu trabalho – falei, e um sorriso malicioso escapou de mim.
- Acho que você merece que eu te alivie, já que se comportou tão bem - ela me disse e se preparava pra chupar minha pica, mas começamos a ouvir barulho de gente por perto, o que significava que eu ficaria sem meu alívio.
— Não queremos que nos descubram, quer? — ela me disse enquanto vestia a roupa de novo e voltava pros nossos pais. Eu não conseguia ignorar o olhar de satisfação que ela exalava e comecei a suspeitar que ela só tava brincando comigo.
Voltamos pros nossos pais e descobrimos que eles já estavam juntando todas as coisas pra gente ir pra casa. Agimos normal, como se nada tivesse acontecido, mesmo que pra mim fosse difícil esconder a ereção que ainda tinha.
Voltamos pra casa sem estresse, e todo mundo foi pros seus quartos descansar. Como eu era novo no pedaço, dei uma explorada. Quando fui pra parte de trás da casa, me deparei com uma piscina enorme.
-É bem grande, né?- ouvi uma voz atrás de mim e, ao me virar, vi que era a Linda usando um biquíni gostoso.

—Sim, é muito grande — respondi pra ela.
- Vou entrar pra nadar daqui a pouco, por que não vem comigo? - me disse a gostosa, enquanto dava um mergulho de cabeça na piscina, me respingando um pouco d'água.
—Nah, tô muito cansado, talvez amanhã — respondi e fui pro meu quarto, onde descobri que tinha uma vista clara da piscina e, principalmente, uma vista clara da Linda nadando.
Ela é uma mulher gostosa pra caralho, ainda mais quando tava usando aquele biquíni que parecia que ia estourar de tão grande que era os peitos dela. Ela achou que ninguém tava olhando, então quando saiu da piscina, deitou e ficou pegando um sol. Depois de uns minutos, tirou o sutiã.
-Ô, merda, ela tá pelada - sussurrei, antes de me abaixar de joelhos e me esconder atrás das cortinas do meu quarto.
Minha cabeça caiu pra trás, já que ela não tinha percebido que eu tava observando ela do meu quarto. Aí comecei a acariciar meu pau, mas de repente uns pensamentos invadiram minha consciência: "Isso não tá certo, ela é minha madrasta e quer se dar bem comigo", sussurrei, tirando a mão da minha calça.
Não posso ficar só espiando ela assim" Mas quando minha madrasta pegou o bronzeador e começou a passar pelo corpo todo, se massageando eroticamente, esses pensamentos não serviram pra nada.
-Puta merda- sussurrei, enquanto minha mão se aventurava de novo dentro do meu short.
-Você é ainda mais gostosa pelada, Linda. Adoraria gozar toda a minha porra nesses peitos- gemi, com a boca babando. Comecei a acariciar ele de novo, mas ficou mais difícil. Os peitões dela, a barriga lisa, coxas bonitas, pernas e, pra completar, aquele rabo sexy fizeram meu motor pegar no tranco.
Minha mão se moveu muito rápido, já que não fazia ideia de quanto tempo essa janela magnífica ia durar. "Você não é minha madrasta", murmurei várias vezes, com o suor escorrendo pela minha cabeça e o coração acelerando que nem uma águia. "Você é só uma mulher deslumbrante.
-Ô, vou gozar nela – sussurrei, puxando minha pica pra fora. Continuei batendo uma por um minuto e, antes de chegar no clímax, nossos olhos se encontraram, mas não trocamos palavras, porém minha mão direita não parou, mesmo sendo pego, não conseguia parar, fazendo eu gozar de olhos fechados, sujando parte da janela e das cortinas.
Só então, depois de alguns segundos, meus olhos se abriram, mas não vi ninguém. Achei que era só minha imaginação, mas quando vi minha madrasta na porta do meu quarto, fiquei pasmo. Não consegui dizer nada, fiquei cheio de vergonha e só consegui olhar nos olhos dela.
Oi, gostosa" — falei pra ela, com cara de quem tinha feito merda.
—Se divertindo, batendo punheta com sua madrasta? — ela me disse de braços cruzados e cara de puta.
Porra…" eu sussurrei.
Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições.
4 comentários - Uma Boa Família 5