A esposa gostosa do meu colega

Beleza, meu apelido é o Chino, essa é minha primeira história, espero que vocês gostem. Comecei a trabalhar há 4 anos numa empresa, onde entrei como ajudante de vendedor de mercearia. Ser ajudante significava pegar todo o trabalho pesado: descarregar mercadoria nas lojas, e em algumas até arrumar tudo, porque os donos das lojas são mais velhos e a gente tem que ser educado. Mas nem todas as lojas que eu ia naquela época eram de idosos; tinha jovens que eram funcionários, e onde o patrão ou dono nunca aparecia, eles faziam o que queriam. Sempre fui um cara de corpo robusto, altura média de 1,80m, e até que bem apessoado. Um dia, por obra do destino, me mudaram de zona pra trabalhar, e como tudo que é novo chama atenção, lá estava eu descarregando caixas numa lojinha que tinha acabado de abrir há poucos meses, mas bem sortida. Terminei o serviço e a dona da loja, muito simpática, me ofereceu uma garrafa d'água. Eu aceitei de bom grado, com um sorriso. Subi no caminhão e meu chefe (o vendedor), já com uns 50 anos, me disse: "Ó, você agradou a 'Mary'." Eu fiquei pensando: quem é Mary? Haha, bom, com o sorriso do chefe, já saciei quem era e perguntei por que, se eu nem tinha trocado palavra com a senhora. Cruz (meu chefe) disse: "Que senhora o quê, ela tem 38 anos e, pô, tem um filho da sua idade. É a esposa de um colega nosso, mas eles se dão muito mal." Eu só concordei, como se não ligasse praquele comentário. A semana toda eu tive que andar por aquela mesma zona, e era claro que eu tinha que ir na Mary. Um dia, Cruz me deixou cobrar e descer sozinho. Eu não sabia por que era novo, e se eu errasse, ia faltar dinheiro, mas fazer o quê, era o chefe na hora. Entrei, ela me cumprimentou super simpática e, depois de uma conversa bem legal, me perguntou se eu teria problema em dar meu número, pra qualquer coisa. Não vi problema e dei. Saí da loja e na mesma hora ela me mandou mensagem: "Oi, sou a Mary, como você tá?" Eu: "Bem, acho que em mais uma hora a gente termina de descarregar." Mary: "Que bom, se quiser, passa aqui. depois que você sair e a gente continuar conversando. Eu: Ah, muito bem, muito obrigado. Pra ser sincero, tava nervoso, ela era casada e eu também, mas na verdade era mais medo do marido dela, de me meter em encrenca por algum mal-entendido. Mas pra não ser grosso, fui, entrei e cumprimentei numa boa, e aí ela confessou que tinha gostado de mim e que queria sair comigo uma noite. Era óbvio que ela queria, e eu, sinceramente, comecei a olhar pra ela com outros olhos. Vi aquelas tetonas enormes no decote, e as cadeironas que se destacavam na legging que ela tava usando. Pra ser sincero, sou muito fraco por uma mulher de peitão. Aí, depois da confissão dela, aceitei sair... Se for bem, continuo.

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