O dia em que percebi que já não era mais uma menina e agora não sei o que fazer
Há um tempo, conheci uma garota que depois se tornaria minha esposa. Ela tinha 3 sobrinhas. Uma delas, a mais nova, me olhava com muito carinho e, na minha tentativa de ser o melhor tio do mundo, eu retribuía com doces, presentes e levando ela para festinhas da minha família, sem fazer diferença com as outras sobrinhas, sempre com muito tato e respeito. Além disso, as outras sobrinhas já eram mais velhas, não dava mais pra levar em festa infantil.
Os anos passaram e agora essa menina já tem 21 anos, já não é mais uma criança... Acontece que a vida me pregou uma peça meio... peculiar. Um dia, por um acaso do destino, tive que buscá-la depois da faculdade. Ela carregava uns maquetes enormes do curso de arquitetura. Quando desci do carro e fui direto pra faculdade, perdido entre milhões de universitárias, vi uma em especial que me chamou muito a atenção: 1,60m, cabelo ondulado e castanho, e um corpo não sexualizado, mas atraente. Pra minha surpresa, ao passar perto dela, distraído no celular pra ligar pra minha sobrinha, ouço uma voz dizer: "Tô aqui, tio". Minha cara e minha dignidade foram pro chão quando percebi que aquela gata que tinha acabado de roubar meu olhar era minha sobrinha.
Tentando ignorar e esconder meus pensamentos tarados, recuperei a sanidade e cumprimentei minha sobrinha e as amigas dela, que me responderam. Me ofereci pra ajudar a carregar a tal maquete de prédios e arvorezinhas, parecendo um diorama de D&D. Quando subi no carro e deixei as meninas onde pegariam o transporte, minha sobrinha se virou enquanto colocava o cinto e disse: "Tio... minhas amigas gostaram de você e perguntaram por que eu te escondia só pra mim. Falei que você é só meu, mas não conta pra titia", soltando um sorriso safado. Mas eu quis acreditar que era só aquela brincadeira de criança que às vezes rola, tipo "a professora é minha namorada" ou algo assim. Ela Dizia isso e brigava com minha esposa quando ela era uma menina.
Não vou negar que esse comentário me deu uma subida na autoestima, porque como homem e, principalmente, nerd, esse tipo de coisa acaba animando, ainda mais aos 35 anos.
Os dias passaram e eu achava que aquilo ia ficar perdido entre os milhares de lembranças e histórias que a gente recorda enquanto enche a xícara de café e depois some no dia a dia, mas...
Um dia, a família organizou uma viagem de ônibus e, por um capricho do destino, minha esposa foi no banco com nossa filha atrás, e eu e minha sobrinha... na frente delas. Depois de nos acomodarmos nos nossos lugares, as porcarias e os filmes de viagem de ônibus chatos pra caralho, apagaram as luzes e todo mundo dormiu, menos minha sobrinha... que tava enfiada no celular e a luz não me deixava dormir por mais que eu tentasse. Mas eu fechava os olhos fingindo que tava dormindo. Conforme a noite foi avançando, sinto ela se recostar no meu ombro, se ajeitando, e não seria nada demais, se depois disso ela não tivesse perguntado: "Psst... psst... tio, tá dormindo?" Eu ignorei completamente, porque tava com sono mesmo e a última coisa que queria era uma aula noturna sobre o BTS. Nisso, ela pega meu braço devagar e coloca entre os peitos dela, roçando a cada movimento do ônibus. Foi aí que começaram minhas dúvidas sobre o que fazer... e, claro, a gente podia dar mil opiniões, mas naquele momento, minha mente ficou toda nublada, paralisado igual uma presa na frente do caçador. Ela decidiu ir mais longe e começou a acariciar minha entreperna, brincando com minhas ereções. Eu tava imóvel, sem saber o que fazer, e ainda por cima, se eu falasse alguma coisa, eu que ia ser o culpado de tudo na frente da família dela.
Depois de uns 30 minutos brincando comigo, ela pareceu cansar e resolveu dormir. No dia seguinte, simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido, mas, quando ninguém tá olhando, às vezes ela me lança uns olhares que eu tenho tentado... evitar pra não ter problemas.
Essa é minha primeira história, espero que vocês gostem e... se curtirem, espero seus comentários no chat, valeu!
Há um tempo, conheci uma garota que depois se tornaria minha esposa. Ela tinha 3 sobrinhas. Uma delas, a mais nova, me olhava com muito carinho e, na minha tentativa de ser o melhor tio do mundo, eu retribuía com doces, presentes e levando ela para festinhas da minha família, sem fazer diferença com as outras sobrinhas, sempre com muito tato e respeito. Além disso, as outras sobrinhas já eram mais velhas, não dava mais pra levar em festa infantil.
Os anos passaram e agora essa menina já tem 21 anos, já não é mais uma criança... Acontece que a vida me pregou uma peça meio... peculiar. Um dia, por um acaso do destino, tive que buscá-la depois da faculdade. Ela carregava uns maquetes enormes do curso de arquitetura. Quando desci do carro e fui direto pra faculdade, perdido entre milhões de universitárias, vi uma em especial que me chamou muito a atenção: 1,60m, cabelo ondulado e castanho, e um corpo não sexualizado, mas atraente. Pra minha surpresa, ao passar perto dela, distraído no celular pra ligar pra minha sobrinha, ouço uma voz dizer: "Tô aqui, tio". Minha cara e minha dignidade foram pro chão quando percebi que aquela gata que tinha acabado de roubar meu olhar era minha sobrinha.
Tentando ignorar e esconder meus pensamentos tarados, recuperei a sanidade e cumprimentei minha sobrinha e as amigas dela, que me responderam. Me ofereci pra ajudar a carregar a tal maquete de prédios e arvorezinhas, parecendo um diorama de D&D. Quando subi no carro e deixei as meninas onde pegariam o transporte, minha sobrinha se virou enquanto colocava o cinto e disse: "Tio... minhas amigas gostaram de você e perguntaram por que eu te escondia só pra mim. Falei que você é só meu, mas não conta pra titia", soltando um sorriso safado. Mas eu quis acreditar que era só aquela brincadeira de criança que às vezes rola, tipo "a professora é minha namorada" ou algo assim. Ela Dizia isso e brigava com minha esposa quando ela era uma menina.
Não vou negar que esse comentário me deu uma subida na autoestima, porque como homem e, principalmente, nerd, esse tipo de coisa acaba animando, ainda mais aos 35 anos.
Os dias passaram e eu achava que aquilo ia ficar perdido entre os milhares de lembranças e histórias que a gente recorda enquanto enche a xícara de café e depois some no dia a dia, mas...
Um dia, a família organizou uma viagem de ônibus e, por um capricho do destino, minha esposa foi no banco com nossa filha atrás, e eu e minha sobrinha... na frente delas. Depois de nos acomodarmos nos nossos lugares, as porcarias e os filmes de viagem de ônibus chatos pra caralho, apagaram as luzes e todo mundo dormiu, menos minha sobrinha... que tava enfiada no celular e a luz não me deixava dormir por mais que eu tentasse. Mas eu fechava os olhos fingindo que tava dormindo. Conforme a noite foi avançando, sinto ela se recostar no meu ombro, se ajeitando, e não seria nada demais, se depois disso ela não tivesse perguntado: "Psst... psst... tio, tá dormindo?" Eu ignorei completamente, porque tava com sono mesmo e a última coisa que queria era uma aula noturna sobre o BTS. Nisso, ela pega meu braço devagar e coloca entre os peitos dela, roçando a cada movimento do ônibus. Foi aí que começaram minhas dúvidas sobre o que fazer... e, claro, a gente podia dar mil opiniões, mas naquele momento, minha mente ficou toda nublada, paralisado igual uma presa na frente do caçador. Ela decidiu ir mais longe e começou a acariciar minha entreperna, brincando com minhas ereções. Eu tava imóvel, sem saber o que fazer, e ainda por cima, se eu falasse alguma coisa, eu que ia ser o culpado de tudo na frente da família dela.
Depois de uns 30 minutos brincando comigo, ela pareceu cansar e resolveu dormir. No dia seguinte, simplesmente agiu como se nada tivesse acontecido, mas, quando ninguém tá olhando, às vezes ela me lança uns olhares que eu tenho tentado... evitar pra não ter problemas.
Essa é minha primeira história, espero que vocês gostem e... se curtirem, espero seus comentários no chat, valeu!
1 comentários - História com minha sobrinha