Mamãe estava estranha há vários dias. Parecia nervosa, ansiosa… Depois de mais de um mês de servidão, eu já conhecia o humor dela, o jeito dela, e tinha aprendido a ler as expressões do rosto dela e o tom da voz. Era um sábado de manhã e estávamos na cozinha. A gente tinha tomado café da manhã e eu estava lavando a louça enquanto pensava naquele comportamento estranho da minha mãe. Eu tinha medo de ter feito algo errado, de ela ter se cansado de mim, de me dominar, me castigar, me humilhar e depois me deixar louco de prazer. Tava tão distraído com meus pensamentos que nem percebi quando ela se colocou atrás de mim e pegou suavemente no meu pacote. Dei um pequeno susto. Mamãe tinha decidido naquela manhã me manter nu, sem nenhuma daquelas calcinhas ou tangas que eu já tinha me acostumado a usar como única roupa. – Sei que andei estranha esses dias. – Meu pau começou a reagir aos carinhos dela. – Tava nervosa com o que vai acontecer hoje. – Ela me virou e olhou nos meus olhos. – Neste fim de semana, você vai ter o que podemos chamar de um pequeno teste. Neste fim de semana, vou descobrir de verdade se você está submisso a mim. – Vou fazer tudo o que você mandar. – Falei firme, convencido das minhas palavras, mesmo sem saber que tipo de prova eu ia enfrentar. Mamãe sorriu e beijou meus lábios com suavidade. – Minha putinha, você foi muito melhor do que eu jamais poderia ter sonhado. Aconteça o que acontecer hoje, quero que saiba que eu te amo. – Eu também… mamãe – Suspirei enquanto ela continuava brincando com meu pau. (…) Terminei minhas tarefas da manhã e mamãe me levou pro quarto dela. Me penteou com dois rabinhos de cavalo que ficavam saindo de cada lado da minha cabeça. Em cima da cama, ela espalhou várias das minhas peças de roupa íntima. Depois de um mês, eu sabia que mamãe tinha algumas favoritas e estavam quase todas ali: um par de calcinhas infantis, umas calcinhas rosa de renda, a tanga com abertura preta da minha irmã,… no fim, ela escolheu uma tanga fininha de fio vermelha. Para terminar, pegou a mordaça e as Restrições de couro. Ela amarrou minhas mãos atrás das costas e colocou a mordaça na minha boca. Eu tinha ficado quieto e, enquanto não estava amordaçado, também não tinha dito nada, esperando ansioso qual seria a prova, o exame dela, como ela tinha chamado. Mamãe me sentou na cama e, com dois pedaços de corda, começou a amarrar minhas coxas e pernas juntas. Mais de uma vez ela já tinha me amarrado desse jeito. Ela me fazia dobrar os joelhos e juntar as coxas e as pernas para, com bastante corda, me amarrar. Assim, ela podia me sentar e ter acesso total à minha bunda, bolas e pinto, além de deixar minhas pernas quase inúteis. Mamãe começou a me bater uma punheta enquanto enfiava um dedo no meu cu. — Pra você entender o quão importante é o dia de hoje, precisa entender que, se passar nessa prova e fizer tudo o que eu mandar, vai estar muito mais perto de eu finalmente te desvirginar. — Ela tinha voltado ao tom de voz normal, sensual e brincalhão. Aquelas palavras foram como gasolina no fogo, e eu tentei me mexer, ainda imobilizado, terrivelmente excitado. Apesar de aquele mês com minha mãe ter sido provavelmente o mais feliz da minha vida, eu ainda tinha aquela pedra no sapato. Cada dia mais eu ansiava ser eu quem penetrasse minha mãe e deixar de ser "virgem", e não ser o fodido com um arnês no cu. — Minha pintinha virgem vai poder foder a mamãe dela se se comportar bem. — Ela pegou o vibrador prateado na mesinha de cabeceira e enfiou no meu cu, na potência máxima, e aumentou o ritmo da punheta. O som da campainha nos interrompeu. — Já volto, meu menino. — Mamãe se levantou e saiu para o corredor para abrir a porta. — Oi, linda. — A voz da mamãe soava meio distorcida pelo corredor. — Conseguiu encontrar o lugar de boa? — Sim, é meio escondido aqui, mas não tive muitos problemas. — Eu achei que reconhecia aquela voz. Não podia ser verdade. A porta se fechou e ouvi passos se aproximando. Pude ouvir o murmúrio de mais palavras, mas elas tinham baixado o volume das vozes e Não consegui entender o que elas diziam. Finalmente, os passos pararam na frente da porta do quarto da mamãe. Quando vi o rosto dela aparecer na porta, mil coisas diferentes passaram pela minha cabeça. — Espetacular… — Era a Júlia, minha melhor amiga, a garota por quem eu estava perdidamente apaixonado até um mês atrás. Ela nunca tinha correspondido ao meu sentimento, me considerando só um bom amigo, e nada mais. — Ver ele em foto e vídeo não é a mesma coisa, não parecia real. — Mamãe apareceu atrás da Júlia. Eu tinha mandado as fotos e os vídeos pra Júlia, eu não conseguia pensar direito. Por quê? Eu estava amarrado com as mãos para trás, com as coxas e as pernas presas, as pernas abertas, com um vibrador no cu e meu pau aparecendo por cima de uma calcinha fio dental vermelha. Ficar daquele jeito, na frente da Júlia, me deixou quase em choque. Me senti envergonhado, humilhado, puto com a mamãe pelo que ela tinha feito comigo… e terrivelmente excitado. Mamãe chegou perto de mim e pegou no meu pau pra começar uma punheta suave e gostosa. Eu tentei me mexer, me livrar daquele carinho, mas era inútil, imobilizado do jeito que eu tava. — Fica tranquilo. — Disse minha mãe. — Do jeito que combinamos quando a gente se viu na cidade, eu mandei meus outros livros pra Júlia. Como você já deve imaginar, eles são mais ou menos sobre o que a gente tem feito no último mês. Como dominar qualquer homem na base de humilhações, castigos e, principalmente, orgasmos. — Júlia chegou perto de mim, me olhando com aqueles olhos claros que dava pra se perder neles. Ela era linda, pensei no meio do caos da minha cabeça. Tinha o cabelo castanho claro, quase loiro, que naquele dia, igual eu, ela usava em duas marias-chiquinhas que caíam nos ombros. As marias-chiquinhas dela, porém, eram bem mais compridas que as minhas. Dava pra ver o corpo magrinho dela através das roupas justas que ela vestia. Ela cobria o torso com um top azul elétrico e as pernas com umas leggings cinza bem apertadas. Pude perceber, graças à roupa colada, que ela não tava usando nenhuma tipo de roupa íntima. Ela não tinha muito peito, mas dava pra imaginar, perfeito e redondo, através da roupa azul do top. — Pelas conversas na internet que a gente teve, você sabe que já me convenceu. Mas seu próprio filho? Você não acha que é meio… imoral? — ela hesitou. Minha mãe e a Júlia tinham conversado, ela tinha contado o que a gente fazia, como ela me disciplinava, deduzi. — Se eu engravidasse dele, aí sim seria algo… imoral, como você disse. Mas hoje em dia temos meios de evitar gravidez, além disso, ele ainda é tecnicamente virgem. — Você manteve ele virgem? — Sim, dependendo do comportamento dele nesses dois dias que você vai ficar com a gente, talvez eu decida desvirgar ele de vez. Do mesmo jeito, eu sodomizo ele sempre que me dá vontade, como você pode ver. — Mamãe apontou pro vibrador no meu cu. Eu tinha continuado me masturbando durante toda a conversa. — Oi… vagabundo — Júlia hesitou um momento antes de me dar um nome. Ela sabia perfeitamente como minha mãe me tratava. Ela colocou a mão na minha bochecha e me acariciou. — Sabe, nunca me senti atraída por você… até sua mãe me contar o que vocês faziam na cidade. Você não faz ideia de quantas vezes eu me toquei vendo suas fotos e vídeos. — Ela continuou passando a mão pelo meu corpo. O contato dela era elétrico. — Se eu tinha alguma dúvida — disse ela se virando pra mamãe — isso me convenceu. Sim, quero ser sua aprendiz. — Perfeito. — Mamãe respondeu. — Te garanto que não vai se arrepender. — Ela pegou a mão da Júlia e fechou, deixando só um dedo de fora. Levou ele até meu pau duro, esfregando contra ele e marcando o ritmo pra uma punheta. O contato me arrepiou. — Sinta que agora você tem poder sobre ele, sobre o prazer e a dor dele. — Enquanto dizia isso, beliscou meu mamilo com força. Eu me mexi nas amarras, impotente. — Fala com ele, mostra que agora ele é seu. — Júlia agarrou meu pau com a mão toda, enquanto com a outra pegou o vibrador no meu cu e começou a mexer. — Você gosta de ser tratado assim? — Minha única Uma possível reação foi encará-la fixamente enquanto mordia com força a mordaça. Sim, eu gostava, mas que fosse ela a me dominar, e não a mamãe, a Vicky ou até a Ana, era perturbador, mais humilhante... Ela fazia parte da minha vida anterior, e me ver daquele jeito eu ainda não sabia como lidar. Além disso, eu tinha sido apaixonado por ela. Ela continuou me punhetando suavemente enquanto eu lutava com meus sentimentos confusos. — Quer que a Júlia te arrombe a bunda? — Mamãe tirou o cinto de arnês de uma das gavetas. Entregou pra Júlia com um sorriso safado. Ela começou a colocar por cima da roupa enquanto mamãe tirava o vibrador do meu cu. Júlia se posicionou na frente dos meus joelhos abertos e me penetrou com o arnês de uma só vez. Meu cu já estava bem dilatado pelo vibrador, e senti a pica de plástico deslizar fácil até o fundo. Júlia começou a dar estocadas fortes. — Você gosta, sua putinha? Gosta de levar no cu? — Claro que eu gostava. Sentia a proximidade do corpo da Júlia, o calor dela, admirava o corpo dela através das roupas finas e justas, sentia a mão dela brincando com meu pau duro... Finalmente, o que tinha que acontecer aconteceu, e gozei na mão da Júlia com um orgasmo intenso. — Ah... vejo que a putinha gosta de verdade. — Muito mal, sua putinha. Que vergonha, gozar sem permissão e ainda na frente da nossa convidada especial. — Mamãe tinha observado tudo. — Acho que vamos ter que mostrar pra Júlia o quarto de castigo. — Júlia se afastou da cama e mamãe começou a me desamarrar. Também tirou a mordaça. — Olha a mão da Júlia. — A mão da garota estava suja da minha gozada. — Limpa. — Mamãe puxou meu cabelo e me levou até a Júlia, que estendeu a mão. Comecei a lamber os dedos com nojo até não sobrar uma gota de sêmen. — Agora se lava e depois vai direto pro quarto de castigo. Vai esperar lá enquanto a gente come; você come mais tarde. — Ordenou mamãe finalmente. (...) Obedeci, como não poderia ser diferente. Já fazia um tempão que eu estava deitado, pelado no colchão do quarto de castigo, quando finalmente ouvi passos do outro lado do corredor. A Júlia tava sorrindo, com certeza pensando nas novas humilhações que eu ia passar. A mamãe carregava uma sacola plástica. Minha mãe amarrou minhas mãos nas costas e me forçou a ficar de joelhos na frente da cama, e aí empurrou minha cabeça contra o colchão. — Agora você vai ver como se castiga uma putinha que goza sem permissão. — Ela falou pra Júlia. Fechei os olhos. A primeira cintada estourou nas minhas nádegas indefesas. Mordi o colchão com força pra abafar um grito de dor, não queria chorar na frente da Júlia. Mamãe continuou batendo. — Você é uma gostosa que não sabe se controlar. Assim você aprende. — Apesar da dor, meu pau começou a endurecer a cada cintada até ficar completamente duro. Não era que eu gostasse especialmente de apanhar, mas eu sabia que normalmente depois do castigo vinha algum tipo de recompensa, e isso me excitava. Além disso, a mamãe me castigar na frente da Júlia dava um plus de humilhação que eu quase tinha virado viciado. — Olha que tarado que ele fica. — Disse a Júlia, surpresa. — É espetacular. — Mamãe parou as cintadas e puxou meu cabelo, me obrigando a olhar na cara delas. — Fala pra Júlia o quão puta você é. — Mamãe me levantou e agarrou meu pau com força. — Eu sou a putinha da mamãe e gosto que ela me castigue. Sou uma vadia. — Falei olhando na cara da Júlia. Hesitei um instante e depois completei, convicto. — Fui desrespeitoso com você gozando sem permissão e aceito também o seu castigo. — É inacreditável. — Disse a garota enquanto se aproximava mais de mim. Me deu um tapa e cuspiu na minha cara. — Você é uma puta de verdade. — Chega de brincadeira. — Interrompeu a mamãe. — É hora de dar comida pra putinha. — Mamãe me amarrou na cadeira que tinha no quarto e, da sacola plástica com que tinha entrado, tirou dois potes de papinha de bebê e um par de colheres. — Já que você se comportou tão mal... Como um menininho que não sabe se controlar, você vai comer isso. — Não era a primeira vez que mamãe me dava de comer aquilo. Ela estendeu um dos potes e uma das colheres pra Júlia. — Vou te ensinar como dar de comer pra uma putinha como essa. — Mamãe abriu o pote dela, cuspiu umas duas vezes dentro e mexeu. Ela aproximou uma colherada de mim e eu comi. O gosto, como eu já sabia, era horrível, mas eu tava pouco me lixando. — Tá vendo como ela adora? — Mamãe completou, dando umas batidinhas com a colher na minha piroca toda dura. — Ela cuspiu de novo no mingau e me deu uma segunda colherada. — A putinha vai comer todo o mingauzinho? — Sim, mamãe. — Respondi de novo naquela espécie de voragem de tesão que me consumia quando mamãe me tratava daquele jeito. — Quer experimentar? — Mamãe disse pra Júlia. — Claro. — Júlia também cuspiu uns cuspes grossos no mingau, se aproximou de mim sorrindo e colocou uma colherada cheia na minha boca. — Come, putinha. As duas foram se alternando, me dando colheradas de mingau e cuspe. De vez em quando paravam pra brincar com minha piroca, dando batidinhas, punhetando de leve ou apertando minhas bolas. Finalmente, terminei minha comida. — Agora é hora da sobremesa. — Mamãe me desamarrou e ficou completamente pelada. Sentou na beirada da cama e mandou eu ficar de joelhos, entre as coxas dela. — Ela adora a buceta peluda, é a... sobremesa favorita dela. — Disse pra Júlia sorrindo enquanto eu me jogava contra a boceta da mamãe. Comecei a chupar a buceta, concentrado na tarefa enquanto ouvia as duas mulheres conversando. — Tô transformando ele num verdadeiro comedor de boceta. — Mamãe empurrou minha cabeça pra dentro da moita de pelos dela. Lambi e beijei o clitóris e os lábios, enfiei a língua na fenda dela o máximo que podia, esfreguei o rosto nos pelos molhados. — Isso... minha putinha... — Depois de alguns minutos, mamãe gozou. — Tô vendo que ele faz bem, a putinha. — Disse Júlia observando a cara de prazer da mamãe. — Talvez eu deva deixar ele provar. Aquilo me fez levantar o olhar. Júlia Ela tirou a blusa azul e deixou eu observar o tronco magro dela e, principalmente, os peitinhos pequenos, perfeitamente formados e coroados por uns biquinhos rosados lindos. Tirou também a calça de yoga e pude admirar umas coxas também finas, mas bem torneadas, e uma bunda magnífica, dura e perfeitamente formada. Finalmente, vi a bucetinha dela, rosada, linda. Estava raspada, exceto por uma fina linha de pelos. — Primeiro é a minha vez, gostosa, deita do meu lado. — Júlia se deitou na cama e a mamãe começou a beijar e acariciar ela. Brincou com os biquinhos dela e acariciou a barriga dela até finalmente colocar a mão entre as coxas dela. Júlia soltou um gemidinho quando a mamãe deslizou um dos dedos dentro da buceta molhada. Eu observava tudo de joelhos ao lado da cama, louco pra poder entrar na brincadeira. A mamãe começou a masturbar a Júlia com mais força e com outro dedo. — É... que tesão vocês tão me dando... — A mamãe olhou pra mim. Tirou os dedos de dentro da Júlia e os colocou na minha boca. — Toma, putinho, prova o gosto da Júlia. — Eu lambi aqueles dedos com vontade, sentindo o gosto da menina, esperando finalmente a mamãe mandar eu entrar. — Gostou do meu gosto? — Perguntou a Júlia. Eu só respondi lambendo os dedos da mamãe com mais gosto. Eles saíram rápido pra voltar pra caverna da Júlia, que continuou gemendo. A respiração dela acelerou e ela foi arqueando o corpo, sensível aos carinhos da mamãe. Não demorou pra gozar, e a mamãe passou os dedos encharcados de novo na minha boca. Quando limpou eles, voltou a me amordaçar. — Agora vamos cuidar do meu putinho. — A mamãe me levantou pelo cabelo e me deitou na cama junto com a Júlia. Sem me deixar pensar, ela se ajoelhou e colocou meu pau na boca dela. A Júlia se reclinou um pouco e começou a me beijar enquanto apertava meus biquinhos com força. O boquete da mamãe era sublime, forte, me levando à beira do orgasmo. Antes de eu gozar, ela parou e percorreu com os lábios todo o meu corpo até chegar na minha boca. Me beijou, beijou a Júlia... juntamos nossas Três bocas numa geometria complicada. Dessa vez foi a Júlia quem separou a boca dela pra descer até meu pau e começar um boquete forte. — Vai gozar de novo? Não aguenta, sua putinha? — Mamãe me conhecia e sabia que eu não demorava pra chegar ao orgasmo. Júlia tinha parado o boquete. — Pobre putinha, vamos tentar com reforço positivo pra ver se a gente consegue alguma coisa. — Mamãe sussurrou algo no ouvido da Júlia. Na sequência, Mamãe me colocou de joelhos na frente dela, que tinha se deitado na cama de pernas abertas. Júlia estava atrás de mim, com o corpo colado no meu. Eu sentia os bicos duros dela cravados nas minhas costas e o hálito quente na minha nuca e pescoço. Uma das mãos dela fechou com força no meu pau e começou a esfregar ele na buceta da Mamãe. — Quer foder sua mamãe, seu degenerado? Olha que bucetinha suculenta que ela tem, imagina o calor dela, imagina poder penetrar ela, imagina finalmente deixar de ser um filhinho da mamãe pra ser um homem. — Ela sussurrava enquanto me punhetava contra a mata de pelos da Mamãe. — Lembra que a gente fez uma aposta uma vez? Hoje a gente vai fazer de novo. Se você aguentar, digamos, mais de três minutos, ainda hoje você deixa de ser virgem. Pode me foder, não só a mim, mas também a Júlia. — Eu lembrava da aposta. Se eu tivesse aguentado, Mamãe prometeu que me desvirginava, mas em menos de um minuto ela já tinha me feito gozar. — Aceita? — Eu assenti. Não achei que ia aguentar, mas me concentrei. Mamãe olhou pro relógio e fez um sinal pra Júlia. Ela começou a me punhetar com força contra a buceta da Mamãe enquanto sussurrava no meu ouvido. — Vamos, putinha, aguenta e você vai poder foder sua mamãe. — Eu me concentrei, tentando me abstrair do contato do corpo da Júlia, da força e do calor da mão dela, da umidade da buceta peluda da Mamãe contra a qual minha cabecinha batia. — Será que minha putinha vai aguentar? Vamos, meu filhinho, que a mamãe precisa de um pau bom dentro dela. — Mamãe se acariciava os peitos, brincava com os bicos, provocante. Passou um minuto. Eu me sentia no limite. do orgasmo, mas aguentava. Júlia parou a masturbação e começou a esfregar meu pau na caverna da mamãe. Só alguns milímetros da minha rola entraram na buceta antes dela tirar e continuar a masturbação. – Quer me foder também? – Júlia continuava sussurrando no meu ouvido. – Se você aguentar, vou deixar você me comer no cu também. Sou virgem no cu, imagina como deve ser apertadinho. – Ela apertou ainda mais o corpo dela nas minhas costas. Mordeu de leve a minha orelha. – Nunca pensei em dar o cu, mas vendo como você tava gostando, vou deixar você fazer isso. – O segundo minuto passou, mas eu tava no limite. Foi a mamãe que me deu o golpe final quando tirou a mão da Júlia e segurou meu pau e minhas bolas. Mamãe me conhecia bem e colocou a força e o ritmo perfeitos. Aquilo era uma farsa, a mamãe ia me fazer gozar quando quisesse, e foi o que fez. Ela ia me desvirginar quando quisesse, e aquilo era só mais uma provocação e humilhação. – Ah… coitadinha da putinha. – Ela disse quando meu corpo tremeu com um orgasmo violento e jorros grossos de esperma bateram na buceta peluda dela. Júlia se afastou de mim, soltando meu corpo. Mamãe começou a brincar com os dedos e meu esperma, se masturbando. – É uma pena, com a vontade que eu tava de uma boa foda. Talvez eu tenha que procurar um homem e não uma putinha virgem como você. Continua… fim de semana e tem postagem dupla, vou tentar postar pelo menos sábado e domingo.
2 comentários - La Disciplina de Mamá 9. Una visita inesperada