


lucyO futebol e, especialmente, meu time do coração, o Platense, é minha paixão. Por causa dele, consegui as melhores e as piores coisas da minha vida. Por exemplo, nas minhas idas ao estádio, conheci a outra paixão da minha vida, minha esposa Luciana, que, mesmo não gostando de futebol, soube roubar meu coração.
Assim que começamos a namorar, nem minha paixão pelo futebol causou problema. Ela não se importava que eu fosse fanático pelo futebol, embora reclamasse que eu exagerava um pouco na obsessão e que já estava enchendo o saco. Mas nada fora do normal. Com o tempo, ela veio morar comigo no meu apartamento e muitas vezes eu a levava pro campo, onde ela roubava os olhares. Uma vez, no clássico contra o Argentinos Juniors, teve confusão, mas por sorte não aconteceu nada com a gente porque meu amigo Tomás nos ajudou, já que o jogo era na Paternal, ou seja, eu fui como visitante e o Jorge é do Argentinos. Então, como ele mora perto, veio até nós na saída pra evitar que os torcedores locais quisessem bater na gente, já que a gente tava vestido com a clássica camisa marrom, e o Tomás com a jaqueta vermelha e faixa branca. Quando ele se aproximou de nós, os torcedores não perdoaram. Tomás é um cara musculoso e gostoso. Fomos pra casa dele, acabamos discutindo um pouco e zoando por causa de futebol.
Mas ele nunca parou de olhar pra Luciana com desejo. Na verdade, ele sempre me zoa, falando que vai comer ela e tal. Muitas vezes ele quis apostar comigo que, se o clássico fosse deles, eu teria que deixar ele comer a Luciana. Isso me irritava, mas nunca aconteceu nada.
Mas tudo começou quando o Platense precisava de 4 pontos pra subir, faltando 4 jogos pra acabar o torneio. Enquanto isso, o Argentinos tava na primeira divisão, mas a gente tava perto de subir, e era quase impossível não sermos campeões, já que nossos rivais não eram realmente perigosos. A certeza de conseguir era muito alta.
— Campeão... Campeão! — gritava na saída do estádio depois da última vitória do time. Comigo estavam alguns torcedores e, claro, minha mina, que, mesmo feliz por mim, também tava ligada igual a mim. — Só faltam 4 pontos e a gente volta pra primeira...
— Calamarsos do caralho... — falava o Tomás, animado, mas competitivo como sempre. — Vai ver como vocês vão murchar, putas.
Eu, igual a muitos torcedores que saíam, continuei pulando e gritando de alegria, vendo como a gente tava prestes a conquistar um campeonato depois de tantos anos de espera. De repente, Clara pulou de alegria também e me abraçou.
— Goooool! — gritou, se misturando com a algazarra geral... Ganharam... ganharam... goooool.
Abracei ela com toda minha força e me senti completamente feliz, a gente tinha vencido os dois e com certeza ia comemorar o fim de semana inteiro; ia ter muita alegria e muito sexo, então tudo ia ser só festa.
Durante a semana seguinte, meu otimismo cresceu ainda mais, então planejei ir ao estádio de novo, mesmo que em outra cidade. Dessa vez, como a Luci trabalhava, não podia me acompanhar, mas sendo uma torcedora como eu, não achou ruim. Então fui com um grupo de amigos ao estádio ver a vitória do nosso time, que realmente não decepcionou, ganhamos de novo.
Eu – Oooola, meu amor... Ganhamos – liguei pra minha esposa, na saída do estádio, enquanto a gente comemorava a vitória e estava a um passo de ser campeão. Minha namorada estava terminando o trabalho naquele momento, então me parabenizou pela vitória – Já falta pouco pra sermos campeões.
Luciana – Te parabenizo, amor, mas não canta vitória antes da hora... – ela disse, toda animada e feliz – A gente também ganhou, então a disputa continua... hehe.
Eu – Vou com a galera tomar umas cervejas... – falei pra minha esposa, depois de combinar com uns amigos de comemorar a vitória, já que um colega de outra cidade ia nos guiar.
Luciana – Claro, amor, se divirtam... Um beijo... – minha esposa se despediu, deixando a gente na festa – Se comporta, hein... Nada de aprontar por aí...Eu–Te juro, meu amor... Vou me comportar... Te amo...Mas não consegui cumprir, exagerei nas comemorações, fomos a bares e bebemos até a água dos vasos. Ficamos muito bêbados, a ponto de encontrarmos uns caras e, claro, começamos a zoar eles. Mesmo assim, não quis passar do limite porque ele poderia me quebrar na porrada. Continuamos bebendo e nem percebi que, quando a garçonete do bar veio cobrar a conta, acabei dando um beijo nela. Por sorte, não deu em nada, porque a mina era muito gente boa e sacou que eu tava bêbado e aceitou minhas desculpas. Mas o filho da puta do Tomás tirou uma foto na hora. Quando cheguei em casa, totalmente de porre, minha mina me ajudou a deitar, e aí o Jorge me mandou a foto que o Tomás tirou. Como se já não bastasse, a Luciana viu e armou um escândalo do caralho.
De manhã, conversei com ela e expliquei a puta ressaca que tava, falei que foi um erro. Óbvio que ela não acreditou e acabou saindo do meu apê.
Lembro da briga: eu tava deitado na cama, o mundo girando, ela colocando o celular na mesa de cabeceira, e sinto um tapa na cara, por causa da raiva dela.
Lucy – Que porra é essa, seu idiota? – furiosa.
Eu – Que coisa? Do que cê tá falando? – com uma dor da porra na cara, além da ressaca e da tontura.
Lucy – Disso – e me mostra o celular. Xinguei o Tomás na hora.
Eu – Calma, calma, Lucy, não é o que parece.
Lucy – Ah, não é? Ou será que a comemoração passou dos limites?
Eu – Sim, gorda, eu tava bêbado, mas foi só isso, um beijo.
Lucy – Pois é, um beijo, mas eu fico parecendo uma otária porque essa foto foi parar sei lá onde, já que seu amigo postou no grupo de punheteiros de vocês. Então fiquei de corna.
Eu – Não, calma, não surta, fica tranquila.
Lucy – É, olha como eu fico tranquila – me dá outro tapa e sai.
Fiquei ligando pra ela, mas não atendia. Mandei mensagem no grupo de amigos do WhatsApp contando o que rolou, e eles disseram que ia dar tudo certo. Mais tarde, discutimos pelo WhatsApp, eu e o Tomás, mas fazer o quê. Acabei indo dormir com a esperança de que a Lucy estivesse lá quando eu acordasse.
Quando acordei umas 6 da tarde e a Lucy não estava, comecei a ligar e mandar mensagens pra ela, mas ela não respondia, as mensagens só marcavam como lidas.
O Tomas me liga bem nesse momento.
Tomy – E aí, gordão, desculpa, não sabia que ia dar a maior merda pra você –
Eu – De boa, mas foi um puta rolo mesmo, e ainda não consigo falar com ela –
Tomy – Pô, e você não foi na casa dos velhos ver se ela tá lá? –
Eu – Não, acabei de acordar agora –
Tomy – Você sempre foi um dorminhoco, não sei como a Lucy te deu bola –
Eu – Para de me zuar, tô na merda –
Tomy – Você sabe que rolou algo entre eu e a Lucy, né? –
E era verdade, eles foram namorados no colégio, aliás o Tomas que tirou a virgindade dela, e mais, quando conheci o Tomy na faculdade eles ainda estavam juntos e a gente saía os três, mas um dia encontrei ela numa praça chorando porque o Tomas tinha traído ela. Bom, no fim das contas, um ano depois eu tava com a Lucy e de boa com o Tomas, e aí a gente se reencontrou uns anos depois da faculdade num clássico e voltamos a ser amigos, e seguimos nessa boa há quase 3 anos, embora eu sempre percebesse que o Tomy queria voltar com a Lucy, mas não sei se rolou alguma coisa ultimamente, porque a gente tem se encontrado e saído os três, tipo o contrário da época da faculdade.
Eu – Sim, mas isso foi há muito tempo, o que você quer dizer com isso? –
Tomy – Quero dizer que se eu fosse um filho da puta, aproveitaria a chance, mas vou te ajudar. Olha, vê se ela tá na casa dos pais, e eu vou cair no apê da minha irmã, que ainda são amigas, beleza? –
Eu – Beleza, ótimo, mas ela sempre ficou magoada com o que rolou entre vocês –
Tomy – Pô, essa história aconteceu do mesmo jeito que com você, por isso tô te ajudando. Qualquer coisa, te ligo –
Eu – Beleza, valeu, amigo –
Fui até a casa dos pais dela e não tava. Continuei ligando e escrevendo. Nada, nada.
Umas 22h Escreve o Tomás me dizendo que encontrou a Lucy e que tinha acalmado ela e convencido ela de que a gente pudesse conversar. Ah, me deu um alívio e agradeci ele. Escrevo de novo pra Lucy e agora ela me responde que amanhã a gente ia conversar. Mesmo assim, dormi muito pra baixo.
No outro dia, acordo e sinto o chuveiro do banheiro, tento entrar no banheiro mas a porta estava trancada, depois de 15min a porta abre e era a Lucy com os cabelos loiros molhados e o corpo caucasiano úmido, fico feliz e tento dar um beijo nela, mas ela desvia o rosto.
Eu – ué, não era que a gente ia conversar?
Lucy – agora tenho que ir trabalhar, mas depois a gente conversa.
Eu – desde já te repito que não rolou nada com aquela gostosa.
Lucy – sim, o Tomás me explicou tudo, mas quero te propor uma coisa?
Eu – bom, fala agora então.
Lucy – bom, se quiser a gente pode conversar agora, mas rápido.
Eu – tô ouvindo, amor.
Lucy – não acredito no idiota que você foi – ela começou, depois de sentarmos com uma xícara de café na mão – primeiro, você mentiu descaradamente pra mim, comeu uma qualquer e sabe Deus se fez isso com proteção ou não. Não acredito que você colocou a gente em um perigo tão grande, os dois.
Eu – mas se eu só beijei ela... o que o Tomás te disse?
Lucy – que você só beijou ela, mas vocês sempre se cobrem.
Eu – mas meu amor, o que te faz pensar que eu transaria com uma desconhecida?
Lucy – você esqueceu da fantasia que você tinha vontade?
(E sim, eu lembrei que há um tempo atrás eu queria que outro cara comesse a minha mina, já que nossa vida de casado era muito comum, quase entediante, e além disso sempre ficou na minha cabeça que quando ela era namorada do Tomás, ela era uma putinha na cama, pelo que ele me disse, e eu comprovei quando ela foi minha namorada, mas não a fama que o Tomás fazia, talvez porque ela não era mais uma adolescente ou sei lá, a gente tem só 30 anos, bom, eu 30 e ela 27, mas no final não rolou naquela época, também comecei a duvidar se ela me traía com o Tomás, porque a gente já era amigo os três, e toda essa loucura, desejo e inseguranças expostas na pele.)
Eu – sim, meu amor, me Tá, mas e daí com isso?
– Lucy – que se você quiser que tudo volte a ser como antes, vai ter que me dar ouvidos –
– Eu – sem problema nenhum –
– Lucy – tem certeza? –
– Eu – claro, sem problema
– Lucy – então beleza, vamos realizar sua fantasia, mas só se você perder –
– Eu – Como? –
– Lucy – melhor dizendo, vamos realizar nossa fantasia, presta atenção. Essa merda que você joga e perde grana igual paciência. O videogame, né? Se for o videogame.
– Eu – é verdade
– Lucy – e você sempre joga com o Tomy, né?
– Eu – sim, o que você quer dizer?
– Lucy – escuta, e você sempre ganha do Tomy?
– Eu – sim, óbvio que sim
– Lucy – então beleza, essa sexta você vai jogar uns jogos com o Tomás, que tal?
– Eu – sim, claro, e se eu ganhar, fica tudo bem entre a gente?
– Lucy – claro, e se você perder também, mas vai ter que aguentar a aposta entre ele e eu
– Eu – como?
– Lucy – é, nos resultados dos jogos vai ser definido seu castigo
Não podia acreditar que um jogo de videogame entre meu amigo/inimigo de jogo/rival de time/ex da minha namorada ia definir meu futuro amoroso.
– Eu – ok, aceito – falei com coragem
– Lucy – espera e presta atenção, os jogos vão ser 3, pelo resultado geral dos jogos, ok? Se no geral você ganhar, seja os 3 nos pênaltis ou sem, ou 2 você e 1 ele, tudo fica no passado, o Tomy vai derrotado pra casa e a gente transa a noite toda. Agora, se você empatar no geral, eu chupo a rola dele, isso mesmo, chupo. Mas se você perder, seja os 3 nos pênaltis, 2 Tomy e 1 você, eu vou dar pra ele, ou seja, a gente transa, eu e o Tomy. E você aguenta.
Meu estômago começou a doer pra caralho, essa aposta, como minha esposa chamava, me deixou completamente desmontado, mesmo que me permitisse voltar com ela no nosso amor, a agonia que mal tava começando já era foda.
– Eu – e a gente como fica depois do que acontecer? –
– Lucy – vai ficar tudo bem. Não pense que isso não dói em mim também, e quero que você entenda, pensei bem e se eu não aliviar esse meu rancor, vou explodir, não vou conseguir perdoar você... você me conhece e sabe o quanto eu odeio passar por otária. E você me decepcionou... Não consigo explicar mais, mas acho que é o único jeito da gente se reconstruir. Se eu não ficar satisfeita com a minha... não vamos dizer vingança, mas... acerto de contas, senão manda tudo pra merda e nessa hora a gente realiza nossa fantasia.
Fiquei gelado e ela me deu um beijo apaixonado, depois foi embora, me deixando com a incerteza e o medo que percorriam meu corpo, que me acompanharam o dia inteiro até eu voltar pra casa. Óbvio que ela não estava, e aquele sentimento, aquele medo, se transformou em ódio, e fui procurar o Tomas.
Fui direto no lugar onde sabia que ele tava, o bar Bretanha. Ele tava tomando uma cerveja no balcão. Entrei puto, peguei ele por trás, segurei pelo ombro, virei ele e dei um soco. Claro, por mais que eu tenha dado com tudo, mal movi a cara dele, mas sei que doeu. Óbvio que ele não ficou quieto e devolveu na hora: me acertou um murro no meio do nariz e me jogou contra a mesa na frente do balcão, caí de costas, bati a cabeça e apaguei na hora. Senti uns golpes repetidos na cara, o que me fez desmaiar.
Acordei e vi meu moletom cheio de sangue, e sentia ainda escorrendo do meu lábio. Tava no meu próprio carro, mas no banco do carona, e quem tava dirigindo era o Tomas, com o olho roxo — então meu soco tinha feito efeito.
Ele me olhou e falou que tava me levando pra casa, e perguntou por que eu tinha batido nele. Eu, mais calmo, contei o que tinha rolado. Aí um sorrisinho apareceu na cara dele. Depois de conversar, chegamos em casa e deixamos o carro lá fora. Ele se despediu de mim pra pegar um táxi e ir pra casa dele, mas antes de ir, falou:
Tomy — Se eu quisesse, cansava de comer ela, otário kkkkkkkkkkk tu tem medo de perder, né? Cagão.
Eu — Qual é, salame? Sempre te arrebento na pelada — não tem coisa pior do que me chamarem de cagão, é igual quando chamavam o McFly de galinha no filme De Volta pro Futuro.
Tomy — Na jogar, então é de La Plata, não dá dois passes seguidos e tua mina, vou arrebentar o cu dela na sexta –
Eu – sai fora daqui –
Tomy – e o que vai fazer? Olha que se eu ganhar, a Lucy volta a ser minha –
Eu – não concordo com essa loucura, certeza que você teve algo a ver –
Tomy – eu?, talvez ela tenha pensado ou lembrado dos bons momentos juntos – e ele se toca no pau por cima da calça, já tava duro –
Eu – não vou te dar esse gosto –
Tomy – hahahaha olha só se a gente conversa, mas não tenho nada a ver com a aposta, mas fiquei feliz hoje quando ela me contou, assim como me contou da fantasia de você querer ser cuck hahahaha melhor que ela faça com um amigo –
Eu – cala a boca, otário –
Tomy – que foi? Tem medo de alguém ficar sabendo? –
E eu convidei ele pra entrar em casa e tomar uma cerveja, ele disse que era o melhor que podia acontecer porque sabe como cuidar e o que a Lucy gosta, eu não podia fazer nada demais com o murro que dei nele e o que levei de volta, aliás, enquanto estávamos em casa, ele tratava os ferimentos das porradas, mas doía pra caralho.
Tomy – olha, se você não aceitar, ela vai embora, e eu vou ter campo livre –
Eu – não vai rolar mais nada entre vocês –
Tomy – então joga na sexta, a gente se vê – ele disse e me deu umas palmadas na cara que ecoaram nos ferimentos das porradas, doendo ainda mais, e foi embora.
Liguei pra Lucy e conversamos, tentei convencer ela a parar com essa loucura toda, mas foi em vão.
Lucy – claro que vamos seguir com isso, tem que cumprir o combinado, senão a gente termina aqui e pronto.
Eu – para, Lucy, o que você quer dizer com isso? –
Lucy – que a gente termina e o mais certo é eu voltar pro Tomás –
Eu – o quê?????? –
Lucy – fala, amor, pensa nisso, tchau – e desligou.
Não consegui dormir nada e no outro dia não fui trabalhar por causa da dor no rosto e também uma mistura de dor no corpo, na alma, com sentimentos confusos de raiva, tristeza, mas também excitação, imaginava como seria ver a Lucy transar com outro e acabei me masturbando, mas o Fato é que com o Tomy eu não queria isso.
Perto do meio-dia, a Lucy me ligou puta porque ficou sabendo da briga com o Tomy e, bem, deixou claro que eu tinha que tomar uma decisão, que foi aceitar a aposta ou a suposta aposta. Já era terça-feira e, depois da ligação da Lucy, o Tomy ligou pra me zoar, e eu também entrei na pilha, e acabamos em outro confronto e rivalidade, o que já deixou claro que eu tinha que ganhar na sexta-feira, sim ou sim. Mas o fato é que o Tomy disse que ia arrumar um videogame pra jogar, já que o meu podia estar adulterado ou com os jogadores melhorados, etc. Mesmo assim, eu fui treinar.
No dia seguinte, fui trabalhar e, na saída, já era quarta-feira. A Lucy estava encostada no meu carro, chegou perto pra me beijar com gosto e me convidou pra ir a um bar. Aceitei, mas quando chegamos, o Tomas estava lá — óbvio que a Lucy armou o encontro.
Nessa reunião, ajeitamos como ia ser o encontro de sexta à noite e a gente se divertiu pra caralho, como se nada tivesse acontecido, tomando cerveja, mas por dentro o nervosismo me matava. No fim da tarde, quando ele saiu do bar, deu um selinho na Lucy.
Eu – Não rola nada entre vocês, juro –
Tomy – Que certeza que você tem, né? Nos vemos sexta, campeão, hahahahaha – e foi embora.
Com a Lucy, a gente tomou mais uma cerveja e fomos embora. Ela pediu pra ir na casa da amiga buscar as coisas dela e, no caminho, foi me chupando toda.
Depois de buscar as coisas, fomos pro apartamento e transamos a noite inteira. No dia seguinte, já era quinta-feira, fui trabalhar normal e, quando cheguei em casa, fiquei treinando no videogame pra partida do dia seguinte, enquanto a Lucy via uma série no celular dela.
No dia seguinte, era o dia. Fui trabalhar sem vontade e nervoso. Quando voltei pra casa, a Lucy tinha deixado tudo impecável e me disse que o Tomy mandou o videogame pra jogar hoje à noite (ele tirou o dia).
Fiquei treinando naquele videogame e ele tava bem bom, então tomei um banho e vesti um moletom preto com uma camiseta branca. Depois, a Lucy foi tomar banho.
Era a hora marcada. A Lucy vestiu um vestido preto. Bem curtinho, com um decote em V e sem sutiã. Mais um salto agulha e maquiada de um jeito perfeito.
Rinrin, a campainha toca indicando que a hora era agora, minha mina desce pra abrir e em uns minutos os dois entram. Tomy tava segurando ela pela cintura, igual quando eles eram namorados, Tomy vestia uma calça jeans azul apertada, tênis branco e camisa preta. Num instante eles se soltam e ela pega as cervejas que ele trouxe.
Lucy – fica à vontade, tá na sua casa – apontando pro sofá onde ia rolar nosso duelo e na frente a TV de 48 polegadas.
Tomy – e aí, moleque, aprendeu a jogar? – me zoando
Eu – me parece que hoje à noite você vai bater uma punheta –
Tomy – opa, tá tão confiante assim? Hoje sua mina volta a ser minha, você vai lidar com um homem de verdade –
Lucy – nada disso, a gente terminou faz tempo, isso é só uma aposta, o castigo dele e a chance de realizar uma fantasia –
Tomy – comigo não precisava de fantasia hahahaha, mas por isso mesmo me escolheu pra isso, né?
Lucy – e eu te conheço e sei que vai me cuidar se ganhar, mas só por hoje, tô muito apaixonada por ele – e me dá um beijo, o que me aliviou e motivou
Tomy – vou cuidar de você muito bem, mas sexo é mais divertido que amor –
Eu – já ouviu, Lucy, ele já escolheu –
Tomy – tô vendo, mas comigo ela vai dar uma escapada de carne de primeira –
Lucy – chega, aconteça o que acontecer, amanhã vou continuar namorando com ele – olhando pra mim e diz – isso vai fortalecer nosso relacionamento, amor –
Tomy – claro que vai fortalecer – rindo e se tocando no volume
Depois de continuar com isso por mais um tempo, Lucy deu um copo de cerveja pra nós dois e, depois de tomar mais uns, sentamos pra jogar a partida que ia definir muita coisa.
Tomy – fala, amigo, se isso te dá tesão ou não, não me diga que você não gostaria ou não fica excitado pensando que posso ganhar e curtir meu prêmio? –
Eu – verdade que sim, mas não vai rolar nada –
Pronto, nós dois sentados no sofá na frente da TV com o PlayStation. acesa, prestes pra começar o jogo
Tomy – então, eu escolho França, e você, gordo? – enquanto acariciava a perna da Lucy, que tinha sentado do lado dele.
Eu – eeeeeehhh, eu escolho Brasil –
Tomy – beleza, então. Lucy, me serve uma breja? –
Lucy – claro – foi e serviu pra nós dois e sentou no sofá pequeno que tava do nosso lado.
Bom, já sentados com uma distância legal pra ficar confortável os dois no mesmo sofá, começamos a jogar (jogo que decidia se eu ganhava ou perdia e quem passaria a noite com a Lucy).
O estádio era o Olímpico de Berlim, com 12°C e chuva por volta das 21h (isso é do jogo, pra gente se transportar pra lá).
Na primeira jogada, tentei ir pra frente com Neymar e Richarlison, mas o Pogba cortou e passou pro Kanté, do Kanté pro Benzema, passe pra trás pro Coman, ele chuta e a bola chega no Mbappé. Ele chega na área, dá um passe pro Benzema e quando ele chuta, o Paquetá desvia.
Tomy – uuuuuuuhhhhh, que medo, hein kkkkkkk –
Lucy – escanteio – fala minha mina enquanto toma um gole de cerveja
Tomy – cê percebeu que colocou 15 minutos? –
Eu – sim, já foi – queria morrer
Tomy – é, melhor assim, menos tempo pra eu me encontrar com a Lucy kkkkkkk –
Eu – beleza, bate –
Mbappé bate o escanteio direto pro gol e o Emerson segura.
Tiro longo, o Casemiro segura, dá um passe profundo pro Neymar e ele chuta pra fora.
Lloris passa pro Umtiti e ele passa pro Kanté, que cruza o campo pra dar pro Griezmann, o Militão tira e vai pra frente pra deixar com o Richarlison e ir pro gol, onde ele chuta e o Lloris pega no ângulo direito do gol.
O primeiro tempo terminou 0 a 0, mas começamos o segundo logo em seguida e o Brasil ataca com o Coutinho até chegar na área pequena e chutar, cravando no ângulo esquerdo, deixando o Kanté no chão.
Eu – gooooooooooooollllllllllllll –
Grito e me abraço com a Lucy, dando um puta beijo, pulando igual doido até o Tomy me fazer sentar de novo.
Tomy – vai, fantasma, que ainda tem jogo – Falta –
Sigo na frente numa dividida, a bola sobra pro Giroud e ele vai pra frente, deixando a defesa do Brasil pra trás e ficando cara a cara com o Emerson. Ele chuta, a bola passa por baixo das pernas dele e faz o empate da França.
Tomy – GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLCCCCCCCCCCCCCCCCCOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRRRRRRRRRRRNUUUUUUUUUUDDDDOOOOOOOOOOOOOO CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOO –
E dá um pulo de alegria. Eu olho pra Lucy, ela dá de ombros e levanta pra me abraçar. Joguei pra caralho pra ganhar, mas terminei no empate.
Tomy – É, tem que ter um vencedor, então vamos pros pênaltis – configurei com pênaltis sem perceber.
Eu – Beleza, bora pros pênaltis – respondi puto pra caralho.
E ele bate o cotovelo na Lucy, rindo, fazendo ela dar uma risadinha de volta.
Começamos os pênaltis. Eu começo, o Neymar bate no meio. Depois vai o Giroud, chuta devagar e coloca no canto esquerdo baixo, claro, o Emerson se joga pensando que ele ia chutar forte.
Vai o Richarlison com tudo e mete no ângulo superior direito, mas dessa vez passa pelos dedos do Lloris, que tinha adivinhado. Vai o Griezmann, chuta com tudo e coloca no meio. O Emerson foi pra direita.
Agora era a vez do Vini Jr. Ele chuta de cavadinha e coloca, fazendo um golaço. O Tomy não gostou da minha zoeira. Vai o Kanté, chuta e bate na trave, mas entra.
Vai o Gabigol, chuta e manda um golaço no ângulo superior esquerdo. Pela França, vai o Mbappé, chuta e coloca no fundo da rede.
Era o último de cada um. Pelo Brasil, vai o Casemiro, chuta forte e o Lloris adivinha, segurando na mão. Quis morrer. Agora era a vez do Dembélé, ele chuta e o Emerson vai pra direita, mas a bola vai pra esquerda. Gol. O jogo terminou Brasil 1(4) – 1(5) França.
Não conseguia parar de comemorar e zuar por causa daquele jogo, mas faltavam mais 2, o que me fez relaxar. Agora o jogo era com clubes. Eu escolhi o Liverpool e o Tomy, o Real Madrid. Tomy – hahahaha tipo, se eu ganhar de você, vou comer a Lucy kkkkkkkk –
Eu – cala a boca, otário, ainda faltam dois jogos –
Tomy – então tá, bora começar logo –
Começa a partida, o Real Madrid do Benzema toca pra trás pro Modrić, ele vira pro Valverde, Valverde devolve pro Benzema no meio de campo e o francês joga pela esquerda pro Vinícius, que vai pelo corredor esquerdo, chega na área pra devolver pro Benzema, mas o Arnold tira e manda pros pés do Allison, que chuta pro Mané, mas o Benzema domina e dá pro Modrić, que passa pro Vinícius, que dá uma chapéu no Arnold e chuta de fora, a bola vai desviada pra fora de campo.
Agora a bola é lançada pro Salah segurar e ele manda longa pro Firmino, que dá pro Catarras, que tava num lado pra devolver, mas o Tomy cruza fazendo falta, então rola um tiro livre pro Liverpool.
O Mané bate, a bola fica na área pequena, o Salah chuta, bate no Courtois, vai pro Firmino e ele chuta, mas é rebatida pro Casemiro e de fora o Arnold chuta, mas bate de novo no Courtois, sobra pequena pro Salah finalizar e gol do Liverpool, um a zero.
Eu – gooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooolllllllllllllllllll – e beijo minha namorada de novo.
O primeiro tempo é todo meu, então termina ganho por mim, então no intervalo vou ao banheiro e quando vejo como a Lucy e o Tomy tão se tocando um pouco, tusso pra cortar essa aproximação e voltamos pro jogo.
Bom, começa o segundo tempo numa arrancada, o Madrid ataca com tudo levando pelo meio com o Tomy Kroos, Tomy pro Valverde, ele devolve, chuta pro Vinícius que tava na ponta e percorre a área pequena pra dar pro Benzema, ele limpa pra tirar a defesa do Liverpool, toca pra trás onde tava o Modrić, que devolve pro Benzema, ele chuta por baixo driblando a defesa do Liverpool e de longe crava o gol de empate, e nessa hora dá um beijo. Apixonado pela Lucy, que não conseguia respirar, ficando surpresa depois disso, sentada no sofá de olhos abertos, mas no fundo ela gostou.
O jogo continuou sendo um vai e vem constante, mas no último segundo o Benzema chega na área e o Mane chuta, dando pênalti pro Real. Eu rezava pra ele não converter, mas o Benzema chuta e crava no ângulo superior direito, fechando o 2 a 1 definitivo. Real Madrid 2-1 Liverpool e agora até ela pulava de alegria pelo novo gol. Já não faltava nada pro que ia acontecer e, como as coisas estavam decididas, meu Liverpool tinha me decepcionado, perderam o jogo no último minuto e agora eu ainda teria que aguentar ver a Lucy entregue a outro homem por causa dessa aposta idiota.
Lucy – Desculpa, você jogou bem, mas não deu – Ela me deu um beijo suave nos lábios e depois foi se juntar ao Tomy, que estava gritando de emoção.
Tomy – Beleza, mano, vamos tomar mais umas brejas que sua mina vai se divertir pra caralho –
Já não tinha mais o que fazer, então a gente tomou essas brejas e ele me disse pra não me preocupar, que a Lucy era minha e que nada de ruim ia acontecer com ela. Não tinha mais nada a fazer além de aceitar a derrota, e foi o que eu fiz.
Tomy – Beleza agora, amigão, se prepara pro show – ele disse, e eu, resignado, fui me sentar onde tinha acabado de ser derrotado.
E agora, na minha frente, tinha a TV, mas ela estava tampada pelos dois. Eles beberam um pouco de breja, largaram os copos num móvel e se enroscaram num beijo profundo, onde dava pra ver as línguas se mexendo e saindo das bocas. E eu ali sentado, sem poder fazer nada. Continuaram, e o Tomy levou as mãos pra trás dela e desatou o nó do vestido, deixando a parte de cima cair.
Ele se afastou um pouco e olhou pros peitos dela. Se jogou nela e começou a beijar o pescoço dela enquanto apalpava os peitos, tocando o colo pra depois descer e chupar aqueles peitos como um louco. Passava a língua por fora, saboreando os biquinhos. Depois voltava pra boca dela, pro pescoço e pra orelha, enfiando a mão por baixo. A bainha do vestido enquanto ela respondia os beijos, mordendo o lábio superior do amante. As mãos dela começaram a desabotoar a camisa dele e, ao se separarem um pouco, as mãos da Lucy tocavam o corpo fibroso do Tomy, o peito e os abdominais, enquanto continuavam se beijando como loucos, lembrando quando eram namorados. Ele voltava a apertar os peitos dela, amassando um contra o outro. Lucy desabotoa a calça dele. Enquanto continuavam se beijando apaixonadamente, a Lucy toca por cima da cueca branca, prestes a estourar. Eu podia ver aquela pica enorme querendo ser liberada. Se olharam, riram, e o Tomy terminou de tirar a camisa e abaixar a calça. A Lucy fez o mesmo com o vestido, deixando-o cair no chão, já estava só de tanga. Ela empurra ele para o sofá lateral de um lugar, se ajoelha, pega a parte da cueca dele. O Tomy coloca as mãos na própria nuca para começar a curtir o boquete da ex. A Lucy puxa a cueca para baixo, liberando a pica imensa do Tomy. Tinha o tamanho de um desodorante e a grossura de um rolo de papel toalha. Lucy – olha a pica que vou chupar – com um sorriso safado. Tomy – hahahaha, viu ou não viu? Responde pra ele? – Eu – sim, to vendo – Ela começou a tentar chupar, mas era impossível. O Tomy fala que ela perdeu a prática de chupar pica de verdade, mas ela começa a passar a língua como um cachorro faz com um osso e assim conseguiu finalmente. Ele agarrou a cabeça dela e dava o ritmo que queria. A cabeça dela subia e descia, ela nesse trajeto passava a língua no tronco. Num momento, ele agarrou forte a cabeça dela e não deixava escapar até que teve pena e deixou. Ela me olha. Lucy – cê gosta de me ver assim? – Tomy – ele gosta, hahaha – de forma debochada. Eu estava paralisado sem responder, mas a situação me excitava, e ainda mais vendo a bunda de tanga se mexendo enquanto chupava o Tomy. Tomy – vai, relaxa, tira o teu e faz uma punheta – Lucy – vai, amor, já foi – E ela voltou ao trabalho. Eu tirei o meu, não era nem metade da pica que Tomy e eu comecei a bater uma como um louco.
Lucy – você gosta? – ela pergunta pro Tomy, olhando na cara dele.
Tomy – adoro, você é a melhor chupando cock de todas –
Os dois riem, enquanto eu já continuava na minha punheta como um doido. O Tomy me olha e fala: “não conheço ninguém que chupe como ela”.
Depois, Lucy começou a lamber os ovos dele enquanto ele a segurava levantada com a mão.
Lucy – mmmmmm glu glu glu glu glu glu mmmmmmmmuuuuaccccck –
Tomy – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh uuuuuuuuuffff continua, dá a puta –
Ela começou a bater uma pra ele e gemer como uma loba. Tomy agarrou a cabeça dela de novo, ela passou a língua igual uma louca, aí se soltaram e ela bateu mais forte. Eu já comecei a gozar como um desgraçado e depois ele também. Pela última vez, Tomy pegou a cabeça da Lucy e mandou ela chupar o cock dele pra terminar de gozar dentro.
Lucy – aaaaaaakkkkkkk mmmmmm aaaaaaaaaaaakkkkkggggg –
Tomy – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh oooooooohhh –
Ela tira a cabeça e a porra começa a escorrer da boca dela, caindo nos peitos. Ela levanta e vai pro banheiro limpar a boca e os peitos.
Traz bastante papel pra gente se limpar, depois o Tomy vai se limpar no banheiro.
Lucy – gostou, viu que não deu nada –
Eu – tenho que admitir que gostei –
Lucy – e ainda falta, hein –
Tomy volta de se limpar e eu vou, sabendo que ainda faltava a trepada. Volto, cruzo com a Lucy indo pro quarto.
Lucy – Tomy, quando teu pau subir, vem pro quarto – e pisca o olho pra mim.
Sento e o Tomy me serve mais cerveja. Eu tava mudo, sentado, e o Tomy com o cock mole, mesmo assim era enorme, mas daqui a pouco começa a endurecer. Ele levanta e tira da calça jogada do lado da TV uma caixinha de camisinha.
Tomy – vou!!!!!!! – e vai pro quarto. Eu não decidi acompanhar por enquanto.
Fico um tempo bebendo cerveja e começo a ouvir os beijos entre eles e, depois de um tempo, os gemidos da Lucy.
Lucy – aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmm –
Não aguento mais e levanto pra ir até a porta do quarto. A primeira coisa que vejo é a calcinha no chão e ela deitada na cama. nossa cama de barriga pra cima com as pernas levantadas, segurando sozinha e recebendo sexo oral do tomy
Estele devorava a buceta, lambia toda aquela carne que saltava da buceta dela como se estivesse chupando uma laranja, de um jeito suave mas selvagem, sugava muito bem os lábios vaginais e o clitóris, sabia melhor do que eu como devia ser feito ou como ela gostava. Levantou com o dedo indicador junto com outro os lábios da buceta pra cima, deixando o clitóris exposto pra ser violentado pela língua dela. Depois enfiou os dedos, encolhendo e esticando de um jeito que enlouquecia ela.
Lucy– ai seu filho da puta aaaaaaaaaaaaaaaaaooooooooooooooohhh oooooohhh –
Ela tava chegando ao orgasmo só com um oral, pra falar a verdade, mais que excitado ou corno, eu tava prestando atenção como aluno numa aula da faculdade
Tomy– lembrava como você gosta disso hahahaha mmmmmmm que gostosoooo –
Depois de um tempo, ele sobe na cama, pega a perna esquerda dela, coloca no ombro e com a mão livre leva o pau dele pra dentro da buceta, começando a enfiar
Lucy– oooooohhh oooooooohhhhhh oooohhhhhh –
De repente, meu celular toca e vou atender, era um colega de trabalho enchendo o saco por um relatório que temos que entregar segunda-feira, de repente os gemidos da Lucy ficaram mais fortes e meu colega perguntou o que tava rolando, e eu contei que tava vendo um pornô.
Colega– como é que você vai ver um pornô com a mina gostosa que você tem, eu taria em cima dela agora –
Eu– é que hoje ela saiu com umas amigas e eu tô em casa sozinho, aproveitei –
Colega– mas o vídeo tá tão alto que seus vizinhos vão reclamar –
Eu– é, vou abaixar –
Lucy– aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh oooooooooooooooooooohhhhhh aaaaaaaaaaaaaaaaaahmmmmmmmmmmmmmmm –
Tomy– toma toma mmmmmmtoma mmmmmaaaaaa –
Colega– o filme é argentino? –
Eu– é sim – suando pra caralho
Colega– e como chama o filme? –
Eu– é... arromba meu cu que depois eu levo no mecânico – nem sei o que eu falei
Camarada– vou buscar ela depois, tu toma cuidado que tua mina é muito gostosa, não vai que outro te coma ela por não cuidar –
Eu– não me preocupo mais com isso –
Camarada– olha, é brincadeira te comerem ela, mas de chifre ninguém escapa –
Eu– é, isso eu já sei – se eu te contasse, pensava dentro de mim
Ele me prendeu no telefone por uns 10 minutos, eu tava na sala e a lucy com o tomy continuavam gemendo
Camarada– é, o filme é longo –
Eu– é é, vai buscar ela, então vou desligar e não se preocupa com a segunda –
Camarada– beleza, vai lá, depois a gente se vê –
Vou pro quarto de novo, vejo a lucy metendo pulando em cima da pica do tomy enquanto ele segurava ela pela cintura e o encosto da cama acompanhava cada movimento da minha mina
Lucy– aaaaoooooofff aaaaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh aaahhhh mmmm – com o clássico plaf plaf plaf plaf
A pica sumia dentro dela, ficaram um tempão assim, eu tirei a pica pra fora e comecei a bater punheta de novo
A agitação dos dois se entrecortava e o suor dominava os corpos deles, depois a lucy se separa do tomy e fica de quatro, é aí que ele me olha e ri.
Ele fica atrás dela e cuspe no cu dela, começa a massagear as nádegas enquanto dá tapas
Lucy– olha gordo, vai me arrebentar a buceta, mas melhor assim, depois quando você fizer comigo não vai doer –
Tomy– claro lu, quando esse daí te comer, vai ser como se nada, vai precisar de ajuda de um pau ou você percebeu que não ganho dele de brinde nessa pica? –
Lucy– cala a boca, não enche ele e continua –
Eu– vai, não machuca ela –
Tomy– que cuck você é, hein hahahaha –
E começa a enfiar um dedo enquanto com a mão livre segura a bunda dela, com 1, 2, 3 e 4 dedos fazendo ela gritar que nem louca
Lucy– mmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooohhhh –
Tomy– agora vai esse bombom –
E ele monta nela, eu termino minha punheta e vou pro banheiro me limpar, deixo eles um tempinho sozinhos e coloco música abafar um pouco os gemidos
Quando voltei, o Tomy já tava metendo nela enquanto ela tava deitada de bruços, com os peitos roçando os lençóis e a cara enfiada no travesseiro pra abafar os próprios gritos de prazer, enquanto as mãos dela apertavam os lençóis com força e a bunda dela empinada aguentava a porrada que a pica do Tomy tava dando, que entrava fundo com ele ajudando, empurrando a bunda da Lucy contra ele.
Continuaram por um bom tempo até que ele gozou dentro dela, mas por sorte a camisinha aguentou firme.
Tomy – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooohhhh hhhhhhhhhhhhhmmmmmmmmmm mmmmmaaaaaaaaaaaaaoooooo –
Lucy – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyy –
Quando se separaram, a Lucy saiu da cama mancando e eu fui resgatar ela, segurei ela pelo ombro que nem um bêbado segura um amigo e, a pedido dela, levei ela pro banheiro, onde ela se lavou no bidê pra acalmar a irritação com os jatos d'água. Saímos do banheiro e o Tomy tava deitado no sofá. Quando eu ia falar alguma coisa, ela tapou minha mão e fomos dormir.
Quando acordamos, o Tomy já tinha ido embora e durante o fim de semana a gente não conversou com a Lucy, ela ainda tava dolorida. Sete dias depois, o Tomy mandou uma mensagem se despedindo porque ia trabalhar pro norte. Com o tempo, eu e a Lucy fortalecemos nosso vínculo.
Fim.Relato do Roberto B
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