Rasgaram a buceta dela de vagabunda

Não sei se o que aconteceu comigo há uns meses é algo normal ou não, mas a verdade é que ainda agora fico pensando nisso e me excitando quando me vem à cabeça. Era outono, mas já fazia muito frio, e fui como de costume para as aulas de dança.
A aula era às sete da tarde e eu tinha ido tomar umas cervejas com uma amiga antiga do colégio, com quem me encontrava de vez em quando. Quando me dei conta, estava tarde e fui correndo pra casa, vesti a roupa de dança (umas leggings pretas e um top folgado). Tirei a outra roupa tão rápido que, sem querer, abaixei a calcinha e, na pressa, não coloquei de novo. Quando percebi, não tive vontade de tirar a legging outra vez e não achei que fosse tão grave ir sem calcinha. Coloquei um casaco por cima e saí voando.

Entrei na aula, cumprimentei algumas colegas e colegas e começamos a fazer alongamentos. Foi quando vi entrar o garoto de quem eu gostava na minha turma. Desde o início do curso eu estava bobona por ele, mas nunca tinha coragem de falar nada. Só tínhamos conversado um pouco num rolê da turma.

Logo depois, a professora entrou e deu início à aula. Íamos aprender uma coreografia da música *Toxic*, da Britney Spears, e a professora explicou que seriam danças em duplas ou trios, mesmo sendo uma coreografia em grupo. E, como vocês já devem ter adivinhado, eu fiquei com ele e outra garota para fazer as partes em trio.

— Vamos lá — disse a professora — juntem-se que vamos começar com a primeira parte.

A professora começou a nos posicionar e explicar a postura inicial de cada um. Eu tinha que ficar no meio, enrolando minhas pernas na cintura do garoto, curvando as costas para trás, enquanto a outra garota abraçava ele por trás. Quando ela explicou, acho que fiquei vermelha que nem um tomate. O garoto, que se chamava Héctor, percebeu e me disse:

— Vai, fica tranquila. Tem que ser profissional.

Eu fiquei ainda mais vermelha e só sorri. Ele se ajoelhou, eu me aproximei dele e, quando estava Bem pertinho, eu me abaixei pra sentar em cima dele. Só que não calculei direito e passei as tetas no rosto dele. Eu tenho os peitos bem grandes e sempre uso sutiã de tecido fino, então quando esfreguei meus peitos na cara dele, senti como se ele tivesse aberto a boca. Não liguei e tentei fingir que nem tinha percebido. Quando terminei de me ajeitar, lembrei que não tava de calcinha e, quando me curvei pra baixo, me esfreguei na calça dele e foi uma delícia, então me mexi mais um pouco. Aí ele, que percebeu, baixou uma das mãos, passou pela minha bunda e agarrou minha perna bem perto da minha buceta. Aquilo me excitou pra caralho.

A aula continuou assim. Cada vez a gente se esfregava mais sem vergonha. Numa dessas, eu tinha que girar até ficar de frente pra ele com as pernas um pouco abertas, e ele aproveitou pra passar a mão desde o começo da minha buceta até o fim da minha bunda. Também pegava nas minhas tetas sempre que podia, e numa parte ele ficava em cima de mim enquanto eu tava deitada de bruços, e toda vez que a gente ensaiava aquele pedaço, ele encostava o pau na minha bunda e fazia um movimento de baixo pra cima. Ficava muito puta de tesão fazendo tudo aquilo rodeada de gente que não tava percebendo nada, embora eu gostasse de pensar que alguém tinha notado e tava ficando tão excitado quanto a gente.

No final, a gente tinha que ficar abraçado, e ele sussurrou no meu ouvido: "que molhada que tá sua legging". Fiquei vermelha que nem pimentão, e ele enfiou a mão, que eu tampava com meu corpo, por baixo da minha blusa e começou a apertar minhas tetas até a música acabar, o que foi pelo menos uns 20 segundos, porque a gente tinha que terminar em câmera lenta e éramos os primeiros a parar.

Quando a gente se separou, quase me joguei pra beijar ele na boca ali mesmo. A professora deve ter percebido, porque falou:

- Muito bem, galera, assim que eu gosto, deem mais pegada, que seja crível que vocês tão se seduzindo.

Quando a aula acabou, eu não aguentava mais. Mais. Héctor chegou perto de mim e perguntou se eu queria continuar treinando na casa dele, que os pais não estavam. Eu disse que sim com um sorriso safado e falei pra ele me esperar, que ia no vestiário pegar minhas coisas. Quando entrei, olhei o celular e vi que minha mãe tinha ligado umas quatro ou cinco vezes. Retornei a ligação:

- Oi, mãe, o que foi? Tava na dança – “deixando um gostoso me apalpar” pensei comigo mesma
- Oi, amor. Nada, vou sair tarde do trabalho e não consigo pegar seu notebook.
- Mas mãe… tenho que entregar um trabalho depois de amanhã e quase não fiz nada ainda. Preciso dele.
- Eu sei, desculpa. Por que você não vai? Deixo você pegar o carro – eu tinha acabado de tirar a carteira e era difícil me deixarem usar
- Tá bom… – “adeus à trepada que eu ia dar” pensei – vou agora.

Saí do vestiário e o Héctor tava me esperando lá fora, encostado na moto dele. Quando me viu, sorriu, tenho certeza de que tava me imaginando pelada. Falei pro Héctor que não dava pra ir com ele, que tinha que fazer uns corres. Ele chegou perto da minha boca sem me beijar, me segurou firme com uma mão na cintura e subiu pra agarrar descaradamente um peito meu.

- Que pena… – ele sussurrou
E foi embora.

Uma hora depois, tava esperando na loja. Todo mundo tinha resolvido chegar meia hora antes de fechar, e o cara da loja tava super estressado com uma senhora que não entendia porra nenhuma do que ele explicava. Enquanto isso, o Héctor tinha conseguido meu número e não parava de me deixar ainda mais com tesão, naquele momento ele tava dizendo que ia me foder ali mesmo, com todo mundo olhando, que ia rasgar minha legging quando eu tivesse de bruços e meter. A verdade é que eu adoraria ter feito uma orgia na aula de dança.

A conversa foi esquentando até que, sem perceber, chegou minha vez. Tinha ficado sozinha na loja e tava tão com tesão que Só queria vazar daqui e cair fora pra casa do Héctor, porque não aguentava mais.
— Oi — ele falou, todo irritado, já que fazia vinte minutos que devia ter fechado.
— Oi, é, desculpa… Vim pegar o Asus preto — o cara me olhou com uma cara horrível.
— Tem o comprovante?
— Ah… não… é que minha mãe trouxe e ela ia vir, mas não deu… Se você não confia, posso dar detalhes do computador ou algo assim…
— Olha… tanto faz. De qualquer jeito, não dá pra levar hoje, porque ainda tô mexendo nele.
— Ah, minha mãe disse que você avisou ontem que ela podia passar.
— Ah sim, bom, vem cá, olha.

O cara apontou pra sala dos fundos como se mandasse eu ir. Hesitei um segundo, mas no fim decidi, também tava com pressa. Naquele momento, recebi uma foto da pica do Héctor, duríssima. Fechei o WhatsApp na hora e torci pra ele não ter visto.

Quando entrei, vi mesas bagunçadas cheias de cabos e ferramentas. No fundo da sala, vi meu notebook com a tela azul cheia de letras. Fui até lá, e o técnico me seguiu de perto, ficou bem atrás de mim. Senti o hálito dele na minha nuca e o roçado do volume dele no meu cu. Depois, ele se virou de lado, mas continuava falando bem perto.

— Olha, você tava com o vírus Genius Box, que é um vírus bem fudido. Então, se tentar eliminar direto do disco rígido, vai bloquear o equipamento… — o cara continuou falando um monte de coisa que não lembro direito.

Enquanto explicava, a mão dele foi subindo pela minha barriga até chegar nos meus peitos. Eu só me mexia pra tentar evitar, mas ele já sabia como se mover pra eu não conseguir sair dali.

— Mas enfim — ele continuou — é possível que pra fazer isso eu perca os dados do seu computador — a mão dele já tava amassando meus peitos sem vergonha nenhuma, mas ele seguia falando no mesmo tom.

— Tá bom, não tem problema, tenho backup do mais importante num HD externo.
— É mesmo? — ele falou, segurou meu pescoço e puxou pra trás até eu encostar no ombro dele. — Sim, tranquilo — falei assustada.
— Até aquelas fotos pornô que você tem?

Quando ele disse isso, fiquei branca e não sabia o que responder. Ele tava falando das fotos que tinham tirado de mim no ônibus e que chegaram nas minhas mãos (vou contar a história de como) um tempo depois. Como eu não respondia, o cara continuou.

— Porque eu guardei sim, porque uma Promíscua como você não se encontra todo dia. Na maioria das vezes, o mais interessante que acho são umas minas com uma foto bem sem graça delas peladas no espelho, não umas gostosas se afogando com uma pica enquanto tão sendo fodidas no cu. — O cara chegou bem perto e começou a se esfregar na minha bunda — Uff... e ainda por cima você tem uns peitos impressionantes.

Ele começou a puxar meus mamilos com as duas mãos, levantando meus peitos até em cima e depois soltando. A verdade é que eu tava tão com tesão que pensei em transar com aquele tarado, mas depois lembrei que ele era um velho safado e que tinha um cara gostoso me esperando, então tirei a mão dele com um tapa.

— Se eu ver essas fotos em algum lugar, vou te denunciar, porque agora você já admitiu que foi você — falei, dando uma cotovelada nele e conseguindo me soltar.

O cara riu.

— Primeiro, quando tudo for processado, milhares de pervertidos piores que eu já vão ter visto e batido uma pra elas, e pior, todo mundo que você conhece vai saber o que fazer. Segundo, eu te falei que você tem um vírus que viu tudo que tem no seu computador, então elas já podem estar em algum site.

Enquanto falava, o cara puxou a pica dele, que era de tamanho normal, e começou a bater uma.

— Fala ou faz o que quiser, porque vou te dar o que você mais gosta.

Comecei a ficar com medo, então decidi sair correndo. Quando tava quase chegando na porta, senti alguém puxar meu casaco, que como tava desabotoado, saiu de mim na luta. Antes que eu conseguisse continuar andando, o técnico de informática me agarrou pelo cabelo e me empurrou. a cabeça contra uma das mesas que tinha ali. Ela estava dobrada uns 90 graus, porque a mesa era meio baixa, com a bunda empinada porque o homem segurava minha pélvis com a outra mão pra eu não cair pra baixo e não conseguia me levantar.
Aí senti um dedo passando bem devagar no meio da minha buceta.
- Ummm... sem calcinha e depiladinha, que nem uma boa Promiscuous
O cara passava o dedo bem suave na minha buceta e tava me deixando com tesão de novo, e eu parei de tentar me soltar. Quando viu que eu já não tentava me libertar, soltou meu cabelo e começou a meter a mão por baixo do top, acariciando meus peitos, até pegar um dos meus mamilos e começar a beliscar de leve. Tava me deixando louca e eu comecei a flexionar as pernas de puro prazer.
- Pô, a que ia me denunciar agora tá morrendo de vontade de meter a pica na boca
Depois de falar isso, ele baixou minha legging de uma vez e logo em seguida meteu dois dedos de uma só vez. Enquanto isso, chegou perto da minha cara e colocou a pica em cima.
- Não é verdade?
Eu não respondi, então ele me deu uma porrada de pau na cara e perguntou de novo.
- sim... – falei baixinho
- Só sim? – ele bateu de novo com a pica
- Sim, quero que você meta a pica na minha boca
- Por quê? – e bateu de novo
- Porque sou uma Promiscuous
- Fala tudo – bateu de novo
- Quero que você meta a pica na minha boca porque sou uma Promiscuous
Assim que terminei de falar, ele meteu a pica de uma vez na minha boca e começou a fazer força pra me engasgar. Eu sentia ele tentando passar pela minha garganta e tentei me afastar porque sentia que ia me engasgar de verdade.
Ele tirou de uma vez e eu comecei a tossir. Com a mão, ele pegou a baba que tinha saído da minha boca e passou no meu rosto enquanto enfiava os dedos tão devagar que quase me desesperava.
Ele meteu a pica de novo na minha boca e começou a foder minha boca sem nenhum cuidado. Eu tava me engasgando, mas então ele começou a mexer os dedos dentro da minha buceta e enfiou o polegar no meu cu. Eu ainda não conseguia respirar, mas tava tão tesuda que comecei a gemer igual uma louca, e bem quando eu ia gozar, ele tirou o pau pra deixar eu respirar e voltou a mexer os dedos dentro de mim bem devagar.

- Quando eu vi as fotos, sabia que o que você mais gostava era chupar um pau.

Eu não respondi, e aí ele deu um tapa bem forte no meu cu.

- Sim, adoro chupar paus.

- Deus, você não faz ideia de como me excita ouvir você falar essas coisas. O que mais me atrai numa Promíscua é que ela admite que é. Qual é a próxima coisa que você mais gosta?

Eu já tava tão tesuda que, sem pensar, falei: "Eu gosto de levar no cu."

O cara enfiou o pau de novo na minha boca e começou a me foder sem piedade, continuou me dando tapas no cu cada vez mais forte até que tentou atravessar minha garganta com o pau de novo. Aí ele começou a enfiar os dedos de volta na minha buceta e o polegar no meu cu, e não demorou nem dez segundos pra eu gozar.

Eu tava até tonta de falta de ar, mas o informático não pareceu se importar. Ele me virou, me levantou e me sentou de pernas abertas na mesa, e começou a me foder enquanto chupava meus peitos e dava tapas neles.

- Sim, adoro como você chupa meus peitos - falei sem pensar, eu não aguentava mais e tava começando a achar excitante falar as coisas que me faziam sentir mais Promíscua.

- Olha pra você, como abre as pernas pedindo mais pau.

A verdade é que, sem perceber, eu tinha aberto as pernas totalmente pra ele não ter dificuldade de enfiar até o fundo. Eu gozei mais duas vezes quase seguidas assim. Então ele me colocou de quatro de novo, dessa vez apoiando meu corpo todo na mesa, e começou a meter no meu cu.

No começo doía muito, então pedi pra ele ter cuidado, por favor, e foi aí que ele enfiou de uma vez.

- Vagabunda não se trata com cuidado. —ele me disse
E começou a me foder o cu com força. Fazia isso enquanto me dava tapas na bunda ou beliscava meus mamilos bem forte. Eu ficava cada vez mais excitada e comecei a sentir um prazer imenso, gemendo sem me importar se alguém me ouvia ou não. Aí ele pegou um dos cabos que estavam na mesa, colocou em volta do meu pescoço e puxou para me sufocar. Puxou tanto que me virou até minha cabeça ficar olhando pra cima, onde estava a dele, e cuspiu na minha cara.
— Vou gozar dentro, Promiscuous — ele disse, me olhando nos olhos enquanto me empurrava cada vez mais rápido.
— Não, por favor, pelo menos goza na minha cara
— Haha, olha só como você é Promiscuous, no próximo dia quem sabe eu realizo seu desejo.
Comecei a sentir um líquido quente dentro de mim enquanto o técnico puxava meus mamilos com uma mão e me sufocava com a outra, e comecei a sentir contrações no meu cu e depois um prazer incrível.. Aí o cara colocou algo no meu cu.
— Quando chegar em casa, quero que você dê um beijo na sua mãe sabendo que tá com o sêmen de um estranho guardado no cu. E nem pense em tomar banho, amanhã no colégio você tem que ir cheirando a Promiscuous.
Me vesti e voltei o caminho inteiro pensando em ir pra casa do Héctor buscar mais.

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