Tenho um amigo que se chama Nico, Nico é muito fã do River Plate desde que éramos moleques e o sonho dele sempre foi jogar no River. Sempre jogou futebol, mas nunca foi o melhor em questão de qualidade e magia, digamos assim. O que ele sempre teve foi muita força de vontade e disposição.
Um dia, como ele tava meio pra baixo porque tava percebendo a impossibilidade do sonho dele, o tio dele, que trabalha na instituição milionária, conseguiu uns ingressos pra ele ir num jogo contra o Boca como gandula e assim conhecer os jogadores favoritos dele. Nico era um grande fã do Gallardo, já que cresceu com toda a era Gallardo e o admira como o maior ídolo dele, então não pensou duas vezes e aceitou.
Naquele domingo, Nico foi como gandula ver o jogo e conseguiu ficar perto do maior ídolo dele. Nico não podia estar mais feliz, já que era um sonho realizado pra ele. Sorte a dele que o tio ainda tinha outra surpresa guardada: uns passes pro vestiário pra ele conhecer o elenco.
Naquela tarde de primavera, tava surpreendentemente quente, e ficou ainda mais quando o River perdeu pro Boca nos acréscimos com uma falta inventada. O jogo explodiu e quase foi pra briga, então o vestiário não tava nem perto do melhor dos humores. Isso não importou pra Nico, que ainda queria ver o ídolo dele e pelo menos tirar uma foto com ele.
Depois do jogo terminar, Nico vai pros vestiários. No corredor, ele se surpreende ao ver o ídolo dele fora do vestiário, claramente furioso com o resultado do jogo. Nico pergunta pra um funcionário que passava:
— Por que o Marcelo não tá com o resto do elenco?
— Não, quando eles perdem, a gente não deixa o Marcelo ficar com o resto. — Responde o funcionário. — Ele se exalta muito, e até ele ir pra casa desabafar, é perigoso chegar perto.
Nico, apesar dos avisos do funcionário, não conseguia ignorar. Não é todo dia que você tem a chance de conhecer o seu ídolo. Nico se aproxima do Marcelo Gallardo e diz:
— Marcelo, a gente pode... Tirar uma foto.
Gallardo olha pra ele e responde:
—E você quem é, cara? O que tá fazendo aqui?
Gallardo cola em Nico e, enquanto vai encurralando ele devagar contra a parede, diz:
—Quem porra te deixou entrar?! Não sabe que quando eu perco não gosto de ver ninguém?!
Nico, apavorado, gagueja um pouco ao responder:
—E-eu sou sobr...
Gallardo interrompe:
—Não tô nem aí! Sabe por que não gosto que falem comigo depois dos jogos?!
Nico responde:
—N-Não
—Vou te mostrar por que não gosto, vem pro meu escritório se quiser uma fotinha, cara. — Responde Gallardo enquanto acaricia a cabeça dele suavemente.
Gallardo se afasta furioso enquanto Nico fica sozinho e percebe uma coisa:
Ele tava excitado e muito tesudo porque o ídolo dele ficou puto com ele...
------
Nico, depois de pensar um pouco, decide ir pro escritório do Gallardo como ele tinha pedido. Isso em parte porque ainda queria uma foto de lembrança, mas também porque tinha ficado intrigado com a reação estranha do corpo dele. Afinal, Nico só tinha sentido atração por mulheres até agora, e olha que nem quando transava com a ex-namorada dele ficava tão duro.
Nico abre a porta.
—C-Com licença — fala ao entrar na sala escura.
Uma luz fraca acende de repente e lá estava Marcelo Gallardo recostado na cadeira dele com a mão na virilha.
—Demorou hein, cara, pensei que ia me deixar na mão...
—C-como... — responde Nico
—Fecha a porta e senta!! — grita Gallardo.
Nico obedece e senta, meio assustado, no sofá que tava no meio do escritório.
Gallardo se aproxima e fica atrás dele, começando a massagear os ombros dele.
—Sabe por que te chamei, né? — diz Gallardo com voz sedutora.
Nico, meio nervoso, responde:
—É... posso tirar uma foto e ir embora? Tão me esperando lá fora.
Gallardo aperta os ombros dele com força.
—Aaah! Olha só! Além de deixar você entrar aqui, ainda vem cagado de medo. Fala sério, cara, não enruga.
Marcelo solta os ombros dele. Nico tranca a porta com a chave
—Agora você não sai, fica aqui
Nico engole seco e tenta dar um jeito na situação
—Não, não, se te incomoda, eu posso ir embora, a foto não importa
—Foto? Eu sei o que você queria, viado. Acha que eu vou acreditar nessa história de que veio só por uma foto? Tá me achando com cara de otário?
—Por favor, tão me esperando lá fora
—Deixa eles esperarem, quero te curtir um pouco
Marcelo acaricia a orelha e o pescoço dele
—E ainda dá pra ver que você é um cara atlético, veio nesses shortinhos e tinha as pernas firmes. —Sabe que eu já comi vários do elenco? Mas você tem a bunda mais firme
—Sim, sim, eu jogo num clube lá e... bom, já posso ir?
—Vamos, gatinho. A gente vai se divertir
—Mas... eu curto as minas, não tenho problema com viado, mas não é minha praia
Marcelo dá um tapa na cabeça de Nico
—Tá me chamando de maricon, seu cuzão?
—Não, não, nada a ver, não!!
Marcelo agarra o pescoço de Nico com força e apoia a cabeça dele na virilha
—Tá gostando? Olha que o pessoal do elenco disse que minhas bolas são as mais doces que já provaram na vida
Nico, entre lágrimas, tentava se soltar com força
—Pelo amor de Deus, chega, pelo amor de Deus
—Vamos, putinha, não me faz te tratar mal. Eu vi quando te apertei lá no vestiário, seus olhos brilhavam
Nico, vendo que não tinha saída, decide abrir o zíper de Gallardo
—Só o zíper? Desabotoa a calça, vai
Nico tira o cinto de Gallardo, enquanto Marcelo acaricia a cabeça dele
—Olha como eu tô, você me deixou de pau duro, viado
Nico puxa a calça pra baixo e vê umas pernas torneadas e peludas
—Você deixou minhas pernas duras, putinha. Se você me der a bunda, vou bombar você igual carrossel
—Sério?
—Sim, buceta, vou te comer
Nico abaixa a cueca do River e sente um cheiro de vinagre, que pra ele pareceu caramelo de chocolate, deixando ele mais excitado
—Essas são oficiais, pai.
Nico aperta as pernas de Gallardo. -Você vai me fazer gozar sem me tocar, seu putinho.
Nico vê como a rola de Gallardo pulsa de prazer. Nico lembra do conselho que um tio deu uma vez: Se for fazer um oral no seu boy, não espera que cheire a rosas nem que tenha gosto de melancia.
-É carne bem crua, feita pra tigres e leões.
Nico pega ela com as mãos, e nota como as veias grossas encaixam perfeitamente na mão dele. Enfia na boca.
-Uuuhuhgh.
Gallardo geme de prazer.
-Não pensei que um cara como você ia gemer igual uma princesinha.
Gallardo dá um tapa na cara de Nico.
-Cala a boca e continua chupando, mano, que você vai gemer igual uma traveca.
Assim Gallardo recuperou a posição de Alpha na relação. E Nico pensou: Fiquei pra sempre como uma putinha… E eu adoro. Nico ao pensar nisso ficou de pau duro e virou um aspirador.
-Olha como sua boca faz barulho, pelo amor de Deus…
-Isso aqui é minha chupeta.
Diz Nico enquanto continua batendo uma pra ele.
-Cala a boca e enfia na boca que você tá com ela quentinha.
Nico continuou chupando, fazia barulho com a boca e babava tudo.
-Olha como você tá babando, bebê.
Nico tira ela da boca.
-Quero que você fique ensopada assim, igual um pão de ló de vitrine.
Gallardo dá outro tapa na cara de Nico.
-Cala a boca e continua chupando, seu viado de merda! Já tenho mulher.
Nico obedece, e continua chupando cada vez mais. Mesmo assim, na mente dele, continua dedicando poemas pra ----------Gallardo: Me enrola assim, com açúcar de confeiteiro, me adoça, e é que você é meu rei.
Uuuuh, Deus.
Meu bebezinho Fiu Fiu - Nico geme de prazer.
Gallardo pega a cabeça dele e aperta contra a rola. Nico, entre lágrimas e engasgos, continua.
-Levanta, vai.
Nico levanta, Gallardo pega ele pelo pescoço e começa a beijar a boca dele.
-Meu caramelinho de chocolate.
Nico não se controla, e aperta a rola de Gallardo.
-Tá igual um pão de ló de vitrine.
Gallardo ao ouvir isso, fica mais excitado, e começa a beijar o pescoço de Nico. Gallardo vira ele bruscamente e joga ele em cima da escrivaninha, derrubando todos os objetos que estavam em cima.
-Por favor. Coloca uma camisinha
Nico ficou preocupado porque tinha sinais de HPV, porque era uma puta rodada.
— Fica tranquilo, eu tô limpinho, promíscuo.
— Pelo menos tem lubrificante?
— Não, não tenho, mas com dois tapas resolve, desliza se teu cu for virgem.
— Manda ver então, meu bebito fiu fiu.
Gallardo cuspiu na própria pica e começou a meter.
— Aaai, tá doendo.
— Vai sair fumaça do teu cu, cara.
— Devagar, mais devagar.
Gallardo, pra acalmar ele, deu dois tapões na bunda.
— Agora vai.
Gallardo fez força com as pernas e enfiou tudo dentro de Nico.
— Aaaaaaa
Nico gritava de dor, mas adorava que o ídolo dele tava domando ele assim.
— Acho que tô sangrando.
Gallardo sorriu safado.
— Essa é a ideia.
Gallardo começou a bombar o cu de Nico, rápido e forte.
— Ah, teu cu é tipo um poço, cara, cê tá cozinhando minha pica.
— Aaah sim, por favor, mais.
Gallardo atendeu Nico e continuou bombando, mais forte, mais rápido. Agarrou ele pelo pescoço e começou a chupar ele enquanto continuava metendo.
— Ai, Gallardo.
— Ai… promíscuo…
Gallardo não sabia o nome de Nico, mas gostava do cu dele do mesmo jeito.
— Me chama de boneco promíscuo, vai.
— Ai, meu bonequinho.
— Cê gosta do meu amor?
— Ai sim, meu boneco.
Nico se soltou e caiu em cima da mesa. Marcelo se empolgou cada vez mais, mais forte. Tão forte que arrastaram a mesa contra a parede e ela bateu.
— Não vamos fazer tanto barulho.
— Quero que o time inteiro saiba que eu tô comendo um viado tão gostoso quanto você.
— Chama todo mundo pra chupar minha bunda, bonequinho.
— Você é só minha, puta, essa pica já não te satisfaz?
— Ai não, papai, quero mais.
Gallardo abriu o cu de Nico, tirou a pica e enfiou de uma vez.
— Aaai, sim.
— E assim enche, promíscuo?
— Ai sim, faz de novo.
Gallardo repetiu o movimento.
— O barulho que teu cu faz quando eu tiro a pica parece ventosa.
Nico, todo empolgado, tentou bater uma punheta, e Gallardo segurou a mão dele.
— Você é uma mocinha, aqui só eu posso gozar em você, me Ouviu?
—Sim, bonequinho, te ouvi
Gallardo continua bombando até não aguentar mais
—Vou gozar dentro de você, cara, prepara as pernas
—Tudo dentro, bonequinho
Gallardo segura os quadris de Nico e aperta
—AAAAAAAH
Gallardo goza dentro do cu de Nico. Quando termina de gozar, pega Nico e o abraça ainda com o pau no cu dele.
—Me matou, cara
Gallardo acaricia o cabelo dele.
—Gostou, bonequinho?
—Amei, promíscuo.
Gallardo beija Nico. Tira o pau do cu dele e escorre toda a porra.
—Olha como escorre a porra, promíscuo. Você vai andar igual um bambi o mês inteiro.
—Me deixou a bunda arrebentada, boneco.
—Essa bunda é minha, ouviu?
Gallardo dá um tapa na bunda de Nico. Em seguida, acende um cigarro.
—Me dá um pouco — diz Nico
Gallardo dá um cigarro, Nico fuma e beija a boca de Gallardo.
—Se veste que tenho que ir pra coletiva de imprensa
—Vai me deixar sozinha?
—Vem outro dia aqui que eu arrebento essa bunda de novo
Marcelo e Nico se vestem, e Nico antes de ir embora dá um beijo, mas Gallardo o afasta.
Um dia, como ele tava meio pra baixo porque tava percebendo a impossibilidade do sonho dele, o tio dele, que trabalha na instituição milionária, conseguiu uns ingressos pra ele ir num jogo contra o Boca como gandula e assim conhecer os jogadores favoritos dele. Nico era um grande fã do Gallardo, já que cresceu com toda a era Gallardo e o admira como o maior ídolo dele, então não pensou duas vezes e aceitou.
Naquele domingo, Nico foi como gandula ver o jogo e conseguiu ficar perto do maior ídolo dele. Nico não podia estar mais feliz, já que era um sonho realizado pra ele. Sorte a dele que o tio ainda tinha outra surpresa guardada: uns passes pro vestiário pra ele conhecer o elenco.
Naquela tarde de primavera, tava surpreendentemente quente, e ficou ainda mais quando o River perdeu pro Boca nos acréscimos com uma falta inventada. O jogo explodiu e quase foi pra briga, então o vestiário não tava nem perto do melhor dos humores. Isso não importou pra Nico, que ainda queria ver o ídolo dele e pelo menos tirar uma foto com ele.
Depois do jogo terminar, Nico vai pros vestiários. No corredor, ele se surpreende ao ver o ídolo dele fora do vestiário, claramente furioso com o resultado do jogo. Nico pergunta pra um funcionário que passava:
— Por que o Marcelo não tá com o resto do elenco?
— Não, quando eles perdem, a gente não deixa o Marcelo ficar com o resto. — Responde o funcionário. — Ele se exalta muito, e até ele ir pra casa desabafar, é perigoso chegar perto.
Nico, apesar dos avisos do funcionário, não conseguia ignorar. Não é todo dia que você tem a chance de conhecer o seu ídolo. Nico se aproxima do Marcelo Gallardo e diz:
— Marcelo, a gente pode... Tirar uma foto.
Gallardo olha pra ele e responde:
—E você quem é, cara? O que tá fazendo aqui?
Gallardo cola em Nico e, enquanto vai encurralando ele devagar contra a parede, diz:
—Quem porra te deixou entrar?! Não sabe que quando eu perco não gosto de ver ninguém?!
Nico, apavorado, gagueja um pouco ao responder:
—E-eu sou sobr...
Gallardo interrompe:
—Não tô nem aí! Sabe por que não gosto que falem comigo depois dos jogos?!
Nico responde:
—N-Não
—Vou te mostrar por que não gosto, vem pro meu escritório se quiser uma fotinha, cara. — Responde Gallardo enquanto acaricia a cabeça dele suavemente.
Gallardo se afasta furioso enquanto Nico fica sozinho e percebe uma coisa:
Ele tava excitado e muito tesudo porque o ídolo dele ficou puto com ele...
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Nico, depois de pensar um pouco, decide ir pro escritório do Gallardo como ele tinha pedido. Isso em parte porque ainda queria uma foto de lembrança, mas também porque tinha ficado intrigado com a reação estranha do corpo dele. Afinal, Nico só tinha sentido atração por mulheres até agora, e olha que nem quando transava com a ex-namorada dele ficava tão duro.
Nico abre a porta.
—C-Com licença — fala ao entrar na sala escura.
Uma luz fraca acende de repente e lá estava Marcelo Gallardo recostado na cadeira dele com a mão na virilha.
—Demorou hein, cara, pensei que ia me deixar na mão...
—C-como... — responde Nico
—Fecha a porta e senta!! — grita Gallardo.
Nico obedece e senta, meio assustado, no sofá que tava no meio do escritório.
Gallardo se aproxima e fica atrás dele, começando a massagear os ombros dele.
—Sabe por que te chamei, né? — diz Gallardo com voz sedutora.
Nico, meio nervoso, responde:
—É... posso tirar uma foto e ir embora? Tão me esperando lá fora.
Gallardo aperta os ombros dele com força.
—Aaah! Olha só! Além de deixar você entrar aqui, ainda vem cagado de medo. Fala sério, cara, não enruga.
Marcelo solta os ombros dele. Nico tranca a porta com a chave
—Agora você não sai, fica aqui
Nico engole seco e tenta dar um jeito na situação
—Não, não, se te incomoda, eu posso ir embora, a foto não importa
—Foto? Eu sei o que você queria, viado. Acha que eu vou acreditar nessa história de que veio só por uma foto? Tá me achando com cara de otário?
—Por favor, tão me esperando lá fora
—Deixa eles esperarem, quero te curtir um pouco
Marcelo acaricia a orelha e o pescoço dele
—E ainda dá pra ver que você é um cara atlético, veio nesses shortinhos e tinha as pernas firmes. —Sabe que eu já comi vários do elenco? Mas você tem a bunda mais firme
—Sim, sim, eu jogo num clube lá e... bom, já posso ir?
—Vamos, gatinho. A gente vai se divertir
—Mas... eu curto as minas, não tenho problema com viado, mas não é minha praia
Marcelo dá um tapa na cabeça de Nico
—Tá me chamando de maricon, seu cuzão?
—Não, não, nada a ver, não!!
Marcelo agarra o pescoço de Nico com força e apoia a cabeça dele na virilha
—Tá gostando? Olha que o pessoal do elenco disse que minhas bolas são as mais doces que já provaram na vida
Nico, entre lágrimas, tentava se soltar com força
—Pelo amor de Deus, chega, pelo amor de Deus
—Vamos, putinha, não me faz te tratar mal. Eu vi quando te apertei lá no vestiário, seus olhos brilhavam
Nico, vendo que não tinha saída, decide abrir o zíper de Gallardo
—Só o zíper? Desabotoa a calça, vai
Nico tira o cinto de Gallardo, enquanto Marcelo acaricia a cabeça dele
—Olha como eu tô, você me deixou de pau duro, viado
Nico puxa a calça pra baixo e vê umas pernas torneadas e peludas
—Você deixou minhas pernas duras, putinha. Se você me der a bunda, vou bombar você igual carrossel
—Sério?
—Sim, buceta, vou te comer
Nico abaixa a cueca do River e sente um cheiro de vinagre, que pra ele pareceu caramelo de chocolate, deixando ele mais excitado
—Essas são oficiais, pai.
Nico aperta as pernas de Gallardo. -Você vai me fazer gozar sem me tocar, seu putinho.
Nico vê como a rola de Gallardo pulsa de prazer. Nico lembra do conselho que um tio deu uma vez: Se for fazer um oral no seu boy, não espera que cheire a rosas nem que tenha gosto de melancia.
-É carne bem crua, feita pra tigres e leões.
Nico pega ela com as mãos, e nota como as veias grossas encaixam perfeitamente na mão dele. Enfia na boca.
-Uuuhuhgh.
Gallardo geme de prazer.
-Não pensei que um cara como você ia gemer igual uma princesinha.
Gallardo dá um tapa na cara de Nico.
-Cala a boca e continua chupando, mano, que você vai gemer igual uma traveca.
Assim Gallardo recuperou a posição de Alpha na relação. E Nico pensou: Fiquei pra sempre como uma putinha… E eu adoro. Nico ao pensar nisso ficou de pau duro e virou um aspirador.
-Olha como sua boca faz barulho, pelo amor de Deus…
-Isso aqui é minha chupeta.
Diz Nico enquanto continua batendo uma pra ele.
-Cala a boca e enfia na boca que você tá com ela quentinha.
Nico continuou chupando, fazia barulho com a boca e babava tudo.
-Olha como você tá babando, bebê.
Nico tira ela da boca.
-Quero que você fique ensopada assim, igual um pão de ló de vitrine.
Gallardo dá outro tapa na cara de Nico.
-Cala a boca e continua chupando, seu viado de merda! Já tenho mulher.
Nico obedece, e continua chupando cada vez mais. Mesmo assim, na mente dele, continua dedicando poemas pra ----------Gallardo: Me enrola assim, com açúcar de confeiteiro, me adoça, e é que você é meu rei.
Uuuuh, Deus.
Meu bebezinho Fiu Fiu - Nico geme de prazer.
Gallardo pega a cabeça dele e aperta contra a rola. Nico, entre lágrimas e engasgos, continua.
-Levanta, vai.
Nico levanta, Gallardo pega ele pelo pescoço e começa a beijar a boca dele.
-Meu caramelinho de chocolate.
Nico não se controla, e aperta a rola de Gallardo.
-Tá igual um pão de ló de vitrine.
Gallardo ao ouvir isso, fica mais excitado, e começa a beijar o pescoço de Nico. Gallardo vira ele bruscamente e joga ele em cima da escrivaninha, derrubando todos os objetos que estavam em cima.
-Por favor. Coloca uma camisinha
Nico ficou preocupado porque tinha sinais de HPV, porque era uma puta rodada.
— Fica tranquilo, eu tô limpinho, promíscuo.
— Pelo menos tem lubrificante?
— Não, não tenho, mas com dois tapas resolve, desliza se teu cu for virgem.
— Manda ver então, meu bebito fiu fiu.
Gallardo cuspiu na própria pica e começou a meter.
— Aaai, tá doendo.
— Vai sair fumaça do teu cu, cara.
— Devagar, mais devagar.
Gallardo, pra acalmar ele, deu dois tapões na bunda.
— Agora vai.
Gallardo fez força com as pernas e enfiou tudo dentro de Nico.
— Aaaaaaa
Nico gritava de dor, mas adorava que o ídolo dele tava domando ele assim.
— Acho que tô sangrando.
Gallardo sorriu safado.
— Essa é a ideia.
Gallardo começou a bombar o cu de Nico, rápido e forte.
— Ah, teu cu é tipo um poço, cara, cê tá cozinhando minha pica.
— Aaah sim, por favor, mais.
Gallardo atendeu Nico e continuou bombando, mais forte, mais rápido. Agarrou ele pelo pescoço e começou a chupar ele enquanto continuava metendo.
— Ai, Gallardo.
— Ai… promíscuo…
Gallardo não sabia o nome de Nico, mas gostava do cu dele do mesmo jeito.
— Me chama de boneco promíscuo, vai.
— Ai, meu bonequinho.
— Cê gosta do meu amor?
— Ai sim, meu boneco.
Nico se soltou e caiu em cima da mesa. Marcelo se empolgou cada vez mais, mais forte. Tão forte que arrastaram a mesa contra a parede e ela bateu.
— Não vamos fazer tanto barulho.
— Quero que o time inteiro saiba que eu tô comendo um viado tão gostoso quanto você.
— Chama todo mundo pra chupar minha bunda, bonequinho.
— Você é só minha, puta, essa pica já não te satisfaz?
— Ai não, papai, quero mais.
Gallardo abriu o cu de Nico, tirou a pica e enfiou de uma vez.
— Aaai, sim.
— E assim enche, promíscuo?
— Ai sim, faz de novo.
Gallardo repetiu o movimento.
— O barulho que teu cu faz quando eu tiro a pica parece ventosa.
Nico, todo empolgado, tentou bater uma punheta, e Gallardo segurou a mão dele.
— Você é uma mocinha, aqui só eu posso gozar em você, me Ouviu?
—Sim, bonequinho, te ouvi
Gallardo continua bombando até não aguentar mais
—Vou gozar dentro de você, cara, prepara as pernas
—Tudo dentro, bonequinho
Gallardo segura os quadris de Nico e aperta
—AAAAAAAH
Gallardo goza dentro do cu de Nico. Quando termina de gozar, pega Nico e o abraça ainda com o pau no cu dele.
—Me matou, cara
Gallardo acaricia o cabelo dele.
—Gostou, bonequinho?
—Amei, promíscuo.
Gallardo beija Nico. Tira o pau do cu dele e escorre toda a porra.
—Olha como escorre a porra, promíscuo. Você vai andar igual um bambi o mês inteiro.
—Me deixou a bunda arrebentada, boneco.
—Essa bunda é minha, ouviu?
Gallardo dá um tapa na bunda de Nico. Em seguida, acende um cigarro.
—Me dá um pouco — diz Nico
Gallardo dá um cigarro, Nico fuma e beija a boca de Gallardo.
—Se veste que tenho que ir pra coletiva de imprensa
—Vai me deixar sozinha?
—Vem outro dia aqui que eu arrebento essa bunda de novo
Marcelo e Nico se vestem, e Nico antes de ir embora dá um beijo, mas Gallardo o afasta.
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