Feminização.
Já é quase meio-dia quando finalmente acordo de uma noite extremamente intensa, uma noite onde todos os limites que eu achava que existiam entre dois amigos de vida inteira foram quebrados, uma noite que deixaria sequelas irreparáveis na nossa relação, para o bem ou para o mal.
Eu sabia que no outro lado da cama estava meu amigo, porque ele ficou para dormir nessa cama. Eu estava como fiquei ontem à noite, completamente nu, e com essa maldita coisa de castidade no meu pau. Estiquei o braço para pegar meu celular na mesinha de cabeceira para ver se tinha alguma mensagem ou algo... Nada. Mas parece que esse movimento alertou meu amigo de que eu já estava acordado, então ele se virou e se colocou atrás de mim, de conchinha, e como vocês podem imaginar, claramente senti o pau dele encostando em mim com aquela típica ereção matinal.
T: Bom dia, bebê, desculpa pela encostada, é que os homens sempre acordam assim, vai ver é o que a gente sonha ou sei lá. Te incomoda?
S: Não, não. De jeito nenhum.
E é que, na verdade, eu já estava totalmente adaptado a esse novo papel e estava adorando.
Então Toni pegou minha mão direita, que estava com o celular, e fez eu soltá-lo na cama, enquanto a levava em direção ao próprio pau dele. Eu ainda estava de costas para ele, mas meu braço ia para trás, e pude sentir a ereção do meu amigo. Na hora, aproveitei para deslizar a mão por todo o pau dele.
Obviamente, isso me excitava, e foi quando percebi a grande diferença desta vez para as anteriores: meu próprio pau estava doendo, tentando ter uma ereção, mas, por estar preso, só me causava dor. Fiquei um tempo batendo uma para ele de costas até que, de repente, ele disse:
T: Bom, bom, gostosa, chega por enquanto. Quero que a gente levante da cama porque, como eu te disse ontem à noite, isso tá só começando e tenho muitas surpresas para hoje.
Levantamos quase ao mesmo tempo da cama e fomos ambos em direção ao banheiro.
T: Olha, agora você vai fazer o que eu mandar. O primeiro A ordem do dia de hoje é muito fácil: você vai entrar no banheiro e quero que tire cada pelo que ver no seu corpo. Não fica bravo, é que eu gosto das putinhas assim.
S: Tá bom, tudo bem, vou tentar...
T: Você vai fazer. Ah, e quando terminar, entra no chuveiro e me chama, dá um grito que talvez eu esteja longe e não te ouça, haha.
Entrei no banheiro disposto a seguir nessa brincadeira, que já era coisa de dois, porque dava pra ver que tanto eu quanto ele estávamos adorando a situação. A verdade é que também não foi uma tarefa difícil, sempre fui bem lisinho, por assim dizer, não tenho muito pelo no geral, mais na região genital, onde até foi bem mais simples do que eu esperava, só precisei contornar a gaiola de castidade e pronto, totalmente zerado. Me olhei no espelho e realmente não vi uma grande mudança, mas simplesmente não liguei e fui ligar o chuveiro da banheira e, alguns segundos depois, chamar meu amigo com um grito.
Eu estava debaixo do chuveiro, a cortina do banheiro tampava tudo, e então ouvi primeiro a porta do banheiro abrir e fechar e, segundo, roupa caindo no chão. A cortina se move e vem meu amigo completamente pelado com a rola mole, que obviamente procurei ver. Me afastei pra dentro pra deixar espaço pra ele debaixo do chuveiro e, sem falar muito, começamos a tomar banho, cada um se olhando de frente.
T: Agora que tem muita luz, que estamos um na frente do outro como Deus nos trouxe ao mundo. Você entende meu ponto, né? Porque você não veio muito favorecido, haha.
(Falava enquanto com a mão pegava na rola borrachuda e balançava como se fosse uma mangueira)
T: Olha o que é a minha rola e olha o que é a sua, aí presa nessa gaiolinha. Se eu quisesse colocar isso em mim mesmo, nem conseguiria, é impossível de entrar. Já você, olha só, inteirinha aí dentro... Entendeu? Uma jovem senhorita sempre vai preferir isso, do que essa merda que você tem. Por isso sua única solução é passar pro lado oposto, hahahaha. T: Me faz um favor, me passa o shampoo que tá atrás de você...
Com toda a inocência do mundo, me virei pra pegar o shampoo direito quando, de repente, senti um empurrão por trás, leve mas certeiro. As duas mãos dele nos meus braços com bastante força e então me empurrou até eu ficar contra a parede, que tava bem fria. Consegui sentir como ele apoiou a mão nas minhas costas molhadas pela chuva do chuveiro e, fazendo pressão, foi descendo até minha bunda, acariciando as nádegas e de vez em quando metia a mão mais fundo. Obviamente, eu tava morrendo de tesão, mas tinha o mesmo problema: não tinha acesso à minha própria piroca. Devagar, senti meu amigo se aproximar por trás, dava até pra sentir a respiração dele. Aí, com as mãos nas laterais das minhas coxas, ele fez o oposto da noite anterior: dessa vez, forçou pra eu fechar as pernas o máximo que pudesse, e então senti o pau dele atrás de mim, durinho. Devagar, ele encostava ele por baixo da minha bunda, bem entre minhas pernas, ia de trás pra frente fazendo pressão entre minhas coxas. Às vezes, sentia a cabeça do pau dele bater nas minhas bolas e eu ficava louco, era como se ele tivesse me penetrando, mas na real era mais uma punheta que ele tava tirando usando minhas coxas como ferramenta. Ficou assim por uns minutos, até que eu mesmo não aguentei mais e falei:
S: Ahhhhh, por favor, me come!
T: Shhh, você não decide quando eu vou arrebentar sua bunda. Agora, por isso, vou embora. Termina, se seca bem que já vou trazer sua roupa.
E assim, como se nada, ele foi. Ouvi ele se secar e sair pela porta. Terminei de me lavar e, uns momentos depois, ouvi a porta abrir e soube que era ele deixando a roupa num cesto. Saí do chuveiro, me sequei e fui pegar a roupa. Aí, num segundo, percebi: essa não era minha roupa. Conheço minhas roupas, e essa não era...
T: Veste isso, vai, quero ver como fica em você. Comprei pra você.
Tinha essa pilha de roupa: uma calcinha fio-dental preta de renda, uma regata branca bem pequena e por último uma saia preta. Fui pegando as roupas nessa ordem, primeiro coloquei a calcinha e o sangue já ferveu com a sensação de estar vestindo calcinha de mulher, e ainda por cima ficava incrível em mim, fazia um volume não muito grande por causa da jaula de castidade, mas quase não dava pra notar graças à cor preta. Depois a regata, que deixava um pouco da minha barriga à mostra, e por último a saia, que coloquei bem em cima da cintura. Voltei a me olhar no espelho como tinha feito antes, mas agora sim notei algo incrivelmente diferente, me sentia muito bem vestido assim e obviamente me excitava como nunca... Acabei colocando um tênis com meias e saí do banheiro.
T: Deixa eu ver como ficou... Uff, linda a roupinha. Só falta um último detalhe, pega o celular, olha que te mandei um vídeo.
Olhei minhas mensagens e tinha um link para um vídeo, era sobre maquiagem, um tutorial na verdade, então usando tudo que tinha de maquiagem da minha mãe segui o tutorial à risca, até que depois de vários minutos terminei e me sentia a cada segundo, a cada minuto melhor comigo mesmo.
T: Agora sim, olha que gostosa você está. Vamos cozinhar o almoço juntos, que tal?
O tempo seguinte que passamos foi realmente muito agradável, não parecia que eu estava do lado da mesma pessoa dos dias anteriores, era alguém um pouco mais gentil. Enfim, terminamos cozinhando algo juntos, mas o melhor de tudo era que tinha uma certa paquera a todo momento, um passava perto do outro e tinha contato, mais de uma vez ela acariciou minha bunda por cima da saia ou eu tentava disfarçadamente me apoiar um pouco nela, tudo muito tranquilo embora excitante ao mesmo tempo. Finalmente terminamos de cozinhar, almoçamos na mesa como sempre, depois de um tempinho de conversa e limpar um pouco, fomos nos sentar no sofá um do lado do outro. Meu amigo tava vestido com uma camiseta de tecido normal, daquelas de sempre, e uma bermuda jeans...
Embora já tivessem passado algumas horas desde as duas investidas dele, a da cama e a do banheiro, eu ainda tava bem quente, e o fato de ele ser quem dominava a situação e não me deixar fazer nada me deixava meio pilhada. Então pensei comigo mesma: e se dessa vez eu agir primeiro, feito uma puta no cio que eu me sinto agora?
Estendi minha mão direita e apoiei no joelho do meu amigo. Ele não reagiu, só continuou olhando pra frente, pra televisão. Comecei a acariciar um pouco o joelho dele enquanto ia subindo devagar pela perna, de vez em quando passando a mão por dentro da calça, mas sem chegar a tocar em nada. Dava pra notar o volume dele crescendo naquela calça que parecia tão apertada, então simplesmente pensei "Foda-se" e subi a mão até o volume dele, começando a acariciar. Era incrível sentir como ele ia aumentando de tamanho, mais e mais, parecia que o zíper da calça ia explodir.
Com bastante habilidade, consegui desabotoar o botão com uma mão e abaixar o zíper com cuidado, porque não queria machucar ele. Ele tava usando uma cueca preta que também tava totalmente apertada por causa daquela ereção que já dava pra ver. O próximo passo foi meio óbvio: subi a mão até a barriga dele e, de lá, desci até enfiar por dentro da cueca. A partir daí, comecei a pegar na pica dele com toda a vontade do mundo, batendo uma punheta pra ele por dentro da roupa. Meu amigo não me olhava, só mantinha a cabeça virada pra frente, mas agora tava de olhos fechados, e dava pra ver claramente pela expressão dele que ele tava aproveitando com muito prazer.
Como já tinha passado do limite mental com meu "Foda-se", pensei: por que não chupar essa pica, com a vontade que eu tô? Então nem hesitei, só precisei me abaixar até lá embaixo e libertar a fera. Puxando a cueca dele pra baixo, vi sair aquela pica venosa e descomunal do meu amigo. Com Minha mão nela, adicionei também minha boca e minha língua, um pouco de cada em ordem aleatória, pra dar um bom boquete no sofá da minha casa pro meu melhor amigo. Nessa altura, eu já tinha bem mais prática e nós dois sentíamos isso claramente. Devia ter uns 2 minutos chupando aquela pica sem parar, até que de repente aconteceu algo terrível.
O som da campainha toca... Senti o pânico da minha vida, quem podia ser? O que eu faço? Não pode ser alguém conhecido me achar assim, vestido de mulher e com os lábios pintados, mas borrados por causa do boquete que eu tava dando no meu melhor amigo, que todo mundo que eu conheço também conhece ele... O que eu faço agora?
S: Não pode ser! Preciso me trocar, o que eu faço, o que eu faço, o que eu faço?
T: Ei ei, calma, talvez tenham se enganado, não estamos esperando ninguém, não se preocupa, vou ver.
Meu amigo guardou a pica toda babada como se nada tivesse acontecido, abotoou a calça e foi até a porta de casa...
Na minha cabeça, dois pensamentos igualmente horríveis brigavam: primeiro, eu não sabia o que fazer se alguém entrasse e se deparasse com essa situação. E segundo, como que eu posso estar nessa situação pela terceira vez no dia... Deixa eu explicar, de manhã ele não me deixou continuar a punheta, no banho ele não quis me comer e agora, no meio do boquete, a campainha toca... Será que tenho tanta má sorte assim?
Finalmente, depois de alguns poucos minutos que pra mim pareceram horas, o Toni voltou.
T: Nada, te falei, era um vendedor ou sei lá, te disse pra ficar tranquila, não tem problema. Além disso, não seria uma má ideia você ir se acostumando a ser vista assim de agora em diante. Te falei que você tá gostosa...
Eu, que tava parado no meio da sala, vi enquanto meu amigo falava comigo, ele se aproximava com uma confiança de aço e, quando ficou de frente, colocou a mão no meu rosto e fez algo que até agora eu nem tinha percebido que tinha acontecido. Ele me comeu a boca com um beijo, apaixonado e tesão. Foi tão incrível o momento que eu nem tava pensando que era eu beijando meu amigo, era como se eu fosse uma pessoa diferente beijando esse cara que é uma gostosura, simplesmente me deixei levar por uma série de beijos, enquanto com as mãos ele apalpava várias partes do meu corpo, apertava minhas costas, minha bunda, meus braços, me segurava pela nuca.
Num momento ele parou e me levou com a mesma força e decisão pra fora da banheira, mas dessa vez me virou e me colocou contra a pia da cozinha, abaixou a metade do meu corpo e deixou minha bunda pra fora...
T: Agora vou terminar o que você começou há pouco, sua putinha!
Ele levantou minha saia com as mãos bem pra cima, deixando minha bunda no ar com minha calcinha fio dental. E então, de uma puxada com uma força descomunal, conseguiu tirar minha calcinha, rasgando ela com força de um lado. Eu ouvi ele tirando a calça e a cueca e em menos de um segundo eu tinha aquele pauzão passando pela minha bunda totalmente impune. Era uma besta solta e eu uma garota indefesa, sem poder fazer nada. Então ele abriu bem minha bunda e com várias cuspidas garantiu que lubrificasse meu cu, como se isso fosse suficiente contra um pau como o dele. Não ligou. Apontou pra mim e eu pude sentir ele enfiando o pau com dor e prazer. E assim começou a me comer bem forte e firme, como uma putinha no cio, ele tava me dando o que eu tanto pedi o dia inteiro.
Diferente das outras vezes, eu já tava completamente sem vergonha e gemia de prazer aos gritos, sem me importar se alguém pudesse ouvir lá fora. Meu amigo metia no meu cu com intensidade enquanto eu retribuía com gemidos de puta. Minha bucetinha, claro, oscilava entre a dor e o prazer por estar presa e sendo esmagada contra esse móvel da cozinha.
Depois de um bom tempo sendo penetrada assim como uma vadiazinha, ele tirou o pau do meu cu e disse: "vem, vamos pra cama". Me pegou pela mão e me levou até o quarto. quarto. Assim que cheguei, me joguei na cama e ele se deitou em cima de mim, devorando minha boca enquanto tirava minha regata, e eu tirava a camiseta dele, que era a única peça de roupa que ainda usava. Depois, ele levantou minha saia até quase a altura do peito.
Ele se afastou um pouco pra trás, pegou minhas pernas e as colocou por cima dos próprios ombros, deixando minha buceta perfeitamente alinhada pra ser penetrada de novo por ele — e foi isso que ele fez, começou a me foder de novo, agora com minhas pernas nos ombros dele e sem muita dificuldade, já que eu tava bem dilatada por causa daquela pica.
Ele me macetava com cada vez mais força, minha visão era espetacular: eu via aquele macho todo suado, com a cabeça entre minhas pernas, e eu morrendo de prazer, gemendo igual uma louca. Eu via minha piroquinha presa na gaiola, que a cada penetrada dele parecia menos um pau e mais um clitóris. O ritmo do meu amigo era excelente, e eu comecei a sentir que ia gozar sem nem precisar me tocar. Com a pica dele enterrada na minha buceta, tive um orgasmo incrível, gritei mais alto do que já tinha gritado na vida, e nós dois vimos bastante sêmen saindo do meu pau, enchendo o interior da minha gaiola de castidade.
Acho que isso acabou explodindo a cabeça do meu amigo, que foi de 0 a 1000 em um segundo e começou a me comer com tudo. Dava pra ouvir bem alto as bolas dele batendo na minha buceta, fazendo aquele barulho de tapa. Ele também começou a gemer forte e, de repente, um grito final e, com ele, um monte de porra entrando na minha buceta até sei lá onde. Juro que senti o calor do sêmen dele por todo o meu corpo, e depois a pica ainda pulsava dentro da minha buceta. Aos poucos, a ereção foi diminuindo, e ele simplesmente baixou minhas pernas dos ombros dele e tirou a pica, que eu vi coberta pela própria porra. Ele se apoiou um pouco na cama e finalmente caiu deitado bem do meu lado, numa infinidade de suspiros de prazer e exaustão. culpa da putaria que vivi...
T: ei, tu ainda fala com a tua ex? Tipo... Na próxima vez que ficar sozinho em casa, a gente podia chamar ela pra passar uns dias, haha
FIM.
Já é quase meio-dia quando finalmente acordo de uma noite extremamente intensa, uma noite onde todos os limites que eu achava que existiam entre dois amigos de vida inteira foram quebrados, uma noite que deixaria sequelas irreparáveis na nossa relação, para o bem ou para o mal.
Eu sabia que no outro lado da cama estava meu amigo, porque ele ficou para dormir nessa cama. Eu estava como fiquei ontem à noite, completamente nu, e com essa maldita coisa de castidade no meu pau. Estiquei o braço para pegar meu celular na mesinha de cabeceira para ver se tinha alguma mensagem ou algo... Nada. Mas parece que esse movimento alertou meu amigo de que eu já estava acordado, então ele se virou e se colocou atrás de mim, de conchinha, e como vocês podem imaginar, claramente senti o pau dele encostando em mim com aquela típica ereção matinal.
T: Bom dia, bebê, desculpa pela encostada, é que os homens sempre acordam assim, vai ver é o que a gente sonha ou sei lá. Te incomoda?
S: Não, não. De jeito nenhum.
E é que, na verdade, eu já estava totalmente adaptado a esse novo papel e estava adorando.
Então Toni pegou minha mão direita, que estava com o celular, e fez eu soltá-lo na cama, enquanto a levava em direção ao próprio pau dele. Eu ainda estava de costas para ele, mas meu braço ia para trás, e pude sentir a ereção do meu amigo. Na hora, aproveitei para deslizar a mão por todo o pau dele.
Obviamente, isso me excitava, e foi quando percebi a grande diferença desta vez para as anteriores: meu próprio pau estava doendo, tentando ter uma ereção, mas, por estar preso, só me causava dor. Fiquei um tempo batendo uma para ele de costas até que, de repente, ele disse:
T: Bom, bom, gostosa, chega por enquanto. Quero que a gente levante da cama porque, como eu te disse ontem à noite, isso tá só começando e tenho muitas surpresas para hoje.
Levantamos quase ao mesmo tempo da cama e fomos ambos em direção ao banheiro.
T: Olha, agora você vai fazer o que eu mandar. O primeiro A ordem do dia de hoje é muito fácil: você vai entrar no banheiro e quero que tire cada pelo que ver no seu corpo. Não fica bravo, é que eu gosto das putinhas assim.
S: Tá bom, tudo bem, vou tentar...
T: Você vai fazer. Ah, e quando terminar, entra no chuveiro e me chama, dá um grito que talvez eu esteja longe e não te ouça, haha.
Entrei no banheiro disposto a seguir nessa brincadeira, que já era coisa de dois, porque dava pra ver que tanto eu quanto ele estávamos adorando a situação. A verdade é que também não foi uma tarefa difícil, sempre fui bem lisinho, por assim dizer, não tenho muito pelo no geral, mais na região genital, onde até foi bem mais simples do que eu esperava, só precisei contornar a gaiola de castidade e pronto, totalmente zerado. Me olhei no espelho e realmente não vi uma grande mudança, mas simplesmente não liguei e fui ligar o chuveiro da banheira e, alguns segundos depois, chamar meu amigo com um grito.
Eu estava debaixo do chuveiro, a cortina do banheiro tampava tudo, e então ouvi primeiro a porta do banheiro abrir e fechar e, segundo, roupa caindo no chão. A cortina se move e vem meu amigo completamente pelado com a rola mole, que obviamente procurei ver. Me afastei pra dentro pra deixar espaço pra ele debaixo do chuveiro e, sem falar muito, começamos a tomar banho, cada um se olhando de frente.
T: Agora que tem muita luz, que estamos um na frente do outro como Deus nos trouxe ao mundo. Você entende meu ponto, né? Porque você não veio muito favorecido, haha.
(Falava enquanto com a mão pegava na rola borrachuda e balançava como se fosse uma mangueira)
T: Olha o que é a minha rola e olha o que é a sua, aí presa nessa gaiolinha. Se eu quisesse colocar isso em mim mesmo, nem conseguiria, é impossível de entrar. Já você, olha só, inteirinha aí dentro... Entendeu? Uma jovem senhorita sempre vai preferir isso, do que essa merda que você tem. Por isso sua única solução é passar pro lado oposto, hahahaha. T: Me faz um favor, me passa o shampoo que tá atrás de você...
Com toda a inocência do mundo, me virei pra pegar o shampoo direito quando, de repente, senti um empurrão por trás, leve mas certeiro. As duas mãos dele nos meus braços com bastante força e então me empurrou até eu ficar contra a parede, que tava bem fria. Consegui sentir como ele apoiou a mão nas minhas costas molhadas pela chuva do chuveiro e, fazendo pressão, foi descendo até minha bunda, acariciando as nádegas e de vez em quando metia a mão mais fundo. Obviamente, eu tava morrendo de tesão, mas tinha o mesmo problema: não tinha acesso à minha própria piroca. Devagar, senti meu amigo se aproximar por trás, dava até pra sentir a respiração dele. Aí, com as mãos nas laterais das minhas coxas, ele fez o oposto da noite anterior: dessa vez, forçou pra eu fechar as pernas o máximo que pudesse, e então senti o pau dele atrás de mim, durinho. Devagar, ele encostava ele por baixo da minha bunda, bem entre minhas pernas, ia de trás pra frente fazendo pressão entre minhas coxas. Às vezes, sentia a cabeça do pau dele bater nas minhas bolas e eu ficava louco, era como se ele tivesse me penetrando, mas na real era mais uma punheta que ele tava tirando usando minhas coxas como ferramenta. Ficou assim por uns minutos, até que eu mesmo não aguentei mais e falei:
S: Ahhhhh, por favor, me come!
T: Shhh, você não decide quando eu vou arrebentar sua bunda. Agora, por isso, vou embora. Termina, se seca bem que já vou trazer sua roupa.
E assim, como se nada, ele foi. Ouvi ele se secar e sair pela porta. Terminei de me lavar e, uns momentos depois, ouvi a porta abrir e soube que era ele deixando a roupa num cesto. Saí do chuveiro, me sequei e fui pegar a roupa. Aí, num segundo, percebi: essa não era minha roupa. Conheço minhas roupas, e essa não era...
T: Veste isso, vai, quero ver como fica em você. Comprei pra você.
Tinha essa pilha de roupa: uma calcinha fio-dental preta de renda, uma regata branca bem pequena e por último uma saia preta. Fui pegando as roupas nessa ordem, primeiro coloquei a calcinha e o sangue já ferveu com a sensação de estar vestindo calcinha de mulher, e ainda por cima ficava incrível em mim, fazia um volume não muito grande por causa da jaula de castidade, mas quase não dava pra notar graças à cor preta. Depois a regata, que deixava um pouco da minha barriga à mostra, e por último a saia, que coloquei bem em cima da cintura. Voltei a me olhar no espelho como tinha feito antes, mas agora sim notei algo incrivelmente diferente, me sentia muito bem vestido assim e obviamente me excitava como nunca... Acabei colocando um tênis com meias e saí do banheiro.
T: Deixa eu ver como ficou... Uff, linda a roupinha. Só falta um último detalhe, pega o celular, olha que te mandei um vídeo.
Olhei minhas mensagens e tinha um link para um vídeo, era sobre maquiagem, um tutorial na verdade, então usando tudo que tinha de maquiagem da minha mãe segui o tutorial à risca, até que depois de vários minutos terminei e me sentia a cada segundo, a cada minuto melhor comigo mesmo.
T: Agora sim, olha que gostosa você está. Vamos cozinhar o almoço juntos, que tal?
O tempo seguinte que passamos foi realmente muito agradável, não parecia que eu estava do lado da mesma pessoa dos dias anteriores, era alguém um pouco mais gentil. Enfim, terminamos cozinhando algo juntos, mas o melhor de tudo era que tinha uma certa paquera a todo momento, um passava perto do outro e tinha contato, mais de uma vez ela acariciou minha bunda por cima da saia ou eu tentava disfarçadamente me apoiar um pouco nela, tudo muito tranquilo embora excitante ao mesmo tempo. Finalmente terminamos de cozinhar, almoçamos na mesa como sempre, depois de um tempinho de conversa e limpar um pouco, fomos nos sentar no sofá um do lado do outro. Meu amigo tava vestido com uma camiseta de tecido normal, daquelas de sempre, e uma bermuda jeans...
Embora já tivessem passado algumas horas desde as duas investidas dele, a da cama e a do banheiro, eu ainda tava bem quente, e o fato de ele ser quem dominava a situação e não me deixar fazer nada me deixava meio pilhada. Então pensei comigo mesma: e se dessa vez eu agir primeiro, feito uma puta no cio que eu me sinto agora?
Estendi minha mão direita e apoiei no joelho do meu amigo. Ele não reagiu, só continuou olhando pra frente, pra televisão. Comecei a acariciar um pouco o joelho dele enquanto ia subindo devagar pela perna, de vez em quando passando a mão por dentro da calça, mas sem chegar a tocar em nada. Dava pra notar o volume dele crescendo naquela calça que parecia tão apertada, então simplesmente pensei "Foda-se" e subi a mão até o volume dele, começando a acariciar. Era incrível sentir como ele ia aumentando de tamanho, mais e mais, parecia que o zíper da calça ia explodir.
Com bastante habilidade, consegui desabotoar o botão com uma mão e abaixar o zíper com cuidado, porque não queria machucar ele. Ele tava usando uma cueca preta que também tava totalmente apertada por causa daquela ereção que já dava pra ver. O próximo passo foi meio óbvio: subi a mão até a barriga dele e, de lá, desci até enfiar por dentro da cueca. A partir daí, comecei a pegar na pica dele com toda a vontade do mundo, batendo uma punheta pra ele por dentro da roupa. Meu amigo não me olhava, só mantinha a cabeça virada pra frente, mas agora tava de olhos fechados, e dava pra ver claramente pela expressão dele que ele tava aproveitando com muito prazer.
Como já tinha passado do limite mental com meu "Foda-se", pensei: por que não chupar essa pica, com a vontade que eu tô? Então nem hesitei, só precisei me abaixar até lá embaixo e libertar a fera. Puxando a cueca dele pra baixo, vi sair aquela pica venosa e descomunal do meu amigo. Com Minha mão nela, adicionei também minha boca e minha língua, um pouco de cada em ordem aleatória, pra dar um bom boquete no sofá da minha casa pro meu melhor amigo. Nessa altura, eu já tinha bem mais prática e nós dois sentíamos isso claramente. Devia ter uns 2 minutos chupando aquela pica sem parar, até que de repente aconteceu algo terrível.
O som da campainha toca... Senti o pânico da minha vida, quem podia ser? O que eu faço? Não pode ser alguém conhecido me achar assim, vestido de mulher e com os lábios pintados, mas borrados por causa do boquete que eu tava dando no meu melhor amigo, que todo mundo que eu conheço também conhece ele... O que eu faço agora?
S: Não pode ser! Preciso me trocar, o que eu faço, o que eu faço, o que eu faço?
T: Ei ei, calma, talvez tenham se enganado, não estamos esperando ninguém, não se preocupa, vou ver.
Meu amigo guardou a pica toda babada como se nada tivesse acontecido, abotoou a calça e foi até a porta de casa...
Na minha cabeça, dois pensamentos igualmente horríveis brigavam: primeiro, eu não sabia o que fazer se alguém entrasse e se deparasse com essa situação. E segundo, como que eu posso estar nessa situação pela terceira vez no dia... Deixa eu explicar, de manhã ele não me deixou continuar a punheta, no banho ele não quis me comer e agora, no meio do boquete, a campainha toca... Será que tenho tanta má sorte assim?
Finalmente, depois de alguns poucos minutos que pra mim pareceram horas, o Toni voltou.
T: Nada, te falei, era um vendedor ou sei lá, te disse pra ficar tranquila, não tem problema. Além disso, não seria uma má ideia você ir se acostumando a ser vista assim de agora em diante. Te falei que você tá gostosa...
Eu, que tava parado no meio da sala, vi enquanto meu amigo falava comigo, ele se aproximava com uma confiança de aço e, quando ficou de frente, colocou a mão no meu rosto e fez algo que até agora eu nem tinha percebido que tinha acontecido. Ele me comeu a boca com um beijo, apaixonado e tesão. Foi tão incrível o momento que eu nem tava pensando que era eu beijando meu amigo, era como se eu fosse uma pessoa diferente beijando esse cara que é uma gostosura, simplesmente me deixei levar por uma série de beijos, enquanto com as mãos ele apalpava várias partes do meu corpo, apertava minhas costas, minha bunda, meus braços, me segurava pela nuca.
Num momento ele parou e me levou com a mesma força e decisão pra fora da banheira, mas dessa vez me virou e me colocou contra a pia da cozinha, abaixou a metade do meu corpo e deixou minha bunda pra fora...
T: Agora vou terminar o que você começou há pouco, sua putinha!
Ele levantou minha saia com as mãos bem pra cima, deixando minha bunda no ar com minha calcinha fio dental. E então, de uma puxada com uma força descomunal, conseguiu tirar minha calcinha, rasgando ela com força de um lado. Eu ouvi ele tirando a calça e a cueca e em menos de um segundo eu tinha aquele pauzão passando pela minha bunda totalmente impune. Era uma besta solta e eu uma garota indefesa, sem poder fazer nada. Então ele abriu bem minha bunda e com várias cuspidas garantiu que lubrificasse meu cu, como se isso fosse suficiente contra um pau como o dele. Não ligou. Apontou pra mim e eu pude sentir ele enfiando o pau com dor e prazer. E assim começou a me comer bem forte e firme, como uma putinha no cio, ele tava me dando o que eu tanto pedi o dia inteiro.
Diferente das outras vezes, eu já tava completamente sem vergonha e gemia de prazer aos gritos, sem me importar se alguém pudesse ouvir lá fora. Meu amigo metia no meu cu com intensidade enquanto eu retribuía com gemidos de puta. Minha bucetinha, claro, oscilava entre a dor e o prazer por estar presa e sendo esmagada contra esse móvel da cozinha.
Depois de um bom tempo sendo penetrada assim como uma vadiazinha, ele tirou o pau do meu cu e disse: "vem, vamos pra cama". Me pegou pela mão e me levou até o quarto. quarto. Assim que cheguei, me joguei na cama e ele se deitou em cima de mim, devorando minha boca enquanto tirava minha regata, e eu tirava a camiseta dele, que era a única peça de roupa que ainda usava. Depois, ele levantou minha saia até quase a altura do peito.
Ele se afastou um pouco pra trás, pegou minhas pernas e as colocou por cima dos próprios ombros, deixando minha buceta perfeitamente alinhada pra ser penetrada de novo por ele — e foi isso que ele fez, começou a me foder de novo, agora com minhas pernas nos ombros dele e sem muita dificuldade, já que eu tava bem dilatada por causa daquela pica.
Ele me macetava com cada vez mais força, minha visão era espetacular: eu via aquele macho todo suado, com a cabeça entre minhas pernas, e eu morrendo de prazer, gemendo igual uma louca. Eu via minha piroquinha presa na gaiola, que a cada penetrada dele parecia menos um pau e mais um clitóris. O ritmo do meu amigo era excelente, e eu comecei a sentir que ia gozar sem nem precisar me tocar. Com a pica dele enterrada na minha buceta, tive um orgasmo incrível, gritei mais alto do que já tinha gritado na vida, e nós dois vimos bastante sêmen saindo do meu pau, enchendo o interior da minha gaiola de castidade.
Acho que isso acabou explodindo a cabeça do meu amigo, que foi de 0 a 1000 em um segundo e começou a me comer com tudo. Dava pra ouvir bem alto as bolas dele batendo na minha buceta, fazendo aquele barulho de tapa. Ele também começou a gemer forte e, de repente, um grito final e, com ele, um monte de porra entrando na minha buceta até sei lá onde. Juro que senti o calor do sêmen dele por todo o meu corpo, e depois a pica ainda pulsava dentro da minha buceta. Aos poucos, a ereção foi diminuindo, e ele simplesmente baixou minhas pernas dos ombros dele e tirou a pica, que eu vi coberta pela própria porra. Ele se apoiou um pouco na cama e finalmente caiu deitado bem do meu lado, numa infinidade de suspiros de prazer e exaustão. culpa da putaria que vivi...
T: ei, tu ainda fala com a tua ex? Tipo... Na próxima vez que ficar sozinho em casa, a gente podia chamar ela pra passar uns dias, haha
FIM.
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